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Texto bíblico: II CRÔNICAS 20 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/20
No capítulo 20 de Crônicas somos imediatamente convidados a ver como um filho de Deus deve reagir aos desafios da vida. Tão logo um inevitável infortúnio se apresenta diante de Josafá ele, de pronto, se apresentou diante de Deus em busca de refúgio. Diante da iminente batalha contra tropas inimigas o ato de fé do rei Josafá foi expresso na promoção de um jejum nacional em busca pelo Senhor. Esse sem dúvidas foi um ato de grandeza maior mesmo que os exércitos inimigos em torno de Jerusalém.
Tal jejum revelou a sua certeza de que não era a força física o que eles necessitavam para a vitória, mas o poder que está acima de qualquer fonte de vigor proveniente desta terra. Disto aprendemos que o reconhecimento humano de sua nulidade é condição necessária para o agir divino em sua completude. Neste segmento, umas das grandes belezas desta história é que o local da peleja que representaria o vale da morte ao povo de Deus passou a chamar-se o vale da Benção.
Isael Santos Souza Costa
Professor, Seminário Latino Americano de Teologia, Bahia, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/20
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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571 palavras
1 filhos de Moabe … Amom. Os descendentes desses inimigos continuaram sendo uma ameaça a Israel após a volta do exílio babilônico (Ne 2.19; 4.1-3,13) (Bíblia de Genebra).
3 Josafá teve medo. Não há problema em se ter medo diante do perigo; errado é sucumbir ao medo. Pessoas fortes e corajosas muitas vezes sentem medo; mas, apesar do temor, elas seguem adiante e agem resolutamente (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 277).
3-4,9 apregoou jejum. Josafá reagiu imediatamente convocando Judá a um jejum e a buscar o Senhor. Esses atos relembram a oração dedicatória de Salomão (20.18-19). […] Josafá aplicou a oração dedicatória de Salomão explicitamente à sua situação (Bíblia de Genebra).
10 não permitiste. Foi ordenado a Israel que poupassem os edomitas por serem filhos de Esaú, o os moabitas e amonitas. Ver Dt 2:4, 5, 9, 19; Nm 20:14-21. (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 277).
15 Talvez não lutemos contra um inimigo armado, mas todo dia batalhamos contra a tentação, pressões e “governantes … deste mundo tenebroso” (Ef 6.12) que querem que nos rebelemos contra Deus. Lembre-se que como crentes nós temos o Espírito de Deus em nós. Se clamarmos pelo auxílio de Deus quando enfrentarmos dificuldades, Deus lutará por nós. E Deus sempre triunfa. Como podemos deixar que Deus lute por nós? (1) Pela conscientização de que a batalha não é nossa, mas, sim, de Deus; (2) pelo reconhecimento das limitações humanas e pela permissão que o poder de Deus atue através de nossos medos e fraquezas; (3) Certificando-se que estamos buscando os interesses de Deus e não nossos próprios desejos egoístas; (4) Pedindo a Deus que nos auxilie em nossas batalhas diárias (Life Application Bible Kingsway NIV).
20-30 A estratégia o resultado dessa batalha formam um contraste notável com a batalha anterior de Josafá (Bíblia de Genebra).
23 Depois de os amonitas e moabitas terem destruído o exército de Edom, parece ter havido contendas entre si acerca dos despojos, as quais trouxeram à tona antigas animosidades tribais (Bíblia Shedd).
36 navios que fossem a Tarsis. NVI: navios mercantes. Hebraico: “de navios que pudessem ir a Társis (comentário NVI). Isto é, navios do tipo transoceânico, que habitualmente iam a Társis, provavelmente na Espanha. No caso, a viagem seria para Ofir (talvez na Índia), cf. 1 Rs 22.49.
Eziom-Geber. Este porto marítimo de Salomão era também seu centro de refinação de cobre. É o gêmeo do atual porto de Elate, em Israel, no golfo de Aqaba, reconhecido como ponto altamente estratégico (Bíblia Shedd).
37 os navios se quebraram. Talvez saíram direto dos estaleiros, apanhando uma tempestade súbita no meio do golfo rochoso. O melhor plano resultará em fracassos e decepções, quando realizado em conformidade com aqueles que não pertencem a Deus. Os crentes fariam bem em não se comprometerem com as forças do mundo, por mais vantajoso que pareça (Bíblia Shedd).
Procuramos desastre quando entramos em sociedade com não crentes em Deus porque nossos fundamentos diferem (2 Co 6.14-18). Enquanto um serve ao Senhor, o outro não reconhece a Sua autoridade. Inevitavelmente aquele que serve a Deus será confrontado com a tentação de comprometer seus valores. Quando isso acontece, o desastre espiritual acontece. Antes de firmar uma sociedade, questione: (1) Quais são os meus motivos? (2) Que problema estou tentando evitar ao buscar esta parceria? (3) Esta sociedade é a melhor solução ou é apenas uma solução rápida ao meu problema? (4) Eu já orei ou pedi a outros para orarem por a orientação? (5) O meu parceiro e eu realmente buscamos os mesmos objetivos? (6) Estou pronto a conseguir menores ganhos por obedecer à vontade de Deus? (Life Application Bible Kingsway NIV).
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II CRÔNICAS 20 – As dificuldades de vida parecem promover nossa espiritualidade. Quando buscamos a Deus, os grandes desafios e crises que enfrentamos neste mundo são excelentes oportunidades para Ele revelar Seu poder e vantagens de O buscarmos.
II Crônicas 20 ensina-nos a fazer jejuns coletivos; a convidar outras pessoas para juntos buscarem a Deus; a orar confiantemente reconhecendo Quem Deus é, o que Ele fez e o que pode fazer; a depender do tempo e da forma do Espírito Santo agir; a participar da adoração a Deus frente aos desafios da vida; a agir em sintonia com Deus na busca pela vitória completa; e, a ser grato por Deus conceder vitória e paz.
No texto, a coligação transjordanenses de Moabe, Amom e do monte Seir travou uma guerra desproporcional contra Judá sem causa justa (II Crônicas 20:10-12). Após a consagração do rei Josafá juntamente com o povo que viera de todas as cidades de Judá e juntos clamarem a Deus, o Espírito Santo “veio sobre Jaaziel” com orientações que resultariam em vitória para o exército que de madrugada sairia ao deserto de Tecoa e cantaria louvores a Deus.
Diante da orientação profética, foram os cantores do templo que lideraram o exército, não os capitães militares treinados para a batalha. Além disso, a música não era de batalha, nem exaltava a justiça ou a soberania divina; a letra rezava: “Deem graças ao Senhor, pois o Seu amor dura para sempre” (II Crônicas 20:20-21). Tem lógica?
A vitória ficou para o povo que buscou a Deus e confiou piamente em Suas orientações sem lutar; pois a luta se deu entre os aliados, que se autodestruíram (II Crônicas 20:22-30); mesmo que nem Josafá nem o povo eram perfeitos diante de Deus (II Crônicas 20:31-37). Tudo isso nos evidencia que:
• Não importa o tamanho do problema, Deus é maior e sabe como resolvê-lo.
• Não importa quão pequenos somos, Deus pode conceder-nos Seu favor.
• Não importa se a lógica divina seja aparentemente absurda, ela tem mais lógica que nossa forma de ver as coisas.
• Não importa se não somos perfeitos; se perfeitamente buscarmos ao Senhor, graciosamente seremos atendidos e surpreendidos.
Se hoje buscarmos verdadeiramente ao Senhor, nosso dia será bem diferente do que seria sem dependência dEle. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 19 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/19
Ontem, vimos que os planos de Deus prevalecem, mesmo com as consequências e baixas resultantes de falhas na sua implementação pelos seres humanos.
Ao retornar a Jerusalém, o profeta Jeú repreendeu Josafá por ajudar os iníquos e amar aqueles que odeiam o Senhor. Jeú disse que ele suportaria consequências por suas decisões, embora houvesse algo bom nele, como evidenciado ao livrar o país dos bosques onde a adoração pagã ocorria. Josafá continuou seu programa de reforma por toda Judá, visitando cada cidade pessoalmente para demonstrar seu compromisso em realizar a vontade de Deus. Este programa incluiu a criação de sistemas eclesiásticos e civis separados de justiça. Cada juiz foi exortado a se ver a si mesmo como um representante de Deus em seus julgamentos e a julgar cuidadosamente “porque com o Senhor nosso Deus não há injustiça, parcialidade ou suborno”.
O capítulo conclui com Josafá pedindo que eles “ajam com coragem, e que o Senhor esteja com aqueles que fazem o bem.” É preciso coragem para realizar a vontade de Deus; a falta de coragem geralmente nos impede de fazer as coisas que sabemos que precisam ser feitas. Agir com coragem e fazer o bem são sinônimos. Quanto mais cedo começarmos a agir com coragem em nossas vidas, mais cedo estaremos fazendo o bem e experimentando as bênçãos completas de Deus.
Tobias Elias
Professor de História em escola pública
Michigan EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/19
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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316 palavras
4 O próprio rei Josafá liderara a obra reformadora, que induziu o povo à fé e à obediência ao Senhor. As instruções deixadas aos juízes e aos sacerdotes (v.5-9) servem para qualquer líder civil ou eclesiástico: 1) Tudo deve ser feito com dedicação e cuidado (v.6 e 7); 2) Deve ser feito num espírito de reverência e de fé (v.7 e 9); 3) reconhecendo que todo poder emana de Deus, e em Seu nome deve ser usado (v.6); 4) Deus, em tudo, é o grande Exemplo de justiça e imparcialidade (v. 7); 5) Deus está presente junto aos que realmente O amam, para inspirá-los, corrigi-los e consolá-los (v. 6) (Bíblia Shedd).
5 nomeou juízes. O nome Josafá (que significa “o Senhor julga”) é apropriado para o rei que instituiu essa reforma judiciária. A organização dos tribunais de justiça por Josafá (v. 5-11) seria de interesse especial para o cronista do período pós-exílico quando os tribunais da comunidade restaurada teriam sua existência e estrutura legitimadas por esse precedente (Bíblia de Estudo NVI Vida).
5-10 Josafá nomeou sacerdotes e levitas para ajudar a administrar a lei civil. Muitos anos antes, Moisés tinha escolhido homens capazes, fiéis e honestos para ajudá-lo a julgar as disputas entre as pessoas (ex. 18.21,22). Obviamente o melhor tipo de líder é o que sempre age com reverência a Deus. Líderes efetivos fazem que o trabalho seja feito; líderes fiéis garantem que o trabalho seja feito do modo de Deus e no tempo de Deus. Ele procuram incutir a sabedoria de Deus em futuros líderes e construir os valores de Deus em toda a comunidade (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
10 sentença contestada. Isto é, casos que poderiam chegar ao tribunal central em Jerusalém, provenientes de outras cidades. Fica claro a partir desta passagem que o tribunal da capital era um supremo tribunal de apelação (Comentário Adventista do 7º Dia,vol. 3, p. 274).
entre sangue e sangue. Para definir os casos de morte “acidental”, em “legítima defesa”, ou “assassínio” (Bíblia Shedd).
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II CRÔNICAS 19 – Ensinar correta e sistematicamente os nobres princípios da Palavra de Deus é a melhor atitude que um líder de qualquer área pode ter em prol de seus liderados.
Não há alvo mais elevado e sublime que esse, e, o resultado será por conta do Deus que preza pelo que é certo. Quando olhamos atentamente ao capítulo em foco e seu contexto, essas verdades são nitidamente percebidas. Podemos assimilá-las!
Nesse contexto, “os monarcas religiosos, os profetas inspirados e os sacerdotes comprometidos constituem a liderança que o cronista admira em 2Crônicas 14-20. Dois reis, Asa e Josafá são os personagens mais proeminentes. Ambos lideram movimentos de reforma baseados na Lei [Torá] e na sua aplicação à situação presente. De qualquer maneira, nenhum homem é perfeito, mas ambos são gigantes espirituais comparados aos seus correspondentes no Israel do norte”, analisa Paul House.
Atualmente, precisamos de líderes políticos e eclesiásticos com compromisso e propósitos bíblicos para administrar em prol do povo. A situação atual da igreja e da sociedade mostra tal necessidade. Deus precisa ser central em toda e qualquer comunidade, para que a bênção de Sua presença traga outras bênçãos – das quais carecemos neste mundo perverso e imoral.
“Os reinos de Josafá e Asa funcionam como exemplos de como os reis e o povo podem agradar ao Senhor. Uma vez que os ídolos são rejeitados, a Lei é ensinada e obedecida, a nação confia somente em Yahweh, a palavra profética é acreditada e os sacerdotes são fieis na execução dos deveres determinados por Deus, o país florescerá como uma clara dádiva do Senhor. Essa conduta demonstra a real busca por Yahweh”, complemente House.
Os defeitos e os acertos de Josafá são revelados em II Crônicas 19. O profeta Jeú apresentou-lhe sua falha (II Crônicas 19:1-3); o cronista, Esdras, relatou suas decisões assertivas (II Crônicas 19:4-11). Isso nos mostra que nossos defeitos de caráter não devem impedir-nos de propagar a Palavra de Deus!
Ainda que falhemos em viver o que pregamos, é essencial que espalhemos toda a Palavra de Deus em todo lugar que pudermos. Josafá administrou essa Palavra por meio de juízes e sacerdotes para chegar em todo seu reino…
Hoje, podemos utilizar diversos recursos para proclamá-La ao mundo. Usemos nossa influência para isso! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 18 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/18
Quando Josafá pressionou o profeta Micaías, ele finalmente deu a verdadeira notícia – Josafá e Acabe falhariam na batalha. Além disso, ele disse a todos os presentes que Deus permitiu que um espírito enganador induzisse os profetas de Acabe a profetizar falsamente e que o plano o tempo todo era atrair Acabe para a batalha até a morte. Um dos falsos profetas perguntou sarcasticamente com um tapa literal na cara: “Por qual caminho foi o espírito da parte do Senhor, quando saiu de mim para falar a você?” Micaias respondeu com “Você descobrirá no dia em que estiver se escondendo de quarto em quarto”. Isso levou Micaías à prisão, os reis partiram para a guerra e um arqueiro aleatório atirou e matou Acabe.
Tanto Josafá quanto Micaías conheciam a vontade de Deus, mas cada um deles seguiu seu próprio entendimento. Inicialmente, Micaías concordou com os falsos profetas, mas somente após alguma pressão ele manteve sua afirmação de que só falaria as palavras de Deus. Josafá poderia ter optado por sair da guerra, mas ele implantou um plano estúpido para ir para a batalha vestido como o rei enquanto Acabe permanecia disfarçado. No final, o plano de Deus prevaleceu, apesar das inconsistências e da falta de compromisso.
Da mesma forma, mesmo que às vezes nos atrapalhemos pela vida, realizando imperfeitamente o que sabemos que Deus quer, o plano de Deus prevalece no final.
Tobias Elias
Professor de História em escola pública
Michigan EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/18
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara