Reavivados por Sua Palavra


ATOS 25 – Comentado por Rosana Barros
19 de maio de 2018, 0:30
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“Então, Agripa disse a Festo: Eu também gostaria de ouvir este homem. Amanhã, respondeu ele, o ouvirás” (v.22).


Mostrando mais dignidade do que os próprios religiosos, Festo proporcionou a Paulo e seus acusadores um interrogatório justo e imparcial. Apesar de apresentarem contra Paulo “muitas e graves acusações” (v.7), não tendo como prová-las, não conseguiram alcançar seu objetivo final: a morte de Paulo. A este foi dada a oportunidade de defesa e a possibilidade de retornar a Jerusalém para ali ser julgado. Contudo, munido de uma consciência tranquila de que “nenhum pecado” cometeu “contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César” (v.8), ele apelou para o órgão máximo da justiça humana de sua época: “Apelo para César” (v.11).

Seu apelo foi concedido e ali permaneceu preso até que fosse enviado à suprema corte. “Passados alguns dias, o rei Agripa e Berenice chegaram a Cesareia a fim de saudar a Festo” (v.13). Eram comuns essas visitas e trocas de formalidades entre as autoridades e governantes. Era uma forma de fortalecer os laços políticos ou de cortar relações caso a cordialidade não fosse mútua. Neste caso, vimos que entre Festo e Agripa havia simpatia e que a visita do rei seria de grande utilidade para o governador, que ainda não conseguira chegar a uma conclusão acerca de Paulo.

Percebam que, mesmo com a intenção de angariar palavras que pudesse escrever em documento oficial, Festo despertou em Agripa a curiosidade de ouvir o que Paulo tinha a dizer. Era tudo o que o governador queria. Mesmo com a intenção errada, Festo encaminhou Agripa na direção certa. Aquela oportunidade foi dada não apenas ao rei, mas a todos os que estavam presentes naquela audiência extraordinária. Ao declarar: “vedes este homem” (v.24), outra vez, mesmo sem intenção, Festo apontou para o único naquele recinto que verdadeiramente era livre. Não era apenas curiosidade o que despertava todos a desejarem ver a Paulo e ouvir as palavras do apóstolo, e sim a realidade de corações carentes por algo melhor e maior do que uma religião formal.

O que Paulo pregava e o evangelho que vivia não tinha a ver com “certo morto” (v.19), mas com Aquele que é “a ressurreição e a vida” (Jo 11:25). E mesmo que mal compreendido ou ignorado, aquele servo de Deus permanecia firme na certeza de que sua postura estava em pleno acordo com o “Assim diz o Senhor”. A prisão temporária daquele “réu” primário não foi suficiente para calar a sua voz e apagar o seu bom testemunho. Deus atua para salvar a todos. Desde o mais humilde servente até o mais honrado rei, Ele busca a todos. Àquelas autoridades foi dada a oportunidade de conhecer o Caminho e de escolher segui-Lo ou não. Porém, mesmo sentindo o coração arder e percebendo que nas verdades da Palavra de Deus conseguem enxergar a luz que tanto almejavam, quantos têm dado para trás quando confrontados a abandonar as concupiscências deste mundo.

Deus sempre teve na Terra um povo para chamar de Seu. Nem que este seja composto de apenas oito pessoas, como o foi no dilúvio ou de apenas um homem levado a um tribunal por causa de sua fé. Deus possui Seus representantes hoje também. Homens e mulheres que, semelhante a Paulo, têm se esforçado por manter uma “consciência pura diante de Deus e dos homens”; que não temem em chamar o pecado pelo nome e que têm reconhecido a sua condição dependente do Espírito Santo a cada dia. Cristãos que têm despertado em seus semelhantes o desejo de conhecer o Senhor e dEle se aproximar.

Ser cristão, amados, não é ser esquisito, e sim atrativo. É ser uma ímã que atrai pessoas a Cristo. Que pelo poder do Espírito Santo, nossas palavras e ações andem em perfeita coerência. E ainda que chegue o tempo em que, fechada a porta da graça, alguns manifestem não ter nada de positivo para dizer a nosso respeito (v.26), há um Deus no Céu que milita a nosso favor e que em breve, muito em breve, nos dará recompensa eterna.

Feliz sábado, representantes de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos25 #RPSP



ATOS 24 – Comentado por Rosana Barros
18 de maio de 2018, 0:30
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“Porém, confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas” (v.14).


Este versículo resume bem tanto a visão que tinham os de fora com relação ao movimento cristão, quanto em que se baseava a doutrina dos apóstolos. Denominado de “seita”, o cristianismo sofreu uma forte perseguição por parte dos judeus simplesmente porque acreditava que em Jesus foi cumprida a tão aguardada profecia messiânica. Considerado “o principal agitador da seita dos nazarenos” (v.5), Paulo era constantemente acusado de traição e apontado como um homem perigoso e semeador de discórdias.

Perante Félix, o apóstolo apresentou defesa inquestionável, de modo que o governador, não tendo do que acusá-lo e conhecendo mais “com respeito ao Caminho” (v.22), mandou prender a Paulo até que tomasse melhor ciência de seu caso. A bajulação de Tértulo e o firme caráter de Paulo apresentaram contraste claramente perceptível, cumprindo-se a promessa do Salvador: “Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo” (Mc 13:11).

O Caminho apresentava uma coerência entre o ensino e a prática que nada tinha a ver com a religião dos judeus. Ambos os grupos acreditavam nas mesmas Escrituras, mas apenas um a vivia. O esforço de Paulo por manter a “consciência pura diante de Deus e dos homens” (v.16) não era mediante apresentação de salvação por obras, mas pela fé em Cristo que, mediante o Espírito Santo, o conduzia às boas obras. Ele quis dizer que procurava viver piedosamente as verdades da Palavra de Deus e que tudo o que fizera em Jerusalém fora simplesmente observar a lei com inteireza de coração.

O estudo deste episódio deve causar em nós dois tipos de questionamentos:

  1. Minha fé está “de acordo com a lei e nos escritos dos profetas” (v.14)?
  2. Tenho me esforçado “por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens” (v.16)?

Pouco importa para Deus se a nossa fidelidade é chamada de seita ou algo semelhante. Mas assim como o Espírito Santo foi concedido a Paulo e aos demais apóstolos, a Sua concessão possui uma condição: “Ora, nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que Lhe obedecem” (At 5:32). Se a obedecer à Palavra do Senhor é considerado uma seita, então prefiro, como os discípulos de Jesus, “obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). O homem que foi dotado por Deus com sabedoria inédita, após uma análise acurada sobre a vida neste mundo, chegou à seguinte conclusão: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec 12:13). Percebem? De todo homem, e não apenas de todo judeu.

Na “revelação de Jesus Cristo” (Ap 1:1), é-nos dito que, nos últimos dias, Deus tem um remanescente especial, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17). Ora, se o Espírito Santo é concedido aos que obedecem a Deus, como conservar uma consciência pura enquanto negligencio as verdades eternas das Sagradas Letras? Félix e Drusila tiveram a oportunidade ímpar de ouvir da boca de Paulo palavras do Espírito Santo. Contudo, ao ouvirem “acerca da justiça, do domínio próprio e do Juízo vindouro” (v.25), foram tomados de medo, e não de temor. Era mais fácil recusarem-se a ouvir do que aceitar as verdades que chocavam com o estilo de vida que os agradava.

O apelo do Espírito Santo “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6), continua sendo o mesmo: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:7). O fato de que o único mandamento que apresenta a assinatura do Senhor Deus como o nosso Criador é o sábado (Êx 20:8-11), não desperta em você a curiosidade de estudar mais a respeito deste tema? Amados, não devemos nos preocupar com o título dado à nossa fé, mas em que ela esteja de acordo com a vontade de Deus. Que pelo estudo sincero das Escrituras, apresentemos diante de Deus e dos homens uma consciência purificada pelo Espírito Santo.

Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos24 #RPSP



ATOS 23 – Comentado por Rosana Barros
17 de maio de 2018, 0:30
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“Na noite seguinte, o Senhor, pondo-Se ao lado dele, disse: Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a Meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma” (v.11).


Perante a cúpula religiosa dos judeus, Paulo iniciou nova defesa. Contudo, mal pudera pronunciar a primeira frase e logo foi ferido com uma bofetada na boca a mando do sumo sacerdote. Proferindo-lhe imediatamente uma resposta ousada, dirigindo-se ao mandante, disse: “Deus há de ferir-te, parede branqueada! Tu estás aí sentado para julgar-me segundo a lei e, contra a lei, mandas agredir-me?” (v.3). A expressão usada por Paulo, “parede branqueada”, tem o mesmo sentido do termo tão usado por Jesus ao referir-se aos líderes judeus: “hipócritas”. Ananias estava na posição de juiz, mas na verdade estava ali como acusador.

Ao tomar conhecimento, porém, de que falara contra o sumo sacerdote, Paulo se retrata mostrando maior respeito à lei do que aqueles que diziam estar ali para defendê-la. É certo que o apóstolo pôde se valer de suas raízes para amenizar a fúria de seus inimigos e livrar-se de castigos injustos. Perante a guarda romana, declarou-se cidadão romano. Já perante o Sinédrio, declarou-se fariseu. Sua cidadania e seu título religioso, no entanto, não o livraria do perigo que o aguardava. Nenhum argumento humano poderia livrá-lo da morte certa. Levado de volta à fortaleza, foi na noite seguinte que ele recebeu a visita do Único capaz de livrá-lo.

Imagino a angústia daquele homem de Deus em sua cela escura, quando, de repente, sentiu uma presença ao seu lado que encheu o seu coração de uma paz indescritível. Ao ouvi-Lo falar: “Coragem!”, reconheceu-Lhe a voz. Era o seu amado Mestre! Jesus viera novamente ao seu encontro e estava ao seu lado para confortá-lo. A promessa dada por Cristo a Seus discípulos foi experimentada por Paulo de forma visível e audível: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). Nenhuma cilada maligna poderia frustrar os planos de Cristo na vida de Paulo. Deus sempre possui Seus representantes em lugares estratégicos e os usa no devido tempo. E muito maior do que o exército romano que escoltava o apóstolo, era o exército celestial que o cercava.

Enviado de um lugar a outro, Paulo testemunhava de Cristo e mostrava plena convicção no que de fato acreditava. Com intrepidez apresentava em sua defesa uma fé prática que nada tinha a ver com as acusações que recebera. Mas também tinha plena ciência de que nem todos aceitavam as suas palavras. A sua única certeza era de que, ao seu lado, estava Alguém mais poderoso do que os juízes e governantes; e que a decisão final a respeito de sua vida não estava em mãos humanas. Estava disposto a viver por Jesus, e a morrer por Ele também. Grande batalha travou aquele servo de Deus. Batalha que denominou de “bom combate” (2Tm 4:7).

Podemos nos valer das posições ou das coisas deste mundo por algum momento, mas esta segurança é temporária. Nada e nem ninguém pode garantir a nossa chegada e a nossa saída. O salmista declarou: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Sl 121:1). Creio que estamos vivendo nos últimos instantes deste mundo. Basta dar uma olhada nas últimas notícias e perceber o número de situações inéditas que estão acontecendo. As maiores catástrofes já registradas. A maior crise econômica. As maiores epidemias. Coisas que nunca haviam acontecido. Enfim, todo o mundo se transformou numa bomba relógio prestes a explodir. E parece que estamos nos acostumando com tudo isso. Aproxima-se o “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn 12:1) e estamos mais preocupados com quem vai ganhar a Copa do que com o nosso destino eterno.

As profecias se cumprem uma após a outra, o Espírito Santo apela com veemente urgência e a nossa rotina não difere da rotina dos ímpios! Está tudo errado! Aqueles que pensam que sua religiosidade rasa e alicerçada nas areias de suas obras vazias será suficiente para sustentar sua fé no tempo da derradeira prova, perceberá tarde demais que suas lâmpadas estão apagadas. “Mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (Dn 11:32). Revestidos de toda a armadura de Deus, estarão prontos para a última grande batalha. Em defesa deles “Se levantará Miguel, o grande Príncipe” (Dn 12:1) e cumprir-se-á a profecia do salmista: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido” (Sl 91:7). Jesus está ao seu lado e te diz, agora: “Coragem! Eu sou contigo!” Tomemos posse desta palavra e marchemos para a vitória final!

Bom dia, exército do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos23 #RPSP



ATOS 22 – Comentado por Rosana Barros
16 de maio de 2018, 0:30
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“E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle” (v.16).


Emudecidos por um instante, as multidões “guardaram ainda maior silêncio” ao ouvirem que Paulo “falava em língua hebraica” (v.2). Seu discurso foi um resumo de seu testemunho. De como fora, desde a infância, educado “segundo a exatidão da lei de [seus] antepassados” (v.3) e de como o encontro com Jesus mudou a sua vida. Paulo demonstrou, antes de tudo, compreensão àqueles que agiam como dantes ele mesmo agia, ao dizer: “sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje” (v.3).

Seu histórico de vida incluía uma formação religiosa rigorosa e uma firmeza de propósito sinceramente errada. A luz que o envolveu na estrada de Damasco revelou as trevas que o guiavam a perseguir a Quem julgava servir. Jesus, o grande EU SOU, o fez cego para que finalmente ele pudesse ver. Foram três dias de uma dura batalha espiritual até que Ananias lhe restituísse a visão. A ordem foi clara: Sê tu uma testemunha de Jesus a todos os homens. E não bastasse isso, o próprio Jesus Se mostrou a Paulo e pessoalmente lhe ordenou: “Vai, porque Eu te enviarei para longe, aos gentios” (v.21).

E com a palavra “gentios”, cessou o silêncio e gritando, diziam: “Tira tal homem da terra, porque não convém que ele viva!” (v.22). O argumento do povo, no entanto, era vago e confuso, não sendo suficiente para condenar Paulo à morte. A fim de conter os ânimos e pôr fim ao tumulto instalado em toda Jerusalém, o comandante mandou açoitar o apóstolo até que este confessasse o motivo pelo qual “clamavam contra ele” (v.24). Declarando, porém, sua cidadania romana, “imediatamente, se afastaram os que estavam para o inquirir com açoites” (v.29). Observem que era questão extremamente grave punir um cidadão romano sem um justo julgamento. Mas aqueles que se orgulhavam de fazer parte da nação eleita de Deus não faziam caso de matar seus irmãos com as próprias mãos usando de seus injustos critérios.

No limiar dos últimos instantes deste mundo, surgirá, do meio do povo de Deus, uma classe que perseguirá os santos de Deus com tanto furor quanto os de fora. “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1Tm 4:1). Estes serão precisamente os piores inimigos do povo de Deus, conforme está escrito: “Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros” (Mt 24:10). Sobre este tempo, revela a palavra profética:

“Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles” (EGW, O Grande Conflito entre Cristo e Satanás, 608).

O álibi da cidadania usado por Paulo não valerá de nada quando o mundo for agitado pela última tempestade. Pelo contrário, ao declararmos a nossa cidadania celestial e a firme esperança de que muito em breve, “de um sábado a outro” (Is 66:23), estaremos adorando ao Senhor pelos séculos eternos, despertaremos a derradeira fúria de Satanás que tentará esmagar a nossa fé. Portanto, amados, hoje, agora, é tempo de buscar ao Senhor enquanto podemos achá-Lo e invocá-Lo enquanto ainda está perto. Logo, o Espírito Santo encerrará a Sua obra e somente os “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem” na Terra (Ez 9:4), receberão o selo que abrirá para eles os portais eternos. Então, “porque te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome” de Jesus! Não perca mais tempo! Pode ser a sua última chance!

Bom dia, cidadãos do Reino dos Céus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos22 #RPSP



ATOS 21 – Comentado por Rosana Barros
15 de maio de 2018, 0:30
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“Então, ele respondeu: Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus” (v.13).

A terceira viagem missionária de Paulo foi cheia de expectativa e de forte comoção entre os irmãos. Sabendo que Paulo estava seguindo para Jerusalém, temeram por sua vida, de forma que, por mais de uma vez, alguns irmãos foram usados pelo Espírito Santo para alertar a Paulo acerca do perigo que o aguardava naquela cidade. Decidido, porém, a prosseguir viagem, tomado de um ânimo e confiança sobrenaturais, Paulo procurou confortar os irmãos com a coragem de quem estava disposto a dar a vida se preciso fosse “pelo nome do Senhor Jesus” (v.13).

A chegada do apóstolo em Jerusalém causou uma alegria geral entre os irmãos e após seu minucioso discurso sobre “o que Deus fizera entre os gentios por seu ministério” (v.19), deram todos glória a Deus, mas também demonstraram sincera preocupação com a sua segurança. A notícia de que Paulo e os demais apóstolos não exigiam dos gentios a circuncisão se espalhou em falsos boatos, de tal forma que os zelosos judeus esperavam apenas uma oportunidade para lançar mão de Paulo e matá-lo. Na cerimônia de purificação, porém, pensaram os irmãos ser a chance de Paulo demonstrar a seus patrícios que ele respeitava sim “os costumes da lei” (v.21).

No entanto, quase no findar dos sete dias de purificação, alguns judeus da Ásia, reconhecendo a Paulo no templo, causaram grande tumulto entre o povo, acusando o apóstolo de apostasia. Agarrado pela multidão, Paulo foi arrastado “para fora do templo, e imediatamente foram fechadas as portas” (v.30). Acho que os judeus tinham uma forma bem estranha de zelar por seus costumes. Pensavam que das portas para fora do templo podiam usar de violência contra seus semelhantes se estes não andassem conforme seus próprios critérios. Não foi a favor das leis escritas por Moisés que tão covardemente agrediram a Paulo, este foi apenas mais uma vítima do zelo infundado de um povo que vendo não via e ouvindo não ouvia.

A violência é a manifestação mais eficaz de covardia. É o grito de quem não está disposto a ouvir. Sem direito de defesa algum, Paulo teria morrido espancado não fosse a intervenção de Deus através “do comandante da força” (v.31). Carregado escada acima pelos soldados, o apóstolo chegou a um ponto em que pediu a palavra ao comandante. Gravemente ferido, aquele fiel servo de Cristo pediu permissão para falar aos seus agressores. Interessante observar que, ao fazer sinal com a mão, logo cessou o tumulto e “fez-se grande silêncio” (v.40). Falando na língua dos hebreus, Paulo apresentaria sua defesa com vibrante e audível voz como quem estivesse em perfeito estado físico, sendo que as marcas da violência que sofrera eram bem aparentes a todos que, espantados, pararam para ouvi-lo.

Temos uma ideia muito rasa quanto ao valor de sermos chamados de cristãos. Os cristãos primitivos não tinham uma vida livre de problemas, pelo contrário, diante de uma sociedade tradicionalista eles eram o problema. Perseguidos, desprezados e maltratados, muitos, como Paulo, arriscavam a própria vida por amor a Jesus a fim de salvar nem que fosse uma só pessoa. Cheios do Espírito Santo, suas palavras e atitudes incomodavam os intolerantes que, movidos de inveja, só possuíam a “linguagem” da violência. Este cenário tem se repetido ao longo da história e está prestes a alcançar o seu cume final, cumprindo-se a profecia dada por Cristo: “Então, sereis atribulados, e vos matarão: Sereis odiados de todas as nações, por causa do Meu nome” (Mt 24:9).

Quando as fogueiras forem reacendidas e os tribunais de inquisição novamente mostrarem sua força, revelar-se-á ao mundo quem na verdade são os verdadeiros adoradores. O mundo todo será como o campo de Dura, e os fiéis como os três jovens hebreus que diante de uma multidão que se curvava à falsa adoração, permanecerão em pé mesmo em face da fornalha da morte (Dn 3). A preparação para este tempo deve ser feita hoje, hoje e hoje! E quando a grande controvérsia for finalmente decidida, cumprir-se-á em nossa vida o mesmo que aconteceu com Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43:2), porque o Senhor da Glória estará conosco.

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos21 #RPSP



ATOS 20 – Comentado por Rosana Barros
14 de maio de 2018, 0:30
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“Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual Ele comprou com o Seu próprio sangue” (v.28).

As pregações de Paulo possuíam uma singularidade e um poder de persuasão sobrenaturais. Eleito por Deus para uma obra grandiosa, ele não considerava a si mesmo grande coisa, mas em atitude de constante vigilância e submissão, quedava-se aos pés de Jesus, dia após dia. Com palavras de conforto, animava o coração dos crentes por onde quer que fosse, e não media esforços para “anunciar todo o desígnio de Deus” (v.27). Em Trôade, por exemplo, é-nos relatado que Paulo pregou “até à meia-noite” (v.7), quando foi interrompido pelo que poderia ter sido uma fatalidade irreversível.

O discurso que revelava aos ouvintes palavras de vida eterna, foi pausado pela morte do jovem Êutico, que tomado pelo sono, “caiu do terceiro andar abaixo e foi levantado morto” (v.9). Ao reerguer aquele jovem novamente com vida, Paulo “ainda lhes falou largamente até ao romper da alva” (v.11) e deixou a todos “grandemente confortados” (v.12). Mas ele precisava prosseguir em sua peregrinação. Após passar em algumas cidades, chegou a Mileto, de onde mandou chamar em Éfeso “os presbíteros da igreja” (v.17). Em seu discurso a estes líderes efésios, Paulo enfatizou a importância de permanecer em firmeza de propósito. Através de uma vida de oração e fé nas provações, Paulo testemunhou de Jesus “publicamente e também de casa em casa” (v.20).

O propósito da vida do apóstolo era difundir a mensagem do evangelho a fim de apressar o retorno do seu Salvador. Tanto que nos textos em que Paulo falou sobre a volta de Jesus, ele incluiu a si mesmo no grupo dos salvos que verão a Jesus, ainda vivos, quando Ele voltar, acreditando que aconteceria no seu tempo. Entretanto, de uma coisa Paulo tinha certeza: até lá, “cadeias e tribulações” (v.23) o esperavam. Estava plenamente ciente dos riscos que corria, mas em nada considerava a vida preciosa para si mesmo, contanto que completasse a sua carreira e o ministério que recebeu do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus (v.24).

O testemunho de Paulo atravessou gerações até encontrar a nossa. Geração esta que beira o cumprimento da tão extraordinária promessa do segundo advento de Cristo a esta terra. E as mesmas advertências que Paulo deu aos efésios, Jesus as declarou para o nosso tempo. Paulo disse: “entre vós penetrarão lobos vorazes” (v.29). Jesus disse: “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos” (Mt 24:11). Paulo falou: “dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (v.30). Disse Jesus: “Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros” (Mt 24:10). Paulo afirmou: “Portanto, vigiai” (v.31). Jesus disse: “Portanto, vigiai” (v.42). Percebem o contexto escatológico? Paulo procurava preparar uma igreja que estivesse pronta para encontrar a Cristo nas nuvens do céu, “todos os que são santificados” (v.32).

A cobiça foi o pecado destacado por Paulo neste episódio. Seu exemplo de honestidade e serviço testemunhou a seu favor e de seus semelhantes. Ao mesmo tempo em que procurava manter-se por conta própria, seu coração também era movido a “socorrer aos necessitados” (v.35). E despedindo-se daqueles que afirmou que não veria mais, “houve grande pranto entre todos, e, abraçando afetuosamente a Paulo, o beijavam” (v.37). Notem que o discurso de Paulo não foi uma agradável antífona, mas uma severa advertência contra a letargia espiritual, os falsos cristãos e contra a cobiça. Suas palavras, no entanto, foram recebidas pelos ouvintes como palavras de um pai que corrige os filhos com amor.

A Bíblia está repleta de admoestações e advertências que nem todos estão dispostos a dar ouvidos. Muitos têm sustentado a ideia de que omitindo o estudo das Escrituras estão livres de obedecê-la. Outros, contudo, apreciam certas porções da Palavra de Deus enquanto ignoram aquelas que julgam demasiado difícil de seguir. Eu não sei se você faz parte de um destes grupos acima. Mas o Espírito Santo nos convida, hoje, a conhecer “toda a verdade” (Jo 16:13). A fazer parte dos “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17). Toda a Bíblia se torna clara àqueles que “com toda humildade, lágrimas e provações” (v.19), se entregam a Deus de todo o coração. Assim como Paulo, permita que Deus faça de você um instrumento singular no avanço de Sua obra, e muito em breve, Ele vai lhe “dar herança” (v.32).

Bom dia, instrumentos da graça do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos20 #RPSP



ATOS 19 – Comentado por Rosana Barros
13 de maio de 2018, 0:30
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“Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente” (v.20).


Ficando Apolo em Corinto, Paulo encaminhou-se a Éfeso e para onde dantes tinha sido impedido de ir pelo Espírito Santo, permaneceu “por espaço de dois anos, dando ensejo a que todos os habitantes da Ásia ouvissem a palavra do Senhor, tanto judeus como gregos” (v.10). Através de Paulo, Deus realizou ali “milagres extraordinários” (v.11), de modo que até por meio de seus objetos pessoais as pessoas eram curadas “e os espíritos malignos se retiravam” (v.12). Apesar de serem discípulos sinceros, aqueles doze homens, que Paulo encontrou em Éfeso, não tinham conhecimento acerca do Espírito Santo e mesmo que batizados pelo batismo de João, foram novamente batizados, desta vez, “em o nome do Senhor Jesus” (v.5), e, logo após, “veio sobre eles o Espírito Santo”, por meio do qual “falavam em línguas como profetizavam” (v.6).

Desejando para si poder semelhante, “alguns judeus, exorcistas ambulantes” (v.13) tentavam invocar o nome de Jesus a fim de expulsar demônios. Porém, destituídos do Espírito Santo foram severamente subjugados pelo espírito maligno “de tal modo… que, desnudos e feridos, fugiram daquela casa” (v.16). Este episódio humilhante causou temor sobre os efésios, “e o nome de Jesus era engrandecido” (v.17). Isto causou em muitos crentes grande reavivamento e reforma. Seus pecados foram confessados e reconheceram que “suas próprias obras” (v.18) estavam em desarmonia com o evangelho que haviam abraçado. Também muitos “que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos” (v.19).

Certamente, a região da Ásia não foi um lugar fácil de se pregar o evangelho. Havia idolatria, magia e diversas práticas pagãs que tornava aquele território um covil de demônios. Contudo, cheios do Espírito Santo, e sob a autoridade do Nome sobre todos os nomes, Paulo e os demais discípulos desempenharam um papel fundamental na evangelização da Ásia. Debaixo de muitas ameaças, e de uma multidão que clamava “por espaço de quase duas horas” (v.34) o nome de sua entidade religiosa, Gaio e Aristarco estavam em situação de grande risco. Paulo quis sair em defesa de seus companheiros, mas impedido por seus discípulos, e recebendo recado de “que não se arriscasse indo ao teatro” (v.31), imagino o apóstolo intercedendo por seus queridos irmãos. Oração esta que moveu o coração de Deus a usar “o escrivão da cidade” (v.35) em favor de seus servos.

Percebam que o trabalho daqueles homens de Deus não consistia em blasfemar contra a deusa daquela gente (v.37). Eles não feriam a crença das pessoas, mas apresentavam o Deus único e verdadeiro, desvendando-lhes os olhos para a verdadeira adoração. Pregavam com ousadia e não com grosseria. Suas palavras eram ditas com amor e não com ironia. Era desta forma que “a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente” (v.20). Jesus mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). O conhecimento da verdade promoveu um poderoso reavivamento e reforma. Além de confessarem seus pecados, decidiram abrir mão de tudo aquilo que os afastava do Senhor.

Aqueles livros de magia representam os pecados acariciados. Tudo aquilo que nossa consciência, por meio dos apelos do Espírito Santo, acusa como errado, mas que não abandonamos simplesmente porque são coisas que nos agradam. Aqueles efésios sinceros não queimaram apenas livros caros, mas como uma representação do velho homem, lançaram no fogo seus corações a fim de serem purificados e transformados em ouro refinado para a glória de Deus. Estamos vivendo no tempo profético do grande dia da expiação. Jesus está no lugar Santíssimo do santuário celeste como nosso Sumo Sacerdote. É tempo de confissão e arrependimento. É tempo de abandonarmos tudo aquilo que não condiz com o evangelho da salvação. Jesus, através do Espírito Santo, é Quem nos faz este apelo hoje!

Feliz semana a todos e um feliz dia das mães a todas as mamães reavivadas!

Rosana Garcia Barros

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