Reavivados por Sua Palavra


HABACUQUE 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de julho de 2024, 0:50
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506 palavras

1 Do heb. massa’, um pronunciamento (ver com. de Is 13:1).

2 Até quando... ? O profeta estava angustiado por causa da pecaminosidade do povo e dos resultados que certamente se seguiriam. Pela linguagem que emprega parece que Habacuque apresentava sua perplexidade a Deus já havia algum tempo, mas Deus não o escutava, isto é, aparentemente não fazia nada para deter os males em Judá. Habacuque deixa implícito que parece estar mais interessado na retidão e na justiça do que o próprio Deus.

3 Violência. Na LXX, a última frase do v. 3 diz: ”A sentença foi dada contra mim e o juiz recebe uma recompensa.

4 Lei. Do heb. torah (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1).

Afrouxa. O profeta atribui a paralisação da eficácia da lei entre os habitantes de Judá ao fato de Deus não pôr fim à iniquidade.

5 Entre as nações. Deus passa a responder à queixa do profeta. Ele acusa Habacuque de procurar entre as nações vizinhas a que Deus usará para punir o povo por seus pecados.

Maravilhai-vos e desvanecei. Quando chegar repentinamente, a punição divina levará terror aos corações.

Em vossos dias. Uma vez que Habacuque havia perguntado “até quando” (v. 2) seria permitido que esta iniquidade continuasse, o Senhor lhe assegura que a ira divina chegaria quando os daquela época ainda estariam vivos.

6 Os caldeus. Do heb. Kasdim (ver com. De Dn 1:4). A nação de Babilônia é então revelada como o agente da ira divina que Deus suscitaria para servir ao Seu propósito.

Impetuosa. Isto prediz o rápido movimento das conquistas babilônicas, bem representadas pela figura das “asas de águia” da profecia de Daniel (ver com. De Dn 7:4).

8 Águia. Moisés havia profetizado que se Israel se desviasse de Deus, seria punido por seus pecados por uma nação que tivesse cavalos tão velozes que poderiam apropriadamente ser comparados a águias (Dt 28:47-50).

10 Amontoando terra. Uma alusão à construção de rampas ou aterros para atacar uma cidade.

11 Fazem-se culpados. Isso se devia ao fato de os babilônios atribuírem seu sucesso à própria força e habilidade, fazendo de seu poder um Deus (ver com. do v. 7) O profeta deixa implícito que a nação usada para punir a Judá seria, ela própria, punida por seus pecados.

12 Rocha. Do heb. Tsur (ver Dt 32:31; 2Sm 22:3, 47). Este título enfatiza a ideia de que Deus é um apoio seguro e inamovível para Seu povo.

14 Os peixes. Muitas vezes o justo fica tão mudo e indefeso nas mãos de um opressor ímpio quanto o peixe na rede dos pescadores.

15 Levanta. Aqui o profeta mostra figurativamente como os babilônios conquistavam as nações, sendo que o equipamento de pesca representa os exércitos caldeus. Contudo, esta mesma figura poderia representar a atividade de qualquer pessoa ímpia.

16 Oferece sacrifício. Um modo metafórico de indicar que os caldeus não reconheciam o Deus verdadeiro, mas atribuíam o sucesso à sua própria habilidade (ver com. De Hc 1:7; cf. Is 10:12, 13).

17 Esvaziando. O profeta pergunta se será permitido aos caldeus prosseguirem em suas conquistas e continuarem “esvaziando a sua rede” para enchê-la novamente com os despojos de guerra.

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1115-1157.



HABACUQUE 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de julho de 2024, 0:40
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HABACUQUE 1 – Habacuque inicia seu livro expressando perplexidade e angústia diante da aparente falta de ação de Deus perante a injustiça e violência em Judá. Habacuque clama a Deus, questionando até quando Ele permitiria tal desordem e corrupção.

A resposta de Deus, no entanto, revela a vastidão e complexidade de Seus planos: Ele estaria levantando os babilônios, um povo ainda mais impiedoso, para executar Seu julgamento contra Judá (Habacuque 1:5-11).

Essa resposta destaca a diferença fundamental entre a sabedoria divina e a compreensão humana; sendo Deus transcendente, possui perspectiva infinitamente mais ampla e profunda que a nossa. Sua onisciência permite-Lhe compreender e orquestrar eventos de maneira que nossa mente finita não pode apreender completamente. Assim, a resposta de Deus a Habacuque desafia-nos a reconhecer a limitação da nossa perspectiva.

• Não é sábio julgar acontecimentos com base em nosso limitado entendimento.

O questionamento de Habacuque sobre a justiça divina ressoa com uma luta universal presente na experiência humana: a tentativa de reconciliar a existência do mal e do sofrimento com a crença de um Deus justo e amoroso (Habacuque 1:1-4). Este dilema é um dos pilares da Teodiceia – campo da filosofia que busca justificar a justiça de Deus diante do mal no mundo.

Em Habacuque 1:12-17, o profeta inicialmente não compreende como Deus pode permitir que um povo ainda mais injusto, torna-se instrumento de Sua justiça. Este aparente paradoxo convida-nos a refletir sobre a complexidade da justiça divina para nossa mente limitada. De forma elementar, Deus não age conforme achamos como – e quando – deveria agir.

• Quando não compreendemos o agir de Deus, nosso desafio é manter a fé em Sua sabedoria e bondade, reconhecendo que nossa visão é parcial.
• A justiça divina pode envolver propósitos e desdobramentos que só serão plenamente desvendados na eternidade.

Habacuque clama por uma intervenção imediata de Deus contra a corrupção e a violência, refletindo nossa tendência humana à intolerância e à impaciência diante do mal. Em contraste, a resposta divina revela uma paciência que se estende além de nossa ínfima compreensão.

• O que parece-nos moroso é, na verdade, uma manifestação da longanimidade divina, que opera dentro de um plano eterno e perfeito (II Pedro 3:8-9).

Em termos de mudança de pensamento, a paciência divina nos convida para nossa própria transformação! – Heber Toth Armí.



NAUM 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: NAUM 3 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 3 – BLOG MUNDIAL

NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de julho de 2024, 0:50
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816 palavras

1 Cidade sanguinária. Os monumentos assírios mostram como cativos eram esfolados, decapitados, empalados vivos ou pendurados pelas mãos ou pés para morrer em lenta agonia. Essas e outras práticas desumanas revelam a crueldade dessa nação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1148

Roubo. Do heb. pereq, “um ato de violência”, denotando a violência dos assírios ao lidar com os povos conquistados. A frase final do v. 1 indica que os líderes de Nínive jamais deixaram de pilhar suas vítimas (ver Is 33:1). CBASD, vol. 4, p. 1148.

2 Estrondo. O profeta descreve aqui os sons do avanço dos exércitos sitiantes, depois de já te descrito a aparência deles (Na 2:3, 4). É como se ele ouvisse, por assim dizer, o estalar do chicote dos cocheiros o barulho das rodas dos carros, os cavalos a galope e o avanço veloz das carruagens. CBASD, vol. 4, p. 1148.

3 Multidão de transpassados. O número de mortos era tão grande que os guerreiros vivos tropeçavam nos corpos, dificultando o avanço no campo de batalha. CBASD, vol. 4, p. 1148.

4 Prostituição. Expressão usada figurativamente para idolatria (ver Ez 23:27; Os 1:2, 4:12, 13; 5:4). A idolatria foi outro motivo para a queda da Assíria. Como a idolatria Assíria se tornava abertamente imoral, designá-la como “prostituição” era duplamente apropriado (ver com. [CBASD] de 2Rs 9:22). CBASD, vol. 4, p. 1148.

5 Levantarei as abas de tua saia. Por causa das “libertinagens” de Nínive (ver Na 3:4), Deus a puniria do modo mais vergonhoso, como uma prostituta. CBASD, vol. 4, p. 1149.

6 Imundícias. Do heb. shiqquts, “coisa abominável”, geralmente usada em conexão a culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 1149.

7 Fugirão de ti. Uma figura que indica a punição extrema a vir sobre Nínive. À vista da terrível destruição, o espectador fugiria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

8 És tu melhor do que Nô-Amom. Do heb. No’ ‘Amon, a cidade do deus egípcio Amen, ou seja, a cidade de Tebas, no alto Egito (cf. Jr 46:25; Ez 30:14-16). … Naum adverte a Nínive de que, diante do Céu, ela não era melhor do que Tebas e podia facilmente encontrar o mesmo destino. Tebas havia sido destruída em 663 a.C. por Assurbanípal, rei da Assíria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

O mar. Aqui usado para se referir ao rio Nilo. No AT, os grandes rios são chamados de “mares”. A frase final significa simplesmente que o Nilo, com seus canais, constituía o “muro”, ou as defesas de Tebas. CBASD, vol. 4, p. 1149.

9 Etiópia. Ou, Cushe, principalmente a clássica Núbia, ou o Sudão moderno (ver com. de Gn 10:6). O rei que governou o Egito no tempo da destruição de Tebas foi Tanutamon, o sucessor e sobrinho de Taharca, o Tiraca bíblico. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Egito. O povo egipcio se juntou aos núbios e formaram uma força “inumerável” (2 Cr 12:3). CBASD, vol. 4, p. 1149.

13 Como mulheres. …  no sentido de não poder resistir e derrotar os exércitos sitiantes (ver com. de Os 10:5). CBASD, vol. 4, p. 1149.

14 Fortifica as tuas fortalezas. Ou seja, fortalecer lugares que podiam estar fracos nas fortificações. O profeta, em toque de ironia, manda Nínive faça todo o possível a fim de se preparar para um cerco longo e difícil. CBASD, vol. 4, p. 1149.

15 Ali. Apesar de todos os cuidados tomados para fortalecer os lugares frágeis nas fortificações, o “fogo” iria devorar a cidade. A arqueologia tem mostrado claramente que esta profecia foi literalmente cumprida. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Ainda que te multiplicas. Embora os assírios reunissem exércitos tão numerosos como as hordas de gafanhotos ou locustas, isso de nada lhes valeria. CBASD, vol. 4, p. 1149, 1150.

A locusta. Do heb. yeleq, o estágio inicial do gafanhoto (ver Sl 105:34; Jr 51:14, 27; Jl 1:4; 2:25). Evidentemente o profeta usou essa figura aqui e no versículo seguinte para mostrar que a destruição de Nínive seria repentina e completa como os gafanhotos fazem nas plantações. CBASD, vol. 4, p. 1150.

16 Teus negociantes. Nínive estava vantajosamente situada para desenvolver extenso comércio com outros países. Mas essas relações comerciais seriam de nenhum proveito para ela. A destruição causada pelos inimigos seria rápida e completa. CBASD, vol. 4, p. 1150.

17 Teus chefes. Do heb. tafsarim, … Este termo se refere a oficiais militares de alta patente, os quais são retratados, com frequência, nos monumentos. Assim como as locustas se tornam inativas e inertes no frio, também os líderes de oficiais se tornariam impotentes ante a derrocada da cidade. A única coisa que restaria ao exército assírio seria “fugir” ou perecer e desaparecer. CBASD, vol. 4, p. 1150.

18 Os teus pastores dormem. Os líderes da nação são representados como dormindo diante de suas responsabilidades, CBASD, vol. 4, p. 1150.

O teu povo se derrama. Sem os líderes, o povo de Nínive não poderia oferecer resistência aos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 1150.

19 Os que ouvirem a tua fama. Do heb shema’, “um relato” (ver Gn 29:13; Êx 23:1; Dt 2:25). Diante do relato da queda de Nínive, as nações vizinhas são retratadas como aplaudindo alegremente porque isso significaria o fim da crueldade e da opressão implacável para com outros povos. O profeta termina a sua mensagem com uma nota de certeza. O tempo de graça para a Assíria havia acabado, portanto, não haveria mais misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1150.



NAUM 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de julho de 2024, 0:40
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NAUM 3 – Além de mostrar que o arrependimento superficial não engana a justiça divina, o profeta Naum “menciona a libertação de todos os que viviam sob o poder da assíria”; assim, Naum também “relembra aos crentes que não existe uma eterna superpotência neste mundo. O Senhor está acima de todos os poderes políticos e marcou uma data para cumprir a Sua vontade” (Bíblia do Discípulo).

Considere o esboço de Naum realizado por Rodrigo Silva:

• O decreto de Deus contra Nínive (1:1-15).
• A vingança de Deus contra Nínive (2:1-13).
• O triunfo de Deus sobre Nínive (3:1-19).

A profecia que anuncia a queda de Nínive prevê a libertação de Judá do jugo opressor, anunciando um tempo de paz e celebração para o povo de Deus. Como salienta Daniel, “até que o Ancião de Dias veio e pronunciou a sentença a favor dos santos do Altíssimo” (Daniel 7:22). Naum garante que “o Senhor é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nEle confiam”, mas, para pecadores impenitentes Ele será “uma enchente devastadora”, que os “expulsará… para a escuridão”; assim, “a tribulação não precisará vir uma segunda vez” (Naum 1:7-9).

Por conta disso, o profeta declarou: “Vejam sobre os montes os pés do que anuncia boas notícias e proclama a paz! Celebre as suas festas, ó Judá, e cumpra os seus votos. Nunca mais o perverso a invadirá; ele será completamente destruído” (Naum 1:15). Tais verdade concretizam-se no final dos mil anos, conforme Apocalipse 20:1-22:6. O mesmo se aplica à restauração proferida a favor de Judá e Israel em Naum 2:2, após o terror e julgamento dos arrogantes e prepotentes pecadores (Naum 2:8-13; ver Apocalipse 6:12-17); diante da assolação vindoura contra a prostituição moral e espiritual, os fiéis serão preservados por Deus (Naum 3:1-19; ver Apocalipse 7:1-17; 16:1-19:21).

Diante do juízo proclamado por Naum, Deus eliminará o mal do planeta Terra, e nunca mais se levantará. Por conseguinte, podemos abrigar a esperança de II Pedro 3:10-13:

“O dia do Senhor… virá… Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a Terra, e tudo o que nela há, será desnudada… Todavia, de acordo com a Sua promessa, esperamos novos Céus e nova Terra, onde habita a justiça”.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NAUM 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: NAUM 2 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 2 – BLOG MUNDIAL

NAUM 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NAUM 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de julho de 2024, 0:50
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528 palavras

1 Ó Nínive. Mais de uma vez, o profeta se dirige ao povo da Assíria (ver com. [CBASD] de Na 1:14), alertando-o sobre o futuro turbulento. O contexto mostra (Na 1:1, 2:1, 8, 3:1, etc.) que o cap. 2 descreve a queda de Nínive. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1145.

3 Seus heróis. Provável referência aos que fizeram o cerco a Nínive. CBASD, vol. 4, p. 1145.

4 Carros. Do heb. rekev, veículos de duas rodas de vários tipos, puxados por cavalos. A carruagem era usada quase que exclusivamente para fins militares (ver com. [CBASD] de Gn 41:43). Embora não haja evidência arqueológica de que as carruagens eram usadas para levar funcionários do governo em missões oficiais, não há praticamente nada que indique que elas eram usadas para o transporte privado comum. CBASD, vol. 4, p. 1146.

[NC: Não há como deixar de lembrar, ao ler o verso 4, dos cruzamentos de trânsito modernos das grandes cidades, à noite. Porém, não existe nenhuma evidência de que este verso se trate de uma profecia para os tempos modernos].

Cruzam velozes. A força esmagadora dos exércitos que atacariam Nínive é aqui indicada. Uma multidão de veículos de guerra se “chocariam” uns com os outros (ver ARC). Todo o contexto deste capítulo mostra claramente que Naum estava descrevendo, em linguagem gráfica, a queda de Nínive. CBASD, vol. 4, p. 1146.

5 Os nobres. Literalmente, “seus poderosos”. Evidentemente, o rei assírio cobra de seus generais a defesa dos muros da cidade. CBASD, vol. 4, p. 1146.

6 Comportas. Alguns sustentam que a profecia teve seu cumprimento no incidente descrito pelo historiador grego Diodoro (ii.26, 27), que descreve a queda de Nínive por uma rara inundação de grandes proporções do Eufratas (ou, Tigre), que destruiu parte da muralha e abriu a cidade para os medos e os babilônios. CBASD, vol. 4, p. 1146.

7 Como pombas. Isto é, servas lamentariam como [o barulho de] pombas (ver Is 38:14; 59:11; Ez 7:16). CBASD, vol. 4, p. 1147.

Batem no peito. Bater no peito expressa tristeza profunda e comovente (ver Lc 18:13; 23:48). CBASD, vol. 4, p. 1147.

9 Abastança. Fontes gregas afirmam que os “despojos” de “prata” e “ouro”, tomados de Nínive, eram elevados em quantidade e valor. Não é de se estranhar que os conquistadores encontrassem despojos tão ricos na cidade que tinha “pilhado”tantos povos (ver 2Rs 15:19, 20; 16:8, 9, 17, 18; 17:3; 18:14-16; etc.). CBASD, vol. 4, p. 1147.

10 Vacuidade, desolação e ruina. Do heb. buqah umebuqah umebullaqah. “Destruída, deserta, despovoada” (NTLH) é uma tentativa de reproduzir a aliteração forte no hebraico que descreve a ruína de Nínive (ver com. [CBASD] de Am 5:5). CBASD, vol. 4, p. 1147.

O coração se derrete. Expressão que denota medo e desespero (ver Js 7:5; Is 13:7; Ez 21:7). CBASD, vol. 4, p. 1147.

11 Covil dos leões. Nos v. 11 e 12, o profeta emprega a figura de um leão para descrever o poder da Assíria (ver Jr 50:17; PR, 265; ver com. de Jr 4:7). Ele mostra vividamente como Nínive, através de suas conquistas, reteve despojos suficientes para o seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1147.

13 Estou contra ti. Ver Na 3:5; Jr 51:25; Ez 38:3. A destruição de Nínive chegou depois que ela atingiu o limite do tempo de graça sem mostrar arrependimento persistente. A paciência divina chegara ao fim (ver PR, 364).

O SENHOR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. CBASD, vol. 4, p. 1147.

Leõezinhos. Aqui, evidentemente, a referência é feita aos guerreiros da cidade (ver com. do v. 11). CBASD, vol. 4, p. 1147.



NAUM 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ – post corrigido
3 de julho de 2024, 0:40
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NAUM 2 – Os profetas Naum e Jonas têm Nínive como tema central em seus livros e lidam com a relação de Deus com esta cidade pagã, imoral e perversa. Ambos anunciaram o juízo divino sobre Nínive devido à sua titânica iniquidade. No tempo de Jonas, os ninivitas se arrependeram; entretanto, no tempo de Naum, não há qualquer menção de confissão de pecados.

• Jonas enfatiza a possiblidade de misericórdia de Deus em resposta ao arrependimento humano; Naum enfatiza a justiça divina e a certeza do julgamento contra uma cidade que já havia retornado à maldade após uma fase de arrependimento.
• Jonas demonstra que Deus está incrivelmente disposto a perdoar aqueles que se arrependem sinceramente, enquanto Naum ilustra que o arrependimento superficial e temporário não impede o julgamento final de Deus contra o pecado persistente.

O arrependimento genuíno abre portas da misericórdia divina, mas se for meramente uma mudança temporária, o juízo é inevitável. Jonas exemplifica a mensagem de Amós 3:7, de que Deus não “faz coisa alguma sem revelar o Seu plano aos Seus servos, os profetas”; desta forma, Deus pretende oferecer salvação aos habitantes do mundo todo. Naum, complementando, anuncia o juízo iminente para aqueles que rejeitam o evangelho eterno (ver Apocalipse 14:6-12).

“O destruidor avança contra você, Nínive!… ‘Eu estou contra você’, declara o Senhor dos Exércitos” (Naum 2:1, 13). Do começo ao fim, Deus sentencia a capital de Assíria. Rodrigo Silva explica que “Naum escreveu na forma poética, utilizando imagens e simbolismo que o fazem próximo da literatura apocalíptica. Seu tom é marcadamente hostil contra Nínive, da qual ele descreve com maestria a futura destruição. O tema da ira divina choca-se com aquelas visões mais românticas da divindade que negam descrevê-lO como juiz e vingador. Porém, é importante reconhecer que, por trás da ira do Senhor em relação à Nínive, há uma profunda preocupação pelo sofrimento de vários povos que tinham sido conquistados, mortos, escravizados e aterrorizados por esse poder estrangeiro. Ou seja, o caráter irado de Deus justifica-se no sofrimento dos justos e opressão aos mais necessitados”.

Está claro: Deus está disposto a perdoar inclusive cidades ímpias como Nínive, caso se arrependam; no entanto, a paciência de Deus tem limites e Sua justiça prevalecerá contra a contínua maldade! Portanto, vamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



NAUM 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
2 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: NAUM 1 – Primeiro leia a Bíblia

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NAUM 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

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NAUM 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
2 de julho de 2024, 0:50
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189 palavras

1 Os v. 1 a 10 foram escritos em forma de acróstico (ver sobre esse recurso, no vol. 3 [CBASD] p. 705). As primeiras 15 letras do alfabeto [hebraico] parecem ter sido empregadas, mas com algumas irregularidades. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1143.

10 Espinhos. Ver Nm. 33:55; Js 23:13. Embora o exército assírio formasse uma frente tão impenetrável como uma sebe de espinhos, Deus poderia facilmente vencê-lo (ver Is 27:4). CBASD, vol. 4, p. 1143.

Bêbados. A experiência da Assíria seria paralela à de Babilônia, em alguns aspectos (ver Dn 5:1). Em qualquer caso, não pode haver dúvida de que os assírios gostavam de festejar e de beber (ver Diodoro, ii.26). CBASD, vol. 4, p. 1145.

11 Saiu um. Referindo-se a Nínive, isso deve-se aplicar ao seu rei (ver Is 36:4-10, 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1144.

15 Boas novas. Uma exclamação de alegria pela derrota do inimigo do povo de Deus (ver com. de Is 52:7). Naum 1:15 é o primeiro versículo do cap. 2 tanto em hebraico como em siríaco. CBASD, vol. 4, p. 1144.

Celebra as tuas festas. Com o restabelecimento da paz, seria mais uma vez possível para o povo de Judá celebrar as grandes festas religiosas (ver com. [CBASD] de Êx 23:14-17; Lv 23:2; Dt 16:16). CBASD, vol. 4, p. 1144.