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Texto bíblico: MARCOS 14 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1648 palavras
1 a Páscoa. A Páscoa era uma das mais importantes das festas judaicas, pois celebrava a libertação do povo da escravidão do Egito, quando o anjo da morte “passou por cima” [pessach – passover] das casas do povo de Israel (Êx 12.1-30). No tempo de Jesus, a Páscoa era celebrada no décimo quinto dia [14, cf outras fontes] do primeiro mês do calendário judeu (Nisan, que corresponde ao fim de março ou começo de abril). Era observada no último dia antes da primeira lua cheia, depois do equinócio da primavera [dia da primavera em que o dia e a noite tinham o mesmo tempo de duração]. Desde aquele dia, quando os cordeiros pascais eram sacrificados e comidos, todo fermento (que simbolizava o pecado) era removido da casa e só pão sem fermento (asmo) devia ser comido, durante sete dias. Bíblia de Genebra.
Pães asmos. A festa judaica que durava oito dias após a Páscoa (8.15n). Bíblia Shedd.
2 não durante a festa. Sendo uma das festas de peregrinação dos judeus, a Páscoa levava grande número de pessoas a Jerusalém. Josefo calculou que a população de cinquenta mil aumentava para três milhões de pessoas. Ainda que esses números sejam considerados muito exagerados (duzentos e cinquenta mil é o número mais provável), havia razão para as autoridades tremerem. Bíblia de Genebra.
durante a festa. O grego do original indica “no meio da multidão”. Bíblia Shedd.
3 uma mulher. De Jo 12.3, sabemos que era Maria, irmã de Marta e Lázaro. Bíblia Shedd.
alabastro. Alabastro é um tipo de gesso em sua forma pura ou translúcida, encontrado em depósitos de calcário, em cavernas e em saídas de correntes de água. Era usado frequentemente para se fazer vasos de unguento e era considerado um item de luxo. Bíblia de Genebra.
frasco de alabastro (NVI). Frasco lacrado com gargalo longo, o qual era partido na hora de usar o conteúdo e continha unguento suficiente para uma só aplicação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
nardo. Perfume feito de um óleo aromático extraído da raiz de uma planta cultivada especialmente na Índia [Bíblia de Genebra: “Himalaia”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
cabeça. Em Jo 12.3 frisa-se a unção dos pés de Jesus. Bíblia Shedd.
derramou sobre a cabeça. Quando um convidado chegava a uma festa, era costume do anfitrião ungir a cabeça do convidado com perfume. Simão parece que não havia feito isso para Jesus. Andrews Study Bible.
5 trezentos denários. Quase o valor de um ano de trabalho. Bíblia Shedd.
7 tende os pobres convosco sempre. Esta não é uma determinação para negligenciar os pobres. A citação é de Dt 15:11. Neste contexto, Deus fala aos filhos de Israel que se eles obedecessem os Seus mandamentos não haveria pobre entre eles. Mas se existissem pobres, o povo deveria estender suas mãos para ajudá-los. Ao longo dos Evangelhos, Jesus sempre está ao lado dos pobres. Mas neste momento, em termos de prioridade, a mulher fez a coisa certa. Andrews Study Bible.
8 Ela fez o que pôde. Ou seja, a mulher fez o melhor uso possível do que tinha nas mãos. Isso é o que Deus espera de todos, nada mais e nada menos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 716.
ungir-Me para a sepultura. Jesus se refere à unção de cadáveres, com especiarias e perfumes, amplamente praticada na Palestina naqueles dias. Bíblia de Genebra.
10 Judas. Motivado pela avareza, trai ao seu Mestre. Maria, motivada pelo amor, oferece o preciosíssimo perfume (v 3). Bíblia Shedd.
12 primeiro dia da Festa dos Pães Asmos. Era 14 de Nisã (corresponde a Abril, época de nossa Páscoa). O cordeiro era sacrificado à tarde (c. 15 h) e comido por pelo menos 10 pessoas, entre o pôr-do-sol e a meia-noite. Bíblia Shedd.
Pães Asmos. Esta festa simbolizava a remoção do pecado na vida dos crentes israelitas (Êx 12.14-20). A refeição da Páscoa caía no primeiro dia desta festa …, o décimo quarto dia depois do começo do ano judaico (Êx 12.6). Bíblia de Genebra.
sacrifício do cordeiro pascal. Jesus morreu na Páscoa, a festa que celebra o modo como o sangue de um cordeiro protegeu os israelitas do juízo de Deus no Egito. A morte de Jesus mostra a profunda continuidade no plano divino da redenção (cf 1Co 5.7). Bíblia de Genebra.
13 Dois dos Seus discípulos. Pedro e João (Lc 22.8). Bíblia Shedd.
homem trazendo um cântaro de água. Podia ser facilmente indicado, porque em geral somente as mulheres carregavam potes de água. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus quis manter secreto o local. Bíblia Shedd.
14 Onde é o meu salão de hóspedes … ? (NVI). Era costume que quem tivesse um salão disponível em Jerusalém o cedesse, mediante solicitação, a qualquer peregrino que desejasse celebrar a Páscoa. Parece que Jesus tinha combinado previamente com o dono da casa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Façam ali os preparativos. Isso incluiria os alimentos para a refeição: pães sem fermento, vinho, ervas amargas, molho e o cordeiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Comendo, reclinados à mesa (NVI). A princípio, a refeição da Páscoa era comida de pé (Êx 12.11), mas nos tempos de Jesus o costume era comê-lo em posição reclinada. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Porventura, sou eu? Em gr espera-se resposta negativa. Bíblia Shedd.
20 mete comigo a mão no prato. Pão ou carne eram mergulhados numa tigela central cheia de molho.O detalhe dá ênfase à profunda traição pessoal, uma vez que a comunhão à mesa era uma prova de genuína amizade (cf. 2.16). Bíblia de Genebra.
23 deu graças (NVI). A palavra “eucaristia” [Gr Eucharist, Ing Thanksgiving, cf Andrews Study Bible] deriva do termo grego usado aqui. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Tendo cantado um hino. Um dos salmos (114-118 ou 136), cantado antes das duas orações finais de celebração da Páscoa. Bíblia Shedd.
28 para a Galileia. O anjo, no túmulo, lembra esta promessa e alude à negação por parte de Pedro (16.7). Bíblia de Genebra.
30 hoje. Segundo o cômputo judaico, ao pôr do sol já havia começado o sexto dia da semana, e o julgamento e a crucifixão ocorreriam antes do pôr de sol seguinte. CBASD, vol. 5, p. 717.
32 Getsêmani. Jardim ou pomar na encosta inferior do monte das Oliveiras, um dos locais prediletos de Jesus (v. Lc 22.39; Jo 18.2). O nome é hebraico e significa (“prensa de azeite”, lugar para espremer o azeite de oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 E, levando consigo. Jesus levou os discípulos mais chegados, desejoso de companhia e conforto destes. Anos depois, eles escreviam tudo o que ali se passou. Bíblia Shedd.
tomado de pavor. Esta expressão é única em Marcos e expressa profundo sofrimento emocional (9.15; 16.5-6). Bíblia de Genebra.
34 vigiai. A oração alerta, urgente e relevante é o único caminho seguro para vencer a tentação (cf 1Pe 5.8s). Bíblia Shedd.
36 Aba. Uma palavra coloquial aramaica para “pai”, que expressa o estreito relacionamento de Jesus com Deus, o Pai. Bíblia de Genebra.
41 Basta! Nos papiros, a palavra grega assim traduzida ocorre em recibos para indicar que o pagamento integral fora efetuado … . Jesus quis dizer que os discípulos haviam dormido o suficiente ou que o debate desse assunto específico estava terminado. CBASD, vol. 5, p. 717.
43 turba. Era um bando composto de guardas do templo comandados por ordem do Sinédrio, juntamente com os servos (escravos) do sumo sacerdote. Bíblia Shedd.
João (18.3) mostra que pelo menos alguns soldados da coorte romana estavam no grupo enviado para prender Jesus, junto com os guardas do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 beijar. Um sinal de respeito que os discípulos mostravam para com os mestres. Depois de comer no mesmo prato (v. 20, nota), Judas agora finge submissão e respeito. Bíblia de Genebra.
48 salteador [NVI: “chefiando alguma rebelião”]. …em vista da acusação feita contra Jesus, em Seu julgamento (Lc 23.2), a tradução “insurrecionista” fica melhor. Bíblia de Genebra.
49 todos os dias. Temos aqui uma sugestão confirmando que o ministério de Jesus em Jerusalém foi mais amplo do que Marcos relata. Só João nos fornece dados mais completos sobre a atividade de Jesus na Judeia. Bíblia Shedd.
50 todos fugiram. O abandono vergonhoso de Jesus por parte dos discípulos adverte a futuros crentes da urgência de vigiar e orar para não escaparem de Sua presença. Bíblia Shedd.
51 um jovem. Teria sido o próprio Marcos (cf At 12.12, 25; 13.13; 15:37-39; Cl 4.10; 2Tm 4.11). Possivelmente, Judas e a turba foram primeiro à casa de Marcos (local do cenáculo, vv 14 ss) para prender a Jesus. Marcos, acordado depressa, sem tempo para vestir, os teria acompanhado até o jardim. Quase foi preso nessa ocasião. Bíblia Shedd.
55-65 É provável que tenhamos, aqui, um relatório do procedimento que houve no Sinédrio, por parte de um dos líderes que ali estivera e que mais tarde se tornou crente em Cristo (cf At 6.7). Bíblia Shedd.
61 Bendito. Uma forma de designar a Divindade, a fim de evitar o uso do sagrado nome de Yahweh (ver vol. 1, p. 149, 150). CBASD, vol. 5, p. 717.
61, 62 És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Segundo a opinião comum dos judeus, o Messias não seria divino. Jesus reivindica Sua plena divindade. Bíblia Shedd.
65 cuspir nele. Cuspir no rosto indicava exclusão do grupo (Nm 12.14-15), como se fosse por impureza ritual. Neste ponto o Sinédrio rompeu definitivamente com Jesus. Bíblia de Genebra.
vendaram-Lhe os olhos (NVI). Uma antiga interpretação de Is 11.2-4 sustentava que o Messias podia julgar pelo olfato, sem a ajuda da vista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
66-72 Estes vv procedem, diretamente, das palavras de Pedro, principal fonte de informações deste evangelho de Marcos. Não esqueçamos que, ainda que Pedro tivesse negado a Cristo, foi ele quem ainda teve coragem de seguir a Jesus até à corte de Caifás e ali ficar durante longas horas. A história de sua negação é contada em todos os evangelhos para mostrar a graça perdoadora do Senhor desprezado. Bíblia Shedd.
68 Não o conheço, nem sei do que você está falando (NVI). Forma comum no direito judaico de apresentar uma negação formal e jurídica. Bíblia de Estudo NVI Vida.
70 galileu. Os judeus da Judeia desprezavam os judeus da Galileia, pois eram considerados cultural e religiosamente inferiores. Os modos e o sotaque de Pedro denunciaram-no, especialmente no pátio de um aristocrata saduceu. Bíblia de Genebra.
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MARCOS 14 – Através das experiências de Jesus e de Seus seguidores nesse capítulo, podemos extrair princípios de vida que orientam a vida cristã.
A história da mulher que ungiu Jesus com perfume caro demonstra a importância de sacrificar algo valioso a Deus. Ela não hesita em derramar o melhor que possui como expressão de amor e gratidão a Cristo, mesmo diante de críticas (Marcos 14:1-9).
• Assim como a mulher não hesitou em oferecer o melhor a Jesus, devemos priorizar a devoção a Deus, oferecendo a Ele o que temos de melhor, seja nosso tempo, talento ou recursos.
• Às vezes, servir a Deus com dedicação total atrai críticas ou incompreensões. Não devemos permitir que o julgamento alheio impeça de oferecer a Cristo o que Ele merece.
• Ao enfrentar resistência quando colocamos Deus acima de tudo, é importante entender que a aprovação divina importa mais que a opinião dos homens.
Nossa devoção a Cristo dependerá do quanto sabemos sobre Ele. Ao longo de Marcos 14 fica claro que Jesus não é uma vítima indefesa; durante o episódio em Betânia, Ele revela pleno conhecimento do que está prestes a acontecer. Ao ser ungido, Jesus profetiza Sua própria morte e sepultamento, dizendo: “Ela fez o que pode. Derramou o perfume em meu corpo antecipadamente, preparando-o para o sepultamento” (Marcos 14:8). Essa declaração demonstra Sua autoridade sobre os eventos, indicando que Ele está ciente e aceita a missão redentora que O aguarda.
Embora Marcos 14 seja um capítulo de traição, angústia e aparente fraqueza, está repleto de indicações da autoridade de Jesus como Rei e Salvador. Ele mostra ser um Messias que mesmo em face da traição de Judas (Marcos 14:10-26), da fraqueza de Pedro (Marcos 14:27-31, 66-72) e da injustiça do Sinédrio (Marcos 14:43-65), está plenamente no controle de Seu destino e dos acontecimentos ao Seu redor. Sua autoridade é manifestada não pelo poder coercivo, mas pela obediência sacrificial e pelo cumprimento do propósito redentor de Deus.
Ao Jesus expressar Sua angústia e, ao mesmo tempo, Sua total submissão à vontade de Deus no Getsêmani, nos deixa um legado de obediência incondicional a Deus, mesmo quando envolve dor e sacrifício (Marcos 14:32-41).
Confiar que Deus tem um plano especial proporciona uma paz que vai além das circunstâncias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MARCOS 13 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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968 palavras
1-37 Este capítulo em Marcos, como seus paralelos (Mt 24, Lc 21), tem sido um desafio aos intérpretes ao longo dos séculos. Está Jesus falando sobre a queda de Jerusalém em 70 d.C., ou sobre os eventos precedentes à Segunda Vinda, ou uma combinação dos dois? Muitos estudantes dos Evangelhos acreditam que esta passagem combina os dois eventos, constituindo os eventos relacionados à queda de Jerusalém uma prefiguração do que acontecerá no retorno de Cristo. Andrews Study Bible.
1 Este capítulo que se inicia, chamado por alguns de “o pequeno Apocalipse”, recebe uma boa ampliação em Mt 24 e Lc 21 e no Apocalipse. Isto se deve ao fato de as verdades aqui reveladas não nos foram dadas para responder a todas as perguntas acerca do futuro, mas para encorajar os crentes a resistir ao mal, ficar firmes na perseguição e esperar sempre em Cristo. Bíblia Shedd.
Este capítulo … faz predições em três áreas: a próxima destruição do templo (vs 1-4); futuras perseguições (vs. 5-25) e a vinda do Filho do Homem (vs. 26-37). Bíblia de Genebra.
Que pedras enormes! (NVI). Segundo Josefo (Antiguidades, 15.11.3), eram brancas, e algumas delas tinham 11,5 metros de comprimento, 3,7 de altura e 5,5 de largura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 não ficará pedra sobre pedra. Jerusalém foi saqueada e o templo foi queimado e destruído no ano de 70 d.C. por Tito, general romano (depois feito imperador). O Arco de Tito, comemorando a sua vitória, ainda existe em Roma. Bíblia de Genebra.
4 quando sucederão estas coisas. A pergunta dos discípulos tem em vista a destruição do templo. A resposta de Jesus parece incluir tanto este evento específico como o tempo que conduz à vinda do Filho do Homem (v. 26; cf Mt 24.3). Os eventos em torno da destruição do templo parecem anteceder e tipificar aqueles momentos associados à segunda vinda. Bíblia de Genebra.
que sinal haverá. Jesus deixa claro que perturbações como guerras e desastres não são os “sinais” ou indicadores do tempo em que Ele retornará. Eles não nos dizem quando Ele voltará, mas que Ele voltará. Andrews Study Bible.
5 Vede. Vigiai! Esteja alerta! Esteja de guarda! O maior foco deste capítulo. Existe o perigo da decepção e o perigo da complacência. Andrews Study Bible.
6 Muito virão. No ano 130 d.C., Bar Kochba – líder de uma rebelião judaica contra os romanos – reivindicava ser o Messias e era aceito como tal por seus seguidores, e a lista (de supostos messias) tem crescido desde então. Bíblia de Genebra.
Sou eu. Esta expressão é também o nome de Deus (Êx. 3.14) e é o título escolhido por Jesus (Jo 8.28, 58). Bíblia de Genebra.
9-13 Perseguições aguardam àqueles que se lançam à proclamação do evangelho em todo o mundo (v. 10). Bíblia Shedd.
9 tribunais. Sem dúvida, uma referência ao sinédrio local, ou tribunais, que se reuniam nas diversas sinagogas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 713.
açoitados. A infração dos regulamentos judaicos era sujeita ao castigo com açoites, sendo a pena máxima 39 açoites (v. 2Co 11.23, 24). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 é necessário que o evangelho seja primeiro pregado a todas as nações. Perturbações e desastres acontecerão até que Jesus retorne. Mas nenhum destes é um indicador que Ele está próximo de chegar. O único indicador é que o evangelho será pregado a todas as nações. Mas somente saberá quando este sinal estiver cumprido. Andrews Study Bible.
nações. Gr ethne “gentios”, “nações”. Os gentios ouvirão o evangelho, e não apenas os judeus (cf Ap 7). Não há, entretanto, a mínima indicação relativa à eficiência da pregação, nenhuma sugestão de que o mundo se tornará cada vez mais cristão. Bíblia Shedd.
11. não vos preocupeis. Isto é, “não andeis ansiosos”. CBASD, vol. 5, p. 713.
13 perseverar até o fim. Esta afirmação pode também significar o fim da vida de cada pessoa. Bíblia de Genebra.
será salvo. Não da perseguição mas do juízo divino. Bíblia Shedd.
Esta perseverança não é para merecer a salvação, mas é a prova de que a verdadeira salvação, em certo sentido, já aconteceu (Rm 8.24). Bíblia de Genebra.
14 abominável da desolação. … a destruição de Jerusalém que aconteceu em 70 d.C. [cf. nota em Mt 24:15]. Andrews Study Bible.
fujam para os montes. Quando os romanos, em sua marcha para Jerusalém, no ano 69 d.C., saquearam Qumran, os membros desta comunidade esconderam seus manuscritos em cavernas, no alto das montanhas, acima do mar Morto. Eusébio, historiador da igreja, no século IV, afirma que os cristãos deixaram Jerusalém, naquele tempo, e fundaram a igreja em Pella, a leste do Jordão, cerca de 78 km ao norte de Jerusalém. Bíblia de Genebra.
18 no inverno. A estação em que as densas chuvas deixavam os riachos transbordantes e impossíveis de ser atravessados, de modo que muitos seriam impedidos de alcançar um lugar de refúgio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 aqueles dias serão de tamanha tribulação. Este e os versos precedentes parecem ser referências à queda de Jerusalém, em 70 d.C. Contudo, a perseguição ao povo de Deus continua da tribulação do período de 1.260 anos (Ap 13:24-27). Logo antes da volta de Jesus o mal alcançará o seu auge, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7). Andrews Study Bible.
21 Cristo. Literalmente, o Messias. A palavra é usada aqui como um título e não como um nome pessoal. CBASD, vol. 5, p. 713.
24-26 A ênfase, aqui, focaliza claramente a segunda vinda do Senhor (cf Dn 7.13). Bíblia Shedd.
25 cairão. Ver com. de Mt 24.29. O texto grego ressalta o sentido de continuidade, como uma chuva de estrelas cadentes (ver com. de Ap 6.13). CBASD, vol. 5, p. 713.
30 esta geração. O cumprimento da promessa das profecias relativas à destruição de Jerusalém foi visto pela geração contemporânea de Jesus. Bíblia Shedd.
34 dá autoridade. Os dons do Espírito capacitam todo crente sincero a servir ao seu Senhor (cf 1Co 12; Rm 12; 1Pe 4.10s). Bíblia Shedd.
35 à tarde, … à meia noite, …ao cantar do galo, … pela manhã. Os quatro termos aqui utilizados se referem às quatro vigílias da noite, de acordo com o sistema romano que se empregava na Palestina. CBASD, vol. 5, p. 713.
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MARCOS 13 – Conhecido como “Pequeno Apocalipse”, neste capítulo Jesus responde perguntas sobre o futuro de Jerusalém, o fim dos tempos e Sua segunda vinda. Nele contém detalhes proféticos e advertências, abordando tanto a destruição de Jerusalém quanto eventos finais da história.
Ao comentário dos discípulos sobre a grandeza do Templo, Jesus profetiza que “não ficará pedra sobre pedra”, apontando para sua destruição, que ocorreu em 70 d.C. pelas mãos dos romanos. Esta profecia estabelece a autoridade de Jesus como profeta que conhece o futuro com precisão divina (Marcos 13:1-2).
Depois disso, Jesus adverte que muitos viriam em Seu nome, alegando ser o Cristo, enganando a muitos. Isso reflete a realidade de que, durante os tempos de tribulação, haveria tentativas de usurpar Sua autoridade (Marcos 13:5-6).
Jesus fala também de guerras, rumores de guerras, terremotos e fomes, como o “princípio das dores”, indicando serem sinais iniciais e não o fim em si (Marcos 13:7-8).
Jesus afirma que Seus seguidores seriam entregues aos tribunais, açoitados e odiados por todas as nações por causa de Seu nome. No entanto, Ele assegura que o Espírito Santo falaria através deles e que quem perseverar até o fim será salvo. Aqui destaca a necessidade de firmeza na fé e na confiança na proteção divina em meio à hostilidade e intolerância religiosa (Marcos 13:9-13).
Jesus descreve um período de tribulação sem precedentes, usando a imagem do “sacrilégio terrível”, profetizado em Daniel 9:27; 11:31 e 12:11. Durante esse período de eventos futuros, haveria tentativas intensificadas de enganar os eleitos; então, Jesus alerta novamente contra falsos profetas e falsos cristos que realizarão sinais e prodígios (Marcos 13:15-23).
Na sequência Jesus fala de sinais cósmicos: O sol escureceria, a lua não brilharia, as estrelas cairiam e os poderes celestiais seriam abalados. Esses sinais precedem a vinda do Filho do Homem – o Rei escatológico que julgará o mundo e reunirá Seu povo para Si (Marcos 13:24-27). Diante disso, é necessário vigilância e fidelidade às palavras e à autoridade de Cristo (Marcos 13:32-37).
Após utilizar a parábola da figueira para ensinar vigilância, a declaração de Jesus de que “Os céus e a terra passarão, mas [Suas] palavras jamais passarão” ressalta a autoridade eterna de Suas palavras e promessas (Marcos 13:28-31).
Portanto, reavivemo-nos através de Sua Palavra! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MARCOS 12 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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1891 palavras
1 entrou Jesus a falar-lhes. Marcos omite as parábolas dos dois filhos e a das bodas. Ambas se encontram em Mateus e Lucas neste contexto. Aparentemente, Marcos escolheu o que mais o impressionou como uma representação das verdades que Cristo procurava ilustrar nessas parábolas finais. CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 708.
lhes. Este pronome, aparentemente, se refere aos principais sacerdotes e escribas, uma vez que concorda com a terceira pessoa do plural (“eles”), no v. 12 (os que buscavam um meio de prendê-Lo). Bíblia de Genebra.
Um homem plantou uma vinha. Esta parábola usa a linguagem do cântico em Is 5:1-2. Nas duas passagens a vinha claramente simboliza Israel. Andrews Study Bible.
lagar. Do gr hupolenion, a vasilha ou recipiente sobre o qual se espremia o suco das uvas. CBASD, vol. 5, p. 708.
2 servos. Frequentemente, um termo para designar os profetas (Êx 14.31; 2Cr 1.3; Is 20.3; Am 3.7). Bíblia de Genebra.
6 Seu Filho amado. É provável que Jesus pensasse nas palavras do Pai por ocasião do Seu batismo [e a transfiguração, Mc 9.7]. CBASD, vol. 5, p. 709.
8. mataram-no e o atiraram para fora. A parábola descreve a rejeição dos líderes judeus a Jesus. Andrews Study Bible.
9 e passará a vinha a outros. Mt 21.43 lê: “Será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos”, sugerindo tanto a comunidade dos discípulos que estavam em torno de Jesus (Lc 22.29-30) quanto a missão dos gentios (Mt 8.11-12; Rm 9.22-26). Bíblia de Genebra.
12 desistindo, retiraram-se. Ver Mt 22:15. Isto é, depois de Jesus ter apresentado a parábola do homem sem a veste nupcial. CBASD, vol. 5, p. 709.
13-17 Esse episódio ocorreu provavelmente na terça-feira da Paixão, num dos átrios do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 fariseus … herodianos. Os fariseus eram nacionalistas religiosos que se opunham à dominação romana do povo judeu. Os herodianos eram provavelmente um grupo político que aprovava a acomodação de Herodes o Grande e de seu sucessor a Roma. Tanto os fariseus quanto os herodianos se opunham a Jesus e O consideravam um ameaça – os primeiros, porque Sua autoridade messiânica não se encaixava com a sua expectativa; os últimos temiam que Ele abalasse a estrutura política através de uma desestabilização do poder de Roma. Andrews Study Bible.
14 tributo. A taxa do censo ou “por cabeça”. Era uma fonte de discussão àquele tempo. Os herodianos a apoiavam; os fariseus não gostavam, mas pagavam; era impopular perante o povo comum; os zelotes se recusavam a pagá-la. Os esforços dos zelotes finalmente levaram à destruição de Jerusalém em 70 d.C. Se Jesus dissesse “sim”, Ele estaria ofendendo às multidões e perderia Sua popularidade. Se tivesse dito “não”, Ele poderia ser acusado de traição perante o poder imperial. Andrews Study Bible.
17 Deem a César o que é de César. Existem obrigações para com o estado que não entram em choque com nossas obrigações para com Deus (v. Rm 13:1-7; 1Tm 2.1-6; Tt 3.1,2; 1Pe 2.13-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 saduceus. Partido aristocrático no judaísmo cujos membros eram ricos, sempre ocupavam a posição de sumo sacerdote, aceitavam somente os cinco livros de Moisés (Gênesis – Deuteronômio: o Pentateuco), e não acreditavam na ressurreição ou em anjos. Andrews Study Bible.
… e rejeitavam categoricamente a tradição oral … Tais crenças colocavam-nos em conflito com os fariseus e a piedade comum judaica. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 Não provém o vosso erro …? A forma interrogativa em grego significa que Jesus esperava uma resposta afirmativa. CBASD, vol. 5, p. 709
28 um dos escribas … vendo. O escriba escolhido para este complô final dos fariseus a fim de prender Jesus (ver com. de Mt 22:34, 35) parecia ser de coração sincero. Ele foi justo em reconhecer que “Jesus lhe houvera respondido bem”. CBASD, vol. 5, p. 709.
28 qual é o mais importante? Os rabinos judeus contavam 613 estatutos na lei, e procuravam diferenciar entre mandamentos “pesados” (ou “mais importante”) e “leves” (ou “menos importantes”). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Ouve, ó Israel. Palavras iniciais da confissão judaica de fé chamada Shema (Dt 6:4). O judeu piedoso a repetia a cada manhã e tarde, afirmando sua crença em um único Deus (monoteísmo). Jesus reafirma isto. Andrews Study Bible.
O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Ver com. de Dt 6:4. A passagem das Escrituras aqui citada tem sido a senha sagrada de Israel através de sua extensa história. Ela reflete a crença distintiva dos judeus no Deus único e verdadeiro, em contraste com os múltiplos deuses das outras nações. Estas palavras eram pronunciadas para iniciar o serviço de oração pela manhã e à tarde no templo, e são uma parte regular das reuniões nas sinagogas até o dia de hoje. CBASD, vol. 5, p. 709.
A unidade do Deus único (fato que nega o politeísmo) implica no Seu absoluto direito sobre toda a Criação em geral, e sobre o homem em particular. … Agostinho proclamou: “Ama a Deus e faze o que queres”, porque o amor purifica as intenções. Bíblia Shedd.
[Nota: A Lei do Thelema, divulgada pelo satanista Alester Crowley – filósofo base da Sociedade Alternativa/Movimento Hippie – prega: “Faze o que queres e cumprirás a lei”. Altera a frase de Agostinho, retirando dela o essencial: o amor a Deus.]
30 de todo o teu entendimento. Jesus expande o texto de Dt 6:5 para incluir o entendimento. Ele chama Seus discípulos a uma religião holística: o coração e a alma (emocional), o entendimento/mente (intelecto) e a força (físico). Andrews Study Bible.
31 Jesus acrescentou ao shema’ o mandamento de Lev 19.18, para demonstrar que o amor ao próximo é o fruto natural e lógico do amor a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O primeiro e o segundo mandamentos não podem se separar. Bíblia Shedd.
Amarás o teu próximo [vizinho, NJKV] como a ti mesmo. Jesus fala de três objetos de amor: Deus, o próximo e a si mesmo. Se alguém não tem um senso positivo de auto-estima, o amor pelo próximo estará longe do ideal que Deus requer. Andrews Study Bible.
É fato conhecido da psicologia que quem não valoriza a si mesmo não pode valorizar ao seu próximo. Bíblia Shedd.
32 com verdade disseste. O escriba reconheceu que as respostas de Jesus eram precisas e adequadas … e, então, honestamente elogia a Jesus. CBASD, vol. 5, p. 709.
33 holocaustos. Comparar com 1Sm 1:22. Esta admissão voluntária por parte do escriba demonstra sua percepção da importância relativa e do significado do ritual do templo. CBASD, vol. 5, p. 709.
todos os sacrifícios e ofertas (NVI). Sem dúvida, a comparação foi inspirada pelo fato de o debate ter-se dado no átrio do templo (v. 11.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 Não estás longe do reino de Deus. O escriba discernia a verdade (ver v. 33) e sinceramente a reconhecia como verdade (ver v. 32). Ele estava no limiar do reino. CBASD, vol. 5, p. 709.
35 os mestres da lei dizem que o Cristo é filho de Davi. A maioria do povo sabia que o Messias viria da família de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 O Senhor disse ao meu Senhor (NVI). Deus disse ao Senhor de Davi, i.e., o superior de Davi – em última análise, o Messias (v.nota em Sl 110.1). O propósito da citação era demonstrar que o Messias era mais que descendente de Davi – era Senhor de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O primeiro “senhor” traduz a palavra Yahweh, enquanto o segundo, o termo Adonai (lit “meu senhor”), ambos do AT. Destaca-se, aqui, a impossibilidade de acontecer que um filho apenas humano seja senhor do seu pai. Davi declara, assim, que o Cristo é divino. Bíblia Shedd.
Disse o Senhor ao meu Senhor (ARA). Esta citação de Sl 110:1 quer deixar claro que o Messias não era meramente um descendente de Davi, mas Ele é o Senhor. Ele existe antes de Davi na Sua origem e é divino. Mas também, de forma paradoxal, Ele é o filho humano de Davi. Esta é a apresentação da teologia de Marcos de Deus Se tornando homem que João apresenta de uma forma diferente no prólogo de seu Evangelho (Jo 1:1-18). Andrews Study Bible.
Jesus mostra que, conquanto o Messias descenda de Davi, sua dignidade real e poder sobrepujam os de Davi, porque Davi se dirige a este Rei, chamando-O de “meu Senhor” 9Sl. 110.1). … Uma tal interpretação clara e fiel das Escrituras é ouvida “alegremente”. Bíblia de Genebra.
38-40 O desafio e as duras palavras de Jesus são reservadas para aqueles que se orgulham de sua piedade e ao mesmo tempo oprimem o socialmente marginal, como o pobre e as viúvas indefesas. Andrews Study Bible.
38 Guardai-vos dos escribas. Marcos apresenta somente um resumo do que foi um discurso bastante longo sobre a hipocrisia dos escriba e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 710.
vestes talares (ARA. NVI: roupas especiais). Os mestres da lei usavam túnicas compridas de linho branco que tinham franjas e quase chegavam ao chão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Estas vestes longas chegavam até os pés e faziam parte da vestimenta geralmente usada pelos doutores da lei como uma identificação de sua profissão. CBASD, vol. 5, p. 710.
39 lugares mais importantes nas sinagogas. Referência aos assentos defronte à “arca” que continha os rolos sagrados. Os que se assentavam ali podiam ser vistos na sinagoga por todos os adoradores. Bíblia de Estudo NVI Vida.
41 gazofilácio (ARA). Marcos … se refere aqui … às arcas das ofertas que se encontravam no amplo átrio das mulheres. CBASD, vol. 5, p. 710.
caixas de ofertas (NVI).Localizadas no átrio das mulheres. Tanto homens quanto mulheres tinham permissão de entrar nesse átrio, mas as mulheres não podiam ultrapassá-lo para adentrar o recinto do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
42 viúva pobre. Do gr. ptochos, “mendigo” ou “indigente”. Lucas usa penichros, uma forma poética tardia de penes, que indica aquele que vive apenas com o essencial e precisa trabalhar cada dia a fim de ter alimento para o dia seguinte (cf Lc 21:2). CBASD, vol. 5, p. 710.
moedas. Gr. lepta “finas”. Bíblia Shedd.
… uma moeda de cobre que pesava menos de um grama e valia poucos centavos …. O lepton [singular] era a menor moeda judaica de cobre em circulação. CBASD, vol. 5, p. 710.
quadrante. Do gr kodrantes, que equivale a dois lepta, ou “moedas” … e que equivalia a 1/64 de um denário romano, o salário de um dia no tempo de Cristo … Com frequência se tem dado ênfase à pequenez intrínseca da oferta da viúva, mas se deveria dar mais ênfase à comparativa grandeza de seu sacrifício. CBASD, vol. 5, p. 710.
43 mais do que … todos. Significa que ela deu mais do que todos os doadores ricos juntos. Em realidade, à vista de Deus não é realmente a extensão da dádiva que conta, e sim o motivo que a impulsiona. Deus está interessado na magnitude do amor e da consagração que a dádiva representa, não em seu valor monetário. Esta é a única base que Deus emprega para recompensar as pessoas, como Jesus ilustrou na parábola dos trabalhadores na vinha (ver com. de Mt 20:15). O louvor de Jesus a essa viúva estava baseado no espírito que impulsionou sua oferta. CBASD, vol. 5, p. 710.
44 sobrava. Do gr. perisseuma, que significa “abundância”, mas também “o que sobra” ou “o excesso”. Os ricos tinham dinheiro de sobra;tinham mais do que necessitavam. Eles deram de seu excedente, e isso não lhes custava nada. O valor de suas ofertas em termos de amor e consagração era pequeno ou nada, porque elas não representavam abnegação. CBASD, vol. 5, p. 710.
tudo o que possuía. Uma evidência do máximo amor possível e da consagração a Deus. CBASD, vol. 5, p. 710.
sustento (ARA. NVI: tudo o que possuía para viver). Do gr. bios, “subsistência”. … Com toda segurança, a viúva não sabia de onde proviria sua próxima refeição. CBASD, vol. 5, p. 710.
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MARCOS 12 – Este capítulo segue diretamente os eventos descritos em Marcos 11:27-33, onde a autoridade de Jesus é desafiada pelos líderes religiosos.
Em Marcos 12, Jesus responde a essa oposição por meio de uma série de parábolas, debates e ensinamentos que não apenas defendem Sua autoridade, como também expõem a hipocrisia e a incredulidade dos líderes judeus.
Na parábola dos lavradores maus, um homem planta uma vinha e a aluga aos lavradores, esperando que eles cuidem dela e entreguem os frutos no tempo certo. No entanto, quando o dono da vinha envia os servos para recolher os frutos, os lavradores os agridem e matam. Por fim, o dono envia seu filho, pensando que seria respeitado, mas os lavradores o matam, na esperança de tomar a herança (Marcos 12:1-12).
Esta parábola ilustra como Israel, sob a liderança dos fariseus e escribas, rejeitou repetidamente os mensageiros de Deus e, finalmente, rejeitaria e crucificaria o próprio Filho de Deus. Aqui, Jesus afirma Sua autoridade divina como o Filho, enviado por Deus, e condena a recusa obstinada dos líderes religiosos em reconhecer e submeter-se a essa autoridade.
• Está é uma advertência a todos os líderes religiosos de todas as épocas e lugares.
Fariseus e herodianos, tentando enredar Jesus numa armadilha, perguntam se é lícito pagar tributo a César. Jesus responde com sabedoria! Ao afirmar “Deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, Ele não apenas evita a armadilha, como também reafirma Sua autoridade em questões espirituais e seculares. Jesus distingue entre deveres civis e religiosos, apontando que, enquanto a moeda pertence a César, a vida e a adoração pertencem a Deus (Marcos 12:13-17).
Na questão levantada sobre a ressurreição, Jesus corrige a compreensão limitada das Escrituras e do poder de Deus. Ele não apenas defende a ressurreição, como também corrige a falsa teologia dos saduceus, demonstrando Sua autoridade sobre as questões eternas (Marcos 12:18-27).
Diante das autoridades eclesiásticas Jesus revela Sua autoridade como intérprete final das Escrituras (Marcos 12:28-37). O capítulo termina com uma advertência àqueles que buscam prestígio e poder enquanto exploram os pobres. Em contraste, Ele elogia a oferta da viúva pobre, que, apesar de sua pobreza, da tudo o que tem (Marcos 12:38-44).
Reavivemo-nos com estes ensinamentos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MARCOS 11 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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