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Texto bíblico: II SAMUEL 23 – Primeiro leia a Bíblia
II SAMUEL 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2sm/23
Este também é um capítulo duplicado. Isso significa que o Espírito Santo sentiu que seria bom incluir uma segunda vez as mesmas informações de 2 Samuel 23 em 1 Crônicas 11.
O Espírito Santo chama a nossa atenção para a realidade de lapsos de audição, escorregões de mão, lapsos de memória, em práticas de cópia de escriba. A Palavra de Deus ainda está entre nós? Sim! É confiável? Absolutamente sim! Esses fenômenos na Bíblia não são exclusivos desses dois capítulos em duplicata [2Sm 22 e 23]. Alguns relatórios foram escritos em tempos de paz e outros em tempo de aflição e de guerra.
A inspiração do Espírito Santo, enquanto Editor, mostra uma enorme compaixão com a humanidade, ao deixar que o homem se expresse aos seus semelhantes em seus próprios termos, com suas imperfeições. E, apesar dessas imperfeições, é o impacto do Espírito Santo na mente e no coração através da iluminação, que realmente conta.
Querido Deus,
Espírito Santo, editor da Palavra de Deus escrita por mãos humanas, Tu tens a capacidade de retirar a imperfeição e deixar em nossas mentes um perfeito entendimento, a verdade plena. Nós sempre precisamos de sua orientação. Em nome de Jesus. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coréia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2sa/23
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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856 palavras
Este capítulo consiste de duas partes distintas. Os v. 1 a 7 são um salmo que constitui o último pronunciamento formal de Davi, e os v. 8 a 39 são uma lista de seus heróis. O cântico não se encontra nos Salmos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 774.
1-7 As últimas palavras de Davi, registradas neste salmo, são parecidas com a última bênção de Jacó (Gn 49). Numa visão geral inspirada, revela uma mensagem messiânica completa, coroando assim a sua vida de maior poeta do AT, e o maior no gênero na literatura universal. Bíblia Shedd.
Era costumeiro louvar a Deus ao final de uma vida (Gn 49; Dt 33). Neste poema, Davi compara um governante a uma chuva suave [4], enquanto que um opressor ímpio a um espinho [6, 7]. Andrews Study Bible.
1 Palavra. Do heb. ne’um, um pronunciamento feito por Deus, diretamente ou por meio de Seus profetas. A palavra não é usada para designar pronunciamentos humanos comuns. ela ocorre com mais frequência na frase “diz o SENHOR”. Os falsos profetas usavam o termo para dar a impressão de que estavam comunicando mensagens divinas (Jr 23:31). CBASD, vol. 2, p. 774.
2 O Espírito Santo assiste ao homem e ensina-lhe o que deve falar (Mt 20.10; Jo 14.26). Bíblia Shedd.
3 Ao estilo de um profeta, Davi fala de um justo e reto governante. isto se cumpriria em Jesus Cristo em Seu retorno a governar com perfeita justiça e paz. Encontramos profecias similares em Is 11:1-10; Jr 23:5, 6; 33:15-18; Zc 9:9, 10. Veja o cumprimento de algumas destas profecias em Mt 4:14-16; Lc 24:25-27, 44-49; Jo 5:45-47; 8:28, 29. Bíblia Shedd.
no temor de Deus. Todo aquele que governa deve … fazê-lo no consciente temor de Deus, sempre consciente de que governa por nomeação divina e de que o Céu o considera responsável por toda decisão que toma. CBASD, vol. 2, p. 774.
4 como a luz da manhã… faz brotar da terra a erva. A pessoa que governa é capaz de trazer bênçãos se desempenhar suas responsabilidade de maneira justa e no temor de Deus. CBASD, vol. 2, p. 774.
5 A casa de Deus, aqui, refere-se a Cristo e Sua Igreja, que são perpétuos (7.8-16). Bíblia Shedd.
Pelo fato de Davi se esforçar para governar de maneira justa, sábia e no constante temor de Deus, o Senhor prometeu estabelecer sua dinastia para sempre. A promessa era condicional, e as condições não foram satisfeitas por sua descendência literal. Portanto, somente por meio de Cristo, como O descendente de Davi, é que essas promessas encontram cumprimento. CBASD, vol. 2, p. 775.
8-39 Essa lista de 37 (cf. v. 39) dos guerreiros mais valentes de Davi e o relato de algumas das suas façanhas têm seu paralelo em 1Cr 11.11-41. Ali, a lista é expandida, com mais de 16 nomes (1Cr 11.41-47). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Estes versos falam de algumas das façanhas das forças especiais de Davi. Haviam dois grupos de homens elite: “os Trinta” e “os Três” (23:18, 23; 1Cr 11:11-25). Para tornar-se membro de um destes grupos devia-se mostrar uma coragem sem paralelo em batalha, assim como sabedoria na liderança.. “Os Três” era o grupo da mais alta elite. A lista dos “Trinta” contém, na verdade, 37 nomes, mas menciona alguns guerreiros sabidamente mortos (Urias, por exemplo, em 23:39). Aparentemente, novos membros eram apontados para substituir aqueles que caíam nas batalhas. Life Application Study Bible Kingsway.
10 a mão… ficar pegada à espada. Ele havia segurado a espada com tanta força e durante tanto tempo que foi difícil soltá-la depois. CBASD, vol. 2, p. 775.
11 lentilhas. Em 1 Crônicas 11:13 e 14 é dito “cevada”…. O encontro em questão parece ter resultado de uma incursão feita por Sama em um pedaço de terra [onde existiam as duas plantações no local] que os filisteus provavelmente estavam saqueando. CBASD, vol. 2, p. 775.
13 no tempo da sega [colheita]. Durante os meses quentes e secos do verão. Andrews Study Bible.
14 fortaleza. Refere-se à fortaleza de Adulão (1Sm 22.1). Bíblia Shedd.
15 Belém. Cidade natal de Davi, localizada ao sul de Jerusalém (1Sm 17:58). Andrews Study Bible.
16,17 Davi não beberia esta água que representava as vidas de seus soldados. Em vez disso, ele a ofereceu a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
Para Davi, a água conseguida com risco da vida desses homens era como o sangue em que residia a vida deles (ver Gn 9:4; Lv 17:10, 11). CBASD, vol. 2, p. 775.
20 Benaia (8.18; 20.23), filho do sacerdote Joiada(1Cr 27.5 e 12.27), mais tarde constituído supremo general do exército (1Rs 2.35). Bíblia Shedd.
Apoiou a sucessão de Salomão ao trono (1Rs 1, 2) e acabou substituindo Joabe como comandante do exército (1Rs 2.35). Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 o pôs sobre sua guarda. A posição de Benaia era a mesma que Davi ocupou diante de Saul (1Sm 22:14). Andrews Study Bible.
24 Asael. Uma vez que Asael foi morto por Abner enquanto Davi reinava em Hebrom (2Sm 2:23), é evidente que esta lista vem do período inicial do reinado de Davi. Asael comandava a quarta divisão (1Cr 27:7). CBASD, vol. 2, p. 776.
34 Eliã. Pai de Bate-Seba (v. 11.3) e filho do conselheiro de Davi, Aitofel, que participou da conspiração de Absalão (v. 15.12, 31, 34; 16.20-23; 17.1-23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 Hezrai, carmelita. A maioria dos heróis de Davi era de sua região natal [Judá]. Carmelo, a moderna Kermel, era uma cidade que ficava 12 km ao sul, indo pelo leste, de Hebrom. CBASD, vol. 2, p. 777.
39 trinta e sete. Incluindo Joabe, o chefe do exército, cujo nome se encontra ausente da lista. Andrews Study Bible.
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“O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a Sua palavra está na minha língua” (v.2).
As palavras de introdução deste capítulo descrevem Davi de quatro formas distintas:
- O filho de Jessé: Era assim que o pastorzinho de ovelhas era conhecido antes de receber o chamado de Deus;
- O homem que foi exaltado: O Senhor reconheceu naquele jovem um coração humilde e contrito, e o elevou à condição de príncipe do Seu povo, pois, como diz o Senhor: “aos que Me honram, honrarei” (1Sm.2:30);
- O ungido do Deus de Jacó: Havia uma aliança estabelecida com os patriarcas. A unção e eleição de Davi o tornou sucessor desta “aliança eterna, em tudo bem-definida e segura” (v.5);
- O mavioso (ou seja, suave, harmonioso) salmista de Israel: Seu dom musical e literário compunha a face dócil do bravo guerreiro. Seus salmos expressam entrega completa a Deus, amadurecimento espiritual e sinceridade na adoração.
As últimas palavras de alguém geralmente representam o que há de mais significativo. As de Davi expressam sua plena confiança em Deus e em Sua Palavra. Davi foi um homem de guerra, um “justiceiro” de seu tempo. Era compassivo com os errantes, paciente com os irmãos e intolerante com os rebeldes. Um homem intenso e forte; ao mesmo tempo, frágil e amoroso. Se era para chorar, fazia-o com todas as forças; se era para se alegrar, entregava-se com total intensidade. Foi nesse espírito que ele, em um bando de homens inicialmente fracassados e endividados, enxergou um exército de valentes.
Os valentes de Davi se destacavam não apenas por suas obras, mas principalmente pelo amor e zelo que dedicavam ao rei. Eram homens extraordinários em força, determinação e coragem, para os quais qualquer desafio era um privilégio. Através deles, o Senhor efetuou grandes livramentos e deixou ricas lições de lealdade e altruísmo. Independentemente de sua classificação, todos estavam dispostos a dar a vida pelo rei — inclusive “Urias, o heteu” (v.39), que teve a vida abreviada a mando daquele a quem servira com tanta fidelidade. Acredito que, mesmo após seu genuíno arrependimento, Davi tenha sofrido até a morte ao lembrar-se do que fizera ao seu fiel valente.
Assim como a vida de Davi foi cheia de altos e baixos, estamos todos na mesma condição, amados. Os valentes de Davi atravessaram o exército inimigo para levar água de um poço ao seu rei. Jesus, porém, foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8) para que pudéssemos beber “de graça a água da vida” (Ap.22:17). Davi aprendeu a reconhecer sua completa dependência de Deus. As vitórias vinham porque o Senhor efetuava o livramento. Por meio desses homens, o Senhor apontava para o plano da salvação em Cristo, estabelecendo uma “aliança eterna, em tudo bem-definida e segura” (v.5) — uma promessa que “ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (Hc.2:3).
Ainda que Davi e sua casa não tenham alcançado o modelo ideal de uma família bem ordenada, ele confiava na promessa divina de que o cetro jamais sairia de sua casa. O Senhor também nos fez uma promessa, amados: “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3). Confiemos nesta promessa “em tudo bem-definida e segura” (v.5).
Pai de amor eterno, como falastes com Davi e lhe destes a certeza da Tua presença e cuidado, o Senhor deseja ter esta mesma intimidade conosco. Tu és Deus real e presente. Batiza-nos com o Espírito Santo para que sejamos Teus soldados, Teus valentes, bem ordenados e preparados como Teu exército de salvação às nações. Aguardamos a Tua bendita promessa e confiamos que, no tempo determinado, Aquele que vem virá e não tardará. Feliz sábado, nosso Criador e Redentor! Por Jesus, nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, fiéis do tempo do fim!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II SAMUEL 23 – Desde o capítulo 12 o livro em análise apresenta detalhes das problemáticas consequências do indivíduo que peca, atingindo a família e inclusive uma nação, caso o pecado vergonhoso for praticado por líderes.
Contrastando o comportamento do pecador, está a demonstração do benevolente caráter do Senhor. Ele é infinitamente fiel e imensuravelmente gracioso. Ou seja, unindo fidelidade à misericórdia, Deus preservou Sua promessa, “ainda que Davi às vezes traísse a aliança. Davi e Bate-Seba pecaram, e o filho deles morreu em julgamento. Deus, porém, deu a Bate-Seba um filho, Salomão, a quem o Senhor amou (12:-24-25). Deus continuou revelando Sua vontade a Davi por meio dos profetas Natã e Gade e dos sacerdotes Zadoque e Abiatar (12:1-14; 15:24-29; 24:11-14). Também foi misericordioso, protegendo Davi durante as rebeliões de Absalão e Seba [18:1-20:26]”, ponderou Kenneth Mathews.
Diante da imensurável bondade divina, o rei Davi agiu diferente de Saul “que tentou desconsiderar o próprio pecado”; Davi “confessou seus pecados diante do Senhor (12:13; 24:10)” (Idem).
II Samuel 23 revela que Davi, contando com a ajuda de Deus, e de homens divinamente capacitados, reconheceu a monarquia israelita divinamente prometida a ele. Apesar dos seus inúmeros pecados, “Deus agiu por meio da vida de Davi e Bate-Seba para dar a Israel seu próximo rei (Salomão) e, no devido tempo, seu Messias (Mt 1:6). Deus continua atuando por meio da vida de pecadores arrependidos” (Idem).
As últimas palavras de Davi foram proféticas e comemorativas (II Samuel 21:1-7). Elas apontam a perpetuidade da realeza davídica “a ser realizada no reto governo do Senhor de Davi no reino, cumprindo a aliança régia”, afirma Merrill Unger.
Assim, a glória é de Deus, nunca do pecador. O foco da Palavra sempre é Deus, jamais o ser humano. Perspectivas desfocadas atrapalham perceber o amor divino na história humana. O texto sagrado apresenta o fracasso humano contrastando ao caráter divino. A ênfase não é na humanidade, mas na Divindade!
A biografia de Davi revela claramente com a conduta de Deus diante das mazelas humanas. A figura do Pai na parábola do filho pródigo pode representar Deus recebendo Davi após chafurdar-se nas imundícias deste mundo (Lucas 15:11-32).
Precisamos de ajustes em nossa cosmovisão para não distorcer – ou questionar – a revelação! Devemos reavivarmo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II SAMUEL 22 – Primeiro leia a Bíblia
II SAMUEL 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2sm/22
Davi canta louvores ao Senhor – sua Rocha, seu Refúgio, seu Salvador – quando o libertou de todos os seus inimigos, inclusive do rei Saul. Depois de anos sendo caçado, atacado, ameaçado, que alívio deve ser pensar nas intervenções miraculosas de Deus. Ele reconhece que Deus foi muito além e agora apoiou e solidificou seu governo – até trazendo estrangeiros de longe para submissão e sujeição.
Tudo isso parece muito apropriado. Mas então chegamos às seções intermediárias da música, onde Davi está claramente dizendo que Deus fez tudo isso por causa da justiça dele (de Davi), porque ele guardou os caminhos do Senhor, não fez o mal, foi irrepreensível, e manteve Suas leis. Mas espere um pouco: e quanto a Batseba? E quanto ao assassinato de Urias, o marido dela? E sobre algumas de suas façanhas menos éticas na guerra? Ou seu registro como pai?
Talvez a chave esteja no verso 29: “Pois tu és a minha lâmpada, ó Senhor; o Senhor iluminará as minhas trevas.” Ao olharmos para as voltas e reviravoltas da vida de Davi, encontramos a certeza de que Deus é nossa lâmpada também. Ele transformará nossa escuridão em luz, seja qual for a escuridão que nosso passado tenha tido. Ele aceitará nosso arrependimento, nos verá através da perfeição de Seu Filho e nos resgatará.
Madeline Steele Johnston
Igreja Memorial dos Pioneiros
Berrien Springs, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2sa/22
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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603 palavras
Davi era um musicista hábil que tocava sua harpa para Saul (1Sm 16:23), instituiu as programações musicais no templo (1Cr 25) e escreveu a maior parte dos Salmos. Escrever uma canção como esta não era inusitado para Davi. Life Application Study Bible Kingsway.
1 cântico. O cântico de ação de graças de Davi louva ao Senhor, que o livrou de ameaças à vida e lhe deu vitória sobre seus inimigos. O mesmo cântico, com pequenas variações é encontrado no Salmo 18. Andrews Study Bible.
todos os seus inimigos. Davi escreveu este salmo após Deus ter-lhe concedido um notável livramento de seus inimigos. Isso parece ter ocorrido depois da grande vitória sobre os filhos de Amom e seus aliados (ver 2Sm 8, 10). Também parece que o salmo foi composto enquanto Davi ainda podia falar diante do povo sobre sua justiça e sobre a pureza de suas mãos (2Sm 22:21), o que deve ter ocorrido antes de seu pecado com Bate-Seba (2Sm 11; cf . PP, 716). CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 766, 767. [A Bíblia de Estudo Kingsway aplica esta declaração de inocência e pureza de Davi ao seu sentimento de ter seus pecados perdoados e retirados, cf. com vv. 22-24].
2 O SENHOR é a minha rocha. Esta expressão é típica de Davi. Enquanto fugia de Saul, Davi muitas vezes havia encontrado refúgio e fortaleza nas rochas das montanhas. Deus era para ele como a fortaleza das rochas, proporcionando-lhe proteção e livramento de seus inimigos. … Ele viveu tão perto das montanhas eternas, e as rochas foram seu local de habitação por tanto tempo, que passaram a ser parte de sua vida. CBASD, vol. 2, p. 767.
3 a força da minha salvação. Literalmente, “o chifre da minha salvação”. … O chifre era símbolo de força e poder. A figura se refere aos chifres dos animais, que servem para ataque e defesa. CBASD, vol. 2, p. 767.
21 O SENHOR me tratou conforme a minha retidão (NVI). Nos vs. 21-25 Davi se refere ao livramento divino como recompensa pela própria retidão. Embora essas declarações talvez deem a impressão de orgulho quanto à justiça pessoal e de uma base meritória para o favor divino, devem ser entendidas no seu contexto como: 1) o desejo de Davi de agradar a Deus no seu serviço como o ungido do Senhor (v. nota no v. 51); 2) seu reconhecimento de que o Senhor recompensa os que buscam servi-lo com fidelidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22-24 Davi não estava negando que nunca havia pecado. O Salmo 51 mostra sua tremenda angústia a respeito de seu pecado contra Urias e Bate-Seba. Mas Davi compreendeu a fidelidade de Deus e escreveu este hino da perspectiva de Deus. Ele sabia que Deus o havia feito limpo novamente – “mais limpo que a neve” (Sl 51:7) com um “coração puro” (Sl 51:10). Através da morte e ressurreição de Jesus Cristo também somos feitos limpos e perfeitos. Deus substitui nosso pecado pela Sua pureza e não mais vê o nosso pecado. Life Application Study Bible Kingsway.
27 ao perverso te revelas astuto. Significa que Deus é um juiz que punirá aqueles com pecado. Life Application Study Bible Kingsway.
28 os Teus olhos estão sobre os orgulhosos para os humilhar (NVI). As palavras desse versículo se encaixam bem com a experiência de Davi no seu conflito com Saul. Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 Deus é a minha fortaleza. O homem que não se apoia no Senhor não é mais forte que ele próprio, mas o homem que confia em Deus tem consigo a força do Céu. CBASD, vol. 2, p. 770.
47 O SENHOR vive! (NVI). As intervenções e bênçãos de Deus a favor de Davi demonstraram que Ele é o Deus vivo (v. Dt 5.26). Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; Ele é escudo para todos os que nEle se refugiam” (v.31).
O primeiro registro de um Salmo de Davi aponta para a retrospectiva de uma fé pessoal. Quando estava nos pastos a cuidar de suas ovelhas, ele não foi poupado de sofrer as adversidades de seu trabalho. Ao enfrentar feras e fazer travessias perigosas em favor do rebanho, o jovem pastor aprendeu ricas e permanentes lições de confiança em Deus.
Sua unção como rei pelas mãos do profeta Samuel; sua vitória contra o gigante zombador; o livramento dos anos de fuga da ira de Saul; suas inúmeras conquistas em batalha e o perdão de Deus frente às suas terríveis quedas — toda a sua vida era uma clara demonstração não de sua própria capacidade, mas da misericórdia do Senhor e de Seu cuidado paterno.
Como nunca antes, Davi aprendera a confiar em Deus e a firmar-se em Sua Palavra. Isso não significava que jamais voltaria a errar, mas que, se o fizesse, teria a Quem recorrer. Nos versículos 20 a 25, sua declaração expressa a confiança no perdão divino. Não se tratava de presunção, mas de fé na promessa de que Deus lança os nossos “pecados nas profundezas do mar” (Mq.7:19).
Neste cântico, lemos a experiência de quem, de fato, conhecia o Senhor. Ele não é apenas “uma” rocha, mas a sua Rocha segura. Ele é refúgio, salvação, libertador, juiz justo e lâmpada. Não foram atributos escolhidos apenas para compor uma melodia; foram verdades que se mostraram reais na vida prática de Davi.
Percebam que o célebre rei não teve uma vida fácil. Foi nos momentos mais atribulados que sua fé mostrou-se preciosa. Com propriedade, ele pôde declarar: “Na minha angústia, invoquei o Senhor, clamei a meu Deus; Ele, do Seu templo, ouviu a minha voz, e o meu clamor chegou aos Seus ouvidos” (v.7).
Como necessitamos desta fé que crê em Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal! Uma fé que descansa na certeza de que Ele nos ama e que providenciou o suficiente para andarmos em Seu caminho perfeito! Um tempo de grande angústia está diante de nós, amados. A natureza geme, a iniquidade se multiplica e as infalíveis profecias das Escrituras se cumprem diante dos nossos olhos. É neste cenário que a igreja de Deus é fortemente sacudida e os soldados de Cristo enfrentam os últimos e decisivos combates da fé.
Mediante a confiança na provada Palavra de Deus, firmes na comunhão que os fortaleceu e forjou, como Davi, os fiéis da Terra seguem firmes em sua marcha, ainda que extremamente fatigados. Sobre este tempo solene, encontramos a seguinte revelação: “Foram-me mostrados os que eu antes vira a chorar e a orar com agonia de espírito. A multidão de anjos da guarda em seu redor fora duplicada, e estavam revestidos de uma armadura da cabeça aos pés. Marchavam em perfeita ordem, semelhantes a um grupo de soldados. Seu rosto expressava o tremendo conflito que haviam travado, a luta angustiosa por que haviam passado. Contudo, seu rosto, antes assinalado pela severa angústia íntima, resplandecia agora com a luz e glória do Céu. Haviam alcançado a vitória, e esta suscitava neles a mais profunda gratidão e santa e piedosa alegria” (EGW, Vida e Ensinos, p.176).
Oh, meus amados irmãos, falta pouco, falta muito pouco para o fim desta “luta angustiosa”! E nada é mais precioso, mais importante, do que mantermos nossos olhos fixos em Jesus, que sofreu a mais angustiosa das lutas para garantir-nos a vitória. Os pronomes possessivos do cântico de Davi — “meu Deus”, “minha cidadela”, “meu rochedo”, “minha salvação” — nos mostram o efeito produzido pelo amor da verdade no coração. Não podemos permitir ter nossa confiança em Deus abalada pelas circunstâncias ou afetada pelos inimigos. E isso só conseguimos mediante o agir do Espírito Santo em nosso coração. Permita que a maravilhosa obra que Ele já começou alcance o seu propósito diário até que Ele nos livre, de uma vez por todas, “do forte inimigo” (v.18).
Semelhante a Davi, oremos hoje, amados:
“Vive o Senhor, e bendita seja a minha Rocha! Exaltado seja o meu Deus, a Rocha da minha salvação”! “Tu, Senhor, és a minha lâmpada; o Senhor derrama luz nas minhas trevas”. “Invoco o Senhor, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos”. Por Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “povo humilde” (v.28) do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II SAMUEL 22 – Inimigos do bem experimentam derrotas; amigos de bem experimentam vitórias concedidas por Deus. Deus atua na história e Seus súditos O louvam rendendo-Lhe glórias.
O capítulo em pauta é a canção do rei Davi em louvor ao Rei do Universo. Ela está embebida de teologia do cotidiano, e fornece o vislumbre de alguém exercendo uma fé vacilante frente às vicissitudes vividas nas histórias registradas nos livros de I e II Samuel.
A mensagem escrita por Davi na canção em consideração revela a importância de intimidade com Deus. É necessário considerar a religião mais que meros regulamentos; a espiritualidade verdadeiramente bíblica deve ser regulada por intenso relacionamento de dependência de Deus. Tal relacionamento deve ser honesto, leal e fiel.
As exuberantes imagens poéticas utilizadas pelo escritor inspirado devem ser devidamente compreendidas. As características humanas vinculadas a Deus indicam a personalidade do Ser divino. A aproximação de Deus ao mundo é comparada a um titânico cataclismo (II Samuel 22:8-16), apontando para Seu poder superior a qualquer outra força existente no Céu ou na Terra, espiritual ou físico, natural ou sobrenatural, em favor de Seus súditos!
Uma das formas de Deus demonstrar Seu amor é revelando indignação contra o mal que atormenta Seus amados. Fumaça saindo de Suas narinas, fogo de Sua boca e dEle espalhando brasas vivas e flamejantes sugerem poeticamente Suas ações para prover salvação aos que clamam por Sua intervenção (II Samuel 22:2-7).
Longe de ser perfeito no sentido de impecabilidade moral, Davi declara ter sido irrepreensível para com Deus guardando-se de pecar (II Samuel 22:21-25). Seria hipocrisia? Reconhecendo ter-se arrependido e aceito o perdão de Deus (Salmo 32, 51), Davi sentia-se em harmonia com o Deus (II Samuel 22:17-30) que opera para tornar perfeito o caminho do pecador (II Samuel 22:31-50).
Apenas quem se reconhece miseráveis pecadores podem humildemente exaltar a misericordiosa graça divina. Tudo depende de Deus: “Ele concede grandes vitórias ao Seu rei; é bondoso com o Seu ungido…” (II Samuel 22:41).
Este Salmo de louvor mostra que, aquele que coloca suas esperanças no Senhor pode erguer os olhos rumo ao futuro cheio da mais plena confiança, tranquilizando o coração nas preciosas promessas concedidas pelo Soberano regente da história humana.
Como Davi, conheçamos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.