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SALMO 29 – Alguns estudiosos sugerem que Davi pode ter se inspirado em textos das tábuas de argila das nações vizinhas. Relatos ugaríticos descrevem uma tempestade divina tendo o deus Baal como protagonista. De fato, existem semelhanças entre este Salmo e a literatura ugarítica.
• O Salmo 29 está inserido na Palavra de Deus, inspirado pelo Espírito Santo; enquanto os textos ugaríticos são de origem cananeia e fazem parte de uma tradição religiosa bem diferente.
• É possível que Davi tivesse conhecimento desses textos pagãos e usado elementos semelhantes na composição do Salmo em questão.
Sendo que a poesia acerca da tempestade e do poder divino era comum no mundo antigo, Davi pode ter se baseado em temas e imagens similares presentes na cultura circundante para escrever um hino de louvor a Yahweh, o Deus verdadeiro, o único digno de adoração e louvor por Sua grandeza e domínio sobre a natureza.
Ao adaptar o poema cananeu, Davi redirecionou o foco da adoração e louvor de Baal, o deus das tempestades, para Yahweh, o Deus de Israel. Divinamente inspirado, Davi transformou o hino pagão em uma exaltação ao Deus Criador, que governa sobre as forças da natureza e merece adoração de toda Sua criação. Desta forma, Davi reconheceu a inadequação de adorar falsos deuses e direcionou Sua adoração ao verdadeiro Deus, que manifesta Seu titânico poder através das tempestades e na natureza como um todo.
A Bíblia Andrews destaca que este Salmo “encontra vários paralelos na poesia ugarítica, tanto em conteúdo quanto em forma; talvez Davi tenha adaptado um poema cananeu (ugarítico) sobre uma tempestade de trovões (e o deus das tempestades, Baal), transformando-o em um poderoso hino de louvor ao Deus Yahweh, Criador da tempestade. O Salmista conclui, afirmando que Deus já era Rei desde a época da ‘tempestade perfeita’, o dilúvio de Noé, e continuará reinando para sempre (v. 10-11)”.
No Novo Testamento, Paulo faz referências a escritos de pagãos. Ele menciona filósofos e poetas gregos, evidenciando familiaridade com a cultura e pensamento de seu tempo; e utilizou elementos de fontes extra bíblicas para comunicar a mensagem cristã de forma relevante ao seu público (Atos 17:28; Tito 1:12).
Assim, fica evidente que Deus quer falar a todo ser humano e quer alcançá-los onde estão! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 28 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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289 palavras
O salmo tem duas divisões contrastantes. A mudança do clamor por libertação dos problemas (v. 1-5) para a expressão de gratidão por alívio (v. 6-9) é dramaticamente abrupta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 786
1 para que não suceda, seja eu semelhante aos que descem à cova (ARA); NVI: “Se permaneceres calado, serei como os que descem à cova”.
2 Erguer as mãos. Costume oriental na oração (Êx 9.20; 1Rs 8.22). Bíblia Shedd.
Teu Santuário (ARA; NVI: “teu Lugar Santíssimo”). Do heb debir, “o santo dos santos”. CBASD, vol 3, p. 786.
3-5Oração para o Senhor, entronizado no templo, livrar o seu servo e castigar os que nutrem ódio contra o rei e o povo de Deus, e desafiam o próprio Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Davi deseja ser preservado da sorte dos ímpios, reclama contra sua maldade e pede que sejam devidamente punidos. Jesus nos ensinou uma oração diferente, em prol dos nossos inimigos: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”(Lc 23.34). Bíblia Shedd.
3 Não me arrastes com os ímpios (ARA). NVI: “Não me dê o castigo reservado para os ímpios”.
6-7 Davi, louvando ao Senhor, dá seu testemunho a respeito de sua confiança em Deus. Confiou em Deus, e Deus o socorreu, por isso seu coração se encheu de alegria. Bíblia Shedd.
6 Bendito seja o SENHOR. O salmista já recebeu no coração a resposta à sua súplica e, de forma muito repentina , irrompe num alegre hino de louvor. CBASD, vol 3, p. 786.
8 Seu ungido. Principalmente o rei, escolhido por Deus. Todo o povo de Deus, consagrado a Seu serviço, é, de certo modo, Seu ungido (ver 1Pe 2:5, 9). CBASD, vol 3, p. 786.
povo … ungido. Constituem numa unidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 A Tua herança. A nação de Israel (ver Dt 4:20; 9:26, 29). CBASD, vol 3, p. 786.
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SALMO 28 – Há uma revelação de esperança e encorajamento aos que lutam contra influências negativas de uma sociedade corrompida e perversa, enfrentando fortes tentações de retornar aos caminhos pecaminosos.
Davi descreve os ímpios como aqueles que falam pacificamente com seus vizinhos, todavia abrigam malícias no coração; fingem amizade, mas estão prontos para prejudicar e destruir (Salmo 28:1-5). É possível relacionar essas descrições aos frívolos, carnais e mundanos, aqueles que podem seduzir aos justos a se juntarem a eles em seus caminhos perversos.
Para quem foi resgatado do pecado, o Salmo 28 oferece consolo e encorajamento. Davi expressa sua confiança em Deus como seu Salvador ungido, reconhecendo que é por meio dEle que se alcança vitórias. Isso serve como lembrete de que, apesar das tentações e influências negativas, quem é resgatado tem um relacionamento especial com Deus e pode confiar em Sua força e poder para resistir às tentações e permanecer firme na fé.
A mensagem deste poema é especialmente relevante àqueles que foram resgatados do pecado, entretanto sentem o poder do hábito voltando sobre eles e são convidados a se juntarem novamente aos antigos “amigos” de pecados.
Em última instância, o Salmo 28 oferece uma mensagem de encorajamento aos que enfrentam tentações e influências negativas. Sua mensagem lembra que Deus está ao lado dos fieis, pronto para ouvir suas súplicas e fornecer força e proteção. Quem foi resgatado do pecado é incentivado a confiar em Deus, buscar Sua orientação e expressar gratidão por Sua intervenção em suas experiências.
A história do livro de Ester ilustra estas sublimes verdades. A rainha e seu tio Mardoqueu destacam-se como exemplos de pessoas que resistem às tentações e perigos promovidos pelos ímpios.
O Salmo enfatiza a confiança em Deus como um refúgio e protetor; do mesmo modo, na história de Ester, percebe-se a intervenção divina de forma invisível, mas extraordinariamente poderosa. Por conseguinte, fica evidente que mesmo não revelando Sua existência, Deus age em tempos de perigo, oferecendo proteção e ajuda aos fieis (Salmo 28:6-9).
Tanto quanto o Salmo 28 termina com um hino de louvor, a história de Ester também encerra com grande celebração do livramento do povo de Deus – quando foi instituída a festa do Purim. Com Deus, podemos reavivar em meio aos perigos da vida! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 27 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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568 palavras
Davi escreveu este salmo quando era “um fugitivo nas rochas e cavernas” (Ed, 164). Ele revela seu espírito de confiança absoluta em Deus em meio aos perigos. Foi chamado “O salmo restaurador”. Em nenhum outro salmo Davi expressa de forma tão intensa seu anelo pelo serviço do santuário. … No ritual judaico moderno, o Salmo 27 é recitado todos os dias do sexto mês em preparação para o ano novo e o dia da expiação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 783.
1 O Senhor é a minha luz. Isto é, Yahweh é a luz que ilumina a escuridão ao meu redor, clareando o meu caminho. CBASD, vol. 3. p. 783
de quem terei medo? Nem de outros “deuses”, pois são falsos, nem de demônios, nem de homens (ver Rm 8.31). CBASD, vol. 3. p. 783
fortaleza. Literalmente, “lugar seguro” (ver Sl 28:8). … O salmo começa com um expressão de absoluta ausência de temor. A confiança do salmista em Deus não dá lugar ao temor [Calvino chamou o trio “Luz, Salvação, Fortaleza” de escudo triplo de Davi]. CBASD, vol. 3. p. 783.
2 tropeçam e caem. Eles fracassaram. CBASD, vol. 3. p. 783
4 Uma coisa. O anseio de Davi de participar continuamente no serviço de Deus e de ser um hóspede perpétuo do Anfitrião celestial é expresso neste salmo com palavras escolhidas (ver Sl 15, 23, 65). CBASD, vol. 3. p. 783
5 pavilhão. Do heb. sok, “um refúgio”. É usado para se referir à caverna de um leão (ver Sl 10:9; Jr 25:38); portanto, um lugar de refúgio. Sok é traduzido como o “tabernáculo” (no Sl 76:2) que está em Salém. A linguagem do Salmo 27:5 designa de forma figurada um lugar de proteção. CBASD, vol. 3. p. 783.
no recôndito. Literalmente, “no esconderijo”. A parte mais reservada da morada. CBASD, vol. 3. p. 783
6 júbilo. Do heb teru’ah, literalmente, “brado de alegria”. A palavra é usada para se referir ao brado que acompanhou a queda dos muros de Jericó (Js 6:5, 20). CBASD, vol. 3. p. 784.
7 Ouve, SENHOR. Neste ponto há uma completa mudança. O salmista parte das expressões de confiança absoluta para um melancólico clamor por socorro. … Mesmo quando se tem a certeza do favor divino, é preciso reconhecer continuamente a necessidade de Deus e pedir Seu auxílio. CBASD, vol. 3. p. 784.
8 Buscai a minha presença. Este versículo é um diálogo fruto da bonita amizade entre Davi e Deus. CBASD, vol. 3. p. 784.
9 Deus de minha salvação. As misericórdias do passado são sempre razão para se esperarem bênçãos futuras. Podemos pedir que, assim como Deus nos tem salvado, Ele continue exercendo Seu poder em nosso favor. CBASD, vol. 3. p. 784.
10 se meu pai e minha mãe me desampararem. Algumas vezes, pais abandonam seus filhos, mas Deus nunca desampara os Seus (ver Is 49:14, 15; 63:16). CBASD, vol. 3. p. 784.
11 vereda plana. Ou “terreno plano” (ver Sl 26:12). CBASD, vol. 3. p. 784.
12 vontade. Do heb nefesh, em geral traduzido como “alma” (ver com. de Sl 16:10) mas neste caso equivale à “vontade”. CBASD, vol. 3. p. 784.
14 Espera pelo SENHOR. Esta é uma advertência ao próprio salmista. Seu forte espírito encoraja a fraca natureza a não se desesperar (ver com. de Sl. 25:3). CBASD, vol. 3. p. 785.
Espera pelo SENHOR, tem bom ânimo. Ver Sl 31:24. Conselho semelhante foi dado por Moisés a Josué (Dt 31:7) e por Deus ao mesmo Josué (Js 1:6). O salmo termina com a repetição da ordem “Espera pelo SENHOR”, como se o salmista quisesse fixar na mente do leitor a ideia de que nas horas de dúvida e perigo, em vez de se desesperar, deve-se ir em frente”na força do SENHOR Deus” (ver Sl. 71:16). CBASD, vol. 3. p. 785.
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SALMO 27 – Este é um Salmo de confiança em Deus… Nele, Davi, “mesmo sabendo que é um homem pecador e carente da misericórdia de Deus, anseia por Deus e espera ver a bondade de Deus. Seu futuro não está carimbado de desespero. Ao contrário, sua esperança está no Senhor, por isso pode triunfar sobre o medo e ter ânimo e um coração forte”, diz Hernandes Dias Lopes.
Podemos ter esta experiência também, se aprendermos a confiar em Deus como Davi! Note dois itens extremamente relevantes no Salmo 27, que merecem nossa atenção:
• O Santuário/Tabernáculo/Templo: Era visto como a Casa do Senhor (Salmo 27:4-6). O desejo do salmista será de fato realizado, quando Jesus retornar para buscar Seus seguidores para estar na Casa de Seu Pai (João 14:1-3), e completado mil anos depois, quando os inimigos forem todos destruídos, inclusive Satanás, como revelam os três últimos capítulos de Apocalipse. Jesus veio habitar conosco (João 1:14) para abrir a possibilidade de habitarmos com Deus. Na Cidade Santa, João não viu Templo algum, “pois o Senhor Deus Todo-poderoso e o Cordeiro [Jesus] são o seu templo” (Apocalipse 21:22) – isso significa comunhão e intimidade com Deus, o cumprimento pleno do Salmo 27. É isso que Davi almejava, e nós também devemos almejar.
• Sacrifícios: Os sacrifícios eram oferecidos sobre o altar, e revelavam a necessidade de misericórdia de Deus (Salmo 27:6-9). O sacrifício é símbolo de oferta a Deus, que apontava para Cristo, o Cordeiro de Deus (João 1:29). Assim, no Novo Testamento, o conceito de altar é transformado pelo sacrifício de Jesus na cruz (Hebreus 13:10), o qual foi o supremo e definitivo sacrifício pelo perdão dos pecados. Portanto, como Cordeiro que foi morto, Jesus é extremamente digno de receber louvor e adoração (Apocalipse 5:6-14). Pela salvação provida por Deus, participamos com o autor do Salmo 27, de uma genuína adoração.
Através do acolhimento do Senhor, encontramos segurança e esperança (Salmo 27:1-3, 10-14); nisso reside a maior motivação para alegrar-se no louvor! “A verdadeira retidão é, acima de tudo, o amor a Deus e alegria do culto [v. 7]. Aquele que assim ama a Deus está seguro mesmo nas tribulações da vida, porque é aceito nos braços de Deus (27:5, 10)” (Duane Garrett).
Há boas razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 26 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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SALMO 26 – Em meio a tantas pessoas religiosas mergulhadas na hipocrisia, tentando agradar a Deus e à sociedade moralmente depravada, há pessoas como Davi, que anseiam ser íntegras perante Deus.
Considere o desejo do coração do salmista nos versículos 1-3 e 9-12; depois, analise o núcleo do Salmo, os versículos 4-8.
O núcleo do Salmo 25 convida-nos a examinar nossa conduta e a mantermo-nos firmes na integridade espiritual; a qual é um tesouro valioso, uma qualidade que revela a autenticidade de nosso relacionamento com Deus. Na sociedade atual, somos constantemente tentados a comprometer nossos valores e a ceder às influências negativas que nos rodeiam. Contudo, como filhos de Deus, somos chamados a ser diferentes, a nos destacar em meio às trevas e a viver uma vida digna de nosso chamado, tema amplamente tratado pelo apóstolo Pedro (I Pedro 1:14-15; 2:9, 21; 3:9; 5:10; II Pedro 1:3, 10-11).
O salmista nos ensina a evitar a companhia dos falsos e hipócritas que visam corromper nossa fé e espiritualidade. Isso implica o quanto devemos discernir cuidadosamente as pessoas com quem nos associamos e buscar relacionamentos profundos que nos fortaleçam espiritualmente. Devemos apreciar a companhia daqueles que compartilham nossa fé, que buscam a Deus sinceramente e que caminham conosco em retidão. Ao nos cercarmos de pessoas piedosas, encontramos encorajamento e apoio para mantermos nossa integridade quando saímos para evangelizar e viver a rotina do dia a dia.
Ao lavar as mãos para mostrar sua inocência, o salmista ilustra a importância de uma consciência limpa e um coração puro diante de Deus. Isso não quer dizer que seremos perfeitos no sentido de estar completamente sem pecado (Romanos 7:20), mas sim que busquemos o perdão e a purificação constantemente (I João 1:8-10). Reconhecemos nossas fraquezas e nos arrependemos de nossos erros, permitindo que a graça divina nos transforme a cada dia. Essa atitude de humildade e submissão diante de Deus é fundamental para mantermos nossa integridade espiritual.
Com esta reflexão, somos chamados a manter nossa integridade. Somos convidados a reavivar nossa fé em um mundo incrédulo! Que nossa integridade espiritual seja uma luz em um mundo escuro, confirmando e afirmando nossa identidade como filhos e filhas de um Deus Salvador, que nos ama e deseja o melhor para nós. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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533 palavras
Esse salmo está ligado aos Sl 27 e 28 … pelo tema da casa do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O salmo é uma oração apropriada para a adoração pública. Ele começa num tom menor e termina num acorde maior de louvor devotado a Deus pela direção divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 781.
1 Faze-me justiça, Senhor! Um dos chamados salmos de inocência. Bíblia de Estudo Andrews.
1-3 Ao dizer que ele era “irrepreensível”, Davi não estava afirmando ser sem pecado – isso é impossível para qualquer ser humano alcançar. Mas ele estava consistentemente em comunhão com Deus, limpando seu registro quando pecou pedindo perdão. Aqui ele implora a Deus para limpar seu nome das falsas acusações feitas contra ele por seus inimigos. Também podemos pedir a Deus que nos examine, confiando nele para perdoar nossos pecados e limpar o registro de acordo com sua misericórdia. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Faze-me justiça. O salmista pede a Deus que examine e defenda o seu caso. CBASD, vol. 3, p. 781.
Integridade. A declaração de inocência diante de uma acusação falsa não exclui o reconhecimento do pecado. O salmista reconhece sua necessidade de redenção e misericórdia (v. 11). CBASD, vol. 3, p. 781.
2 Coração. Literalmente, “rins” (ACF). A palavra era usada para designar o lugar das emoções. CBASD, vol. 3, p. 781.
3 Teu amor … Tua verdade. Davi mantém seu olhar fixado com firmeza no amor de Deus … e na Sua verdade … , que são prometidos àqueles que cumprem os preceitos da Sua aliança. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4, 5 Devemos ficar longe dos incrédulos? Não. Embora existam alguns lugares que os cristãos devem evitar, Jesus demonstrou que devemos ir entre os incrédulos para ajudá-los. Mas há uma diferença entre estar com incrédulos e ser um deles. Tentar ser um deles prejudica nosso testemunho de Deus. Pergunte sobre as pessoas de quem você gosta: “Se eu estiver com elas com frequência, me tornarei menos obediente a Deus em perspectiva ou ação?” Se a resposta for sim, monitore cuidadosamente como você gasta seu tempo com essas pessoas e que efeito isso tem sobre você. Life Application Study Bible Kingsway.
4 Homens falsos. Literalmente, “homens de vaidade”, pessoas que buscam alcançar alvos inúteis em vez de ideais verdadeiros (ve Jó 11:11). CBASD, vol. 3, p. 781.
7 Proclamar. Um coração cheio de louvor é uma das evidências da conversão. CBASD, vol. 3, p. 781.
8 Eu amo. É bom evitar o mal, mas se a religião não passar disso, a experiência é negativa. CBASD, vol. 3, p. 781.
11 Livra-me. O fato do salmista orar pelo livramento do pecado mostra que ele não pede para ser perfeito no sentido estrito da palavra. CBASD, vol. 3, p. 782.
12 Muitas vezes reclamamos de nossos problemas para qualquer um que queira ouvir e louvar a Deus apenas em particular. Quão melhor seria para nós reclamar em particular e louvar a Deus publicamente. Life Application Study Bible Kingsway.
O salmo deve levar ao exame das evidências de nossa lealdade a Deus. Ao encontrar-se num terreno plano da experiência cristã, o crente deve agradecer a Deus as evidências da salvação. É preciso cultivar o hábito de ter bons pensamentos, de evitar más companhias, de sentir-se feliz em ir à igreja. Então o crente poderá bendizer a Yahweh na assembleia dos justos. CBASD, vol. 3, p. 782.