Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 15 – Estar ligado a Jesus significa desligar-se do mundo; isso resulta em ser estranho e perseguido no mundo.

O capítulo em pauta pode ser assim dividido, como sugere o Comentário Bíblico Adventista:
1. A consolação e o amor mútuos entre Cristo e Seus seguidores, representados na parábola da videira (vs. 1-17);
2. Conforto em meio ao ódio e à perseguição do mundo (vs. 18-25);
3. O trabalho do Espírito Santo e dos apóstolos (vs. 26-27).

Cristianismo é relacionamento íntimo com Cristo. É ligação constante a Ele em toda situação. “O propósito fundamental da analogia da vara da videira era descrever um relacionamento permanente entre Cristo e o crente, semelhante ao firmado entre Israel e Yahveh, para que desse muito fruto (cf. Is. 5:2; Os 10:1)” (William E. Hull).
• Sem relacionamento íntimo entre o pecador perdoado e o Cristo encarnado não existe cristianismo verdadeiro.
• Os cristãos falsos serão descartados como imprestáveis, inúteis, indignos do Céu.
• Os frutos evidenciam os verdadeiros cristãos em relação aos falsos, sem frutos.
• Deus opera, através da poda, o amadurecimento do cristão genuíno.

“Por todo o discurso de despedida o objetivo básico era definir o modo como os discípulos, após a partida de Jesus, deviam reproduzir, em sua vida comunitária, e então ampliar, através da história, estas realidades centrais da vida terrena de seu Senhor. Depois de reunir Seus seguidores no círculo de amor que compartilhava com o Pai (15:1-7), Jesus agora os convida a entrar na arena da luta que travariam com o mundo. Ironicamente, receberiam o privilégio de se identificarem com Jesus não somente por darem muito fruto, mas também por terem que enfrentar muita perseguição” (Hull).

• Permanência na Palavra e a perseverança na oração produzem o sucesso na existência cristã.
• Frequência na obediência do discípulo de Cristo resulta da consciência de sua dependência.
• Amor é a essência do discípulo persistentemente ligado a Cristo.
• Dificuldades provocadas pelo mundo devem gerar paciência e confiança no crente, ciente de que o Espírito Santo atuará para seu bem em toda circunstância.

Os verdadeiros e fervorosos crentes na década de 1870 reconheceram: “Tínhamos inimigos implacáveis na cidade que vigiavam cada passo que dávamos e estavam prontos a usar qualquer ação imprudente para nos prejudicar” (J. N. Loughborough).

Apesar dos desafios, reavivemo-nos biblicamente! – Heber Toth Armí.



JOÃO 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
19 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 14 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 14
19 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/14

Em todos os quatro evangelhos, Jesus prediz o fracasso e a dispersão de seus discípulos. Ele disse a todos que se tornariam como ovelhas sem pastor. Ele afirmou que eles seriam espalhados. Ele advertiu que Pedro em breve o negaria três vezes.

Jesus disse ainda: “Mas, depois de ressuscitar, irei adiante de vocês para a Galiléia.” Mateus 26:32 Ele ordenou a Pedro: “Quando você se converter, fortaleça os irmãos”. Lucas 22:32. E aos doze, imediatamente após predizer que não o seguiriam até a cruz, Jesus disse as palavras mais inspiradoras:

“[Embora vocês sejam dispersos esta noite,] Não se turbe o vosso coração; Creiam em Deus, creiam também em mim. Na casa de meu Pai há muitos aposentos; . . . . Vou preparar-lhes. E . . . Eu voltarei e os levarei para Mim.” João 14: 1-4.

Jesus os fez saber que esperava que eles conseguissem.

Devemos, então, acreditar que nossos amigos também tomarão boas decisões. Expresse confiança na sinceridade deles.Quando eles caírem, sua expectativa os ajudará a se erguerem novamente. Nossa confiança neles irá inspirá-los com confiança própria.

Se há pessoas para quem você deseja tudo de bom, lembre-se dessas coisas. Faça de tudo para que o coração deles não se turbe.

Eugene Prewitt
Diretor do Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1257
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JOÃO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
19 de julho de 2021, 0:50
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1211 palavras

O discurso de João 14 foi feito no cenáculo, antes da saída para o monte das Oliveiras e para o Getsêmani. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1149.

“Discursos pelo Caminho” (caps 15, 16) foram pronunciados a caminho do Getsêmani. Bíblia Shedd.

1 Não se turbe o vosso coração. Ou, “parai de deixar que o vosso coração se turbe”. Os discípulos estavam perturbados porque Jesus tinha anunciado que os deixaria (Jo 13:33). Ele então passa a dizer-lhes que Sua ausência seria apenas temporária e que Sua partida seria para benefício deles. CBASD, vol. 5, p. 1149.

Esta passagem de supremo conforto é oferecida por Jesus numa hora enegrecida pela sombra da traição de Judas e pela negação de Pedro, apenas algumas horas antes da agonia do Getsêmani e da morte na cruz (13.21). Contudo, a afirmação transmite um sentido de sublime paz e visa ministrar aos temores dos discípulos, ao invés das próprias necessidades de Jesus. Bíblia de Genebra.

2 Na casa de Meu Pai. Uma bela representação do Céu. … Jesus estava voltando para o lar; e, por fim, os discípulos poderiam se juntar a Ele ali. CBASD, vol. 5, p. 1150.

voltarei. O grego expressa esta promessa no tempo presente. Este chamado presente futurístico dá ênfase à certeza do evento. O fato é considerado como se já estivesse ocorrendo. CBASD, vol. 5, p. 1150.

3 onde Eu estou. Os discípulos foram dirigidos ao tempo do segundo advento como sendo o momento em que se reuniriam novamente com o Senhor. Não há alusão aqui à doutrina popular de que os crentes vão para junto do Senhor no momento da morte, noção sem apoio nas Escrituras. Paulo também dirigiu a atenção dos crentes para o tempo do segundo advento como sendo o momento do grande reencontro (1Ts 4:16, 17). … Quando Sua imagem for perfeitamente representada em Seu povo, então Ele virá (PJ, 69). CBASD, vol. 5, p. 1151.

4 E vós sabeis o caminho para onde Eu vou (ARA). ARC: “E conheceis o caminho”. …o texto da ARC deve ser preferido. Jesus havia deixado claro o caminho para a casa do Pai, mas a lentidão dos discípulos em compreender os impedia de apreender o significado de Suas palavras. CBASD, vol. 5, p. 1151.

5 não sabemos para onde vais. Deviam saber, pois isso lhes havia sido dito claramente (ver com. do v. 4). Era difícil para eles se desvencilharem do conceito judaico do reino messiânico. CBASD, vol. 5, p. 1151.

6 Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Jesus é o caminho para Deus, a revelação do que Deus é (v. 9), e a fonte da vida (1:4-5; 10:10; 20:31). Andrews Study Bible.

ninguém vem ao Pai senão por Mim. Esta é uma forte afirmação de que só Cristo é o caminho da salvação. Imaginar e proclamar que há outros caminhos é enganar o povo e esquecer a necessidade de sua vinda e redenção (At 4.12; Rm 10.14-15; 1Jo 5.12). Bíblia de Genebra.

8 Filipe … mostra-nos o Pai. Talvez Filipe esperasse uma revelação da glória divina como a que foi dada a Moisés (Êx 33:18-23). CBASD, vol. 5, p. 1151.

9 Quem vê a Mim, vê o Pai. Cristo revelou o caráter de Deus ao universo (ver com. de Jo 1:18). CBASD, vol. 5, p. 1151.

12 e outra maiores fará. Isto é, maiores em quantidade, não em qualidade. A atividade de Cristo esteve limitada a uma área relativamente pequena (do mundo). Após Sua ascensão, o evangelho se espalharia por todo o globo. CBASD, vol. 5, p. 1152.

13 tudo quanto pedirdes em Meu nome. Enquanto cooperassem com o Céu na proclamação do evangelho, os discípulos podiam ter a certeza de que os ilimitados recursos da Onipotência estariam à sua disposição. CBASD, vol. 5, p. 1152.

Isso não garante que Deus fará tudo o que pedirmos só pelo fato de adicionarmos à nossa oração as palavras “em nome de Cristo”. Orar em nome de Cristo é identificar-se com os propósitos de Cristo na proporção em que nossa vontade tiver se tornado identificada com a vontade de Deus (1Jo 5.14). Aqueles que não obtêm aquilo que pedem especificamente, frequentemente são surpreendidos por uma resposta diferente – porém melhor. O “não” é, ás vezes, a melhor resposta. Bíblia de Genebra.

15 Se Me amais. A obediência que procede da compulsão ou do medo não é a forma ideal. Pode haver ocasiões em que o motivo impelente do amor se encontre ausente ou seja frágil. Nessas circunstâncias, é preciso obedecer somente por princípio. Enquanto isso, o amor deve ser cultivado. A falta do requisito do amor nunca deve servir de desculpa para a desobediência. CBASD, vol. 5, p. 1152.

guardareis. A prova de amor a Cristo não é uma profissão oral, mas uma obediência viva. Bíblia de Genebra.

As orações recebem poder da obediência. Andrews Study Bible.

16 outro Consolador. A palavra grega traduzida por “Consolador” ou “Auxiliador” [parakletos] era usada em linguagem jurídica para o advogado de defesa (1Jo 2.1) e, de modo mais geral, por alguém de quem se pedia ajuda. Jesus foi um tal ajudador para os discípulos; e depois de Sua ascensão, o Espírito Santo tomaria para si esta tarefa. Bíblia de Genebra.

17 Espírito da verdade. A ênfase parece estar no fato de que o Espírito define, comunica e defende a verdade. CBASD, vol. 5, p. 1153.

Não O vê. O mundo não possui percepção espiritual. “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus” (1Co 2:14). CBASD, vol. 5, p. 1153.

18 Não vos deixarei órfãos. …a ideia é que Jesus não deixaria os discípulos despojados de Seu Mestre. Ele voltaria para eles. A referência aqui não é à segunda vinda (v. 1-3), mas à presença de Cristo com os discípulos por meio do Espírito. CBASD, vol. 5, p. 1154.

19 vós, porém, Me vereis. Depois da crucifixão e do sepultamento, o mundo não mais veria a Cristo, mas os discípulos O veriam em Seu corpo ressuscitado. As palavras, sem dúvida, também possuem um significado espiritual. CBASD, vol. 5, p. 1154.

Vivereis. Tanto no sentido espiritual quanto no literal (Jo 6:57). CBASD, vol. 5, p. 1154.

20 Naquele dia. Isto é, no dia em que o “Consolador” viesse para estar com eles (ver v. 16). Havia muitas coisas no âmbito espiritual que os discípulos ainda não entendiam e que lhes seriam esclarecidas mais tarde. CBASD, vol. 5, p. 1154.

21 Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama. Esta declaração é a recíproca do v. 15. O amor se manifesta na obediência, e a obediência evidencia o amor (cf 1Jo 2:3-6).

Aqui temos uma bela descrição joanina do crente salvo. Bíblia Shedd

23 Não só o Espírito habita no crente (17), mas o Deus triúno mora nele. … Deus morando no crente, ou na igreja, torna ambos templos santificados (1 Co 3.16; 6.19). Bíblia Shedd.

23-24 O Pai Se revela ao obediente. Andrews Study Bible.

26 e vos fará lembrar de tudo. Estas promessas feitas aos apóstolos foram cumpridas na pregação apostólica e na composição final das Escrituras do Novo Testamento. Elas continuam a ser cumpridas à medida que o povo de Deus aprende das Escrituras inspiradas. Bíblia de Genebra.

28 o Pai é maior do que Eu. Enquanto Jesus é igual ao Pai por natureza … em Sua humanidade Ele se relaciona com o Pai de nosso ponto de vista. Andrews Study Bible.

O Filho voluntariamente encobriu a Sua glória para seguir o caminho de Sua humilde obediência (Fp 2.6-11). Bíblia de Genebra.

30 nada tem. Os direitos do diabo se baseiam na rebelião de suas vítimas contra Deus. Cristo era puro de todo pecado. Bíblia Shedd.

Cristo é o único membro da raça humana de quem se pode dizer isto. Bíblia de Genebra.



JOÃO 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 14 – Só vai morar com Cristo no Céu (v. 3) aquele que, aqui na Terra, permite que Cristo e o Pai façam morada em seu interior mediante a atuação do Espírito Santo (vs. 17-23).

Guardar a Palavra e os mandamentos divinos são evidências de alguém que permitiu que a Trindade fizesse morada em seu coração (vs. 15, 20-24).

Até chegar o momento de ir à Casa do Pai o crente enfrentará muitos desafios no mundo. Contudo, visando cuidar dos que são Seus, Jesus conforta-os com a promessa de Sua segunda vinda (vs. 1-3) e com a vinda e presença constante do Espírito Santo, chamado por Ele de Consolador (vs. 16-19; 25-26). Por conseguinte, essa ligação íntima com os três seres da Divindade dá ao crente a possibilidade de fazer grandes obras (vs. 10-12) e recebe o privilégio de orar e ser atendido sobrenaturalmente (vs. 13-14).

Jesus veio ao mundo morrer numa cruz a fim de abrir caminho para que o aflito pecador, condenado por seus pecados, tivesse, não apenas vida, mas também indescritível alegria, paz, felicidade e esperança (vs. 4-9, 27-31).

Além dessas verdades importantes, ainda te convido a ampliar tua visão espiritual:

A teologia de João apresenta Jesus como Divino, por isso citou sete frases de Jesus contendo EU SOU, ligadas…
1. …ao pão da vida (6:35, 41, 48, 51);
2. …à luz do mundo (8:12; 9:5);
3. …à porta das ovelhas (10:7, 9);
4. …ao bom Pastor (10:11, 14)
5. …à ressurreição e a vida (11:25-26);
6. …ao Caminho, à Verdade e à Vida (14:6);
7. …à Videira Verdadeira (15:1).

Desta forma, quem não está em Jesus não é nada, nem será ou terá nada, nem mesmo fé. Para tornar possível nossa entrega a Cristo, João enfatizou/focou o Espírito Santo, em cinco textos: Ele…
• …é outro Ser, porém, da mesma espécie de Cristo (14:16-17);
• …relembrará e ensinará o que Jesus ensinou (14:25-26);
• …testemunhará de Jesus através dos crentes (15:26-27);
• …trabalhará pela conversão da humanidade (16:8-11);
• …ampliará/complementará a revelação dada por Cristo (16:12-13).

Pela intervenção de Cristo, a graça do Pai e, a operação sobrenatural do Espírito Santo “devemos volver-nos com fé a Jesus Cristo e mostrar nosso amor a Deus mediante a obediência a Seus mandamentos” (Ellen G. White).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
18 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 13 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
18 de julho de 2021, 0:50
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1064 palavras

13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.

1 amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.

2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.

viera de Deus.Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.

5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.

10 Quem já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.

não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.

15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.

A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.

17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.

18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.

19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.

A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.

22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.

26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.

27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.

30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.

Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra.

36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.



JOÃO 13 – Comentário do pastor Heber Toth Armí
18 de julho de 2021, 0:40
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JOÃO 13 – Todos os que têm parte com Cristo devem participar da Santa Ceia (ilustrado no caso de Pedro), embora nem todos os que participam tem parte com Cristo (ilustrado no caso de Judas).

Assim como Jesus fez, Seus servos devem tratar os Pedros e os Judas com bondade, não com indiferença. Jesus conhecia o coração de ambos, mas não impediu nenhum deles de participar da cerimônia tão sagrada como é Ceia instituída para relembrar Sua morte.

Humildade e serviço pautados pelo amor genuíno formam a característica basilar do cristianismo. Sem amor real regendo nossas ações o cristianismo perde sua essência.

• De que adianta cumprir todas as práticas religiosas sendo uma pessoa egoísta, avarenta, orgulhosa, arrogante, ambiciosa, fraudulenta e traidora?

O amor transcende aos erros alheios, trata os Judas da igreja assim como trata os Pedros, sempre com amor. Em outras palavras, assim como Jesus amou, também devemos amar uns aos outros. Jesus deu Sua vida por pecadores de todos os tipos (inclusive a nós), Ele não os evitou nem os desprezou. Devemos agir da mesma forma!

Discípulos sem amor são como carros velozes sem motor. Ou como potentes aviões sem combustível.

Reflita nestes pontos:
• Em relação ao que parece natural à natureza humana referente à grandeza, Jesus mostrou uma direção oposta: Em vez de riqueza, fama e poder é necessário viver a humildade e o serviço à humanidade, apesar de suas mazelas (vs. 1-11).
• Em relação ao que parece natural à alma da liderança, Jesus apontou um caminho contrário: O líder verdadeiro não é aquele que está acima dos liderados ou que manda mais, é aquele que ama e serve mais, inclusive pessoas indignas desse amor e serviço (vs. 12-38).

“Na Santa Ceia, quando Jesus ‘tomando uma toalha, cingiu-Se com ela’ para lavar os pés dos discípulos (João 13:4-15), Ele ensinou repetidamente que a realização não vem do poder mas do serviço. Foi por isso que Ele ordenou [o que temos nos versículos 14-15]. ‘Sejam como Eu’, Jesus está dizendo. ‘Sirvam como Eu. Amem como Eu. Vivam como Eu’. Não é suficiente tomar o título de diácono ou diaconisa, ancião ou pastor, bispo ou presidente. Ao contrário, tome a toalha. Sem tornar-se um servo, não pode haver liderança no ministério” (Jon Paulien).

Reflita! – Heber Toth Armí.



JOÃO 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
17 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO JOÃO 12 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
17 de julho de 2021, 0:50
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788 palavras

2. Deram-Lhe. A ceia foi na casa de Simão (Mt 26:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1134.

3. Os pés.Mateus 26:7 e marcos 14:3 declaram que o bálsamo foi derramado sobre a cabeça. Sem dúvida, Maria fez as duas coisas, sendo que cada evangelista menciona uma delas. Lucas e João mencionam a unção dos pés (Lc 7:38). CBASD, vol. 5, p. 1134.

4. Um dos Seus discípulos. Mateus menciona que “indignaram-se os discípulos” (Mt 26:8). A crítica se originou com Judas, mas se espalhou entre os outros. CBASD, vol. 5, p. 1134.

9. Para verem Lázaro. Uma razão suficiente. Uma pessoa ressuscitada atrairia milhões. CBASD, vol. 5, p. 1134.

10. Resolveram matar também Lázaro. Não podiam [os sacerdotes] apresentar uma acusação contra Lázaro. Contudo, pelo fato de a vida dele ser um testemunho da divindade dAquele que haviam condenado à morte e uma negação da doutrina que muitos deles defendiam (ver com. de Jo 11:47), julgaram necessário matá-lo também. CBASD, vol. 5, p. 1135.

11. Voltavam. Ou, “começaram a se afastar”. Isto é, afastavam-se do judaísmo e se uniam às fileiras dos discípulos de Jesus (cf. NTLH, NVI, BJ). CBASD, vol. 5, p. 1135.

16. Não compreenderam. O ato de Cristo, sem precedentes, de permitir que O declarassem “Rei de Israel” parece ter despertado as esperanças de que Ele fosse, afinal, cumprir as expectativas da multidão, declarando-Se rei e assumindo o papel de um messias político. Após a ressurreição, por meio das profecias e guiados pela iluminação do Espírito Santo, eles entenderam o propósito do ato. CBASD, vol. 5, p. 1135.

19. O mundo. A linguagem é hiperbólica [exagerada]. Ela vem de pessoas frustradas e iradas. Em vez de encontrar um povo disposto a se apoderar de Jesus e entregá-Lo, autoridades veem a multidão rodeando-O com alegres exclamações e saudando-O como rei. Nessas circunstâncias, qualquer tentativa de prender Jesus teria suscitado um tumulto. Os líderes apelaram a Jesus para que fizesse as multidões se calarem, mas sem sucesso (Lc 19:39, 40). Tudo o que puderam fazer foi observar o desfile e ver seu odiado inimigo entrar em Jerusalém em régio triunfo. … Não sabendo qual era o propósito de Jesus, sem dúvida, imaginaram que Ele estivesse para Se proclamar rei, acabar com o poder deles e liderar uma revolta contra Roma. CBASD, vol. 5, p. 1135, 1136.

20. Haviam alguns gregos. O fato de esses gregos irem para adorar e não para participar da Páscoa sugere que não eram prosélitos completos. … Os semiprosélitos, como os gentios, ficavam restritos ao pátio dos gentios. CBASD, vol. 5, p. 1136.

27. Angustiada. A visita dos gregos havia levado à mente dEle a visão da colheita dos gentios. Mas, entre a colheita do evangelho e aquele momento, havia a cruz e a agonia mental e física a ela associadas, e a natureza humana de Jesus recuava diante disso. A causa da repentina agonia mental do Senhor foi a vívida contemplação das cenas então futuras (cf. com. de Mt 26:38). CBASD, vol. 5, p. 1137

28. Glorifica o Teu nome. Esta oração está em harmonia com o que Jesus havia ensinado antes acerca do relacionamento com o Pai, cuja glória Ele buscava. CBASD, vol. 5, p. 1137.

29. Foi um anjo. A julgar pela resposta de Jesus, de que a voz era “por vossa causa”, parece que os gregos e, sem dúvida, alguns outros ouviram e compreenderam a voz (ver DTN, 625). Para eles, ela foi uma evidência de que jesus era de fato o enviado de Deus. CBASD, vol. 5, p. 1137.

32. Atrairei. Para milhares de pessoas, a cruz exerce uma atração mais forte do que as fascinações do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1138.

38. Senhor, que creu … ? Uma citação [de João] de Isaías 53:1 a partir da LXX e não do hebraico. Os dois textos são idênticos, exceto pelo título “Senhor”, que não ocorre no hebraico (ver com. de Is 53:1). CBASD, vol. 5, p. 1139.

39. Não podiam crer. A presciência de Deus não impede o livre-arbítrio. A profecia de Isaías era uma predição do que a presciência de Deus havia visto que aconteceria. “As profecias não moldam o caráter dos homens que as cumprem. Os homens procedem de acordo com seu livre-arbítrio” (RH, 13/11/1900). CBASD, vol. 5, p. 1139.

50. A vida eterna. Ver com. de Jo 3:16. O mandamento do Pai era que as pessoas deviam crer em Cristo, a quem Ele havia enviado ao mundo. Somente assim poderiam ser salvas (ver At 4:12). Numa declaração paralela, João diz: “Ora, o Seu mandamento é este: que creiamos em o nome de Seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 3:23). Os judeus criam ter a salvação porque se exercitavam no estudo e na observância da Torah. Muitos deles colocavam a esperança da vida eterna no fato de serem descendentes de Abraão. Jesus advertiu que só seriam salvos os que aceitassem a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Salvador do mundo.”E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). CBASD, vol. 5, p. 1140.