Reavivados por Sua Palavra


AGEU 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
12 de julho de 2024, 0:50
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1195 palavras

3 Que tenha sobrevivido. Como 70 anos ainda não haviam se passado (ver com. de Ag 1:2) desde a destruição do templo, é bem provável que os mais antigos ali presentes tivessem contemplado o primeiro templo na sua infância. Alguns comentaristas creem que mesmo Ageu já fosse idoso o bastante para tê-lo visto. A notável diferença entre a magnífica “glória” do templo de Salomão e a aparência decepcionante do novo edifício deve ter trazido tristeza profunda para o povo, já sentida no lançamento da pedra fundamental 15 anos antes (Ed 3:11-13).

Nada. Flávio Josefo afirmou que o segundo templo teve apenas metade da altura do templo de Salomão e em muitos aspectos era inferior a ele (Antiguidades, viii.3.2; xv.11.1). No entanto, a principal diferença não foi de tamanho, mas a de esplendor em aparência e em ricos adornos de ouro e pedras preciosas.

4 Sê forte. Estas palavras de encorajamento foram proferidas três vezes para se dar ênfase … .

5 Aliança. O Senhor havia prometido que seria com Seu povo (Êx 29:45).

Saístes do Egito. Os filhos de Israel [descendentes de Jacó/Israel] sempre consideraram a libertação do Egito um evento excepcional (ver com. de Am 2:10).

Meu Espírito. Deus deu ao seu povo a garantia de que o Espírito Santo habitaria com eles (ver PR, 576).

6 Ainda uma vez. Ou, “ainda uma vez”. Para que as pessoas aprendessem a aceitar e a valorizar grandemente o segundo templo, Ageu previu que, no futuro, a sua glória superaria em muito a do templo de Salomão. Pelo uso da palavra “ainda”, o profeta remete a manifestações anteriores de poder do poder de Deus, incluindo, provavelmente, o tremor de terra que acompanhou a promulgação da lei no monte Sinai (ver com. de Sl 68:7, 8).

7 Farei abalar todas as nações. Uma vez que o profeta contemplava o primeiro advento do Senhor, esta é, provavelmente, uma referência à queda das nações e dos impérios que tiveram lugar após o período de Ageu (ver v. 21, 22).

… farei abalar todas as nações e as coisas preciosas de todas as nações virão (ARA). ARC: “… e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, …”.

Desejado (ARC). Do heb. chemdhah, de chamad, “desejar”. O “desejado de todas as nações”foi ao segundo templo – construído por Zorobabel e, mais tarde, reconstruído por Herodes, o Grande – quando Cristo ensinou e curou em seus recintos.

Virão. Este verbo está no plural em hebraico, embora o sujeito, chemdhah, “desejado” (ver acima), esteja no singular. Alguns tradutores mudaram chemdhah, “desejado”para chamudhoth, “coisas desejáveis”ou “preciosas”, para que o seujeito pudesse concordar com o verbo no plural. Contudo, isso destrói a significação messiânica consagrada pelo tempo, contida nesta passagem. Se for necessário fazer uma alteração no hebraico, a fim de garantir a concordância entre o sujeito e o predicado, o contexto sugere que o verbo fique no singular para concordar com sujeito, chemdhah. [Explicação de porque são tão diferentes as versões da ARA e da ARC para este verso e qual a melhor tradução.]

Encherei … esta casa. Isto se cumpriu quando Cristo foi ao templo (ver Ml 3:1; Jo 2:13-16). O local para o qual Cristo veio é, frequentemente, chamado de templo de Herodes (ver com. de Lc 3:1; Jo 2:20; GC, 23, 24). Em tempos antigos, e ainda hoje, os judeus comumentemente têm se referido ao templo de Salomão como o primeiro templo; e como segundo templo o que foi reconstruído sob Zorobabel até sua destruição, em 70 d.C.

8 Prata. Deus não pede aos homens que Lhe deem ofertas porque necessitam de dinheiro, mas para que recebam a bênção de ofertar e desenvolvam um caráter semelhante ao Seu (ve DTN, 20, 21). “O dar continuamente faz com que a avareza morra de inanição”(T3, 548). Dos judeus dos dias de Ageu, pode-se aprender a lição de que Deus não pode abençoar os que não conseguem render-Lhe aquilo que é necessário para Seu serviço (ver Ag 1:5-11).

9 Glória. Por causa da presença de Cristo, a “glória”do segundo templo (ver com. do v. 7) foi maior que a do primeiro. O segundo templo foi honrado com a presença viva dAquele em quem “habita … toda a plenitude da Divindade”(Cl 2:9). Deus tinha planos especiais para os judeus após o retorno do cativeiro (ver p. 14-17).

Paz. A presença do Príncipe da paz traria à humanidade todas as bênçãos que acompanham a paz (ver com. de Jr 6:14). O anúncio do nascimento de Jesus, feitos pelas hostes angélicas aos pastores de Belém, foi uma mensagem de paz: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (Lc 2:14).

12 Carne santa. Isto é, a carne de certos sacrifícios de animais (ver Lv. 6:25).

Não. O que tocava a “carne santa”tornava-se santo (ver Lv 6:27), mas o vestuário de alguém que estivesse carregando a carne santa não comunicava sua santidade a outras coisas.

13 Impuro. Grave impureza cerimonial vinha do contato com um corpo morto (ver Nm 19:11). Tudo o que a pessoas contaminada tocava se tornava impuro.

14 Assim é este povo. Aqui o profeta dá a interpretação dos v. 11 a 13. Não só os exilados em si, mas também tudo o que suas mãos tocavam trazia-lhes maldição divina em vez de bênção. A desobediência deles, em não construir a casa do Senhor, era sua contaminação. Esta mensagem é, com certeza, uma reprovação à ação anterior do povo.

Oferecem. Evidentemente, esta é uma referência ao altar que os exilados construíram quando os primeiros ali chegaram (ver Ed 3:2). Seguindo a analogia de Ageu 2:12, fica claro que o altar sagrado não podia nem pode santificar as ações profanas dos adoradores.

16 Medidas. Os “montões” eram de grãos, que quando debulhados, rendiam apenas metade do que se esperava. Esta escassez na colheita representava o castigo de Deus sobre o povo por causa da negligência.

Lagar. Do heb. yeqev, uma prensa para vinho ou óleo. Geralmente, consistia de dois reservatórios em forma de cavidade, escavados na pedra ou no chão. O primeiro ficava numa parte superior, na qual as uvas ou azeitonas eram esmagadas. Por meio de um canal, o reservatório superior era ligado ao inferior, do qual o vinho ou o óleo eram retirados.

19 Não têm dado os seus frutos. Parece evidente que a seca (ver Ag 1:9, 10) ainda prevalecia no momento em que a mensagem foi dada. Normalmente, a estação chuvosa começaria um ou dois meses antes (ver vol. 2, p. 94). Embora não houvesse sinal algum de crescimento ou germinação pelo qual se pudesse prever o rendimento, Ageu profetizou abundância (ver Dt 28:2, 3).

Este dia. Isto é, o dia de sua obediência [do povo].

20 Segunda vez. O livro se encerra com a promessa de restauração para a casa de Davi, sob a liderança de Zorobabel (v. 21-23).

22 Derribarei. O Senhor se apresenta aqui como Aquele que exerce autoridade sobre todas as nações da Terra que se aplicaram a opor aos Seus propósitos.

23 Te farei como um anel de selar. Do heb. chotcham, um “selo”, considerado um objeto de grande importância, autoridade e valor (ver Jr 22:24). Essas maravilhosas palavras da promessa a Zorobabel deveriam prover encorajamento para todos os filhos de Deus. “Deus não permite” que um de Seus leais obreiros seja deixado sozinho na luta contra grandes desvantagens nem que seja vencido. Ele preserva como joia preciosa todo aquele cuja vida está escondida com Cristo em Deus.

SENHOR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. Estas palavras de promessa são ditas pelo Comandante dos exércitos do universo; são, portanto, uma garantia de que Suas promessas serão cumpridas.



AGEU 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de julho de 2024, 0:40
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AGEU 2 – O templo de Salomão havia sido destruído em 586 a.C. pelos babilônios, e a reconstrução enfrentava muitos desafios após o retorno dos judeus do exílio, incluindo apatia e desmotivação do próprio povo de Deus. Ageu e Zacarias foram divinamente levantados para encorajar o povo e retomar a obra da reconstrução do templo (Esdras 5:1-2).

• Nesse contexto, uma das motivações divinas para o povo foi declarar o envio do “Desejados de Todas as Nações”, expressão única na Bíblia, carregada de significado; a qual faz referência direta ao Messias, Jesus Cristo, cuja vinda traria paz e glória ao templo e ao mundo inteiro (Ageu 2:1-7).

• Essa promessa parece paradoxal, visto que o segundo templo, em termos físicos e materiais, não possuía a mesma magnificência do templo antigo. No entanto, a glória maior referida aqui está relacionada à presença do próprio Messias, que estaria presente no templo. Jesus, durante Seu ministério terrestre, ensinou e realizou milagres no segundo templo, trazendo consigo a presença divina, cumprindo assim a profecia de Ageu (Ageu 2:8-23).

Jesus como “O Desejado de Todas as Nações” reforça a centralidade de Cristo na história da salvação da humanidade. A profecia de Ageu aponta para a encarnação de Cristo, à vinda dAquele que traria a verdadeira paz e reconciliação entre Deus e os pecadores.

A promessa de paz em Ageu 2:9 tem uma dimensão escatológica. Jesus é o Príncipe da Paz (Isaías 9:6); embora em sua primeira vinda Ele inaugura o Reino de Deus, a paz plena será realizada em Sua segunda vinda, quando todas as coisas serão restauradas. Mas, também aponta para o fim do milênio, quando a glória de Deus encherá não apenas um templo físico, mas todo o cosmo.

A promessa de glória e paz associada à vinda do Messias não só encorajou aos pobres exilados a reconstruírem o templo, mas também apontou para uma realidade maior, onde Cristo traria a verdadeira redenção e paz.

• A glória do segundo templo não reside em sua estrutura física, mas na presença de Jesus, que trouxe e trará a plenitude da verdadeira glória e paz no mundo.
• Desfrutamos vislumbres dessa paz quando Cristo Se torna realmente o Desejado de nosso coração!

Diante disso, precisamos permitir que a mensagem de Ageu reavive nosso desânimo! – Heber Toth Armí.



HOJE COMEÇAMOS A LER AGEU!
11 de julho de 2024, 6:00
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AGEU 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
11 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: AGEU 1 – Primeiro leia a Bíblia

AGEU 1 – BLOG MUNDIAL

AGEU 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



AGEU 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – inclui contexto histórico e tema do livro
11 de julho de 2024, 0:50
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1020 palavras

Contexto histórico do livro de Ageu. Quando Ciro, o Grande, conquistou a Babilônia (539 a.C.), … seu decreto … permitiu o retorno dos judeus e a reconstrução do templo em Jerusalém (Ed 1:1-4). Aproveitando esse decreto, um grupo relativamente pequeno de exilados, sob a liderança de Zorobabel (ou Sesbazar; ver com. de Ed 1:8), descendente de Davi, voltou para sua terra natal e, pouco depois, lançou os alicerces do segundo templo (Ed 2:64; 3:1-10). … Contudo, após um início promissor, o trabalho no segundo templo gradualmente diminuiu até ao ponto de praticamente cessar, em grande parte, devido à oposição contínua e ao impedimento dos samaritanos (ver Ed 4:1-5). Os desanimados exilados se voltaram ao cultivo de suas terras e à construção de suas casas. Aqueles que pranteavam enquanto era assentada a fundação do segundo templo (ver com. de Ed 3:12) pouco sabiam a que proporções chegaria seu exemplo em levar desânimo a todos que se esforçavam para restaurar a casa de Deus. … Quando interromperam o trabalho na casa de Deus e voltaram sua atenção para suas próprias casas e terras, o Senhor os visitou com uma seca e os confrontou com reveses em todos os seus planos. Por mais de um ano o templo foi totalmente negligenciado. Nesse período, o falso Esmerdis [o “destruidor de templos”] foi morto por Dario, que assumiu o trono e anulou os seus decretos [inclusive o de paralisação das obras do templo de Jerusalém]. … Sob a liderança inspiradora dos profetas Ageu e Zacarias, de Zorobabel, governador dos judeus, e do sumo sacerdote Josué (Ed 5:1, 2; 6:14), as pessoas prosseguiram com energia e zelo e concluíram a construção no ano sexto de Dario (Ed 6:15). Assim, do ponto de vista dos resultados aparentes e imediatos, Ageu deve ser contado entre os mais bem-sucedidos profetas.

Tema do livro de Ageu. As quatro mensagens que constituem o livro de Ageu foram idealizadas para despertar o abatido espírito do povo e inspirá-lo a realizar grandes coisas para Deus. Ageu compreendia a importância do templo como a sede visível da presença de Deus e como o forte vínculo necessário para manter a nação unida na fidelidade à aliança e em obediência à lei. Ageu incentivou o povo de Deus a empregar todos os esforços na reconstrução do templo.

Em sua totalidade, a mensagem de Ageu encontrou uma resposta pronta e fervorosa da parte dos líderes e do povo, maior do que a de qualquer outro profeta. Em contraste, a mensagem de Jeremias foi completa e abertamente repudiada. … Se a aceitação imediata da mensagem fosse considerada a medida do sucesso de um profeta, Ageu seria o mais bem-sucedido. O nobre espírito dos líderes e do povo é altamente digno de aceitação hoje.

Foi o espírito de cooperação genuína que levou, dentro de um período extremamente curto, à conclusão da casa do Senhor. O mesmo espírito, em nossos dias, levará à conclusão da casa espiritual de Deus e ao estabelecimento do Seu reino eterno (1Pe 2:5; cf. Mt 24:14). Se o espírito manifestado pelos judeus nos dias de Ageu tivesse permanecido, as gloriosas promessas feitas aos pais pelos profetas logo teria encontrado seu cumprimento e o Messias teria vindo (PR, 703, 704), morrido e iniciado Seu reino eterno (ver vol. 4, p. 14-19). A mensagem de Ageu para a igreja hoje não é apenas de advertência e admoestação, mas também de grande encorajamento.

1 Dario. O segundo ano de Dario Histapes foi 520/519 a.C, … .

Primeiro dia. O dia da festa da lua nova (ver com. de Nm 28:11, 14), um momento adequado para exortar quanto à importância da construção do templo … .

Zorobabel. Ver Ed 3:8. Ele também era conhecido como Sesbazar (ver com. de Ed. 1:8).

Governador. Do heb. pachah, “um governador subordinado”, que estava sob um sátrapa. Embora Zorobabel, como membro da casa de Davi, tivesse uma liderança política em Judá, ele a possuía apenas como o representante de um governo estrangeiro.

2 Não veio ainda o tempo, … em que a Casa do SENHOR deve ser edificada. O povo apresentou este falso argumento por seu fracasso em realizar a reconstrução do templo. Eles, aparentemente, se equivocaram na interpretação da profecia dos 70 anos de Jeremias, dizendo que o período de cativeiro não havia se completado totalmente. … Acreditavam que as dificuldades que os impedia de reconstruir o templo eram uma forma de reprovação de Deus por sua pressa prematura. Porém, o fato de Dario ter anulado a proibição de Esmerdis, o usurpador, para a construção do templo … deveria ter dado aos judeus todo o incentivo para retomarem o trabalho na casa do Senhor … .

4 É tempo de habitardes vós em casas apaineladas … ? Deus repreende os judeus por permitirem que sua vida confortável em casas bem equipadas os cegasse para a necessidade de reconstruírem o templo. Frequentemente as pessoas estão atentas às suas necessidades materiais e cegas para as espirituais, ao mesmo tempo em que não enxergam as carências da obra de Deus na Terra. Quanto mais adiam a construção da casa espiritual do Senhor (1Pe 2:5), mais sua conclusão será retardada.

Apaineladas. Do heb. safan, “cobrir”, ou “apainelar [com madeira]” (cf. Jr 22:13-15).

Considerai. O Senhor sempre apela a uma reflexão séria e à razão por parte do ser humano (ver com. de Is 1:18).

6 Semeado muito. Os trabalhadores da nação, durante a seca anterior, tiveram um retorno escasso porque Deus reteve Sua bênção (ver Ag 2:15-17; cf. Dt 28:38-47; Pv 11:24).

8 Monte. Pode referir-se à região montanhosa perto de Jerusalém, possivelmente às “matas do rei” (ver com de Ne 2:8), onde a madeira seria rapidamente conseguida.

9 Esperastes muito. Evidentemente os exilados que regressavam tinham grandes esperanças de paz e prosperidade em seu retorno a Judá, mas estavam despreparados para as dificuldades que enfrentariam.

Por quê? De forma proposital, o povo é informado de que o fracasso de suas lavouras não é devido a causas naturais apenas, mas ao Deus que controla as forças da natureza, cuja “casas” haviam negligenciado.

Corre. Uma expressão idiomática que indica a ânsia e a pressa com que os judeus estavam construindo casas espaçosas e confortáveis para si.

10 Retêm. A seca foi tão grave que até mesmo o orvalho foi retido.

11 Fiz vir. O profeta deseja deixar claro que a seca não foi provocada apenas por causas naturais, mas foi causada por Deus para mostrar ao povo o erro de seus caminhos.

12 Atenderam. O apelo de Ageu foi eficaz (v. 12-15), e o trabalho de restauração foi diligentemente retomado.

13 Eu sou convosco. O arrependimento do povo é aceito, e Deus garante a Sua proteção (ver Sl 23:4; 91:15; Is 43:2). Assim que o povo decidiu obedecer ao Senhor, as mensagens de reprovação foram substituídas por palavras de encorajamento. A certeza da presença de Deus com o povo lhes deu a promessa de todas as demais bênçãos, pois elas estão determinadas a acompanhar a presença de Deus.

14 E se puseram ao trabalho. Literalmente, “executaram o trabalho”, ou, “fizeram o trabalho”. O povo foi mobilizado à ação e deu atenção às mensagens do Senhor.

15 Vigésimo quarto dia. A mensagem anterior de Ageu fora dada no “primeiro dia do mês”(v. 1). Considerando o tempo necessário para o planejamento e a coleta de materiais, a resposta do povo de Jerusalém e de Judá foi rápida.

Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1181-1185



AGEU 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de julho de 2024, 0:40
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AGEU 1 – As profecias de Ageu foram entregues durante o período pós-exílico, quando os judeus retornaram do cativeiro babilônico e começaram a reconstruir Jerusalém e seu templo. O profeta Ageu iniciou seu ministério em 520 a.C. incentivando o povo a retomar a construção do templo, que havia sido interrompida por cerca de 16 anos devido à oposição e desmotivação.

Ageu incentivou a importância do templo como símbolo da presença de Deus e alertou sobre as consequências da negligência espiritual. Suas mensagens foram diretas e urgentes, levando o povo a retomar e concluir a obra do Senhor. A cronologia neste texto é relevante para a compreensão da sua mensagem.

• 1º dia do sexto mês do 2º ano do reinado de Dario (Ageu 1:1):

A palavra do Senhor veio por meio do profeta Ageu a Zorobabel e Josué.
Início da profecia de Ageu.

• Entre o 1º e o 24º dia do sexto mês (Ageu 1:2-13):

O povo que retornara do exílio babilônico declarava que ainda não era o tempo de reconstruir a Casa do Senhor.
O Senhor questiona o povo sobre sua negligência e descreve as consequências: Colheitas pobres, fome, sede, frio, salários insuficientes, etc.
O Senhor ordena que o povo suba ao monte, traga madeira e construa o templo.
Zorobabel, Josué e o restante do povo obedecem e temem ao Senhor.
Ageu transmite a mensagem de encorajamento do Senhor: “Eu estou com vocês”.

• 24º dia do sexto mês do 2º ano do reinado de Dario (Ageu 1:14-15):

Deus encoraja Zorobabel, Josué e todo o povo.
O povo reage à mensagem de Ageu e ao encorajamento de Deus.
Inicia o trabalho de reconstrução do templo do Senhor.

Há várias lições sobre esse texto:

• Os planos e tempos de Deus diferem dos nossos; então, devemos estar atentos à Sua direção.
• É fácil aos seres humanos priorizar suas próprias necessidades e desejos sobre as prioridades de Deus, portanto precisamos das mensagens de Ageu.
• Os líderes atentos à vontade de Deus guiam as pessoas de acordo com os planos divinos.
• A liderança piedosa e obediente pode inspirar e influenciar positivamente os liderados.

Deus não apenas nos chama à ação, mas também nos encoraja e motiva, mostrando-nos que nossa obediência a Ele traz tanto bênçãos espirituais quanto materiais. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SOFONIAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
10 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: SOFONIAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

SOFONIAS 3 – BLOG MUNDIAL

SOFONIAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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SOFONIAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de julho de 2024, 0:50
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625 palavras

1 Ai. Passando a falar a Jerusalém, Sofonias a adverte de que a punição de Deus para os ímpios incluiria também os pecadores impenitentes de Judá (v. 1-5).

3. Leões rugidores. Os líderes de Judá devoravam o povo como presa (ver Pv 28:15). Durante a minoridade do rei Josias tal procedimento seria comparativamente fácil.

4 Profetas. Isto é, os falsos profetas (ver Mq 2:11; 3:5).

Levianos. Literalmente, “insolentes” ou “dissolutos.

Profanam o santuário. Os sacerdotes ímpios não faziam diferença entre o sagrado e o profano (ver Ez 22:26).

Lei. Do heb. Torah (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1). Os sacerdotes deviam ser os guardiões dos ensinos de Deus e os disseminadores da luz da verdade divina (ver com. de 2Cr 15:3); mas, em vez disso, eram precisamente eles que desviavam o povo da lei de Deus.

5 No meio. Os transgressores recebem um severo lembrete de que Deus sempre está entre eles, testemunhando de Sua justiça através do templo, de seus serviços e de seus verdadeiros adoradores, removendo assim qualquer desculpa para a desobediência à Sua vontade.

6 Exterminei. Os transgressores sabiam que, no passado, o Senhor havia exterminado nações ímpias, como os cananeus, quando os israelitas tomaram posse da terra prometida e, também o reino do norte de Israel, que foi destruído pela Assíria. Assim Judá, juntamente com outras nações, é aqui advertida da punição de Deus como resultado do pecado.

Ninguém que as habite. Esta profecia se cumpriu durante o cerco final a Jerusalém, mesmo antes de a cidade cair (vem com. de Jr 32:43). A linguagem empregada simplesmente significava que Judá seria assolada.

Eles se levantaram de madrugada. Um idiomatismo hebraico que significava fazer algo com intenso desejo ou determinação (ver com. de Jr 7:13).

8 Esperai-me, pois. Como os pecadores não queriam se arrepender, o castigo divino seria certo.

Os massoretas (ver vol. 1, p. 10-12) notaram que este é o único versículo em todo o AT que contém todas as 22 letras do alfabeto hebraico.

9 Então. Esta passagem claramente indica um tempo de restauração para Israel.

10 Etiópia. Do heb. Kush (ver com. de Sf 2:12).

Sacrifícios. Do heb. minchah, aqui usado como um presente ofertado a Deus (ver com de Lv 2:1).

11 Naquele dia. O profeta indica um tempo futuro quando as pessoas servirão ao Senhor com sinceridade e de todo o coração.

Tirarei. Naquele dia, serão destruídos os que de forma soberba e autossuficiente andaram em seus próprios caminhos e confiaram no que é material e secular, em vez de confiar em Deus (ver Is 2:12-22).

12 Modesto. Do heb. ‘ani, traduzido como “humilde” (Zc 9:9) e “aflitos” (Sl 9:12). O profeta está descrevendo as qualificações de caráter dos remanescentes. Era propósito de Deus que não se encontrasse entre Seus filhos nenhum indivíduo que exaltasse a si mesmo ou que fosse autossuficiente e vaidoso.

14 Filha de Sião. Isto é, Jerusalém (ver com. de Is 1:8).

16 Afrouxem. Do heb. rafah, “afundar”, “deixar cair”, ou “baixar”. “Afrouxar os braços” é uma expressão idiomática que significa “desanimar-se” ou “perder a coragem”.

17 Com júbilo. A NTLH diz: “Ele cantará”. A medida do amor e da alegria que Deus terá em relação a Seu povo é tal que Deus é apresentado como se estivesse cantando.

18 Entristecidos. Enquanto estavam no exílio, os fiéis de Deus foram privados de frequentar as festas sagradas (ver Os 2:11). Pela fé, o profeta espera o tempo em que os verdadeiros filhos de Deus estarão reunidos para adorá-Lo, sem ser perturbados por qualquer “opróbrio”.

19 Salvarei os que coxeiam. A obra do Senhor sempre é ajudar os que necessitam, aqueles que talvez estejam tropeçando ao longo do caminho da vida. Deus espera que cooperemos com Ele ao estendermos essa ajuda a outros (ver T6, 458).

20 Eu vos farei voltar. O profeta encerra seu livro com um glorioso quadro de promessa, enfatizando a futura restauração do cativeiro babilônico (ver p. 18, 19).

Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1176-1178.



SOFONIAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de julho de 2024, 0:40
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SOFONIAS 3 – Apesar de pequeno, o livro de Sofonias contém uma grande mensagem, poderosa e relevante para os dias atuais.

Em Sofonias 3 somos confrontados tanto com a severidade do julgamento divino quanto com a esperança de restauração e redenção. Note estes dois aspectos:

• Um quadro sombrio do julgamento divino: Sofonias 3 começa com uma denúncia veemente contra Jerusalém, a “cidade rebelde, impura e opressora”. A corrupção e a injustiça permeavam todos os níveis da sociedade. Os líderes eram como “leões que rugem”, os juízes “lobos vespertinos” que nada deixavam para o amanhecer. Os profetas eram “irresponsáveis… homens traiçoeiros” e, os sacerdotes profanavam “o santuário” e faziam “violência à lei” (Sofonias 3:1-4).

Esta descrição de uma sociedade corrompida e injusta é tristemente familiar no contexto atual. Em muitos lugares do mundo, vemos líderes políticos que abusam do poder, sistemas judiciais que falham em garantir a justiça, e líderes religiosos que traem a confiança de seus seguidores. A mensagem de Sofonias é um lembrete severo de que tais comportamentos não passam despercebidos aos olhos de Deus.

O julgamento divino será inevitável àqueles que persistem na injustiça e na corrupção. Sofonias 3:7 destaca a paciência de Deus e Sua disposição de perdoar e restaurar, mas Sua justiça não pode ser eternamente adiada. Porquanto, Deus declara: “O mundo inteiro será consumido pelo fogo da minha zelosa ira” (Sofonias 3:8).

• Um quadro brilhante de esperança provida por Deus: Sofonias 3 não termina com a condenação. Deus promete restaurar os povos, purificar os lábios para que todos possam invocar o Seu nome e servi-Lo de comum acordo (Sofonias 3:9). Tais palavras de purificação e unidade são raios brilhantes em meio às trevas do julgamento.

A restauração vai além de Israel, envolve todas as nações. Os que se dispuserem a servir a Deus lhe “trarão ofertas”. Os “mansos e humildes”, refletindo a Cristo (Mateus 11:29), serão preservados, pois permitiram ser transformados de seu orgulho e altivez (Sofonias 3:10-12). Sofonias 3:13 refere-se ao remanescente fiel, fazendo eco aos 144.000 que não se achou engano em sua boca (Apocalipse 14:1-5).

Sofonias conclui com uma celebração da alegria e amor de Deus pelo Seu povo; com uma das mais belas imagens bíblicas de Deus como Salvador amoroso e jubiloso!

Alegremo-nos com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



SOFONIAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: SOFONIAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

SOFONIAS 2 – BLOG MUNDIAL

SOFONIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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