Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 14 — Rosana Barros
2 de maio de 2026, 0:45
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“Clamou Asa ao Senhor, seu Deus, e disse: Senhor, além de Ti não há quem possa socorrer numa batalha entre o poderoso e o fraco; ajuda-nos, pois, Senhor, nosso Deus, porque em Ti confiamos e no Teu nome viemos contra esta multidão. Senhor, Tu és o nosso Deus, não prevaleça contra Ti o homem” (v.11).

Asa foi o primeiro rei de Judá a promover grande reforma no meio do povo. Ao dar fim a todo objeto e local de culto pagão, e eliminar toda a idolatria que havia em Judá, “houve paz no seu reinado” (v.5). Tempo em que aproveitou para fortalecer as cidades de seu povo e organizar o seu exército. Mas, então, a fé de Asa e de todo o Judá foi provada. Com um exército “de um milhão de homens e trezentos carros” (v.9), o rei etíope desafiou o exército de Deus.

Até então, não tinha visto na Bíblia o registro de um exército tão numeroso como o dos etíopes. Vocês fazem ideia do que seja um exército de um milhão de homens? Se no capítulo de ontem quatrocentos mil contra oitocentos mil já era desafiador, o desafio do capítulo de hoje, de quinhentos e oitenta mil contra um milhão, também seria amedrontador. Seria, não fosse a oração do rei Asa, que, semelhante a seu pai, confiou no Senhor e apelou para Ele. E, de um milhão, “caíram os etíopes sem restar nem um sequer” (v.13), pois “o Senhor feriu os etíopes” (v.12).

A vida de quem faz o que é bom e reto perante Deus (v.2), Ele honra com vitórias humanamente impossíveis. Asa fez o que outros líderes não tiveram coragem de fazer. Temente a Deus, decidiu fazer o que era correto independentemente de opiniões contrárias. Ele aboliu de Judá tudo o que não agrada a Deus, tudo o que pudesse ser considerado abominação ao Senhor, e deu voz de ordem ao povo para “que buscasse ao Senhor, Deus de seus pais, e que observasse a lei e o mandamento” (v.4). Resultado: “Houve paz no seu reinado” (v.5), “porquanto o Senhor lhe dera repouso” (v.6). “Edificaram e prosperaram” (v.8).

Amados, precisamos buscar fazer como “Asa fez” (v.2). Abolir de nossa vida tudo o que possa ter se tornado um ídolo. Muitas vezes trocamos o “assim diz o Senhor” por tão pouca coisa, então vem o inimigo com um milhão de dificuldades e ainda queremos colocar a culpa em Deus, quando o desejo do Senhor é o de “ferir” tudo o que ameace a nossa paz. Cristo nos advertiu que neste mundo passaríamos por muitas aflições, mas, assim como o Senhor deu a vitória a Judá, Ele também venceu o mundo por nós (Jo.16:33). O que Ele nos pede hoje é que confiemos e descansemos nEle. Que acreditemos que Ele fará de nossas aflições degraus para alcançarmos a plenitude da fé.

Sei que nossas aflições não têm sido fáceis; que a nossa mente tem sofrido muitos ataques; que por vezes nos sentimos encurralados sem nem mesmo conseguir bem explicar o que está acontecendo. Mas eu creio que o Espírito Santo está preparando a última geração do povo de Deus para a batalha final. Creio que os anjos estão trabalhando em nosso favor como nunca antes. Creio que só precisamos nos manter conectados a Jesus. E em nossa fraqueza, pela fé, ouvirmos as Suas palavras de ânimo e conforto: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).

Como Asa, decida, agora, fazer a vontade do Senhor. E mesmo em tempos de paz, como o rei de Judá, faça suprimentos para tempos de guerra, pois no grande conflito em que estamos envolvidos, há um inimigo desleal que “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), e só o Senhor pode nos socorrer nesta batalha “entre o poderoso e o fraco” (v.11). Tema a Deus e observe os Seus mandamentos, “porque isto é o dever de todo homem” (Ec.12:13). Fazendo a vontade do Senhor, experimentamos a verdadeira paz, aquela que nos prepara para sermos vitoriosos na guerra.

Oração:
Ó, Senhor, nosso Deus, a batalha que estamos prestes a enfrentar nem se compara com aquela multidão de etíopes. Porque a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os principados e potestades, contra Satanás e seus anjos. E nesse conflito, Senhor, eles são os poderosos e nós, os fracos. Mas cremos na Tua Revelação, de que o inimigo não pode vencer o mais débil e fraco filho Teu que ora com fé perseverante. Por isso, Senhor, cobre-nos com Tua graça até que todos os nossos inimigos sejam destruídos, sem restar nem um sequer! Temos também enfrentado uma luta árdua contra o nosso próprio eu! Dá-nos a vitória, Pai! Lava-nos e purifica-nos com o hissopo celestial e faz-nos mais alvos do que a neve! Nós clamamos a Ti, nosso Deus, pelo poder que há no sangue de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, vencedores em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS14 #RPSP

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2CRÔNICAS 13 — Rosana Barros
1 de maio de 2026, 0:45
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“Os homens de Judá gritaram; quando gritavam, feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel diante de Abias e de Judá” (v.15).

O relato do reinado de Abias no primeiro livro de Reis não é favorável como o de hoje. Lá em Reis, a Bíblia diz que ele “andou em todos os pecados que seu pai havia cometido” (1Rs.15:3). Já o relato de hoje revela um episódio de muita fé por parte de Abias. Lá estava ele e seu exército de quatrocentos mil homens. Jeroboão, por sua vez, levou o dobro de “guerreiros valentes” (v.3). Era uma enorme desvantagem. Aparentemente, uma derrota certa para o exército de Judá. E seria, de fato, uma terrível derrota, não fosse a decisão de Abias naquele momento. Ele decidiu, firmemente, confiar em Deus. Confiou na fidelidade da aliança do Senhor. A “aliança de sal” significava permanência, segurança no fiel e imutável caráter de Deus.

Enquanto Abias confiava no Senhor, Jeroboão confiava em “bezerros de ouro” (v.8). Abias tinha a certeza de que Deus estava com Judá. Então, eles clamaram a Deus, os sacerdotes tocaram suas trombetas, os homens gritaram e Deus feriu Jeroboão e o suposto “imbatível” exército de Israel. Isso nos faz refletir, amados: diante das batalhas da vida, a quem pedimos auxílio? Jeroboão e Israel confiaram em imagens de fundição e uniram-se a “gente vadia, homens malignos” (v.7). Abias e Judá confiaram no Senhor e uniram-se aos eleitos de Deus.

Qual foi o resultado de confiar em imagens de escultura e em homens ímpios?
“Feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel” (v.15);
“Os filhos de Israel fugiram de diante de Judá” (v.16);
“Foram humilhados os filhos de Israel” (v.18);
“Feriu o Senhor a Jeroboão, que morreu” (v.20).

E o que aconteceu com Abias e com Judá?
Deus entregou os inimigos “nas suas mãos” (v.16);
“Prevaleceram os filhos de Judá, porque confiaram no Senhor, Deus de seus pais” (v.18);
“Abias, porém, se fortificou” (v.21).

Amados, não há sucesso em pelejar contra Deus. Quando alguém intenta ferir um de Seus pequeninos, é como se estivesse ferindo a Ele mesmo. Diante daquele que perseguia o Seu povo, Jesus disse: “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (At.9:4). Jesus está em cada um de Seus filhos, habitando em cada coração que a Ele se entrega. Nenhum deles que clame e grite ao Senhor por livramento é rejeitado ou ignorado. Nenhum!

O resultado de nossas batalhas depende da escolha de nosso general. Depositaremos a nossa confiança em ídolos modernos e marcharemos com um exército de homens corruptos (Leia 2Tm.3:1-5)? Ou confiaremos em Deus e em Sua Palavra, como Seu remanescente fiel (Leia Ap.12:17)? Seguir o caminho da multidão nunca foi sinônimo de vitória. Lembrem-se de que, apesar de divididos, Judá e Israel ainda faziam parte do mesmo povo. Tomemos muito cuidado, meus irmãos, com o que nos advertiu Paulo: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com as doutrinas que aprendestes; afastai-vos deles” (Rm.16:17).

Jeroboão foi o organizador da rebelião e isso gerou guerras e separação entre o povo de Deus. Não sejamos, pois, “homens malignos” (v.7), mas “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Confiemos nossas lutas Àquele a quem pertence a justiça e a vingança: o Senhor dos Exércitos! Porque enquanto clamamos, Ele luta por nós. Você crê nisso?

Oração:
Nosso Deus Todo-Poderoso, Aquele que sai vencendo para vencer, graças Te damos porque, até aqui, o Senhor tem nos ajudado e vencido as nossas batalhas! Ó, Senhor, fomos comprados não por uma aliança de sal, mas de sangue, o sangue precioso do nosso Redentor! E é pelo poder que há no sangue de Jesus que nós clamamos pelo Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar, vencendo as batalhas por nós! Reveste-nos de toda a Tua armadura e nos prepara para a vitória final! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS13 #RPSP

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2CRÔNICAS 12 — Rosana Barros
30 de abril de 2026, 0:45
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“Tendo-se ele humilhado, apartou-se dele a ira do Senhor para que não O destruísse de todo; porque em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).

Com o reino confirmado e fortalecido, Roboão assumiu um governo de postura presunçosa, deixando “a lei do Senhor, e, com ele, todo o Israel” (v.1). Seus primeiros anos de liderança e sucessos de aquisição, através de suas cidades-fortaleza, encheram o seu coração de orgulho e o fizeram esquecer de que sua função havia sido dada por Deus. Não bastasse a sua rebelião, seu poder de influência gerou uma apostasia nacional.

A nação que foi retirada pelo poder de Deus da servidão do Egito, pelo Egito seria disciplinada “(porque tinham transgredido contra o Senhor)” (v.2). Aquela geração não havia provado os anos de escravidão nem tampouco as dificuldades do deserto. Desdenharam das advertências do Senhor por intermédio de Seus profetas. Ignoraram o Seu justo governo. Seus líderes assumiram as rédeas de uma nação sem freios. E mediante tamanho descaso para com Aquele que tanto os amava, em meio à desgraça que eles mesmos provocaram, só puderam confessar: “O Senhor é justo” (v.6).

“Vendo, pois, o Senhor que se humilharam” (v.7), colocou sobre a Sua ira o glorioso peso de Sua misericórdia. No entanto, não os deixou em situação tranquila. Permitiu que o Egito os dominasse, “para que conheçam”, disse Deus, “a diferença entre a Minha servidão e a servidão dos reinos da Terra” (v.8). Passando pela semelhante experiência de seus antepassados, o fogo da aflição provaria os que de fato eram servos do Senhor. Nesse meio-tempo, o rei do Egito “tomou tudo” (v.9) o que havia de mais valioso em Jerusalém. Porém, mesmo diante de um cenário nada promissor, houve uma significativa mudança na vida de Roboão e “em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).

Em toda a Bíblia há um forte apelo pessoal. A salvação é individual e você e eu precisamos desenvolver um relacionamento íntimo e singular com Deus. Ele tem formas diferentes e criativas de alcançar corações, e cada vida é de particular importância para o Céu. Há, porém, outra peculiaridade que encontramos em ambos os Testamentos: a responsabilidade da liderança. Noé, Moisés, Jacó, Davi, dentre outros, foram exemplos de líderes escolhidos por Deus para ir adiante de Seu povo. E a queda deles significava grande prejuízo para o todo.

Assumir um cargo de liderança, e principalmente de liderança espiritual, requer, no mínimo, três requisitos: ser completamente submisso a Deus, saber ouvir e saber calar. Mais do que confirmar e fortalecer a liderança, é preciso manter sempre em mente a origem da eleição. Boa oratória e carisma não são provas de uma liderança de sucesso. Noé foi escolhido porque andava com Deus, liderando a sua casa para dentro da arca. Moisés foi chamado quando julgou não ter capacidade alguma para guiar o povo. Jacó foi nomeado príncipe de Deus após uma noite de luta e humilhação. Davi foi chamado o homem segundo o coração de Deus após se humilhar e confessar os seus pecados.

Em tempos de crise iminente, o Senhor olha para a Terra e segura os quatro ventos porque ainda consegue ver boas coisas. Não necessitamos de críticos de plantão que, acima de expor os pecados dos líderes, promovem vexame ao nome de Deus. Necessitamos de líderes espirituais cujo caráter reflita o flavo ouro da presença do Espírito Santo, cuja influência conduza a igreja de Deus a ser o que foi chamada para ser: “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), a fim de que sejamos considerados por Deus como as “boas coisas” (v.12) do tempo do fim. Sigamos, pois, o conselho de nosso supremo Líder: “Vigiai e orai” (Mt.26:41).

Oração:
Pai de amor eterno, o Senhor nos escolheu não porque haja mérito em nós, ou porque sejamos melhores, mas por causa das Tuas muitas misericórdias. Oramos, hoje, pelos líderes e pastores da Tua igreja. Que o Espírito Santo os alcance de forma especial e que, acima de tudo, eles sejam homens e mulheres que reflitam o caráter de Jesus. Ajuda-nos também, Senhor, para que independentemente de uma liderança ruim, possamos permanecer fiéis à Tua Palavra. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS12 #RPSP

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2CRÔNICAS 11 — Rosana Barros
29 de abril de 2026, 0:45
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“Assim, fortaleceram o reino de Judá e corroboraram com Roboão, filho de Salomão, por três anos; porque três anos andaram no caminho de Davi e Salomão” (v.17).

Israel foi dividido e as consequências dessa separação ainda causariam muito sofrimento ao povo de Deus. O fato de o Senhor afirmar que Ele mesmo fez isso (v.4) não quer dizer que era de Sua vontade a divisão da nação eleita, mas que nossas más escolhas, aliadas a motivações egoístas, geram efeitos destrutivos. Apesar de saber, por exemplo, que Adão e Eva pecariam, Deus prosseguiu com o Seu plano de criação porque, antes, já havia estabelecido o plano da salvação. O que nos deixa claro que não era propósito de Deus que houvesse Israel do Norte e Israel do Sul, e sim que Ele permite que os nossos erros sigam seu curso, a fim de nos dar provas incontestáveis de que obedecer à Palavra do Senhor é o melhor caminho a ser seguido, sempre.

Jeroboão logo cuidou de se esquecer do Senhor e tratou de conduzir o povo para o mesmo abismo. Alguns de Israel, porém, continuaram sendo fiéis a Deus: “os que de coração resolveram buscar o Senhor, Deus de Israel” (v.16), e fizeram isso por três anos. Permanecer em Deus requer de nossa parte uma entrega diária e total dependência. De que adianta servir a Deus por três anos, ou dez, ou vinte, e terminar os dias sem Ele, amados? Nosso relacionamento com Deus e o conhecimento que o mesmo nos proporciona, à medida que estreitamos essa relação, é um precioso tesouro, melhor do que qualquer coisa que este mundo possa nos oferecer. Quando descobrimos isso, o nosso coração pode exclamar como o salmista: “Pois um dia nos Teus átrios vale mais que mil” (Sl.84:10).

Não existe uma conta no Céu onde Deus vai registrando as nossas boas ações e, se elas sobressaírem às más, então receberemos um ticket de entrada no Paraíso. Não, meus irmãos! Ou perseveramos com Deus e confiamos em Sua graça, ou cairemos na terrível armadilha de confiar em nós mesmos. Não podemos baixar a guarda das entradas da alma! Há um inimigo cruel e astuto, sempre ativo em sua obra de destruição. Olhemos para Jesus! Não desviemos os olhos, nem por um instante sequer, do Autor de nossa salvação. Mas se o mar de dificuldades nos fizer olhar em outra direção, como Pedro clamemos: “Salva-me, Senhor!” (Mt.14:30). E Jesus nos estenderá a Sua mão de misericórdia e nos erguerá para junto dEle.

Nenhuma cidade fortificada pode superar em força e resistência o mais débil pecador que, reconhecendo sua fragilidade, estende a sua mão para o alto em busca de auxílio. Somente através da comunhão diária e da santificação, poderemos receber do Espírito Santo o vigor espiritual para vivermos toda a nossa vida buscando ao Senhor de todo o coração. Então, como Semaías, seremos chamados de homens e mulheres de Deus (v.2); e procederemos prudentemente (v.23) não apenas uma vez, não seremos fiéis ao Senhor apenas por três anos, mas permaneceremos crescendo pela graça de um Deus que não se cansa de nos ensinar, como está escrito: “Ensina ao justo, e ele crescerá em prudência” (Pv.9:9).

Roboão tinha tudo para ter sido um jovem temente a Deus e com um reino ainda mais grandioso do que o reino de seu pai. Mas preferiu se aliar a amigos tolos, ouvindo conselhos que dividiram Israel para sempre. E a sua tentativa de tornar as cidades de Judá “em fortalezas” (v.11), definitivamente não serviria de nada se não fosse o Senhor guardando as cidades (Sl.127:1). Da mesma forma, tão perto como estamos do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), se não nos apegarmos e obedecermos “à palavra do Senhor” (v.4), nossa religiosidade, por mais erudita que seja, não garantirá a nossa segurança. O momento é agora de estarmos revestidos da armadura de Deus e com nossas lâmpadas bem acesas. Só assim estaremos fortificados “sobremaneira” (v.12) para a última grande batalha.

Nosso Pai do Céu, chegou a hora de estarmos juntos num só coração e espírito, clamando pelo Espírito Santo. A nossa mente tem sido o principal alvo de um inimigo que desceu até nós com grande cólera. Ó, Senhor, socorre-nos! Que a Tua Palavra, que é pura e verdadeira, seja o nosso principal alimento diário, de forma que, fortalecidos e nutridos, tenhamos força para resistir às tentações e perseverança para andar no Teu caminho eterno todos os dias de nossa vida. Dá-nos a prudência necessária para hoje. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, prudentes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS11 #RPSP

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2CRÔNICAS 10 — Rosana Barros
28 de abril de 2026, 0:45
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“Porém ele desprezou o conselho que os anciãos lhe tinham dado e tomou conselho com os jovens que haviam crescido com ele e o serviam” (v.8).

Pervertido o coração por suas mulheres pagãs, Salomão passou por momentos de grande apostasia. Idolatria e descaso para com os estatutos e juízos de Deus resultaram em corrupção nacional e em um sucessor insensato. De um reino próspero e admirável para uma nação machucada e dividida. Roboão assumiu o trono com aspirações egoístas e imaturas. E, desprezando o conselho prudente dos anciãos, acatou o estúpido conselho dos “jovens que haviam crescido com ele” (v.10).

A fim de construir um reino sem precedentes, Salomão afligiu o povo com “pesado jugo” (v.4). Apesar de ter convocado os estrangeiros para as construções, certamente os filhos de Israel foram submetidos a pesados encargos tributários. Com a morte de Salomão, o povo viu a possibilidade de aliviar a servidão e os tributos. Após três dias de expectativa, suas esperanças foram frustradas mediante um discurso arbitrário e opressor. Em tom de ameaça, Roboão confirmou a profecia do Senhor, dita “por intermédio de Aías” (v.15).

Nem por força e nem por violência Roboão conseguiria reassumir a sua autoridade sobre as dez tribos que rejeitaram o seu governo. “Dura resposta lhes deu o rei” (v.13), e eles não suportariam outros longos anos debaixo de uma opressão ainda maior. Então, “Jeroboão, filho de Nebate” (v.15), assumiu o governo, conforme a presciência divina. Roboão governaria apenas sobre as tribos de Judá, Benjamim, além da tribo de Levi, por amor de Davi. Em ambos os relatos dos livros de Reis e de Crônicas, em momento algum percebemos que Roboão tenha buscado a orientação de Deus. O Senhor foi deixado de lado, mas, ainda assim, tentou orientar o novo rei mediante o conselho dos anciãos. Oportunidade esta que foi completamente ignorada.

Meus amados, o Senhor nos deixou tudo o que precisamos saber escrito em Sua Palavra. Dar crédito a conselhos humanos sem prová-los segundo as Escrituras é, no mínimo, insensato. Pois “há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv.14:12). Temos em mãos a santa Palavra de Deus. Seus conselhos estão à disposição de todos os que, com humildade, clamam pela orientação do Espírito Santo. Não façamos como Roboão, mas como os bereanos: “Ora, estes de Bereia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a Palavra com toda avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (At.17:11).

Portanto, o melhor conselho é aquele que tem a infalível autenticação do “assim diz o Senhor”. Como os bereanos, perseveremos em examinar a Bíblia todos os dias, e Deus nos concederá sabedoria para tomarmos as decisões mais acertadas. Porque, em um tempo como o nosso, onde cada pessoa ou grupo apresenta a sua propaganda de convencimento, temos o dever e a necessidade de redobrar a nossa vigilância e fixar a nossa atenção nas Escrituras. Não é tempo de o povo de Deus estar dividido por causa de “falatórios inúteis e […] contradições do saber” (1Tm.6:20), mas de estarmos juntos, tendo “tudo em comum” (At.2:44). Deus nos ajude!

Pai querido, que a nossa atenção esteja fixada na Tua Palavra, que é a verdade absoluta. Que o nosso coração esteja completamente entregue à obra do Teu Espírito. Que a nossa mente esteja blindada pela luz que emana das Escrituras. Que a nossa vida reflita o caráter do nosso Redentor, de modo que estejamos como um só povo, unidos num só pensamento e plenamente conscientes do tempo em que estamos vivendo. Tem misericórdia de nós, Santo Deus! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, bereanos atuais!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS10 #RPSP

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2CRÔNICAS 09 — Rosana Barros
27 de abril de 2026, 0:45
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“Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria” (v.22).

Além dos reis que foram ter com Salomão em Jerusalém “para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração” (v.23), a Bíblia faz menção especial a uma rainha. Ouvindo sobre a fama do rei de Israel, a rainha de Sabá preparou a sua comitiva e foi conferir “com os próprios olhos” (v.6) o que os seus ouvidos não conseguiam mensurar. E, desde a sua chegada até à hora de sua despedida, a generosa rainha retornou à sua terra original com lembranças de uma experiência que jamais esqueceria.

Fortemente impactada por tudo o que viu e ouviu, ela “ficou como fora de si” (v.4). Tudo o que havia ouvido a respeito de Salomão não representava “a metade da grandeza” (v.6) da sabedoria que Deus o havia concedido. O templo, o palácio, a organização do reino, até mesmo a comida e as roupas dos servos revelavam o Deus que Israel servia. E, mediante esse quadro de insuperável esplendor, a rainha declarou: “Bendito seja o Senhor, teu Deus, que Se agradou de ti para te colocar no Seu trono como rei para o Senhor, teu Deus; porque o teu Deus ama a Israel para o estabelecer para sempre; por isso, te constituiu rei sobre ele, para executares juízo e justiça” (v.8).

Somado aos presentes dados pela monarca de Sabá, estavam tesouros incontáveis que engrandeciam ainda mais o próspero reino. Poderoso e excêntrico, Salomão reinou sobre Israel sentado em um trono inigualável. Pois “nunca se fizera obra semelhante em nenhum dos reinos” (v.19). Cercado de riqueza incalculável e dotado da “sabedoria que Deus lhe pusera no coração” (v.23), ele governou o povo em uma época memorável, cujos marcos tornaram Israel uma nação mundialmente conhecida.

O chamado de Deus para Seus servos é conforme a necessidade da humanidade. Noé foi chamado em seu tempo para construir uma arca e anunciar o grande dilúvio. Abraão foi chamado para sair de sua terra e ir para a terra que o Senhor lhe mostraria. José foi escolhido para governar o Egito em um período de fome mundial. Moisés recebeu a missão de libertar Israel do cativeiro egípcio e guiá-lo à terra prometida.

Da mesma forma, Deus tem uma missão especial para o Seu último povo. Uma verdade presente que deve ser apresentada no mesmo tom, urgência e abrangência da primeira voz angélica: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:6-7).

Assim como todos “os reis do mundo procuravam ir ter com” Salomão (v.23), “nos últimos dias, acontecerá que […] afluirão todos os povos […] e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas” (Is.2:2-3). “Virão muitos povos e poderosas nações buscar em Jerusalém ao Senhor dos Exércitos e suplicar o favor do Senhor” (Zc.8:22). Como Israel espiritual de Deus, que façamos parte daqueles que ouvirão: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zc.8:23).

Tão perto como estamos do dia em que “correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:11), que aceitemos a missão a nós confiada de preparar um povo para o segundo advento de Cristo: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3). Breve Jesus voltará! Seja essa esperança conhecida através da nossa vida.

Nosso Pai Celestial, a Tua Palavra é repleta de ensinamentos e experiências que fortalecem a nossa fé e nos motivam a Te buscar cada vez mais. Como o Senhor prometeu, a sabedoria de Salomão foi extraordinária e insuperável. Da mesma forma, o Senhor prometeu ao Seu remanescente final uma porção extraordinária e insuperável do Espírito Santo. Ó, Pai, reivindicamos essa promessa, nos méritos e no poder do sangue de Jesus! Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, arautos do Rei dos reis!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS9 #RPSP

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2CRÔNICAS 08 — Rosana Barros
26 de abril de 2026, 0:45
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Quando estudamos os livros de Samuel e de Reis sobre a vida de Davi e a de Salomão, ambas são relatadas como um livro aberto: tanto as boas quanto as más ações estão ali expostas. Vimos sobre o adultério de Davi com Bate-Seba, de sua negligência como pai e do assassinato de Urias. Vimos também sobre as mil mulheres de Salomão e sobre o seu envolvimento com a idolatria e costumes pagãos delas. Mas, no relato de Crônicas, estas iniquidades não vêm à tona. Se apenas houvesse o livro de Crônicas contando sobre os atos de Davi e de Salomão, esses pecados seriam ocultos às demais gerações. Teríamos em mente uma imagem bem diferente desses dois reis.

Por que, então, Deus permitiu que as transgressões desses monarcas ficassem registradas nas Páginas Sagradas? Para que o final do versículo 14 pudesse fazer sentido para nós hoje: “porque tal era a ordem de Davi, o homem de Deus”. Mas como assim? Imaginem que Deus ocultasse da Bíblia todos os pecados dos personagens bíblicos. Digamos que todo o sofrimento que homens e mulheres de Deus passaram também não estivesse registrado nas Escrituras. Sabem o que aconteceria? Seríamos cristãos frustrados em busca de uma vida sem problemas na “terra da ilusão”.

As atividades que se seguiram, após o término do templo, não nos revelam os detalhes obscuros que quase levaram Salomão à eterna perdição. O que nos deixa a certeza de uma coisa: o que o Senhor perdoa uma vez, perdoado está para sempre. Tanto Davi quanto Salomão foram perdoados pelo Senhor, que apaga as transgressões (Sl.51:1) e que escolhe esquecê-las (Mq.7:18). Como um adúltero e homicida pode ter sido chamado de “o homem de Deus”? Simples. Ele FOI um adúltero e homicida. Aquele era o seu passado. Após o seu arrependimento e confissão, envolvido pelo perdão divino, ele passou a ser “o homem de Deus”. E isso pode ser muito real na minha e na sua vida. Pois o que Deus apagou e esqueceu, ninguém tem o direito de trazer à tona.

Entendem agora a necessidade de Israel em sempre acrescentar em seus louvores que o Senhor é bom e que a Sua misericórdia dura para sempre? Somos todos pecadores, amados! E é justamente essa realidade que faz separação entre nós e Deus (Is.59:2). Louvado seja o Senhor por Sua Palavra, que em Sua completude nos ajuda a compreender que não existe pecado tão grande que Deus não possa perdoar; que não há quem vá tão longe que o Senhor não possa resgatar; que, apesar de nossas quedas e fraquezas, as mãos do Pai de amor estão sempre estendidas para nos levantar; que, apesar da sujeira do pecado enegrecer a nossa existência, Deus promete lavar e purificar todo aquele que aceita o Seu convite: “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is.1:18).

Por mais que hoje você seja um adúltero, um homicida, um mentiroso, um idólatra, ou esteja em qualquer outro pecado, se você orar, se humilhar, buscar a face do Senhor Deus e se converter dos seus maus caminhos, Ele te ouvirá, te perdoará e te dará uma nova vida. Não importa se o início da sua jornada foi ruim ou se no meio dela você perdeu a direção; se você entregar agora a sua vida nas mãos de Deus, Ele apagará o seu passado, cuidará do seu presente e lhe guiará a um futuro eterno e feliz. Portanto, o convite do Senhor a nós, pecadores, é que continuemos sendo reavivados por Sua Palavra, e Ele nos chamará “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9).

“Seja sobre nós, Senhor, a Tua misericórdia, como de Ti esperamos” (Sl.34:22). Ajuda-nos a não nos desviarmos, “em coisa nenhuma” (v.15), da Tua verdade! Faz-nos homens e mulheres segundo o Teu amoroso coração! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, homens e mulheres de Deus!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS8 #RPSP

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2CRÔNICAS 07 — Rosana Barros
25 de abril de 2026, 0:45
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“Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (v.14).

Ao concluir sua prece, Salomão e todo o Israel testemunharam a manifestação divina. No Pentecostes, os discípulos de Cristo “estavam todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1). “Todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Então, veio do céu um som que encheu toda a casa em que estavam, e sobre cada um pousaram línguas como de fogo (At.2:2-3). Quando Salomão terminou de orar com todo o povo, desceu fogo do céu “e a glória do Senhor encheu a casa” (v.1). Estes dois episódios, separados pelo tempo, mas unidos pelo mesmo poder, nos mostram que a ação de Deus é sempre para o bem eterno dos que O amam, “porque [Ele] é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.3).

Foram dias de festa diante da presença de Deus. O rei, todo o povo e os sacerdotes, todos eles em “seus devidos lugares” (v.6), prestando culto a Deus. E tudo o que Salomão realizou, tanto na Casa do Senhor como em sua casa, “prosperamente o efetuou” (v.11). A partir daí, somos privilegiados em ter em mãos uma das respostas mais lindas e repletas de amor de nosso Criador. Uma das provas inequívocas de Sua eterna misericórdia e de que os Seus mandamentos também são eternos.

O Senhor dirigiu-Se a Salomão nas horas da noite, dizendo: “Ouvi a tua oração” (v.12). Estudamos ontem a condição para que o Senhor possa nos ouvir. Isto quer dizer que a oração de Salomão não foi apenas com os lábios, mas com o coração em fidelidade para com os mandamentos de Deus. Deus tem prazer na oração do justo. Quando o homem reconhece a sua natureza incapaz de fazer o bem, que depende da mão divina a moldar-lhe o caráter, a oração se torna uma ferramenta indispensável. E se queremos ser participantes do verdadeiro reavivamento, ele só virá por meio de uma vida de oração e verdadeira entrega.

O famoso versículo 14 começa deixando algo muito claro: “Se”. Deus usa uma conjunção subordinativa condicional. Ou seja, para que a oração possa produzir seus efeitos, condições precisam ser cumpridas. E essas condições promovem o despertar espiritual de que Satanás mais tem medo. Somente quando essas ações são somadas é que acontece o resultado final da equação do verdadeiro adorador:
HUMILHAÇÃO + ORAÇÃO + BUSCA + CONVERSÃO = OUVIDOS ATENTOS DE DEUS, PERDÃO DOS PECADOS E CURA.

Contudo, ainda há a equação da desgraça. E ela inicia com a conjunção “porém”. Ou seja, “por outro lado”, “todavia”, “no entanto”, indicando o oposto do que acabamos de ver. Eis a equação do tolo:
SE DESVIAR + DEIXAR OS MANDAMENTOS DE DEUS + SERVIR E ADORAR OUTROS DEUSES = DESERÇÃO, AUSÊNCIA DA PRESENÇA DE DEUS E MALDIÇÃO. Que contraste, não é mesmo, amados?

Vocês já perceberam que não é preciso muita coisa para que percamos o Senhor de vista? O começo é bem sutil: desviar-se. E não precisa ser por intermédio de grandes coisas, mas pequenas concessões que fecham os olhos da fé e abrem os ouvidos da impiedade. A Palavra de Deus é ignorada e desprezada, e a voz do Espírito Santo vai ficando cada vez mais distante. A chegada da maldição, portanto, é o resultado das escolhas humanas. Por isso a importância da vigilância. Vigiar, permanecer e perseverar são sinônimos no sentido espiritual. Precisamos permanecer conectados ao Senhor num relacionamento constante e crescente. E isso só é possível através do estudo da Palavra e da oração.

A verdadeira oração precisa vir acompanhada de ação. Precisamos permitir que o Espírito Santo conjugue em nossa vida o Verbo de Deus (Jo.1:1). Cristo Se fez servo, orou e a Si mesmo Se humilhou, nos deixando o perfeito exemplo de uma vida de oração e comunhão com Deus. Jesus em nós é a chave-mestra para abrir as janelas dos céus em nosso favor. Aceitemos as condições da aliança do Senhor e Ele nos assegura a Sua fidelidade e eterna herança.

Querido Pai do Céu, nosso Criador, hoje não temos mais aquele santuário, mas cremos na intercessão do nosso Salvador no mais santo lugar do santuário celestial e que, pela fé, podemos entrar no Teu santuário por meio da oração. Por isso, Senhor, clamamos a Ti pelo Espírito Santo, realizando a Sua boa obra em nosso coração, para que a nossa vida esteja em harmonia com as condições estabelecidas por Ti no versículo catorze do capítulo de hoje! Almejamos o verdadeiro reavivamento em nós e na Tua igreja! Almejamos estar prontos e preparando outros para a Tua volta! Ajuda-nos, Santo Deus! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, povo da aliança do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS7 #RPSP

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2CRÔNICAS 06 — Rosana Barros
24 de abril de 2026, 0:45
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“Ouve, pois, a súplica do Teu servo e do Teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar da Tua habitação, dos céus; ouve e perdoa” (v.21).

Contemplando a magnitude do templo e a aceitação divina pela manifestação da glória do Senhor, Salomão dirigiu-se a Israel com palavras que declaram a fidelidade de um Deus que cumpre as Suas promessas. De forma reverente e humilde, o sábio rei se colocou na posição de servo, proferindo uma oração de teor altruísta, de um líder preocupado com o bem-estar de seu povo e consciente a respeito da fraqueza humana e da justiça divina.

Salomão sabia que as promessas de Deus são condicionais à resposta do homem: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como Tu, nos céus e na terra, como Tu que guardas a aliança e a misericórdia a Teus servos que de todo o coração andam diante de Ti” (v.14). Há uma entrega a ser feita; uma experiência pessoal a ser vivida e compartilhada em forma de evidência de que é possível, pelo poder do Espírito Santo, andar em sinceridade e em fidelidade na presença de Deus. Essa entrega precisa ser diária: “para que Te temam, para andarem nos Teus caminhos, todos os dias que viverem” (v.31).

O Senhor aguarda com ardente expectativa que se repita a experiência de Enoque, de Noé, de Jó, dentre outros que viveram uma intensa e genuína intimidade com Ele. Homens e mulheres que O busquem “de todo o coração” (v.14) e que vivam para compartilhar as bênçãos da verdadeira piedade. O Deus “que falou pessoalmente a Davi” (v.4) é o mesmo que deseja falar comigo e com você hoje e todos os dias. O templo era um símbolo de comunhão pessoal e coletiva, de que o Senhor Se importava com cada indivíduo, mas também com a unidade do todo.

À semelhança da oração e súplica de Salomão, nossas orações devem ser carregadas das intenções mais nobres, santas e puras. Nossa vida deve ser uma casa ornada para a habitação do Eterno. Nosso coração deve ser lugar acessível ao Espírito Santo. O Senhor deseja nos ouvir, atender e perdoar, mas, antes, precisamos reconhecer a nossa necessidade dEle e nos submeter à Sua vontade. Para isso, precisamos ser regidos pela Palavra de Deus, “orando noite e dia, com máximo empenho” (1Ts.3:10).

Todos os dias estamos sujeitos ao pecado, “pois não há homem que não peque” (v.36). Esta condição, entretanto, não tem o poder de nos destruir, se aceitarmos que o nosso Criador, com Seu braço poderoso e mão estendida, nos refaça a cada dia. O Deus que é “conhecedor do coração dos filhos dos homens” (v.30) aguarda com paciência a decisão da última geração e o despertar de um povo que com “toda oração e súplica” (v.29) declare ao mundo quem de fato Ele é. Um povo que erga o clamor do terceiro anjo, encharcado da chuva serôdia; que diga ao mundo: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17).

É hora de volver os nossos olhos para a “eterna habitação” (v.2), para o Senhor que habita “em nuvem espessa” (v.1), e andar nesta Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14 e 16). Acreditem: após o “bom combate” (2Tm.4:7), há um lugar de repouso à nossa espera. Entreguemos o nosso coração ao Senhor. Permitamos que Ele nos ensine o bom caminho em que devemos andar e que o Seu amor nos transforme, “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co.3:18), e nossas orações serão ouvidas e atendidas “como prometera o Senhor” (v.10).

Senhor, nosso Deus, Tu és grande e os céus e até os céus dos céus não Te podem conter. E nós somos pecadores. Mesmo assim, o Senhor deseja não somente habitar conosco, mas em nós. Que sublime e precioso privilégio! Pai, ajuda-nos a andarmos em fidelidade e humildade na Tua presença! Que a Tua graça, a Tua verdade e a Tua justiça estejam sempre guiando o nosso caminho, de modo que os que vierem atrás de nós vejam que andamos nas pegadas de Cristo Jesus. Em nome dEle nós Te oramos, e desde já, Te agradecemos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS6 #RPSP

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2CRÔNICAS 05 — Rosana Barros
23 de abril de 2026, 0:45
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“Puseram os sacerdotes a arca da Aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins” (v.7).

Terminada a edificação do templo, Salomão “pôs entre os tesouros da Casa de Deus”, “as coisas que Davi, seu pai, havia dedicado” (v.1). Então, reunindo os principais do povo, fez “subir a arca da Aliança do Senhor, da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo” (v.2). Seguindo as orientações dadas por Deus para o transporte da arca, da tenda da congregação e dos utensílios sagrados, “os levitas sacerdotes é que os fizeram subir” (v.5). Transporte que foi acompanhado de “tão numerosos” sacrifícios, que “não se podiam contar” (v.6).

Chegando ao templo, colocada a arca em seu lugar determinado — no lugar Santíssimo — saindo os sacerdotes e iniciada a ministração dos cantores e dos sacerdotes com suas trombetas, “quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram […] para louvarem o Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a Casa, a saber, a Casa do Senhor, se encheu de uma nuvem […] porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus” (v.13-14).

A inauguração e dedicação do templo foi precedida de ofertas voluntárias, obediência às instruções divinas, sacrifícios, louvor agradável a Deus e submissão aos mandamentos de Deus — representados pelas “duas tábuas que Moisés ali pusera” (v.10) dentro da arca. Foi nesse cenário de verdadeira adoração e genuína entrega que o Senhor manifestou a Sua glória. Ele encheu aquele lugar com Sua presença santa e pura.

Quando Jesus veio à Terra, Ele fez tudo segundo a vontade do Pai. A Sua vida iluminava o mundo com a atmosfera de Seu caráter santo e puro. Tudo o que fazia, não o fazia por vontade própria, mas movido pelo amor do Pai em cumprimento de Sua sagrada Lei: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10). Jesus era o próprio tesouro da Casa de Deus, o Filho da obediência, o sacrifício perfeito, o cumprimento da Lei, o mais sublime louvor. Ele foi a perfeita revelação da glória de Deus.

Como naqueles momentos solenes não havia grande ou pequeno, rico ou pobre, escravo ou livre, assim Cristo nos uniu para que “em uníssono, a um tempo” (v.13), como corpo de Cristo, louvemos ao Senhor, “porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.13). Sendo que Jesus “não veio para ser servido, mas para servir” (Mc.10:45), e devemos imitar-Lhe o exemplo, precisamos nos despir de nossa natureza egoísta e combater nossos gostos não santificados, buscando na verdade presente para os nossos dias toda a sabedoria e conhecimento necessários para andarmos em fidelidade na presença de Deus.

O relógio deste mundo já está marcando os minutos finais, amados. Há um cenário profético em rápido andamento. Será que estamos como Jonas, fugindo da vontade de Deus, adormecidos dentro do barco do comodismo enquanto há uma terrível tempestade lá fora? Ou como Salomão e os levitas, estamos prontos e preparando o Israel espiritual de Deus para a manifestação do glorioso advento de Cristo?

Jesus está agora no “santuário, que se encontra no Céu” (Ap.14:17), no Santo dos Santos, como nosso Sumo Sacerdote (Hb.8:1), prestes a concluir a Sua obra. Logo Ele virá “com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7). Que Ele nos encontre apercebidos e como templos preparados para a glorificação.

Senhor, nosso Deus e Pai, nós Te louvamos, porque o Senhor é bom e a Sua misericórdia dura para sempre! Pai bondoso, tem misericórdia de nós, pecadores! Como está escrito em Lucas 21:38, que todo o povo madrugava para ir ter com Jesus no templo, a fim de ouvi-Lo, nos desperta nas madrugadas para a nossa audiência Contigo em Teu santuário, pois queremos e precisamos Te ouvir, Senhor! São muitas as vozes e os barulhos deste mundo, mas nós clamamos que o Teu Espírito mantenha os nossos ouvidos atentos à Tua voz! Enche a nossa vida da Tua presença, Senhor, e vem reclamar-nos como Teu povo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100