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Texto bíblico: II REIS 17 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/17
A Bíblia diz que nosso Deus é ciumento e isso é mostrado neste capítulo. Ele queria que Israel não tivesse deuses além dele. No entanto, os israelitas ainda adoravam outros deuses. Então Ele permitiu que a decisão deles seguisse suas consequências naturais e eles foram levados para a Assíria. E, no entanto, eles ainda não aprenderam e Deus teve que usar os assírios para ensiná-los a serem leais a Ele.
Nem sempre podemos perceber, mas passamos por problemas semelhantes aos israelitas. Pode não ser tão claro quanto adorar outros deuses, mas muitas vezes também deixamos de colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas e acabamos não sendo tão leais a Deus como Ele é a nós. Nestes momentos, é muito importante reconhecer o problema rapidamente e identificar o que está nos mantendo afastados de nosso tempo com Deus. Quando isso acontece, Deus está sempre a nossa espera para nos ajudar a voltar a Ele. E do mesmo modo como Ele foi capaz de usar os assírios para ajudar os israelitas a reconhecerem seu erro, Ele também envia outras pessoas para que nos ajudem em nosso tempo de necessidade.Existe algo que está tomando o lugar de Deus em sua vida?
Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy
Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/17
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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428 palavras
13 voltai-vos. Esta era a única atitude que Deus não poderia tomar pelo povo. Deus convida, pleiteia, incentiva e insiste, mas nunca coage. Se os seres humanos não entregarem sua própria vontade, não há nada que Deus possa fazer pela salvação deles (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1045).
14 de dura cerviz [ARA, de “cervical”] “endureceram seus pescoços”, NVI. Uma metáfora para rebelião obstinada (Andrews Study Bible).
23 foi Israel transportado da sua terra para a Assíria. Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro [as chamadas “tribos perdidas de Israel”]. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33) (CBASD, vol. 2, p. 1049)
26 o Deus daquela terra. Um bom exemplo da maneira de pensar dos pagãos politeístas. Acreditavam eles que cada localidade tinha seus próprios deuses; por isso seria necessário aprender o culto local no território de Samaria (nome dado ao reino do norte, Israel, depois da deportação dos israelitas,) (Bíblia Shedd).
29 povo de Samaria (NVI). A população mista do território que o Reino do Norte tinha antes. Esses povos de descendência mista acabaram sendo chamados samaritanos. Em tempos posteriores, os samaritanos rejeitaram a idolatria de suas origens politeístas e seguiram os ensinos de Moisés, incluindo-se o monoteísmo. No período do NT, Jesus testemunhou a uma mulher samaritana (Jo 4.4-26), e muitos samaritanos foram convertidos pelo ministério de Filipe (At 8.4-25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
os samaritanos (ARA). Esta é a única passagem no AT em que este povo é chamado assim (CBASD, vol. 2, p. 1045).
41 Até o dia de hoje. É evidente nestas palavras que o escritor não era um contemporâneo dos eventos que descreve, mas que viveu depois dessa época, talvez depois da destruição de Judá. … Assim termina a história de Israel: um povo que deveria ter sido um “tesouro peculiar” (KJV) do Senhor “dentre todos os povos” (Êx 19:5). … Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33). Alguns retornaram com os exilados de Judá sob a liderança de Zorobabel e Esdras (Ed 8:35; 1Cr 9:3). Nos tempos do NT, os judeus e seus prosélitos eram encontrados na Média, Pártia, Elão, Capadócia, Frígia, Egito, Líbia, Cirene, Creta, Arábia e em todo o leste (At 2:9-11). Não se sabe quantos desses eram descendentes dos israelitas levados cativos para a Assíria. (CBASD, vol. 2, p. 1049).
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“Assim, estas nações temiam o Senhor e serviam suas próprias imagens de escultura; como fizeram seus pais, assim fazem também seus filhos e os filhos de seus filhos, até ao dia de hoje” (v.41).
Hábitos, costumes, tradições, raízes culturais fazem parte da história de cada ser humano e são coisas difíceis de serem mudadas, que dirá esquecidas. Mas Israel e Judá esqueceram de suas origens e da aliança feita com o Senhor, Deus de seus pais: Abraão, Isaque e Jacó. Tornaram-se desobedientes e se envolveram com as abominações e com os costumes idólatras das nações vizinhas, ignorando que “o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v. 15). Estamos diante de uma realidade espiritual de cortar o coração. A pergunta é: será que ela ficou no passado?
Deus sempre teve um povo para chamar de Seu e que promove a verdadeira adoração. No capítulo de hoje, vimos que um sacerdote foi enviado aos pagãos que foram habitar em Samaria, “e lhes ensinava como deviam temer o Senhor” (v.28). Da mesma forma, Deus preserva hoje um “sacerdócio real” (1Pe.2:9), que busca ensinar, por preceito e por exemplo, o “assim diz o Senhor”. Mas, em meio ao relativismo, sincretismo, feminismo, pluralismo, legalismo, formalismo, mundanismo e tantos outros “ismos”, o puro evangelho de Cristo acaba sendo deturpado e as ideias humanas colocadas acima da sabedoria divina.
Quando a nação eleita deu as costas ao Senhor, tornou-se escrava não somente das nações inimigas, mas de suas próprias paixões e condescendências. O culto misto foi promovido pela nova população de Samaria e se enraizou de tal forma que foi transmitido de geração em geração (v.41). Quando transformamos a adoração em manifestações de tradição ou cultura, perdemos o foco do que realmente significa temer a Deus e deixamos de atender ao apelo solene e urgente: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).
Existe algo de maravilhoso na mensagem do primeiro anjo de Apocalipse. O Deus Criador convida a obra-prima de Sua criação a viver na Terra o que os nossos primeiros pais viveram originalmente: uma vida de comunhão pessoal com Ele. Através de Sua Palavra, podemos visualizar o incomparável e santo caráter de Deus descrito em linguagem que podemos compreender. “O Senhor advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas” (v.13). O mesmo Ele tem feito hoje, em nossa geração. Quando Deus levanta um povo para chamar de Seu, Ele mesmo define a sua identidade, como foi com a descendência de Jacó: “a quem deu o nome de Israel” (v.34).
A nossa identidade revela quem somos, de onde viemos e para onde estamos indo. Se a perdemos, ou se ela simplesmente deixa de ser relevante, então nossa história cai no esquecimento porque o nosso padrão deixa de ser santo e torna-se comum. A Bíblia deixa bem claro que a causa do cativeiro assírio não foi apenas uma questão de conquista territorial, mas a consequência inevitável de andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8), e não nos mandamentos e estatutos do Rei dos reis. Porque “não deram ouvidos; antes, se tornaram obstinados” e “não creram no Senhor, seu Deus” (v.14).
Eu pergunto: como pode o povo de Deus fazer diferença no mundo se o mundo e os seus costumes “tomaram posse” (v.24) do coração do povo de Deus? Percebam que o rei da Assíria “trouxe gente de Babilônia” (v.24) e de outras regiões para habitar em Samaria, enquanto os israelitas foram espalhados pela Assíria. Do mesmo modo, Satanás tem infiltrado seus agentes no meio do povo de Deus e trabalhado para que muitos sejam espalhados, perdendo o vínculo com o sagrado. Como a verdadeira adoração no santuário envolvia a música certa, as vestimentas certas, as pessoas escolhidas para o serviço, as cerimônias a serem observadas, precisamos ser bem sinceros e refletir um pouco (e nem precisa refletir muito para chegar a uma conclusão): a minha adoração reflete a imagem de Deus ou a imagem de meus “próprios deuses” (v.29)? Estou adorando ao Senhor conforme “está escrito” ou segundo o que eu acho ser o correto?
Amados, ou o povo de Deus entende que pesa sobre ele a responsabilidade de educar uma geração de verdadeiros adoradores, ou cairá na maldição de estar prestando um culto misto e abominável e transmitindo esta derrota a “seus filhos e os filhos de seus filhos” (v.41). Então, enquanto prossegue em uma adoração misturada e impura, incorre no perigo de passar pelo que Israel passou, e insistentemente, a Bíblia repete que o Senhor “o afastou da Sua presença” (v.18); Ele “os expulsou da Sua presença” (v.20); “o Senhor afastou a Israel da Sua presença” (v.23). E isso, amados, porque Israel quis andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8); quis andar conforme as nações pagãs, “das quais o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v.15); “andaram nos costumes que Israel introduziu” (v.19); “procederam segundo o seu antigo costume” (v.40).
Como vimos, costumes podem ser incorporados em nossa vida como maldições muito difíceis de serem eliminadas. Como o Senhor falou a Israel e os advertiu “pelo ministério de todos os Seus servos, os profetas” (v.23), temos hoje em mãos a santa e pura Palavra de Deus e “o espírito da profecia” (Ap.19:10), que estão a preparar um povo para o retorno de Jesus. Não há desculpas para a ignorância diante da luz que recebemos, amados. Isso, porém, não nos autoriza a julgar ou condenar nossos irmãos. Pelo contrário. Fomos chamados como testemunhas, não como acusadores. Tenhamos sempre em mente que a nossa cidadania não é daqui. E como cidadãos do reino celestial, nosso caráter deve refletir o amor com que Cristo nos amou. E como Cristo nos deixou exemplo e como aquele sacerdote enviado aos habitantes de Samaria os ensinou “como deviam temer o Senhor” (v.28), que, pela graça de Deus, nossa voz, nossas atitudes e nossa vida sejam a repercussão de um claro e sonoro “está escrito”.
Pai de amor eterno, o capítulo de hoje é um tanto assustador, pois não se trata apenas do relato de um passado remoto, mas também da triste realidade dos nossos dias. Aquele povo estava com o coração dividido e Jesus declarou que não podemos servir a dois senhores. Pai, por vezes nos pegamos confusos sobre muitas coisas que temos visto acontecer no meio do Teu povo. Parece que uma nuvem cinza paira sobre nós! Não vemos a hora de estarmos na pátria celeste, onde tudo será claro e livre de confusão ou dúvida. Clamamos por ouvidos sensíveis à voz do Espírito Santo e um coração submisso à Tua vontade para que não tenhamos medo de tomar decisões, ainda que isso nos custe perseguição e má compreensão. Tão somente queremos ser aprovados por Ti, Senhor. Ajuda-nos, ó Deus! Socorre-nos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos da pátria celeste!
Rosana Garcia Barros
#2REIS17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 17 –Nossa vida pode ficar arruinada do dia para noite se perseveramos dias, meses e anos em rejeitar os preciosos planos e princípios de Deus para nossa vida.
Tristeza. Devastação. Destruição. Aflição… Nossa situação será horrorosa, caso não formos radicais em nosso compromisso com Deus e Sua Palavra!
II Reis 17 é o auge do alerta divino não apenas ao leitor do Antigo Testamento, mas a cada leitor atento dos dias atuais. Nessa altura da história, Israel despenca para sua ruína total; e, o escritor inspirado apresenta os motivos. Antes de considerá-los, medite nas orientações, recomendações e advertências divinas em Levítico 26 e Deuteronômio 27 e 28.
Três itens sobressaem como razões primordiais para Israel ir para o cativeiro assírio:
• Amnésia teológica: O povo de Deus esqueceu o livramento no Egito, da conquista da Terra Prometida, dos Mandamentos básicos, e da importância da voz profética (II Reis 17:7-17).
• Politeísmo: Esquecendo-se dos feitos de Deus, a idolatria foi facilmente inserida na adoração israelita. Divindades astrais, da fertilidade, divindades que exigiam sacrifícios de crianças, etc. foram aderidas pelo povo de Deus (II Reis 17:14-20).
• Sincretismo: A mistura de práticas pagãs com a religião verdadeira corrompeu o relacionamento com Deus, levando o povo à infidelidade a Deus (adultério espiritual) e feitiçarias (II Reis 17:21-23).
Por tais práticas, Israel desapareceu do mapa. Nunca mais recuperou-se! A mistura de povos resultou nos samaritanos (II Reis 17:24-41). Judá poderia aprender a lição de sua irmã, mas infelizmente seguiu pelo mesmo caminho. “O escritor está cônscio da existência da Assíria, mas mesmo assim alega que Israel e Judá não têm nada a temer caso sirvam a Yahweh. A teologia permeia e afeta perceptivelmente a ideia que o autor tem da história. Visto que Deus governa a história, Ele determinará o futuro de Israel e da Assíria. Meras circunstâncias não determinam o que vai acontecer. Deus determina, e Judá será o próximo a morrer”, reflete Paul House.
• A teologia é importante. A negligência do estudo profunda das Escrituras torna-se empecilho para a pratica da genuína religiosidade.
• A teologia espúria só é aceita quando não se conhece a fundo a teologia pura. E, as consequências de corromper a revelação de Deus nas Escrituras são desesperadoras.
É melhor buscar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 16 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/16
Como você resolve seus problemas? Por seus próprios meios, com a ajuda de outros, ou pedindo ajuda a Deus? Acaz, obviamente, não pediu ajuda a Deus quando enfrentou a invasão do rei da Síria e de Israel. Seu auxílio veio de rei da Assíria. Qual foi o preço que ele teve que pagar? “A prata e o ouro que se acharam na Casa do SENHOR e nos tesouros da casa do rei” (v. 8). Esta prata e ouro não lhe pertenciam, mas a Deus, porém Acaz não teve medo de usá-lo.
O afastamento de Acaz de Deus é ainda ilustrado quando ele construiu um altar como o usado por Tiglate-Pileser, rei da Assíria, em Damasco. Por que ele construiu este altar quando já existia um altar no Templo de Deus? Ele provavelmente queria ganhar a mesma vitória que o rei assírio conseguira, mas a construção da cópia de um altar falso certamente não lhe trouxe nenhuma vitória.
O distanciamento de Deus muitas vezes começa em pequenos passos. A única maneira de se manter firme é ficar sob a proteção de Deus e manter um relacionamento próximo com Ele.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/16
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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735 palavras
2 não fez o que era reto. O reinado de Acaz marcou o início do declínio final da nação. Ezequias e Josias se esforçaram para deter a maré de iniquidade, mas os efeitos foram passageiros. Uma nação não pode resistir por muito tempo sem justiça e boa liderança. As pessoas más trazem sobre si, automaticamente, a ruína (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1037).
4 altos. Esses altares parecem ter sido assimilados da adoração pagã a Baal e empregados para o culto ao Senhor de modo sincretista. Debaixo de toda árvore frondosa. Árvores grandes eram consideradas símbolos de fertilidade pelos habitantes pré israelitas de Canaã. Ritos pagãos imorais eram celebrados nos santuários localizados debaixo de semelhantes árvores. De modo contrário à proibição explícita segundo a aliança mosaica, os israelitas adotaram esse costume pagão (ver 17.10; 1Rs 14.23; Dt 12.2; Jr 2.20; 3.6; 17.2; Ez 6.13; 20.28; Os 4.13, 14) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Sacrificou. Escolher os mesmos lugares levou-os a imitar os ritos pagãos, especialmente no que se refere ao sacrifício humano, praticado por Acaz (v.3). A prática de tal barbaridade pagã era uma característica do culto a Moloque (Lv 18.21; 20.1-5), terminantemente proibida aos israelitas. O outro único rei que assim procedera, foi Manassés, de Judá (21.6). O rei de Moabe sacrificou seu filho a Camos (3.27) (Bíblia Shedd).
Estes rituais horríveis foram proibidos aos israelitas sob pena de morte (Lv 18.21; 20.2) (CBASD, vol. 2, p. 1037).
5 a Jerusalém, para pelejarem contra ela. A breve guerra siro efraimita foi uma tentativa da Siria e Israel de derrubar Acaz e colocar em seu lugar no trono de Judá um rei que se opusesse à Assíria (Andrews Study Bible).
6 judeus. Do heb. Yehudim, de Yehudah (Judá), um dos doze filhos de Jacó. Esta é a primeira ocorrência da palavra nas Escrituras. O termo é aplicado, primeiramente, só aos cidadãos do reino do sul, de Judá. Após o cativeiro, é utilizado para designar todos os que retornaram para a Palestina, independente das origens tribais (Ed 4:12; Ne 1:2). Na era cristã, o nome abrangia todos os descendentes de Jacó (Mt 2.2) (CBASD, vol. 2, p. 1037).
o siros vieram até Elate e ficaram habitando ali até o dia de hoje. “Os edomitas então se mudaram para Elate, onde vivem até hoje” (NVI e NKJV). Segundo o que sabemos, o poder sírio nunca atingiu o Mar Vermelho, e a própria Síria deixou de existir dois ou três anos depois (Bíblia Shedd).
Os filisteus também aproveitaram esta oportunidade para vingar-se de suas derrotas anteriores (comp 2Cr 26.5-7 com 2Cr 28.18) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
7 enviou mensageiros. Acaz tomou esta decisão contra o conselho do profeta Isaías, que o encorajou a confiar em Deus e não em seres humanos (Is 7.7-13; 8.13) Livra-me. Um clamor assim só poderia ser dirigido ao Deus do Céu. O pedido a Tiglate Pileser era um lamentável resultado da falta de fé de Acaz em Deus. Repetidas vezes, em tempo de aflição, o Senhor prometeu libertar Seu povo. Isaías insistiu com o rei para que confiasse em Deus e não em seres humanos, mas Acaz recusou ouvir o conselho do profeta (CBASD, vol. 2, p. 1037).
9 Quir. O lar original dos sírios (Am 9:7), provavelmente localizada na parte mais ao sudoeste da Mesopotâmia. É ligada a Elão [mais tarde Pérsia e, hoje, Irã] (Andrews Study Bible).
Os arameus [sírios] foram mandados de volta para seu lugar de origem (Am 9.7) em cumprimento da profecia de Amós (Am 1.5) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
10 altar. A reprodução por Acaz de semelhante altar teria sido mais um sinal de submissão aos assírios (Bíblia de Estudo NVI Vida).
11 edificou um altar. Este foi um ato chocante para um sacerdote israelita. O sacerdócio foi dedicado ao serviço de Deus, não ao serviço dos ídolos, e esse sacerdote do Senhor edificou um altar pagão que tomaria o lugar do altar sagrado de Deus no templo(CBASD, vol. 2, p. 1038).
15 altar grande. Embora o fogo do céu tivesse inaugurado e sancionado o emprego do altar de bronze para a adoração ao Senhor (ver 2Cr 7.1), Acaz agora o substituiu por uma altar construído segundo o padrão do altar pagão em Damasco. Embora o altar de bronze fosse bastante grande (ver 2Cr 4.1), o altar novo era ainda maior (Bíblia de Estudo NVI Vida).
19 demais acontecimentos do reinado de Acaz. Ver 2Cr 28, onde está registrado, entre outras coisas, que Acaz chegou ao ponto de trancar as portas do templo (2Cr 28.24) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
20 foi sepultado. De acordo com o registro paralelo, ele não foi colocado na sepultura dos reis (2Cr 28:27) (CBASD, vol. 2, p. 1039).
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“Porque andou no caminho dos reis de Israel e até queimou a seu filho como sacrifício, segundo as abominações dos gentios, que o Senhor lançara de diante dos filhos de Israel” (v.3).
De nação santa de Deus, Israel estava a um passo de ganhar em maldade para as nações pagãs. Contrastando com os demais reis de Judá, Acaz não foi apenas um rei, mas um dos piores, pois “andou no caminho dos reis de Israel” (v.3). Não foi apenas um pai; foi o assassino de seu próprio filho. Não foi apenas um político estrategista; foi um falso adorador. Ele trocou o socorro do Senhor pela ajuda de homens, e o altar do Senhor foi colocado sem utilidade ao lado de um altar pagão. Deliberadamente, Acaz trocou a bênção pela maldição. Perdeu totalmente a noção do sagrado e se desfez das coisas santas como quem descarta objetos comuns.
O “troca-troca” de Acaz, infelizmente, não ficou exclusivo àquela época. Transformou-se em algo tão sutil que já não desperta revolta. Percebam que Acaz não deixou de observar os ritos sagrados, e os fazia como se fossem dedicados ao Senhor e oficiados por um sacerdote do Senhor. Entretanto, fazia-os no lugar e do modo que ele mesmo escolheu. Hoje, muitos dizem adorar a Deus, mas cada um da forma que mais lhe agrada. Falar de reavivamento e reforma tornou-se um discurso “extremista”, enquanto a maioria dos cristãos, especialmente os jovens, naufraga no mar de um cristianismo sem profundidade, nem tampouco identidade.
O capítulo de hoje nos traz uma lição fundamental para a nossa jornada cristã: deixar de lado o “assim diz o Senhor” para fazer a própria vontade é uma contrafação às preciosas verdades contidas na Palavra de Deus, e quem segue por esse caminho jamais terá êxito. Quando entregamos o nosso coração a Deus, o resultado inevitável é uma vida em constante progresso espiritual. Isso é um processo chamado santificação. E não significa que nunca mais vamos errar, mas que, mesmo cometendo erros de percurso, não largaremos da mão de Deus. Vimos que Davi, por exemplo, é o nome que representa um bom rei diante de Deus. Davi, porém, cometeu muitos e graves erros em sua vida. A diferença é que Davi não foi rebelde, mas escolheu entregar o seu coração aos cuidados do Senhor.
Liberdade não é viver o que eu acho ser correto. Liberdade é servir a Deus da maneira que Ele mesmo orientou. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Existem, a título de ilustração, profissionais preparados para servir à sociedade. Se um médico prescreve um medicamento, é natural que o providenciemos e iniciemos o tratamento. Se um engenheiro aprova um projeto, é sinal de que podemos dar início às obras. Se o nosso carro vai para a revisão e o mecânico diz que está tudo em ordem, voltamos para casa confiantes de que o carro não dará problema. Confiamos nestes profissionais simplesmente porque eles são especialistas em sua área de atuação. Então, por que é tão difícil para o ser humano confiar nAquele que o criou? Em vez de corrermos para os braços do nosso Criador, nos atiramos nos braços falhos de outras criaturas. E, semelhante a Acaz, adiamos a entrega do nosso coração a Deus, deixando para uma “deliberação posterior” (v.15).
Assim como não fomos criados de qualquer jeito, a verdadeira adoração ao Criador não pode ser de qualquer maneira. Uma vida consagrada no altar do Senhor tem vínculo com o Céu através do diligente estudo da Palavra, da oração e do testemunho. Através de um relacionamento diário com Jesus, experimentamos as bênçãos de uma vida com propósitos eternos e, como o salmista, podemos declarar a cada amanhecer: “Faze-me ouvir, pela manhã, da Tua graça, pois em Ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a Ti elevo a minha alma” (Sl.143:8). Já uma vida sem comunhão é uma vida vazia, que busca preencher o abismo da alma imitando as obras de outras que se encontram na mesma condição. Como a beleza daquele altar pagão, o pecado se mostra atraente e acaba sequestrando todo aquele que por ele é vencido.
Ellen White escreveu o seguinte: “Quanto mais intimamente vos relacionardes com a Fonte da luz e do poder, tanto mais abundante a luz que sobre vós incidirá, e maior o poder com que haveis de trabalhar para Deus” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.493). Sobre qual altar temos dedicado a nossa vida e como temos feito isso? Que possamos atender ao apelo do Espírito Santo através do apóstolo Paulo, consagrando, diariamente, no altar do Senhor, o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o [nosso] culto racional” (Rm.12:1).
Nosso amado Pai e Criador, perdoa-nos por todas as vezes que buscamos auxílio no lugar errado e tentamos fazer as coisas do nosso jeito como se o Senhor tivesse a obrigação de aceitar a nossa oferta imperfeita! Pai, opera hoje em nosso coração o milagre da conversão, para que os nossos sentidos sejam governados pelo Espírito Santo e isso seja para nós motivo de muita alegria. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, consagrados no altar do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 16 – Assimilar as práticas equivocadas das religiões pervertidas é tão errado (ou mais) do que viver o paganismo abertamente. Deuses pagãos são falsos, embora sejam considerados verdadeiros por pessoas que ignoram ao Deus verdadeiro.
Israel, o reino do norte, estava indo de mal a pior – descendo ladeira abaixo na espiritualidade e moralidade – rumo à destruição, por causa de seus líderes negligentes aos princípios divinos; Judá seguia mais atrás de sua irmã.
Acaz reavivou o paganismo que Deus exigiu erradicar de Canaã. Embora Deus houvesse proibido claramente a horrível prática do sacrifício infantil (Êxodo 34:20; Deuteronômio 18:10), esse rei do povo de Deus a executou (II Reis 16:1-4).
É perigoso quando a religião verdadeira absorve práticas de outras religiões… Cuidado!
O rei Acaz foi o líder mais perverso da trajetória política de Judá. Ele praticou a terrível atrocidade do sacrifício humano além de promover práticas dos sacrifícios nos altos. Ele “herdou os problemas políticos de seu pai. A coalização de Rezim e Peca marchou contra Jerusalém para forçar Judá a se juntar à luta deles contra o avanço dos exércitos assírios. Mas Acaz, contra o conselho do profeta Isaías… buscou ajuda de Tiglate-Pileser e comprou sua intervenção com os tesouros do templo e do trono. A guerra assíria resultou na captura de Damasco…, na humilhação de Samaria (15:29) e na submissão de Acaz a Tiglate (16:5-9)” explica Kenneth Mathews.
Acaz revelou sua perfídia idolatria quando solicitou ajuda da Assíria, mesmo com a garantia da assistência divina (Isaías 7:1-17). Sua viagem a Damasco objetivando homenagear a Tiglate-Pileser II indica sua insensatez idólatra, trocando Deus por um suposto deus.
Ao visitar Damasco, Acaz trouxe um desenho do altar pagão visto lá; e deu ordens ao sacerdote Urias que fizesse em Jerusalém um altar daquele. Para construi-lo, Urias removeu um dos altares do Senhor do Templo, ignorando as orientações de Deus (II Reis 16:10-18). Lamentável!
É triste para uma nação quando seus líderes políticos e eclesiásticos unem-se para transgredir a Palavra de Deus. A prática sincretista da religião deve-se à falta de compromisso integral ao Deus verdadeiro. O desprezo à Palavra divina resulta de confiar mais em outras coisas do que no Deus que abençoa, protege e guia! Consequentemente, o fracasso se aproxima!
Portanto, reavivemo-nos urgentissimamente! – Heber Toth Armí.