Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ÊXODO 9 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1373 palavras
1 Essa foi a quinta vez que Deus enviou Moisés a Faraó com a exigência: “Deixa ir o Meu povo!”. Desta vez Moisés deve já estar cansado e desencorajado, mas ele continuou a obedecer. Existe algum conflito que você tem que enfrentar repetidas vezes? Não desista quando você sabe que este é o correto a fazer. Como Moisés descobriu, a persistência é recompensada. Life Application Study Bible Kingsway.
Assim diz o SENHOR. Se o crente [aquele que crê] deseja falar com autoridade e com poder, antes de mais nada tem que possuir a certeza de que Deus lhe deu uma mensagem para transmitir aos seus semelhantes. Só aqueles que creem que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que a ela submetem sua vida, têm autoridade para falar ao povo em nome de Deus. Bíblia Shedd.
Pestilência. A doença específica mencionada aqui afetava apenas os animais. Assim, a palavra poderia ser traduzida por “praga de animal”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 570.
4 Distinção. O próprio Deus estabelece o tempo (em oposição ao tempo definido pelo faraó em 8:9, 10). Bíblia de Estudo Andrews.
Mais uma vez veio uma prova definida que não se trata de fenômenos naturais; o próprio Faraó teria verificado que a pestilência não atingiu o gado dos israelitas (7). Bíblia Shedd.
5 certo tempo. A praga não ocorrera por mera coincidência. O relato bíblico não dá margem a explicações naturalistas (como uma epidemia de antraz proveniente das rãs mortas). Bíblia de Genebra..
6 todo o rebanho. Uma tradução melhor seria “todos os tipos de rebanho”, provavelmente aqueles expostos nos campos. Em outras pragas posteriores, outros animais foram afetados. Bíblia de Estudo Andrews.
Ou seja, tudo que estava nos campos (Êx 9:3). No tempo da praga seguinte muitos dos egípcios ainda possuíam animais (v. 19). O fato de muitos egípcios terem trazido seus rebanhos indica como foram impressionados pelo poder de Deus e pelas catástrofes que se seguiram. CBASD, vol. 1, p. 570.
7 Porém. O processo de rebelião contra Deus se desenvolveu de tal maneira que Faraó nem mais precisou de motivos nem de desculpas para recusar deixar ir o povo de Deus. Bíblia Shedd.
8-12 A sexta praga [úlceras] afetou diretamente a saúde e a vida das pessoas e dos animais, marcando a intensificação crescente das pragas. Subjacente ao evento se encontra o conceito bíblico de um Deus criador que também sustenta a saúde (15.26). Bíblia de Estudo Andrews.
9 Tumores. Talvez um “abcesso”ou uma “úlcera que estourava formando bolhas”. A natureza clara desta doença não é clara. CBASD, vol. 1, p. 570.
11 Os magos não podiam permanecer. Parece que até aqui os magos estiveram presentes quando os milagres eram realizados, embora tivessem falhado algumas vezes em produzir sua contrafação. Nesta ocasião, a praga caiu sobre eles com tamanha severidade que não podiam continuar com o rei. Em vez disso, fugiram para suas casas, em busca de proteção e tratamento. CBASD, vol. 1, p. 571.
A derrota dos mágicos do Egito foi clara desde o começo, quando o bordão de Arão, que virara serpente, devorou as serpentes por eles produzidas 7.12). Eles foram capazes de imitar a água transformada em sangue e de produzir rãs; mas só puderam imitar, e não reverter essas pragas (7.22; 8.7). Quando não puderam imitar a produção de piolhos, disseram a Faraó que as pragas eram julgamentos divinos, e não artes mágicas (8.18-19). Finalmente, os magos egípcios retrocederam, feridos de tumores, derrotados e envergonhados (9.11). Bíblia de Genebra.
14 Para que saibais que não há quem me seja semelhante em toda a terra. Que este propósito surtiu efeito, temos prova em 1Sm 4.8, onde se percebe que, 400 anos mais tarde, os filisteus ainda guardavam esta história. Bíblia Shedd.
16 A fim de mostra-te o Meu poder, e para que seja o Meu nome anunciado em toda a terra. Os eventos que precederam e acompanharam o êxodo ficaram famosos no mundo todo. Como o costume dos egípcios era não registrar eventos adversos, não deixaram sinais do êxodo em seus monumentos, mas não poderiam impedir que a maravilhosa história se espalhasse e chegasse a outras nações. … Atualmente, embora tenha passado mais de três milênios desde que essas “coisas maravilhosas” aconteceram … a história ainda é lida em mais de mil idiomas, em todos os países do mundo. … Poderia alguma profecia ser cumprida de forma mais literal que esta proferida ao rei do Egito? CBASD, vol. 1, p. 571.
13-15 O granizo (que raramente ocorre no Egito) desceu com violência incomum. Os egípcios que acreditaram na ameaça divina recolheram seu gado antes da chegada da tempestade, mas os céticos perderam tudo, tamanha foi a violência do granizo. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
15 Eu já poderia. Os juízos divinos são temperados com misericórdia. Deus evita uma destruição total a fim de que os egípcios saibam de seu poder e se arrependam (v. 15). Bíblia de Genebra.
16 Paulo cita este versículo como ilustração notável da soberania de Deus (v. Rm 9.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20, 21 Pelo menos alguns egípcios aprenderam a temer a palavra de Deus (10.7). Bíblia de Genebra.
Assim como antes houvera uma distinção entre o povo de Israel e os egípcios, agora a distinção não é mais de nacionalidade, mas entre aqueles que aceitam a Palavra de Deus e os que rejeitam. O novo Israel de Deus é composto dos que têm fé (Rm 4.11). Bíblia Shedd.
O texto indica uma polarização da sociedade egípcia: aqueles que começaram a levar o Senhor a sério (alguns deles talvez tenham se tornado parte do “misto de gente”em 12:38) e, por isso, prepararam-se para a praga, e aqueles que não o fizeram. Bíblia de Estudo Andrews.
23 Trovões e chuva de pedras, e fogo (ARA; NVI: “Caiu granizo, e raios cortavam o céu em todas as direções”). Embora tivesse sido predita apenas a chuva de pedras, raios e trovões em geral acompanham as tempestades em climas quentes. CBASD, vol. 1, p. 573.
27 pequei. Faraó confessa sua culpa pela primeira vez, mas as palavras “esta vez”mostram a superficialidade de sua confissão. Embora não acreditando nele, Moisés mostra o poder de Deus sobre a terra, fazendo parar a chuva de pedras. Bíblia de Genebra.
A confissão foi notável, porém não representava arrependimento sincero, como indica a expressão “esta vez”. Ela foi compelida mais pelo efeito do terror ocasionado pelos trovões e raios amedrontadores e da chuva de pedras destrutiva do que por pesar genuíno pelo pecado. CBASD, vol. 1, p. 573.
29 Em saindo eu da cidade. Possivelmente Mênfis ou Tânis, sendo a última a mais provável … onde o rei morava. CBASD, vol. 1, p. 573.
Estenderei as mãos. Este é um dos vários textos em que se menciona o costume de estender as mãos em oração. Não foi apenas Moisés que orou desta maneira, mas também Jó (Jó 11:13), Salomão (2Cr 6:13) e Esdras (Ed 9:5). CBASD, vol. 1, p. 573.
30 Eu sei que ainda não temeis ao Senhor. Moisés, sabendo que a atitude do rei permaneceria tão inflexível quanto antes, tão logo a praga fosse removida, foi ousado o suficiente para expressar sua convicção desse fato na presença do rei. Verdadeiro temor a Deus é demonstrado pela obediência aos Seus mandamentos. No entanto, o medo do faraó era do tipo que os demônios sentem, pois eles também “creem e temem”(Tg 2:19). … O temor genuíno de Deus não foi o tipo sentido pelo faraó, mas um espírito de temos reverente resultante da consciência da sublime majestade e do poder de Deus. CBASD, vol. 1, p. 574.
31 O linho. As informações com respeito às plantações que sofreram com a praga indicam a época do ano em que ela ocorreu. CBASD, vol. 1, p. 574.
Em flor. Isso indica que era final de janeiro ou começo de fevereiro. CBASD, vol. 1, p. 574.
34 Tornou a pecar. Com perversa impenitência, o rei endureceu seu coração, como predisse Moisés. Ao que tudo indica, seus oficiais o apoiaram nessa decisão, embora a praga seguinte os convencesse da inutilidade de sua resistência (Êx 10:7). … Como algumas das pragas anteriores, a sétima outra vez mostrou a inutilidade do arrependimento nascido do temor. Assim, Deus poderia obter a submissão de todos, mas a conquista seria inútil, porque o coração ainda não seria dEle. Deus não é encontrado na tempestade ou no fogo, mas na voz suave que fala dentro do peito. Muitos pecadores têm passado pelos portões do medo, quando ouvem a voz de Deus, confessam Seu poder e reconhecem sua própria indignidade, mas o caráter humano só é transformado quando, no silêncio, ouve a voz divina. CBASD, vol. 1, p. 574.
Filed under: Sem categoria
ÊXODO 9 – Os juízos divinos sobre os perversos são ações misericordiosas objetivando despertar conversões. Se Deus não almejasse a salvação dos ímpios, não dedicaria tanto tempo com 10 pragas até Faraó libertar Seu povo.
Absurdamente, teimosia – chamada “dureza de coração” ou “cabeça dura” – tem impedido muitos indivíduos renderem-se ao paciente Deus onipotente. Vários capítulos tratando das pragas do Egito apresenta Deus endurecendo o coração de Faraó (Êxodo 4:21; 7:3; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8).
• Indicaria isso que o Faraó não tivesse escolha a não ser submeter-se à coerção de Deus sobre suas decisões?
• Tal insubordinação levou muitos egípcios ao sofrimento?
• Estaria Deus manipulando o coração de Faraó conduzindo muita gente ao sofrimento com tantas pragas visando revelar Seu amor pelos israelitas?
• Estaria Deus desrespeitando o livre-arbítrio concedido às criaturas pensantes?
Não podemos ignorar nada da Bíblia para não deturpá-la, desfigurando o caráter benevolente de Deus. Antes de conclusões precipitadas, é importante considerar atentamente que há vários textos revelando que Faraó endurecia também seu próprio coração (Êxodo 8:32; 9: 34-35; 13:15).
“Faraó viu a poderosa atuação do Espírito de Deus; viu os milagres que o Senhor realizou por Seu servo; recusou, porém, obediência ao mandamento do Senhor. O rei, rebelde, indagara orgulhosamente: ‘Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? (Êx 5:2). E, quando os juízos de Deus sobre ele caíra cada vez mais pesadamente, persistiu na obstinada resistência. Rejeitando a luz do Céu, tornou-se duro, insensível” (Ellen White, CBASD, v. 1, p. 1211).
Se arbitrariamente Deus endurecesse o coração de Faraó, Moisés fazia papel de palhaço diante dele!
A série profética das 7 trombetas objetivava despertar pagãos para a conversão; apesar da didática, estratégia e paciência de Deus, na sexta trombeta o texto afirma: “O restante da humanidade que não morreu por essas pragas nem assim se arrependeu das obras de suas mãos; eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos” (Apocalipse 9:20-21).
Devemos extinguir a teimosia diante da manifestação de Deus esperando nossa conversão. Sejamos sábios, sendo sensíveis a Ele! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ÊXODO 8 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
386 palavras
1-15 A praga dos sapos – embora que não ameaçadora à vida – aumentou o senso de inconveniência e urgência. Desta vez a descrição é abreviada e não inclui a conversação entre Faraó e Moisés e Aarão (Andrews Study Bible).
3 em abundância. Literalmente, “enxame” (Andrews Study Bible).
7 Novamente os mágicos reproduzem o milagre através de truques (7:22) e enchem ainda mais a terra com sapos (Andrews Study Bible).
8-10 Rogai. Este verbo não usual, usado para oração (traduzido por “pedido” em Gên. 25:21), abre uma janela de oportunidade para faraó e sugere súplica (um paralelo ao rei Acaz em Is. 7:11-12). Faraó é deixado a escolher o momento exato do milagre (Andrews Study Bible).
15 Mesmo em face da graça divina, Faraó endurece seu coração ainda mais e não cumpre sua parte no acordo (v. 8) (Andrews Study Bible).
16-19 piolhos. O tipo de inseto referido aqui não é perfeitamente claro. Mosquitos ou carrapatos também têm sido sugeridos. A descrição da terceira praga é a mais curta e encerra o primeiro ciclo de três. É aqui que os mágicos encontram seus limites. Seus truques e mágicas não podem reproduzir nuvens de insetos perturbadores e desagradáveis (Andrews Study Bible).
19 dedo de Deus. Não necessariamente uma expressão de fé por parte dos mágicos, mas, antes, o reconhecimento da origem divina da praga (Andrews Study Bible).
20-32 O próximo ciclo de três pragas traz de volta as longas descrições, incluindo a ordem e ação divinas, um diálogo entre Faraó e Moisés e Aarão cedo de manhã (7:15; 8:20; 9:13), e uma oração por livramento em favor dos egípcios feita por Moisés. Moscas são portadoras de doenças, especialmente no contexto de peixes mortos e sapos (veja as primeiras duas pragas) (Andrews Study Bible).
22-23 Começando com esta praga, Deus distingue entre egípcios e israelitas – outro sinal da autoridade divina. Esta distinção é também feita explicitamente na maioria das demais pragas (Andrews Study Bible).
25 A oferta de Faraó não satisfaz realmente o solicitado: Israel não deve apenas sacrificar, mas servir (= adorar) o Senhor (v. 20). A negociação continua (Andrews Study Bible).
28 A segunda concessão de Faraó permite uma curta jornada, mas não uma jornada de três dias, o que seria equivalente à uma saída permanente (Gên. 30:36). Esta resposta torna claro que Faraó entendeu o pedido original de Moisés (Andrews Study Bible).
32 Mesmo Deus tendo atendido ao seu pedido, Faraó endureceu ainda mais o seu coração (4:21) (Andrews Study Bible).
Filed under: Sem categoria
ÊXODO 8 – Diante do cumprimento de profecia, Deus aguarda reconhecimento de Sua soberania. Esse é um dos motivos dEle não agir sem antes revelar Seus segredos aos Seus profetas (Amós 3:7).
Note que após uma semana das águas transformadas em sangue, Moisés avisa ao Faraó que surgiriam rãs por todo lado, caso recusasse deixar o povo cultuar a Deus. O monarca podia evitar caso não fosse teimoso. Fica claro que rejeitar a Deus implica na ignorância mais estúpida, levando o indivíduo a desafiar ao próprio Deus. Teimosia fundamenta-se no orgulho!
A obstinação de Faraó não o permitiu liberar Israel; então, Deus mostrou Sua indignação enviando o que prometera caso Sua petição fosse negada. “Levando-se em conta que o rio Nilo era considerado sagrado pelos egípcios, para eles esta praga, como as outras, era uma competição entre deuses. Até as rãs eram objetos de adoração, e por isso não deveriam ser mortas”, comenta Leo G. Cox. A situação tornou-se um caos pela teimosia do Faraó e a crença absurda dos pagãos. Assim, Deus mostrava a fragilidade da espiritualidade falsificada!
Na primeira praga, líderes egípcios cavaram poços; obtendo água durante a semana de sangue. Todavia, na praga das rãs, não conseguiram nenhuma solução; nem mesmo conseguiram dormir em paz; consequentemente, Faraó cedeu: Pediu que Moisés e Arão orassem a Deus para impedir a praga (Êxodo 8:8-14). Porém, Faraó declinou de sua palavra e então enfrentou as pragas dos piolhos e das moscas – o que nem magos nem feiticeiros conseguiram imitar. Então, sinceramente, alertaram a Faraó: “Isso é o dedo de Deus” (Êxodo 8:19).
Fica claro nesse relato que ciências ocultas pertencem ao diabo. E… seus poderes, ainda que reais, são limitados!
Infelizmente, o ocultismo está presentes nas casas inclusive de cristãos de nossa geração. Tais ciências invadiram muitos lares através das mídias modernas e literaturas.
“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Timóteo 4:1); muitos “se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos” (2 Timóteo 4:4). Deus anseia pela conversão daqueles que descobrem tais verdades.
Incrivelmente, muitos não abandonam o ocultismo; entretanto, não devemos desistir de evangelizar! Rejeitar Deus resulta em sofrimento; porém, Sua misericórdia convida-nos ao arrependimento!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ÊXODO 7 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1170 palavras
1 disse o SENHOR a Moisés. A Palavra de Deus era o fundamento da comissão de Moisés, a fonte de onde sua coragem emanou. Bíblia Shedd.
como Deus sobre Faraó. Moisés estava relutante em aparecer pela segunda vez diante do faraó, que era tão superior a ele do ponto de vista humano. Mas Deus lhe relembrou que, como representante do Deus dos céus e da Terra, ele era superior ao faraó. O poder do rei era apenas humano, o dele era divino. Ele devia ser como um “deus” para o faraó, com autoridade e poder para ordenar obediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 560.
2 tu falará tudo o que Eu te ordenar. Este é o dever de cada servo de Deus. Ninguém deve guardar silêncio na espera de oportunidades maiores (2 Tm 4.2). Bíblia Shedd.
3 coração. No hebraico, temos um termo de sentido amplo, descrevendo o âmago dos sentimentos, dos pensamentos e da vontade. Bíblia de Genebra.
4 Meu povo. Israel finalmente se tornou um povo (1:9) e por divina eleição está identificado como o povo de Deus (Andrews Study Bible).
6 Assim fez Moisés e Arão. A obediência de Moisés e Arão foi consistente e inquestionável a partir deste momento em diante, até Arão conduzir a adoração ao bezerro de ouro (Êx 32:21-24) e Moisés ferir a rocha quando deveria apenas ter falado a ela (Nm 20:8-11). CBASD, vol. 1, p. 561.
9 bordão. Este era o bordão que Moisés usava como pastor, chamado também de “bordão de Deus” (Êx 4:20). CBASD, vol. 1, p. 561.
serpente. A palavra hebraica aqui ([tannin] diferente da palavra traduzida por “serpente” em 4.3 [nahash, cf. CBASD]) com frequência refere-se a um réptil marinho ou monstro fluvial (Gn 1.21; Ez 29.3; 32.2), mas pode referir-se a qualquer réptil grande. Trata-se, provavelmente, de uma grande serpente. Bíblia de Genebra.
8-13 O episódio do bastão-serpente funciona como introdução à história maior das pragas. O bastão-serpente de Aarão engole os bastões tornados em serpentes dos mágicos egípcios e prefiguram o final do conflito mais amplo. A palavra hebraica usada para descrever o bastão transformado de Aarão não é o termo regular usado para serpente em 4:3, mas poderia ser traduzido “serpente monstruosa ou crocodilo” (ver Jó 7:12; Is. 27:1) e é, em outros lugares, associado com leviatã, símbolo do caos (Sl. 74:13; 148:7). Enquanto os mágicos conseguiram duplicar o milagre, a serpente-caos do Senhor engoliu, sem esforço algum, as serpentes-caos dos egípcios e, portanto, destruiu seus bastões (enquanto símbolos de poder) (Andrews Study Bible).
11 sábio e … magos. Os sábios eram educados na ciência e na arte da escrita. Os “magos” (ARC) eram encantadores, que professavam ser capazes de feitiçaria. A palavra traduzida como “magos” é o equivalente egípcio da palavra hebraica “feiticeiros”. A magia era objeto de muita atenção e estudo no Egito, como mostram textos sobre o tema. CBASD, vol. 1, p. 561
Segundo a tradição, dois dos magos chamavam-se Janes e Jambres (v. 2Tm 3.8; o primeiro também é mencionado nos rolos do mar Morto, pré-cristãos). os magos fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas. Ou por prestidigitação, ou por poderes demoníacos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14-25 Seguindo o primeiro sinal de autenticação, o coração de Faraó é endurecido. Ele ainda não está para ceder neste conflito. As pragas começam. O conflito entre o Senhor e Faraó é um conflito divino, cada praga afetando importantes divindades egípcias. As pragas também funcionam como uma des-criação do Egito para libertar Israel (Andrews Study Bible).
7.14-10.29 As nove primeiras pragas podem ser divididas em três grupos de três pragas:7.14-8.19; 8.20-9.12; 9.13-10.29, e a primeira praga de cada grupo (a primeira, a quarta e a sétima) é introduzida por uma advertência entregue ao faraó pela manhã, ao sair para o Nilo (cf. v. 15; 8.20; 9.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A descrição da primeira praga de cada grupo de três anuncia o tema das três pragas e indica seu propósito. Nas pragas de número um até três o tema é a superioridade absoluta do Senhor (e de seus agentes) sobre Faraó e sobre os deuses egípcios. Bíblia de Genebra.
15 Deus vai até às últimas consequências, ao se revelar aos homens, para que alguns se convertam e vivam eternamente. Bíblia Shedd.
17 Sangue se refere tanto à cor quanto à substância em hebraico. O texto não deixa claro se a água realmente se transformou em sangue ou se apenas se tornou vermelha. O que ficou claro é que ninguém podia beber a água (vs. 18, 21, 24), que os animais que viviam na água morreram, e que a transformação não foi gradual (como tem sido proposto por alguns intérpretes que tem buscado por uma explicação científica para as pragas), mas instantânea. Não somente a água do Nilo foi afetada, mas também a água em canais, lagos, incluindo as águas em recipientes, como os vasos (v. 19). Devido à importância do Nilo para a agricultura e adoração, a poluição do Nilo é um ataque direto à sociedade e religião egípcias (Andrews Study Bible). [A sociedade e religiões atuais também serão atacadas nas sete pragas finais trazidas ao mundo].
18 nojo. O rio tão adorado logo se tornou objeto de nojo, pois nada neste mundo tem valor sem a bênção de Deus. Bíblia Shedd.
20 à vista. O motivo do milagre era ensinar os líderes civis do Egito a respeitarem mais a Deus do que aos homens. Bíblia Shedd.
Nilo. O Egito dependia de tal maneira das águas do rio Nilo que este foi deificado pelos egípcios como deus Hapi, em adoração a quem eram compostos hinos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 fizeram também o mesmo. O texto deixa implícito algum tipo de truque ou imitação (Andrews Study Bible).
A expressão vaga “fizeram o mesmo” não indica necessariamente que os magos de fato transformaram a água em sangue. Eles apenas tinham que convencer o faraó de que eram capazes de fazer o que Moisés e Arão tinham feito. CBASD, vol. 1, p. 563.
Qualquer sinal de religião falsificada é desculpa suficiente para os ímpios recusarem a verdade. Como é que não tinham poder para sanar a praga e só copiá-la, aumentando-a? Um bom teste para a qualidade da religião é ver se soluciona problemas ou se cria maiores dificuldades humanas. Bíblia Shedd.
24 cavaram buracos às margens do Nilo para encontrar água potável. A água poluída, filtrada por meio do solo arenoso perto das margens do rio, podia ser bebida com segurança. Bíblia de Estudo NVI Vida.
As dez pragas e divindades egípcias afetadas (cf. Andrews Study Bible):
1. Sangue Khnum – guardião do Nilo; Hapi – espírito do Nilo; Osiris – o Nilo era seu sangue
2. Rãs Hekhet – deusa com cabeça de rã, deusa da ressurreição; esposa do deus criador Khnum; parteira divina
3. Piolhos Kheprer – deus da ressurreição cujo símbolo era um escaravelho (besouro grande)
4. Moscas Kheprer
5. Pestes nos rebanhos Hathor – deusa mãe (vaca); Apis – touro do deus Ptah, símbolo da fertilidade; Mneuis – touro sagrado de Heliópolis
6. Úlceras Sekhmet – deusa com cabeça de leão, deusa das pragas, que também poderia curar
7. Granizo Nut – deusa do céu; Isis – deusa da vida; Seth – protetor divino da colheita
8. Gafanhotos Senehem – Deus protetor contra pragas
9. Trevas Amon, Amon-Ra, Ra, Aton, Horus – diferentes divindades celestiais
10. Morte dos primogênitos Osiris – deus da vida; o próprio Faraó.
Filed under: Sem categoria
ÊXODO 7 – Deus aprecia profecias e compartilha-as com Seus servos para vê-las cumprir com tom evangelístico. O mundo estava prestes a ser evangelizado através da punição do Egito e a graciosa libertação dos israelitas.
Deus tinha intenções definidas com Suas ações no Egito. Almejava que Seu povo e Seus oponentes soubessem que Ele é Soberano dos reis da Terra. O que antes fizera em particular, com indivíduos, faria com duas nações para revelar justiça e graça cumprindo a profecia feita a Abraão (Gênesis 15:13-16).
O Soberano preparou Moisés e Arão nos bastidores para agirem em público. Após longo tempo, chegara o momento dEle agir com poder e glória diante da glória e poder dos homens (ou satânicos). Assim, o mundo conhecido de então, saberia que, em meio a tantos deuses falsos, havia um que não era apenas verdadeiro, vivo e real, mas também mais poderoso que qualquer força espiritual existente. Magos e feiticeiros não conseguiriam igualar ao Seu poder!
Deus começou de onde eles estavam: no nível deles. No começo eles conseguiram imitar ações sobrenaturais de Deus para enganar quem não queria nada com o Deus verdadeiro.
O relato das pragas é rico em ensinamentos espirituais. Nele podemos extrair princípios missionários e de liderança espiritual. Líderes espirituais servem a Deus de todo coração mesmo enfrentando dificuldades, oposição e rejeição. São atentos às sublimes orientações evangelísticas de Deus (Êxodo 7:15-19), agem conforme essas orientações (Êxodo 7:20) e, então contemplam Seu miraculoso poder (Êxodo 7:21-25).
Nesse texto fica evidente que Deus tem um oponente espiritual, que faz coisas sobrenaturais. Esse oponente invisível tem seus agentes, presentes nos magos, sábios e feiticeiros; sendo Faraó o agente principal de Satanás o qual acreditava ser deus do Egito (2 Coríntios 4:3-4), possuindo certas características que apontavam para o autor do pecado (mentira, assassinatos, opressão, rejeição a Deus, a Sua Palavra e Seu povo, João 8:44).
Fato relevante é que a primeira manifestação de Deus foi transformar a vara de Arão numa serpente, e os agentes do mal fizeram o mesmo. Com isso, fica evidente que o grande conflito é entre Deus e Satanás (Apocalipse 12:9; Gênesis 3:1-15); cada um com seus respectivos representantes (2 Coríntios 11:13-15). Precisamos escolher um dos dois lados!
Leia Josué 24:14-15, e tome tua decisão! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: ÊXODO 6 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)