Filed under: Sem categoria
“Assim, estas nações temiam o Senhor e serviam suas próprias imagens de escultura; como fizeram seus pais, assim fazem também seus filhos e os filhos de seus filhos, até ao dia de hoje” (v.41).
Hábitos, costumes, tradições, raízes culturais fazem parte da história de cada ser humano e são coisas difíceis de serem mudadas, que dirá esquecidas. Mas Israel e Judá esqueceram de suas origens e da aliança feita com o Senhor, Deus de seus pais: Abraão, Isaque e Jacó. Tornaram-se desobedientes e se envolveram com as abominações e com os costumes idólatras das nações vizinhas, ignorando que “o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v. 15). Estamos diante de uma realidade espiritual de cortar o coração. A pergunta é: será que ela ficou no passado?
Deus sempre teve um povo para chamar de Seu e que promove a verdadeira adoração. No capítulo de hoje, vimos que um sacerdote foi enviado aos pagãos que foram habitar em Samaria, “e lhes ensinava como deviam temer o Senhor” (v.28). Da mesma forma, Deus preserva hoje um “sacerdócio real” (1Pe.2:9), que busca ensinar, por preceito e por exemplo, o “assim diz o Senhor”. Mas, em meio ao relativismo, sincretismo, feminismo, pluralismo, legalismo, formalismo, mundanismo e tantos outros “ismos”, o puro evangelho de Cristo acaba sendo deturpado e as ideias humanas colocadas acima da sabedoria divina.
Quando a nação eleita deu as costas ao Senhor, tornou-se escrava não somente das nações inimigas, mas de suas próprias paixões e condescendências. O culto misto foi promovido pela nova população de Samaria e se enraizou de tal forma que foi transmitido de geração em geração (v.41). Quando transformamos a adoração em manifestações de tradição ou cultura, perdemos o foco do que realmente significa temer a Deus e deixamos de atender ao apelo solene e urgente: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).
Existe algo de maravilhoso na mensagem do primeiro anjo de Apocalipse. O Deus Criador convida a obra-prima de Sua criação a viver na Terra o que os nossos primeiros pais viveram originalmente: uma vida de comunhão pessoal com Ele. Através de Sua Palavra, podemos visualizar o incomparável e santo caráter de Deus descrito em linguagem que podemos compreender. “O Senhor advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas” (v.13). O mesmo Ele tem feito hoje, em nossa geração. Quando Deus levanta um povo para chamar de Seu, Ele mesmo define a sua identidade, como foi com a descendência de Jacó: “a quem deu o nome de Israel” (v.34).
A nossa identidade revela quem somos, de onde viemos e para onde estamos indo. Se a perdemos, ou se ela simplesmente deixa de ser relevante, então nossa história cai no esquecimento porque o nosso padrão deixa de ser santo e torna-se comum. A Bíblia deixa bem claro que a causa do cativeiro assírio não foi apenas uma questão de conquista territorial, mas a consequência inevitável de andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8), e não nos mandamentos e estatutos do Rei dos reis. Porque “não deram ouvidos; antes, se tornaram obstinados” e “não creram no Senhor, seu Deus” (v.14).
Eu pergunto: como pode o povo de Deus fazer diferença no mundo se o mundo e os seus costumes “tomaram posse” (v.24) do coração do povo de Deus? Percebam que o rei da Assíria “trouxe gente de Babilônia” (v.24) e de outras regiões para habitar em Samaria, enquanto os israelitas foram espalhados pela Assíria. Do mesmo modo, Satanás tem infiltrado seus agentes no meio do povo de Deus e trabalhado para que muitos sejam espalhados, perdendo o vínculo com o sagrado. Como a verdadeira adoração no santuário envolvia a música certa, as vestimentas certas, as pessoas escolhidas para o serviço, as cerimônias a serem observadas, precisamos ser bem sinceros e refletir um pouco (e nem precisa refletir muito para chegar a uma conclusão): a minha adoração reflete a imagem de Deus ou a imagem de meus “próprios deuses” (v.29)? Estou adorando ao Senhor conforme “está escrito” ou segundo o que eu acho ser o correto?
Amados, ou o povo de Deus entende que pesa sobre ele a responsabilidade de educar uma geração de verdadeiros adoradores, ou cairá na maldição de estar prestando um culto misto e abominável e transmitindo esta derrota a “seus filhos e os filhos de seus filhos” (v.41). Então, enquanto prossegue em uma adoração misturada e impura, incorre no perigo de passar pelo que Israel passou, e insistentemente, a Bíblia repete que o Senhor “o afastou da Sua presença” (v.18); Ele “os expulsou da Sua presença” (v.20); “o Senhor afastou a Israel da Sua presença” (v.23). E isso, amados, porque Israel quis andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8); quis andar conforme as nações pagãs, “das quais o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v.15); “andaram nos costumes que Israel introduziu” (v.19); “procederam segundo o seu antigo costume” (v.40).
Como vimos, costumes podem ser incorporados em nossa vida como maldições muito difíceis de serem eliminadas. Como o Senhor falou a Israel e os advertiu “pelo ministério de todos os Seus servos, os profetas” (v.23), temos hoje em mãos a santa e pura Palavra de Deus e “o espírito da profecia” (Ap.19:10), que estão a preparar um povo para o retorno de Jesus. Não há desculpas para a ignorância diante da luz que recebemos, amados. Isso, porém, não nos autoriza a julgar ou condenar nossos irmãos. Pelo contrário. Fomos chamados como testemunhas, não como acusadores. Tenhamos sempre em mente que a nossa cidadania não é daqui. E como cidadãos do reino celestial, nosso caráter deve refletir o amor com que Cristo nos amou. E como Cristo nos deixou exemplo e como aquele sacerdote enviado aos habitantes de Samaria os ensinou “como deviam temer o Senhor” (v.28), que, pela graça de Deus, nossa voz, nossas atitudes e nossa vida sejam a repercussão de um claro e sonoro “está escrito”.
Pai de amor eterno, o capítulo de hoje é um tanto assustador, pois não se trata apenas do relato de um passado remoto, mas também da triste realidade dos nossos dias. Aquele povo estava com o coração dividido e Jesus declarou que não podemos servir a dois senhores. Pai, por vezes nos pegamos confusos sobre muitas coisas que temos visto acontecer no meio do Teu povo. Parece que uma nuvem cinza paira sobre nós! Não vemos a hora de estarmos na pátria celeste, onde tudo será claro e livre de confusão ou dúvida. Clamamos por ouvidos sensíveis à voz do Espírito Santo e um coração submisso à Tua vontade para que não tenhamos medo de tomar decisões, ainda que isso nos custe perseguição e má compreensão. Tão somente queremos ser aprovados por Ti, Senhor. Ajuda-nos, ó Deus! Socorre-nos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos da pátria celeste!
Rosana Garcia Barros
#2REIS17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Porque andou no caminho dos reis de Israel e até queimou a seu filho como sacrifício, segundo as abominações dos gentios, que o Senhor lançara de diante dos filhos de Israel” (v.3).
De nação santa de Deus, Israel estava a um passo de ganhar em maldade para as nações pagãs. Contrastando com os demais reis de Judá, Acaz não foi apenas um rei, mas um dos piores, pois “andou no caminho dos reis de Israel” (v.3). Não foi apenas um pai; foi o assassino de seu próprio filho. Não foi apenas um político estrategista; foi um falso adorador. Ele trocou o socorro do Senhor pela ajuda de homens, e o altar do Senhor foi colocado sem utilidade ao lado de um altar pagão. Deliberadamente, Acaz trocou a bênção pela maldição. Perdeu totalmente a noção do sagrado e se desfez das coisas santas como quem descarta objetos comuns.
O “troca-troca” de Acaz, infelizmente, não ficou exclusivo àquela época. Transformou-se em algo tão sutil que já não desperta revolta. Percebam que Acaz não deixou de observar os ritos sagrados, e os fazia como se fossem dedicados ao Senhor e oficiados por um sacerdote do Senhor. Entretanto, fazia-os no lugar e do modo que ele mesmo escolheu. Hoje, muitos dizem adorar a Deus, mas cada um da forma que mais lhe agrada. Falar de reavivamento e reforma tornou-se um discurso “extremista”, enquanto a maioria dos cristãos, especialmente os jovens, naufraga no mar de um cristianismo sem profundidade, nem tampouco identidade.
O capítulo de hoje nos traz uma lição fundamental para a nossa jornada cristã: deixar de lado o “assim diz o Senhor” para fazer a própria vontade é uma contrafação às preciosas verdades contidas na Palavra de Deus, e quem segue por esse caminho jamais terá êxito. Quando entregamos o nosso coração a Deus, o resultado inevitável é uma vida em constante progresso espiritual. Isso é um processo chamado santificação. E não significa que nunca mais vamos errar, mas que, mesmo cometendo erros de percurso, não largaremos da mão de Deus. Vimos que Davi, por exemplo, é o nome que representa um bom rei diante de Deus. Davi, porém, cometeu muitos e graves erros em sua vida. A diferença é que Davi não foi rebelde, mas escolheu entregar o seu coração aos cuidados do Senhor.
Liberdade não é viver o que eu acho ser correto. Liberdade é servir a Deus da maneira que Ele mesmo orientou. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Existem, a título de ilustração, profissionais preparados para servir à sociedade. Se um médico prescreve um medicamento, é natural que o providenciemos e iniciemos o tratamento. Se um engenheiro aprova um projeto, é sinal de que podemos dar início às obras. Se o nosso carro vai para a revisão e o mecânico diz que está tudo em ordem, voltamos para casa confiantes de que o carro não dará problema. Confiamos nestes profissionais simplesmente porque eles são especialistas em sua área de atuação. Então, por que é tão difícil para o ser humano confiar nAquele que o criou? Em vez de corrermos para os braços do nosso Criador, nos atiramos nos braços falhos de outras criaturas. E, semelhante a Acaz, adiamos a entrega do nosso coração a Deus, deixando para uma “deliberação posterior” (v.15).
Assim como não fomos criados de qualquer jeito, a verdadeira adoração ao Criador não pode ser de qualquer maneira. Uma vida consagrada no altar do Senhor tem vínculo com o Céu através do diligente estudo da Palavra, da oração e do testemunho. Através de um relacionamento diário com Jesus, experimentamos as bênçãos de uma vida com propósitos eternos e, como o salmista, podemos declarar a cada amanhecer: “Faze-me ouvir, pela manhã, da Tua graça, pois em Ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a Ti elevo a minha alma” (Sl.143:8). Já uma vida sem comunhão é uma vida vazia, que busca preencher o abismo da alma imitando as obras de outras que se encontram na mesma condição. Como a beleza daquele altar pagão, o pecado se mostra atraente e acaba sequestrando todo aquele que por ele é vencido.
Ellen White escreveu o seguinte: “Quanto mais intimamente vos relacionardes com a Fonte da luz e do poder, tanto mais abundante a luz que sobre vós incidirá, e maior o poder com que haveis de trabalhar para Deus” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.493). Sobre qual altar temos dedicado a nossa vida e como temos feito isso? Que possamos atender ao apelo do Espírito Santo através do apóstolo Paulo, consagrando, diariamente, no altar do Senhor, o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o [nosso] culto racional” (Rm.12:1).
Nosso amado Pai e Criador, perdoa-nos por todas as vezes que buscamos auxílio no lugar errado e tentamos fazer as coisas do nosso jeito como se o Senhor tivesse a obrigação de aceitar a nossa oferta imperfeita! Pai, opera hoje em nosso coração o milagre da conversão, para que os nossos sentidos sejam governados pelo Espírito Santo e isso seja para nós motivo de muita alegria. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, consagrados no altar do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Esta foi a palavra que o Senhor falou a Jeú: Teus filhos, até à quarta geração, se assentarão no trono de Israel. E assim sucedeu” (v.12).
Há alguns dias, estudamos a história de Naamã, sobre a sua lepra e de como foi curado. Hoje estudamos sobre o rei Azarias (ou Uzias), sobre a sua lepra e de como não houve cura. Naamã havia sido um herói de guerra, conquistador de muitas vitórias. Porém, tudo o que havia conseguido foi porque o Senhor o abençoou, e ele precisava reconhecer isso. No caso de Azarias, a maldita doença consumiu a sua vida até à morte; a cura não lhe foi outorgada. Quando estudarmos o segundo livro de Crônicas, veremos que Azarias acariciou o orgulho e a arrogância em seu coração.
Provavelmente, se Deus não tivesse permitido que aquela doença o ferisse até à morte, o relato de que “fez o que era reto perante o Senhor” (v.3) teria sido bem diferente. Azarias também é chamado na Bíblia pelo nome de Uzias (v.32), mas ambos os nomes significam: “Deus é a minha força” ou “a minha força é Deus”. O Senhor teve que deter as forças de Azarias para que ele pudesse compreender o significado e o peso de seu próprio nome.
Enquanto isso, em Israel …
Conspirações, mortes e um reino que não passava de pai para filho, mas de um assassino para outro. As palavras que o Senhor havia dito a Jeú se cumpriram: “Porquanto bem executaste o que é reto perante Mim e fizeste à casa de Acabe segundo tudo quanto era do Meu propósito, teus filhos até à quarta geração se assentarão no trono de Israel” (2Rs.10:30). Infelizmente, Jeú não andou diante do Senhor com inteireza de coração e, após a quarta geração, o trono de Israel não seria mais de sua descendência (2Rs.10:31).
De geração em geração, o pecado tem revelado seus resultados desastrosos. Tudo porque a natureza humana conspira contra a natureza divina. Não estamos livres, nem como cristãos. Vivemos uma batalha constante contra a lei do pecado que habita em nossa carne. A respeito disso, o próprio Paulo confessou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm.7:19). A vida cristã é um desafio diário. Mas podemos louvar ao Senhor porque temos um Salvador compassivo que Se compadece de nós, que deseja perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda a injustiça (1Jo.1:9). Até que, como o próprio Paulo, possamos declarar: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl.2:20).
Temos visto, de forma muito clara, que pertencer a Israel ou a Judá não era sinônimo de salvação, amados. Fazer parte de uma nação eleita não garantia aos filhos de Israel uma entrada no Céu, mas fazia deles atalaias do Senhor, mensageiros da verdade. Não era apenas um privilégio, mas uma tremenda responsabilidade. “Fez o que era mau perante o Senhor” era uma realidade que se repetia vez após outra, principalmente em Israel. Já em Judá, observem que alguns reis fizeram “o que era reto perante o Senhor”, e que os nomes de suas mães são citados nas Escrituras. Certamente, uma lembrança viva da importância da educação de mães piedosas.
Hoje, vivemos em um mundo onde a maior pregação tem sido: “Deus só quer o seu coração”! Cuidado, amados! Sim, Deus quer o nosso coração, pois Ele mesmo diz: “Filho Meu, dá-me o teu coração” (Pv.23:26), e também diz: “Eis que estou à porta e bato […]” (Ap.3:20). Mas quando abrimos a porta de nosso coração e o entregamos a Deus, é inevitável que haja mudança. Pois quando Cristo assume o primeiro lugar em uma vida, Ele arruma a bagunça que o pecado deixou. O Espírito Santo entra como agente transformador e passamos a andar “em novidade de vida” (Rm.6:4). Percebem?
Todo aquele que aceita a Jesus como Seu Salvador pessoal precisa refletir a Sua imagem. Precisa almejar ser como Ele. Esse reflexo só pode ser percebido quando há uma transformação de dentro para fora. Essa transformação inclui andar pela via dolorosa com Cristo, na escola do sofrimento que nos aperfeiçoa e nos faz sentir cada vez mais saudades do Salvador e do Céu. A aparência de santidade aliada a um coração orgulhoso é um dos maiores enganos do inimigo, meus irmãos. Quando a Bíblia diz que “o coração alegre aformoseia o rosto” (Pv.15:13), não está a falar de qualquer alegria, mas do fruto do Espírito Santo; e nem tampouco de qualquer formosura, mas da formosura em assemelhar-se a Cristo. O que Israel não entendeu, precisamos buscar viver a cada dia, pelo poder da graça divina.
A maior preocupação e ocupação dos reis de Israel e de Judá era a de engrandecer o seu nome e tornar o seu reino poderoso sobre os demais. A maior ocupação dos fiéis sentinelas de Cristo deve ser engrandecer o nome dEle e anunciar o Seu Reino. A ordem de Cristo foi: “Ide ao mundo e pregai o evangelho!” (Mt.28:19), e não “ide à igreja e se ocupem a ponto de não terem tempo de buscar o que está perdido”. Mas antes de ir, os discípulos tiveram que ficar e esperar, até estarem cheios do Espírito Santo (At.1:8).
Buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça não é fazer o que achamos que devemos fazer, mas permitir que o Espírito Santo tome conta do nosso coração e conduza os nossos passos na direção daqueles que necessitam conhecer a Cristo. Lembremos, amados, que quando os discípulos estavam cheios do Espírito, “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At.2:47). Não permitamos que a lepra do pecado nos consuma a vida até à morte. Mas que possamos abrir o nosso coração Àquele que por Sua morte nos presenteou com vida, e vida em abundância (Jo.10:10).
Nosso Deus e Pai, a Tua preciosa graça tem nos alcançado a cada dia e nós queremos ser Teus instrumentos, cheios do Teu Espírito, para compartilhá-la com outros. Como os passarinhos constroem seus ninhos com um fio após outro até que tenham um ninho seguro, que a obra do Espírito Santo seja realizada em nosso coração, um dia de cada vez, até que estejamos completamente seguros em Teus braços. Que a nossa maior e primeira ocupação seja a de proclamar o Teu reino e a breve volta de Jesus! Fazemos, hoje, Senhor, uma aliança com o nosso coração, para que ele seja inteiramente Teu! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos para salvar!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Então, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Israel, dizendo: Vem, meçamos armas” (v.8).
Amazias fez “o que era reto perante o Senhor, ainda que não como Davi, seu pai; fez, porém, segundo tudo o que fizera Joás, seu pai” (v. 3). Ou seja, agiu como Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome daquele que se permite ser uma bênção nas mãos de Deus jamais é esquecido, e Davi tornou-se a referência do Senhor para a monarquia de Judá.
Após uma vitória contra os edomitas, Amazias desafiou o rei de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
— Vem, e eu vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
— Você está se achando só porque venceu os edomitas! Então fique satisfeito e se aquiete. Por que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que eu não avisei!
Resultado, amados: “Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa” (v.12). Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, e “também reféns” (v.14) foram levados para Samaria. Ou seja, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar. Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores. Ele tinha tudo para construir um reino estável e deixar um legado firme, mas trocou a retidão perante o Senhor pela exaltação própria.
Jeroboão II, seguindo a mesma linha de seus antecessores, “fez o que era mau perante o Senhor; jamais se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate” (v.24). Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão. O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos. Quando o usamos para medir forças com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus (Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!).
Quando estudamos os evangelhos, percebemos que, enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no Reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles estavam na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, ensinando-lhes uma das mais poderosas lições sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome e do Seu caráter em nossa vida.
Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando “todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (At.1:8). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que O testavam, mas orava por eles e usava a única “arma” que tem o poder de “ferir” para curar: “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).
O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos não torna o nosso nome digno de louvor. Como Davi, precisamos orar: “Também da soberba guarda o Teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão” (Sl.19:13). Jeroboão II foi usado pelo Senhor para livrar Israel, conforme a profecia de Jonas; contudo, isto não fez com que ele abandonasse os seus pecados. Mas a inscrição do nome de Jesus na vida do cristão o torna Sua fiel testemunha. Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para, cooperando uns com os outros, sermos semelhantes a Cristo. E quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda tribo, língua e nação: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da Terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7).
As nossas vitórias devem ser completamente dedicadas ao Senhor. É Ele quem nos guarda e quem nos concede o privilégio de servi-Lo. Ele é o nosso Criador e o nosso Redentor. Que os nossos passos não vacilem tão perto como estamos de encontrá-Lo face a face. Que a nossa identidade aponte para a eternidade!
Nosso querido e amado Pai, Criador dos céus e da terra, Redentor nosso que nos salvou da nossa condição miserável, louvado e exaltado seja o Teu nome por todos os Teus feitos! Livra-nos, Senhor, dos enganos e sutilezas de nosso próprio coração, para que não sejamos dominados pela soberba, pelo orgulho ou pela exaltação própria! Mas que Teu Espírito, com Seu poder e paciência, seja derramado em nossa vida, nos capacitando a Te servir em humildade, amor e santificação. Que por Tua graça e misericórdia, o nosso nome e a nossa vida estejam escondidos no nome e na pessoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Em nome dEle, nós clamamos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, semelhantes a Cristo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Porém o Senhor teve misericórdia de Israel, e se compadeceu dele, e Se tornou para ele, por amor da aliança com Abraão, Isaque e Jacó; e não quis destruir e não o lançou ainda da Sua presença” (v.23).
Por muitas vezes a nação eleita se desviou dos propósitos divinos e trocou a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria das nações pagãs. Vez após outra, os filhos de Israel davam as costas ao Senhor; e quando as nações cujos deuses serviam os ameaçavam e oprimiam, clamavam ao Senhor e Ele Se compadecia deles, providenciando-lhes auxílio. Ao contrário do que a maioria pensa, quanto mais estudo o Antigo Testamento, mais consigo enxergar a imensidão do amor e da misericórdia de Deus, e a tragédia e a infelicidade de andar longe dos Seus propósitos, pois o Novo Testamento não anula o Antigo; antes, o confirma.
Numa linguagem atual, podemos dizer que Israel “não se emendava”. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigir a nação rebelde na medida de sua necessidade. Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria, quer dizer que Ele retirou a Sua mão protetora e respeitou o livre-arbítrio do povo em confiar em seus deuses de pau e pedra. Contudo, diante da tragédia de andar na contramão de Deus, uma súplica foi o bastante, uma oração, para o Senhor Se compadecer de Seu povo e mandar-lhes “um salvador” (v.5). Se isso não se chama amor, não sei mais do que chamar. O Deus que é amor está em toda a Escritura. Cristo mesmo afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
Compreendem, amados? “Deus é amor” (1Jo.4:8)! Ele não apenas tem amor, Ele é o próprio amor! Assim como Ele ouviu a oração de um rei que tinha feito tudo o que era mau perante Ele, Deus ouviu e viu a desgraça humana. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Mas, enquanto estivermos neste mundo de pecado, haveremos de passar por aflições. Servir a Deus não é sinônimo de uma vida sem dificuldades, e sim de uma vida que, mesmo em meio às lutas, aguarda “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).
Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v.14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos, pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá o seu fim na primeira ressurreição (1Ts.4:16). Creio que a grande confusão sobre o caráter de Deus Pai é que muitos aceitam Jesus como Salvador, mas rejeitam submeter-se a Ele como Senhor. O versículo 5 nos deixa bem claro a ordem dos fatores: “O Senhor deu um salvador a Israel”. E o próprio Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai […] o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:9 e 10).
Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus, então foi enviado um libertador. Jeoás, seu filho, deveria ter lançado a “flecha da vitória do Senhor” (v.17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v.18); não perseverou. Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). Mas logo após, o verso diz que “aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do Senhor, declarando a Sua vitória mediante o poder do amor. Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha, Deus deseja que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará o Salvador, com poder e grande glória, para a nossa eterna libertação.
Amados, é tempo de preparo. É tempo de humilhar o coração e clamar pelo Espírito Santo. Logo Jesus voltará. Como o foi com Jeoás, por vezes nós mesmos frustramos os desígnios de Deus por nossa falta de fé. Deus deseja fazer de nós flechas que atinjam esta Terra quantas vezes for preciso, pelo poder do Espírito Santo, na proclamação do evangelho eterno. E como Eliseu era temido e respeitado até mesmo pelos ímpios reis de Israel, que a nossa vida, cheia do Espírito, desperte nas pessoas o desejo de buscar o Senhor e conhecer a Sua vontade.
Pai de amor eterno, graças Te damos pelo sacrifício do nosso Redentor e pela esperança da vida eterna! Ó, Senhor, perdoa as nossas iniquidades, purifica o nosso coração e enche-nos do Teu Espírito! Como no antigo Israel, hoje estamos vendo as guerras envolvendo Israel e o Oriente Médio. Pai, nós clamamos por todos os nossos pequeninos irmãos que estão sofrendo nesses lugares! Estende a Tua mão de misericórdia, Senhor! E ajuda-nos a apressar a Tua volta! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, flechas da vitória do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Também não pediram contas aos homens em cujas mãos entregavam aquele dinheiro, para o dar aos que faziam a obra, porque procediam com fidelidade” (v.15).
A missão de Joás não teve início aos seus sete anos de idade, mas nos anos em que passou aprendendo aos pés do sacerdote na Casa do Senhor. Joiada foi para ele a figura de um pai e de um amigo fiel; sua conduta foi pautada nos conselhos do sábio sacerdote. Ao ver o precário estado de conservação do templo, Joás ordenou que o lugar que lhe foi o primeiro lar fosse reformado. A Casa de Deus representava o desejo do Senhor em habitar no meio do Seu povo. Não há paredes que O contenham, mas Ele escolheu o templo como um lugar que representava a Sua presença e como uma escola da verdadeira educação.
Joás aprendeu aos pés de Joiada porque, antes, Joiada aprendeu aos pés do Senhor. Mas veremos no relato de Crônicas que Joás não perseverou em sua fidelidade a Deus e teve um fim lamentável. A Bíblia afirma que nós somos “casa espiritual” (1Pe.2:5), edificada sobre a Rocha, que é Cristo e Sua Palavra (Mt.7:24). O firme fundamento da igreja não é a sua estrutura, nem tampouco os seus tesouros, pois estas coisas são perecíveis. O fundamento, o alicerce da igreja, é a pessoa de Cristo Jesus! Portanto, se a nossa vida estiver edificada em Cristo, em obediência à Sua Palavra, Ele mesmo reparará os estragos que o pecado tem nos causado e nos conservará como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9).
Sobre a importância de reavivamento e reforma no meio do povo de Deus, Ellen White escreveu: “Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a ministração do Espírito Santo. Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se”. (Mensagens Escolhidas, vol. 1, CPB, pág. 128).
Toda a nossa vida deve estar depositada “ao pé do altar” (v.9) do Senhor, e Ele mesmo operará em nós o reavivamento e a reforma tão necessários. E, neste sentido, não podemos deixar de observar a fidelidade dos tesoureiros da Casa do Senhor. Eram tão honestos que nem precisavam prestar contas do dinheiro que recebiam. Os filhos do Reino, aqueles que um dia receberão coroas de glória, têm a obrigação de agir como aqueles homens, em total fidelidade. Sabemos que o dinheiro sempre foi o principal motivo da corrupção do coração do homem, e as Escrituras dizem que “o amor do dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm.6:10). A ganância e a cobiça têm sido muito difíceis de conter, principalmente em nossos dias, em meio às crises e instabilidades econômicas em que vivemos. Mas já pararam para analisar que, quanto mais se tem, menos se é feliz? Que a sociedade em que predomina o consumismo é também a sociedade das doenças emocionais?
Na matemática de Deus, amados, menos é mais. Podemos observar isso nas lições deixadas por Cristo: quando exaltou a oferta da viúva pobre (Lc.21:1-4); quando condenou a avareza (Lc.12:15); quando pediu ao jovem rico que usasse suas riquezas para abençoar aos pobres (Mt.19:21) e quando nos advertiu para não andarmos ansiosos por coisa alguma (Lc.12:22). Como vimos no início, somos casas espirituais de Deus e, como tais, precisamos confiar a administração de nossa vida a Ele, e Ele suprirá as nossas necessidades. Não é pecado ser rico, amados. Não entendam mal. Pecado é usar as riquezas sem a aprovação de Deus e apenas para propósitos egoístas. Que sejamos moradas do Senhor, valorizando mais as pessoas e menos as coisas; eis a genuína reforma que repara os estragos de nosso enganoso coração.
Pai Celestial, é a Tua bondade que nos conduz ao arrependimento. É a Tua graça que nos salva. É a Tua verdade que nos liberta. É a Tua justiça que nos mantém seguros. E tudo o que precisamos, Senhor, é do Teu Espírito operando em nós o reavivamento e a reforma tão necessários. Clamamos pelo batismo do Espírito Santo em nossa vida para permanecermos fiéis a Ti e nossos pés não se desviem das Tuas veredas! Em Tuas maravilhosas e poderosas mãos, entregamos o nosso coração para que haja genuína e completa transformação e sejamos morada do Espírito. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Joiada fez aliança entre o Senhor, e o rei, e o povo, para serem eles o povo do Senhor; como também entre o rei e o povo” (v.17).
Após Israel sofrer um período de apostasia nos dias de Jezabel, Judá passou por um tempo de trevas nas mãos de Atalia. Sabem quem era Atalia, amados? Filha de Jezabel com Acabe (2Rs.8:26). Quando Acazias foi morto, Atalia decidiu assumir o trono e, para garantir a sua monarquia, mandou matar todos os candidatos à sucessão real. Discípula de Jezabel, Atalia seguia os passos de sua mãe e dirigia o reino com mãos de ferro. Mas, como tudo o que o ser humano tenta fazer com as próprias mãos, sua suposta vitória tinha prazo de validade. Jeoseba, provavelmente enteada de Atalia, resolveu colocar a sua vida em risco em defesa do único herdeiro remanescente.
O pequeno Joás era apenas um bebê quando foi escondido na Casa do Senhor, e lá permaneceu por seis anos. Geralmente, os avós são figuras amáveis, de bochechas vermelhas e de colo aconchegante. Dizem que casa da avó é um dos lugares mais queridos pelos netos. Agora, imaginem uma avó como Atalia! Má, idólatra e assassina. Quanto a Joás, seus primeiros passos foram dados na Casa de Deus. Suas primeiras palavrinhas foram na Casa de Deus. Seus primeiros anos de vida foram na Casa de Deus. Joás recebeu instruções diretamente do sacerdote Joiada e com ele aprendeu a ser fiel ao Senhor.
Ao ser ungido rei com apenas sete anos de idade, Deus deu um recado bem claro ao Seu povo: “Não importa quem estiver sentado no trono terreno da nação, quer seja uma rainha sem escrúpulos ou uma criança, no fim, Eu estou no controle”. A vida de Joás foi preservada como cumprimento da promessa do Senhor a Davi, e dois objetos lhe foram dados simbolizando a sua missão: a coroa e o Livro do Testemunho. A responsabilidade que repousava sobre um menino de sete anos de idade estava sobre a sua cabeça infantil, mas o que foi colocado em suas mãos deveria estar gravado em seu coração: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração” (Dt.6:6).
A aliança feita pelo sacerdote Joiada com Joás e com o povo foi uma renovação da aliança que nunca deixou de existir. Eles não tinham que ser apenas um povo, e sim “o povo do Senhor” (v.17). Você também não foi chamado para ser apenas um cristão nominal, e sim “o” cristão. Porque não servimos a um deus, mas servimos O Deus, o Rei dos reis, o Senhor dos Exércitos, o Deus único e verdadeiro. Percebem, amados? Ser mais um na multidão não é ser sal e luz (Mt.5:13-14). Joás fez a diferença não porque nele houvesse mérito algum, mas porque ele foi revestido com os méritos do Senhor. Quando era apenas um bebê indefeso, Deus o salvou. Quando estávamos “mortos em nossos delitos”, Deus “nos deu vida juntamente com Cristo”, e, por Sua graça, fomos salvos (Ef.2:5).
A alegria e a tranquilidade do povo foram reflexo da vitória do bem quando “Joás sentou no trono dos reis” (v.19), e da derrota do mal, “depois que mataram Atalia à espada” (v.20). Muito em breve veremos a triunfante vitória do povo de Deus e o fim de todo o mal e de seu originador. O apelo do Espírito Santo é para que sejamos verdadeiramente “o povo do Senhor” (v.17). Porque os salvos serão “o restante […], os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Então, quando contemplarmos Cristo Jesus em Seu trono, viveremos a alegria e a tranquilidade eterna, sabendo que o Rei dos reis reina soberano, e “o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído” (Dn.7:14).
Querido Pai Celestial, Rei dos reis e Senhor dos senhores, cremos em Ti e no Teu cuidado para com o Teu remanescente; que não estamos sozinhos neste grande conflito, por mais que o mal pareça triunfar. Porque o mal está com os seus dias contados e muito em breve o Senhor enrolará o Céu como um pergaminho para passar por entre as fileiras dos exércitos angelicais. O Senhor virá em socorro do Teu povo e nós queremos estar entre aqueles que bradarão em júbilo incontido: “Viva o Rei!”. Ó, Senhor, faz-nos como crianças sempre assentadas aos Teus pés, sendo instruídas a cada dia pelo Livro do Testemunho, a Tua santa Palavra e nos reveste da justiça de Cristo! Pelos méritos e no nome de Cristo Jesus, nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, remanescente do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“[…] Examinai e vede bem não esteja aqui entre vós algum dos servos do Senhor, mas somente os adoradores de Baal” (v.23).
O extermínio da casa de Acabe teve o seu cumprimento pelas mãos de Jeú. Usando de astúcia, ele tramou a morte dos setenta filhos de Acabe e dos adoradores de Baal. Ao ajuntar estes últimos “na casa de Baal” (v.21), vimos que Jeú examinou bem o lugar e certificou-se de que entre eles não houvesse “algum dos servos do Senhor” (v.23). Seus homens já estavam a postos para ferir os servidores do deus pagão. A ordem foi clara: “Entrai, feri-os, que nenhum escape” (v.25).
O cuidado que Jeú teve nesse episódio, Deus tem para com os Seus filhos. Eis o clamor divino, que rapidamente se avoluma: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). Mas retirai-vos de onde? Da “grande Babilônia […] morada de demônios” (Ap.18:2). O interessante é que o que Jeú teve o cuidado de não permitir que acontecesse aos outros, não evitou que ocorresse com ele mesmo. Ele “exterminou de Israel a Baal” (v.28); contudo, “não teve cuidado de andar de todo o seu coração na lei do Senhor” (v.31).
O coração de Jeú estava dividido. Ele dizia amar a Deus, mas a lei de Deus não estava em seu coração. Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Amar a Deus consiste em obediência e fidelidade. Ele criou a Lei para ser uma bênção para nós; ela não salva, mas aponta para a nossa necessidade de um Salvador.
A Bíblia apresenta os salvos como possuindo duas características principais: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). No Salmo 1, o salmista diferencia os justos dos ímpios. Ele enfatiza no primeiro versículo que os justos não compartilham das ações dos ímpios e, no versículo seguinte, diz que o prazer do justo “está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl.1:2). Meus amados, eu poderia citar inúmeros outros textos a respeito da lei de Deus e do desejo do Senhor de que sejamos fiéis à Sua Palavra para a nossa própria felicidade, mas creio que todos já percebemos isso de forma clara desde o livro de Gênesis.
Quando Deus estabeleceu a Sua Lei, foi com o objetivo de nos fazer felizes e de nos familiarizar com o Seu caráter. Por isso o Salmo inaugural diz: “Bem-aventurados”. Um pregador certa vez falou o seguinte: “Na verdade, nós não guardamos os dez mandamentos; os dez mandamentos é que nos guardam”. E isso faz muito sentido, pois quem segue o caminho indicado pelo Criador é verdadeiramente feliz. Podemos até realizar grandes obras, como fez Jeú, mas se não tivermos o cuidado de andar de todo o nosso coração na Lei do Senhor, nossas obras não passarão de narrativas históricas.
Quando Cristo orou por nós, Ele não pediu que o Pai nos tirasse deste mundo, nem tampouco disse que precisamos nos afastar de todas as pessoas; mas falou: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (Jo.17:15). Entendem, meus irmãos? Não temos que nos isolar do mundo, mas fugir do mal. A Bíblia deixa bem claro que, se não sairmos de Babilônia, do templo moderno de Baal, seremos participantes de seus flagelos. Estamos envolvidos em um grande conflito cósmico e necessitamos “fugir do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida” (Jr.51:6). A salvação é individual. “Examinai e vede bem” (v.23) é um apelo do Espírito Santo a cada um de nós. Que lugares andamos frequentando? Que tipos de amizade estamos cultivando? O que temos visto e ouvido? Que testemunho temos dado? Qual o tema principal de nossas conversações? Onde está o nosso coração?
No meio de tantas mortes e de uma nação que corrompeu os princípios divinos, uma luz apareceu através de Jonadabe. Descendente de Recabe, mostrou-se fiel e foi reconhecido por Jeú como um legítimo adorador de Jeová. Essa lealdade seria transmitida de geração em geração e se tornaria um modelo de fidelidade anos mais tarde. Os recabitas tornaram-se um dos maiores e mais fortes exemplos da verdadeira educação, quando um lar é edificado sobre o sólido fundamento das Escrituras (Jr.35:8-10).
Há um abismo de diferença entre justos e ímpios. Se assim não fosse, todos viveriam da maneira que quisessem e não existiria pecado. E se não existisse pecado, para que um Salvador? Percebem que o terrível engano de pensar que a Lei de Deus foi revogada anula o sacrifício de Cristo? A edificação da vida cristã não depende do que fazemos, mas do que permitimos que o Espírito Santo realize em nós. Então, as nossas obras darão testemunho de que somos verdadeiramente “servos do Senhor” (v.23). Que Jesus nos ajude e nos conduza, para que, quando Ele voltar, estejamos fora de Babilônia e dentro do aprisco do Bom Pastor.
Pai nosso que está nos Céus, santificado seja o Teu nome! Pai, não queremos ser como Jeú, que, apesar de ter sido um instrumento da Tua justiça, não teve o cuidado de guardar o seu próprio coração da corrupção. Senhor, que o Teu Espírito realize a Sua boa obra em nós, escrevendo a Tua lei em nosso coração, para que sejamos Teu povo de propriedade exclusiva. Como Jonadabe, faz-nos Teus servos fiéis, preparando a nossa casa para o breve encontro com o Senhor. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, obedientes servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Sucedeu que, vendo Jorão a Jeú, perguntou: Há paz, Jeú? Ele respondeu: Que paz, enquanto perduram as prostituições de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?” (v.22).
Enquanto o Senhor sustentava a Sua promessa concernente à sucessão real de Judá, o reino de Israel seguia com dinastias cada vez mais ímpias e obstinadas. Jeú foi escolhido por Deus para governar Israel e executar o Seu juízo sobre a casa de Acabe. Mas Judá também havia se contaminado através das alianças políticas com Israel e, principalmente, pela influência da prole de Jezabel; por isso, também sofreria o juízo divino. Apesar do zelo com que fez tudo quanto o Senhor havia falado por intermédio de Seu profeta, veremos que Jeú também se desviou do bom caminho, apegando-se aos “pecados que Jeroboão fez pecar a Israel” (2Rs.10:31).
Contudo, por mais que o homem tente, por mais que a maldade se multiplique, ainda que a nossa humanidade se assemelhe a atitudes monstruosas, ou que o pecado transforme a raça humana na pior “arma” mortal deste mundo, podem ter a certeza de que Deus está no controle de todas as coisas. Tudo o que Ele falou através dos Seus santos profetas tem se cumprido exatamente como está escrito. Tudo! E ainda que muitos chamem de loucos os mensageiros de Deus, outros sabem e reconhecem o poder divino em seu testemunho: “Bem conheceis esse homem e o seu falar” (v.11).
Jezabel foi um dos piores instrumentos de Satanás na história de Israel. Sua biografia se resume em idolatria, perversidade e imoralidade. Ela governou seu marido e tinha total influência sobre sua descendência. Possuidora de um caráter perverso, desprovido de qualquer forma de bondade, mandou assassinar os profetas do Senhor. E, como prostituta cultual, certamente provocou a morte de muitas vidas humanas em sacrifícios a seus deuses malditos e para benefício próprio. Sua descendência também promoveu a maldade, inclusive no reino de Judá, por meio dos casamentos dos reis com suas filhas idólatras.
Jeú foi um vingador do sangue dos profetas e do “sangue de todos os servos do Senhor” (v.7) que foram mortos por aquela rainha má. A morte de Jorão, Acazias e Jezabel deixa claro que a maldade pode durar algum tempo, mas ela tem data marcada para terminar. E a resposta de Jeú a Jorão é repetida pelos filhos de Deus a cada dia, enquanto não chega o completo fim do pecado: — Que paz pode haver neste mundo, enquanto perduram as prostituições de Babilônia e os seus muitos pecados (Ap.17:5)? A pergunta que não quer calar é: Estamos nos acostumando com isso ou suspirando e gemendo “por causa de todas as abominações que se cometem”? (Ez.9:4).
Muitos cristãos têm se acomodado e até apoiado as abominações do presente século como se fossem “boas causas”. Defendem a ideia de que, para evangelizar certos grupos sociais, precisamos apoiá-los em seus pecados. Não, amados! É certo que nossa missão consiste em pregar o evangelho a todos, sem acepção de pessoas, mas isso não inclui fazermos aliança com o mal; isso não significa imitar o mundo e nem tampouco acariciar o pecado. Muito pelo contrário! Pregar o evangelho com amor inclui falar a verdade, ainda que esta primeiro tenha que ferir para depois curar. Agradeço ao Senhor por todas as cicatrizes que carrego em meu coração, porque todas elas apontam para as chagas do meu Redentor Jesus Cristo! Como última igreja de Cristo, nossa missão consiste em replicar o Seu apelo: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17).
Israel tornou-se lugar de imoralidade e idolatria; um quadro típico de nossos dias. À semelhança de Jezabel, muitos se envaidecem nas janelas de suas casas e não sabem que estão prestes a contemplar o cenário de sua própria destruição. E daqueles que Deus tem enviado para adverti-los, é dito: “Por que veio a ti este louco?” (v.11). Dentro em breve, será derramado sobre os impenitentes o “vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura” (Ap.14:10). “Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg.2:13). Portanto, para os que estão em Cristo Jesus, não se trata de uma mensagem que causa medo, mas que fortalece a fé.
Enquanto o mundo cambaleia para o fim, só permanecerão em pé aqueles que começaram a viver a eternidade aqui, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Se as injustiças deste mundo lhe causam indignação, acredite: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mt.5:6). Despertemos, povo do Senhor! Despertemos para resgatar nossos pequeninos irmãos que ainda estão a perecer em trevas! Nem que tenhamos, como “o jovem profeta” (v.4), que falar, abrir a porta e fugir (v.10), anunciemos o evangelho eterno, “quer seja oportuno, quer não” (2Tm.4:2). Pastores e líderes, o Espírito Santo apela especialmente a vocês hoje: aceitar o pecador não inclui aceitar o seu pecado! Pois assim diz o Senhor: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is.5:20).
Amados, o Senhor tem um chamado para todos nós que inclui a busca diária do Espírito Santo para que a nossa vida seja coerente com a fé que professamos. Quando Cristo habita no coração, há nova vida. Os velhos hábitos, os pecados herdados ou cultivados, o temperamento, tudo, é dia a dia transformado pelo poder da graça redentora. Não se contente com um cristianismo raso e estagnado. Como um povo que pede e aguarda pela chuva serôdia, busquemos o Senhor de todo o coração. Que a nossa vida seja uma declaração viva do cumprimento da última e maior das promessas de Deus: “Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Querido Pai, aqui estamos mais um dia para reconhecer a nossa realidade como pecadores que necessitam do Teu perdão e da Tua graça transformadora. Senhor, não temos forças para lutar contra os principados e potestades que constantemente nos assediam. Mas nós confiamos em Ti e, pela fé, nos revestimos da Tua armadura que é suficiente para nos manter a salvo nesses últimos dias. Ajuda-nos a não nos conformarmos com este século, mas termos a nossa vida transformada pela renovação da nossa mente, para que possamos experimentar, a cada dia, qual seja a Tua boa, agradável e perfeita vontade, até que o Senhor volte. Em nome de Jesus, clamamos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, peregrinos a caminho do Lar!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Ora, o rei falava a Geazi, moço do homem de Deus, dizendo: Conta-me, peço-te, todas as grandes obras que Eliseu tem feito” (v.4).
Lembram-se da mulher sunamita que mandou fazer um quarto especial para hospedar Eliseu, e cujo filho foi ressuscitado? Ela reaparece no capítulo de hoje a fim de que possamos aprender pelo menos duas coisas muito importantes:
• Primeira: Deus não desampara Seus filhos. Eliseu a avisou da fome e mandou que ela fosse com sua família viver em outro lugar. “Levantou-se a mulher e fez segundo a palavra do homem de Deus” (v.2).
• Segunda: O Senhor deseja fazer de nós testemunhas vivas do Seu poder. Ao questionar Geazi, o servo de Eliseu, o rei de Israel admitiu saber que o profeta era realmente um homem de Deus. Para deixar isso bem claro, Deus providenciou que a sunamita e seu filho, “a quem Eliseu restaurou a vida” (v.5), aparecessem naquele exato momento. Ao ser interrogada pelo monarca de Israel, a mulher testemunhou do poder divino em sua vida, e o rei, por sua vez, devolveu-lhe tudo o que era seu por direito.
Eliseu foi verdadeiramente um homem de Deus. Suas obras não eram suas, mas, cheio do Espírito Santo, ele buscava fazer tudo o que o Senhor lhe ordenava. Antes de ascender aos Céus, um dos últimos atos de Elias foi ungir Hazael como novo rei da Síria (1Rs.19:15). Hoje, vimos o cumprimento da palavra do Senhor por intermédio de Elias. Quando Eliseu olhou fixamente nos olhos de Hazael, creio que teve uma visão. Eliseu pôde contemplar todo o mal que Hazael faria a Israel; coisas tão terríveis que o fizeram chorar. Ele viu cenas de horror e de sofrimento como nunca havia visto, resultado direto da rebelião de Israel. E longe de Deus, meus irmãos, só há lugar para tristeza, dor e desespero.
A continuação deste capítulo nos mostra a apostasia tanto de Israel quanto de Judá. Perseveravam em fazer o que era mau aos olhos do Senhor e insistiam em unir-se em matrimônio com mulheres idólatras e perversas. Andar na contramão de Deus é seguir para a destruição, pois ficamos à mercê de Satanás, aquele que só deseja nos “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). Deus é Criador (Gn.1:1), Arquiteto e Edificador (Hb.11:10). Ele é a Vida (Jo.14:6). Ele não destrói; Ele cria, aperfeiçoa e edifica. Um dia, Ele terá de “realizar a Sua obra, a Sua obra estranha” no juízo final (Is.28:21). Mas ninguém será destruído senão por consequência de suas próprias obras. Porque “o cruel a si mesmo se fere” e “o que segue para o mal, para a sua morte o faz” (Pv.11:17 e 19). Quando perseveramos em fazer o bem, o bem nos seguirá, mesmo que estejamos em terreno inimigo, como ocorreu com a sunamita na terra dos filisteus.
Jorão sabia que as obras de Eliseu eram realizadas pelo poder de Deus, porém, ainda assim, permanecia com o coração fechado aos apelos divinos. O testemunho de um cristão pode não ser suficiente para alcançar a todos, mas é suficiente para todos cujo coração se abre à ação do Espírito Santo. Com certeza você já ouviu falar que atos falam mais do que palavras. É exatamente isso, amados. Precisamos assumir a atitude de Eliseu, cujas obras eram resultado de andar perante a face do Senhor, e da mulher sunamita, que confiava em Deus e prontamente obedecia às Suas ordens através do Seu profeta. Como está escrito: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede em Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).
A vida piedosa de um homem ou mulher de Deus torna-se embaraço para os infiéis. Não foi apenas o insistente olhar de Eliseu que deixou Hazael envergonhado, mas o contraste de um coração puro com um coração duro e perverso. Os ímpios enxergam a desgraça alheia como “grandes coisas” (v.13), mas os filhos de Deus choram e sofrem ao ver o sofrimento alheio. O desejo do Senhor é fazer de nossa vida instrumento para a realização de “grandes obras” (v.4). Perseveremos, portanto, em estudar toda a Escritura com oração e súplica, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:17).
Nosso Pai Celestial, o nosso coração é enganoso e, não fosse a Tua graça, que chance haveria para nós? Ó, Senhor, almejamos ser Tuas testemunhas, dando ouvidos ao que diz o Espírito Santo através da Tua Palavra! Ajuda-nos, Pai bendito, para que os nossos olhos não sejam maus, mas revelem as obras do Espírito em nós! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100