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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/13
Apocalipse 13 explica a perseguição à mulher (Ap. 12:14; 13:5-8) e ao restante da sua descendência (Ap. 12:17; 13:11-17). A descrição da besta do mar que recebe o poder, o trono e grande autoridade do dragão, é retirada dos animais de Daniel 7. Ela é semelhante ao leopardo, Grécia, indicando uma forte influência da filosofia grega. Os pés como de urso, Medo-Pérsia, apontando para a influência da religião persa, o mitraísmo, sobre ela. A boca como de leão relembrando a arrogância de Babilônia, especialmente a de seu rei Belsazar. Após a cura da ferida mortal ela terá o apoio da besta da terra (Ap. 13:12), para que todos adorem a imagem da besta (Ap. 13:15).
As perseguições anunciadas em Apocalipse 13 estão relacionadas diretamente com a questão da adoração (Ap. 13:4, 8, 12, 15). No final só haverá dois grupos, os que adoram a Deus e os que adoram o dragão e a besta. A quem você está adorando? A quem você dedica seus bens, seus talentos, seu tempo? Há alguma coisa te impedindo de adorar a Deus em espírito e em verdade? Não espere a crise final para se posicionar no Grande Conflito, escolha hoje mesmo adorar a Deus.
Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1426
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/12
Apocalipse 12 apresenta o tema do Grande Conflito a partir de Gênesis 3. Observe que há uma mulher com dores de parto e sofrimento (v. 2; Gn. 3:16), há o filho desta mulher que vencerá (v. 4; Gn. 3:15) e a antiga serpente (v. 9; Gn. 3:15). Apocalipse 12 nos relembra a promessa dada aos nossos primeiros pais e nos assegura que ela será cumprida. Mas, até a derrota final da serpente, a igreja seria perseguida (v. 13). Contudo Deus esteve ao lado dela, e assim como Deus protegeu o povo de Israel no deserto, também protegeu sua igreja nos 1260 dias proféticos (v. 14).
Hoje olhamos para um mundo no qual a antiga serpente exerce seu poder, um mundo que para muitos já não tem solução. Apocalipse 12 está nos dizendo que Deus não se esqueceu da promessa dada aos nossos primeiros pais. O Resgatador já veio, já derrotou a Satanás na cruz e muito em breve dará fim à antiga serpente e ao pecado. Mas, enquanto isso, Ele cuida de você. Por mais difícil que seja o dia de hoje, mesmo que se pareça com uma jornada pelo deserto, lembre-se, Deus está ao seu lado.
Flávio da Silva de Souza
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1425
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/9
Enquanto Apocalipse 6 descreve os juízos de Deus sobre os rebeldes dentro de Seu reino, as sete trombetas (Ap 8:7-13; 9:1-21; 11:15-17) descrevem o julgamento divino sobre os opressores de Seu povo. O pano de fundo das sete trombetas é o texto de Números 10:8-10. O soar das trombetas lembrava os Israelitas de que Deus os salvaria de seus inimigos. A cena introdutória para o soar das sete trombetas (Apocalipse 8:1-6) focaliza a intercessão de Cristo no Céu e enfatiza o cuidado divino por Seu povo. Mesmo sendo afligidos pelos inimigos, o Senhor ouve a oração de Seus filhos e age para protegê-los e livrá-los.
A sexta trombeta (v. 13-21) está ligada ao contexto da descrição dos 144.000 (Ap 7:1-3). Mencionam-se os quatro anjos e as ações de segurar e soltar. De um lado, os salvos são contados; do outro, os inimigos de Deus são contados. A expressão “eu ouvi o seu número” aparece em ambos os textos. Assim, a sexta trombeta mostra o tempo em que o selamento mencionado em Apocalipse 7 acontece. Enquanto a descrição dos 144.000 mostra seu status diante de Deus, os próximos dois capítulos (Ap. 8 e 9) mostram o que o povo escolhido estará realizando nos últimos momentos da história do mundo.
Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1422
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Mais um ano se finda…
Cheio de cuidados e mimos de Deus para conosco.
Louvado seja o nome do SENHOR!!
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Que tal escrever um agradecimento a respeito de algo que Deus fez por você no ano de 2021?
Você pode escrever aqui, nos comentários, ou no site: www.EuOro.com
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/8
Apocalipse 8:1 encerra a série de sete selos do livro. Em seguida, no verso 2, João vê um grupo de sete anjos que se preparam para tocar sete trombetas. Antes que isso aconteça, o profeta é novamente levado a contemplar o santuário celestial, desta vez focalizando o altar de incenso. Para entender a descrição feita em Apocalipse 8:3-6 é necessário lembrar o que acontecia no ritual do santuário terrestre. Esta compreensão é que dá o tom para os eventos descritos pelo soar das sete trombetas entre os capítulos 8 e 9.
O fim das atividades diárias no santuário era anunciado pelo toque de trombetas. O cordeiro do sacrifício contínuo era colocado sobre a grelha, seu sangue aspergido à base do altar e o sacerdote designado se colocava diante do altar de ouro no lugar santo para oferecer incenso. No santuário celestial, após ter feito Seu sacrifício eterno em prol da nossa salvação (Hb 7:27), nosso Sumo-Sacerdote Jesus intercede por nós. Nossas orações sobem como incenso perante o trono (Ap 5:8).
Há um Deus vivo no céu atento para ouvir e responder às suas orações, pelos méritos de Cristo.
Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1421
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/7
Apocalipse 6 termina com a seguinte pergunta: “Pois chegou o grande dia de sua ira, e quem poderá sobreviver? (NVT)” O sexto selo descreve os fenômenos que culminam na volta de Jesus e acontecem em conexão com o aparecimento de nosso Senhor. Ao verem Sua glória, os ímpios fogem e se perguntam quem pode enfrentar esse momento em paz.
Apocalipse 7 é a resposta a essa pergunta. A descrição dos 144.000 e da grande multidão nos ajudam a entender quem será capaz de presenciar os eventos finais como vencedores. Há muita especulação quanto a se o número 144.000 é literal ou simbólico. Certo pregador costumava dizer que isso era irrelevante: o ponto é que nós precisamos estar nesse grupo se quisermos desfrutar das bênçãos eternas de Deus.
Apocalipse 7:14 apresenta o segredo para ser vitorioso nos últimos dias – os vitoriosos “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro”. Na vida cristã a vitória não é obtida por nossos próprios méritos. Uma vez que Jesus venceu e Se assentou no trono (Ap 4-5), é Sua vitória que garante a nossa. Se estivermos ligados a Ele, nos tornaremos mais que vencedores.
Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1420
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/6
Depois de ser entronizado, normalmente o rei israelita estabelecia seu reino punindo os rebeldes que poderiam afetar o bem-estar da nação (1Rs 2). Em Apocalipse 6, esse aspecto da entronização de Cristo no santuário celestial é enfatizado. Os símbolos utilizados nos selos (Ap 6:1-17; 8:1) mostram o Senhor punindo aqueles que dizem pertencer ao Seu povo, mas vivem em desacordo com Seus princípios.
Os sete selos tem como pano de fundo as maldições da aliança (Dt 28:15-68). Elas foram estipuladas por Deus como uma maneira de chamar Seu povo de volta para si, caso eles se afastassem devido a seus pecados. Da mesma maneira, desde o estabelecimento da igreja até a consumação final, o Senhor tem se utilizado muitas vezes de guerras, fomes e doenças para chamar a atenção dos desatentos dentro do Seu arraial. Deus pode utilizar em nossos dias diferentes situações, problemas, percalços e perplexidades, a fim de convidar-nos a um relacionamento real e fiel com Ele.
Mesmo não sendo o originador dos males que nos afligem, Deus os permite para que possamos acordar para a realidade do mal e de que somente nEle é possível encontrarmos a paz.
Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1419
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/5
Em Apocalipse 5 a atenção de João é despertada para um livro que fica no lado direito do trono. Um poderoso anjo faz a pergunta: “Quem é digno de abrir o livro”? Em todo o universo, ninguém foi achado com direito de abrir o livro. João chora. A razão desse choro está relacionada com o ritual de entronização dos reis israelitas (Dt 17:18-20; 2Rs 11:12). Ao ascender ao trono, todo rei israelita deveria receber uma cópia da lei para que governasse de acordo com seus princípios. João entende que o trono de Davi está vazio porque nenhum dos seus descendentes pôde cumprir as promessas de Deus.
Um dos anciãos consola o profeta: há alguém, o leão da tribo de Judá, o grande vencedor, que pode tomar o livro. Um cordeiro com aparência de ter sido morto se aproxima e toma o livro; e todos os anjos e criaturas do universo passam a louvá-Lo. Ele é digno, porque com seu sacrifício Ele comprou para si todos aqueles que aceitam Sua oferta de graça. O soberano do universo não é um ser distante; antes, é o Senhor Jesus Cristo que viveu e morreu por nós. Ele deseja não apenas dirigir o universo, mas também dirigir a nossa vida.
Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1418
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/4
Apocalipse 4 e 5 estão intimamente ligados. O capítulo 4 descreve a sala do trono celestial e o capítulo 5 mostra um importante evento que acontece ali. Em Patmos, João vê Jesus caminhando entre os sete candeeiros e enviando as mensagens para as sete igrejas da Ásia Menor (Ap 1:9-3:22). Agora, João é transportado em visão para o santuário celestial (Ap 4:1). No Apocalipse vemos uma descrição cheia de luzes, brilho e sons de louvor àquele que está assentado no trono (cf. Ez 1).
Deus, o Pai (cf. Ap 1:4, 8; 4:8) é louvado por duas razões. Primeiro, por quem Ele é. Apocalipse 4:8 destaca que o louvor angelical enaltece a santidade de Deus, Seu poder e Sua eternidade. Em segundo lugar, o Pai é louvado pelo que Ele faz. No verso 11, os 24 anciãos louvam e adoram ao Senhor porque Ele criou o universo por Sua própria vontade.
Essas devem ser as principais razões para enaltecermos a Deus. Ele é santo e a beleza de Sua santidade (1 Crônicas 16:29) nos leva à adorá-Lo. Ele é onipotente: nada é demasiado difícil para Ele. Tudo passará, mas o Senhor permanecerá para sempre. E nós temos a possibilidade de conhecê-Lo e adorá-Lo em razão de que Ele nos criou.
Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1417
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ap/3
Em suas cartas às sete igrejas Jesus apresenta a história da igreja cristã e a nossa história como indivíduos. Cada carta aprofunda um pouco mais o assunto ajudando-nos assim a enxergar um pouco melhor. Desde os falsos apóstolos em Éfeso até a sinagoga de Satanás em Esmirna, os nicolaítas de Pérgamo e a Jezabel em Tiatira (Ap 2:2, 9, 15, 20), os problemas se tornam progressivamente piores. Vemos um quadro de declínio que culmina com a mais longa das sete cartas (Tiatira – Ap 2:18-29), que descreve a igreja sob o poder de uma mulher sedutora que leva o povo de Deus à idolatria e fornicação espiritual. Esta mulher reaparece mais tarde no livro como “Babilônia, a Grande, a mãe das prostituições” (Ap 17:5).
Felizmente, no momento em que chegamos ao capítulo 3, o quadro começa a melhorar. Jesus indica que há em Sardes alguns “que não contaminaram as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos.”(v. 4 NVI). À igreja em Filadélfia, Jesus diz: “você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome” (v. 8).
Então vem a mensagem à sétima e última igreja, Laodicéia, a qual parece não ter nenhuma qualidade. É a única igreja que Jesus não encontra nada para elogiar.
Mas ainda existe esperança para Laodicéia. Jesus se recusa a desistir, porque Ele ama a Sua Igreja. Nós somos o objeto de Sua suprema atenção. Ele morreu por nós. Ele vive para nos beneficiar. Jesus diz: [Eu] “repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se” (v. 19 NVI).
Não podemos desenvolver o arrependimento por outros – essa é uma questão pessoal. A mensagem a Laodicéia é dirigida a cada um de nós, individualmente. Estamos dispostos a nos arrependermos da nossa falta de visão espiritual e a nos vestirmos com a justiça e o amor, sob a direção do Espírito Santo?
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1416
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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