Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 29 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
18 de junho de 2017, 0:31
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“Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do SENHOR, e as suas próprias obras fazem às escuras, e dizem: Quem nos vê? Quem nos conhece?” (v. 15).


A “Lareira de Deus” (v. 1), Jerusalém, foi tida por culpada diante de Deus. Seus habitantes continuavam com suas práticas religiosas sem se dar conta de que estavam festejando de si para si mesmos. O juízo do SENHOR sobreviria “de repente, num instante” (v. 5). E o povo se humilharia perante Deus até ao pó (v. 4). A atitude que não buscaram em tempo de bonança, teriam ao sobrevir as grandes manifestações da parte “do SENHOR dos Exércitos” (v. 6): santificariam o Seu nome e temeriam o Deus de Israel (v. 23).

A cegueira espiritual e a hipocrisia, são, sem dúvida alguma, os maiores perigos na vida do cristão. “O espírito de profundo sono espiritual” (v. 10) faz com que qualquer revelação da parte de Deus se torne “um livro selado” (v. 11), isto é, torna-se algo impossível de se compreender. Mas a dura repreensão do SENHOR ao Seu povo não era para a sua destruição, mas para a sua redenção (v. 22), uma “obra maravilhosa no meio deste povo” (v. 14). Deus, como um Pai zeloso, iria até às últimas consequências para salvar os Seus filhinhos. Todos os juízos que sobreviriam aos habitantes de Jerusalém eram a disciplina de amor de um Pai que desejava vê-los “livres já da escuridão e das trevas” (v. 18).

Diante de um povo com o mesmo quadro espiritual, Cristo repete a mesma repreensão aos líderes judeus da época: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu CORAÇÃO está longe de Mim. E em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:7-9; Isaías 29:13). “Maquinalmente” (v. 13) aqueles que se chamavam pelo nome de Deus se orgulhavam de suas práticas religiosas enquanto seus corações estavam longe de Deus. A verdadeira adoração não consiste em ser um “bom” membro de igreja, mas em permitir que o Único que é verdadeiramente bom habite em seu coração. A adoração dos judeus consistia em rituais e em suas próprias doutrinas. Trocaram o Oleiro pelo barro e o Artífice pelas obras (v. 16).

Vivemos em um estado diferente? Não, meus irmãos! É triste, mas Deus continua a dizer: “Que perversidade a vossa!”

Será que temos nos aproximado de Deus como deveríamos? Será que verdadeiramente estamos buscando no SENHOR a verdadeira mudança de coração que necessitamos a cada dia? Ou somos zelosos membros de igreja esquecendo-nos do SENHOR da igreja? Como podemos esperar que Deus aceite a nossa adoração com o coração cheio de orgulho, inveja ou raiva de alguém? Isto não se chama adoração, isto se chama ofensa a Deus! Muitos têm usado a Palavra do SENHOR para condenar, tramar armadilhas, envergonhar os irmãos e “sem motivo” negar “ao justo o seu direito” (v. 21). E sobre o pedestal da arrogância e confiança própria, não conseguem enxergar as verdades libertadoras da Palavra de Deus. Leem a Bíblia, mas não a entendem de fato. Fazem longas orações, presumindo “que pelo seu muito falar serão ouvidos” (Mateus 6:7). Porém, permanecem cegos e “bêbados estão” (v. 9), embriagados com sua própria sabedoria (v. 14).

Entretanto, a infinita graça de Deus continua realizando a sua “obra maravilhosa”, fazendo de tudo para salvar o pecador. Chegou o tempo do grande reavivamento e reforma do povo do SENHOR! O SENHOR está despertando a Sua Igreja do “espírito de profundo sono” e promovendo a cura dos surdos e dos cegos espirituais (v. 18). Muitos, como os dois cegos de Jericó, atendendo aos apelos do Espírito Santo, têm gritado em meio à cegueira espiritual: “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!” (Mateus 20:31). E mesmo em meio a uma multidão ao redor os repreendendo para que se calem. E mesmo em meio a uma multidão indiferente que olha para estes e os julgam fanáticos e fundamentalistas, eles continuam a clamar pelo Único SENHOR capaz de curá-los e redimi-los. Então, algo maravilhoso acontece. Jesus do Céu para, olha para eles e pergunta: “Que quereis que Eu vos faça?” (Mateus 20:32). E o milagre da verdadeira conversão acontece. E o coração que reconhece a sua total dependência de Cristo, clama: “Senhor, que se nos abram os olhos” (Mateus 20:33). E Jesus, cheio de compaixão, nos toca, imediatamente nossos olhos se abrem e, finalmente, O SEGUIMOS (Mateus 20:34).

Jesus está voltando e se você deseja contemplar a Sua face, precisa começar a fazer isto aqui, pela fé. Em nome de Jesus, abra o seu coração a Deus! Permita que Ele realize a Sua “obra maravilhosa” em sua vida! Que se cumpra no povo de Deus, HOJE, a Sua Palavra: “E os que erram de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores hão de aceitar instrução” (v. 24).

Bom dia, salvos pela infinita graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 28 – Comentário Rosana Barros
17 de junho de 2017, 0:30
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“Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali” (v. 10).


Como uma “flor murcha”, Efraim, ou seja, Israel, havia trocado “a coroa de glória” (v. 5) pela “soberba coroa dos bêbados” (v. 1). Vencidos pela embriaguez e entregues aos seus próprios prazeres, seriam vencidos por “certo homem valente e poderoso” (v. 2), profecia que foi cumprida com a invasão dos assírios à Samaria. Mas esta apostasia não era exclusiva do Reino do Norte. Jerusalém também havia se corrompido a tal ponto que mesmo os seus líderes eram os primeiros a fazer errar o povo. Assim como o puro suco da uva representa a pura mensagem de um Deus santo, a bebida fermentada representa toda sorte de falsas doutrinas. Enquanto as verdades da Palavra de Deus são lâmpada e luz para conduzir os nossos pés no caminho em que devemos andar (Salmo 119:105), os falsos ensinamentos nos fazem errar “na visão” e tropeçar “no juízo” (v. 7).

Você já se perguntou por que existem tantas igrejas cristãs se a Bíblia é uma só? Quando o discípulo Filipe recebeu do Espírito Santo a ordem de ir ao encontro do oficial da rainha da Etiópia, este estava estudando justamente o livro do profeta Isaías. Este oficial tinha o desejo sincero de adorar ao Deus verdadeiro e de segui-Lo, mas precisava de orientação. E aqui fica para nós a primeira preciosa lição: DEUS JAMAIS DEIXARÁ SEM ENTENDIMENTO AQUELE QUE SINCERAMENTE DESEJA CONHECÊ-LO.
Filipe perguntou se ele estava entendendo o que lia, e a resposta daquele oficial é a segunda preciosa lição de Deus para nós:
“COMO PODEREI ENTENDER SE ALGUÉM NÃO ME EXPLICAR?” (Atos 8:31). O SENHOR possui os Seus filhos fiéis que mediante a direção do Espírito Santo tem ensinado o ASSIM DIZ O SENHOR tal qual está escrito. A própria Bíblia é autoexplicativa, “a Palavra do SENHOR lhes será… um pouco aqui, um pouco ali” (v. 13) sobre o mesmo assunto.

O torpor espiritual, tal qual o alcoólico, tem feito multidões cambalear pelo “vale dos vencidos do vinho” (v. 1). A Palavra do SENHOR e o entendimento estão à disposição de todos, “mas não quiseram ouvir” (v. 12). E a pergunta continua sendo a mesma: “A quem, pois, se ensinaria o conhecimento?” (v. 9). Deus nos convida a vislumbrar o Dia em que Ele mesmo será a coroa “para os restantes de Seu povo” (v. 5) e mediante o exame de Sua Palavra firmar a nossa vida sobre a Rocha (v. 16). A destruição que sobrevirá aos ímpios, que “já está determinada sobre toda a Terra” (v. 22) será a realização de “Sua obra estranha” (v. 21) e você e eu somos chamados a não termos parte neste “ato inaudito” (v. 21), “pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina” (v. 26). Isto é, tudo o que precisamos saber sobre o caminho da salvação o SENHOR nos deixou escrito, e “também isso procede do SENHOR dos Exércitos” (v. 29). Prossigamos em estudar a Bíblia “um pouco aqui, um pouco ali”, como o lavrador vai avançando e usando os meios mais eficientes e práticos em sua lavoura (v. 25, 27 e 28) e o SENHOR continuará nos conduzindo, porque “Ele é maravilhoso em conselho e grande em sabedoria” (v. 29), E NOS AMA MAIS DO QUE TUDO!

Feliz sábado, estudantes da Palavra!

Desafio do dia: Pregue e anuncie o evangelho do Reino (Lucas 8:1). Você já tem a sua dupla missionária? Peça ao Espírito Santo que lhe mostre alguém com quem possa evangelizar junto.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 27 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
16 de junho de 2017, 0:30
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“Naquele dia, dirá o SENHOR: Cantai a vinha deliciosa” (v. 2).


Definitivamente, se tem uma planta a qual a Bíblia cita como ilustração mais do que qualquer outra, esta é a videira. Os seus ramos, fruto e raiz foram bem explorados em forma de alegorias a fim de ensinar ao homem ricas lições espirituais. A vide era uma cultura muito comum na agricultura de Israel e precisava de cuidados especiais. A plantação geralmente era cercada e tinha uma torre de vigia para se evitar os ladrões. Além de que precisava ser cuidadosamente regada e frequentemente podada para produzir mais fruto.

“Jacó” (v. 6), isto é, Israel, diferente da situação do triste cântico de Isaías 5:1-7, agora desfrutaria de todas as coisas que precisava para ser uma “vinha deliciosa” (v. 2). Diferente da decisão do antigo Israel, Deus suscitaria um Israel espiritual que cumpriria a obra que fora negligenciada. Uma obra que encheria “de fruto o mundo” (v. 6). Seria cumprida a promessa feita por Cristo aos discípulos: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1:8).

De igual forma, Jesus usou a figura da videira para ilustrar o plano da salvação: “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer” (João 15:5). Eis a “vinha deliciosa”: Jesus Cristo. Não basta apenas pertencer a Ele, mas Ele precisa estar em nós. Eu nEle e Ele em mim, esta é a fórmula da salvação! Então, podem surgir “espinheiros e abrolhos” (v. 4) diante de nós, mas teremos em nosso favor o Agricultor (João 15:1) que nos dará a Sua paz (v. 5), agirá contra eles e os destruirá. O SENHOR também realiza em nós a Sua poda, lançando fora tudo aquilo que esteja nos impedindo de dar mais fruto. Muitas vezes não compreendemos de início os benefícios das lutas e provações que enfrentamos aqui, mas quando permitimos que o SENHOR nos molde, percebemos que o “xô!, xô!” (v. 8) nos ajudou a frutificarmos “uvas boas” e evitarmos as “uvas bravas” (Isaías 5:2).

Está mui perto o dia em que “o SENHOR castigará com a Sua dura espada, grande e forte” (v. 1), “a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap. 12:9). Porém, muitos também receberão a mesma condenação porque simplesmente recusaram dar atenção à santa Palavra de Deus. Como ramos secos, serão quebrados (v. 11). Um dia estiveram na videira, mas não permitiram que a vida que dela emana estivesse neles. Tornar-se-ão um povo sem entendimento e que é levado por toda sorte de doutrinas de homens. A porta da graça se fechará e já não mais haverá perdão (v. 11). Porém, o SENHOR colherá os Seus filhos “um a um” (v. 12) e, ao ressoar da última trombeta, os ajuntará, como um só povo, “e adorarão ao SENHOR” (v. 13) pelos séculos dos séculos.

Amados, precisamos permanecer em Cristo e permitir que Ele permaneça em nós. Acordou? Primeiro Deus! A comunhão é a chave de acesso aos portais eternos! Manter uma amizade íntima com Cristo todos os dias é o que nos mantém conectados a Ele. Bíblia + oração = poder do Espírito Santo. E poder do Espírito Santo = testemunhas de Jesus. Esta é a equação cujo resultado é um só: SALVAÇÃO.

Bom dia, salvos em Jesus!

Desafio do dia: Desenhe ou imprima a figura de um cacho de uvas, escreva ao lado o texto de João 15:5 e coloque em um lugar visível para que você nunca se esqueça da sua comunhão diária com Cristo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
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ISAÍAS 26 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
15 de junho de 2017, 0:30
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“Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti” (v. 3).


As cenas finais deste mundo têm passado diante de nossos olhos como se fossem cenas de um filme do Apocalipse. “Como a mulher grávida, quando se lhe aproxima a hora de dar a luz” (v. 17), os sinais se intensificam e nos revelam a brevidade do advento do nosso Salvador. Em tom de urgência, a voz do terceiro anjo (Ap. 14:9-12) tem se intensificado e os juízos do SENHOR têm sido derramados em porções de alerta, em resposta ao povo que nEle espera (v. 8). A confiança perpétua (v. 4) só estará no coração de todo aquele que em seu refúgio de oração e comunhão procurou seguir a ordem do SENHOR: “Vai, pois, povo Meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti” (v. 20). Em lugares secretos, seguindo a ordem do Mestre (Mateus 6:6), espalhado por este mundo, existe um exército do SENHOR. Sua armadura? A de Deus (Efésios 6:10-12). Seu escudo? A fé (Efésios 6:16). Sua espada? A Bíblia, “a Palavra de Deus” (Efésios 6:17). Seu grito de guerra? A oração e a súplica (Efésios 6:18). Sua estratégia? A perseverança (Efésios 6:18; Mateus 24:13). Eis o verdadeiro exército do SENHOR na Terra! Eis o grupo daqueles “cujo propósito é firme”!

Deus “põe a salvação por muros e baluartes” (v. 1) ao redor de Seu exército de intercessores e confirma-os para o glorioso Dia em que dará a ordem defronte à Cidade Santa: “Abri, vós as portas, para que entre a nação justa, que guarda a fidelidade” (v. 2). Com fé e esperança guardaram a Palavra do SENHOR no coração (Salmo 119:11) e construíram suas vidas sobre o firme alicerce da “Rocha Eterna” (v. 4). Do SENHOR recebem a paz e todas as suas obras são o resultado atuante do Espírito Santo (v. 12). A missão que não foi cumprida por Israel, está se cumprindo em nossos dias e o evangelho do Reino tem sido pregado “a todos os confins da Terra” (v. 15). O SENHOR tem aumentado o Seu povo e por ele tem sido glorificado (v. 15). “Vindo sobre eles” a correção do SENHOR, derramam “as suas orações” (v. 16), aguardando a breve redenção. E ainda que a morte os alcance, “viverão e ressuscitarão” (v. 19): “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap. 14:13). Quando a trombeta de Deus ressoar e a voz do Arcanjo anunciar: “despertai e exultai”, então, “a terra dará à luz os seus mortos” (v. 19), “e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (I Tessalonicenses 4:16).

Mesmo que nossos olhos mortais não permitam que vejamos, a mão do SENHOR “está levantada” (v. 11), zelando pelo Seu povo e derramando os Seus juízos sobre os Seus adversários. A misericórdia de Deus está estendida até sobre o perverso, e “nem por isso aprende a justiça… e não atenta para a majestade do SENHOR” (v. 10). Em cada sentença das Escrituras há a revelação do amor de Deus por Suas criaturas e o desejo intenso de salvá-las definitivamente. O SENHOR precisa por um fim neste mundo de pecado, onde a maldade não possui mais limites. Ele está prestes a sair do Seu lugar de intercessão “para castigar a iniquidade dos moradores da Terra” (v. 21). Cristo está prestes a trocar as Suas vestes sacerdotais pelas vestimentas de Juiz Justo. E o que estamos fazendo com a oportunidade que ainda nos resta?

Amados, é tempo de suspirarmos noite e dia pelo regresso do nosso SENHOR! É tempo de procurarmos a presença de Deus diligentemente, com todo o nosso ser (v. 9)! Busque ao SENHOR enquanto ainda pode achá-Lo (Isaías 55:6)! Isto não é um apelo emocional, é uma questão de vida ou morte!

Bom dia, exército do Deus vivo!

Desafio do dia: Hoje, “entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mateus 6:6).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
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ISAÍAS 25 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
14 de junho de 2017, 0:30
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“Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o SENHOR Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do Seu povo, porque o SENHOR falou” (v. 8).


Ontem à noite eu estava muito cansada e com dor de cabeça enquanto arrumava o meu filho mais novo para dormir. Ele sempre foi muito musical e começou a cantar um de seus louvores favoritos. Quando me dei por conta, já estava rindo e cantando junto com ele. O louvor, além de ser um ato de adoração, é uma dádiva de Deus para o nosso benefício. Ele promove bem-estar, alegria e tem funções terapêuticas. O louvor, também como uma forma de gratidão a Deus, eleva os nossos sentidos a uma atmosfera sagrada e desperta em nós a necessidade de estar na presença do Único que é digno de toda honra, toda glória e todo louvor.

No capítulo de hoje, o motivo do louvor é a misericórdia divina. Pela renovação diária das misericórdias de Deus (Lamentações 3:22-23) recebemos uma oportunidade após outra de sermos testemunhas oculares de muitos de Seus milagres contemporâneos e a confirmação de que Seus “conselhos antigos” permanecem “fiéis e verdadeiros” (v. 1). Israel tinha o costume de transformar a sua gratidão em canção. O livro de Salmos é um exemplo disso, além dos demais cânticos espalhados pelo antigo testamento. Mas, certamente, o louvor mais esperado pelos justos de todos os tempos é o da vitória final; aquele que abrirá os portais da eternidade: “Entoavam um novo cântico diante do trono” (Ap. 14:3).

O hino triunfal dos tiranos será aniquilado” (v. 5), diante da glória do Cordeiro de Deus. Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia; refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v. 4). E selará a Sua obra destruindo “a morte para sempre” (v. 8). Toda altivez será abatida (v. 11), toda vergonha dissipada, todo choro cessado. Como o véu do santuário (Mateus 27:51), o céu será “rasgado” e contemplaremos a completa “Shekinah” do Unigênito do Pai. Diante de tal cena cuja finita mente humana ainda não consegue vislumbrar, dos lábios dos salvos soará em uníssono: “Eis que Este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o SENHOR, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (v. 9).

Muito em breve não haverá mais cansaço e nem dor de cabeça. Dentro em breve nossos ouvidos ouvirão os perfeitos louvores angelicais e sons que nos eram desconhecidos (I Coríntios 2:9). Uniremos nossas vozes às hostes celestes e em uma harmonia indescritível, exaltaremos e louvaremos o nome do SENHOR para todo o sempre. Tenha certeza disso, “porque o SENHOR falou” (v. 8)!

Bom dia, coral de adoradores do SENHOR!

Desafio do dia: Em seu culto matinal, eleja o hino do dia e passe o dia louvando ao SENHOR em seu coração. E não se esqueça de nosso dia especial de jejum e oração às quartas-feiras.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 24 – Comentário Rosana Barros
13 de junho de 2017, 0:30
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“Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna” (v. 5).


Este capítulo mais parece que estamos lendo o livro de Apocalipse. Repleto de profecias para o tempo do fim, Isaías 24 é uma prova inequívoca de que o “evangelho eterno” (Ap. 14:6), como a própria expressão o diz, está contido tanto no antigo como no novo testamento. O profeta sai do contexto de juízo contra Tiro e expande o juízo para toda a terra (v. 3). A ira de Deus será manifestada contra o mundo (v. 4) “por causa dos seus moradores” (v. 5), e tanto grandes quanto pequenos terão de enfrentá-la (v. 2, Ap. 6:15). Apesar do principal atributo divino ser o amor (I João 4:8), a ira também é um dos atributos divinos, e ignorá-la não a torna inexistente. A Bíblia diz que Deus é tardio em irar-Se (Jonas 4:2), mas também deixa bem claro que chegará o tempo em que derramará sobre o mundo as sete taças de Sua ira (Ap.16:1) e apenas os justos serão poupados, cumprindo-se fielmente a profecia do salmista: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios” (Salmo 91:7-8).

A obediência, como o foi no princípio, será o que definirá o destino eterno de cada ser humano. Satanás tem multiplicado os frutos de sua maldade e os oferecido a cada um de nós de acordo com o que mais condescendemos. Sua estratégia é a mesma: levar-nos a transgredir os mandamentos do SENHOR e violar a Sua Palavra. Vocês prestaram bastante atenção à última expressão do verso 5? Ele diz que os moradores da terra “quebram a aliança eterna”. Perceberam? ALIANÇA ETERNA! A Bíblia não diz que os judeus quebraram a aliança eterna. Não diz que os israelitas quebraram a aliança eterna. Diz que OS MORADORES DA TERRA QUEBRAM A ALIANÇA ETERNA! Será que isto não é suficiente para lhe fazer entender que TODOS NÓS estamos inseridos neste contexto? Que parte de “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is. 40:8), você ainda não compreendeu?

Amados, o profeta deixa algo bem claro: não foi ele quem disse tudo aquilo, mas “o SENHOR é Quem proferiu esta palavra” (v. 3).
Querem realmente saber a verdade? Pois bem.
“Na verdade” (v. 5), em todos os tempos o homem tem contaminado o mundo lançando por terra as verdades da Palavra de Deus. Paulatinamente, tem destruído o lar que Deus havia criado perfeito. Sob o domínio satânico, surge toda sorte de crenças e filosofias que descartam por completo, ou em parte, as santas escrituras. A verdade de que “TODA Escritura é inspirada por Deus” (II Timóteo 3:16) é ignorada nos púlpitos que apresentam apenas o que lhes convém e o que preenche os bancos das igrejas. Não é popular pregar a verdade, é fundamentalismo. E mais e mais a maioria vai sendo arrastada para “a maldição que consome a terra” (v. 6).

Resumindo este capítulo, à luz de Apocalipse, ASSIM DIZ O SENHOR:
“Eis que o SENHOR” (v. 1) “vem com as nuvens e todo olho O verá” (Ao. 1:7). “O que suceder ao povo” (v. 2) também sucederá aos “reis da Terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre” (Ap. 6:15). “A terra pranteia e murcha” (v. 4) e “o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola” (Ap. 6:14). Aos moradores da terra que a contaminaram transgredindo a Lei divina e quebrando a aliança eterna (v. 5), “aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos” (Ap. 21:8), serão mortos e, após os mil anos, “serão queimados” (v. 6). Nos últimos dias “poucos restarão” (v. 6) fiéis à Palavra do SENHOR. Estes poucos que restarão são “umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras” (Ap. 3:4), “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap. 14:12). “Naquele dia” (v. 21) eles darão “Glória ao Justo!” (v. 16). Também “Naquele dia, o SENHOR castigará” (v. 21) o diabo e seus anjos, “as hostes angélicas”; serão “encerrados num cárcere” (v. 22), e “depois de muitos dias”, após mil anos de prisão (Ap. 20:7), serão castigados juntamente com os ímpios na segunda e definitiva morte (Ap. 21:8; 20:9). Então, não precisaremos mais da lua e nem do sol (v. 23), pois “já não haverá noite, nem precisam eles… da luz do sol, porque o SENHOR Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (Ap. 22:5). Aleluia! Amém!

“Eis que venho sem demora” (Ap. 22:7) é a promessa do nosso SENHOR e Salvador! Não é Ele quem tarda a Sua promessa, meus irmãos, é a nossa teimosia que O faz longânimo (II Pedro 3:9). “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hebreus 3:15). Mas “glorificai ao SENHOR… ao nome do SENHOR” (v. 15), amando-O (João 14:15), “esperando e apressando” (II Pedro 3:12) a Sua vinda e com a sua vida proclamando: “Vem, SENHOR Jesus!” (Ap. 22:20).

Bom dia, justos do SENHOR!

Desafio do dia: Ore e peça ao Espírito Santo que lhe mostre de que forma o SENHOR deseja lhe usar para abreviar a Sua vinda. Coloque-se inteiramente nas mãos de Deus, e deixe-O agir.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 23 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
12 de junho de 2017, 0:30
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“O SENHOR dos Exércitos formou este desígnio para denegrir a soberba de toda beleza e envilecer os mais nobres da terra” (v. 9).


Tiro e Sidom eram as principais cidades da Fenícia e ali se encontravam grandes portos marítimos de onde eram comercializados diversos produtos com outras nações. Os fenícios tinham muito orgulho de seu próspero comércio, ostentando muitas riquezas. Mas o seu império estava prestes a ruir e seus navios às vésperas de realizar a última viagem. Fazendo referência à “terra dos caldeus” (v. 13), ou seja, Babilônia, o profeta relata um dos juízos que sobreviria à Fenícia por meio desta nação. Um período de setenta anos também foi relatado: “Não é possível especificar quando os 70 anos começaram nem quando terminaram. Alguns creem que o período corresponda aos 70 anos do cativeiro judaico em Babilônia” (Comentário Adventista, vol. 4, p. 196). Uma coisa é certa: O juízo aconteceu e conforme o desígnio do SENHOR, o soberbo império foi aviltado.

Quando, em maio de 1911, o famoso “Titanic” foi lançado ao mar como a mais inovadora, luxuosa e segura embarcação que já haviam construído, ninguém poderia imaginar que ao subir naquela grande e imponente construção estavam a bordo de um navio que não encontraria “ancoradouro” (v. 1). O supostamente “inafundável” não completaria nem a sua primeira viagem. Algumas curiosidades me chamaram atenção neste episódio:

  1. O capitão da embarcação havia marcado um treinamento de emergência para os passageiros, mas este foi cancelado. Se tivesse acontecido, muitas vidas teriam sido poupadas;
  2. A maioria dos botes salva-vidas não estavam com a sua capacidade total preenchida e o navio tinha capacidade de levar praticamente o triplo de botes, mas só levava 20. Ou seja, a maioria das pessoas ou mesmo todas poderiam ter sido salvas;
  3. A embarcação manteve a sua velocidade máxima mesmo sabendo que estava numa região de icebergs;
  4. Se houvesse recebido o sinal de que aquele iceberg estava à frente 30 segundos antes, o navio não teria afundado;

Amados, na embarcação de nossa vida só existe espaço para um capitão: Jesus Cristo, ou Satanás. Assim como o “Titanic”, o inimigo das almas promete fazer de nossa vida uma embarcação luxuosa, supostamente segura e repleta de atrativos. Entretanto, como passageiros de uma viagem fatal, seus adeptos navegam para no fim perceber que não há um porto os esperando. Não há “ancoradouro” (v. 1).

Porém, sendo Cristo o Capitão de nossa vida, podemos nos valer de todos os “procedimentos de segurança” que Ele nos deixou em Sua Palavra para que não venhamos a naufragar. Não há possibilidade de superlotação quando Cristo está no comando. Os Seus desígnios são perfeitos e Ele não permite que Seus filhos sejam colocados em situação de perigo que não possam suportar. Ele nos deixou escrito todas as advertências que precisamos saber para que alcancemos o único porto seguro. Continue estudando a Bíblia, ela é o seu Guia de instruções para que faças uma “viagem” segura mesmo em meio aos “icebergs” do mar da vida. Permita que Jesus lhe conduza e certamente encontrarás o “ancoradouro” da eternidade!

Bom dia, embarcações de Cristo!

Desafio do dia: Louve ao SENHOR e medite neste louvor! Entregue cada atividade de seu dia nas mãos do Capitão Jesus Cristo!

https://www.youtube.com/watch?v=bJB8RBVxV6k

Rosana Garcia Barros

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