Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
28 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: ESDRAS 4

Esdras 4 parece ser um triste comentário sobre Jeremias 17: “Maldito é o homem que confia nos homens, que faz da humanidade mortal a sua força, mas cujo coração se afasta do Senhor”.

Professando querer ajudar na construção do templo, os inimigos de Neemias estavam realmente empenhados em impedir seu bom trabalho. Os líderes de Deus podem ter percebido a duplicidade. Mas mesmo que não tivessem noção, eles se basearam no princípio de separar o trabalho de ensinar a verdade do trabalho daqueles que ensinam o erro.

Mas seus bons princípios não resultaram em aparentes bênçãos. Eles foram falsamente delatados ao monarca persa e seu trabalho parou por… anos!

A obra de Deus sofreu em seu campo de trabalho por causa de sua fidelidade? Então, por favor, saiba que teria sofrido uma perda muito maior se você tivesse transigido.

Esdras 4 é apenas o relato que mostra fidelidade para ser previdente: Surgiram profetas que ousaram começar a trabalhar, apesar do edito real para cessar. E mais tarde, Jesus agraciou aquele templo reconstruído com Sua presença. Ah, e mais um relato que nos chega: aqueles trabalhadores frustrados viverão eternamente. E isso provará que, apesar das aparências, nada se pode fazer contra a verdade, mas pela verdade. (2 Coríntios 13:8).

Eugene Prewitt
Estudante de Educação em Saúde na Universidade de Weimar, na Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/4
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ESDRAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
28 de maio de 2026, 0:50
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1320 palavras

Resumo do capítulo: Inimigos atrapalham o trabalho em Judá. O comandante Reum e o secretário Sinsai escrevem uma carta ao rei dizendo que Jerusalém é uma cidade rebelde. O rei Artaxerxes ordena a paralização da obra, que só recomeça no segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia.

1. Os adversários. Em relação à identidade deles, ver o v. 2 [samaritanos = “principalmente arameus da Síria e da Mesopotâmia”, trazidos pelos assírios quando exilaram o povo israelita do norte]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 369.

Buscaremos a vosso Deus. De certo modo, era verdade que eles buscavam a Deus, mas não do mesmo modo que os exilados que retornaram. […]. A religião deles era uma mistura de rituais pagãos e do culto a Yahweh (ver 2Rs 17:24-33). CBASD, vol. 3, p. 369.

Estes inimigos afirmavam que adoravam o mesmo Deus que Zorobabel e os demais judeus. Em certo sentido, isto era verdade; ele adoravam a Deus, mas também adoravam outros deuses (ver 2Rs 17:27-29, 32-34, 41). Aos olhos de Deus, isto não é adoração – é pecado e rebelião. A verdadeira adoração envolve adoração somente a Deus (Êx 20:3-5). Para estes estrangeiros, Deus era apenas mais um “ídolo” a ser adicionado às suas coleções. Sua verdadeira intenção era perturbar o projeto do templo. Os crentes, hoje, devem se precaver com relação aos que afirmam ser cristãos, mas suas ações revelam claramente que eles estão usando o cristianismo para servir aos seus próprios interesses (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Desde os dias de Esar-Hadom. Além dessa informação, nenhuma outra se encontra disponível sobre a migração forçada do povo na região de Samaria por ordem de Esar-Hardom, que reinou sobre a Assíria de 681 a 699 a.C. No entanto, a profecia de Isaías 7:8, feita cerca de uma década antes da queda de Samaria, cujo resultado seria a ruína de Efraim dentro de 65 anos, de modo que ele “deixaria de ser povo”, pode se referir a esse estabelecimento do povo assírio naquela região. […] Parece que uma nova revolta contra o poder assírio entre os remanescentes do antigo reino de Israel deve ter ocorrido naquele tempo. Como resultado, os assírios tiraram o povo do país e os substituíram por contingentes de estrangeiros, como Sargão II fizera antes da destruição de Samaria em 723-722 a.C. (2Rs 17:24). Outra transferência de pessoas que ocorreu mais tarde sob “Osnapar” (Assurbanípal) é mencionada (Ed 4:10). CBASD, vol. 3, p. 369.

Nada tendes conosco. Da triste experiência do exílio babilônico, os judeus aprenderam bem uma lição – resistir à tentação de se unir a idólatras em qualquer tipo de empreendimento. […] Os judeus, portanto, estavam decididos a não cair no mesmo erro outra vez, um voto que, com poucas exceções, os judeus pós-exílicos cumpriram rigorosamente e, por isso, foram ao extremo oposto. O rompimento com os samaritanos, naquele tempo, foi definitivo. O resultado foi ódio, aversão mútua e desprezo que continuou por séculos (ver Lc 9:52-54; Jo 4:9). CBASD, vol. 3, p. 370.

Desanimaram o povo … inquietando-o no edificar. Já que a “inquietação” resultou na interrupção da obra, deve ter sido bem efetiva. O impedimento parece não ter se limitado às ameaças, mas, provavelmente, deve ter ocorrido de modo bem mais sério. Todos os exilados que retornaram viviam em assentamentos não fortificados, presumivelmente em tendas ou casas provisórias. As ameaças contra eles e os ataques ocasionais às suas propriedades podem ter sido de tal natureza que os trabalhadores não residentes em Jerusalém julgaram necessário permanecer em casa para proteger suas famílias e propriedades. Quaisquer que tenham sido as ações dos inimigos dos judeus, registros posteriores deixam claro que eles foram muito bem-sucedidos e que a obra de construção do templo cessou por muitos anos. CBASD, vol. 3, p. 370.

4,5 O desencorajamento e o medo são dois dos maiores obstáculos para completar a obra de Deus. Muitas vezes eles aparecem aonde e quando você menos espera. O desencorajamento devora a sua motivação e o medo nos paralisa de modo que não conseguimos agir. Lembre-se que o povo de Deus em todas as épocas tem enfrentado estes problemas e Deus os tem ajudado a superá-los. Ao estar junto com outros crentes você pode superar o medo e o desencorajamento e completar a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

6-23 reinado de Assuero … acusação … Artaxerxes. Este material é uma seção separada que descreve a oposição à construção dos muros após Dario e durante os reinados de Xerxes (486-465 a.C.) e de  Artaxerxes I (465-424 a.C.). A narrativa justifica chamar os povos circunvizinhos no v.1 de “adversários”. Mostra também que a oposição não foi um problema passageiro, mas uma antevisão de uma prolongada oposição ao povo de Deus na reconstrução da “casa” de Deus, o templo, e também da cidade e da nação (Bíblia de Genebra).

7 Os três homens aqui nomeados eram provavelmente líderes samaritanos. CBASD, vol. 3, p. 371.

Na língua siríaca [da Síria/Aram]. Literalmente, “em aramaico”. CBASD, vol. 3, p. 371.

Esta [aramaico] era a linguagem da diplomacia internacional no Oriente Próximo antigo. Bíblia de Genebra.

10 Osnapar. Uma corruptela do nome Assurbanípal, rei da Assíria, 669-627 a.C. […] as guerras sangrentas de Assurbanípal contra Babilônia (652-648 a.C.) e Elão (data incerta) são bem confirmadas nos registros assírios. Como resultado dessas guerras, o povo das cidades mencionadas foi, aparentemente, deportado para Samaria. CBASD, vol. 3, p. 371.

Aquém do Eufrates. O nome indica a localização geográfica compreendendo as terras situadas a oeste do Eufrates, até o mar Mediterrâneo, abrangendo também toda a região de Israel e de Judá. Quem se reportasse à mesma região falando da Pérsia, diria “além do Eufrates”. CBASD, vol. 3, p. 372.

12 Rebelde e malvada cidade. A base desta acusação estava nas muitas revoltas e motins dos judeus contra os governantes babilônios (2Rs 24, 25). CBASD, vol. 3, p. 371.

16 Não terá a posse. O perigo de uma possível rebelião era tão exagerado que a acusação parecia quase ridícula. Os samaritanos alegavam que a revolta dos judeus resultaria na perda total da satrapia pelos persas “aquém do Eufrates” (ver com. do v. 10) que compreendia todas as terras entre Babilônia e o Egito, e das quais a Judeia era uma das menores. CBASD, vol. 3, p. 373.

17 Então, respondeu o rei. O fato de o rei ter se correspondido diretamente com os oficiais da província, passando por alto o sátrapa, aponta para uma situação política incomum. Em circunstâncias normais, o rei jamais teria escrito diretamente para um escalão inferior de oficiais em uma província distante. CBASD, vol. 3, p. 373.

Paz! A palavra aramaica shelam, cujo significado é “paz”, é o cumprimento universal usado na maior parte do Oriente Médio até os dias de hoje, embora seja pronunciada como salam, shalam, onde outro modo, conforme a região. CBASD, vol. 3, p. 373.

21 Dai ordem. A comissão é, de fato, estranha. O imperador escreve para uma província distante e ordena que seus oficiais promulguem um decreto. por que o rei não agiu em seu próprio nome e efetuou sua vontade por meio de agentes responsabilizados por ele mesmo e que costumeiramente agiam em seu favor? Parece que esta carta real se encaixa somente num tempo em que a autoridade do rei na satrapia “Aquém do Rio” era bastante frágil e dependia dos oficiais que podiam escolher ser leais a ele. Deve-se notar, além disso, que a concessão real aos samaritanos era limitada em abrangência e tempo. A carta os autorizava a interromper a reconstrução de Jerusalém, mas não lhes dava permissão para destruir o que já tinha sido construído. O rei também se reservava ao direito de revogar sua decisão por outra, mais tarde. CBASD, vol. 3, p. 373, 374.

24 Cessou, pois, a obra. Pode-se inferir que pouco progresso havia sido feito no momento em que a obra cessou, pelo fato de que fora necessário colocar uma nova pedra fundamental no segundo ano de Dario, ocasião em que o trabalho de reconstrução foi retomado (Ag 2:18). CBASD, vol. 3, p. 374.

Dario. Esta é a forma grega do nome que, em hebraico, é escrito Dareyawesh. A forma no antigo persa é Darayavaush, enquanto que o nome nos textos babilônicos é Darijâwush. […] Não há dúvida que se trata de Dario I, que reinou de 522 a 486 a.C. CBASD, vol. 3, p. 374.



ESDRAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de maio de 2026, 0:30
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ESDRAS 4 – Recomeçar algo para Deus é um chamado para enfrentar desafios internos e externos. Embora Deus opere em favor de Seu povo, Satanás não dá tréguas em seu intento de atrapalhar a missão divina.

Internamente, ao invés de incentivar a reconstrução do templo, idosos nostálgicos saudosistas “lamentavam a inferioridade da construção a ser erigida. As murmurações e queixas e a desfavorável comparação feita tiveram influência deprimente sobre o espírito de muitos, e debilitaram as mãos dos construtores. Os trabalhadores levantaram a pergunta se deviam prosseguir com a ereção de um edifício que já no início era tão francamente criticado e se tornava causa de lamentação…

Se os que tinham deixado de rejubilar-se no lançamento dos fundamentos do templo, tivessem previsto os resultados de sua falta de fé nesse dia [Esdras 3:12], teriam empalidecido. Pouco haviam eles imaginado o peso de suas palavras de desaprovação e desapontamento; pouco sabiam do muito que seu manifesto descontentamento haveria de retardar a terminação da Casa do Senhor”, atesta Ellen White.

• Pessoas que vivem do “antigamente era melhor”, sem vibrar com recomeços positivos, são estorvos para as novas gerações e obstáculos no avanço da obra de Deus.
• Na igreja, os velhos rabugentos deveriam converter-se, para auxiliar a juventude disposta a fazer avançar a obra de Deus numa sociedade opositora.

Além de interferir internamente no povo de Deus, Satanás usa gente de fora para atrapalhar a obra divina. Esdras 4 apresenta inimigos dos judeus que se opuseram abertamente à reconstrução do Templo.

As provocações e insurgências orquestradas pelos povos vizinhos fizeram com que os construtores do templo interrompessem a obra. Caso as novas gerações tivessem forte apoio dos veteranos, os trabalhadores teriam suporte emocional para lidar com a interferência e agressividade dos moradores da região.

Desta forma, os judeus sofreram longamente durante os governos de Ciro (Esdras 4:1-5), Dario (Esdras 4:24), Xerxes (Esdras 4:6) e Artaxerxes (Esdras 4:7-23).

• Obviamente, por mais motivadas que sejam as novas gerações, elas precisam do apoio dos veteranos, não das suas críticas.
• Para não haver atraso na missão divina, a experiência dos idosos não deve atrapalhar a obra de Deus, mas promovê-la – ainda que as novas gerações não estejam executando algo igual foi realizado no passado!

Reavivemo-nos unindo idosos e jovens nos planos divinos! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
27 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: ESDRAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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ESDRAS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
27 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: ESDRAS 3

Lembro-me de quando éramos crianças, cantando canções no programa do décimo terceiro sábado, às vezes com fantasias, fantoches, coroas ou figuras de madeira em nossas mãos. Naqueles momentos, desconhecidos para nós na época, a fundação para o nosso “altar de adoração” foi estabelecido. A igreja sentia-se acalentada e entusiasmada com as risadas de pais e professores atentos que prepararam os “materiais” para nosso alicerce espiritual, ensinando e praticando nossas falas durante o trimestre. Agora seus esforços estão sendo recompensados.

Mas ao deixarmos as classes infantis e começarmos a nos tornarmos adultos, honramos o alicerce estabelecido por nossos mentores fazendo boas escolhas? Esse altar de adoração ainda permanece lá? Continuamos a construir o templo com os materiais certos?

À medida que as crianças se tornam adolescentes, a frequência à Escola Sabatina diminui para talvez menos da metade dos que participavam na Escola Sabatina para iniciantes. É quando os adultos devem iniciar o processo de “reconstrução”. Não desista quando as crianças se tornarem adolescentes! Tenho boas lembranças de minha Escola Sabatina quando adolescente. Os professores eram animados, faziam perguntas envolventes e se desdobravam para ganhar esses jovens para Cristo.

São seus esforços atenciosos que podem reconstruir esse “templo” – os adolescentes podem ser salvos por seu perseverante interesse, e então o grito de alegria do Céu será mais alto do que nunca!

Melissa Joyeeta Das
Bangladesh English Wellness Center

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ESDRAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
27 de maio de 2026, 0:50
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961 palavras

Resumo do capítulo: No sétimo mês eles celebram a festa das cabanas e começam a oferecer holocaustos ao Senhor. Quando os construtores lançaram os alicerces do templo, os sacerdotes e levitas cantaram louvores ao Senhor.

Nota-se neste terceiro capítulo que os israelitas aprenderam que a pedra fundamental de uma nação é a verdadeira religião, e assim, cuidaram primeiro de ter um altar (que simboliza o sacrifício e a oração) antes de falarem de Carta Magna, comércio, indústria, direitos civis, eleições, etc. Nada fica de pé a não ser aquilo que esteja firme no Senhor (Sl 127.1-2) (Bíblia Shedd).

o sétimo mês. Referência a tisri (setembro/outubro), o mês mais sagrado do calendário religioso israelita (Lv 23:23-42; Nm 29), que incluía a Festa das Trombetas (Lv 23:23-25) e o Dia da Expiação (Lv 16). Esta referência antecede temas importantes relacionados à adoração e às celebrações rituais. Bíblia de Estudo Andrews.

Jesua … Zorobabel. O sacerdote tem precedência sobre o líder civil, tendo em vista a natureza da ocasião (Bíblia de Estudo NVI Vida).

A reconstrução do altar dos holocaustos no átrio do templo foi dirigida pela liderança religiosa (Jesua) agindo em unidade com a liderança política (Zorobabel) O trabalho começou de acordo com as exigências da Lei de Moisés (Êx 20:24-26). Bíblia de Estudo Andrews.

holocaustos. Os holocaustos eram a oferta básica (Lv 1), mas também havia outras ofertas (Lv 5). Os holocaustos eram a base contínua sobre a qual um povo pecaminoso podia viver na presença de um Deus santo (Êx 29.42). Isso prenunciava o futuro sacrifício de Cristo como o sacrifício final que leva os pecadores à presença de Deus (Hb 10.19-20) (Bíblia de Genebra).

como está escrito. Sob a liderança de homens como Daniel e Ezequiel, os exilados decidiram, desde o início, começar a adorar a Deus de acordo com a Sua vontade expressa e não cair outra vez nos pecados da indiferença e da idolatria devido aos quais sofreram tanto (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 365).

sob suas bases. Ou, “em seu lugar”, significando que o altar foi erguido no lugar exato onde o antigo altar de holocaustos havia sido construído no templo de Salomão (CBASD, vol. 3, p. 365).

terror. Primeira referência à tensão entre a comunidade que retornou e os povos que viviam na região. Bíblia de Estudo Andrews.

estavam sob o terror. Embora o povo houvesse retornado havia pouco tempo de Babilônia, já estavam conscientes da hostilidade dos povos vizinhos, descontentes pelo retorno dos judeus à sua terra. Os vizinhos devem ter ocupado algumas partes da Judeia durante o exílio e então lhes era ordenado que devolvessem as propriedades aos seus antigos donos. […] Essa hostilidade deve ter sido expressa através de ameaças (CBASD, vol. 3, p. 365).

4-6 Um vislumbre da retomada da vida cerimonial dos que retornaram. Perceba a ausência do Dia da Expiação, que exigiria a existência de um templo ou santuário. Bíblia de Estudo Andrews.

constituíram levitas da idade de vinte anos para cima. Em geral, os levitas serviam apenas entre os 30 e os 50 anos (Nm 4:2, 3; 1Cr 23:2, 3), mas a falta de levitas exigiu esta modificação. Bíblia de Estudo Andrews.

lua nova. O primeiro dia de cada mês (lunar) era uma festa religiosa (Nm 28-11-15; Cl 2.16) (Bíblia Shedd).

8 Porque o templo do Senhor foi reconstruído antes mesmo que os muros da cidade? O templo era utilizado para fins espirituais; o muro para fins militares e políticos. Deus tinha sido sempre o protetor da nação e os judeus sabiam que uma grande muralha de pedras não os protegeria se Deus não estivesse com eles. Eles sabiam que colocar sua vida espiritual em dia era mais importante que garantir a defesa nacional (Life Application Study Bible).

10-13 O lançamento de alicerces foi um momento religioso importante, que envolveu música instrumental, cânticos e louvor. O louvor sempre se baseia no reconhecimento de que Deus é verdadeiramente bom e de que seu amor dura para sempre (Sl 107:1; 118:1). Bíblia de Estudo Andrews.

11 altas vozes. Aqueles que retornaram reconheceram que sua sobrevivência e capacidade para reconstruir o templo eram possíveis unicamente por meio da presença e da intervenção divina. Bíblia de Estudo Andrews.

12 porém muitos … já idosos … choraram. Este não era o templo glorioso construído por um rei israelita (Salomão) em uma época de independência e liberdade (Ag 2:3). Bíblia de Estudo Andrews.

Cinquenta anos após sua destruição, o templo estava sendo reconstruído (536 a.C.). Alguns dos mais idosos se lembraram do templo de Salomão e choraram porque o novo templo não era tão glorioso quanto o primeiro. Mas as belezas do edifício não eram, nem de perto, tão importantes quanto a atitude dos construtores e adoradores. Deus se importa mais com o que somos do que com o que nós fazemos. Nosso mundo está sempre mudando e grandes realizações desmoronam e desaparecem. Busque servir a Deus de todo o coração. Então você não precisará comparar o seu trabalho com o de ninguém (Life Application Study Bible).

Era um “dia dos humildes começos” (Zc 4:10), e o novo edifício, em comparação com o antigo, parecia ser “nada” (Ag 2:3). Salomão havia empregado os melhores artesãos de seu próprio país que alcançava a fronteira do Egito ao Eufrates, e também os construtores mais hábeis das terras vizinhas, como os de Tiro. Zorobabel dependia de seus próprios súditos, os poucos cidadãos da pequena província da Judeia (CBASD, vol. 3, p. 368).

As lágrimas dos membros mais idosos da comunidade não eram lágrimas de alegria, mas de desapontamento por causa do contraste entre este pequeno começo (cf Zc 4.10) e o esplendor do templo de Salomão. Desapontamentos similares seriam, posteriormente, repreendidos (Ag 2.1-5), mas pelo momento a alegria do Senhor era a força de muitos (Bíblia de Genebra).

“Nós vimos”, diziam os anciãos, “e os velhos tempos eram melhores do que estes.” “Nós veremos,”  diziam os moços, “e faremos os dias futuros melhores que todos os que já existiram desde o princípio do mundo!” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F.B.Meyer).



ESDRAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
27 de maio de 2026, 0:30
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ESDRAS 3 – As gerações antigas podem ter perspectivas diferentes das coisas, em relação às novas gerações. As experiências e histórias dos veteranos contam muito na forma de ver a vida e faria muito bem que seus descendentes lhes dessem atenção.

Em contrapartida, não é possível viver do passado. Às vezes, a situação atual não é nada favorável para se fazer o que era feito antigamente. Então, da mesma forma que as novas gerações precisam considerar a velha guarda, os idosos precisam inspirar-se na alegria e motivação das novas gerações. Com bom fundamento e boa expectativa é possível ter excelente perspectiva do presente e caminhar confiando em Deus rumo ao futuro.

As formas diferentes de reagir de cada geração deveriam se complementar. As variadas reações demonstradas por cada geração diante da mesma situação deveriam levar todas as gerações a um amadurecimento espiritual, o que realmente acontece caso uma geração não for intolerante à outra – algo difícil, não impossível!

Esdras 3 revela-nos que mesmo chorando com situações caóticas da obra de Deus, é possível alegrar-nos imensamente quando algo parado há tempo volta a acontecer.

• Mesmo sem ter sido lançado os alicerces do novo templo, os judeus organizaram-se para recomeçar as atividades religiosas. Diante do dia mais sagrado do calendário hebraico, foi organizado um altar para dar início às festividades que não se celebravam desde a queda de Jerusalém (Esdras 3:1-6). Que privilégio!
• O lançamento do alicerce do templo encheu de euforia aos jovens, e de nostalgia aos velhos; porém, ao se misturarem os gritos dos que choraram em alta voz com os gritos dos que se alegravam, não podia distinguir-se, assim “o povo fazia enorme barulho. E o som foi ouvido a grande distância” (Esdras 2:7-13).

Mesmo com nostalgia, se há recomeço de algo bom, de novo investimento na obra de Deus, o choro precisa ceder lugar à alegria. Os jovens entusiasmados com as coisas de Deus devem sufocar o lamento daqueles que prezam por sentimentos nostálgicos.

Diferentes gerações precisam aprender a agirem tão unidas “como um só homem” (Esdras 3:1, 9) ao trabalharem para Deus, e adorá-Lo “com louvor e ações de graças”, contando o quanto “Ele é bom”, cantando que “Seu amor por Seu povo dura para sempre” (Esdras 3:11).

Assim nasce um poderoso reavivamento! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
26 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: ESDRAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

COM. BLOG MUNDIAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ESDRAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
26 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: ESDRAS 2

Eu nasci em circunstâncias adversas e fui criada por minha mãe. Não conheci meu pai até quando me tornei adulta. Quando descobri o nome dele, imediatamente comecei a pesquisar tudo sobre ele. Fui motivada pela necessidade de pertencer – para me identificar com esse homem que eu não conhecia, mas estava conectado através do meu DNA.

Este capítulo revela algo semelhante. O decreto foi emitido permitindo que os judeus voltassem a Jerusalém. Imediatamente, muitos se levantaram para serem contados entre os que retornariam. Ansiosamente, eles se prepararam para uma jornada para este lugar a que pertenciam – sua tribo, sua família, seu DNA. Embora alguns nunca tivessem visto Jerusalém, estavam em casa.

Embora você possa estar – e assim espero – conectado à sua família terrena, lembre-se de que você também é contado entre a família de Deus. Você é filho dEle. Deus emitiu um chamado através da Sua Palavra para você retornar a Ele. Assim como os judeus se preparavam para uma jornada que os reconectaria ao lar ancestral, você também precisa seguir seu caminho – uma jornada liderada pelo Espírito que o levará de volta para casa, não apenas para o seu Pai celestial, mas para o seu lar eterno.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review e Adventist World

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/2
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ESDRAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
26 de maio de 2026, 0:50
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750 palavras

Resumo: Os exilados retornam para Jerusalém com Zorobabel. Um total de 42.360 pessoas retornam. Alguns dos chefes das famílias dão ofertas voluntárias para a reconstrução do templo de Deus no seu antigo local.

1-70 A lista dos exilados que retornaram talvez não pareça teologicamente importante, mas a repetição da mesma lista, com algumas variações em Ne 7, sugere outra coisa: Em primeiro lugar, o Senhor conhece pessoalmente o seu povo. A aliança entre o Senhor e o Seu povo é um laço de amizade íntima. Em segundo lugar, as pessoas comuns são vitais para a realização do plano divino da redenção. Não somente os líderes religiosos e políticos são importantes na reconstrução da Casa de Deus, mas também o povo comum o é. De fato, “o restante do povo” contribuiu mais para a reconstrução do que fizeram os “cabeças das famílias” ou o governador (Ne 7.70-72). Em terceiro lugar, a numeração se assemelha àquelas que existem em Números e em Josué (Nm 1.26; Js 18,19). Assim como o Senhor formou a comunidade da aliança depois do êxodo do Egito, assim também Ele a recria após o retorno da Babilônia. Bíblia de Genebra.

Filhos da província. Judá passou a ser província persa. Bíblia Shedd.

Zorobabel. O líder político dos exilados. Ageu (1.1) fala de Zorobabel, neto do rei Jeoaquim, como governador de Judá. Ciro, portanto, nomeou um descendente de um antigo rei de Judá para governar em nome de um rei persa, uma escolha com a qual Ciro esperava agradar os judeus. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 356.

Jesua. Significa “o SENHOR salva”, sendo uma variação aramaica do nome hebraico “Josué”. A forma grega é “Jesus”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Yeshua’ é a forma aramaica do nome hebraico geralmente traduzido como Josué. Este Jesua era o líder espiritual dos exilados que retornaram, o “sumo sacerdote” (Ag 1;1; Zc 3:1), além de outras referências (Ed 3:2; Ne 12:1;etc). Era descendente direto de Arão, por seu pai Josadaque, sumo sacerdote no tempo do cativeiro de Nabucodonosor (1Cr 6:3-15; Ed 3:2). […] Assim, dois homens da antiga nobreza judaica lideraram o movimento de restauração de Judá: um descendente da antiga casa real [Zorobabel] foi nomeado líder político e o outro, um filho do último sacerdote antes do cativeiro [Jesua/Josué], como líder espiritual. Seus nomes podem ter sido sugeridos a Ciro por um conselheiro confiável como Daniel, e ambos, sem dúvida, foram escolhidos por seu caráter idôneo e por desfrutarem da confiança do povo. CBASD, vol. 3, p. 356 e 357.

Parós. Significa “pulga” (o israelitas muitas vezes recebiam nomes de insetos ou animais). Bíblia de Estudo NVI Vida.

21-35 Embora os nomes dos v. 3-20 sejam de família, os dos v. 21-35 representam uma série de aldeias e de cidades, muitas das quais ficavam no território benjamita ao norte de Jerusalém. É significativo não haver referências a cidades do Neguebe, no sul de Judá. Quando Nabucodonosor conquistou Judá em 597 a.C. (Jr 13.19), os edomitas (v. livro de Obadias) aproveitaram-se da situação e ocuparam a área. Bíblia de Estudo NVI Vida.

40 levitas. Foram relativamente poucos os levitas que retornaram (v. 8.15). Como os levitas estavam incumbidos das tarefas menores do templo, muitos talvez tenham encontrado uma vida mais confortável no exílio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 Asafe. O cantor-mor de Davi (1Cr 15.4-7). Bíblia Shedd.

59 – 63 As genealogias eram muito importantes para o povo hebreu. Se eles não pudessem provar que eram filhos de Abraão, eles não eram considerados judeus e eram excluídos da plena participação da vida comunal judaica. Life Application Study Bible Kingsway NIV.

63 Urim e Tumim. Eram dois objetos, provavelmente com a forma de pedras planas, que originalmente faziam parte da vestimenta [no peitoral] do sumo sacerdote. Eram utilizados para buscar a vontade de Deus em questões importantes (Lev 8:8). Life Application Study Bible Kingsway NIV.

Só o sumo sacerdote podia restaurar os outros sacerdotes ao seu legítimo ministério. Bíblia Shedd.

65 afora os seus servos e as suas servas. É surpreendente descobrir que depois de 50 anos de cativeiro, alguns judeus melhoraram sua posição social a ponto de adquirirem escravos – um para cada seis judeus. CBASD, vol. 3, p. 357.

69 deram quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata (NVI). O dinheiro dado era suficiente para iniciar a reconstrução do templo. O povo doou os recursos de que dispunham para o seu melhor uso. Eles foram entusiastas e sinceros, mas o templo nunca alcançaria o esplendor do templo de Salomão. O dinheiro que Davi reuniu para começar a construção do templo de Salomão era mil vezes maior (1Cr 22:14). Algumas pessoas choraram quando lembraram o glorioso templo que havia sido destruído (3:12). Life Application Study Bible Kingsway NIV.