Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
31 de março de 2022, 0:40
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ÊXODO 27 – O preparo do caminho desde o pecador até o Criador é realizado pelo próprio Deus.

O altar de sacrifícios mostra que o derramamento de sangue é essencial para o pecador “aproximar-se de Deus. É um tipo de cruz (morte) de Cristo, nosso holocausto, que Se ofereceu sem mácula a Deus (Hb 9:14)”, já a porta nas divisórias (resultantes das cortinas e tábuas) “indica Cristo [João 10:9]. Ele é nosso acesso a Deus em virtude de Sua obra de redenção”. Complementando, “o azeite puro de oliva simboliza o Espírito Santo (Jo 3:34; Hb 1:9)” que seria usado no candelabro simbolizando que, “em Cristo, a lâmpada de azeite queima constantemente”, sintetiza Merrill Unger.

O altar de sacrifício teve início, provavelmente, quando Deus preparou vestes para Adão e Eva após cometerem pecado e serem expulsos das delícias do Éden (Gênesis 3:21-24). A importância do altar foi transmitida aos filhos do casal, o qual sofreu adulteração quando Caim ofereceu seu sacrifício (Gênesis 4:3-7) – evidenciando que, aquele que não assimila corretamente o sacrifício poderá sacrificar até o próprio irmão (Gênesis 4:8).

Contudo, a prática correta dos sacrifícios foi preservada, a qual podemos perceber no relato da saída de Noé da arca depois do Dilúvio (Gênesis 8:20), e na adoração praticada por Abraão, Isaque e Jacó (Gênesis 12:7-8; 22:1-13; 26:25; 33:18-20; 35:1-7; etc.).

Muitos anos se passaram; agora, em Êxodo 27, “foram dadas instruções referentes à construção de um altar para oferecimento de sacrifícios, um ritual que havia sido quase inteiramente descontinuado. Enquanto estavam no cativeiro egípcio, as ideias do povo sobre sacrifícios haviam sido em grande parte moldadas pelas ideias dos egípcios. Os egípcios, por sua vez, haviam adquirido essas ideias dos israelitas na primeira vez em que estes foram ao Egito, mas haviam misturado a verdade com a falsa idolatria. Possuíam práticas indecentes ligadas à adoração em seus altares pagãos”, explica Ellen White (CBASD, v. 1, p. 1221).

Desde Caim, a questão da adoração vem correndo risco de deturpação. No tempo do fim, Satanás usará estratégias para conduzir multidões à adoração adulterada. Somente não se perverterão aqueles que tiverem “seus nomes escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a criação do mundo” (Apocalipse 13:8).

Deus procura adoradores fieis! Portanto, reavivemo-nos! Sejamos fieis! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
30 de março de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 26 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 26 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
30 de março de 2022, 0:50
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1939 palavras

1-14 Descrição dos dois conjuntos de cobertura e dois conjuntos de cortinas. As 10 cortinas internas tinham em torno de 13 m de comprido e 1,80 m de largura cada uma, enquanto que as 11 cortinas externas mediam cerca de 14 m de comprimento e 1,80 m de largura. Note que a descrição do tabernáculo se move do interior para o exterior, refletindo um importante princípio divino. As mudanças procedem do interior. Existe uma marcante similaridade entre a qualidade do acabamento (projeto artístico) das roupas sacerdotais e o tecido do tabernáculo. … Os tipos de acabamento correspondem a graus de santidade. Enquanto que os sacerdotes normais se vestiam com trajes feitos com acabamentos simples, o sumo sacerdote se vestia com roupas que utilizavam os estilos mais elaborados de acabamento. Os níveis de santidade estão também refletidos no projeto do tabernáculo. Andrews Study Bible.

O capítulo 26 trata das orientações para se construir o “tabernáculo” sagrado. Ele tinha duas partes principais: a. Um recinto quadrangular de 30 côvados de comprimento por 10 côvados de largura e 10 de altura (13,14 m por 4,4m por 4,45 m;) aberto numa de suas extremidades. Os três lados eram feitos de tábuas de acácia cobertas com ouro. b. Uma tenda de pelos de cabra, provavelmente plana na parte superior, se estendia sobre o tabernáculo. … Por cima da tenda de pelos de cabra, havia uma cobertura exterior de “peles de carneiro tintas de vermelho” ou peles de carneiro tingidas e “peles finas” (ARA) ou “peles de texugo” (ACF). Havia partes secundárias à estrutura, como: a. As bases, que serviam para sustentar e apoiar as tábuas verticais que encerravam o tabernáculo. b. Os encaixes usados para unir essas tábuas. c. O “véu” ou cortina, que se estendia de um lado ao outro do tabernáculo, separando-o em dois compartimentos. O primeiro compartimento, o “lugar santo” ou “primeiro compartimento” [20×10 côvados] era duas vezes mais comprido que o “lugar santíssimo” [10×10 côvados]. … d. Uma cortina cobria a frente, onde não havia tábuas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 690.

cortinas. Unidas entre si, formavam a primeira das quatro “tendas” (Êx 26:7), e assim algo como o teto dos dois compartimentos. Estas cortinas mediam dois côvados a menos do que as cortinas externas (v. 2 e 8), implicando que a cobertura interior tivesse, em cada lado do tabernáculo, um côvado a menos que a cobertura exterior. CBASD, vol. 1, p. 690.

O Tabernáculo é realmente uma tenda, um templo portátil, de lona; portanto, as cortinas são as suas paredes. … A tradição cristã não deixou de notar uma simetria deliberada nas medidas do Tabernáculo. Todas as medidas se formam com os números 3, 4, 7, 10, de forma simples, isolados ou multiplicados, ou divididos entre si. Esta maneira oriental de expressar por números e medidas a ideia da moradia perfeita e eterna de Deus se vê nas descrições do Templo e da cidade de Jerusalém, que tanto Ezequiel (Ez 40 até 42) como João (Ap 21.9-27) nos legaram em seus escritos inspirados. Bíblia Shedd.

Essa cobertura interior terminava a 46 cm acima do chão, de cada lado do tabernáculo (vs. 1-6). Bíblia de Genebra.

tenda sobre o tabernáculo. Um tipo de segunda tenda, de material mais forte, e de medidas um pouco maiores (onze cortinas, no lugar de dez) para cobrir tudo e deixar uma sobra na frente e atrás para dar entrada (9 e 13). O sistema de laçadas e colchetes visa produzir uma tenda portátil. Bíblia Shedd.

querubins. Os querubins representavam a hoste de anjos que servem ao Senhor e cumprem Suas ordens (Sl 103:20, 21; ver com. de Gn 3:24). CBASD, vol. 1, p. 690.

Não havia nada de atrativo no tabernáculo visto de fora. No entanto, o interior era algo de muita beleza, com ouro e “cortinas” de cores azul, púrpura e carmesim e os querubins bordados nelas. CBASD, vol. 1, p. 690.

cortinas de pelos de cabra (ARC). Os árabes ainda usam pelos de cabras para tecer tendas. Era o pelo de cabra que dava solidez ao santuário e o protegia de climas úmidos e tempestades. CBASD, vol. 1, p. 690.

13 côvado. Mais ou menos 46 cm. Bíblia Shedd.

14 de peles de carneiro … uma coberta. Esta cobertura devia estar por cima das cortinas de pelos de cabra para assegurar proteção extra em relação ao clima.  CBASD, vol. 1, p. 690.

Duas cobertas adicionais de peles de carneiro e de animais marinhos, aparentemente colocadas nessa sequência, foram feitas para proteger os dois conjuntos internos de cobertas. Bíblia de Genebra.

As duas camadas de cortinas descritas em vv 1-13 formavam as cobertas interiores. mais duas cortinas (uma feita de pele de carneiro, tingida, e a outra de texugo, (isto é, de peles de animais marinhos) formavam uma proteção extra contra os elementos. Bíblia Shedd.

Conquanto não haja evidência, parece provável que o teto era plano. Desenhos do tabernáculo que mostram um teto de duas águas são baseados apenas na concepção do artista. … A quantidade insignificante de chuva no deserto árido não faria com que um teto plano fosse inconveniência. CBASD, vol. 1, p. 692.

15-30 A estrutura do tabernáculo tem seu projeto visando mobilidade. Cada unidade estrutural mede cerca de 4,5 m de comprido e 0,7 m de largura. Andrews Study Bible.

15 tábuas. Aqui começa a descrição da armação do Tabernáculo, da estrutura básica que sustentaria as cortinas. Bíblia Shedd.

Estas tábuas tinham 4,45 m de comprimento por 66 cm de largura (v. 16). Ficavam em pé, calçando os dois encaixes (v. 17) de cada tábua em duas bases de prata. As tábuas eram revestidas de ouro. CBASD, vol. 1, p. 690.

17 encaixes. Cada encaixe era feito para ser colocado numa base firme (19) para conservar as tábuas em posição vertical (15). Bíblia Shedd.

19 quarenta bases. Cada uma pesava um talento, ou seja, 34,2 kg (Êx 38:27). … As bases eram colocadas lado a lado no chão, formando um fundamento contínuo das paredes de tábua. … Segundo comentaristas, o fato de o tabernáculo se erguer do solo sustentado por esse fundamento de prata tipifica que a igreja deve estar separada do mundo. Aqui ela não tem um lugar de descanso permanente, mas anseia pela fé a “cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e o edificador” (Hb 11:10). Aqui não temos “cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (Hb 13:14). CBASD, vol. 1, p. 690, 691.

20 também. A ordem e a simetria no Tabernáculo de Deus são notadas em todas as direções. Bíblia Shedd.

23 duas tábuas para os cantos do tabernáculo. São reforços para os cantos, do lado posterior [fundos], o ocidental [a entrada do tabernáculo se orientava para o leste, o oriente, de modo que ao entrar no tabernáculo de manhã o sumo sacerdote dava as costas ao sol, adorado pelos pagãos]. Tudo dá a entender que a frente e o lado oriental, por não terem vigamento, perfariam uma grande porta, aproveitando as cortinas duplas para fechá-la. Bíblia Shedd.

26 travessas. Para reforçar as armações nos lados norte, sul e oeste. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma travessa comprida, a fim de unir todo material dos lados do Tabernáculo (28) e as outras quatro para suportar as várias partes do peso. Bíblia Shedd.

Para manter as tábuas em seu lugar e para reforçar as paredes, cinco travessas deviam ser feitas para cada lado e para o lado posterior ocidental, quatro delas deviam passar por argolas presas às tábuas. A quinta travessa ou travessa do meio em cada parede devia passar pelo centro das tábuas (ver v. 28). É provável que as quatro travessas visíveis estivessem na parede externa do tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 691.

29 outro. O mais precioso dos metais então conhecidos, cobria o lugar onde Deus havia de ser adorado, inclusive as enormes travessas. Indica, isto, que devemos sempre oferecer a Deus o mais precioso, para realmente glorificá-lO. Bíblia Shedd.

30 no monte. Mais uma vez se lembra que este Tabernáculo físico e visível é feito segundo a vontade divina, sendo um símbolo das coisas eternas, reveladas em visão (Hb 8.5). Bíblia Shedd.

Enfatiza novamente a construção cuidadosa da estrutura seguindo o modelo previamente mostrado (ver 25:9, 20). Andrews Study Bible.

31 véu. Este deveria ser do mesmo material e ornamentado da mesma maneira que as “dez cortinas” que formavam a cobertura interior para o forro e as paredes do tabernáculo (v. 1) e, como essas, tinha figuras de querubins trabalhados a ouro e prata (PP, 347). CBASD, vol. 1, p. 691.

Este véu servia para separar, do resto do Santuário [Lugar Santo], o lugar chamado o Santo dos Santos (33), no qual havia apenas a Arca com o propiciatório que, evidentemente, era a tampa da Arca (34). O véu era ultrapassado pelo Sumo Sacerdote apenas uma vez por ano, onde este reaparecia depois de fazer ofertas pelo próprio pecado e pelos do povo; no dia em que Cristo foi sacrificado pelos nossos pecados, este véu se rasgou (Mt 27.51) e, agora, a entrada à plenitude da comunhão com Deus só é possível através da própria pessoa de Cristo (Hb 10.19-22). Todo o décimo capítulo da Epístola aos hebreus mostra como Cristo é a chave do Santo dos Santos e o mistério revelado no Tabernáculo de Deus. Bíblia Shedd.

Esta cortina separava os dois aposentos sagrados no tabernáculo – o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo [ou Santo dos Santos]. O sacerdote entrava no Lugar Santo em todos os dias para comungar com Deus e cuidar do altar de incenso, das lâmpadas [menorah] e a mesa dos pães da Presença [Proposição]. O Lugar Santíssimo era o lugar onde [a glória de] Deus habitava. Nesse lugar, Sua presença [o shekinah] permanecia sobre o propiciatório, tampa que cobria a arca do Testemunho [pedras com os Dez Mandamentos]. Somente o sumo sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo. E mesmo ele só poderia fazê-lo uma vez por ano (no Dia da Expiação [Yom Kippur]) para fazer expiação dos pecados de toda a nação. Quando Jesus morreu na cruz, a cortina do templo (que substituiu o tabernáculo) rasgou-se de alto a baixo (Mc 15:38) simbolizando nosso livre acesso a Deus por conta da morte de Jesus. Nunca mais as pessoas teriam que se aproximar de Deus através de sacerdotes e sacrifícios. Life Application Study Bible.

32 quatro colunas. O “véu” (v. 31) devia ser suspendido “sobre quatro colunas”. A “cortina” para a “porta da tenda” estava suspensa sobre “cinco colunas” (v. 36 e 37). O véu interno não se estendia até o alto do edifício [melhor: edificação], mas permitia que a glória de Deus manifestada por cima do propiciatório fosse parcialmente visível no primeiro compartimento (PP, 353). As quatro colunas tinham “colchetes” de ouro e estavam sobre “quatro bases de prata”, do mesmo modo que as tábuas nas paredes (v. 15, 19). CBASD, vol. 1, p. 691.

33 colchetes. Os “colchetes” eram os ganchos que sustinham o véu. Somente o sumo sacerdote adentrava o véu que separava o lugar santo do santíssimo, e isso era feito apenas uma vez ao ano, no Dia da Espiação [Yom Kippur] (Lv 16; Hb 9:7). As várias partes do serviço “diário” eram realizadas diante do véu, ou no lugar santo. CBASD, vol. 1, p. 691.

36-37 A cortina externa da entrada do tabernáculo era suportada por cinco tábuas feitas de madeira de acácia, cobertas com outro. Andrews Study Bible.

36 um reposteiro [cortinado que serve para substituir ou dissimular uma porta]. A porta da extremidade leste estava coberta por uma cortina apoiada em colunas de acácia, posta sobre bases de bronze. A cortina era feita do mesmo material que as cortinas interiores e o véu, mas era bordada, e não tapeçaria, visto estar mais longe do Santo dos Santos. Bíblia de Genebra.

Esta “cortina” cobria a extremidade oriental do tabernáculo, ou a frente dele. Alguns eruditos bíblicos acreditam que era possível levantar ou baixar esta cortina, como se desejasse. CBASD, vol. 1, p. 691.

37 bronze. Os móveis perto do lugar da habitação de Deus eram feitos de ouro, ou revestidos de ouro; os que ficavam mais longe (v. 27.2-6; 30.18), eram feitos ou revestidos de bronze. As bases que sustentavam as armações do tabernáculo e os quatro postes que sustentavam a cortina divisória eram de prata (cf v. 19, 21, 25, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.



ÊXODO 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
30 de março de 2022, 0:40
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ÊXODO 26 – Estudar o Santuário implica conhecer o plano da libertação do ser humano; tem tudo a ver com o resgate da escravidão do pecado. A Bíblia toda apresenta a importância desse imóvel divino, assunto este que para Ellen White, é a chave que “revelou um sistema completo de verdades, unido e harmonioso”.

A carta aos Hebreus (no Novo Testamento) lida com assuntos de grande valor para todo pecador, cuja base é o santuário – não a cópia, pois o texto sagrado foca no modelo, “o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, e não o homem” (Hebreus 8:1). Mostrando a relevância do santuário à teologia!

Em Êxodo 25 somos informados como tal sistema pedagógico foi instituído na Terra. Moisés registrou a generosidade do povo que iria adorar ao Deus todo-poderoso; além disso, descreveu como preparar a arca da aliança, a mesa com seus utensílios e o candelabro de ouro. Tudo deveria ser “segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte” (Êxodo 25:40). Nada deveria ser inventado por Moisés.

Em Êxodo 26 descreve as paredes e cortinas que deveriam limitar a entrada do povo, e a função dos sacerdotes que atuariam no Tabernáculo/Santuário. Apesar das paredes que separariam Deus do povo, tudo era estratégico da parte de Deus para não consumir os pecadores com Sua santa presença e glória fulgurante.

A graça de um Deus santo e intolerante ao pecado estava visível em cada detalhe: “O propiciatório era a tampa de ouro sobre a arca, ilustrando como o trono divino transforma-se de trono de julgamento em trono da graça pelo sangue expiatório espargido sobre ele. Os dois querubins representavam os guardiões da santidade de Deus, acima do qual ficava entronada a glória – Shekinah – da presença do Senhor. A arca era o centro do simbolismo do tabernáculo, Deus atuando exteriormente em Sua busca do homem” (Merril Unger).

Posteriormente, a cortina (véu) do templo se rasgou de alto a baixo ao Jesus ser sacrificado na cruz – indicando sobrenaturalmente que agora nada mais nos separa de Deus (Mateus 25:51). Portanto, “aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade” (Hebreus 4:16).

É essa intimidade que Deus ansiosamente espera de nós! Certamente podemos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
29 de março de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 25 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 25 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
29 de março de 2022, 0:50
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2147 palavras

NC: Este capítulo é muito rico em simbolismos que apontam para o plano da redenção, sendo muito adequado o bom entendimento de suas figuras. Bom estudo!

25:1-40:38. Estes capítulos contém as descrições detalhadas da construção e função do tabernáculo, narrativa quebrada pelo episódio do bezerro de ouro (caps. 32-34). A adoração se encontra no coração da experiência do êxodo e os últimos dezesseis capítulos de Êxodo provem a teologia apropriada de adoração. Enquanto os caps. 25-31 contém as prescrições divinas para a construção do tabernáculo, seus utensílios e o pessoal que nele trabalharia, os caps. 35-40 descrevem a implementação dessas ordens. A primeira seção se encerra com foco especial no sábado (31:12-17), enquanto que a segunda seção se inicia com uma lembrança das importantes regulamentações do sábado (35:1-3). Andrews Study Bible.

1 Aqui começam os preceitos para o culto dos israelitas, a maneira simbólica de adorar dia após dia, de maneira a inculcar na mente do adorador as verdades eternas de Deus. Bíblia Shedd.

Os materiais seriam recolhidos como ofertas gratuitas dentre os tesouros do povo de Israel (12.35-36). Ironicamente, enquanto essas instruções estavam sendo dadas, o povo estava contribuindo com ouro para um ídolo, no sopé da montanha (32.1-4). Bíblia de Genebra.

oferta. Uma parte vital da comunhão com Deus (Rm 12.11). Bíblia Shedd.

Os israelitas teriam o privilégio de participar na construção do lugar que seria a habitação de Deus entre eles. … Deus desejava apenas as dádivas que viessem do coração, não apenas das mãos ou do bolso. … A partir de Êxodo 35:21-29 e 36:3-7 fica evidente que o povo respondeu … de forma tão plena que teve de ser impedido de continuar levando ofertas. ... o povo deu a Deus o melhor que tinha. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1. p. 683, 684.

3-7 Quinze materiais são mencionados como possíveis itens para ofertas voluntárias. Andrews Study Bible.

ouro, prata, e bronze. Quanto mais próxima estivesse a presença de Deus, mais finos eram os materiais requeridos. Metais e fios coloridos são alistados segundo uma ordem decrescente de valores. Bíblia de Genebra.

azul. Ou violeta. Corantes das cores violeta e púrpura eram obtidos de um molusco; a escarlata, de um inseto do gênero cochonilha. Essas cores eram preciosas por causa do custo do corante. O azul do tabernáculo veio a ser particularmente associado ao Senhor (Nm 15.38). Bíblia de Genebra.

pelos de cabra. Os pelos de cabra eram mantidos sem tingir. Seriam usados como primeira cobertura do tabernáculo, e outras peles seriam colocadas por cima deles (26.14). Bíblia de Genebra.

peles de carneiro (ARA e NVI; NKJV: “peles de texugo”). Outras traduções incluem “vacas-marinhas” [peixes-boi] ou “couros de peles de golfinhos”. Estas variantes se baseiam em um termo árabe cognato. Este couro deveria ser impermeável e adequado para a cobertura exterior do tabernáculo (26:14; 36:19). Andrews Study Bible.

madeira de acácia. Uma madeira dura e resistente, própria para ser entalhada e para servir de revestimento. Bíblia de Genebra.

incenso. Relacionado com as orações (Ap 8.3, 4). Bíblia Shedd.

8 santuário. Este é um termo mais amplo do que “tabernáculo”, referindo-se a qualquer lugar de auto revelação visível ou (teofania) de Deus (15.17; Js 24.26; Ez 11.16). Bíblia de Genebra.

O propósito principal do “santuário” … é construir um lugar para a habitação visível de Deus, exatamente no centro do acampamento e também no centro de todos os aspectos da vida de Israel. Um lugar de encontro entre Deus e os homens. Andrews Study Bible.

Embora os hebreus soubessem que Deus não podia habitar numa construção feita por homens …, não parecia apropriado que houvesse culto sem um templo. CBASD, vol. 1, p. 684.

O propósito real … é a comunhão com Deus. Os objetos visíveis são símbolos para nos ensinar a adorar a Deus em espírito e em verdade, como Jesus nos ensinou. Bíblia Shedd.

para que Eu possa habitar. O sistema cujo centro era o tabernáculo terreno apontava para Cristo, que mais tarde “habitou” entre os homens (Jo 1.14).  A palavra heb. shakan, “habitar”, … tem estreita relação com a palavra shekinah, usada para a manifestação da glória divina sobre o propiciatório (PP, 349). O shekinah era o símbolo da presença divina, por meio do qual Deus prometeu “habitar entre eles” (ver Êx 25.22). CBASD, vol. 1, p. 685.

padrão [NKJV]. Outra possível tradução é “modelo” [ARA] ou “plano” (1Cr 28:19). Moisés pode ter visto uma representação em miniatura do santuário celestial em termos terrenos (Hb 8:4-5; comparar Ap 15:5) que funcionou como base para o projeto do santuário terreno. Andrews Study Bible.

Isto mostra que, embora o trabalho fosse humano, o plano era divino. … Na montanha, Moisés viu “uma representação em miniatura” do santuário celestial (PP, 343; At 7:44; Hb 8:5). … O santuário terreno foi feito segundo o modelo do que está no Céu, posto que constituísse uma vívida representação dos diversos aspectos do ministério de Cristo em favor da humanidade caída (PP, 357). Nossa atenção deve se concentrar naquilo que Ele está fazendo por nós, ali, como faz Paulo. O tabernáculo no Céu, como o da Terra, foi estabelecido para lidar com o problema do pecado. Cristo “entrou em Sua obra mediadora” após Sua ressurreição e antes de Sua ascensão 40 dias mais tarde (DTN, 819).  CBASD, vol. 1, p. 685.

tabernáculo. Esse termo significa “habitação”, designando um palácio ou templo. Esse tabernáculo prefigurava a habitação de Deus com os homens na pessoa de Jesus Cristo (Jo 1.14). Bíblia de Genebra.

10 arca. Uma “arca” seria um recipiente no qual se podiam reunir coisas para serem guardadas com segurança. CBASD, vol. 1, p. 685, 686.

A revelação do modelo para o santuário terrestre começa com os planos para a arca da Aliança, o objeto mais sagrado do tabernáculo. Essa caixa ornamentada continha as tábuas dos Dez Mandamentos, o vaso com o maná e o bordão de Arão (16.33; 25.16; Nm 17.10; Dt 10.1-5; Hb 9.4). Bíblia de Genebra.

A arca do Testemunho (v. 16) ou arca da aliança (Js 3:11) é a peça central do tabernáculo e aparece numerosas vezes no AT. Andrews Study Bible.

12 argolas. Para carregar a arca com varais (13-14). Bíblia Shedd. Os varais inseridos nessas argolas (v. 13) deviam ficar sobre os homens que carregassem a arca durante a época das peregrinações de Israel. … Dado que esses varais não faziam parte da arca em si, não se cometia sacrilégio ao tocá-los ou manuseá-los (ver 2Sm 6:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 686.

13 Farás … varais. A fim de que a arca pudesse ser movimentada sem ser tocada (cf 2Sm 6.6-7). Isso salienta a santidade e o caráter portátil da arca. Bíblia de Genebra.

16 o Testemunho. Ou seja, as duas tábuas de pedra contendo os dez mandamentos (Êx 30:6; 31:18; 32:15, 16). O principal objetivo da arca era servir como um depósito para a santa lei de Deus. Devido ao fato de as tábuas de pedra serem uma transcrição do caráter e da vontade de Deus, e, além disso, terem sido gravadas por Sua própria mão, eram tidas como o objeto mais sagrado do santuário. CBASD, vol. 1, p. 686.

17 propiciatório. Refere-se à tampa dourada da arca. O termo original vem da raiz “cobrir, fazer expiação” e a Septuaginta grega a traduz como “propiciatório”. A graça divina se encaixa [fit] perfeitamente com a lei divina e, juntas, elas destacam os dois mais importantes elementos do caráter divino, i.e., justiça e misericórdia. Andrews Study Bible.

Ele representava a misericórdia divina. Era de “ouro puro”, indicando que a misericórdia é o mais precioso dos atributos divinos. Seu lugar era em cima da lei, assim como a misericórdia transcende a justiça (Sl 85:10; 89:14). … A misericórdia sem a justiça é sentimentalismo débil, que subverte toda a ordem moral. Por outro lado, a justiça sem misericórdia é severidade moral, impecável na teoria, mas revoltante a Deus e aos homens. A arca e o propiciatório constituíam o coração do santuário. Acima do propiciatório estava o shekinah, símbolo da presença divina. As tábuas da lei dentro da arca testificavam o fato de que o reino de Deus está fundado num padrão imutável de justiça (Sl 97:2), o qual é mantido até mesmo pela graça divina. … Enquanto as tábuas dentro da arca testificavam contra o povo, o propiciatório apontava para um meio pelo qual as exigências da lei pudessem ser satisfeitas e o pecador, salvo da morte, o castigo da lei. Com base somente na lei, Deus e o homem não podem voltar a se unir, uma vez que o pecado o separa dEle (Is 59:1, 2). O propiciatório espargido de sangue deve intervir, pois somente pela mediação de Cristo em nosso favor podemos nos aproximar de Deus (Hb 7:25). CBASD, vol. 1, p. 686. [Destaque acrescido]

O lugar do perdão de Deus aponta para Cristo (Rm 3.25). Bíblia Shedd.

Lit. “tampa da expiação”, um lugar onde partes em inimizade se reconciliavam. … No Antigo Testamento, a propiciação (isto é, fazer retroceder a ira divina e satisfazer as reivindicações de Sua justiça) é efetuada por um sacrifício sangrento (Lv 17.11). Esse derramamento de sangue dramatiza o custo do perdão e prenuncia a morte sacrificial de Cristo, na cruz, quando se cumpriu o simbolismo do Sia da Expiação. Paulo ensinou que Jesus foi feito a propiciação pelos nossos pecados (Rm 3.25; cf 1Jo 2.2). … O “propiciatório” era a tampa da arca. … Na Septuaginta (O Antigo Testamento traduzido para o grego), o termo grego para “propiciação” (hilasterion) significa, lit., “lugar de propiciação” (ver também Hb 9.5). Bíblia de Genebra.

18 querubins. Os querubins geralmente estavam associados ao trono do Senhor, como guardiães ou transportadores do trono (1Sm 4.4; Is 37.16) … mas aqui eles simbolizam anjos guardiães (Gn 3.24). Bíblia de Genebra.

Não é um caso de idolatria (Êx 20.4), pois eram guardados no Santo dos Santos, onde ninguém podia entrar, a não ser o Sumo Sacerdote, e uma só vez por ano. Bíblia Shedd.

22 virei a ti. O Senhor é “Aquele que habita entre os querubins” (1Sm 4.4; 2Sm 6.2; 2Rs 19.15; Sl 80.1; 99.1; Is 37.16). O propiciatório tornava-se assim o ponto focal do encontro de Deus com o Seu povo. O propósito do êxodo, pois, era esse encontro de Deus com o homem (29.45-46). Bíblia de Genebra.

23 a mesa. Era para os pães (30), e simboliza a mesa de Cristo, na qual participamos do Pão da Vida: Sua carne e Sua Palavra. Bíblia Shedd.

24 uma bordadura de ouro ao redor. Era uma bordadura ou moldura ao redor da mesa para impedir que os objetos que estivessem sobre ela caíssem. CBASD, vol. 1, p. 687.

30 pães da proposição. Lit. “pães da presença”. Esses pães só podiam ser comidos pelos sacerdotes (Lv 24.8-9). A colocação cuidadosa dos doze pães … perante o Senhor, e a ingestão dos pães pelos representantes (os sacerdotes) lembrava o povo de Israel de sua constante dependência da presença vivificante de Deus. Bíblia de Genebra.

Representa a presença e sustento divinos (33:14-15; Is 63:9). Andrews Study Bible.

Consistiam de 12 pães ou bolos, substituídos a cada sábado. … Esses 12 pães constituíam uma oferta perpétua de agradecimento a Deus pelas 12 tribos, pelas bênçãos recebidas diariamente. Num sentido mais elevado, os pães apontavam para o pão espiritual, Jesus Cristo. CBASD, vol. 1, p. 687.

Depois de comer o maná no deserto, os israelitas não podiam duvidar que Deus dá o pão da cada dia. Estes pães eram uma lembrança disto e uma espécie de oração para que Deus continue suprindo o pão necessário de cada dia (cf Mt 6.11). O sexto capítulo de João mostra como Jesus é o Pão dos Céus. Bíblia Shedd.

31 candelabro. Funcionava como fonte de luz, tendo em vista que o Lugar Santo não tinha janelas (ver Lv 24:2-4). O candelabro aparece em visões proféticas (Zc 4 e Ap 1:12, 20). No NT Jesus Se identifica como a “Luz do Mundo” (Jo 8:12). Andrews Study Bible.

O candelabro, que ficava defronte da mesa no Santo Lugar, foi feito de um talento (cerca de 34 kg) de ouro batido de forma a sugerir uma amendoeira que crescia. Talvez símbolo da nova vida, a amendoeira florescia em janeiro, antes de outras árvores. Bíblia de Genebra.

Com as sete luzes, nos lembra o Espírito Santo, com Sua unção e Sua iluminação. Bíblia Shedd.

32 seis hásteas. O pedestal e a parte vertical representava o tronco de uma árvore, da qual saíam três ramos de cada lado. Bíblia de Genebra.

34 no candelabro mesmo. É a haste básica central, do lado do qual surgem as outras seis (32). Bíblia Shedd.

34-40 A revelação do modelo do santuário terrestre continua com os planos para os objetos a serem abrigados no Santo Lugar – a mesa dos pães da proposição, seus pratos e o candelabro de ouro.

Instruções sobre o altar do incenso, também abrigado no Santo Lugar, são dadas em 30.1-10. Bíblia de Genebra.

38 espevitadeiras. Eram pinças ou instrumentos para limpar os pavios das lâmpadas. Os “apagadores” eram recipientes que recebiam a parte dos pavios removidos das espevitadeiras. CBASD, vol. 1, p. 687.

39 candelabro. Em certo sentido, o “candelabro” representava o povo de Deus como luz moral e espiritual do mundo, de forma individual (Mt 5:14-16; Fl 2:15) e como igreja (Ap 1:12, 20). Representava também o poder do Espírito Santo para iluminar a igreja (Zc 4:2-6; Ap 4:). No entanto, como mencionado antes, também apontava para nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Jo 9:5), que é a luz do mundo (Jo 1:4; 8:12; 12:46) e que outorga à alma “toda boa dádiva e todo dom perfeito” que vem do “Pai das luzes” (Tg 1:17). CBASD, vol. 1, p. 687, 688.

40 modelo. Mais uma indicação de que se trata de uma representação fisicamente visível do santuário eterno nos céus (Hb 9.23ss). Bíblia Shedd.



ÊXODO 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de março de 2022, 0:40
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ÊXODO 25 – A adoração consiste na aproximação do ser humano a Deus, e, da aproximação de Deus ao ser humano. Deus executa o que for necessário para que tal aproximação aconteça. Através da instituição do Santuário e suas mobílias, Deus apresenta o caminho para reconciliação do pecador com Ele!

Uma curiosidade interessante é que “os primeiros dois capítulos de Êxodo… abrangem cerca de 80 anos, e o restante do livro, apenas um ano, aproximadamente”, informa o Comentário Bíblico Adventista. Isso nos mostra a importância que Deus dá ao estabelecimento do tabernáculo.

A instituição do Santuário era alvo de Deus para o povo, revelando Seu interesse de habitar entre ele. Diante desse especial projeto divino, “grandes e dispendiosos preparativos eram necessários; grande quantidade de materiais mais preciosos e caros era exigida; todavia o Senhor apenas aceitava ofertas voluntárias… A devoção a Deus e o espírito de sacrifício eram os primeiros requisitos ao preparar-se uma morada para o Altíssimo”, afirma Ellen White (PP, p. 343).

A cópia do imóvel a ser arquitetonicamente construído vinha do modelo do Santuário existente no Céu (Êxodo 25:8, 40; Hebreus 8:1-2); no qual, reside toda a história da redenção da humanidade caída em pecado. Possuindo relevância indescritível, faltam palavras para enfatizar o privilégio de entender a mensagem de Deus através do santuário:
• Para Tiago White, o santuário é “onde se centralizam todas as grandes colunas da verdade presente”; “o grande centro ao redor do qual se agrupa toda verdade revelada relativa à salvação”.
• Para F. R. Cottrell, o santuário é “o grande centro do sistema cristão”, e “o centro e a cidadela da verdade presente”.
• Para Urias Smith, o santuário é “o grande núcleo ao redor do qual se agrupam as gloriosas constelações da verdade presente”.

Ou seja, quem se dedica a estudar a doutrina do santuário fica deslumbrado com sua importância e relevância. Todo esse sistema apontava para Cristo, o Deus que habitou entre nós (João 1:14), e voltará para levar-nos para estar com Ele no Céu (João 14:1-3). Depois, purificará a Terra, para habitar nela para sempre com Seu povo (Apocalipse 21:3).

Reflita: Deus faz de tudo para habitar conosco; e nós, estamos dispostos a tudo para habitar com Ele? Nossos investimentos nas coisas espirituais revelam nossa resposta!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
28 de março de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 24 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 24 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ÊXODO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
28 de março de 2022, 0:50
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1166 palavras

1-18 Deus controla os termos da aproximação. Ele inicia tanto a aliança como o acesso a Ele mesmo. Note os estágios da revelação. O povo não deve ir além do sopé do monte. Os anciãos podem ir um pouco mais.Então Josué e Moisés se aproximam mais e, finalmente, Moisés segue à frente para falar com Deus. Ao fim do capítulo todos os israelitas podem ver a glória de Deus. Andrews Study Bible.

1 Subam ao monte. A narrativa histórica, temporariamente interrompida para dar lugar ao Livro da Aliança (20.22-23.33), é retomada, dando continuidade a 20.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.

setenta dos anciãos. Representantes do povo, para comunicar à nação a natureza da Aliança. Bíblia Shedd.

Talvez representando os 70 descendentes de Jacó (v. 1.5; Gn 46.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O termo designa aqueles de certa categoria e posição oficial entre seus irmãos, os chefes das famílias (Êx 6:14, 25; 12:21). Eles representavam o povo como um todo, enquanto Nadabe e Abiú representavam o sacerdócio futuro (Êx 28:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 679.

3 as palavras. Os Dez Mandamentos (20.1). Bíblia de Genebra.

as palavras do Senhor e todos os estatutos. Ao retornar ao acampamento, Moisés anunciou a legislação registrada em Êxodo 20:22 a 23:33. CBASD, vol. 1, p. 679.

4 Moisés escreveu. Já é a segunda vez que ficamos sabendo que, no decurso dos acontecimentos do Êxodo, Moisés estava tomando nota escrita de tudo (17.14). Estes acontecimentos, que revelam a maneira de Deus agir e reger entre os homens, eram para ser ensinados e relembrados até o fim do mundo, afim de guiar aos homens (cf 13.8-9 e 14-15). Bíblia Shedd.

O Espírito da verdade que inspirou todos os profetas (ver Jo 14:26; Hb 1:1; 2Pe 1:20, 21) fez com que Moisés se lembrasse de todas as ordens que Deus havia lhe dado. CBASD, vol. 1, p. 679.

doze colunas. Apesar da estrita proibição de erigir colunas para adoração (ver 23:24), estas colunas não deveriam ser adoradas, mas servir como representantes das diferentes [12] tribos. Andrews Study Bible.

5 sacrifícios pacíficos. Representavam comunhão renovada com Deus e gratidão a Ele (ver com. de Lv 3:1). CBASD, vol. 1, p. 679.

8 tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo. Metade do sangue era atribuída ao povo e metade a Deus; o sangue aspergido sobre o altar simbolicamente ligava Deus aos termos da aliança, e o aspergido sobre o povo ligava este último da mesma forma (Hb 9:18-22). CBASD, vol. 1, p. 679-680.

Jesus proclamou o cumprimento desse simbolismo por ocasião da Última Ceia, quando ofereceu o cálice: “Isto é o Meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28). Bíblia de Genebra.

Não é provável que Moisés aspergisse sangue em cada pessoa daquela grande multidão; ele deve ter feito isso sobre os líderes como representantes do povo. CBASD, vol. 1, p. 680.

9 Esta é quinta vez que Moisés sobe ao monte. Andrews Study Bible.

10 viram o Deus de Israel. Eles viram uma manifestação visível do Senhor, mas não a plenitude de Sua glória e poder. Mais tarde, Moisés foi privilegiado por ver a “bondade” e as “costas” de Deus (33.19-23), embora o caráter limitado da manifestação tenha sido enfatizado. Bíblia de Genebra.

Nesta passagem, fica claro que Deus não é uma força impessoal, mas uma pessoa real (ver também Êx 33:17-23; 34:5-7; Nm 12:6-8; Is 6:1-6; Ez 1:26-28). CBASD, vol. 1, p. 680.

pés. A descrição se concentra exclusivamente sobre os pés do Senhor, uma indicação do caráter parcial da manifestação divina. Bíblia de Genebra.

Esta é uma das poucas ocasiões em que humanos viram a Deus. Ver 33:11. … Comer e beber era importantes elementos rituais envolvidos na realização de alianças. Andrews Study Bible.

o céu na sua claridade. Ou seja, “claro como o próprio céu”. Pode-se pensar que essa elevada honra e esse grande privilégio teriam gerado nesses homens fé duradoura e obediência a Deus. Mas a trágica história registra que, pouco mais tarde, Arão se entregou ao pedido impulsivo do povo por um bezerro de ouro (ver Êx 32:1-6) e que Nadabe e Abiú foram mortos por oferecer “fogo estranho” (Nm 3:1-4). Uma experiência religiosa tida num dia não é proteção para o dia seguinte (Mt 14:28-33; Lc 13:25-27; 1Co 10:11-12). CBASD, vol. 1, p. 680, 681.

11 Ele não estendeu a mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel. (ARA; NVI: “Deus, porém, não estendeu a mão para punir a mão para punir esses líderes do povo de Israel [porque subiram ao monte]). Deus não feriu esses homens com morte, pestilência ou cegueira, embora sua impiedade não lhes desse razão para pensar que pudessem ver a Deus e viver (ver Gn 32:30; Êx 33:20; Jz 6:22, 23; etc.). Nessa ocasião, eles viram a glória do Filho de Deus, a segunda pessoa da Divindade (PP, 312, 366). CBASD, vol. 1, p. 681.

12 Sobe a Mimdar-te-ei. Um “padrão” foi mostrado a Moisés de tudo o que constituiria o culto de Israel (Êx 25:9; Hb 8:5), incluindo detalhes quanto ao material, forma e construção de cada objeto. Essas instruções estão registradas em Êxodo 25 a 31. CBASD, vol. 1, p. 681.

14 Esperai-nos aqui. Isso arma o cenário para o incidente do bezerro de ouro, no cap. 32. Bíblia de Genebra.

16 Mesmo Moisés teve de esperar até que Deus o chamasse. O sétimo dia significa completeza. Moisés teve de esperar pelo tempo [timing] perfeito de Deus. Andrews Study Bible.

Hoje, como naqueles dias, o preparo do coração e a contemplação do caráter e da vontade devem anteceder uma associação íntima com Ele (cf. At 1:14; 2:1). Sem dúvida, Moisés e Josué passaram esse tempo em meditação e oração. CBASD, vol. 1, p. 681.

17 O aspecto da glória. Esta visão nos faz lembrar da transfiguração de Cristo (Lc 9.28-36). Em ambos os casos, anciãos ou discípulos foram deixados ao pé do monte para cuidar do povo (Êx 24.14 e Lc 9.40). em ambos os casos era o ponto de partida para novas revelações religiosas: no Êxodo, o conceito de culto e de sacrifício que preparava o povo para a vinda de Cristo; no evangelho, o ensinamento de que Jesus deveria dar Sua própria vida para a salvaão do mundo (Lc 9.14-15). Em ambos os casos, também, os maiores fracassos aconteceram ao povo de Deus durante a ausência do líder espiritual (Êx 32.1-10 e Lc 9.41). Bíblia Shedd.

18 Moisés subiu ao monte e lá permaneceu quarenta dias. Igual tempo Jesus passou no deserto, antes de começar Seu ministério (Lc 4.1-2). Bíblia Shedd.

Após deixar Josué, Moisés entrou na nuvem e permaneceu ali por quarenta dias e quarenta noites (PP, 313). Durante todo esse tempo, ele não comeu (Dt 9:9; cf. 1Rs 19:8; Mt 4:2). A experiência de Moisés foi extraordinária. Ela ensina que a comunhão com Deus dá á alma força e refrigério. Sem isso o espírito se esmorece (ver Lc 18:1), o mundo penetra furtivamente em nós, nossos pensamentos e palavras se tornam terrenos (1Co 15:47), e não temos vida espiritual em nós mesmos nem podemos comunicá-la a outros. É em comunhão com Deus que se recebem os dons. Foi assim com Moisés; é assim com Moisés; é assim conosco. O fato de Moisés ter estado a sós com Deus sugere o valor da oração em secreto (Mt 6:6). Mesmo no rebuliço e na agitação de uma cidade grande, ficar a sós com Deus e em súplica silenciosa ajuda a enfrentar os problemas do dia a dia. CBASD, vol. 1, p. 681-682.



ÊXODO 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de março de 2022, 0:40
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ÊXODO 24 – A função da lei é servir como espelho que mostra nossas fraquezas, falhas e imoralidades; sem os Dez Mandamentos, não saberíamos o quê de fato é pecado (Romanos 7:7-8). Sem a lei não teríamos nenhum diagnóstico exato de nossa situação de condenados, carentes de um Salvador à altura para libertar-nos.

Além de revelar o pecado e apontar a necessidade de um Salvador para nos absolver da condenação (Romanos 4:15; 5:13; 7:24-25; Gl 3:21-24), a lei também preza pela limitação da atuação do pecado, ao condená-lo (1 Timóteo 1:8-11); e, ainda serve de guia no processo de santificação (Romanos 8:1-8).

Em Êxodo 20, o divino Legislador proferiu audivelmente Seus Mandamentos. O povo, porém, atemorizado, suplicou que Moisés falasse, não Deus – para não morrerem (Êxodo 20:19). Por conseguinte, “Moisés, Arão, Nadabe, Abiú e setenta autoridades de Israel subiram e viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia algo semelhante a um pavimento de safira, como o céu em seu esplendor. Deus, porém, não estendeu a mão para punir esses líderes do povo de Israel; eles viram a Deus, e depois comeram e beberam” (Êxodo 24:9-11).

Após determinado lugar, apenas Moisés foi convidado a avançar. “No sétimo dia o Senhor chamou Moisés do interior da nuvem. Aos olhos dos israelitas, a glória do Senhor parecia um fogo consumidor no topo do monte” (Êxodo 24:16-17). Todo esse esplendor durou 47 dias – tempo em que Moisés esteve na presença de Deus (Êxodo 24:15-18).

Como pecaminosidade impede à proximidade de Deus, todos precisaram consagrar-se e ser purificado para contemplarem a cena extraordinária, e então adorarem à distância (Êxodo 24:1-8). Desta forma, um povo pecador “foi separado e selado para Deus. Um sacrifício foi oferecido ao Senhor. Uma parte do sangue do sacrifício foi aspergida sobre o altar. Isso significava que o povo tinha se consagrado – em corpo, alma e espírito – a Deus. Uma porção foi aspergida sobre o povo. Isso significava que, por meio do sangue de Cristo, Deus os aceitava graciosamente como Seu tesouro especial” (Ellen White).

Em Cristo, pecadores tornam-se tesouros particular de Deus, tratados com paternal compaixão (Malaquias 3:17). Assim, o Santo Legislador oferece indescritível graça aos pecadores. Precisamos responder com compromisso sério a esse Deus que tanto nos ama (Apocalipse 1:4-5).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.