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445 palavras
1 Concentra-te. Uma vez que a união das pessoas aumenta a força por meio de um mesmo parecer, da confissão conjunta e da súplica a Deus, o profeta admoesta o povo a se congregar (ver Hb 10:24, 25; cf. Jl 1:14; 2:16-18).
Que não tens pudor. Se a nação não “se envergonhava”, isso significa que o povo não tinha o devido senso de culpa por seus pecados (ver Is 29:22).
3 Buscai. Dirigindo-se aos que afirmavam servir a Deus e obedecer à Sua lei, o profeta os encoraja a se apegarem firmemente a Deus.
Mansos. Os que têm caráter oposto aos orgulhosos, autossuficientes e impudentes (ver com. do v. 1; sobre o espírito de orgulho, ver com. de Mt 5:5).
Cumpris. Embora Judá tivesse se tornado um povo apóstata e degenerado, ainda havia quem permanecia leal a Deus.
Porventura. do heb. ‘ulay, “talvez”; uma expressão de esperança, súplica ou medo.
4 Gaza. Quatro cidades principais dos filisteus são mencionadas aqui para representar a totalidade daquele país (ver Am 1:6-8).
Ao meio-dia. Uma vez que esta era a hora mais quente do dia, quando seria menos provável que o inimigo atacasse, a expressão “ao meio-dia”evidentemente “inesperadamente” ou “repentinamente” (ver Jr 15:8).
7 Atentará para eles. O profeta expressa uma firme confiança de que seu povo será restaurado do cativeiro babilônico e, evidentemente, considera a derrota da Filístia como parte do preparo para esse evento.
8 O escárnio de Moabe. Os descendentes de Ló (os moabitas e amonitas) eram inimigos implacáveis dos israelitas, embora tivessem com eles parentesco de sangue (ver com. de Am 1:13; 2:1).
11 Aniquilará. Do heb. razah, “diminuir”. O profeta ansiava pelo tempo em que Deus faria com que “todos os deuses da Terra” diminuíssem, quando eles não teriam mais adoradores para lhes oferecer sacrifícios.
Ilhas. Ou, “terras costeiras”. Uma referência a países distantes aos quais se chegava por mar.
13 Assíria. Embora a Assíria parecesse próspera e florescente, o profeta predisse que ela também sofreria a ira divina (ver Is 10:12; Ez 31:3-12; o livro de Naum).
Terra seca como um deserto. A abundante fertilidade de Nínive era devida à irrigação. Quando o sistema de irrigação foi destruído, não levou muito tempo para que Nínive se tornasse uma região árida.
14 Rebanhos. É dada aqui uma descrição detalhada da “desolação” que sobreviria a Nínive (ver v. 3). Em linguagem vívida, o profeta retrata a ausência de habitantes humanos nas ruínas da cidade.
15 Confiante. Ou, literalmente, “de maneira segura” ou “tranquila”. A cidade é retratada como se não tivesse medo de ataques. Em seu orgulho, Nínive atribuía a si mesma as características de divindade: “Eu sou a única, e não há outra além de mim” (cf. Is 14:13, 14; Is 47:7; Ap 18:7).
Assobiará. Para mostrar escárnio ou desprezo (ver Jr 19:8; Mq 6:16).
Agitará a mão. Um gesto de repúdio.
REFERÊNCIA: Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 1174, 1175.
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SOFONIAS 2 – O foco profético de Sofonias é exortar quem tem acesso às suas mensagens a examinar a própria vida, a arrepender-se de seus pecados e, a viver em fidelidade a Deus, confiando em Sua misericórdia e graça.
Sofonias 2 contém uma série de advertências e juízos contra várias nações, bem como um chamado ao arrependimento ao povo de Deus. Analisando o texto à luz do contexto atual, várias aplicações podem ser extraídas para os habitantes do século 21:
Sofonias inicia com chamado ao arrependimento. Para os leitores contemporâneos, isso é um lembrete da importância de reconhecer os próprios erros, buscar a reconciliação e voltar-se para Deus, ou para os valores e princípios divinos que devem guiar a vida de cada ser moralmente criado por Deus (Sofonias 2:1-3).
O texto enfatiza a necessidade de buscar a justiça, a retidão e a humildade. No século 21, podemos entender isso como um chamado para agir com integridade, lutar contra a corrupção em nossa própria vida, promover a equidade na sociedade e defender os direitos dos vulneráveis.
A profecia aponta para as consequências de nossas ações. As revelações de juízo contra as nações vizinhas de Judá (Sofonias 2:4-15) lembram que todas as ações têm consequências. No contexto atual, isso é uma chamada à responsabilidade individual e coletiva, destacando que atos de injustiça, opressão e imoralidade trarão consequências negativas, indesejadas.
Embora o texto contenha muitas mensagens de juízo, também há uma nota de esperança àqueles que buscam a justiça e a retidão (Sofonias 2:7, 9, 11). Para os últimos dias, podemos entender a mensagem de Sofonias como um incentivo a fazer o que é certo, a praticar o bem, mesmo diante das adversidades escatológicas (Apocalipse 13:1-18). Sofonias 2:1-3 fala sobre reunir-se e unir-se com propósito nobre. Num mundo muitas vezes divido por conflitos e polarizações, essa mensagem pode ser vista como um apelo à unidade, cooperação e esforço conjunto para enfrentar os desafios que antecedem à segunda vinda dAquele que orou por unidade de Sua igreja (João 17:20-23).
Examine sua vida, arrependa-se e viva em fidelidade a Deus, confiando em Sua misericórdia e graça.
Mesmo em meio ao juízo divino, há esperança para aqueles que buscam a justiça e a retidão. Mantenha a fé e pratique o bem! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SOFONIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
SOFONIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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874 palavras
1 Palavra de Sofonias. A mensagem não era de Sofonias, mas de Deus (ver 2Sm 23:1, 2; 2Tm 3:16, 17; 2Pe 1:21).
Ezequias. O fato de se nomearem os ancestrais de Sofonias até a quarta geração, ao passo que em geral só se menciona o pai de um profeta, isso quando é mencionado um antepassado, confere peso ao ponto de vista de que esse “Ezequias”eera alguém notável, muito provavelmente o rei de Judá que teve esse nome. Além disso, o intervalo entre esses dois personagens torna possível que Sofonias fosse um trineto do rei Ezequias.
2 Sobre a face da terra. Esta expressão, especialmente quando considerada com a primeira parte do versículo, indica a severidade dos juízos então iminentes.
3 Os homens e os animais. A maldição resultante do pecado repousa não só sobre o ser humano, mas também sobre o restante da criação (Gn 3:17; Rm 8:19-22).
Ofensas. Todos os ídolos, todas as maquinações ímpias, os erros, os enganos e os “frutos”da iniquidade serão destruídos juntamente com os próprios pecadores (ver Jr 17:10; Mt 7:17-19; Rm 6:21).
4 A mão. Esta é símbolo de poder, pois é o instrumento pelo qual a pessoa exerce poder (ver Js 4:24).
O resto. Tudo o que resta de Baal. A LXX diz nesta frase: “Removerei os nomes de Baal” (ver com. de Os 2:17).
Ministrantes dos ídolos. Oficiantes idólatras nomeados pelos reis de Judá para conduzir a adoração nos lugares altos (ver com. de Os 10:5).
5 Eirados. Nos telhados planos, as famílias faziam altares para adorar os corpos celestes, ofereciam sacrifícios de animais e queimavam incenso (ver com. de Jr 19:13).
Exército do céu. Desde os tempos antigos, o Sol, A Lua e as estrelas têm sido adorados como representantes dos poderes da natureza e principais causadores dos eventos terrestres (ver Jr 8:2; 19:13; ver com. de Dt 4:19).
Milcom. O deus amonita mencionado em vários documentos antigos (ver com. de 1Rs 11:7).
6 Deixam de seguir. Aqui o profeta denuncia os apóstatas consumados, que rejeitaram a adoração ao Deus verdadeiro.
7 Dia do SENHOR. O profeta se refere à punição iminente que acompanharia a invasão babilônica (ver com. de Is 13:6). Contudo, é preciso lembrar que as “profecias de juízo impendente sobre Judá [pronunciadas por Sofonias] se aplicam com igual força aos juízos a sobrevirem ao mundo impenitente por ocasião da segunda vinda de Cristo” (PR, 389; sobre os princípios ao se fazerem aplicações para os últimos dias, ver p. 17-25).
Santificou os Seus convidados. Isto é, os babilônios são apresentados como se tivessem sido separados, de acordo com o propósito de Deus, para executar a punição dos transgressores (ver com. de Is 13:3).
8 Os filhos do rei. Os membros da família real. É muito provável que o rei Josias não tenha sido mencionado aqui porque fora leal ao Senhor (ver 2Cr 34:1, 2, 26-28).
Estrangeiras. Do heb. nakri. Talves as vestes estrangeiras indicassem a presença de hábitos e costumes pagãos entre o povo (ver Is 3:16-24). Os filhos de Israel deviam ser lembrados, por meio de seu vestuário, de que eram um povo especial, dedicado ao serviço de Deus (ver Nm 15:37-41).
10 Grito. Os babilônios são então retratados como se estivessem invadindo os lugares onde ficavam os mercadores e os agiotas.
Porta do Peixe. Esta porta provavelmente ficava na metade do muro norte da cidade. Tinha este nome porque havia ali um mercado de peixes onde os tírios vendiam essa mercadoria (ver com. de Ne 3:3).
11 Mactés. Literalmente, “o pilão”, “o moedor”, ou “o [dente]”. Muitos eruditos creem que maktesh é aqui o nome de um setor de Jerusalém. O contexto (ver v. 10) parece favorecer este ponto de vista.
12 Jerusalém. A capital e a representante de toda a nação.
Com lanternas. Uma figura que mostra a intensidade da busca que os inimigos de Judá fariam para matar ou capturar o maior número possível de pessoas.
À borra do vinho. Isto é, o povo estava endurecido em seus caminhos iníquos. os professos seguidores do Senhor nos dias de Sofonias não perceberam, como muitos cristãos não percebem hoje, que não pode haver descanso na luta espiritual neste mundo. Ninguém deve ficar satisfeito com suas atuais conquistas espirituais. Somente mostrando contínuo progresso é que se vive à altura das oportunidades concedidas por Deus. A complacência é o maior inimigo de uma viva experiência cristã.
Dizem no seu coração: O SENHOR não faz bem, nem faz mal. Um falso conceito de Deus sempre resulta em padrão errado de conduta. As pessoas aqui mencionadas era praticamente deístas. Concordavam que havia um Deus, mas O concebiam como um governante ausente que pouco se importava com Seus filhos e que prestava pouca atenção a eles. Para elas, as promessas de bênçãos e as advertências quanto a punições eram igualmente sem sentido; e Deus não era diferente dos deuses dos pagãos.
13 Mas não habitarão. Os que eram contínuos agressores da lei de Deus receberiam uma punição que seria o posto da recompensa aos fiéis ao Senhor (ver Is 65:21).
15 Aquele dia. O profeta descreve vividamente os terríveis efeitos deste dia: a ardência da “ira” de Deus (ver Is 9:19), “angústia da ira” de Deus (ver Is 9:19), “angústia e alvoroço” por parte dos seres humanos (ver Jó 15:23, 24) e dia de “escuridão e negrume” (ver Jl 2:2; Am 5:18, 20).
18 Nem a sua prata nem o seu ouro. A riqueza das pessoas não poderia comprar segurança contra a destruição (ver Is 13:17; Ez 7:19). De pouco valor são as riquezas em momentos de profunda angústia.
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SOFONIAS 1 – Pouco valor temos dado ao livro do Profeta Sofonias. Porém, ele é tão importante, relevante e interessante quanto qualquer outro livro inspirado das Sagradas Escrituras.
Russell Champlin faz a seguinte análise, que merece nossa atenção:
“Sofonias predisse a queda de Judá e de Jerusalém como acontecimentos inevitáveis (1.4-13), em face da degeneração religiosa que ali reinava. Todavia, esse julgamento local é visto pelo profeta contra o pano de fundo do quadro maior dos últimos dias, que as Escrituras também chamam de Dia do Senhor (1.4-18; 2:4-15). Por conseguinte, o propósito central do autor sagrado foi, principalmente, despertar os piedosos para que se voltassem de todo o coração ao Senhor, a fim de escaparem da condenação quando do futuro dia do juízo (2.1-3), tornando-se parte do remanescente que haverá de desfrutar as bênçãos do reino de Deus (3.8-20). Isso significa que o livro não é obsoleto para nós; antes, à medida que se aproximarem os últimos dias, mais e mais o livro terá aplicação e utilidade para nossa meditação e orientação”.
O profeta Sofonias, descendente do rei Ezequias, profetizou durante o reinado de Josias (Sofonias 1:1), porém, suas mensagens alcançam aos habitantes do mundo que vivem nos últimos dias da história humana. Considere:
• Há uma declaração de uma destruição universal, revelando a seriedade do pecado e a abrangência do julgamento de Deus tanto para os incrédulos quanto para os crentes hipócritas (Sofonias 1:2-6). Fica evidente a responsabilidade do povo de Deus em manter a pureza da adoração e a fidelidade ao Deus verdadeiro.
• Há um convite à reflexão através do silêncio. O que implica em referência diante do Senhor, pois o Dia do Senhor está próximo (Sofonias 1:7-13). Essa mensagem coincide com a primeira mensagem angélica em Apocalipse 14:6-7, que convida a humanidade, antes de terminar o tempo do fim, a temer a Deus e dar-Lhe glória, pois chegou a hora do juízo.
• Há uma descrição do grande dia do Senhor. Sendo que esse dia se aproxima, é de suma urgência a prática do arrependimento e a preparação espiritual, pois será um dia de angústia, tribulação, devastação e escuridão (Sofonias 1:14-17). O texto revela a realidade das consequências do pecado e a necessidade de buscar a misericórdia de Deus.
Diante dessas verdades, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Querido apreciador da Palavra, você que está estudando neste trimestre o livro de Marcos poderá apreciar os comentários publicados nos links abaixo:
MARCOS 1
MARCOS 2
MARCOS 3
MARCOS 4
MARCOS 5
MARCOS 6
MARCOS 7
MARCOS 8
MARCOS 9
MARCOS 10
MARCOS 11
MARCOS 12
MARCOS 13
MARCOS 14
MARCOS 15
MARCOS 16
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Texto bíblico: HABACUQUE 3 – Primeiro leia a Bíblia
HABACUQUE 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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551 palavras
2 Alarmado. O profeta que, anteriormente questionava, reconhece ser sábia a maneira de Deus tratar os seres humanos (ver com. de Hc 1:2, 12; 2:1) e humildemente admite seu erro.
Aviva. O profeta sabe que o Deus, embora fosse punir seu próprio povo por causa da apostasia, haveria de exercer seguros juízos sobre os inimigos deles. Também compreende que, no fim, Israel será redimido e toda a Terra “se encherá do conhecimento da glória do SENHOR” (Hc 2:14). Por isso, ele solicita fervorosamente a Deus que essa boa “obra”de restauração seja avivada. Com o espírito corrigido, ele não deseja de maneira menos fervorosa o sucesso do plano de Deus para Israel (ver p. 13-17) do que desejava a princípio (ver com. de Hc 1:2).
3 Deus vem. Os v. 3 a 16 apresentam um quadro sublime da vinda do Senhor em juízo para o livramento de Seu povo. O quadro é apresentado no contexto do livramento do Israel literal, mas descreve também a vinda de Cristo para inaugurar o reino de justiça (ver GC, 300; …). Numa figura impressionante, ele descreve o efeit odessa vinda sobre a natureza e sobre os ímpios. Habacuque usa exemplos do trato passado de Deus para com Seu povo a fim de ilustrar esses eventos finais da história (ver com. do v. 11).
4 Ali está velado o Seu poder. Quando o Salvador Se manifestar, as feridas do Calvário, os sinais de Sua humilhação, serão vistos como Sua mais elevada honra; ali estará Sua glória, “o esconderijo de Sua força”(ARC; ver GC, 674; ver com. do v. 3).
8 Irado. Para enfatizar o poder divino sobre toda a criação. Habacuque pergunta retoricamente se Deus estava irado com a natureza inanimada quando exibiu Seu poder.
9 Tiras a descoberto. O significado é deixar pronto para a ação. O profeta retrata o Senhor como um guerreiro (ver Êx 15:3), que prepara Seu arco para usá-lo.
10 E se contorcem. Literalmente, “se contorcem de dor”; a linguagem figurada indica um terremoto (ver Êx 19:18; Sl 114:6, 7; ver com. de Sl 114).
11 O sol e a lua. Aqui o profeta usa o evento de quando o sol e a lua se detiveram nos dias de Josué (Js 10:11-14; ver PP, 508) como ilustração da vinda do Senhor (ver com. de Hc 3:3).
13 Tu sais. O propósito da vinda do Senhor é salvar Seu povo, Seu “ungido”(ver Sl 20:5, 6; 28:8, 9).
17 Figueira. Neste versículo são previstos os efeitos da invasão babilônica: a destruição da “figueira” e da “oliveira”, tão prezadas na Palestina , junto com o igualmente necessária “vide”, com os cereais e o gado. O mesmo ocorrerá durante as cenas finais da história da Terra, quando esta será igualmente desolada (ver DTN, 122; GC, 629).
18 Eu me alegro. Por mais terríveis que sejam os eventos que este capítulo prenuncia, ele se encerra com uma consoladora e reconfortante nota de alegria e de esperança da salvação “no SENHOR”. O profeta assegura a si mesmo que, no fim, tudo ficará bem, por causa da fidelidade de Deus (ver Sl 13:5, 6; 31:19, 20; Mq 7:7). Uma vez resolvido o problema (ver p. 1153, o profeta alegremente submete sua própria vontade à de Deus.
19 Altaneiramente. O povo de Deus triunfará sobre toda oposição e habitará seguro sobre os altos da salvação (ver Dt 32:13; 33:29; Is 58:13, 14; Am 4:13). Todas as perguntas do profeta são respondidas pela fé em Deus, e Habacuque descansa satisfeito, sabendo que, por fim, o direito e a verdade triunfarão para sempre.
Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1163-1165
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HABACUQUE 3 – Até aqui ficou claro que a forma de Deus agir é bem superior à nossa forma de entender e, quando não compreendemos a justiça divina passamos a questioná-la; por fim, entendemos que a paciência divina contrasta com nossa intolerância, mas somos nós que devemos ser transformados, não Deus.
A jornada de Habacuque do desespero à esperança nos ensina lições valiosas sobre fé e resiliência em tempos de crise. Quando enfrentamos as dificuldades da vida, podemos ser tentados a nos afundar na angústia, mas a contemplação do maravilhoso caráter imutável de Deus nos oferece uma perspectiva renovada.
Quando as circunstâncias ao nosso redor parecem caóticas, lembrar-nos de que Deus está no controle traz paz ao nosso coração. Sua teofania, descrita de forma majestosa em Habacuque 3, nos lembra que Ele é poderoso para intervir na história mundial, trazendo justiça e redenção. Esta confiança é um chamado para que, em meio às trevas, elevemos nossos olhos e vejamos além do presente, aguardando com esperança a manifestação do Seu propósito.
A esperança escatológica expressa por Habacuque não é uma mera expectativa passiva, mas um convite à perseverança ativa. Num mundo cheio de incertezas, somos desafiados a viver com os olhos fixos nas grandiosas profecias/promessas da Bíblia, confiando que, assim como Deus agiu no passado, Ele continuará a agir no futuro, levando a história ao clímax: A gloriosa segunda vinda de Cristo. Esta perspectiva nos encoraja a enfrentar as dificuldades com uma fé inabalável, sabendo que nossa esperança não é em vão. A certeza de que Deus julgará o mal e restaurará a justiça nos dá força para perseverar, mesmo quando as circunstâncias parecem insuportáveis.
O cântico de Habacuque nos estimula a transformar nossa dor em louvor. Ao final do capítulo 3 de seu livro, vemos o profeta declarando que, mesmo sem recursos e alimentos, ele ainda se alegrará no Senhor. O justo certamente vive pela fé. Este é um poderoso lembrete de que a verdadeira alegria não depende das circunstâncias, mas da nossa relação com Deus. Essa postura de louvor em meio à adversidade não apenas transforma nosso coração, mas também serve de testemunho para os que nos observam, demonstrando que nossa fé é genuína e viva – esse é o segredo do reavivamento!
Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: HABACUQUE 2 – Primeiro leia a Bíblia
HABACUQUE 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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