Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 28 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
14 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 28 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 28 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
14 de maio de 2025, 0:50
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446 palavras

3 Deus Todo-Poderoso.  Literalmente, El-Shaddai (Bíblia Shedd).

4 A bênção de Abraão transmitida a Isaque que, por seu turno, a comunicou a Jacó, é novamente proferida. Parece que Isaque veio a concordar com a revelação de que Jacó, e não Esaú, haveria de ser o veículo da promessa divina (Bíblia Shedd).

5 Era necessário que [Jacó] fosse afastado da influência da sua mãe e levado a um mundo mais amplo, onde, através da dor e das frustrações, ele se tornasse um príncipe de Deus. Muitas vezes nosso ninho se rompe para que aprendamos a voar (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

6-9 A decisão de Esaú de se casar dentro da linhagem de Abraão através de Ismael demonstra sua falta de compreensão da descendência da promessa. Ele buscou casamento no ramo errado da linhagem (Andrews Study Bible).

Agindo por rivalidade contra seu irmão (v.6) e por um desejo de agradar a seu pai (v. 8), Esaú buscou uma nova esposa entre seus parentes, a família de Ismael (v. 9). Até mesmo nesta tentativa de agradar faltou-lhe percepção espiritual, porque Ismael era a descendência natural rejeitada de Abraão (17.18-21; 21.12-13) (Bíblia de Genebra).

11 fê-la seu travesseiro. Este termo hebraico é traduzido como “à sua cabeça”, em 1Sm 26.7. Ao invés de servir como travesseiro, a pedra pode ter protegido sua cabeça (Bíblia de Genebra).

12 A visão de Jacó tinha o propósito de certificá-lo do interesse divino a seu respeito (Bíblia Shedd).

O sonho de Jacó de um lugar de encontro entre céu e terra prenuncia Jesus Cristo, o Deus-Homem que reúne céu e terra (Jo 1.51). Através de Cristo, o “único mediador entre Deus e os homens” (1 Tm 2.5), temos acesso ao Pai (Ef 2.18) (Bíblia de Genebra).

O movimento das marés e a circulação do sangue não são mais regulares do que a comunicação entre o céu e a terra (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

13 Perto dele estava o SENHOR. Ou, Acima dela [da escada] (Bíblia NVI).

15 onde quer que fores. Em contraste com as deidades pagãs, cujo poder se pensava estar ligado a certas localidades (Bíblia de Genebra).

Até cumprir. O hebraico significa apenas que a promessa se cumprirá, não que será mudada depois de seu cumprimento (Bíblia de Genebra).

17 casa de Deus. Heb. “Bethel”, que mais tarde se tornou um santuário idólatra durante o tempo do reino dividido (Andrews Study Bible).

18 coluna. Um testemunho e monumento chamando a atenção para a importância do lugar (cf. 31.45-59).

Entornou azeite. Um ato de consagração (35.14; Êx 40.9; 2Sm 1.21) (Bíblia de Genebra).

20 voto. Votos eram condicionais, enquanto juramentos não o são. O voto de Jacó reaparece em pontos cruciais desta história (31:13; 35:1-3,7) (Andrews Study Bible).

22 dízimo. A segunda referência (14:20) no Gênesis a dizimar, antes da outorga da lei específica (Lev. 27:30-33; Deut. 14:22-29) (Andrews Study Bible).



GÊNESIS 28 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
14 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 28 – Muitas vezes as falhas de caráter dos pais se tornam maiores e piores na vida dos filhos. Assim como se aprende coisas negativas, também se aprende as positivas. Isaque mentiu, mas também edificou altares para adorar a Deus; ambos praticados por seu pai Abraão.

Abraão mentiu pelo menos duas vezes, a mentira de Isaque foi pior; agora o neto de Abraão é o ícone do engano. O problema de Esaú não era suas falhas, pois Jacó também tinha as suas. Seu problema era que “sua mágoa não se originava da convicção de pecado; não desejava reconciliar-se com Deus. Entristecia-se por causa do resultado do pecado, mas não pelo próprio pecado”. Ele “representa aqueles que têm em pouco valor a redenção a eles comprada por Cristo, e estão prontos para sacrificar sua herança no Céu por amor as coisas perecíveis da Terra. Multidões vivem para o presente, sem qualquer pensamento ou cuidado pelo futuro”, destaca Ellen White (PP, 181).

Por outro lado, quando Jacó fugia ameaçado, “sentia-se como um rejeitado; sabia que toda esta inquietação fora trazida sobre ele pelo seu próprio procedimento errado… achava-se tão completamente só que sentiu necessidade da proteção de Deus, como nunca antes sentira” (PP, 183).

Deus agiu em prol de Jacó, mostrou Sua infinita misericórdia, porque viu seu coração estraçalhado. Deus percebe tudo!

A escada de anjos é a escada da graça que nos alcança nas profundezas de nossas desgraças. Não há lugar tão fundo que Deus não possa nos alcançar (Salmo 139:8-12). Não há pecado tão grande que possa obstruir o plano de Deus de salvar. Quando pecadores entendem tão grande amor e compaixão sendo eles merecedores da morte, a vontade de doar toma conta do coração.

Jacó prometeu entregar o dízimo de tudo; não para adquirir o favor de Deus, mas porque desfrutara desse favor sem qualquer mérito. Quanto mais entendermos nossa situação e notarmos a misericórdia de Deus, mais nosso coração se apegará a Ele! Quanto mais entendemos nossa desgraça, mas valorizaremos a Sua (Gálatas 3:13-14).

Deus desce e liga o Céu a Terra para “levantar” ao miserável pecador! Deus é gracioso, maravilhoso! Ele alcança os mais improváveis!

Os moribundos deste mundo podem contar com Deus sabendo que Ele anseia contar com eles! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 27 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
13 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 27 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 27 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de maio de 2025, 0:50
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2296 palavras

1-46 Uma das palavras chave para a história cheia de suspense é “abençoar”, que aparece mais de 20 vezes. A história de bênção é, contudo, uma parte do esquema maior de controle, fraude e mal orientado amor paterno. É também uma reflexão da reduzida comunicação entre Isaque e Rebeca, que pareciam seguir suas próprias prioridades (Andrews Study Bible).

Esse capítulo narra um triste episódio na história da família escolhida. Esaú é o único caráter que provoca a simpatia geral. Isaque parece ter-se afundado numa senilidade precoce. Chega a ser difícil acreditar que aquele que carregou a lenha para o holocausto no monte Moriá, e se havia submetido de forma tão absoluta à vontade divina, viesse a tornar-se tão forte sensualista. Para ele só importava a satisfação dos sentidos. Talvez isso fosse devido à sua prosperidade e à vida tranquila que levava. Afinal de contas, é melhor ter uma vida intensa, com sua difícil escalada, do que descansar na indolência do vale. O direito de primogenitura já havia sido prometido a Jacó, e ele não precisaria buscá-la por meio de fraude. E Rebeca também agiu erradamente ao enganar o marido, mostrar parcialidade em relação aos filhos e agir indignamente. Quem poderia esperar que de uma família assim Deus iria levantar os líderes religiosos do mundo! (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

O tema do conflito familiar entre os pais e entre os gêmeos agora se manifesta cabalmente na busca de bênção do patriarca. Isaque depende mais de seus sentidos falíveis do que da orientação divina (27.4; cf 25.23) e Rebeca usa de engano (27.6-17). Esaú quebrou o seu juramento (27.5) e Jacó mentiu abertamente (27.19-20). Embora a bênção seja passada de acordo com a vontade de Deus, o veredicto divino sobre suas ações é pronunciado nas consequências desastrosas: A resolução de Esaú em matar a Jacó (27.41; cf 4.8) e a fuga de Jacó da terra. Rebeca morreu sem um memorial (35.8) e Isaque vive, a partir de então, sem grande significado (35.28). Está aqui implícito um contraste entre Abraão, que em fé olhava para o futuro de Isaque de acordo com o propósito eletivo de Deus (cap. 24), e Isaque, que parece não ter feito nenhuma tentativa de encontrar esposas apropriadas para seus filhos (cf. 24-2-4) e que tentou opor-se à eleição divina (27.1-4; cf 25.23) (Bíblia de Genebra).

1 Isaque contava já com 137 anos de idade e deve ter admitido que a morte lhe estava próxima, embora, na realidade, tivesse vivido até os cento e oitenta anos (Bíblia Shedd).

Uma vez que seu meio-irmão Ismael, 14 anos mais velho (Gn 16:16; 21:5), havia morrido com 137 anos (Gn 25:17), as debilidades da idade avançada podem  ter sugerido a ideia de que sua própria morte estava próxima. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 386.

4 comida saborosa, como eu aprecio. Esta propensão de Isaque para as coisas materiais estava na raiz deste conflito (vs 18-27; 25.27-28)(Bíblia de Genebra).

5 Rebeca estava escutando. Achando que Deus precisava urgentemente de seu auxílio, Rebeca tomou o assunto nas próprias mãos. CBASD, vol. 1, p. 387.

11-12 Jacó não tinha dúvidas sobre a moralidade do plano, mas apenas sobre sua possibilidade (Bíblia de Genebra).

12 Trarei sobre mim maldição. Rebeca silenciou o medo de Jacó de que a maldição do pai pudesse ser pronunciada sobre ele caso seu engano fosse descoberto; ela tomaria a maldição sobre si mesma. Ela estava tão decidida a alcançar seu objetivo quanto Isaque a alcançar o dele. Determinada a conseguir o que parecia de supremo valor e que estava a ponto de lhe escapar das mãos, ela calcularia o custo depois – não naquela hora. No momento, só uma coisa importava. Estava tão segura do sucesso de seu estratagema que não temia a possibilidade de uma maldição. CBASD, vol. 1, p. 387.

13 Parece que Rebeca depositava tanta confiança na palavra da promessa (25.23) que nem temia a eventualidade da maldição, nem admitia como ação repreensível, o emprego do engano com propósito de desviar para Jacó a bênção de Isaque. Impulsionada por sua parcialidade para com Jacó, ela não descansara na providência divina (Bíblia Shedd).

14 Ele foi. Jacó concordou com o plano da mãe e foi buscar os cabritos. Estes não eram da variedade europeia comum, cuja pele seria totalmente inadequada para tal tipo de engano. Eram cabritos orientais, cujo pelo negro e sedoso era às vezes usado como substituto para o cabelo humano. A objeção de Jacó deixa claro que ele não estava tão preocupado com o fato de ser errado, mas com o risco de ser descoberto. A natureza humana degenerada se preocupa menos com o pecado do que com seus resultados. Somente o Espírito de Cristo pode comunicar ao ser humano um coração contrito, arrependido e intrépido para fazer o que é certo e disposto a confiar em Deus quanto aos resultados desse modo de agir (ver 2Co 7:10; Mq 6:8). … Durante anos Jacó havia planejado como obter a cobiçada bênção, e agora ela estava para lhe escapar das mãos, mas bastou um pouco de persuasão por parte de Rebeca para transformar sua hesitação em ativa cooperação. Seus próprios desejos não santificados o tornaram uma vítima fácil das ciladas do tentador. CBASD, vol. 1, p. 387.

15 Jacó foi mais tarde enganado por roupas (37.31-33) (Bíblia de Genebra).

18-27a O diálogo entre pai e filho é uma cena dramática de meias verdades e mentiras completas. O beijo antes do recebimento da bênção (VS 26-27) era uma parte comum da cerimônia de despedida (48:10; 50:1) e é uma outra chance para que Isaque descubra o esquema mentiroso. O leitor é lembrado de outro famoso beijo de traição (Lucas 22:47-48) (Andrews Study Bible).

19 Foi necessária uma mentira após a outra para a realização de seu objetivo. CBASD, vol. 1, p. 387.

20 Notemos como uma mentira conduz a outra! São muito poucos os que se enveredam pelo caminho da fraude e que ficam só na primeira mentira; e como é terrível acrescentar à mentira uma blasfêmia, como quando ele disse que Deus mandara a caça ao seu encontro. Lutero se admira de que Jacó tenha tido o descaramento de fazer aquilo, acrescentando: “É muito provável que eu saísse correndo apavorado e deixasse o prato cair” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

22 Um dia, Faraó iria desejar ser abençoado por aquelas mãos fraudulentas (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

24 És meu filho Esaú mesmo? O sentido de tato de Isaque devia estar seriamente afetado por sua debilidade ou pela idade. Por outro lado, sua audição era mais aguçada, e o fez suspeitar da voz de Jacó. Mas o cheiro do campo e da floresta que estava nas vestes de Esaú (v. 15) parecia confirmar o toque das mãos cabeludas do filho. Finalmente, o flagrante aroma da “saborosa comida”(v. 9) despertou seu apetite, e ele varreu da mente os receios. Não enxergava; mas deixou que o toque, o paladar e o olfato prevalecessem sobre a audição. O erro original que havia conduzido a este engano era do próprio Isaque. Além disso, ele deliberadamente havia levado avante seu plano de investir Esaú do direito de primogenitura em face de uma ordem divina em contrário; e, portanto, Deus permitiu que ele fosse enganado (ver 1Sm 28:6; 1Rs 14:1-6; At 5:1-11). CBASD, vol. 1, p. 387, 388.

27b-29 A bênção é pronunciada de forma poética e contém imagens referenciando as preferências de ambos os filhos (campos abertos e fazendas) (Andrews Study Bible).

27 A bênção se distingue da primogenitura por ser mais espiritual. Era a invocação paterna do favor divino sobre o filho. Neste caso, a súplica de Isaque no sentido de que Jacó recebesse a promessa que Deus fizera mediante Abraão e o próprio Isaque, de que seria uma bênção e portador de bênçãos para o mundo, era algo de caráter espiritual, para o que Esaú jamais estaria capacitado, e mesmo Jacó teria de passar pela disciplina especial de Deus (Bíblia Shedd).

28 Nesta parte do mundo, onde são escassas as chuvas, o orvalho é de extrema importância para propiciar o crescimento da vegetação e a fertilidade da terra, sendo, por consequência, objeto de muitas referências a ele como se fosse uma prova de bênção (cf Deut 23.123-18; Os 14.5 e Zc 8.12) (Bíblia Shedd).

29 Sirvam-te povos. Jacó devia ser preeminente, não apenas sobre seus irmãos (no sentido mais amplo de todos os seus parentes), mas também sobre povos estrangeiros. Esta bênção abrange o conceito do domínio universal, que de fato era o plano original de Deus para Israel (ver Dt 4:6; 28:10; 2Cr 9:22, 23; Sl 126:3; Zc 2:11; 8:22, 23; 14:16; PJ, 289, 290). CBASD, vol. 1, p. 388.

33 estremeceu… de violenta comoção. O verbo geralmente expressa medo intenso (42:28; Êx. 19:16) mas é usado aqui numa estrutura gramatical e expressa maior intensificação. Isaque está em pânico (Andrews Study Bible).

e ele será abençoado. As bênçãos (como as maldições), uma vez pronunciadas, são eficazes e irrevogáveis (Bíblia de Jerusalém).

34-38 As lágrimas de Esaú são devidas a sua frustração e sua imensa raiva (Andrews Study Bible).

35 A bênção era uma maneira pela qual se expressava a última vontade, considerada de obrigação permanente, embora apenas proferida oralmente (Bíblia Shedd).

36 Não é com razão que se chama ele Jacó? Quanto ao significado do nome de Jacó, ver com. de Gênesis 25:26. CBASD, vol. 1, p. 388.

Jacó, “aquele que segura o calcanhar”, portanto, “Suplantador”, o que tira vantagem sobre outros pela astúcia (Bíblia Shedd, sobre Gn 25:26).

A reclamação de Esaú é marcada pelo uso de duas palavras de sons parecidos: bekorah “direito de primogenitura” e berakah “bênção” – e ambas foram roubadas por Jacó (ver 25:26) (Andrews Study Bible).

37 que me será dado fazer-te agora, meu filho. Embora Isaque soubesse que Deus havia escolhido a Jacó, ele tinha pretendido dar tudo a Esaú (Bíblia de Genebra).

38 Levantando Esaú a voz, chorou. Em resposta à súplica adicional de Esaú: “Não reservaste, pois, bênção nenhuma para mim?” Isaque repetiu, em essência, a bênção pronunciada sobre Jacó e disse a Esaú que não podia fazer nada mais por ele. Quando até seu pai, seu melhor amigo, pareceu se voltar contra ele, Esaú finalmente acordou para a terrível percepção de que Deus o havia rejeitado completamente. Suas lágrimas expressavam tristeza pela perda, mas não pela conduta que havia tornado essa perda inevitável. Suas lágrimas eram ineficazes porque ele já não era mais capaz de arrepender-se verdadeiramente (ver Hb 12:17). Como um abismo intransponível, seu caráter imperfeito se colocava entre ele e a percepção daquilo que agora lhe parecia ser de incomparável valor (ver Jr 8:20; Lc 16:26; PJ, 271). CBASD, vol. 1, p. 388, 389.

39-40 A bênção de Isaque para Esaú não é muito encorajadora (Andrews Study Bible).

40 Viverás da tua espada. O modo de vida e a ocupação dos edomitas eram bem adaptados ao seu país. Esta predição encontrou cumprimento nas disposição feroz e guerreira dos edomitas, que ganhavam o sustento caçando e controlando pela força as rotas de comércio. CBASD, vol. 1, p. 389.

Servirás a teu irmão. A promessa a Esaú abrangia uma luta perpétua e não totalmente inútil para libertar-se de Jacó. Isso foi uma repetição da predição divina feita antes do nascimento deles (Gn 25:23). A história dos filhos de Edom, em grande parte, confirma a servidão deles a Israel, a revolta para se libertarem e a reconquista por parte de Israel. … Foi só no reino de Acaz que os edomitas sacudiram permanentemente o jugo dos reis de Judá (2Rs 16:6; 2Cr 28:16, 17). Por fim, contudo, foram completamente vencidos por João Hircano, em cerca de 126 a.C., compelidos a aceitar a  circuncisão e absorvidos pelo estado judeu (Josefo, Antiguidades, xiii.9.1; xv.7.9). … As predições de Isaque quanto a seus dois filhos cumpriram-se, assim, de maneira exata (Hb 11:20). A bênção sobre cada filho constituiu uma profecia. Embora Isaque estivesse sendo enganado quando falou sobre Jacó, o que ele disse não deixou de ser inspirado, e Jacó permaneceu abençoado (Gn 27:33). O fato de isso ter ocorrido não indica a aprovação divina sobre o ato de engano, pois Deus não depende de artifícios para realizar Sua vontade. Deus não ordenou o engano – agiu apesar dele. A bênção veio a Jacó, não por causa do engano, mas a despeito disso.  Tanto os pais como os filhos agiram errado, e cada um, a seu próprio modo, sofreu como resultado disso. … Por seu desprezo de Deus e das coisas religiosas, Esaú perdeu para sempre os privilégios da liderança da família, que cabiam ao primogênito. CBASD, vol. 1, p. 390.

41 Os dias de luto. O desespero de Esaú logo se transformou em ódio mortal contra o irmão. Mas, por respeito ao pai, decidiu poupá-lo da tristeza e da vergonha do fraticídio intencionado. Pensando que a doença do pai terminaria numa rápida morte, adiou o assassinato que havia planejado. É claro que ele não podia saber que o pai se recuperaria e viveria outros 43 anos. CBASD, vol. 1, p. 390.

Este capítulo ensina claramente que: 1) Não é da vontade de Deus que façamos o mal, esperando que disso advenha o bem (Rm 6.1,2); 2) Esteja-se certo de que o pecado acha o pecador (Nm 32.23), pois todos os envolvidos que pecaram sofreram amargamente; 3) Andemos na luz como Ele na luz está (1 Jo 1.7); 4) O Senhor reina (Is 40.25-28) (Bíblia Shedd).

43 Dotada sempre de surpreendentes recursos e determinação de ânimo, Rebeca arquitetou um plano para salvar a vida de Jacó, em face da ira mortal evidente em Esaú. Ela conseguiu convencer a Jacó de que um curto exílio em Harã seria suficiente para amainar o ódio de Esaú. Conseguiu, também, convencer a Isaque, lembrando-lhe que de Harã viera sua esposa e de quão grandes tristezas lhe tinham acarretado as mulheres de Esaú (46). Dificilmente poderia ocorrer a Rebeca a dura realidade de que aquela seria a última vez que ia ver seu filho predileto (Bíblia Shedd).

45 providenciarei e te farei regressar. Jacó ficaria ausente durante vinte anos (31.38); Rebeca nunca mais viu seu filho (Bíblia de Genebra).

Por que hei eu de perder os meus dois filhos num só dia. Ambos seriam perdidos se Jacó fosse morto por Esaú, e Esaú, por um vingador de sangue (9.6; Nm 35.19-21)(Bíblia de Genebra).

Se Esaú matasse Jacó, então o parente mais próximo deste estaria obrigado, pelo costume, a matar Esaú. Talvez Esaú arrazoasse que sua própria popularidade pessoal no acampamento o protegeria de tal eventualidade, particularmente após a morte do pai. CBASD, vol. 1, p. 390.



GÊNESIS 27 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
13 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 27 – Deus reforçou as promessas proferidas a Abraão duas vezes com Isaque (em Gênesis 26:2-5, 24). Agora, essa bênção precisa ser passada adiante. “Nenhum patriarca é perfeito. Isaque partilha de algumas fraquezas de seu pai [Gênesis 26:7-9]; mas, como seu pai, ele não permite que suas fraquezas estraguem permanentemente sua fé… Os fieis celebram a graça de Deus e não se deixam vencer culpando-se, nem se deixam destruir desprezando-se” observa Bruce Waltke

Em Gênesis 25:23 Deus havia prometido a Rebeca que, dos seus filhos gêmeos, “o mais velho servirá ao mais novo”. No mesmo capítulo, Esaú desprezou seu privilégio da primogenitura ao barganhá-la por um prato de lentilha com Jacó, ávido pelas bênçãos divinas (Gênesis 25:26-34). Contudo, o patriarca Isaque ignora tudo isso e deseja que seu filho preferido receba a bênção que outrora havia desprezado. Esaú já havia demonstrado não ser digno de um posto espiritual tão elevado e de grande responsabilidade casando-se com duas mulheres hititas: Judite e Basemate, amargurando a alma de seus pais (Gênesis 26:34-35).

Mesmo assim, teimosamente Isaque insiste que Esaú receba a bênção da primogenitura. Sua ignorância custou muito não apenas para si, pois toda a família sofreu consequências dolorosíssimas. Sua ignorância levou sua esposa a tomar atitudes erradas para não permitir que Esaú tomasse a bênção que seu preferido filho havia legitimamente comprado do irmão. Enganar pode dar certo, mas é errado.

Em meio à trapaça, mentira e engano, pensando estar abençoando Esaú, Isaque abençoa Jacó. O resultado foi catastrófico. Jacó precisou fugir da fúria mortal de seu irmão que respirava vingança implacável. Esaú desejou a bênção, porém, nem toda lágrima de arrependimento promove reavivamento (Hebreus 12:16-17).

Quando o diálogo entre marido e mulher se despede, os problemas chegam para hospedar-se. A preferência dos pais por um filho em detrimento do outro causa problemas irremediáveis. Que o relato em pauta, leve aos pais que praticam o favoritismo com seus filhos, repensarem suas práticas!

“O futuro das promessas pode ser esbanjado por uma família arruinada pelo ciúme, a fraude e as lutas pelo poder” declara Waltke, mas a graça divina atua na desgraça humana.

Certamente nada, nem ninguém, pode interromper os planos de Deus de salvar a humanidade. Deus é extraordinário! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 26 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO
12 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 26 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 26 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
12 de maio de 2025, 0:50
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1265 palavras

1 Não se sabe se Abimeleque e Ficol (Gn 26:26) eram as mesmas pessoas já mencionadas (20:2 e 21:22) ou se eram simplesmente títulos que significavam, respectivamente “rei”e “comandante do exército”, embora a hipótese mais provável seja a última. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 382.

3 habita nela. a palavra hebraica traduzida como “habitar” indica um “forasteiro” ou um estrangeiro residente na terra (21.34; Hb 11.9,13). Isaque deve permanecer no lugar como um “estranho” que ainda não possui a terra (Bíblia de Genebra).

5 Considerando a ênfase e a especificidade da declaração, parece que havia alguma compreensão de detalhes da lei divina dos Dez Mandamentos muito antes do Sinai (Andrews Study Bible).

Alguns eruditos tem admitido que mandamentos, preceitos , estatutos, leis, são palavras que indicam algo no gênero que teria sido preservado até os dias de Moisés. Embora isto não esteja provado, tais palavras expressam bem o constante cuidado de Abraão em observar todas as revelações e instruções oriundas de Deus (Bíblia Shedd).

A obediência de Abraão é descrita em termos que recordam a exigência feita a Israel para que obedeça à lei de Moisés (cf Dt 11.1). Abraão é um tipo de Cristo que, pela Sua obediência, cumpriu as justas exigências da lei e assegurou as suas bênçãos sobre a sua descendência (Mt 5.17-18) (Bíblia de Genebra).

6 ficou. Assim como seu pai Abraão, Isaque respondeu com obediência à promessa de Deus (12.4; 17.23; 22.3) (Bíblia de Genebra).

7 É minha irmã. Isaque repete o mesmo erro que seu pai cometeu duas vezes. O medo o fez contar uma mentira (Andrews Study Bible).

Ele podia ter recebido em sua alma aquela graça suficiente que está sempre ao alcance dos homens tentados; mas, como muitos de nós, olhou para baixo e não para cima (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

Geralmente, os pecados dos pais são perpetuados nos filhos. Mas as fraquezas hereditárias nunca deixam os filhos livres de responsabilidade pessoal por seus próprios erros (ver Ez 18:20). CBASD, vol. 1, p. 382.

8 acariciava. O hebraico significa “brincar” e é da mesma raiz que o nome de Isaque (Bíblia de Genebra).

Isaque (Ytzaq) acaricia (metzaheq) Rebeca; aqui também há um jogo de palavras, como em 21.9  (Bíblia de Jerusalém).

10-11 “Culpa” […] e “tocar” são dois termos muito relacionados com o santuário. Se alguém tocasse alguma parte sagrada do santuário sem permissão estaria cometendo um erro perante Deus e se tornaria culpado. A despeito destes desvios, Isaque e Rebeca são possessão “santa” de Deus  (Andrews Study Bible).

10 Abimeleque. O termo “Abimeleque” [Av=”pai”; Melech=”rei”] deve ser tomado como significando um título monárquico (tal como o de Faraó) (Bíblia Shedd).

12 semeou. Isaque se estabilizava mais em um lugar do que seu pai nômade. Seu sucesso dependia da chuva do céu (Bíblia de Genebra).

Cento por um é a expressão significativa da prosperidade incomum com que Deus estava enriquecendo a Isaque. Era, portanto, uma proporção duas a quatro vezes maior do que a média conseguida por outros. Tal prosperidade suscitava a inveja dos filisteus, que passaram a desejar-lhe mal, entupindo-lhe os poços, cavados ainda no tempo de Abraão (Bíblia Shedd).

15 lhe entulharam todos os poços. Com a morte de Abraão, os filisteus renegaram, com efeito, o pacto de não agressão (21.22-34). Eles não tinham fé verdadeira no Deus de Abraão (Bíblia de Genebra).

18-22 Três vezes os servos de Isaque reabriram poços abertos por Abraão. […] A disputa se transformou em inimizade, que levou finalmente ao conceito de expansão territorial, o que no VT está frequentemente associado a prosperidade ou salvação (Is. 54:2-3) (Andrews Study Bible).

O rico Isaque retirou-se da terra fértil para o vale de Gerar, dependendo dos poços originalmente cavados por Abraão (v.18). Nenhum dos patriarcas arriscou-se precipitadamente em guerra pela Terra Prometida. Eles confiavam que Deus daria a terra a seus descendentes na hora certa (15.13-14) (Bíblia de Genebra).

20 Esequeheb. “contenda” (Bíblia Shedd).

21 Sitna – heb “inimizade”, “ódio”, ou “acusação” – da mesma raiz da qual deriva a palavra Satanás, que é o acusador (Bíblia Shedd).

22 Partindo dali. Sendo amante da paz, Isaque não queria se envolver com problemas por causa dos poços que seus homens cavavam, então se mudava cada vez que seus direitos eram contestados. CBASD, vol. 1, p. 383.

Reobote – “Alargamento” ou “amplitude” (Bíblia Shedd).

23 Bersebabeer, quer dizer “fonte” e sheba, quer dizer “sete” ou “juramento” (Bíblia Shedd).

O lugar do pacto original de não agressão com os filisteus (21.32) (Bíblia de Genebra).

25 levantou ali um altar. Como seu pai, Isaque construiu um altar em resposta à revelação de Deus (12.7-8) (Bíblia de Genebra).

invocado o nome do SENHOR. Isaque e Rebeca bem sabiam a razão por que Abraão tinha estado tão apreensivo pelo temor de que o filho se casasse com mulher pagã relacionava-se com o fato de que era praticamente universal a ignorância prevalecente com respeito ao Deus verdadeiro. Era vigente, por toda parte, um sem número de religiões enganosas e idólatras (Bíblia Shedd).

26-31 Abimeleque e sua comitiva não foram bem recebidos cordialmente – inicialmente Isaque não ofereceu nenhuma comida (ver 18:1-8) – mas Isaque era suficientemente sábio para finalmente concordar com uma aliança, celebrada por uma refeição comunal (Andrews Study Bible).

26 Abimeleque. Por ocasião do tratado anterior, Isaque estava com três anos de idade (Gn 21:8, 22; ver também o com. de Gn 21:8). O segundo tratado foi feito aproximadamente 97 anos mais tarde (25:26; 26:34). É provável, portanto, que o Abimeleque de Gênesis 26:26 não seja a mesma pessoa mencionada em 21:22 [Ver com. do v. 1]. … Pode-se imaginar como Isaque se sentiu quando Abimeleque descaradamente se gabou de sua própria justiça e desonestidade no passado. Quando servos de Abimeleque arruinaram vários dos poços de Isaque e roubaram pelo menos dois deles, não houve violência devido apenas à pacífica retirada de Isaque. CBASD, vol. 1, p. 383.

33 Chamou-lhe Seba. Os servos de Isaque o informaram sobre o sucesso que tiveram em abrir um novo poço naquele mesmo dia, e ele deu a esse poço [em heb. Beer] o nome de Seba, que significa “juramento”, em comemoração ao tratado com Abimeleque. A declaração “com isso, Berseba é o nome daquela cidade” não desacredita o fato de que Abraão já tinha dado exatamente esse nome ao local (Gn 21:31). Houve então uma razão adicional para manter o nome dado ao lugar havia um século. CBASD, vol. 1, p. 383.

34-35 A escolha das esposas de Esaú não foi dirigida pelo desejo de continuar a linhagem escolhida, tendo sido feito, ao contrário, feita sem observância de seu direito de primogenitura (25:29-34) ou mesmo talvez rebelião (Andrews Study Bible).

34 Tendo Esaú quarenta anos de idade. Às dificuldades de Isaque com os filisteus somou-se então uma aflição doméstica que lhe causaria profunda e duradoura tristeza. Esaú, que já havia demonstrado indiferença para com princípios religiosos, não viu razão para se aconselhar com os pais com respeito à escolha de uma esposa ou para fazer arranjos e conseguir uma entre seus parentes na Mesopotâmia. Quando estava com 40 anos de idade e seu pai com 100 (Gn 25:26), Esaú se casou simultaneamente, ou quase simultaneamente, com duas mulheres heteias. Ao fazê-lo, desafiou abertamente os princípios da orientação paterna, da proibição quanto ao casamento com pagãos e da monogamia. CBASD, vol. 1, p. 384.

Seus caminhos maus e perversos, sua religião idólatra e sua disposição frívola e profana trouxeram sofrimento a Isaque e Rebeca. CBASD, vol. 1, p. 384.

Os filhos devem tomar cuidado para que não cheguem a causar sofrimentos desnecessários àqueles que os amam (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

34, 35 A história da bênção roubada [Gn 25] é estruturada por referências ao casamento de Esaú com mulheres hetéias e o desprazer de seus pais por isto (27.46). O profano Esaú mostrou seu desrespeito pelas bênçãos da aliança ao se casar com filhas da terra (24.3-4; 31-50). Casando-se com cananéias e, consequentemente, aborrecendo seus pais (27.46), ele efetivamente se desligou da herança sagrada (21.21; 25.6) (Bíblia de Genebra).



GÊNESIS 26 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
12 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 26 – Este capítulo foca em Isaque como nenhum outro o faz.

Isaque era um indivíduo falho, enfrentando com paciência as crises da vida. Deus lhe pediu que ficasse em Gerar quando fugia da fome rumo ao Egito, como fizera Abraão. Isaque revelou ousadia espiritual permanecendo, quando a lógica humana pedia para migrar; contudo, falhou terrivelmente ao mentir sobre Rebeca ser sua irmã, como seu pai fizera.

Apesar disso, Deus o abençoou.

Acreditando nas promessas divinas, Isaque arduamente trabalhou o solo árido, obtendo fartas colheitas. Sua prosperidade incomodou os invejosos de Gerar. Como a inveja promove a loucura, os poços perfurados por Abraão foram enterrados. Isaque cavou outros poços, mas também enterraram. Sem tirar satisfações, brigar, vingar-se ou lutar pelos próprios direitos, Isaque pacificamente migrou ao vale de Gerar. Ali perfurou outro poço e levantou um altar para adorar, como seu pai fazia. Tempos depois, o rei pagão, Abimeleque, procurou Isaque visando à reconciliação. Sem indiferença e retaliação, Isaque o convidou à festa de celebração.

Ao enfrentar inveja, rejeição, injustiça e oposição, seja pacífico e paciente. Viva como cristão (1 Pedro 2:19-21, 23-25; 3:13-16; 4:15-15; Tiago 3:13-18).

Estar onde Deus quer não implica ser blindado dos problemas. As crises chegam até mesmo aos mais fervorosos servos de Deus. Contudo, não fuja para lugares aparentemente seguros neste mundo. Refugie-se no abrigo do Altíssimo e descanse à sombra do Todo-poderoso (Salmo 91:1).

O capítulo destaca que mesmo com nossas limitações e imperfeições, Deus cumpre Suas promessas. Se cultivarmos a paciência e aprendermos a evitar brigas em prol da paz, o resultado será reconciliação até daqueles que nos odeiam (Provérbios 16:7; 1 Pedro 2:11-12).

Paulo sintetiza a lição deste capítulo em Efésios 4:2 – “Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor”.

E, complementa com Colossenses 4:5-6 – “Sejam sábios no procedimento para com os de fora; aproveitem ao máximo todas as oportunidades. O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um”.

Contudo, nenhuma paz nos tranquiliza se há amargura em nosso lar. A bigamia pagã do filho Esaú afligia o coração de Isaque e Rebeca (Gênesis 26:34).

Precisamos de Cristo para lidar com os desafios da existência (Mateus 11:29). NEle teremos paz! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



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11 de maio de 2025, 1:30
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