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ÊXODO 13 – A páscoa foi símbolo de redenção ao povo de Deus e de juízo aos ímpios. O juízo no tempo do fim salvará fieis oprimidos e condenará opressores (Daniel 7:9-14, 12, 21-22, 26-27). Obviamente, “Deus está mais disposto a perdoar do que a punir”. Sua “misericórdia se multiplica mais nEle do que pecado em nós” declara Thomas Watson. O Deus que avisou sobre a morte dos primogênitos, almejava a salvação deles. Todos receberam oportunidade de salvar-se. Passar o sangue na porta era opcional, mas a morte dos primogênitos não.
Deus estava cumprindo cabalmente a profecia de Gênesis 15:13-16. No capítulo em análise, o êxodo do Egito aconteceu. O povo sentia não apenas o cheiro de liberdade, mas a experiência da liberdade. O impossível tornou-se possível. Nitidamente, o mundo pagão percebeu que existe um Deus verdadeiro – todos os outros são falsos, inferiores, criados pelo homem. Também ficou evidente que Deus tem um povo e luta por ele.
Aprofunde-se na teologia objetivando conhecer melhor a Deus, “porque, quanto mais conhecê-lO, mais vai amá-lO”, destacou George Whitefield. Para isso, considere estes tópicos:
Os primogênitos preservados pelo sangue deveriam ser consagrados a Deus. Os rituais são didáticas divinas para ensinar preciosas verdades celestiais da salvação aos seres humanos neste planeta corrompido pelo pecado (Êxodo 13:1-10).
Os ensinamentos aprendidos com Deus devem ser transmitidos às novas gerações. O bastão doutrinário deve ser passado adiante (Êxodo 13:11-16).
Deus tem interesse na intimidade com Seu povo. Ele não quer uma religião formal, mas relacional, construída com tempo. Evangelizar não é vomitar conhecimento doutrinário, é ensinar dependência dEle. É preocupar-se com os medos e limitações dos interessados, como Deus faz (Êxodo 13:17).
O propósito de Deus é que descansemos nEle na vida e na morte, como fez José. Devemos confiar em Seu plano e em Seu tempo (Êxodo 13:18-19; Gênesis 50:24-26).
A intenção de Deus é guiar e cuidar de Seu povo; apresentar o caminho da vida e da verdadeira felicidade. Seu cuidado paternal revela Seu amor incondicional (Êxodo 13:20-21).
Quem aceita a graça das orientações de Deus experimenta Suas diferentes provisões na jornada rumo ao auge das Suas promessas! A nuvem e fogo sobrenatural indicam o cuidado de Deus em tempo integral, rumo à herança celestial (1 Pedro 1:3-9).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 12 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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2277 palavras
1 Disse o Senhor. Neste capítulo estão registrados os regulamentos acerca da primeira das instituições conhecidas como mosaicas. Deve-se observar que nem Moisés nem Arão implantaram legislação alguma por conta própria, nesta ocasião nem mais tarde. Todo o sistema religioso e civil anunciado por Moisés, antes do êxodo, foi revelado a ele. Não foi ele quem deu origem às leis que levam seu nome no Pentateuco; ele foi apenas o instrumento usado por Deus para tornar conhecida Sua vontade ao povo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 584, 585.
2 Este mês. Introdução do calendário religioso em Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O verdadeiro aniversário do povo de Deus. … O cordeiro da Páscoa era o sacrifício aceitável, que Deus mesmo tinha instituído. Jesus é nossa Páscoa (1 Co 5.7), é o Cordeiro de Deus (Jo 1.29). O cordeiro tinha de ser sem defeito (5) e Cristo cumpriu esta exigência. Bíblia Shedd.
Como ocorre aqui, às vezes este mês é designado como o primeiro mês do ano (Êx 40.2, 17; Lv 23:5; etc.), chamado também de abibe (Êx 13:4; 23:15; 34:18; Dt 16:1). Abibe, que geralmente corresponde ao mês de abril do nosso calendário, significa “mês das espigas”, pois os cereais estavam na espiga nesse período. Após o cativeiro, nomes do calendário babilônico foram adotados e abibe se tornou nisã (ver Ne 2:1; Et 3:7). CBASD, vol. 1, p. 585.
3 um cordeiro. A palavra hebraica se aplica tanto a cordeiros como cabritos, sem limitação de idade. Porém, a idade foi fixada por estatuto (ver Êx 12:5) em um ano, e se podia escolher um cordeiro ou um cabrito (v. 5). É interessante observar que em geral os hebreus preferiam cordeiro a cabrito. CBASD, vol. 1, p. 585.
4 se a família for pequena. Posteriormente, a tradição judaica fixou como 10 o número de pessoas para quem um cordeiro deveria ser repartido. CBASD, vol. 1, p. 585.
5 O cordeiro será sem defeito. A ausência de defeitos e danos … era símbolo da integridade moral do Cordeiro de Deus representado pelo sacrifício. … Mais adiante, a lei proibiu o uso de animais imperfeitos para sacrifícios obrigatórios, embora pudessem ser apresentados como oferta voluntária (Lv 22:20-25). CBASD, vol. 1, p. 585.
macho. Esta exigência era feita porque o cordeiro assumia o lugar do primeiro filho homem da família. CBASD, vol. 1, p. 585.
6 todo o ajuntamento da congregação. O chefe de cada família deveria oferecer o sacrifício por si mesmo e por sua família. Assim, ninguém que não fosse da família interviria entre ela e Deus. Isso era feito em reconhecimento de de que Israel era uma nação de sacerdotes, como os cristãos (Ap 1:6; 1Pe 2:5, 9). CBASD, vol. 1, p. 586.
no crepúsculo. Os cordeiros da Páscoa eram mortos … aproximadamente à hora quando o verdadeiro “Cordeiro de Deus” morreu pelos pecadores na cruz (1Co 5:7; Mt 27:45-50). A preparação da refeição pascal requer tempo e deveria estar pronta antes da meia-noite. … Segundo Josefo, era costume em sua época oferecer o cordeiro por volta das três horas da tarde (Antiguidades, xiv.4.3). CBASD, vol. 1, p. 586.
7 Tomarão do sangue e porão em ambas as ombreiras e na verga da porta. O sangue simboliza a vida de uma vítima (Lv 17.11). Bíblia de Genebra.
Simboliza um sacrifício oferecido em substituição, uma vida entregue em troca de outra de outra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Espargir o sangue deveria ser considerado um ato de purificação, pois o molho de hissopo era usado para esse fim (Êx 12:22). CBASD, vol. 1, p. 586.
8 assada no fogo. As razões podem ser que assar fosse mais fácil que cozinhar e que seria difícil “cozinhar” o “cordeiro” sem cortá-lo em pedaços, o que também parece ter sido proibido (ver Êx 12:46; Nm 9:12; Jo 19:36). CBASD, vol. 1, p. 587.
pães asmos. O cordeiro assado devia ser comido com pães asmos, pois o fermento produz fermentação, símbolo natural de impureza e corrupção. CBASD, vol. 1, p. 587.
ervas amargas. Embora não se saiba que tipo de “ervas” eram usadas no Egito, mais tarde, judeus da Palestina usaram duas variedades de alface, um tipo de cardo e agrião. A alface e a escarola são nativas do Egito e da Palestina. … Quaisquer que tenham sido as ervas usadas, é óbvio que eram designadas para lembrar aos participantes de seu cativeiro e do amargo sofrimento na terra do Egito. CBASD, vol. 1, p. 587.
9 Não comereis do animal nada cru. Esta ordem era necessária, tendo em vista o fato de os povos pagãos com frequência comerem carne crua em suas refeições de sacrifícios. CBASD, vol. 1, p. 587.
10 Nada deixareis dele. Toda a carne devia ser consumida na refeição, para que não se decompusesse. Visto que o corpo de Cristo não veria a corrupção (At 2:27, 31; 13:35-37), o cordeiro simbólico também não. CBASD, vol. 1, p. 587.
11 lombos cingidos. Para o trabalho ou para uma viagem em que se tenha que carregar algo, a parte da frente [das longas e soltas vestes semitas] é dobrada e amarrada na cintura. CBASD, vol. 1, p. 587.
sandálias nos pés. Não era costume usar sapatos dentro de casa ou às refeições. CBASD, vol. 1, p. 587.
comê-lo-eis à pressa. Como não sabiam o momento quando partiriam, e pelo fato de terem que queimar os ossos do cordeiro antes de ir, deviam terminar a refeição o mais rápido possível. CBASD, vol. 1, p. 587.
é a Páscoa do Senhor. O povo devia perceber que aquela não era uma refeição comum. A vida de seus primogênitos dependia do cumprimento das instruções. CBASD, vol. 1, p. 588.
12 ferirei na terra do Egito todos os primogênitos … até os animais. Quase todos os deuses do Egito eram semelhantes a algum animal, com feições humanas. A morte do primogênito de cada tipo de animal mostrará a falibilidade e a impotência das “divindades” que haviam de protegê-los. Bíblia Shedd.
13 passareis por vós. Ao passar pela [em inglês, passover] terra do Egito para ferir todos os primogênitos de homens e de animais, o Senhor “passaria por alto”, pasah, os israelitas. Esta palavra foi transliterada para o grego como pascha, de onde vem a palavra portuguesa “Páscoa”. CBASD, vol. 1, p. 588.
14 memorial. A observância deveria ser comemorada de ano em ano. CBASD, vol. 1, p. 588.
perpétuo. De ‘olam, cuja tradução literal seria “perpetuamente”. … Como um tipo [modelo], deveria continuar vigente até a vinda do antítipo [realização do modelo], Jesus Cristo, que liberta do pecado. A duração de “perpétuo”, ‘olam, está condicionada à natureza daquilo a que se aplica. Pode se referir a algo que não tem começo nem fim, como, por exemplo, o próprio Deus, ou a um tempo que tem um início, mas não tem fim, como a vida eterna dos remidos, ou pode significar um período mais curto de tempo que tem tanto início como fim. Aqui, tem o último sentido. Instituída no êxodo, a Páscoa permaneceu vigente até a crucificação. CBASD, vol. 1, p. 588.
15 qualquer que comer coisa levedada … será eliminada. A punição é grave; mas, na Bíblia, o fermento frequentemente simboliza o pecado, a podridão (Lc 12.1), e é claro que nenhuma cerimônia religiosa tem valor se vier acompanhada do pecado humano (1 Co 10.1-5, 11.28-19). Bíblia Shedd.
Antes de celebrar a Páscoa, o judeu praticante faz uma busca sistemática (muitas vezes simbólica) em casa para eliminar toda migalha de pão levedado que porventura haja ali (cf. v. 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
eliminada. O que de fato aconteceu nesses casos [os 36 registrados de negligência passível de “eliminação” no AT] não se sabe, pois não há registro de tal ocorrência, nem de instruções dadas quanto à forma como essa ameaça deveria ser levada a cabo. Alguns imaginam que isso signifique uma morte violenta, mesmo prematura, ou eterna. Mas, provavelmente, significa a perda dos direitos e privilégios de pertencer ao povo de Israel. Após ser “eliminado”, o indivíduo era considerado forasteiro e não tinha parte em nenhuma das bênçãos da aliança. CBASD, vol. 1, p. 588.
16 Santa assembleia. Assembleia convocada por ordem expressa de Deus para santificação. CBASD, vol. 1, p. 589.
19 será eliminado … o peregrino. Este era o cidadão não israelita que vivia de forma temporária ou permanente entre o povo hebreu, mas que não aceitava suas crenças e práticas religiosas. CBASD, vol. 1, p. 589.
o natural da terra. O israelita. O termo … era [também] aplicado aos que nasciam como israelitas. CBASD, vol. 1, p. 589.
22 hissopo. Uma planta usada para aspergir. Bíblia Shedd.
A maioria dos pesquisadores bíblicos concorda que esse hissopo era um tipo de manjerona cinza-esverdeado, origanum maru, conhecido na Palestina como za’tar. Os samaritanos ainda usam um maço de za’tar nas cerimônias da Páscoa, para colocar o sangue do cordeiro pascal sobre os umbrais das portas das casas. CBASD, vol. 1, p. 589.
nenhum de vós saia. Naquela noite de juízo, nenhum lugar estaria seguro, a não ser atrás da porta manchada de sangue. Assim … também … não há salvação à parte do sangue de Cristo, o verdadeiro “Cordeiro de Deus” (Jo 1:36; At 4:12). CBASD, vol. 1, p. 590.
26 Que rito é este? Hoje, ao ser [a Páscoa] observada, a criança mais jovem presente faz perguntas semelhantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Cada culto, cada rito, cada sacramento tem a finalidade de ensinar a palavra de Deus, instruir os participantes nas coisas que Deus tem feito, ordenado e prometido. Bíblia Shedd.
28 fizeram isso. Descreve de maneira muito abreviada a total aceitação dos israelitas da divina instrução. Andrews Study Bible.
Uma vez que a ordem foi dada antes do dia 10 de abibe (Êx 12:3), e o cordeiro pascal não foi morto antes do dia 14, o v. 28 fala de vários dias de preparação. CBASD, vol. 1, p. 590.
29 à meia noite. Literalmente “na metade da noite”. Embora os israelitas soubessem o dia, este não havia sido anunciado ao rei, e essa incerteza deve ter-lhe causado mais ansiedade. Quando Moisés saiu da presença do obstinado rei, todos os cortesãos, sem dúvida, temeram perder seu primogênito. Contudo, passados vários dias sem que a ameaça se cumprisse, muitas pessoas, talvez o próprio rei, devem ter pensado que nada aconteceria. Porém o temor de que a palavra de Moisés se cumprisse deve ter estado sempre presente. CBASD, vol. 1, p. 590.
o primogênito de Faraó. Se Amenhotep II foi o faraó do êxodo …, seu filho mais velho foi morto durante a noite de horror. Não existem registros fora da Bíblia sobre esse acontecimento. Na realidade, era costume dos antigos egípcios não declarar qualquer experiência humilhante. Entretanto, Tutmés IV, irmão do primogênito do faraó, deixou uma evidência da qual se infere a morte inesperada de seu irmão e sua própria ascensão à condição de príncipe herdeiro. CBASD, vol. 1, p. 590.
30 grande clamor. Os egípcios não tinham mais dúvida de que todos morreriam se os israelitas permanecessem no país. CBASD, vol. 1, p. 591.
32 abençoai-me. Faraó … foi forçado a reconhecer que lhe faltava alguma coisa. Só que não quis pagar o sacrifício do próprio “eu”, com um arrependimento real. Bíblia Shedd.
34 tomou a sua massa. Isto reflete a urgência dos egípcios. Os israelitas provavelmente preparariam pães para a viagem. Embora Moisés lhes tivesse advertido muitos dias antes, o povo parecia não esperar uma partida tão apressada e ainda não estava pronto. … a necessidade os obrigou a se contentar com pães asmos, ou o chamado “pão da aflição” (Dt 16:3). CBASD, vol. 1, p. 591.
35 pediram aos egípcios. Uma indenização a pagar aos escravos libertados, uma fração daquilo que lhes era devido. Bíblia Shedd.
36 despojaram. Não pelo roubo, mas pelo favor. Bíblia Shedd.
37 cerca de seiscentos mil homens. Cifra redonda que representa 603 550 [cf. 38.26]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A referência de Ellen G White a “mais de dois milhões de almas” e “milhões” que saíram do Egito e morreram no deserto (PP, 344, 410) está em harmonia com a tradução de 600 mil. CBASD, vol. 1, p. 593.
38 um misto de gente. Foram feitas muitas tentativas para se identificar este “misto de gente”. … Embora não saibamos a identidade desses não israelitas que se uniram aos triunfantes hebreus nessa oportunidade, eles aparecem novamente mais tarde na narrativa. Foram sempre os primeiros a lamentar a saída do Egito e desejar suas iguarias (Nm 11:4, 5). CBASD, vol. 1, p. 593.
39 e cozeram. Os israelitas fizeram uma parada breve em Sucote para os preparativos finais da longa jornada no deserto. A duração de sua estada não é mencionada, mas foi tempo suficiente para assar os pães que necessitariam. CBASD, vol. 1, p. 593.
40 quatrocentos e trinta anos. A declaração de Paulo em Gálatas 3:17, assim como outras evidências, deixa claro que esses 430 anos incluem o período desde o chamado de Abraão para deixar Harã até a descida de Jacó ao Egito, 215 anos mais tarde. Visto que na época de Moisés a Palestina era considerada parte do império egípcio, não é de se estranhar que um autor desse período incluísse Canaã no termo “Egito”. … A profecia de que a quarta geração daqueles que haviam entrado no Egito sairia dali (Gn 15:16) e o registro de seu cumprimento (Êx 6:16-20) tornam irrelevante qualquer outra explicação do período de 430 anos. CBASD, vol. 1, p. 593.
43 nenhum estrangeiro. Isto é, alguém de outra etnia que desejasse permanecer com sua condição de estrangeiro e não ser circuncidado. Uma vez que a Páscoa era uma festa que comemorava o nascimento de Israel como nação, seria naturalmente impróprio que um estrangeiro participasse dela. CBASD, vol. 1, p. 593.
44 depois de o teres circuncidado. Não foi de forma natural, mas por meio de um chamado divino, que Israel se tornou o povo do Senhor. Por essa razão, e como estava destinado a ser uma bênção a todas as nações, Israel não deveria assumir atitude exclusivista em relação aos estrangeiros. Eles deveriam receber bem os que desejassem se unir a eles em adoração e serviço a Deus. CBASD, vol. 1, p. 593.
45 O estrangeiro e o assalariado. Residentes temporários e assalariados não deviam participar da Páscoa, pois sua participação com Israel poderia ser dissolvida a qualquer momento. CBASD, vol. 1, p. 593.
46 nem lhe quebrareis osso nenhum. Esta norma mostra claramente que o cordeiro pascal era um tipo de Cristo. João 19:33 e 36 evidencia que isso era compreendido na igreja cristã primitiva. CBASD, vol. 1, p. 594.
Tal como acontecia ao cordeiro pascal, e contra o costume dos romanos, nenhum osso de Jesus foi quebrado por ocasião de sua crucificação (Jo 19.36; cf 1Co 5.7). Bíblia de Genebra.
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ÊXODO 12 – Desde o início do drama das pragas, Deus havia previsto que Sua intenção era tornar-Se conhecido em meio aos deuses falsos. A evidência de Sua existência retira toda desculpa que alguém queira dar (Êxodo 7:5; 9:15-16; 11:9).
Deus demarca o tempo (Êxodo 12:1-2) como sinal de Sua administração dos eventos históricos, evidente desde as profecias no limiar da história com Adão e Eva (Gênesis 3:15), com os descendentes de Noé (Gênesis 9:25-27), na trajetória de Abraão (Gênesis 12:1-3), na previsão profética dos gêmeos (Gênesis 27:27-29, 39-40) e nos sonhos de José (Gênesis 37:5-8). Deus está no controle da história!
Como festa anual, a Páscoa é a instituição que celebra libertação da aflição “de Israel de maneira que acentua sua realidade histórica. Os israelitas devem observar a Páscoa como um dia que assinala um momento particular quando Israel foi liberto do Egito (12:7). Devem alimentar-se com comidas que os lembrem da realidade insossa e amarga da sua escravidão (12:8-9, 17-20) e faz reviver a ânsia e prontidão de sair do Egito. É bastante significativo o recebimento de instruções para datar todos os acontecimentos futuros a partir desta noite de livramento (12:2), o que significa que este acontecimento histórico torna possíveis todos os demais em Israel [profetizados por Deus]” (Paul R. House).
A Páscoa foi idealização de Deus. O cordeiro perfeito apontava para Seu impecável Filho (1 Pedro 1:19; 2:22); deveria ser macho de um ano, pois Jesus viria como menino e morreria com 33 anos de idade; deveria ser imolado com toda a congregação no crepúsculo, pois Jesus morreria por toda humanidade às 15h (Isaías 53:4-8; Marcos 15:25-37); deveria ser comido e seu sangue aspergido nas ombreiras e vergas das portas para livrar-se da morte, indicando que Jesus daria Sua vida por nós e derramaria Seu sangue para nos garantir a absolvição de nossas transgressões (Hebreus 9:22); deveria ser assado, apontando ao castigo que Jesus suportaria por nós (2 Coríntios 5:21; Gálatas 3:13).
Pães sem fermento e ervas amargas acompanhando a carne do cordeiro simbolizam que Jesus nos liberta da amargura do pecado. Ele é a Páscoa de quem aceita Seu sacrifício (Êxodo 12:11; João 1:29; 1 Coríntios 5:7).
Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia: Ela revela nossa libertação do pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 11 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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828 palavras
1 expulsará. Em vindo a décima praga, Faraó apressa-se em obedecer à ordem de Deus, mostrando-se, agora, mais disposto a permitir ao povo que se retire, do que antes. Assim, também, os joelhos que não se dobram em oração perante Cristo, aqui na terra, se dobrarão no Dia Final (Fp 2.11). Bíblia Shedd.
2 Israel não sairia com as mãos vazias. A legislação posterior que tratava da dívida da escravidão indicava que ao tempo da libertação o proprietário do escravo deveria lhe dar bens materiais. Andrews Study Bible.
3 o homem Moisés era mui famoso. Não existe nada na declaração que demonstre vaidade da parte de Moisés. Ele está apenas explicando por que os egípcios abriram mão de seus recursos de forma tão liberal. Era natural que, como agente de Deus, o povo tenha associado Moisés com os sinais espetaculares que testemunharam. Em primeiro lugar, ele deixou os magos atônitos (Êx 8:18, 19), depois impressionou os cortesãos de tal modo que alguns deles deram ouvidos a uma de suas advertências e salvaram seu gado (Êx 9:20). Finalmente, quase toda a corte se convenceu de que estava em seu poder destruir o país (10:7). Moisés tinha tratado o rei de igual para igual, e o fato de o povo o reverenciar como a um deu automaticamente fez aumentar o prestígio de Moisés. Se Moisés não tivesse comparecido perante eles como uma pessoa extraordinária, a quem seria perigoso perturbar, provavelmente desde muito tempo teria sofrido agressão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 581.
4 Disse, pois, Moisés. Continuando o discurso de 10.29. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Por volta de meia-noite INVI, NKJV). Tendo por base a ordem da criação (“tarde e manhã”, Gn 1:5, 8, 13, 19, 23, 31), a meia-noite não marca o início de um novo dia, mas o momento mais escuro da noite, marcado pela vulnerabilidade e falta de defesa – o momento mais adequado para a décima praga. Andrews Study Bible.
Esta meia-noite não poderia ser a do dia seguinte em que Moisés fez o anúncio ao rei, pois ele recebeu instruções sobre a Páscoa somente depois da conversa com faraó. Essas instruções devem ter sido comunicadas ao povo alguns dias antes da festa da Páscoa e de sua partida do Egito (Êx 12:3, 6). Sem dúvida não se especificou quando seria essa noite, a fim de que o faraó tivesse tempo de pensar sobre o destino que aguardava a ele e a seu povo. CBASD, vol. 1, p. 581, 582.
Passarei por todo o Egito (NVI). É importante ressaltar o fato de que o próprio Senhor tenha visitado o Egito com a décima praga, ao passo que as outras foram infligidas por Moisés e Arão como agentes de Deus. CBASD, vol. 1, p. 582.
5 Todos os primogênitos do Egito morrerão. V. Sl 78.51; 105.36; 136.10. A maior das desgraças, pois todos os planos e sonhos de um pai vinculavam-se ao primogênito, que receberia porção dupla dos bens da família quando o pai morresse (v. Dt 21.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A morte do primogênito se deveu à teimosia de Faraó, que não honrou o primogênito de Deus [Israel] (4:22-23). A última praga não fez distinção de classe social. Andrews Study Bible.
moinho (NVI, NKJV). A escrava que trabalhava no moinho que consistia de duas pedras era considerada o ponto mais baixo da escada social. Andrews Study Bible.
A mais humilde das ocupações (v. Is 47.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moer trigo era um trabalho inferior, realizado por escravos e prisioneiros de guerra. Bíblia de Genebra.
6 grande clamor. Com um pranto amargo em cada lar, o clamor do Egito bem pôde ter sido do tipo que nunca se ouviu antes e não se ouvirá jamais. CBASD, vol. 1, p. 582.
8 ardendo em ira (ARA; NVI: com grande ira). Até, então, Moisés tinha demonstrado paciência sobrehumana em seu trato com o rei. Isso era um reflexo da tolerância e paciência de Deus, de quem era embaixador e em cujo nome e por cuja autoridade ele agia. Agora, porém, a ira do servo de Deus era uma evidência para o rei de coração obstinado que seu dia de graça estava chegando ao fim e que a ira de Deus estava prestes a cair sobre ele. CBASD, vol. 1, p. 582.
9 se multipliquem. A rebelião do homem evidencia mais claramente a glória de Deus. Bíblia Shedd.
9-10 Resumo final da atitude de Faraó: após onze (incluindo 7:8-13) sinais miraculosos e demonstrações óbvias do poder do Senhor, Faraó ainda não quer reconhecer Sua superioridade. Andrews Study Bible.
10. fizeram todas essas maravilhas. Antes de continuar a relatar a última e maior de todas as pragas, Moisés faz uma pausa momentânea para contemplar em retrospectiva todos os milagres, meditando sobre o fracasso, por assim dizer, em impressionar o coração endurecido do faraó. CBASD, vol. 1, p. 582.
Na hora de ter Moisés anunciado a última praga deparamo-nos com este resumo, mostrando-nos a rebelião humana em face das maravilhas de Deus. Assim, em Jo 12.37-43, há a manifestação da incredulidade dos judeus, que marca o fim do relato do que Jesus fez em público, e o começo da narrativa da Última Ceia e da Crucificação. Bíblia Shedd.
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ÊXODO 11 – Deus não permitirá que ninguém se perca na ignorância. Por isso, Mateus 24:14 diz que o evangelho deverá ser pregado no mundo inteiro… Só então virá o fim.
No Egito, os magos se encantaram com o poder de Deus (Êxodo 8:19). Os egípcios acreditaram em Moisés e retiraram gados e escravos do campo ao ouvirem a previsão da praga (Êxodo 9:20). Líderes do alto escalão do governo creram em Moisés e alertaram a Faraó – o único orgulhoso teimoso que preferiria a ruína total do seu povo a ceder a Moisés!
A profecia de Gênesis 15:14 estava no limiar. Disse Deus: “Eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens”. Não havia detalhes na profecia de como Deus faria isso; no relato, notamos que Deus fez maravilhas a tal ponto dos egípcios reconhecerem a Israel como povo especial de Deus. Por isso, como forma de pagamento pelo trabalho dedicado com indescritível sofrimento, os israelitas deveriam pedir prata e ouro.
“Apesar de Moisés ter sido proibido de voltar à presença do Faraó, sob a ameaça de morrer se visse novamente o seu rosto, ele ainda tinha mais uma mensagem de Deus para dar ao rei rebelde. Entrou de maneira resoluta em sua presença e se colocou destemidamente diante dele para declarar-lhe a palavra do Senhor… Quando Moisés falou ao rei a respeito da praga que viria sobre eles, mais terrível do que qualquer outra que já havia caído sobre o Egito, a qual faria com que todos os seus grandes oficiais se curvassem perante ele e suplicassem aos israelitas que saíssem do Egito, o rei ficou extremamente enraivecido. Irou-se porque não conseguiu intimidar Moisés e fazê-lo tremer diante de sua autoridade real. Moisés, contudo, se apoiava sobre um braço mais poderoso do que o de qualquer monarca terreno” (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1213).
Deus conhece cada reação humana antes mesmo delas se manifestarem. Ele conhece o futuro tão bem quanto conhece o passado e o presente. Caso queiramos estar seguros neste mundo perigoso, devemos entregar totalmente nosso futuro nas mãos de Deus. E, ficarmos atentos a todas as Suas orientações.
Não há ninguém tão poderoso como Deus; confiando nEle, obtemos segurança! Portanto, Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 10 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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825 palavras
2 para que contes … quantos prodígios fiz. O relato aos descendentes serviria para manter viva a lembrança dos atos remidores de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma clara afirmação do plano divino que envolvia Faraó. As pragas visavam ensinar a Israel e deixar uma indelével impressão sobre a sua posteridade. Bíblia de Genebra.
De fato, durante toda subsequente história de Israel, o motivo básico para toda a vida religiosa do povo era esta história de como Deus tinha salvo e resgatado um povo particularmente Seu, que reconhecia Sua soberania. saibais. Não … teorias vãs acerca de Deus, mas sim, uma verdadeira experiência religiosa de andar com Deus. Bíblia Shedd.
Esquecer os benefícios de Deus é uma das tristes facetas da natureza pecaminosa. Por isso, o ser humano precisa de constante exortação a fim de relembrá-los. Isso com frequência é verdadeiro com respeito às suas necessidades diárias, mas também se aplica a circunstâncias providenciais, tais como as relacionadas à conversão ou recuperação de doença grave. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 576.
4 gafanhotos. Esta oitava praga já é mais severa: mesmo as invasões normais no oriente formam nuvens de gafanhotos que devoram em poucas horas toda espécie de alimento em área de quilômetros quadrados. Mas esta invasão foi excepcional (6; cf Jl 2.1-11). Bíblia Shedd.
7 os oficiais. Assim como os magos já se retiraram da luta (9.11), agora são os oficiais que estão se rendendo à evidência, chegando a se opor abertamente à política louca de um rei totalitário. Bíblia Shedd.
8 porém. a obediência a Deus dos não sinceramente convertidos contém sempre um “porém” significativo. Este porém é a condenação dos ímpios, porque, na verdade, é rebeldia contra Deus. Bíblia Shedd.
11 Só os homens podem ir. Da perspectiva de Faraó: 1) as mulheres e crianças deviam ficar como reféns, e 2) em geral eram só os homens que participavam plenamente do culto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 [O] v. 12 nos ensina que a sequência ao pecado é o julgamento divino, que é inevitável, quando não imediato. A terra inteira sofreu as consequências, pois o pecado sempre traz grandes danos até para terceiros inocentes. Bíblia Shedd.
16 pequei. Uma ideia muito fraca sobre o pecado é de quem antevê as consequências do seu erro, e quer se livrar delas. Faraó teme os poderes manifestos em Moisés, mas não teme ao poder de Deus. Como todo pecador, pensa que se trata de um erro esporádico (esta vez ainda) e não percebe o abismo em que se precipita sem possibilidade de se salvar sozinho. Bíblia Shedd.
19 nem ainda um só. Deus faz Sua parte com perfeição, em resposta à oração da fé do seu servo obediente. Bíblia Shedd.
21-29 A próxima praga com sua escuridão tem como alvo Amon-Ra, o deus sol do Egito e um dos deuses mais importantes. Amon-Ra era considerado o pai divino de Faraó. Portanto, a exposição do desamparo de Amon-Ra diante do poder do Senhor destruía o cerne da crença egípcia.
21 trevas. Assim como a terceira e a sexta praga, essa nona chegou sem o faraó ter sido previamente avisado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Resposta imediata à perfídia de Faraó, mencionada no v. 20. Bíblia Shedd.
Alguns comentaristas supõem que um eclipse do sol causou a intensa escuridão. Contudo, essa interpretação não pode estar correta, pois um eclipse jamais poderia produzir uma escuridão que durasse três dias (Êx 10:22). CBASD, vol. 1, p. 579.
22 trevas espessas. Essas trevas, como é óbvio, eram mais do que uma tempestade de areia ou um eclipse do sol. Foram trevas sobrenaturais, como aquelas associadas com o Dia do Senhor (Is 8.22; 58.10; Jl 2:2; Am 5:20; Sf 1.15; cf Dt 28.29). Os egípcios tipicamente celebravam a luz matinal quando o deus-sol, Rá, segundo se pensava, vencia a temível serpente do caos e das trevas hostis. Essas trevas sobrenaturais foram outra demonstração da superioridade do Senhor sobre o panteão egípcio (7.19; 8.3). Bíblia de Genebra. [NC: A maioria dos demais comentários aponta para a possibilidade de uma densa tempestade de areia. Pessoalmente, achamos hipótese das trevas sobrenaturais a mais razoável].
24 Fiquem somente o vosso rebanho e vosso gado. Isso garantiria o retorno ao Egito, uma vez que sem o gado seriam incapazes de viver muitos dias no deserto. CBASD, vol. 1, p. 580.
26 nem uma unha ficará. Moisés já aprendeu a lição de obediência completa à vontade de Deus, e sabe que o alívio momentâneo de algum compromisso com as exigências do mundo comprometeria a plenitude de alegria da vitória, na sua comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.
28 Retira-te. Ordenar a retirada do profeta de Deus era a maneira de tentar excluir Deus da vida de Faraó. Mas Deus não pede audiência aos homens. Bíblia Shedd.
29 nunca mais. Era o fim da missão de Moisés para com aquele rei egípcio. Em 12.31 apenas atende ao rei para ouvir sua confissão de derrotado, sem pedir audiência, pois quem persuadiu a Faraó com a praga final fora o próprio Deus. Bíblia Shedd.
nunca mais verá a minha face. Numa praga de trevas, essas palavras soam um pouco irônicas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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ÊXODO 10 – Na “briga dos deuses”, o Deus da Bíblia vence. Na guerra contra o Egito, Deus apresentará fraquezas e limitações dos deuses adorados e aclamados do paganismo. O problema são indivíduos com obstinada rebeldia diante de tanta evidência das crenças imprestáveis.
Assim como o problema do “barro” endurecer ou da “cera” derreter não está no sol, mas com o material que recebe seu calor, o problema do coração duro não está com Deus; está com aquele que teima diante dEle. Perder, e ainda não admitir estar errado, é a pior das tolices. Descer do pedestal do orgulho é muito difícil; por isso, a loucura trava uma batalha acirrada com Deus, faz a criatura pensar que pode combater ao Criador.
Rejeitar Deus tem consequências. “O pecado dos egípcios foi que eles recusaram a luz que Deus lhes havia tão graciosamente enviado por meio de José” no passado (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1210). A dureza do coração frente a tantas investidas de juízos empapados de misericórdia com Moisés esgotou o limite da paciência divina. Assim também sucederá na história universal; embora Deus seja paciente, não querendo que ninguém pereça (2 Pedro 3:9), o tempo de graça chegará ao fim, então, Jesus aparecerá nas nuvens dos Céus a fim de libertar o remanescente fiel das agruras deste mundo perverso (Mateus 24:29-31).
Pragas cairão como juízo de Deus sobre aqueles que rejeitaram todas as estratégias e oportunidades oferecidas no evangelismo. “Cada rejeição da luz endurece o coração e obscurece o entendimento; e assim os homens acham cada vez mais difícil distinguir entre o certo e o errado e se TORNAM MAIS OUSADOS EM RESISTIR à vontade de Deus” (Idem, p. 1212).
Nessa altura, na nona praga, Faraó tentou negociar; porém, “Moisés não estava disposto a barganhar com Faraó. Por essa razão, o rei o expulsou de sua presença e ordenou que nunca mais voltasse”, destaca William MacDonald.
Como as pragas foram prenúncios de juízos sobre o mal, e também da libertação de Israel, assim as sete últimas pragas implicarão no juízo divino sobre os agentes do mal e na libertação do remanescente fiel (Apocalipse 16:1-21).
Leitor(a) amigo(a), hoje…
…se você ouvir a voz de Deus, não endureça teu coração (Hebreus 4:7).
Entreguemo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.