Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 34 – Comentado por Rosana Barros
17 de abril de 2019, 0:30
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“Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o Senhor houvesse tratado face a face” (v.10).


De uma aparição na sarça ardente à diálogos face a face, Moisés experimentara a mais íntima comunhão com Deus. O início de seu chamado, porém, não foi nada promissor. Tímido e amedrontado, por vezes procurou esquivar-se de sua missão alegando a sua notória incapacidade. Habituado à pacata vida como pastor de ovelhas, sua habilidade social era limitada à sua família e à família de sua mulher. Certamente, sua ida ao Egito após quarenta anos no deserto, fora um desafio bem maior do que quando de lá fugira.

Quarenta anos também fora o tempo em que guiara Israel pelo deserto. Como pastor, aprendera a cultivar a mansidão, a paciência e o amor, e também a usar a vara da disciplina quando necessário. Mas nenhum dos rebanhos de ovelhas que guiou poderia ser comparado a Israel. Após tantos anos em cativeiro, muitos hábitos nocivos precisavam ser eliminados e o grande líder descobriria que teria de deixar algumas ovelhinhas pelo caminho e que nem sempre o amor do pastor é suficiente para manter a salvo as ovelhas que decidem andar em apriscos diferentes.

Que relacionamento pessoal e singular com Deus, Moisés experimentou! Nem o seu pecado no deserto de Zim, que lhe tirou o direito de entrar em Canaã, lhe privou do privilégio de continuar comungando da presença pessoal do Senhor. Sua desobediência não lhe permitiu entrar na terra prometida, mas o seu arrependimento e submissão lhe concedeu uma visão panorâmica de Canaã na companhia do próprio Deus e uma surpresa insuperável. Amparado por seu melhor Amigo, o maior profeta de Israel descansou. E assim como foi retirado do rio Nilo para uma vida terrestre de propósitos grandiosos, do coração da Terra, o Senhor o ressuscitou para propósitos eternos.

Na ocasião da transfiguração de Cristo, o próprio Moisés e também o profeta Elias, apareceram “falando com Ele” (Mt.17:3). Foi algo tão real, que Pedro se propôs a construir tendas para os profetas de Deus ali repousarem. No livro de Judas também encontramos a cena de um conflito entre Satanás e Miguel (que é Jesus) pelo corpo de Moisés (Jd.9). O que indica que em sua ressurreição, o diabo reivindicou Moisés para si por causa do seu pecado, mas, como desde a primeira peleja, o Senhor obteve vitória (Ap.12:7-9), concedendo a Moisés a graça de desfrutar da Canaã celeste.

Amados, não há presente maior e melhor do que desfrutar da comunhão com Aquele que nos criou e que nos salvou. Andar com Deus, eis o segredo da felicidade que por tanto tempo o homem tem tentado obter pelos meios errados. Nem a sabedoria, nem a força, nem as riquezas podem preencher o espaço que foi criado para a habitação do Eterno. Porque o Senhor “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). Só em Jesus somos completos!

Podemos até cometer algum deslize como Moisés, mas se estivermos em Cristo, Sua forte mão nos erguerá assim como ergueu Pedro das águas. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). Busque esta intimidade diária e, como a história de Moisés, a nossa história jamais terá um fim. Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio34 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 33 – Comentado por Rosana Barros
16 de abril de 2019, 0:30
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“Esta é a bênção que Moisés, homem de Deus, deu aos filhos de Israel, antes da sua morte” (v.1).


Convocado pelo Senhor para subir no monte Nebo, Moisés precisava se despedir do povo que por tantos anos guiara. Não deve ter sido fácil para o idoso líder deixar para trás aquelas milhares de pessoas que tanto amava e pelas quais tantas vezes intercedeu. Um misto de sentimentos e recordações devem ter ocupado seus últimos instantes de vida nesta terra. Suas últimas palavras foram uma bênção especial à cada tribo de Israel. Como Jacó abençoara seus doze filhos (Gn.49), assim foi aflorada a paternidade de Moisés ao despedir-se dos filhos de Israel.

A bênção de cada tribo representava um pouco de sua história e de como cada uma assumiria uma função diferente em benefício de toda a nação. De Rúben a Aser, cumpria-lhes executar o que Deus estabelecera e viver em paz uns com os outros. As habilidades deveriam ser esquecidas ou as motivações egoístas abandonadas a fim de dar lugar à vontade de Deus, mas nem essas coisas poderiam afetar o propósito divino final. O papel central de cada tribo era o de exaltar o nome do Senhor e torná-lo grandioso entre às demais nações.

Semelhante à bênção dada às tribos de Israel, Deus possui uma bênção para cada filho Seu. Como membros do corpo de Cristo, somos chamados a elevar este corpo à estatura de um povo “cheio da bênção do Senhor” (v.23); que guarda a Sua Palavra e observa a Sua aliança (v.9). Contudo, como Laodiceia, corremos o risco de viver suas características como se fossem uma obrigação histórica a ser cumprida, quando, na verdade, é uma realidade que deve ser abandonada e trocada por um coração no qual Cristo habita.

Tão perto como estamos do Grande Dia do Senhor, importa que o povo de Deus se coloque aos pés de Jesus e aprenda de Suas palavras (v.3). “Não há outro, ó amado, semelhante a Deus” (v.26), que, em Sua infinita misericórdia, nos concedeu a maior de todas as bênçãos: a salvação em Cristo Jesus. Portanto, “[povo] salvo pelo Senhor” (v.29), mesmo que ainda seja difícil dizer adeus para aqueles que amamos, lembremos que há uma bênção eterna reservada para nós ao lado dAquele que nos amou até à morte e morte de cruz (Fp.2:8).

“Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (Is.35:10). Vigiemos e oremos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio33 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 32 – Comentado por Rosana Barros
15 de abril de 2019, 0:30
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“Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nEle injustiça; é justo e reto” (v.4).


Aproximando-se o dia de sua morte, Moisés recebeu do Senhor a incumbência de ensinar um cântico ao povo. Assim como lhe fora transmitida a canção, “Moisés pronunciou, integralmente, as palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel” (v.1). O amor, o zelo e a fidelidade de Deus pelos filhos de Israel são exaltados e contrastados com o desprezo, a apostasia e a rebeldia do povo, que redundariam em afastamento do Senhor.

Enquanto Deus os rodeava, cuidava e guardava como uma águia de seus filhotes; enquanto os cercava com Sua sebe e lhes dava o melhor da Terra; fartos e abastados, abandonaram o Seu Criador e desprezaram “a Rocha da sua salvação” (v.15). A letargia os conduziu à apostasia. Dominados por seus corações obstinados, de “porção do Senhor” (v.9) tornaram-se “raça de perversidade” (v.20). Um povo que ostentava a eleição divina, mas que rejeitava a Sua doutrina e a Sua Palavra (v.2).

Escrevendo aos coríntios, o apóstolo Paulo exalta a importância dos exemplos da história de Israel como uma forma de advertência a “nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co.10:11). Paulo afirma que Israel bebera da mesma fonte espiritual que os coríntios, “porque beberam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo” (1Co.10:4). Cristo, a Rocha, o “Eu Sou” (v.39), guardava Israel “como a menina dos olhos” (v.10), mas o povo O desprezou e dEle se esqueceu (v.18).

Aquele cântico tinha por finalidade despertá-los para o perigo das consequências de uma vida afastada de Deus e o quanto isso afeta a todos, principalmente às famílias (v.25). Estar em pé hoje não nos assegura que estaremos da mesma forma amanhã. Cada dia deve ser encarado como uma nova oportunidade de engrandecer “o nosso Deus” (v.3) e nEle andar. Confiar na própria espiritualidade é lutar com as armas erradas. Necessitamos, diariamente, nos revestir da armadura de Deus, e termos a nossa vida alicerçada em Cristo Jesus, a Rocha da nossa salvação.

Diante de uma “geração perversa e deformada” (v.5), o Senhor nos chama para proclamar as Suas palavras, aplicando-as no coração e ordenando-as a nossos filhos (v.46). O Senhor não deseja um coral “louco e ignorante” (v.6), e sim um povo cuja vida manifeste o Espírito de Cristo. Ele não aceita a oferta de lábios de louvor, mas de corações que O adorem “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). Eis o que é bom e o que o Senhor pede de Seu povo: “que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8). Vigiemos e oremos!

Bom dia, porção do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio32 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 31 – Comentado por Rosana Barros
14 de abril de 2019, 0:30
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“Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor, vosso Deus, é Quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará” (v.6).


As últimas palavras de Moisés foram também especialmente dirigidas ao seu sucessor, Josué. Diante do imenso desafio de guiar um povo reiteradamente rebelde e de enfrentar nações ímpias e cruéis, Josué precisava ter sua confiança em Deus fortalecida e seu coração preparado para lidar com as dificuldades que surgiriam. Ainda que avançado em dias, Moisés gozava de vigor e força e continuava sendo um grande líder perante Israel. A sua morte não só causaria grande comoção entre o povo, mas também desalento a Josué, que sentiria o demasiado peso de sua responsabilidade.

Não obstante as palavras de encorajamento do velho líder, o próprio Senhor dirigiu-Se a Josué com palavras de autoridade de um Deus que é fiel em tudo o que promete (v.23). Semelhante a Moisés, ele também enfrentaria muitas circunstâncias adversas, mas, em todas elas, seria cuidado por um Deus que jamais o deixaria. Ainda que Israel falhasse em instruir seus filhos conforme a orientação dada pelo Senhor às famílias (Dt.6:4-9), de sete em sete anos a leitura da lei a todo o povo seria um reforço necessário a fim de que pudessem ouvir, aprender, temer a Deus e cumprir “todas as palavras desta lei” (v.12).

A música tem um poder de influência tão forte sobre a mente, que não há meio mais eficiente de gravar informações de forma a sempre ativar a memória. Quando em minha fase escolar, por exemplo, aprendi uma música com equações matemáticas que me recordo até hoje. A onisciência de Deus a respeito da futura rebeldia de Israel não condicionara o povo a tal resultado, mas, em forma de cântico, o Senhor lhes deixara uma declaração de amor e uma advertência à ingratidão, que testemunharia contra eles (v.21). Todos os filhos de Israel deveriam aprender este cântico e transmiti-lo através das gerações.

Assim como Moisés sabia que após a sua morte, o povo procederia corruptamente (v.29), Jesus sabia que após a Sua morte o Seu povo também passaria por tempos de grande crise espiritual, principalmente “nos últimos dias” (v.29). Mas aqueles que aceitarem o Seu convite de amor (Ap.3:20), muito em breve entoarão o cântico dos salvos (Ap.15:2-4). Aceite, hoje, o terno convite do Deus Fiel que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Pois o “Senhor é Quem vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te atemorizes” (v.8).

Feliz semana, remanescente dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio31 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 30 – Comentado por Rosana Barros
13 de abril de 2019, 0:30
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“O Senhor, teu Deus, circuncidará o teu coração e o coração de tua descendência, para amares o Senhor, teu Deus, de todo o coração e de toda a tua alma, para que vivas” (v.6).


A presença de Deus no meio do Seu povo não era apenas um privilégio limitado ao santuário, mas do santuário para cada coração disposto a amá-Lo. Os sacerdotes eram mediadores entre Deus e os filhos de Israel, mas não eram os únicos detentores das Escrituras. Todas as palavras da Lei deveriam ser ensinadas e guardadas no coração, sendo transmitidas de geração em geração. Este era o plano divino para Israel a fim de permanecer no meio dele e continua sendo o propósito de Deus para cada família de Seu derradeiro povo.

A misericórdia do Senhor fora ofertada não apenas a indivíduos, mas às famílias, como está escrito: “tu e teus filhos” (v.2). O Seu desejo era reunir novamente as famílias de Israel como um só povo e nelas cumprir a aliança feita a seus pais, “Abraão, Isaque e Jacó” (v.20). E, continuamente, o chamado para que dessem ouvidos à voz de Deus é reforçado e colocado como um dos passos mais importantes na direção da bênção e da vida. Ouvir é um dos verbos mais recorrentes da Bíblia Sagrada e, em um mundo barulhento, o maior desafio do cristão.

Com base nos direitos humanos, a maioria das nações mundiais promulga suas leis na tentativa de amenizar o sofrimento, punir o transgressor e exaltar a justiça. Dentro deste contexto, percebemos que os lugares onde estas leis são respeitadas as pessoas vivem mais e melhor. Em contrapartida, onde há crime e impunidade, há injustiça e revolta. Não é diferente com relação à Lei do Senhor. Em obedecê-la está “a vida e o bem”; em trangredi-la, “a morte e o mal” (v.15). Simples assim. Porque o mandamento do Senhor “não é demasiado difícil, nem está longe de [nós]” (v.11).

Sobre isso, o apóstolo João escreveu: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo.5:3). Mesmo que não saibamos de cor, por exemplo, os dispositivos do Código Penal Brasileiro, todos sabemos que matar, roubar, ou cometer qualquer dos crimes ali elencados é passível da aplicação das penas ali também estabelecidas. Hoje, nós temos a Bíblia à nossa disposição, onde está contida toda a vontade de Deus para o nosso bem-estar e de nossa família. O que temos feito desse tesouro?

Não basta ser um mero conhecedor das Escrituras, mas permitir que o Senhor remova do nosso coração tudo aquilo que nos impede de ouvi-Lo e conhecê-Lo. À semelhança do antigo Israel, hoje, Deus nos propõe “a vida e a morte, a bênção e a maldição”, e o Seu Espírito nos apela fortemente: “escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (v.19). Eis os passos que guiarão você e sua casa para o Lar eterno: “amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à Sua voz e apegando-te a Ele” (v.20).

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, famílias vitoriosas em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio30 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 29 – Comentado por Rosana Barros
12 de abril de 2019, 0:30
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“As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (v.29).


Esta semana estive com minha família em um museu com algumas peças originais e réplicas da história egípcia, da antiga cidade de Pompeia e também dos povos de Canaã. A esmagadora maioria dos objetos eram esculturas dos deuses destes povos politeístas. É incrível observar nos detalhes o quanto eles investiam nisso os melhores materiais e a melhor mão de obra, principalmente no Egito, onde o ouro era a principal matéria-prima. Diante disso, dá para entender que o derramamento das dez pragas sobre aquela nação não fora apenas para libertar Israel, mas também para deixar bem claro que só há um único Deus verdadeiro e digno de toda a adoração.

A aliança de Deus com “Abraão, Isaque e Jacó” (v.13) superou todas as circunstâncias adversas e chegou até aquela geração que estava prestes a entrar e tomar posse de onde fora o lar de seus patriarcas. O teor do quarto discurso de Moisés exigia a presença de “todo o Israel” (v.2), e a série de repetições da palavra “hoje”, o símbolo de um tempo que representa o chamado diário de Deus a Seus filhos. Como sobreviventes do Egito e do deserto, os filhos de Israel já tinham visto as abominações e os ídolos tanto da terra do cativeiro quanto das nações pelas quais tiveram que passar, além das consequências da perversidade daqueles povos.

Assim como a permanência de qualquer descendente dos povos cananeus poderia afetar a integridade de Israel a longo prazo, ignorar a impiedade que surgisse no meio do próprio povo também seria como uma raiz que produziria “erva venenosa e amarga” (v.18). Por isso, a importância do “hoje”, a necessidade de uma renovação diária da aliança com o Senhor. Aquele que busca ao Senhor diariamente, de todo o coração, não se torna imune a tropeçar e cair, mas certamente, terá uma forte destra sempre disposta a levantá-lo e relembrá-lo da nova aliança assinada com o sangue do Cordeiro.

“[Assim] como foi a destruição de Sodoma e Gomorra” (v.23), Deus derramará a Sua ira sobre este mundo mau a fim de erradicar para sempre o pecado (Ap.20:9). Este fim, contudo, não foi destinado à humanidade, ele foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). Mas como seres livres, e recusando a graça e as vestes da justiça de Cristo, muitos receberão sobre si o mesmo castigo. Que não haja no meio de nós “homem, nem mulher, nem família… cujo coração, hoje, se desvie do Senhor” (v.18). Que nenhum ídolo deste mundo ocupe em nossa vida o lugar que só a Deus pertence.

Existem, hoje, mistérios que não conseguimos compreender de fato, mas o Senhor nos deixou revelado em linguagem humana o suficiente para que possamos conhecê-Lo e encontrar a salvação, e isso é uma bênção que devemos compartilhar principalmente com nossos filhos e que será o tema inesgotável da eternidade: Como um Deus magnífico e poderoso aceita tornar-Se um de nós e sofrer o castigo da morte eterna em nosso lugar? Quer você entender esse amor e ter respondidos os seus mais íntimos questionamentos? Então, continue estudando a Bíblia em oração, conhecendo e prosseguindo em conhecer ao Senhor e muito em breve, você desfrutará de um “hoje” eterno de incontestáveis respostas da boca do próprio Amor (1Jo.4:8).

Bom dia, alvos do amor eterno!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio29 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 28 – Comentado por Rosana Barros
11 de abril de 2019, 0:30
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“Se ouvires a voz do Senhor, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos” (v.2).


O terceiro discurso de Moisés faz uma clara distinção entre a bênção e a maldição, o bem e o mal, a vida e a morte. Movidos por escolhas, todos os dias precisamos tomar decisões que, pequenas ou grandes, definem os resultados. Deus deixara a Seu povo leis e estatutos que, se fielmente cumpridos, fariam de Israel uma nação próspera e feliz. Por outro lado, a desobediência resultaria em grande caos e ruína.

Desde a primeira queda, os resultados do pecado revelaram o seu salário (Rm.6:23). Sofrimento, dor, tristeza e morte envolveram o mundo que havia sido criado com a mais perfeita harmonia. Da primeira folha a cair no chão ao primeiro homicídio, tudo passou a revelar a terrível face da morte. Ainda que a natureza fale de Seu Criador, ela também nos lembra que o pecado tornou o tempo de vida nesta terra limitado. Os filhos de Israel receberiam das mãos de Deus uma terra de delícias, mas, diferente da queda do casal edênico, precisavam assumir uma atitude de obediência a fim de desfrutar do lugar prometido.

As mesmas bênçãos estão à nossa disposição hoje. Assim como as maldições continuam a vigorar na vida de quem ignora as instruções divinas. Obediência redunda em bênção e vida, enquanto que desobediência gera maldição e morte. Há, contudo, uma falsa obediência, ou aparência de piedade, tão perigosa quanto a desobediência. Muitos há que têm confundido e oprimido os filhos de Deus com ideias fanáticas e fora do contexto divino. Alegando neles não haver pecado, tomam para si uma conquista que apenas Cristo obteve, e que concederá aos Seus fiéis apenas no Dia de Sua volta. Sobre esta perigosa influência, Ellen White advertiu:

Provai tudo antes que seja apresentado ao rebanho de Deus. … Em mensagens que pretendem ser do Céu serão feitas expressões ilusórias, e se a influência dessas coisas for aceita, ela conduzirá a movimentos exagerados, planos e maquinações que introduzirão as próprias coisas que Satanás quer que se generalizem — um espírito estranho, um espírito imundo, sob as vestes de santidade; um espírito forte para dominar tudo. Entrará o fanatismo, e estará tão mesclado e entretecido com as operações do Espírito de Deus, que muitos aceitarão tudo isso como proveniente de Deus, sendo assim enganados e desencaminhados (Mensagens Escolhidas, v.3, p.403).

A verdadeira obediência tem o amor como sua essência, pois está escrito: “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Compete a nós viver esse amor, e ao vivê-lo, transmiti-lo a outros mediante o Espírito de Cristo. O orgulho, o espírito de acusação e a introdução de teorias que em nada podem ser comparadas com o puro, reto e amável exemplo de Cristo, devem ser completamente rejeitados.

Precisamos esquadrinhar a Palavra de Deus como em busca de um grande tesouro. Nela está a segurança que precisamos para identificar o erro e ter poder para rejeitá-lo. Mediante zeloso estudo das Escrituras e fervorosa vida de oração, aliada à entrega do coração aos cuidados do Espírito Santo, certamente não participaremos da sorte dos desobedientes, mas desfrutaremos das bênçãos da salvação em Cristo Jesus. Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio28 #RPSP

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