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1093 palavras
2 ninguém montou. Para cumprir Zc 9.9 e pelo fato que o uso real ou sagrado exigia que o artigo não fosse usado (cf Nm 19.2; Dt 21.3). Bíblia Shedd.
4 do lado de fora. Muitas habitações orientais eram construídas em forma quadrangular, com um pátio aberto no centro. A partir desse pátio havia uma passagem para a rua. De acordo com o costume, o asno e o jumentinho estariam amarrados no pátio em vez de no portão da rua. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 703.
9 Hosana. Uma transliteração das palavras aramaicas ”Oh! Salva-nos, SENHOR” (Sl 118.25). A multidão está gritando frases deste salmo. Bíblia de Genebra.
10 Este verso indica que os peregrinos creram que Jesus era o Messias. Bíblia Shedd.
11 no templo. Este era o centro da vida nacional e religiosa judaica, o lugar natural para o Messias-Rei ser coroado; o primeiro lugar onde Sua autoridade deveria ser reconhecida e de onde deveria sair a convocação oficial para que o povo reconhecesse a Sua soberania (ver vol. 4, p. 14-17). Os sacerdotes e anciãos de Israel deveriam ter sido os primeiros a reconhecer a autoridade do Messias. No entanto, é dito que Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam”. CBASD, vol. 5, p. 703.
tendo observado tudo. Como o templo era Sua casa, Jesus andou por seus átrios, inspecionando o que era Seu por direito. Porém, aqueles a quem o templo fora confiado tinham se apropriado dele para seus próprios fins egoístas (ver Mt 21:33-39). CBASD, vol. 5, p. 703.
11 saiu para Betânia. Quando a multidão finalmente chegou a Jerusalém já era demasiado tarde e, em vão, procurou a Jesus para que pudesse coroá-Lo como rei (ver DTN, 581). Porém, assim como em ocasiões anteriores, quando Sua missão foi confrontada com uma crise, Jesus passou a noite inteira em oração. CBASD, vol. 5, p. 703.
12 No dia seguinte. Este foi “o dia seguinte”, depois da entrada triunfal …, portanto, uma manhã de segunda-feira. Seguindo uma ordem estritamente cronológica, Marcos registra a purificação do templo (v. 15-19) entre a maldição da figueira (v. 12-14) e a descoberta de que ela havia secado (v. 20-26). Mateus, que frequentemente segue uma ordem temática em vez de cronológica (ver p. 276), narra todo o episódio da figueira estéril como uma unidade, sem mencionar que se passaram umas 24 horas entre a maldição e a descoberta de que a árvore se secara. CBASD, vol. 5, p. 704.
13 com folhas. Uma figueira frondosa prometia frutos bem desenvolvidos, embora não necessariamente maduros. Por outro lado, as árvores sem folhas, como era o caso de outras do pomar, não levantavam falsas expectativas de frutos, portanto não causavam decepção.. Nesta parábola…, a figueira frondosa representava a nação judaica, e as outras árvores, as nações gentílicas. É verdade que os gentios não produziam frutos, porém nada se esperava deles, pois não tinham a pretensão de produzi-los. … Essa figueira precoce, no entanto, tinha folhas que indicavam figos. CBASD, vol. 5, p. 704.
senão folhas. Era uma promessa sem cumprimento. De todos os defeitos, não havia um mais ofensivo do que a hipocrisia (ver com. de Mt 6:2; 23:13). Como a figueira estéril, a religião judaica estava destituída de frutos. Ela estava repleta de forma e cerimônias, mas lhe faltava a verdadeira piedade (ver com. de Mc 7:2, 3; ver col. 4, p. 17-20). CBASD, vol. 5, p. 704.
não era tempo de figos. No clima da Palestina, a primeira colheita de figos geralmente amadurece em junho, e a última, em setembro. O incidente ocorreu perto da Páscoa, provavelmente em abril, portanto, apenas algumas semanas antes da primeira colheita. Embora fosse incomum esperar figos tão prematuros, no entanto, uma árvore cheia de folhas poderia ter frutos prontos a amadurecer. CBASD, vol. 5, p. 704.
14 Nunca jamais. No texto grego, o duplo negativo torna a maldição ainda mais enfática. A esterilidade da árvore representava a improdutividade de Israel, e a maldição, o juízo que Jesus pronunciaria no dia seguinte: “Eis que a vossa casa vos ficará deserta”. CBASD, vol. 5, p. 705.
Nunca jamais coma alguém fruto de ti! Jesus não está tendo um acesso de raiva a respeito da falta de figos. Em vez disso, o episódio é uma demonstração simbólica do Seu desprazer a respeito do templo e sua liderança. Esta é uma parábola encenada de julgamento sobre a estrutura social de Jerusalém. Andrews Study Bible.
15 templo. Isto é, o átrio dos gentios, o átrio mais afastado no complexo de estruturas que cercam o templo propriamente dito. Era a única área em que se permitia a presença dos gentios (cf. v. 17). Bíblia de Genebra.
vendiam e compravam. Somente animais comprados dentro da área do templo, a preços exorbitantes, diga-se de passagem, recebiam o visto de “sem defeito”, que os sacrifícios exigiam. Bíblia Shedd.
16 pelo templo. Ao entrar nos recintos sagrados do templo, as pessoas deviam deixar de lado, como um sinal de reverência, qualquer carga que estivessem conduzindo. Aparentemente, os que levavam cargas estavam usando os átrios do templo como um atalho para evitar um trajeto mais longo. CBASD, vol. 5, p. 705.
17 salteadores. isto é, assaltantes organizados e não apenas ladrões. CBASD, vol. 5, p. 705.
18 A indignação dos sacerdotes é compreensível, uma vez que foram eles e seus chefes, Anás e Caifás, que embolsavam o lucro do comércio no templo. Bíblia Shedd.
20 desde a raiz. Um detalhe observado apenas por Marcos. Este é o único milagre de Jesus que se pode dizer ter causado algum dano. … As circunstâncias em que Jesus fez secar a figueira mostram uma explicação satisfatória de Seu propósito. Nesse mesmo dia, os líderes da nação confirmariam sua decisão de rejeitar a Jesus como o Messias, que, por Sua vez, anunciaria que o Céu os havia rejeitado. CBASD, vol. 5, p. 705.
23 Ergue-te e lança-te no mar. Jesus mesmo nunca moveu montanhas literais, nem pretendia que Seus seguidores vissem qualquer necessidade de fazê-lo. Aqui as montanhas são metáforas das dificuldades. CBASD, vol. 5, p. 706.
24 tudo quanto em oração pedirdes. Esta não é uma ampla garantia de que Deus nos dará tudo que Lhe pedirmos, se tivermos fé. Jesus pediu para que não tivesse que passar pelo sofrimento da cruz, mas não era vontade de Deus remover esta dor (13:36). O contexto da declaração de Jesus sobre “tudo o que pedirdes” é o incidente da figueira e a oposição da liderança de Jerusalém (ver 11:27-33). … o que Ele pode ter desejado assegurar aos discípulos é que mesmo sob oposição, Deus está ao lado deles e lhes concederá sucesso. Andrews Study Bible.
26 se não perdoardes. A falta de vontade de perdoar faz com que Deus não ouça e atenda as orações. CBASD, vol. 5, p. 706
28 Com que autoridade … ? A “autoridades” de Jerusalém procuram expor Jesus como um arrogante, sem nenhum status oficial para agir dentro do templo. Bíblia de Genebra.
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MARCOS 11 – A entrada triunfal de Jesus, a maldição da figueira, a purificação do Templo e o ensino sobre a fé e o perdão são mais que meras narrativas históricas, são revelações divinas para nós. São eventos proféticos e ensinamentos escatológicos com lições profundas.
Ao refletir sobre esses eventos, os conversos a Cristo são chamados a viver em santidade, frutificando em boas obras, e mantendo a esperança viva no maior evento, que é a Segunda Vinda de Cristo, quando todas as promessas serão cumpridas.
Marcos 11 começa com Jesus montando um jumentinho, entrando em Jerusalém, cumprindo a profecia de Zacarias 9:9, que descreve o Rei que viria em humildade para trazer salvação. A entrada triunfal simboliza a revelação de Jesus como o Messias prometido e também prefigura Seu retorno, quando Ele virá como Rei dos reis.
Assim como as multidões aclamaram Jesus como Rei, os crentes hoje são chamados a proclamar Sua realeza em sua vida diária, vivendo em submissão à Sua autoridade e mantendo viva a esperança de Seu glorioso retorno.
A maldição da figueira (Marcos 11:12-14, 20-25), aparentemente um incidente isolado, mas na verdade é um poderoso ato profético. A figueira sem frutos representa Israel, que, apesar de sua aparência religiosa, estava espiritualmente estéril. Este ato de Cristo serve como prenúncio do julgamento que viria sobre os judeus devido à rejeição ao Messias.
A aplicação para hoje é dupla:
• É um alerta contra a hipocrisia religiosa e a necessidade de produzir frutos genuínos de fé e arrependimento;
• É um lembrete do julgamento divino que será realizado sobre aqueles que rejeitam a graça oferecida por Cristo.
A purificação do Templo é um ato simbólico contra a corrupção e a comercialização da religião bíblica (Marcos 11:15-19). Jesus expulsou os cambistas e comerciantes, proclamando que a casa de Deus deveria ser “Casa de Oração para todos os povos” (Isaías 56:7).
A ênfase na Casa de Oração destaca a centralidade da comunhão com Deus e a importância de manter o foco espiritual sem distrair-se com interesses mundanos.
Após a maldição da figueira, Jesus ensinou sobre a importância da fé e do perdão (Marcos 11:22-26). Ele afirma que a fé genuína pode mover montanhas e que a oração deve ser acompanhada por um espírito de perdão! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MARCOS 10 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1074 palavras
2 aproximaram-se dEle para pô-Lo à prova. A pergunta dos fariseus era hostil. João Batista denunciara Herodes Antipas e Herodias pelo divórcio ilícito (v. 6.17, 18) e, por ter feito essa repreensão, foi lançado no cárcere e depois decapitado. Jesus, agora, estava dentro da jurisdição de Herodes, e os fariseus talvez tenham esperado que a resposta de Jesus levasse o tetrarca a prendê-Lo, assim como prendera João Batista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 O divórcio jamais contou com a aprovação de Deus, a não ser como o menor entre dois males. Bíblia Shedd.
11-12 O costume judeu dizia que somente o marido poderia dar início ao divórcio, porque o divórcio era parte das leis do direito de propriedade. Tribunais e autoridades não eram envolvidas. Contudo, somente aqui, em Marcos, encontramos uma referência a uma mulher ser capaz de dar início ao divórcio. Esta pode ser uma outra indicação de que a audiência de Marcos seja não judia, muito possivelmente romana. Na lei romana, a mulher também tinha a prerrogativa de se divorciar de seu marido. Andrews Study Bible.
15 como uma criança. O que se compara aqui são a abertura e a receptividade comuns às crianças. O Reino de Deus pode ser recebido somente como dádiva; não pode ser recebido mediante o esforço humano. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O ponto central do texto é que mesmo os pequenos podem ser discípulos de Jesus. Andrews Study Bible.
Jesus apresenta uma criança como modelo para os adultos. A confiança e a amorosa obediência de uma criança representam traços de caráter de grande valor no reino dos Céus. Jesus chama de “pequenas” as crianças que ainda não aprenderam do exemplo negativo dos adultos os pecados da dúvida e da desobediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 699.
17 que farei…? O rico pensava da perspectiva de acumular atos de justiça para merecer a vida eterna, mas Jesus ensinava que era uma dádiva que deve ser recebida (cf. v. 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 a todas estas coisas eu tenho guardado. Um piedoso e fiel judeu observava todas as 613 leis como listadas nos cinco primeiros livros da Escritura, o Pentateuco. O apóstolo Paulo, que era um fariseu, disse que era inculpável pela observação destes requisitos legais, até ter encontrado a Jesus; então eles se tornaram como lixo em comparação com o dom da justiça que ele recebera de Jesus (Fl 3.4-11). Andrews Study Bible.
21 uma coisa te falta. O amor desse jovem pelas riquezas (v. 22) e a recusa dele em distribuí-las e seguir a Jesus mostram que ele quebrou o maior mandamento de todos: “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5; cf Mt 22.37). Bíblia de Genebra.
Vá, venda tudo. O problema principal do jovem eram suas riquezas (cf. v. 22), e por isso Jesus lhe recomendou desfazer-se delas. … Ao doar as suas riquezas, o jovem teria eliminado o obstáculo que o impedia de confiar em Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 olhando ao redor. Um quadro vívido descrito por Marcos. Jesus deve ter olhado para os discípulos um após o outro para ver como reagiriam à decisão do jovem rico. CBASD, vol. 5, p. 699.
Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que tem riquezas. A dificuldade não é porque as riquezas sejam um mal em si mesmas e desqualifiquem aqueles que as possuem, mas é porque os ricos são tentados a depender de suas riquezas e podem ser incapazes de admitir que necessitam de Deus. Bíblia de Genebra.
25 camelo … fundo de uma agulha. Um excelente exemplo da linguagem proverbial e vívida de Jesus, aqui expressando a ideia de impossibilidade (v. 27). A sugestão de que havia um pequeno portão chamado de “fundo da agulha”, através do qual os camelos podiam passar sem carga, não tem apoio e minimiza a figura usada por Jesus. Bíblia de Genebra.
26 maravilhados. Os judeus olhavam para as riquezas ganhas honestamente como um sinal da aprovação de Deus. Se os ricos, que tem “todas” as vantagens que poderiam propiciar a seus corações agradarem a Deus, perecem, quem, então, poderia se salvar? Bíblia Shedd.
Os discípulos entenderam o significado do que Jesus disse. Ninguém pode ser salvo por boas obras. Bíblia de Genebra.
28 deixamos. O verbo gr está no aoristo, tipo de ação que revela uma decisão definitiva. Bíblia Shedd.
29 amor. Se a renúncia não for motivada por um grande amor a Cristo e ao evangelho (necessário à sua divulgação) nada vale (1Co 13.1-3). Bíblia Shedd.
30 cêntuplo. A fraternidade produzida pelo evangelho tornará todos os cristãos em uma grande família (cf At 2.44-47; 4.32-35; Rm 16.13). Bíblia Shedd.
Jesus, tornando a levar à parte os doze, passou a revelar-lhes as coisas que Lhe deveriam vir. Os doze sabiam dos planos em andamento para tirar a vida do Mestre (ver com. de Lc 13:31; cf. Jo 11:7, 8), mas não acreditavam que, por fim, esses esforços teriam êxito (ver Lc 18:34). CBASD, vol. 5, p. 699.
37 direita … esquerda. É notável a ironia; quem acabou ocupando estas posições, na hora do triunfo de Cristo na cruz foram dois ladrões (15.27). Bíblia Shedd.
38 beber o cálice. Um símbolo do Antigo Testamento para expressar sofrimento e ira (Sl 75.8; Is 51.17-22; Jr 25.15; Ez 23.31-34). Bíblia de Genebra.
45 o Filho do Homem veio para … servir e dar a Sua vida em resgate por muitos. Versículo-chave de Marcos. Jesus veio a este mundo como servo … que sofreria e morreria por nossa redenção, como Isaías predisse com clareza (Is 52.13-53.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
muitos. Ver Is 53.12. Nos escritos do Qumran (Manuscritos do Mar Morto) este é um termo para todos os membros da comunidade. Bíblia de Genebra.
46 E foram para Jericó. A cidade do Jericó do NT estava situada a mais ou menos 1,6 km ao sul das ruínas da cidade de Jericó do AT. Herodes, o Grande, havia embelezado a cidade e tinha um palácio de inverno lá. CBASD, vol. 5, p. 700.
51 Mestre. Heb Rabboni, lit. meu grande ou ilustre (senhor, mestre). Nota textual Bíblia de Genebra.
Uma forma aumentada de “Rabi”, título comum para designar um mestre… Ressalta o reconhecimento e submissão à autoridade de Jesus. Bíblia de Genebra.
Esta é o mesma terna expressão que Maria usou quando se dirigiu a Jesus após Sua ressurreição (Jo 20.16). Bartimeu reconheceu Jesus como mais do que um fazedor de milagres. Ele desejou um íntimo relacionamento com Ele. Andrews Study Bible.
que eu torne a ver. Literalmente “recuperar a minha visão”. O texto grego deixa claro que Bartimeu não nasceu cego, mas que se tornou um. CBASD, vol. 5, p. 701.
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MARCOS 10 – Em Marcos, o Mestre faz perguntas aos discípulos, muitas vezes com tom de censura, com objetivo de desafiá-los a refletir e compreender mais profundamente Suas lições e a verdadeira natureza de Seu ministério. Considere com atenção e oração estas 13 perguntas:
• “Vocês não entendem esta parábola? Como, então, compreenderão todas as outras?” (Marcos 4:13).
• “Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé? (Marcos 4:40).
• “Quantos pães vocês têm? Verifiquem” (Marcos 6:38).
• “Será que vocês também não conseguem entender?… Não percebem que nada do que entre no homem pode torná-lo impuro?” (Marcos 7:18).
• “Por que vocês estão discutindo sobre não terem pão? Ainda não compreendem nem percebem? O coração de vocês está endurecido?” (Marcos 8:17).
• “Vocês têm olhos, mas não veem? Têm ouvidos, mas não ouvem? Não se lembram?…” (Marcos 8:18-20).
• “Vocês ainda não entendem?” (Marcos 8:21).
• “Quem o povo diz que Eu Sou?… Quem vocês dizem que Eu Sou?” (Marcos 8:27, 29).
• “Por que está escrito que é necessário que o Filho do Homem sofra muito e seja rejeitado com desprezo?” (Marcos 9:12).
• “Ó geração incrédula, até quando estarei com vocês? Até quando terei de suportá-los?” (Marcos 9:19).
• “O que vocês estão discutindo no caminho?” (Marcos 9:33).
• “Podem vocês beber o cálice que Eu estou bebendo ou ser batizados com o batismo com que estou sendo batizado?” (Marcos 10:38).
• “Simão… você está dormindo? Não pôde vigiar nem por uma hora?” (Marcos 14:37).
As perguntas de Jesus visam levar Seus ouvintes à reflexão mais profunda. Nossos preconceitos nos atrapalham na compreensão de Cristo e Sua missão! Devemos ser confrontados com as perguntas de Cristo para revermos nossos conceitos.
Jesus fez outras perguntas reflexivas além destas; como por exemplo: “O que Moisés ordenou a vocês?”, “Por que você me chama bom?” (Marcos 10:3, 18). Porém, observe estas perguntas: “O que vocês querem que Eu faça?” e “O que você quer que Eu faça?” (Marcos 10:39, 51), que, apesar de serem semelhantes, revelam diferenças significativas em seus contextos, nas respostas dadas e nas lições que ensinam.
• Estas duas perguntas de Jesus desafiam os crentes a examinarem suas motivações ao buscarem a Deus.
• Devemos examinar se nossos pedidos a Deus são guiados por ambições egoístas ou por necessidades genuínas expressas com fé.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MARCOS 9 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1901 palavras
1 alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte. A ligação entre as duas seções da narrativa [a cruz e a transfiguração] parece excluir a possibilidade de que Jesus aqui tenha se referido a qualquer coisa, a não ser a transfiguração, que foi uma demonstração em miniatura do reino da glória. Sem dúvida, Pedro entendeu assim (ver 2Pe 1:16-18). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 159.
Cf Mt 16.28n; Lc 9.27n. É possível que Marcos estivesse ligando esta profecia, a respeito da vinda do reino, com o acontecimento da transfiguração. Bíblia Shedd.
É mais provável que a referência seja ao texto que segue que descreve a transfiguração. Andrews Study Bible.
2 transfigurado. Uma transformação de Jesus em uma figura divina, fora deste mundo. Andrews Study Bible.
3 sobremodo brancas. Roupas brancas denotam status celestial (Mc 6.5) ou pureza e dignidade (Ap 3:4, 18). Andrews Study Bible.
5 tabernáculos (NKJV). No gr. “tendas”. Pedro poderia estar pensando na Festa dos Tabernáculos, quando os judeus habitavam uma vez por ano em barracas por uma semana (Lv 23:39-43). Mas ele podia estar se referindo a Êx 29:42, que fala de Deus se encontrando e se comunicando com Seu povo através do tabernáculo (ver tb Êx 40:34-35). Andrews Study Bible.
Seja como for, parecia muito desejoso de ver naquele instante o cumprimento da glória prometida, antes dos sofrimentos que Jesus declarara necessários. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 a Ele ouvi. Baseado no significado forte de Dt 18.15, deve-se entender como”ouvi e obedecei”. Bíblia Shedd.
10 perguntando o que significaria “ressuscitar dos mortos” (NVI). Como judeus, conheciam bem a doutrina da ressurreição; o que os deixava perplexos era a ressurreição do Filho do Homem, porque a teologia deles não comportava um Messias que sofresse e morresse. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não entenderam como Jesus ia ressurgir antes da ressurreição geral dos justos. Bíblia Shedd.
… os discípulos ficaram impressionados com a declaração de Cristo de que ressuscitaria dos mortos. No entanto, eles não podiam compreender a ideia de um Messias sofredor. Ainda estavam cegos pelo conceito popular do Messias como poderoso conquistador (ver com. de Lc 4:19). CBASD, vol. 5, p. 691.
A teologia judaica não previa um Messias sofredor, muito menos um que iria morrer. Não havia lugar para um Filho do Homem ressuscitado. Andrews Study Bible.
12 restaurará. A obra de restauração do culto a Deus foi realizada por Elias principalmente no monte Carmelo. João Batista, como Elias, veio reiniciar uma total restauração, obra essa que Jesus veio consumar. Bíblia Shedd.
14 os escribas discutiam com eles. Ou seja, eles os interrogavam, como o contexto deixa claro. A atitude dos escribas era hostil. … Nesta ocasião, eles procuravam expor Jesus e os discípulos como impostores, explorando o fato de que ali estava um demônio diante do qual os discípulos era impotentes (cf. DTN, 427). CBASD, vol. 5, p. 691.
15 toda a multidão, ao ver Jesus, tomada de surpresa. A razão da surpresa com a aproximação de Jesus, possivelmente, seja melhor explicada como a reação da multidão diante dos traços de glória que sem dúvida permaneceram na face dos que testemunharam a transfiguração (cf. Êx 34:29-35; DTN, 427). CBASD, vol. 5, p. 691.
16 Ele interpelou os escribas. Os escribas podem ter ficado em silêncio ao Jesus se aproximar. Sem dúvida, o clima tenso que prevalecia e que era derivado da própria presença dos escribas tornou evidente que eles estiveram ridicularizando os nove discípulos. … Uma vez que eles foram silenciados e contrariados por Jesus quando se esforçaram por desacreditá-Lo anteriormente, os escribas se retiraram do debate. CBASD, vol. 5, p. 691.
19 Ó geração incrédula. Isto é, “sem fé” ou “descrente. … Não é provável que Jesus Se referisse ao pai do menino possuído pelo demônio quando disse estas palavras, pois a fé do pai não era o único obstáculo no caminho da cura de seu filho. Uma vez que os próprios discípulos, principalmente , estavam em falta (ver com. de Mc 9:29), pode ser que o Salvador os tivesse em mente. Mas Ele não desejava censurá-los em público, portanto, não faria deles o objeto imediato de Suas observações. No entanto, se os discípulos estavam “descrentes”, quanto mais a multidão? CBASD, vol. 5, p. 692.
29 Esta casta. Os escribas tinham atribuído o desamparo dos nove discípulos a um suposto poder superior daquele demônio, afirmando que a autoridade de Jesus estava limitada a demônios menos poderosos (cf. DTN, 427). O verdadeiro problema, porém, não estava no poder do demônio, mas na impotência espiritual dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 693.
senão por meio de oração. Cristo não se referia à oração feita em relação à expulsão de demônios. Ele não estava falando da oração momentânea, mas de uma vida impulsionada pela oração. Durante a transfiguração, os nove discípulos [que ficaram] haviam dado lugar a desânimos e queixas pessoais, com espírito de ciúmes devido ao favor mostrado a seus companheiros ausentes (Pedro, Tiago e João; ver DTN, 431). A condição mental e espiritual deles tornou impossível que Deus operasse por seu intermédio. CBASD, vol. 5, p. 693.
e jejum. A evidência textual favorece a omissão … desta palavra, entre colchetes na ARA. CBASD, vol. 5, p. 693.
32 Eles, contudo, não compreendiam. Apesar de tudo que Jesus tinha dito, em linguagem simples …, os discípulos ainda não compreendiam… A principal razão pela qual não conseguiam entender é que eles não queriam aceitar ser necessário que o Messias sofresse e morresse… Essa ideia era um desafio às suas opiniões preconcebidas sobre o Messias… Eles esperavam que, afinal, Cristo reinaria como um príncipe temporal e não estavam dispostos a abandonar as expectativas entusiásticas da honra que eles esperavam compartilhar com Ele quando o tempo chegasse. CBASD, vol. 5, p. 694.
temiam interrogá-Lo. Cientes de que compartilhavam do ponto de vista havia pouco apresentado por Pedro e de que, se falassem naquele momento, seria apenas para expressar os mesmos pensamentos …, permaneceram em silêncio. De acordo com Mateus 17:23, eles estavam “muito tristes” (NTLH), isto é, “muito angustiados”. CBASD, vol. 5, p. 694.
35 Se alguém quer ser o primeiro. Aqui, Jesus chega ao centro do problema, cada um dos doze desejava ser o “primeiro” no reino. Todos esperavam que o Senhor assumisse o poder … Esqueceram-se de que a verdadeira grandeza consiste na renúncia ao poder como um objetivo de vida. … O reino dos céus é essencialmente uma questão de prestar serviço a Deus e aos semelhantes, não de receber isso deles. … O maior é aquele que ama mais a Deus e aos semelhantes e que melhor os serve. CBASD, vol. 5, p. 694.
38 vimos um homem. O fato de o incidente aqui referido envolver apenas João e Tiago sugere a possibilidade de que tenha ocorrido durante a terceira viagem pela Galileia, quando os dois irmãos haviam saído juntos. CBASD, vol. 5, p. 694.
o qual não nos segue. Não se tratava de um dos discípulos regulares, reconhecidos por Jesus. CBASD, vol. 5, p. 694.
não era um dos nossos (NVI). Parece que o homem tinha fé em Cristo sem, porém, fazer parte do grupo exclusivo dos Doze. Mesmo assim, agia em nome de Jesus e conseguira fazer o que os discípulos, pelo menos numa ocasião, não haviam conseguido (cf. v. 14-18, 28). Bíblia de Estudo NVI Vida.
e nós lhe proibimos. Ou, “nós o impedimos”. … Na ocasião aqui relatada, eles justificaram sua conduta com base na preocupação deles com a honra de seu Mestre; na realidade, a preocupação com sua própria honra havia motivado a ação (ver DTN, 437). Eles repreenderam o homem por fazer o que eles julgavam ter o direito exclusivo de fazer. … Eles eram zelosos no cumprimento das ordens que lhes foram dadas, mas não tinham o direito de dar ordens aos outros. É a maldade que leva líderes religiosos a pensar que é seu dever coagir outros ao padrão de conduta e crença que eles entendem como o correto. CBASD, vol. 5, p. 695.
39 não lho proibais. Isto é, deixem de impedi-lo. Não temos o direito de forçar as pessoas a estar de acordo com as nossas ideias e opiniões, ou a seguir os nossos métodos de trabalho. CBASD, vol. 5, p. 695.
A visão de discipulado de Jesus era mais ampla e inclusiva do que a estreita e sectária de Seus discípulos. Porque o outro exorcista não fazia parte do círculo mais íntimo dos discípulos de Jesus não significava que ele não era apoiador e discípulo. O discipulado inclui todos que com professam a Jesus com fé. Andrews Study Bible.
40 não é contra nós. Se o homem que Tiago e João repreenderam fora encontrado fazendo o mesmo trabalho que Jesus fazia, e realizava isso em nome de Jesus, era porque Deus trabalhava com e por meio dele. CBASD, vol. 5, p. 695.
41 porque sois de Cristo. … dar um copo de água em nome de Cristo é dá-lo “porque sois de Cristo”. … O caráter da ação é determinado pelo motivo que a determina. CBASD, vol. 5, p. 398, 695.
43 corte-a (NVI). Como no exemplo da pedra de moinho, Jesus não está sendo literal aqui. Andrews Study Bible.
44, 46 Não lhes morre o verme. A evidência textual apoia … a omissão dos vs. 44 e 46, como tendo sido inseridos em repetição ao v. 48. CBASD, vol. 5, p. 695.
Estes vv não constam nos melhores manuscritos. Bíblia Shedd.
48 verme. Do gr. skolex, “larva” ou “verme”. A ilustração de “o verme não morrer não é uma indicação de uma alma que não pode ser aniquilada, mas é símbolo da corrupção que não pode ser removida” (H. D. A. Major, T. W. Manson, e C. J. Wright, The Mission ant the Message of Jesus, p. 123). No v. 43, “vida” é mostrada em contraste com “o fogo que nunca se apaga”. Em muitas passagens das Escrituras, “vida eterna” se contrasta com a “morte” (ver Rm 6:23). em João 3:16, o contraste é entre “vida eterna” e “perecer”. É óbvio que Jesus pretendia, aqui, o mesmo contraste. “O fogo que nunca se apaga” (ARC) está paralelo a “seu verme não morre” (NVI), sendo uma expressão equivalente. Contudo, parece incoerente que as larvas continuassem seu trabalho na presença do fogo. Mas não há nada na palavra skolex, “verme”, que, mesmo remotamente, justifique a explicação que compara o “verme” à “alma” (ver com. de Is 66.24), abordagem defendida por muitos comentaristas, ao refletir sua própria compreensão sobre o estado da morte. CBASD, vol. 5, p. 695, 696.
50 sal. Utilizado tanto para preservar alimentos quanto para dar sabor. … Ter o “sal” ou o sabor do evangelho é um chamado a viver em paz (e aceitar todos os demais discípulos, como ilustrado nos vv. 39-42). Andrews Study Bible.
O sal é agente de preservação… O fogo pode ser considerado como agente purificador ou como símbolo do juízo final (ver com. de Mt 3:10). … Ser “salgado com fogo”, provavelmente, signifique que “cada um” passará pelo fogo da aflição e da purificação nesta vida (ver com. de Jó 23:10) ou pelo fogo do último dia. O fogo removerá as impurezas da vida presente ou destruirá a própria vida no último dia. O sal preservará o que é bom (ver com. de Mt 9:50). CBASD, vol. 5, p. 696.
Pois todas as pessoas serão purificadas pelo fogo, assim como os sacrifícios são purificados pelo sal (NTLH. ARC: cada sacrifício). No ritual do antigo santuário, o sal era adicionado a todos os sacrifício (ver com. de Lv 2:13). Seu uso significava que somente a justiça de Cristo pode tornar a oferta aceitável a Deus (cf. DTN, 439). CBASD, vol. 5, p. 696.
50 Tende sal em vós mesmos. Se os discípulos tivessem o “sal da aliança” (Lv 2:13), este reprimiria as tendências impróprias que os levaram a discutir sobre quem seria o maior no reino dos Céus. CBASD, vol. 5, p. 696.
paz. Um clímax apropriado para o discurso, uma admoestação para reprimir outro argumento sobre o assunto e uma advertência contra a inveja e o espírito de rivalidade. CBASD, vol. 5, p. 691.
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MARCOS 9 – Este é um trecho complexo e teologicamente rico, onde diversos temas se entrelaçam e contribuem para a compreensão da identidade de Jesus e o caminho do discipulado:
• A transfiguração revela a verdadeira identidade divina de Jesus, ligando-O às personagens do Antigo Testamento – Moisés e Elias. Tal experiência prepara Seus discípulos para os eventos futuros, especialmente Sua morte e ressurreição; mostrando que, apesar do sofrimento iminente, Jesus é o glorioso Filho de Deus (Marcos 9:2-13). Isso explica o versículo 1.
• A cura do menino endemoninhado destaca a importância da fé e dependência do poder de Jesus. Os discípulos, incapazes de expulsar o demônio, são lembrados da necessidade de uma fé profunda e de oração fervorosa. Esse evento liga-se à transfiguração, mostrando o contraste entre a glória de Cristo revelada no monte e as realidades sombrias do mundo caído, onde a fé em Cristo é vital para vencer o mal (Marcos 9:14-29).
• Jesus reitera Seu anúncio sobre Seu sofrimento, morte e ressurreição. Isso conecta com a necessidade de compreender a verdadeira natureza de Seu messianismo, que inclui a cruz antes da glória, um conceito difícil para os discípulos aceitarem, especialmente após a visão da transfiguração (Marcos 9:30-32).
• Jesus usa o exemplo de uma criança para ensinar sobre humildade e serviço, desafiando concepções humanas de grandeza. Este ensino sobre discipulado serve como comentário do que foi revelado anteriormente: A glória de Cristo deve ser entendida à luz da humildade e do serviço, espelhando Sua própria disposição em sofrer e morrer pela humanidade (Marcos 9:33-37).
• O último tema de Marcos 9 conecta-se ao chamado à humildade e serviço, mostrando que o verdadeiro discipulado exige ruptura radical com o pecado e uma vida marcada pela santidade. Assim, todos os temas deste capítulo estão interligados por uma visão unificada da identidade de Jesus e o verdadeiro significado do discipulado.
Ainda pode-se ver princípios do discípulo como líder. A liderança cristã…
• É baseada na humildade e serviço: A liderança no Reino Celestial não é sobre poder e status, mas sobre servir aos outros com humildade.
• É exercida com responsabilidade e cuidado: O líder cristão deve estar disposto a tomar medidas drásticas para evitar qualquer coisa que possa prejudicar sua integridade ou a dos que ele lidera.
Diante disso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MARCOS 8 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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453 palavras
2 três dias. A importância do ensino do Mestre foi reconhecido pelo povo. Bíblia Shedd.
11 sinal do céu. Como Elias demonstrou no monte Carmelo (1Rs 18.20-40). Bíblia Shedd.
12 suspirando profundamente (ARC). Um detalhe mencionado apenas por Marcos. Jesus estava decepcionado com a lentidão do povo para compreender a verdade espiritual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 687.
15 fermento. Os judeus, seguindo o mandamento de Deus (Êx 13.7), evitam o uso de toda levedura na semana imediatamente após a Páscoa. Bíblia Shedd.
fermento de Herodes. Ou seja, a má influência de Herodes, particularmente seu mundanismo e caráter irresoluto. CBASD, vol. 5, p. 687.
23 Levou-o para fora. Provavelmente havia pelo menos duas razões para isto: (1) evitar a publicidade e (2) ajudar o cego a se concentrar e compreender o que Cristo estava prestes a fazer por ele (cf. com. de Mc 5:37, 40; 7:33). Jesus parece ter realizado comparativamente poucos milagres durante Seu ministério público e, na maioria dos casos, Ele estava cercado por pessoas, em grande medida, pagãs. CBASD, vol. 5, p. 688.
24 Os homens … como árvores. Este é o único caso registrado em que Jesus realizou a cura em duas etapas. Não há uma razão evidente para o uso deste método. No entanto, deve-se notar que, quando a visão foi parcialmente restaurada ao homem, sua fé aumentou e ele estava pronto a acreditar que Jesus poderia curá-lo completamente (ver com. do v. 23). CBASD, vol. 5, p. 688.
26 Na aldeia. Ou seja, Betsaida (ver com. do v. 22). Aparentemente, a casa do homem não era nesta cidade, na qual Jesus lhe disse para não entrar. Essa restrição se destinava a impedir que a notícia do milagre se espalhasse e, assim, auxiliaria Jesus em Sua intenção de garantir a discrição (ver com. do v. 22). CBASD, vol. 5, p. 688.
27 Com a confissão de Pedro começa a segunda metade de Marcos. Não mais Jesus dirige ensinamentos para as multidões, mas aos discípulos. Começam a ser dados avisos referentes a Sua morte, como também à ressurreição. Bíblia Shedd.
33. coisas de Deus. A frase significa “adotar o lado de Deus”, “comprometer-se com a causa de Deus”. Só Deus compreende realmente a profundidade do problema do pecado, como também a única solução. Bíblia Shedd.
34 negue-se a si mesmo. Impedir que o eu seja o centro da sua vida e dos seus atos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 alma. Uma metáfora para a vida eterna … Jesus desafia os discípulos que pretendem segui-Lo a não ter como foco a vida presente e o sofrimento que vem com ela. Perder esta vida não é nada comparado à perda da vida eterna. Andrews Study Bible.
38 na glória. Uma referência à segunda vinda de Cristo (ver com. [CBASD] de Mt 25:31), da qual o evento seguinte, a transfiguração, foi uma demonstração em miniatura (ver com. de Mt 16:28). CBASD, vol. 5, p. 688.