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Texto bíblico: I CRÔNICAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/4
Na leitura de hoje somos lembrados de nossa herança espiritual.
Os filhos de Judá e de Simeão compuseram a base do remanescente de Israel. Esses descendentes se agarraram à terra de seus pais através da adversidade e do tempo, até hoje. A partir desses descendentes, podemos traçar a árvore genealógica da família de Judá à medida que segue desde uma pequena cidade de Belém, até José, marido de Maria, mãe do nosso Salvador Jesus (Mt 1:1-16).
Um destes filhos tem sua história bem comentada na cultura popular religiosa recente: Jabes. Interrupções de curta duração, como esta história, fazem uma pausa nas genealogias e nos dão uma visão sobre as práticas religiosas nos tempos antigos. Podemos crescer em nossa própria relação com Cristo quando refletimos sobre a oração de Jabes.
Jabez era um homem de honra, mais ilustre do que seus irmãos, mas aparentemente não trouxe essa reputação do berço. O registro aqui mostra que ele causou muita dor a sua mãe no seu nascimento [Jabes, no original hebraico, quer dizer: “Ele causará dores”, cf. nota textual sobre o v. 9, NKJV]. Não está claro se isso foi emocional, físico ou algum outro sofrimento. No entanto, ele corajosamente pede a Deus para abençoá-lo, dar-lhe mais território e responsabilidade. Ele pede que o Espírito de Deus esteja com ele para que ele não peque. Por fim, diz ele, “que eu não cause dores a outros” (v. 10 NKJV).
Este filho de Judá pediu a Deus, simples, mas fortemente, pela honra espiritual básica e que pudesse viver para o benefício de outros. E Deus concedeu a ele os desejos de seu coração. O que nós estamos pedindo que Deus nos dê?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/4
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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637 palavras
2 Reaías. Os v. 2 a 4 apresentam as ramificações de Hur, o primogênito de Efrata, esposa de Calebe (2:19, 50). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 135.
9, 10 Jabez é lembrado por um pedido de oração, e não por um ato heroico. Em sua oração, ele pediu a Deus que (1) o abençoasse, (2) o ajudasse em seu trabalho (“expandir meu território”), (3) estivesse com ele em tudo o que fizesse e (4) o protegesse do mal e do dano. Jabez reconheceu Deus como o verdadeiro centro de seu trabalho. Quando oramos pela bênção de Deus, também devemos orar para que Ele assuma sua posição de direito como Senhor sobre nosso trabalho, nosso tempo em família e nosso lazer. Obedecê-Lo nas responsabilidades diárias é viver como um herói. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Foi Jabez mais ilustre que seus irmãos. Há uma frase similar em Gênesis 34:19. CBASD, vol. 3, p. 135.
10 Deus lhe concedeu. Nada se sabe sobre as circunstâncias pelas quais Deus concedeu o pedido sincero de Jabez. O importante é que Deus ouviu sua oração de fé e derramou grandes bênçãos sobre Seu servo fiel. CBASD, vol. 3, p. 135.
Jabez orou especificamente para ser protegido do mal e da dor. Vivemos em um mundo caído, cheio de pecado, e é importante pedirmos a Deus que nos proteja do mal inevitável que surge em nosso caminho. Mas também devemos evitar motivos, desejos e ações malignas que começam dentro de nós. Portanto, não só devemos buscar a proteção de Deus contra o mal, mas também devemos pedir a Deus que guarde nossos pensamentos e ações. Podemos começar a utilizar sua proteção preenchendo nossas mentes com pensamentos e atitudes positivas. Life Application Study Bible Kingsway.
“Deus concedeu-lhe o que tinha pedido”, porque pediu em acordo com a Sua vontade (1 Jo 5.14). Bíblia Shedd.
A bênção através da oração e da confiança em Deus é um dos grandes temas de Crônicas. Bíblia de Genebra
15 Calebe, filho de Jefoné. Este parece ser, pelo menos, o terceiro Calebe mencionado nesta genealogia se for incluído “Calebe, filho de Hezrom” (ver 1Cr 2:18, 50; ver com. de 1Cr 2:18). CBASD, vol. 3, p. 135.
19 Abiqueila. Também chamada de Queila (AA). É uma cidade da planície de Sefelá (Js 15:44) [planície que desce para o mar Mediterrâneo], resgatada dos filisteus por Davi (1Sm 23). Agora ela é Khirbet Qîla, 12,6 km a noroeste de Hebrom. CBASD, vol. 3, p. 135.
21 obreiros em linho. Profissões deste tipo, nos tempos antigos, em geral eram restritas a famílias que trabalhavam num ofício transmitido de pai para filho. CBASD, vol. 3, p. 136.
24 Os filhos de Simeão. As genealogias de Simeão seguem as de Judá evidentemente devido á estreita relação entre as duas tribos (ver Jz 1:3). Simeão recebeu sua herança dentro dos limites de Judá (Js 19:1, 9). CBASD, vol. 3, p. 136.
27 não tiveram muitos filhos. Isto é, os outros clãs simeonitas (Nm 26:12-14). Durante os 40 anos de peregrinação, a população da tribo diminuiu em 60% (Nm 1:23; 26:14). Como resultado, ficou com menos da metade da média de todas as demais tribos. CBASD, vol. 3, p. 136.
Simeão virtualmente se fundiu com Judá, embora após a divisão do reino alguns elementos tivessem ido para o norte, sendo por isso contada dentre as dez tribos do norte (2 Cr 15.9; 34.6). Bíblia Shedd.
33 Baal. Ou Baalate-Ber (Js 19:8). Alguns a identificam com Ramá ou Ramote, do sul (ver 1Sm 30:27). CBASD, vol. 3, p. 136.
40 pasto farto e bom. Quando Isaque se mudou para gerar, encontrou um país que poderia alimentar seus rebanhos (Gn 26:14, 17-20). CBASD, vol. 3, p. 136.
os descendentes de Cam. Evidentemente, os cananitas (ver 1Cr 1:8). CBASD, vol. 3, p. 136.
42 monte Seir. Ao sul e ao leste do território de Edom. O nome monte Seir é usado comumente para designar a terra de Edom [Esaú]. CBASD, vol. 3, p. 137.
43 o restante dos que escaparam dos amalequitas. Sem dúvida, estes eram os amalequitas que se refugiaram em Edom das guerras de extermínio comandadas por Saul (1Sm 14:48; 15:8; cf. 2Sm 8:12). Amaleque, em parte, era de ascendência edomita (1Cr 1:35, 36). CBASD, vol. 3, p. 137.
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“Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz” (v.9).
No capítulo de hoje surge um intrigante descendente da tribo de Judá: Jabez. Eu sei que a maioria dos comentaristas se detém no testemunho de Jabez neste capítulo, mas não temos como passar por alto o que o Senhor fez questão de destacar nas Escrituras. Percebam que os versículos nove e dez parecem dar uma pausa na genealogia. Nós já lemos mais de duzentos nomes até agora e a Bíblia encaixa, em meio a tantos nomes, um que não sabemos de onde veio e nem para onde foi.
A biografia trazida em apenas dois versículos apresenta duas realidades: o nascimento de Jabez provocou muitas dores à sua mãe, por isso o seu nome, que significa “dor, sofrimento”. O seu nome o conduzia a um destino nada atraente, mas a sua atitude mudou o rumo da sua vida. Jabez fez uma oração pequena e simples, mas proveniente de um coração humilde e sincero: “Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a Tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!” (v.10).
Jabez “invocou o Deus de Israel” (v.10) com inteireza de coração. Porém, vamos reler o que está escrito a respeito dele no versículo nove: “Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos”. A palavra ilustre quer dizer “aquele que irradia luz”, que possui qualidades nobres e dignas de louvor. Ele, definitivamente, se destacava por ser aquilo que Jesus nos motiva a ser: “Vós sois a luz do mundo” (Mt.5:14). Mas para quê, amados? Para que sejamos melhores do que os outros? Não! Para que sejamos como Jabez, ilustres não aos nossos próprios olhos, mas diante do mundo, “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16).
Jabez não fez uma oração motivado por desejos egoístas, mas para que continuasse sendo luz que irradia, que compartilha com o mundo a glória de Deus. Eis o porquê “Deus lhe concedeu o que Lhe tinha pedido” (v.10). Não sabemos de que forma a oração de Jabez foi atendida. Esse é o único registro bíblico sobre ele, fora aquele que diz que Jabez era uma cidade de Judá (1Cr.2:55). Mas se as Escrituras dizem que ele foi atendido, é porque, certamente, ele não pediu nada que Deus já não tivesse sonhado para ele.
Para Jabez era uma grande alegria ser fiel a Deus, porque ele confiava em Sua infalível fidelidade. Ele honrou a Deus com sua vida. Ele foi uma honra ao nome de Deus diante dos homens, e Deus o honrou. Precisamos tomar a mesma atitude deste homem que não sabemos em que lar nasceu, mas sabemos que Lar o aguarda. Sua vida, agora, pode estar sendo assombrada por “registros antigos” (v.22), mas eis que Deus promete apagá-los e trocá-los pelo “registro genealógico” (v.33) dos Céus!
Nem sempre nossas orações são atendidas como gostaríamos que fossem. Por vezes, Deus permite que soframos os embates do grande conflito para que, como Jó, nossa experiência nos leve ao verdadeiro conhecimento de Deus: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5-6). Jó não teve suas orações atendidas conforme esperava, nem seus questionamentos respondidos. Mas, ao decidir erguer a sua fé acima das circunstâncias, obteve o único conhecimento que salva: “E a vida eterna é esta: Que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste” (Jo.17:3).
Saibam que “o que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável” (Pv.28:9). A oração, portanto, precisa vir acompanhada de atitude. Atitude de fazer a vontade de Deus acima da nossa. Atitude de representar com fidelidade que somos filhos do Senhor. E, para isso, precisamos nos entregar por completo aos cuidados do Espírito Santo. Então, seremos príncipes e princesas em nossas famílias (v.34). Deus resplandecerá sobre nós a luz da Sua face e seremos Seus luzeiros indicando ao mundo o caminho para pastos verdejantes, “terra espaçosa, tranquila e pacífica” (v.40), onde habitaremos com Ele para sempre.
Nosso amado Deus, a oração de Jabez representa a nossa oração nestes últimos dias, no sentido de que o Senhor nos leve para a Tua terra espaçosa e que a Tua mão seja conosco nos livrando do mal. Pai, já não nos interessam as coisas aqui desta Terra, mas almejamos a pátria superior, isto é, celestial! Batiza-nos com o refrigério do Teu Espírito para que o mundo seja iluminado com a Tua glória e Jesus volte em nossa geração. É o nosso clamor, Senhor! Por Cristo Jesus e por Tuas muitas misericórdias nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, ilustres filhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CRÔNICAS 4 – Nomes significam pessoas. Pessoas são importantes para Deus. Apesar de cometerem pecados e estarem condenadas à morte, Deus criou um plano e trabalha nele almejando ardentemente salvar pessoas.
Sem Deus, as pessoas não são nada, não passam de nada, e não significam nada. Elas apenas passam pela vida… e, então, morrem – talvez deixando algum legado. Mas, Deus anseia que o destino das pessoas vá além de deixar meramente um legado. Deus quer que tenhamos vida eterna, num lugar perfeito, preparado por Ele para nós.
O capítulo em pauta considera as genealogias adicionais de Judá nos versículos 1 a 23. Depois, evidencia que Deus não foca apenas na tribo que Ele escolheu, nem rejeita as tribos que não foram escolhidas. Por isso, o capítulo contém também uma genealogia da tribo de Simeão, nos versículos 24 a 43.
Os nove primeiros capítulos de I Crônicas contam com vários versículos, tornando-os relativamente longos citando nomes de pessoas que passaram pela vida. No capítulo em questão, há um parêntese objetivando destacar ao ilustre Jabez, do qual se afirma ter sido “mais respeitado de sua família”.
Qual foi seu segredo? Leia várias vezes I Crônicas 4 inteiro, depois marque os versículos 9 e 10. Agora considere:
• Jabez faz parte de uma das mais breves biografias bíblicas, a qual está entre aproximadamente 500 nomes citados em genealogias. Ler longas listas genealógicas pode até parecer tedioso; mas, neste caso, se for lida com atenção, é possível encontrar segredos para obter uma vida de piedade.
• Jebez recebeu um nome pejorativo que na época era uma prática comum que determinava o destino de uma pessoa logo ao nascer. Seu nome significa “ele causa dores”, que pode estar relacionado ao seu nascimento; contudo, na vida adulta não conseguia livrar-se delas; entretanto, ele não se acomodou.
• Jabez teve sua situação determinada pela sua mãe ao relacionar seu nome à dor; porém, ele não aceitou tal limitação. Seu segredo foi a oração, a qual faz toda a diferença na existência dos jovens.
Jabez nos mostra que aqueles que oram por bênçãos de Deus, que anseiam sair do comodismo orando para que suas fronteiras sejam ampliadas para trabalhar mais, que suplica pela direção e proteção divinas… terão suas petições devidamente atendidas. Portanto, reavivemo-nos diariamente! – Heber Toth Armí.