Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
10 de outubro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JOÃO 4 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 4 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de outubro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1118 palavras

1-42 O poço de Jacó se situava em um vale entre dois montes, Gerizim e Ebal, próximo à antiga Siquém. A área se localizava em um lugar de relevantes eventos do AT (Gn 12:6; 33-18-34:31; Dt 11:29; 27:4; Js 8:30-35; 24:32). Os samaritanos eram descendentes de estrangeiros que haviam adotado uma forma da religião israelita (2Rs 17:24-41). Os judeus daquele tempo odiavam os samaritanos e achavam que eles contaminavam tudo o que tocavam. Portanto, era notável que Jesus falasse com uma mulher nesta história. Andrews Study Bible.

7 dá-me de beber. O processo pelo qual a mulher samaritana foi ganha merece o cuidadoso estudo por parte dos interessados em ganhar pessoas para Cristo. Houve quatro estágios principais: (1) O despertamento de um desejo por algo melhor, v. 7 a 15. (2) O despertamento de uma convicção da própria necessidade, v. 16 a 20. (3) O chamado a uma decisão para reconhecer Jesus como o Messias, v. 21-26. (4) O estímulo para uma ação adequada à decisão, v. 28 a 30, e 39 a 42. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1037.

Os fariseus ensinavam que seria melhor queimar a Torá (a Lei de Deus) do que entregá-la a uma mulher. Bíblia Shedd.

9 os judeus não se dão com os samaritanos. Esta frase poderia ser traduzida também como “os judeus não usam nada em comum com os samaritanos”[Ou: “não usam pratos que os samaritanos usaram”. Nota textual NVI] , referindo-se à legislação que proíbe aos judeus comer ou beber com os samaritanos, que eram mais relaxados na sua maneira de entender o ritual da purificação. Bíblia de Genebra.

…um judeu ficaria impuro se bebesse numa vasilha usada por algum samaritano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 dom de Deus. Esta expressão dá ênfase ao fato de que a salvação não é merecida, mas dada (Ef 2.8). Bíblia de Genebra.

água viva. Espiritualmente significa a salvação (“dom de Deus”) em Cristo, fonte de vida eterna a jorrar (14; cf 19:34). Bíblia Shedd.

13 voltará a ter sede. … todos os prazeres terrenos, mesmo quando legítimos, se desvanecem. Bíblia de Genebra.

20 neste monte. Isto é, o monte Gerizim, em cujo sopé ficavam Sicar e o poço de Jacó. Os samaritanos haviam erigido um templo sobre o monte Gerizim em 432 a.C., mas este estava em ruínas desde sua destruição por João Hircano, em 129 a.C. CBASD, vol. 5, p. 1037.

Esses dois atos, naturalmente, aumentaram a hostilidade entre os dois grupos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Seria Gerizim, o monte de bênção (Dt 11.29; 27.12) onde os samaritanos instalaram um templo rival e culto alheio ao de Jerusalém. Bíblia Shedd.

[Comentários paralelos sobre Neemias 13.29: “Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, era genro de Sambalate [samaritano cf 4:1-2], o horonita, pelo que o afugentei de mim” (ARA).

Joiada. Neste caso, Neemias foi obrigado a agir com autoridade, porque o filho de Joiada [não o general de Davi] profanara o sacerdócio pelo casamento contra os mandamentos (Lv 21.7, 14). Agravou-se o caso por ser ele filho do sumo sacerdote… Genro. Foi esse que foi usado para constituir um novo sacerdócio samaritano, com um templo no Monte Gerizim, formando uma seita rival do judaísmo (cf Jo 4.20). Bíblia Shedd.]

22 a salvação. Isto é, a única salvação que há (ver At 4:12). Os samaritanos viviam uma combinação da religião hebraica apóstata com o paganismo… Eles tinham o Pentateuco como sua Bíblia e afirmavam ser mais ortodoxos do que os judeus, mas adoravam a Deus cegamente. Não sabiam o que adoravam; e portanto, O adoravam “em vão” (Mc 7:7). CBASD, vol. 5, p. 1037.

A salvação vem dos judeus. O Messias seria um judeu [cf Is 2:3]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 vem a hora e já chegou. Ver 6.25. Logo virá o tempo em que as subdivisões entre judeus e samaritanos serão removidas (v. 21) e o culto do templo será substituído. O tempo “já chegou”, porque Jesus está presente e começou a obra que conduz à presença do Espírito Santo na igreja (7.39; 20.22). Bíblia de Genebra.

espírito. Uma atitude de mente e coração em vez de ritos externos. Verdade. Em João, verdade é a revelação da vontade e do caráter de Deus nas palavras (1:17; 3:34) e nas ações (8:32, 36) de Jesus e no ministério do Espírito Santo (16:13). Andrews Study Bible.

25 O Messiasexplicará tudo. A última tentativa da mulher de evitar a questão em pauta. O assunto era demasiado importante, pensava ela, para pessoas como ela e Jesus solucionarem. Só haveria entendimento com a vinda do Messias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 Eu sou o Messias! Única ocasião em que Jesus, antes de Seu julgamento, declara especificamente ser o Messias… O termo não tinha em Samaria as implicações políticas que tinha na Judeia, e talvez fosse, por isso, em parte, que Jesus empregou aqui o título. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 se admiraram. Os mestres religiosos raramente falavam com mulheres em público. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ou, “ficaram surpresos”. Os judeus consideravam o ato de conversar com uma mulher em público como altamente impróprio a um homem e indigno de um rabi. Uma antiga obra literária judaica, Aboth R. N. 2 (1d), aconselha: “Ninguém fale com uma mulher na rua, nem com sua própria esposa”… Na Mishnah, os homens são admoestados: “Não se envolvam em conversas demais com mulheres”… CBASD, vol. 5, p. 1041.

28 deixou o cântaro. Ela estava com o cântaro pronto para ir embora, já com o cântaro cheio (DTN, 183), quando os discípulos voltaram da aldeia, tendo comida para Jesus. Ela estava ansiosa para chegar à aldeia e contar sobre sua grande descoberta; e, por isso, não quis se atrasar com o cântaro pesado. Havia experimentado desejo, convicção e decisão (ver com. do v. 7), e o passo lógico seguinte era a ação: ela foi contar a outros. Isso testificou da realidade de sua decisão. O cântaro deixado para trás evidenciava que ela queria voltar logo. CBASD, vol. 5, p. 1041.

30 Saíram. O testemunho da mulher foi mais eficiente do que a visita dos discípulos. Bíblia de Genebra.

38 outros trabalharam. Historicamente os patriarcas e profetas do AT prepararam o solo. Presentemente era o Senhor que semeou as boas novas aos samaritanos. Os discípulos são convidados a ceifar o fruto na hora (cf At 8.4-25; Am 9.13). Bíblia Shedd.

42 Salvador do mundo. Esta frase rara aparece também em 1Jo 4.14. Ainda que “a salvação vem dos judeus” (22), os samaritanos reconheceram que a salvação de Cristo se estende para toda raça (cf Is 45.2, 3). Bíblia Shedd.

46 oficial do rei. Este oficial era um judeu, provavelmente um herodiano (cf com. de Mc 3:6). Alguns sugeriram a identificação deste nobre com Cuza (Lc 8:3) ou Menaém (At 13:1), oficiais de Herodes que se tornaram cristãos. CBASD, vol. 5, p. 1042.

48 Senão virdes sinaisde modo nenhum crereis. Contrastar com 20:29. O propósito dos “sinais” é produzir fé; mas a melhor fé não é baseada em sinais. Andrews Study Bible.

52 Ontem, à hora sétima. Se foi a hora romana, seria às 19 horas, que explicaria a demora do pai em voltar para casa. Bíblia Shedd.



JOÃO 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de outubro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

JOÃO 4 – Os sinais em João têm intenção clara: Levar à fé em Jesus como o Filho de Deus, para que, ao crer, as pessoas tenham vida em Seu nome (João 20:31). Jesus realizou isso com duas pessoas em João 4:

• A mulher samaritana (vs. 1-42).
• O oficial do rei (vs. 43-54).

João 4:54 faz referência a dois milagres específicos que Jesus realizou em Caná da Galileia. O primeiro foi a transformação da água em vinho nas bodas de Caná (João 4:46); o segundo, é a cura do filho de um oficial do rei.

Este milagre revela muito sobre o propósito teológico dos sinais de Jesus no Evangelho de João. Antes do milagre, o oficial veio a Jesus pedindo a cura de seu filho moribundo. Jesus inicialmente responde com uma declaração sobre a falta de fé daqueles que apenas creem mediante sinais visíveis (João 4:48). Mesmo assim, o oficial insiste, demonstrando fé ao confiar na Palavra de Jesus quando Ele diz que seu filho seria curado – sem exigir que Jesus fosse de imediato até o menino.

• Os “sinais” em João são mais que meros milagres: Eles têm propósito revelador. João organiza seu evangelho em torno de sete sinais principais, cada um demonstrando uma dimensão específica da identidade messiânica de Jesus e Sua missão salvadora. O termo grego usado para “sinal” é σημεῖον (semeion), que carrega a ideia de algo que aponta para uma realidade maior: Uma revelação divina.

• A cura do filho do oficial destaca um ponto central no ministério de Cristo: A importância da fé que confia na Palavra de Deus, sem exigir provas visíveis imediatas. Isso está evidente na narrativa da mulher samaritana e seus conterrâneos e, na cura do filho do oficial sem que Jesus estivesse presente. O oficial crê na palavra de Jesus antes de confirmar o milagre – essa confiança é recompensada. Esse é um exemplo de fé genuína, contrastada com aqueles que apenas acreditam quando veem sinais (João 4:48).

O segundo sinal, como o primeiro, revela progressivamente Quem É Jesus. Ao curar o filho do oficial à distância, Jesus demonstra Seu poder soberano, que não é limitado pela geografia ou pela presença física. Ele é Senhor da vida e da morte; Jesus possui autoridade sobre todas as coisas!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de outubro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JOÃO 3 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 3 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de outubro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1012 palavras

3 mas nascer de novo. Ou “nascer de cima”. Nota Textual NVI.

Do gr. anothen, que em outras passagens de João significa “do alto”, “de cima” (3:31; 19:11; etc.). A palavra pode ser usada corretamente nos dois sentidos. Está claro que Nicodemos compreendeu no sentido de “de novo” (v. 4), mas Jesus certamente quis dizer “do alto”, como anothen é usada um pouco adiante (3:31). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1025.

A tradução “mas nascer de cima” concorda bem com o debate das coisas “da terra” e “do céu”. Bíblia de Genebra.

Segundo a teologia judaica, nascer como filho de Abraão era quase uma garantia de admissão no reino do Céu (Jo 8:33). … a ideia de que ele, um judeu respeitável, estivesse fora do círculo da salvação era nova e perturbadora. CBASD, vol. 5, p. 1025.

5 nascer da água e do Espírito. A referência à “água” era uma clara alusão ao batismo na água, ministrado aos prosélitos judeus [dos gentios] e praticado pelos essênios. … os fariseus, que pretendiam ter um grau superior de justiça, recusavam o batismo (Lc 7:30) porque João o tornou um símbolo do arrependimento. CBASD, vol. 5, p. 1026.

6 nascido da carne. Isto é, pelo nascimento natural (ver Jo 1:13). O princípio do mundo natural, de que todas as coisas vivas se reproduzem “segundo as suas espécies” (Gn 1:21), é igualmente verdadeiro no mundo espiritual. No NT, “carne” e “Espírito” são antagônicos e representam duas formas de vida opostas e mutuamente exclusivas (cf. Rm 6:12-18), CBASD, vol. 5, p. 1026.

14 importa que o Filho do Homem seja levantado. Em João, a expressão “levantado” sempre se refere à crucifixão (ver Jo 8:28; 12:34; etc.). CBASD, vol. 5, p. 1027.

16 Deus amou. O amor é o atributo supremo do Criador em relação a Suas criaturas. É a força controladora no governo divino. “Deus é amor” (1Jo 4:8). João refere-se a si mesmo como “aquele a quem Jesus amava” (Jo 21:7; cf. 13:23; 19:26; 20:2; 21:20), isto é, amava mais. A razão para isso era simplesmente que João, mais do que seus companheiros, se submeteu à influência da vida perfeita de Jesus e, por isso, entendeu e refletiu essa perfeição mais plenamente (ver p. 983, 984). Assim, João estava mais qualificado do que os outros a apreciar a magnitude do amor divino e a explicá-la. … Em 1 João 1:31, ele exclama novamente: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai.” Faltam palavras para expressar a profundidade desse amor eterno e imutável, e João simplesmente faz a todos o convite para que o contemplem. CBASD, vol. 5, p. 1027, 1028.

mundo. O amor de Deus alcança toda a humanidade, mas beneficia diretamente apenas os que respondem a ele. … O amor requer reciprocidade para ser eficaz. … Afirmar que Deus predestinou certas pessoas para se perderem, não importando a própria escolha deles, é dizer que Ele as odeia; é estigmatizá-Lo como injusto e colocar sobre Ele a culpa pelo destino delas (ver Rm 5:8; 2Co 5:19; ver com. de Jo 3:17-20). CBASD, vol. 5, p. 1028.

pereça. Do gr apollumi, “destruir completamente”, “apagar da existência”, “desvanecer-se no nada”. … O oposto de “vida eterna” não é a miséria eterna, mas aniquilação eterna, morte eterna. CBASD, vol. 5, p. 1028.

17-21 O propósito primário do ministério de Jesus era a salvação. Mas aqueles que rejeitam aquela salvação julgam ou condenam a si mesmos. Andrews Study Bible.

17 Deus enviou. O “envio” de Jesus não implica a superioridade do que envia nem a inferioridade do que é enviado. Ao longo de toda a eternidade passada, Cristo era “igual a Deus” (Ev, 614). CBASD, vol. 5, p. 1028.

18 crê …  não crê. João não está se referindo a crenças e dúvidas momentâneas, mas a atitudes contínuas e firmes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

já está julgado. Da mesma forma que os que creem em Cristo são justificados em virtude de sua fé, os que não creem são condenados por sua falta de fé. … Deus predestinou que os que creem sejam salvos e que os descrentes se percam, mas deixou a critério de cada pessoa escolher crer ou não. Nesse sentido, o destino de crentes e descrentes foi, em perspectiva, decidido quando o plano da salvação foi formulado; mas é dada ao indivíduo a possibilidade de escolha. Esta é a predestinação bíblica. CBASD, vol. 5, p. 1029

22 para a terra da Judeia. A partir de Jerusalém, Jesus então passa a estender Seu ministério às cidades e aldeias da Judeia, onde trabalhou por um período de aproximadamente oito meses, de abril a dezembro do ano 28 d.C. … Com exceção do breve relato de João 3:22 a 36, a narrativa evangélica silencia sobre os detalhes desse período do ministério do Senhor. Jesus reservou a fase inicial de Seu ministério público a Jerusalém e à Judeia, com o objetivo específico de dar aos líderes a oportunidade de verem as evidências de Sua missão divina, de O aceitarem como o Messias e de levar a nação a cumprir a tarefa que Lhe fora designada por Deus (DTN, 231; ver vol. 4, p. 13-17). Mas, apesar do aparente sucesso da fase inicial, o ministério na Judeia foi de poucos resultados práticos (ver DTN, 194, 245). CBASD, vol. 5, p. 1030.

23 muitas águas. Este comentário sugere o batismo por imersão, a única forma do rito em que seriam indispensáveis “muitas águas” (ver com. de Mt 3:6; Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 1031.

24 encarcerado. João ficou na prisão cerca de um ano, mais ou menos da época da Páscoa em 29 d.C. até a mesma época do ano seguinte. CBASD, vol. 5, p. 1031

25 disputa entre alguns dos discípulos de João e os judeus sobre purificação.Ver 2:6. Se refere, aqui, ao batismo. Andrews Study Bible.

31 fala da terra. João era “da terra” e falava como homem. Jesus veio “das alturas” e falava com a sabedoria do alto. Por isso, as pessoas volviam de João para Jesus, do menor para o maior. CBASD, vol. 5, p. 1032.

36 quem crê. Literalmente, “quem continua crendo”. Estar “na graça” apenas uma vez não é suficiente; a pessoa precisa permanecer “na graça” se quiser entrar no reino. CBASD, vol. 5, p. 1033.

se mantém rebelde (gr apeithon). Esta palavra está colocada em oposição a “crê” indicando que fé em Cristo inclui obediência. Bíblia Shedd.

…o termo se refere a uma condição mental e volitiva de rebeldia e não a atos de desobediência.  … A condição mental determina o rumo da vida (cf Jo 3:18). CBASD, vol. 5, p. 1033



JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de outubro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

JOÃO 3 – Jesus Se apresenta como o único que “desceu do Céu” e tem autoridade para falar coisas celestiais (João 3:13). Como “o Filho do Homem”, Jesus aponta para a verdade de que Ele não é meramente um ser humano que tem entendimento das coisas de Deus, Ele é o Filho de Deus que desceu do Céu para trazer a verdade da salvação à humanidade.

Por conseguinte, encontramos uma das conversas mais profundas e emblemáticas entre Jesus e Nicodemos, um fariseu e membro do Sinédrio. Como figura proeminente, evitando a exposição pública, procurou Jesus à noite e iniciou uma conversa reconhecendo a autoridade de Jesus. João 3:2 destaca a percepção de Nicodemos de que Jesus possuí um papel único e divino, pois reconhece os sinais e milagres de Jesus como prova de que Deus está operando através dEle.

Nicodemos, um dos líderes de Israel, procura a Jesus em busca de entendimento, o que revela a limitação humana em compreender plenamente o que acontecia. Ao mesmo tempo, já percebia algo extraordinário na vida e no ministério de Cristo, reconhecendo implicitamente a divindade operante (João 3:1-21).

Sem responder diretamente ao elogio duvidoso, Jesus vai direto ao ponto mais profundo: “Digo a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo” (João 3:3). Esta é uma das afirmações centrais de teologia cristã. Nicodemos, assim como muitos outros, se esforça para entender o que Jesus está dizendo, deixando evidente a limitação humana diante das realidades espirituais que estão além da compreensão física e lógica.

• Nicodemos representa a busca humana por respostas divinas espirituais e a dificuldade em compreender a natureza do Reino de Deus sem uma revelação divina.

Embora possuísse compreensão teológica obscurecida e fragmentada, Nicodemos não hesitou em buscar esclarecimentos. Nesse encontro secreto Jesus, com sublime maestria, ofereceu uma lição singular de teologia abrangente, tocando as profundezas da cristologia, soteriologia, hamartiologia, missiologia, pneumatologia, numa aula monumental destinada a um único ouvinte.

João Batista, em contrapartida, esforça-se em reequilibrar a percepção popular acerca do Messias, especialmente quando questionado sobre as ações de Jesus. Sua teologia, em consonância plena com os ensinamentos de Cristo, revela clareza impressionante, embora ele jamais tenha recebido a aula particular que Nicodemos teve o privilégio de presenciar (João 3:22-36).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
8 de outubro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JOÃO 2 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 2 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
8 de outubro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

994 palavras

Tendo acabado o vinho. Literalmente, “o vinho falhou”. Tendo ajudado nos preparativos do casamento (ver DTN, 146), Maria se sentiu responsável por suprir a falta e procurou evitar o embaraço que, de outra forma, ocorreria. É digno de nota a confiança de Maria ao ir a Jesus com o problema. Como bom filho, Jesus estivera atento às expectativas da mãe e sempre encontrava uma solução apropriada. A narrativa do evangelho não deixa claro se Maria esperava que Jesus realizasse um milagre, o que Ele nunca havia feito antes (cf. DTN, 145, 146). Possivelmente a presença de Jesus e dos discípulos havia atraído uma multidão [que consumiu mais rapidamente os recursos]CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1018.

Mulher. Esse é um modo respeitoso de dirigir-se a uma mulher, naquela cultura, e é como Jesus normalmente se dirige às mulheres (4.21; 8.10).Bíblia de Genebra.

Uma maneira respeitosa de se dirigir à uma mãe no mundo antigo. Ver 19:25-27. Andrews Study Bible.

Aquele que havia ordenado que os seres humanos honrassem seus pais (Êx 20:12; cf PP, 366) foi, Ele próprio, um vivo exemplo desse princípio. Durante 30 anos Jesus havia sido um filho amoroso e prestativo. CBASD, vol. 5, p. 1018.

O que tendes comigo? (NKJV). i.e., “que é que nós temos em comum?”.Bíblia Shedd.

Jesus rejeita o encorajamento, por parte de Sua mãe, para Se promover prematuramenteAndrews Study Bible.

Que tenho Eu contigo? (ARA). Literalmente, “o que para ti e para mim”? A expressão indica que o interlocutor excedeu os limites do que lhe diz respeito (ver Jz 11:12; 2Sm 16:10; 1Rs 17:18; 2Rs 3:13; 2Cr 35:21; Mt 8:29; Mc 1:24; Lc 8:28; etc.). A forma como Maria instruiu os serventes evidencia que ela não interpretou a resposta de Jesus como uma recusa (ver Jo 2:5). Ela ficou convencida de que Jesus supriria a necessidade no tempo e da maneira que achasse melhor. Ao longo de Sua vida privada em Nazaré, Jesus havia honrado a autoridade de Sua mãe; na verdade, sempre fora um filho solícito dentro do círculo de ação do lar, onde prevalecia essa relação (ver Jo 19:26, 27). Porém, Jesus havia assumido uma vida pública, e Maria não compreendia plenamente o quanto isso limitava sua autoridade sobre Cristo. Talvez ela achasse que tinha, pelo menos em certo grau, o direito de dirigi-Lo em Sua missão (ver com. de Mt 12:46-20). Assim, nessas palavras inequívocas, porém corteses, Jesus procurou deixar clara a distinção entre Sua relação para com ela como Filho do Homem e como Filho de Deus (DTN, 147). O amor dEle para com ela não havia mudado, mas dali em diante Ele precisaria trabalhar dia a dia sob a direção de Seu Pai celestial (ver DTN, 208; ver com. de Lc 2:49). Como ocorreu no caso de Maria e Jesus, os pais hoje, muitas vezes, acham difícil afrouxar, aos poucos, a autoridade que exercem sobre os filhos, até abdicarem dela totalmente, a fim de que estes ganhem experiência ao enfrentar os problemas da vida por si mesmos e aprendam a aceitar a responsabilidade por suas decisões. Sábios são os pais e afortunados são os filhos quando essa transição de autoridade ocorre naturalmente e sem atritos. CBASD, vol. 5, p. 1018

Jesus atende ao pedido de Maria, não por ser ela Sua mãe, mas o faz como parte de Sua obra messiânica. Isto indica que o papel especial de Maria, como mãe de Jesus, não lhe dá autoridade para intervir na carreira de Cristo – este é um forte argumento contra fazer-se oração a Maria. Bíblia de Genebra.

hora. Uma expressão em João para o sofrimento e morte de Jesus. Jesus evitou ações que abreviariam o tempo de Seu sofrimento final. Ver nota em 12:27-28. Ver tb 7:30; 8:20; 12:23-24; 17:1. A experiência de Jesus em Caná foi uma antecipação da cruz (note as referências a hora, mulher, terceiro dia, vinho (sangue). Andrews Study Bible.

Minha hora. Ver Jo 7:6, 8, 30; 8:20; etc. Maria, aparentemente, esperava que Jesus, nessa ocasião, Se proclamasse o Messias (ver DTN, 145), mas ainda não havia chegado a hora de Ele anunciar isso (ver com. de Mc 1:25). Havia um momento marcado para cada acontecimento de Sua vida (DTN, 451; ver com. de Lc 2:49). Foi só perto do final de Seu ministério que Jesus afirmou publicamente ser o Messias … e, por causa disso, Ele foi crucificado (Mt 26:63-65; Lc 23:2; Jo 19:7; ver com. de Mt 27:63-66).CBASD, vol. 5, p. 1018, 1019.

Na crucificação e na ressurreição, de fato chegou a hora de Jesus (12.23, 27; 13:1; 16:32; 17:1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

serventes. Do gr diakonoi, de onde vem a palavra “diácono”. Os serventes aparentemente recorreram a Maria como a pessoa responsável por fornecer mais vinho, pois nem mesmo o “mestre-sala” sabia ainda que este havia acabado (ver DTN, 148). CBASD, vol. 5, p. 1019.

seis talhas. Vasos em que se guardava água para as lavagens cerimoniais, obrigatórias para judeus religiosos, antes de comer (Mc 7.3-4). … Nas seis talhas houve cerca de uns 500 litros. Bíblia Shedd.

11 sinais. João usa o termo “sinais” para os milagres porque apontam para a morte e ressurreição de Jesus e a salvação vinda por EleBíblia Shedd.

glória. A glória de Jesus é o Seu divino caráter. Em João, isto é mais claramente manifestado na cruz. Ver 22:23-24, 37-41. Andrews Study Bible.

19 destruí este santuário. A analogia entre o templo literal e o corpo de Cristo não é tão remota quanto a princípio parece. O santuário, e mais tarde o templo, cumpriam o propósito de ser a habitação terrena de Deus (ver com. de Êx 25:8, 9). Ali, acima do propiciatório, aparecia a shekinah, o glorioso símbolo da sagrada e permanente presença de Deus (ver com. de Gn 3:24; Êx 25:17). Mas, como João já havia salientado (ver com. de Jo 1:14), essa mesma glória divina habitou em carne humana na pessoa do Senhor (cf. 1Co 3:16)CBASD, vol. 5, p. 1019.

24 não Se confiava a eles. Isto é, aos que professavam crer nEle (v. 23). Ele sabia que muitos daqueles que se mostravam tão ansiosos para aclamá-Lo iriam, como o povo da Galileia dois anos mais tarde, abandoná-Lo (cf. Jo 6:66). Ele conhecia a inconstância do coração humano e sabia que muitos conversos nos tempos de bonança são superficiais ou hipócritas (ver Jo 6:64; ver com. de Jo 7:2-9). CBASD, vol. 5, p. 1022.



JOÃO 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de outubro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

JOÃO 2 – Em João 1:19 a 2:25 encontramos um dos momentos mais ricos para compreender Jesus como Filho de Deus e, simultaneamente, como ser humano real e presente.

João apresenta não apenas o testemunho inicial sobre Jesus, mas também os primeiros eventos de Seu ministério público. Nota-se como a divindade e a humanidade de Cristo são reveladas em equilíbrio, oferecendo um fundamento sólido à fé cristã.

Ao ser interrogado sobre sua identidade, João Batista nega ser o Cristo, Elias ou o Profeta esperado (João 1:19-21), mas aponta para “Aquele que vem depois” dele (v. 27). João descreve Jesus como Alguém de quem não era “digno de desamarrar as correias de Suas sandálias” – um reconhecimento explícito da superioridade de Jesus em relação a ele, Alguém mais que uma distinção entre os mestres terrenos: Indicava a divindade de Jesus.

Quando João Batista finalmente viu Jesus, exclamou: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29). A metáfora do “Cordeiro de Deus” é o auge das práticas sacrificais judaicas (Êxodo 12, Levítico 16); refere-se ao sacrifício expiatório de Cristo pela humanidade.

O batismo de Jesus indica o início de Seu ministério público – rito tipicamente humano, associando o Divino Jesus com os pecadores que Ele veio salvar, apesar de Sua própria natureza sem mancha de pecado, confirmado pelo descer do Espírito Santo sobre Ele (João 1:29-34).

Na sequência, Jesus interage com pessoas, convida alguns indivíduos a segui-lO (João 1:35-42) e faz brilhar Sua divindade demonstrando onisciência ao identificar Natanael antes mesmo dele falar. Surpreso, Natanael pergunta como Jesus o conhece. Este ato de conhecimento sobrenatural leva Natanael a uma confissão de fé: “Mestre, Tu És o Filho de Deus, Tu És o Rei de Israel” (João 1:43-41).

• Depois disso, num contexto cotidiano de núpcias Jesus revela pela primeira vez Seu poder divino publicamente ao transformar a água em vinho (João 2:1-11).

• Logo após, no episódio do Templo Jesus demonstrou não apenas Sua humanidade, agindo com indignação justa, mas também Sua autoridade divina sobre o Templo (João 2:12-25).

Desta forma, a fé cristã repousa na confissão de que Jesus é o Verbo que Se fez carne e habitou entre nós (João 1:14), o Deus que veio para redimir e restaurar a humanidade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LIÇÕES DA BÍBLIA – JOÃO
7 de outubro de 2024, 8:15
Filed under: Sem categoria

Convidamos você, que está estudando o evangelho de João em Lições da Bíblia, neste trimestre, a estudar também os comentários que postaremos aqui nestas duas próximas semanas. Com certeza, todos cresceremos muito com este estudo.

Curta, divulgue estes comentários com seus colegas e amigos!

Uma ótima, abençoada, semana a todos! [Jeferson].