Reavivados por Sua Palavra


JÓ 36 — Rosana Barros
1 de agosto de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Eis que Deus Se mostra grande em Seu poder! Quem é mestre como Ele?” (v.22).

Ainda que muitas de suas ideias e conceitos não pudessem ser aplicados à experiência de Jó, Eliú descreveu a justiça de Deus como um instrumento de correção por retribuição. Alegando ser “senhor do assunto” (v.4), sua visão farisaica o impedia de enxergar que a misericórdia de Deus é intrínseca à Sua justiça. Talvez, o que Eliú expôs em seus discursos tenha sido tão somente o que aprendeu com os mais velhos que acusavam Jó por sua própria desgraça.

Não sabemos por que Eliú não foi classificado por Deus entre os transgressores contra o Seu servo Jó, nem por que foi ignorado. Também existem expressões que divergem quanto à sua interpretação com relação ao sofrimento humano. Mas de uma coisa Eliú tinha certeza: Deus é grande e “Se mostra grande” (v.22). Há um Deus no Céu que é maior do que qualquer dificuldade e que “a ninguém despreza” (v.5). Talvez, um dos relatos que melhor expressem esta verdade seja o do diálogo entre Cristo e o ladrão da cruz.

À direita do Salvador, aquele homem reconheceu a sua condição de pecador, pois sabia que estava ali por mérito, e em seu coração clamava pelo ardente desejo de encontrar o perdão. Ao olhar para Aquele em cuja expressão facial podia ver um amor como jamais havia visto, deparou-se com a Inocente Oferta. Sobre “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), o transgressor depôs a sua culpa, e sua sentença transformou-se em espetáculo da graça. Os pecados do ladrão foram perdoados e ele foi guardado para receber a recompensa dos santos: eis uma revelação da perfeita harmonia entre a justiça e a graça de Deus.

Assim como as palavras a seguir tiveram cumprimento na cruz com a conversão do ladrão, elas também se cumprirão até o último minuto do tempo da graça: “tendo [Jesus] amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim” (Jo.13:1). Não sabemos o dia nem a hora em que os céus serão desfeitos pelo resplendor da glória do nosso Deus, mas, enquanto aguardamos, há uma obra a ser feita em nós e através de nós: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18), “a fim de sermos para louvor da Sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo” (Ef.1:12).

Oremos uns pelos outros, meus irmãos. E confiemos Àquele que sonda os corações o julgamento que Ele faz com perfeição.

Oração: Pai querido, o Senhor é grande e Se mostra grande, mas, ao mesmo tempo, enviaste Teu Filho, que Se fez homem e habitou entre nós. A divindade na humanidade foi o mistério grandioso e também o mais poderoso. E assim pagaste o preço do nosso resgate e podemos ser chamados de filhos de Deus. Como diz a letra da canção: “Quão grande és Tu! Quão grande és Tu!”. Que o Espírito Santo continue agindo em nós e através de nós! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, amados por Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 35 — Rosana Barros
31 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Só gritos vazios Deus não ouvirá, nem atentará para eles o Todo-Poderoso” (v.13).

A forma como Eliú abordou a questão do sofrimento não decorria de uma ideia dele mesmo, mas da falta de compreensão que havia quanto ao conflito cósmico no qual todos nós estamos envolvidos. Se ele e os demais amigos de Jó pudessem enxergar o sobrenatural, ficariam emudecidos, pois cada vida humana é alvo da ira do inimigo e do amor de Deus. Um duelo cujo desfecho depende da minha e da sua decisão.

Eliú descreveu um Deus muito distante e denominou o clamor dos aflitos de “gritos vazios” (v.13). Mas nós servimos ao “Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem nome de Santo”, e que também habita “com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (Is.57:15). Deus Se preocupa com cada dor que sentimos, recolhe cada lágrima que derramamos, e ouve cada súplica que Lhe é dirigida. Podemos levar ao Senhor as nossas angústias e preocupações, pois Ele mesmo nos convida: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28).

A condição de Jó era reconhecida como legítima e justa. Não bastassem o luto, as enfermidades e as acusações, nem mesmo o seu clamor pôde escapar da mira insaciável dos “juízes” de sua causa. Mas diante deste cenário onde, aparentemente, Jó sucumbiria, o Senhor suscitou livramento. Nós somos tão importantes para Deus, amados, que Ele nos proveu o melhor e tudo o que o Céu poderia nos dar: Cristo Jesus, “sendo justificados gratuitamente, por Sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Rm.3:24).

Lembremos da angústia de Jacó e da terrível aflição de Jesus no Getsêmani. Assim como Jacó foi considerado vitorioso e seu nome de vexame foi mudado para um nome de honra; e à semelhança de Cristo, que foi consolado por anjos e fortalecido para a cruz, o Senhor não desampara nenhum dos Seus filhos que O buscam em procura de auxílio. Algo está te entristecendo? Vá até Jesus! Suplique por Seu favor! Ele deseja te dar o Espírito Santo! “Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt.7:8).

Oração:
Senhor, nosso Deus, cientes de que a escola do sofrimento também é necessária, ainda que não sejas o causador do sofrimento, mas que tens o poder de transformar uma situação ruim em oportunidade de crescimento e aperfeiçoamento, te pedimos que nos revistas de força, fé e perseverança. Vivemos em meio a uma das gerações mais fragilizadas, ou até a mais frágil e vulnerável que já existiu. Mas cremos que, por Tua onisciência, podemos confiar no Teu cuidado e providência nestes dias finais. Sustenta-nos em Tuas poderosas e bondosas mãos, Senhor! Por Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, filhos e filhas de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 34 — Rosana Barros
30 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos” (v.21).

Diferente de seu discurso inicial mais brando e, aparentemente, sem a intenção de engrandecimento próprio, Eliú aumentou o volume de sua indignação. Apesar de ter incitado Jó a falar, ele prosseguiu com seus discursos mediante o silêncio de Jó e de seus amigos. Não consigo ver Eliú como quem esperava aplausos, mas, certamente, ele esperava que suas palavras fossem bem compreendidas, e aceitas as suas razões. Contudo, ele acabou caindo no mesmo erro dos demais, em interpretar o sofrimento de Jó como um castigo merecido e suas palavras como uma afronta “contra Deus” (v.37).

Julgando precisar Deus de um advogado, Eliú arguiu sobre o que não sabia e lançou sobre Jó o opróbrio da ignorância. Em uma coisa, porém, ele tinha razão: “Os olhos de Deus estão sobre os caminhos do homem e veem todos os seus passos” (v.21). Esta verdade, por si só, deveria fazê-lo calar. A tentativa de Jó em justificar-se, e as palavras de todos os que o acusavam, eram totalmente desnecessárias, visto que “todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos dAquele a Quem temos de prestar contas” (Hb.4:13). Não há nada que seja oculto a Deus. Aquele que nos criou sabe exatamente do que somos formados e lê cada intenção camuflada.

Permanecendo fiel em sua integridade, Jó representa todas as gerações de fiéis que permanecem íntegros ainda que duramente provados. A prova não representa perigo àqueles que mantêm uma íntima ligação com Deus, que confiam na perfeita provisão de seu Redentor. Mesmo cercados por inveja, crítica e perseguição, como José no Egito, Daniel em Babilônia e Jó entre acusadores, cheios do temor do Senhor, seus corações vibram pela fé viva nAquele que é poderoso nas batalhas e justo para, no tempo determinado, levantar-Se para defendê-los.

A nossa luta, amados, não consiste em vestir a armadura de Deus e usá-la com a autoridade que não nos foi dada. A armadura não é para atacar ninguém, nem para justificação própria. A armadura é Cristo! “Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm.13:14). Revestidos de Cristo, de Sua verdade, Sua justiça, Sua pregação, Sua fé, Sua salvação, Sua Palavra, Seu caráter, estamos tão somente aceitando a vitória que Ele já nos conquistou.

Qual é, então, o nosso papel, hoje, como o povo de Deus que aguarda a Sua promessa? É que tenhamos a atitude que Satanás mais teme que aconteça: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7:14). Quando o remanescente de Deus estiver unido neste propósito, então, “à meia-noite, os povos são perturbados e passam” (v.20), mas os redimidos do Senhor, “pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas” (Hb.6:12).

Oração:
Nosso Deus Justo e Santo, por vezes quem começa acertando, pode terminar errando. Não queremos que seja assim conosco, Pai! O nosso coração enganoso e corrupto precisa ser trocado por um coração puro e humilde. Opera esse milagre em nossa vida, Senhor! Batiza-nos com Teu Espírito! Que possamos dar ouvidos ao que Ele nos diz. E muito obrigada, Senhor, por Tua paciência para conosco! Oramos em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis à toda prova!

Rosana Garcia Barros

#JÓ34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 33 — Rosana Barros
29 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Eis que diante de Deus sou como tu és; também eu sou formado do pó” (v.6).

Segundo as palavras de Eliú, ele não pretendia ser maior do que Jó, nem se colocou em posição de inferioridade, mas proferiu o seu discurso de igual para igual. Alegando sinceridade de coração, ele manifestou interesse em justificar a Jó e fazê-lo refletir que, mesmo em face de sua terrível condição, Deus tinha poder de redimi-lo e mudar a sua sorte; que todo aquele que aceita o resgate divino “verá a face de Deus, e Este lhe restituirá a sua justiça” (v.26); o que se cumpriu com precisão na vida de Jó, conforme o capítulo 42 deste livro.

Podemos notar em algumas expressões a ansiedade de Eliú de proferir as suas razões. Contudo, diferente dos três amigos de Jó, suas palavras, apesar de não conterem o teor rebuscado dos discursos dos mais velhos, não revelam soberba ou motivações egoístas. Parece que ele estava bastante incomodado com tudo o que até então tinha ouvido, pelo modo com que Jó havia sido tratado e como este havia se esforçado por justificar-se a si mesmo. Eliú declarou que a verdadeira intercessão e o resgate vêm de Deus, o que nos remete à obra de Cristo.

Na primeira carta de Paulo a Timóteo, a Bíblia deixa claro que “há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm.2:5). Aquele que veio a esta Terra “para declarar ao homem o que lhe convém” (v.23) é o único “pelo qual importa que sejamos salvos” (At.4:12). Através do ministério de Cristo no santuário celestial, olhando para o Santíssimo, “mediante a fé, temos paz com Deus” (Rm.5:1). “Por isso” (v.7), não devemos temer o homem nem o que possa tentar contra nós. “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, ressuscitou, O qual está à direita de Deus e também intercede por nós” (Rm.8:33-34).

Temos à nossa disposição um Sumo Sacerdote que no Céu realiza a Sua obra intercessora e que está para selar os Seus últimos eleitos antes do cumprimento da derradeira promessa. Dentro em breve, muitos hão de passar por um momento de terrível angústia, mas, como Jó, serão redimidos e resgatados para receberem a sua recompensa. Porque, pela fé, “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16).

Olhemos para Jesus, amados, e para a nossa futura redenção, quando estaremos “em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus”, entoando “o cântico de Moisés, o servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap.15:3).

Ó Pai de amor, prostramo-nos diante da Tua presença, em submissão à Tua Palavra, reconhecendo a nossa total dependência do Senhor! Tens visto o nosso sofrimento, e a Ti clamamos: Tem misericórdia de nós e envia-nos o Teu anjo para nos livrar, pois o nosso resgate já foi garantido na cruz do Calvário! Muito em breve, cremos que o nosso corpo vai recuperar o vigor da infância e voltaremos aos dias da juventude. Pois o Senhor mesmo, dada a Sua Palavra de ordem, ao som da última trombeta e ouvida a voz do arcanjo Miguel, voltará e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, seremos transformados e arrebatados, junto com eles, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos eternamente com o Senhor. Aleluia! Louvado seja o Teu nome! Confiamos em Tuas fiéis promessas e Te oramos nos méritos e no nome do nosso Resgatador, Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, resgatados por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JÓ33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 32 — Rosana Barros
28 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Permiti, pois, que eu fale […] Não farei acepção de pessoas” (v.20,21).

Eliú, que até então era desconhecido na narrativa, apareceu como alguém que acompanhava a conversa de Jó com seus amigos desde o início. Ele deixou bem claro que não se pronunciou anteriormente pelo fato de ser o mais novo daquele grupo, e que também estava ansioso por iniciar a sua fala e levantar a sua tese. Para ele, tanto Jó quanto seus amigos estavam não somente errados, mas tudo o que haviam falado lhe havia provocado a ira (v.3). “Eliú, porém, havia esperado para falar a Jó, pois os outros eram mais velhos do que ele” (v.4).

Apesar de sua declarada indignação, a postura de Eliú pareceu ter sido menos agressiva e mais respeitosa, pedindo permissão a Jó para falar, prometendo não falar com parcialidade nem com bajulação. O jovem, que até então não fazia parte daquele debate, demonstrou o respeito e a consideração que os três amigos mais velhos não tiveram, e ficou de fora da reprovação divina dada no final do livro; o que alguns estudiosos acreditam ser prova de que as palavras de Eliú não foram reprovadas por Deus.

Em algumas situações, precisamos de um conciliador, alguém que nos ajude a dirimir conflitos de uma forma justa e imparcial; que possa lidar com a questão de forma tranquila e honesta. Mas todos nós temos um Conciliador em comum, amados: Aquele que “não faz acepção de pessoas” (At.10:34) e que, por mais que tenha motivos para nos acusar, escolheu nos amar: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (Jo.3:16-17).

Que possamos, hoje, estar com os ouvidos bem atentos para ouvir a voz de um Deus que anseia falar conosco e nos contar a Sua sabedoria: “Invoca-Me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (Jr.33:3). “Porque melhor é a sabedoria do que joias” (Pv.8:11). Que o Espírito Santo nos torne sábios através de uma vida em harmonia com a Palavra de Deus; “que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos” (Hb.2:1).

Nosso Deus e Pai, precisamos muito da prudência de Eliú em esperar para falar ou para nos manifestarmos em diversas situações. E muitas vezes o silêncio também se torna mais sábio do que muitas palavras eloquentes, mas desprovidas de compaixão. Não sabemos se de fato Eliú Te agradou, mas nós queremos tanto ser o motivo do Teu sorriso, Senhor! Ajuda-nos, Pai! A Tua Palavra diz que há tempo de falar e tempo de ficar calado. Dá-nos sabedoria, para que possamos discernir quando é tempo de falar e quando devemos nos calar. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, alvos do amor eterno!

Rosana Garcia Barros

#JÓ32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 31 — Rosana Barros
27 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Tomara eu tivesse quem me ouvisse! Eis aqui a minha defesa assinada! Que o Todo-Poderoso me responda! Que o meu adversário escreva a sua acusação!” (v.35).

O fim das palavras de Jó descreve um resumo de sua defesa. Ponto por ponto, ele declarou a sua integridade conforme a sua consciência lhe permitia. Jó trouxe à tona os pecados aos quais estava exposto e revelou o segredo de sua integridade: “Fiz aliança com os meus olhos” (v.1). Ou seja, ele fez uma resolução de não contemplar o mal, de desviar os olhos de qualquer ameaça que pudesse corromper o seu coração. Para Jó, o pecado do adultério e da lascívia começava pela contemplação, uma verdade que foi confirmada por Jesus: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt.5:27-28).

A obediência aos mandamentos de Deus requer constante vigilância e oração. Jó sabia disso, e como um homem temente ao Senhor, mas também como um falho ser humano, conhecendo suas limitações, desviava-se do mal. Semelhante a Jó, precisamos fazer uma aliança com os nossos olhos, pois eles são “a lâmpada do corpo” (Mt.6:22). De nada vale para Deus a aparência de piedade a mascarar uma mente pervertida e dominada pelas baixas paixões. Somos transformados à imagem do que contemplamos. Precisamos, portanto, fixar os nossos olhos no único lugar seguro: “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:2).

Selar um compromisso com os nossos olhos significa entregá-los aos cuidados do Espírito Santo, o colírio divino (Ap.3:18). E, certamente, sempre que vier a tentação e o perigo de nos desviarmos do caminho eterno, ouviremos a Sua voz a nos dizer: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). Mas isso não se refere apenas ao pecado do adultério. Jó mesmo prosseguiu em sua defesa com relação a outros pecados em que poderia ter caído. Podemos dizer que Jó 31 é o “louvor do homem virtuoso”, se compararmos com a descrição da mulher virtuosa em Provérbios 31. E esse ideal, amados, está sendo deturpado pelo uso abusivo da mídia e das telas, transformando homens e mulheres virtuosos em algo raro ou incomum de se encontrar.

Quantos têm se enveredado por caminhos tortuosos com a desculpa de que suas inclinações não podem ser vencidas, desonrando a Deus com o falso testemunho de que existem pecados que o poder divino não é capaz de subjugar. Outros têm considerado como normais os recursos que o inimigo utiliza para corromper o caráter do homem, e julgam como radicais aqueles que não compartilham de seus hábitos nocivos. Ora, meus irmãos, convenhamos: há um discurso mais radical do que o de Jesus, quando declarou que é melhor arrancar um olho ou uma mão do que pecar (Leia Mt.18:8-9)? Percebam que as maldições ditas por Jó não foram invocadas para seus inimigos, mas para ele mesmo, caso fosse achado em falta diante de Deus. A pergunta é: será que teríamos, hoje, a mesma ousadia?

Amados, fomos chamados para ser “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus”, para que a nossa vida seja uma declaração das “virtudes dAquele que [nos] chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Precisamos buscar uma vida santa, assim como o nosso Deus é santo (1Pe.1:16). Naquele Grande Dia, ninguém terá a desculpa de dizer que não sabia disso. Não é hora de olhar para os lados, mas, como Jó, olhar para nós mesmos e, então, erguendo nossos olhos a Cristo, clamar: “vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Sl.139:24).

Oração:
Nosso amado Deus, desejamos andar na Tua presença com humildade, reconhecendo que dependemos da Tua graça, mas também com a ousadia que, pelo Teu Espírito, nos é dada para que testemunhemos em Teu favor, apressando assim a volta do nosso Redentor. Almejamos o Lar, a Tua Casa, Pai, um lugar de eterna paz, justiça e bondade! No capítulo de hoje, Jó encerrou as suas palavras de defesa, e nós esperamos muito em breve encerrar as nossas súplicas e lamentações pelo raiar do nosso resgate. Volta logo, Senhor! Até lá, que as nossas palavras e a nossa vida revelem o Teu caráter para a salvação de muitos. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo de propriedade exclusiva de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 30 — Rosana Barros
26 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Clamo a Ti, e não me respondes; estou em pé, mas apenas olhas para mim” (v.20).

Quantas vezes já não nos sentimos como Jó. Quem sabe você esteja se sentindo assim neste momento. A miséria em que Jó havia caído o levou a um sentimento de abandono. Em sua ignorância acerca do conflito cósmico, chegou a dizer: “Deus […] Tu foste cruel comigo” (v.19, 21). Além de tudo, por mais que em sua prosperidade ele tenha tratado as pessoas com misericórdia (v.25), em sua angústia foi tratado como um ser abominável (v.10). Clamava a Deus e a resposta era o silêncio (v.20). Os dias de aflição que se apoderaram de Jó iam além do sofrimento físico; ele chorava com o coração. O seu canto converteu-se em lágrimas (v.31) e os seus discursos aprazíveis em gritos de socorro (v.28).

Sem dúvida, além de ter interferido na vida de Jó pessoalmente, Satanás ainda levantou seus agentes para atormentá-lo. Se ele não havia caído após ter perdido tudo, nem mesmo quando perdeu a saúde, “então”, pensou o adversário, “pode ser que ele blasfeme contra Deus se eu colocar pessoas que o atormentem ainda mais”, “gente para quem já não há socorro” (v.13). Isto é, gente de coração obstinado. Assim como, antes, Jó era cercado por pessoas que o admiravam, em sua miséria, viu-se rodeado por escarnecedores. Considero o livro de Jó um dos livros mais difíceis de serem estudados na Bíblia. Não é fácil lidar com a injustiça, ainda que já saibamos o desfecho dessa história. Destruição, morte, tragédia, enfermidade e a companhia de pessoas que só pioravam a situação de Jó são algumas das “coisinhas” que temos visto na leitura deste livro que desafia até o mais erudito pesquisador.

Mas a história de Jó nos esclarece o fato de que há, sim, uma batalha espiritual cujo objetivo é a conquista do meu e do seu coração. Isso explica a causa de tantas tristezas e decepções pelas quais passamos ou havemos de passar. Enquanto, muitas vezes, questionamos o silêncio de Deus, ao mesmo tempo está acontecendo uma guerra que nossos olhos não podem enxergar, mas que o coração pode sentir (v.16). E o nosso destino eterno depende do desfecho desta peleja; da nossa decisão diária de que lado da batalha escolhemos estar.

Hoje, Satanás está irado com um povo em particular: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). A identidade bíblica do povo remanescente de Deus é objeto da fúria do inimigo. Assim como a integridade de Jó causou indignação a Satanás, todo aquele que persevera em fidelidade a Deus também se torna alvo da ira do adversário. Contudo, a promessa divina não falha: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).

Não se enganem, amados! A Lei não salva, mas em obedecê-la está o nosso galardão, pela fé no nosso Redentor. A ira do inimigo contra Jó foi passageira, enquanto a recompensa de Jó será eterna. A cólera do inimigo contra os santos do Altíssimo também é provisória, pois Satanás bem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). “Resisti-lhe firmes na fé”, meus irmãos, e “ele fugirá de vós” (1Pe.5:9; Tg.4:7). Lancemos sobre Cristo toda a nossa ansiedade e Ele, certamente, cuidará de nós até o fim (1Pe.5:7)!

Oração:
Nosso Pai querido, muitas vezes temos sido assediados por um inimigo irado cujo relógio indica a proximidade do fim de seu governo. E por mais que em alguns momentos tenhamos a sensação de estarmos sozinhos ou de que o Senhor não Se importa com o nosso sofrimento, ó Senhor, por favor, nos perdoe a nossa falta de fé e a nossa letargia em entender que simplesmente estamos passando por um grande conflito, que logo chegará ao fim. Humildemente, nós Te pedimos que nos concedas o Espírito Santo, promovendo em nossa vida a nossa necessidade mais urgente: a de um verdadeiro reavivamento. Reaviva-nos, Senhor, de forma que nenhum dos instrumentos de Satanás tenha o poder de nos derrotar! Em nome do nosso Redentor, o Deus Forte, nós oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, remanescente de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JÓ30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 29 — Rosana Barros
25 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Eu me cobria de justiça, e esta me servia de veste; como manto e turbante era a minha equidade” (v.14).

Em sua sincera confissão, Jó trouxe à lembrança os dias de sua prosperidade. Sentindo-se como um alvo da inimizade de Deus, recordava com saudades do tempo em que Deus era seu amigo e da alegria em ter seus filhos ao redor de si. A referência feita por Jó de um período de “meses” (v.2) revela que ele ainda estava em um luto recente, principalmente considerando o fato de que havia perdido todos os seus filhos. Ao mencioná-los, ele acrescentava aos seus discursos a dor irreparável da perda.

O primeiro homem nas Escrituras que foi chamado de justo foi Noé: “Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus” (Gn.6:9). Mas quem afirmou isso foi o Senhor, e não o próprio Noé. Enquanto as virtudes de Jó foram ditas e confirmadas por Deus, e não por ele mesmo, não havia o perigo de cair no erro da justiça própria. Suas obras testificavam de que a sua vida era relevante para a sua família e para a comunidade. Jó relatou uma série de ações sociais, onde atendia às necessidades materiais, espirituais e emocionais das pessoas, e “até as causas dos desconhecidos” (v.16) ele examinava.

Através de suas palavras de sabedoria, de sua boa vontade em ajudar e de seus recursos, Jó foi um dos maiores, senão o maior, filantropo do antigo Oriente. Mas uma coisa lhe faltava, um conhecimento que lhe abriria os olhos para contemplar a salvação: a justiça que provém da fé. Está escrito que “não há justo, nem um sequer” (Rm.3:10). Como, pois, explicar o fato de que alguns personagens na Bíblia foram denominados de justos? A questão é que ninguém pode ser chamado de justo por mérito próprio, mas confiado nos méritos do único que é justo: “Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1), “visto que ninguém será justificado diante dEle por obras da lei” (Rm.3:20), mas “justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm.5:1).

Todas as virtudes que o homem possa ter são adquiridas. O amor, a alegria, a mansidão, a fidelidade e qualquer tipo de bondade não provêm de nós: são dons de Deus. Jó não havia perdido a amizade de Deus, nem sua terrível condição o havia privado da privilegiada companhia do Senhor do Universo. O Deus que estava ao lado dele sustentando-lhe a vida era o mesmo que um dia caminharia “pelas trevas” (v.3) deste mundo e andaria lado a lado com “publicanos e pecadores” (Lc.15:1).

Por preceito e por exemplo, Jó refletia a glória de Deus e era uma viva exposição do caráter divino. Mas precisava reconhecer que tudo isso só era possível mediante a fé nAquele a quem representavam os holocaustos que constantemente oferecia. Nem mesmo o arrependimento vem de nós mesmos, mas é proveniente da bondade de Deus (Rm.2:4), que nos salva “mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Rm.3:24).

As obras devem ser o resultado da fé e da salvação que o Senhor já nos outorgou. “Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef.2:10). Olhemos para Jesus, o Autor e Consumador de nossa fé, e nosso perfeito exemplo da harmonia que deve haver entre fé e obras. Aceitemos, hoje, o Seu convite: “aprendei de Mim” (Mt.11:29).

Oração:
Santo Deus, as nossas obras devem ser o resultado da Tua salvação em nossa vida, da Tua justiça sobre nós. Não tem sido fácil lidar com o nosso eu, e muitas vezes nós mesmos nos sabotamos. Ó, Senhor, tem misericórdia de nós e ensina-nos a manter os nossos olhos em Cristo! Guia-nos com Teu Santo e Bom Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justificados pela fé em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JÓ29 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 28 — Rosana Barros
24 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e o apartar-se do mal é o entendimento” (v.28).

Já naquele tempo, a ganância do homem era manifestada pela incessante busca pelo ouro e pelas pedras preciosas. Jó descreveu o arriscado e duro trabalho nas minas e nos oceanos para ilustrar que nem todo o tesouro obtido pode ser comparado à sabedoria divina, pois “o seu valor não se pode avaliar pelo ouro de Ofir” (v.16) e “a aquisição da sabedoria é melhor que a das pérolas” (v.18). Apesar disso, muitos já arriscavam tudo, e até a própria vida, por causa de tesouros corruptíveis, quando a maior riqueza não pode ser comprada: ela é um dom de Deus. “Deus lhe entende o caminho, e Ele é quem sabe o seu lugar” (v.23).

Diante de discursos que ostentavam sabedoria e entendimento, Jó se valeu de seu conhecimento de Deus e da multiforme sabedoria divina. Mesmo em agonia, não compreendendo as razões de todo o seu sofrimento, ele sabia que Aquele que “vê tudo o que há debaixo dos céus” (v.24) traça caminhos que o homem não é capaz de cogitar. A menos que haja intimidade entre o homem e Deus, a menos que aliada à vontade divina esteja a submissão humana, o que pensamos ser sabedoria não passa de discursos vazios e destituídos de poder.

A confirmação de sua posição, sua coroa e tudo o que herdou de seu pai não foram suficientes para Salomão. Com a responsabilidade do governo, sobreveio-lhe o medo de agir como um monarca insensato. E, como resposta ao seu humilde pedido, Deus lhe descortinou o véu da sabedoria. Por meio das palavras de Jó, dos escritos de Salomão, de toda a Escritura e da vida de Cristo, o Senhor nos concedeu um tesouro de inestimável valor. Sua sabedoria, ou pelo menos o que conseguimos dela compreender, deveria ser buscada com mais esforço do que o de um mineiro em seu labor.

Em alta voz, a ordem inaugural da primeira voz angélica foi dada: “Temei a Deus e dai-Lhe glória” (Ap.14:7). Sendo uma mensagem para os últimos dias, deveríamos considerá-la em grande conta, pois ela nos prepara para as demais. A busca sincera por fazer a vontade de Deus é a chave que abre as portas dos Céus e derrama sobre o verdadeiro adorador a dádiva de um “coração sábio e inteligente” (2Rs.3:12). E isso nos leva a rejeitar o vinho adulterado de Babilônia (Ap.14:8), pois “o temor do Senhor consiste em aborrecer o mal” (Pv.8:13).

Semelhante a Jó, que consideremos mais valiosos os dons de Deus do que as ofertas corruptíveis deste mundo. E, certamente, o Espírito Santo nos dotará, cada dia mais, de sabedoria e de entendimento a fim de seguirmos as pegadas do nosso sábio Mestre, Cristo Jesus.

Oração:
Pai nosso que estás nos Céus, a Tua sabedoria é mais valiosa do que toda a riqueza que possa existir, pois nela encontramos o caminho da vida e da justiça, da verdade e do conhecimento. Senhor, humildemente Te pedimos por sabedoria, pois Tu mesmo nos incentivas a pedi-la com fé. Como necessitamos dela nestes dias tão difíceis, Pai! Queremos viver à luz da Tua presença. Ó, Senhor, dá-nos sabedoria para que a nossa vida conduza muitos à justiça! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, tementes a Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ28 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 27 — Rosana Barros
23 de julho de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Longe de mim que eu vos dê razão! Até que eu expire, nunca afastarei de mim a minha integridade” (v.5).

Os pensamentos e as palavras têm uma íntima relação com o ser todo. E não mensuramos o quanto os nossos hábitos afetam diretamente a nossa mente. Como criaturas holísticas, não temos como negar o fato de que corpo e mente estão intimamente ligados um ao outro. Portanto, quando um é afetado, consequentemente, o outro também sofre. Mas a experiência de Jó nos mostra algo de extrema importância em um mundo repleto de enfermidades físicas e emocionais: ainda que o nosso corpo e a nossa mente sofram danos, a nossa fé em Deus pode permanecer inabalável.

Assim como foi extremamente difícil para Jó aquele período de sofrimento em todos os âmbitos de sua vida, hoje enfrentamos um período que antecede a grande angústia final deste mundo. Jesus mesmo afirmou, referindo-Se aos últimos dias: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22). Não se trata, pois, de vida ou morte aqui nesta Terra, mas é o nosso destino eterno que está em jogo.

Da mesma forma que há um clamor do Espírito Santo para que ouçamos a Sua voz, o diabo reforça e aprimora o seu jogo satânico. Pouco a pouco ele foi acrescentando suas ciladas, de modo que o ser humano fosse se adaptando a elas. A princípio, vozes se levantam em protesto, mas, com o decorrer do tempo, o que era inaceitável torna-se comum, até que um novo conceito possa ser acrescentado. Creio que já passamos pela fase das sutilezas, meus irmãos, e estamos vivendo no limiar do “game over” deste mundo. Sendo assim, é um tempo sobremodo arriscado para baixarmos a guarda. Vocês não acham?

Está escrito: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo” (Is.5:20). Ou seja, amados, maldito o que faz distorção entre o santo e o profano; que confunde ou mistura um com o outro. Mesmo não tendo todas as respostas, ou não compreendendo o seu sofrimento, Jó manteve a sua integridade à luz que possuía. Nem a doença física, nem a depressão fizeram ruir a sua confiança na justiça de Deus. O mesmo poder nos é garantido, hoje. E comparado ao “que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9), o nosso sofrimento aqui não passará de um breve lapso temporal.

Eu não sei você, mas eu acho que está ficando cada vez mais difícil viver em conformidade com a Palavra de Deus diante de um mundo cada vez mais desobediente. Todo cristão sincero tem experimentado as dificuldades de se nadar contra a correnteza deste século. Cansados e afligidos, a nossa única segurança está em olhar para Jesus e obedecer à Sua Palavra, vigiando e orando como dependentes criancinhas.

Oração:
Ó, Senhor, assim como Jó recebeu a Tua força na tribulação e o Teu alívio em tempo oportuno, neste tempo sobremodo escuro, pedimos-Te força e perseverança, no poder do Espírito Santo, até que venhas em nosso resgate! Em nome de Cristo Jesus, nós Te clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseverantes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100