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I SAMUEL 6 – Icabode? Foi-se a glória de Israel na captura da arca da aliança? Obviamente não, pois a glória de Israel não é inerente, vem de Deus. Ele é compassivo e benevolente, apesar do povo ser desobediente.
Os magos filisteus reconheceram “que um poder misterioso acompanhava a arca, poder este que que eles não tinham sabedoria para enfrentar. Contudo não aconselhavam o povo a desviar-se de sua idolatria para servirem ao Senhor. Odiavam ainda ao Deus de Israel, embora compelidos pelos juízos esmagadores a submeter-se à Sua autoridade. Assim os pecadores podem convencer-se dos juízos de Deus de que é [em vão] contender contra Ele. Podem ser obrigados a sujeitar-se ao Seu poder, enquanto no coração se rebelam contra Seu domínio. Tal submissão não pode salvar o pecador. O coração deve render-se a Deus – deve ser subjugado pela graça divina – antes que o arrependimento do homem possa ser aceito. Quão grande é a longanimidade de Deus para com os ímpios! Os filisteus idólatras e o relapso Israel haviam semelhantemente [desfrutado] de dons da providência. Dez milhares de mercês, sem que fossem notadas, estiveram a cair silenciosamente no caminho de homens ingratos e rebeldes. Cada bênção lhes falava do Doador, mas eles eram indiferentes ao Seu amor… Recusaram-se a escutar a voz de Deus nas obras criadas, e nas advertências, conselhos e reprovações de Sua Palavra; e assim foi obrigado a falar-lhes por meio de juízos”, analisa Ellen White (PP, 587-588).
Usando inclusive ratos e tumores, Deus promoveu temores nos arredores de Seu povo de que não testemunhava positivamente de Seus favores (I Samuel 5:6-12). Agora, através de duas vacas sem suas crias, Deus demonstrou Sua glória a Israel e aos filisteus (I Samuel 6:1-21).
Hipocrisia, idolatria, negligência espiritual, irreverência, perversidade social e depravação na liderança espiritual do povo escolhido não impedem a atuação do Deus cujo plano visa salvar a humanidade. Sua glória não está restrita a uma nação ou geografia. Nas palavras de Malaquias, Deus mesmo afirma: “Eu Sou um grande Rei, e o meu nome é temido entre as nações”. Isso foi dito em um contexto de perversão, relaxo, frieza e baixa espiritualidade, semelhante ao contexto social de Samuel (Malaquias 1:12-14).
Diante de situações deprimentes… reavivemo-nos na Palavra do Soberano Onipotente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I SAMUEL 5 – Primeiro leia a Bíblia
I SAMUEL 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/5
Quando eu era criança, uma provocação comum no parquinho era “Meu pai é maior do que seu pai!” Isso significava: “Não tente me machucar ou você vai se dar mal.”
Inimigos sempre avaliam um ao outro para ver se uma ameaça é real. Neste capítulo, os filisteus riram do pequeno exército de Israel e descobriram que as alegações de Israel sobre o poder de Deus não eram apenas conversas fúteis. Os filisteus achavam que haviam vencido quando capturaram a Arca de Deus, levaram-na para casa e a colocaram aos pés de seu ídolo, Dagom. No entanto, é aí que os problemas realmente começaram. Cada dia que eles continuavam com a Arca, o problema aumentava até que ficaram felizes em enviá-la para qualquer outro lugar. Eles tentaram enviá-la para Asdode, depois para Gate e, finalmente, para Ecrom. Os moradores de Ecrom responderam em 1 Samuel 5:10 com o equivalente a: “O que vocês estão tentando fazer, nos matar?” O que uma vez foi considerado um prêmio se tornou uma maldição.
Dizer a Deus que você insiste em ter seu próprio caminho é assim. Ele deixa você ir avante pensando que você é vitorioso, mas há um preço eterno a pagar.
Karen Lifshay
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Hermiston
Oregon, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/5
Tradução: Jeferson Quimelli
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1054 palavras
Dagom era o principal deus dos filisteus que, acreditavam, enviava a chuva e garantia colheita abundante. Mas os filisteus, como a maioria dos vizinhos pagãos, adoravam a muitos deuses. Quantos mais deuses eles pudessem ter ao seu lado, mais seguros eles se sentiriam. Foi por isso que eles quiseram a arca, pensando que se ela ajudara os israelitas, os ajudaria também. Mas quando o povo que vivia próximo começou a ficar doente e morrer, os filisteus perceberam que a arca não era um bom agouro. Era uma fonte de um poder maior do que eles haviam jamais visto – poder que não podiam controlar. Life Application Study Bible.
1 Os filisteus. Deus não só permitiu que os filisteus derrotassem o povo de Israel em Ebenézer, mas provavelmente que também o perseguissem na direção nordeste até Siló (ver Sl 78:60-64; Jr 7:12; 26:6, 9). … Há evidências arqueológicas de que Siló foi destruída em torno dessa época. De todo modo, acredita-se que os serviços do tabernáculo foram interrompidos quando a arca foi tomada (ver PP, 609). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 502-503.
Asdode. Esta cidade localizada próximo ao litoral era uma das cinco que formavam a confederação filisteia (pentápole) citada em 6:17. Bíblia de Estudo Andrews.
No período do Novo Testamento, o local era chamado Azoto (At 8.40). Bíblia de Genebra.
2 a casa de Dagom. Ou seja, o “templo de Dagom”, o principal deus dos filisteus. Os cananeus acreditavam que ele era o pai de Baal. Bíblia de Estudo Andrews.
Embora a arca de Deus não fosse um ídolo, foi tratada assim pelos filisteus. Bíblia de Genebra.
3 o rosto em terra. Postura comum de adoração, que simboliza submissão total. A nação vencedora em uma guerra carregava a imagem do deus do povo derrotado como troféu de guerra para o templo. Bíblia de Estudo Andrews.
Prostrado, com o rosto em terra, como se estivesse fazendo uma súplica. CBASD, vol. 2, p. 503.
A deidade supostamente vitoriosa está em posição de prestar homenagem à deidade aparentemente vencida. Bíblia de Genebra.
Deixemos que essa cena se reproduza em nosso coração! Deixemos Jesus entrar, e os ídolos mais queridos que já tivemos cairão diante dEle. A presença de Cristo, que traz horror aos Seus inimigos, trará libertação e bênção aos que O amam. […] Ousemos dar entrada ao Salvador no lugar secreto do nosso coração. Ele destruirá totalmente as obras de Satã, e expelirá as coisas más que há tempo o vem infestando. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer
4 a cabeça… as mãos… cortadas. A cabeça decepada mostrava que Dagom era destituído de inteligência, e as mãos decepadas mostravam que era destituído de poder. Bíblia Shedd.
Privado dos emblemas da razão e da ação, jazia ali, em sua verdadeira natureza, um mero toco disforme. CBASD, vol. 2, p. 503.
5 não lhe pisam o limiar. Pulam-no, pois o mesmo tornou-se “santo” pelo contato que sofrera com a cabeça e as mãos de Dagom, e ali passaram a habitar os espíritos: essa crença continuou até os dias de Sofonias (1.9). Bíblia Shedd.
Talvez por isso Sofonias escreveu: “Castigarei naquele dia todo aquele que salta sobre o limiar” (Sf 1.9, ACF). CBASD, vol. 2, p. 503.
6 duramente. O propósito das pragas era demonstrar a superioridade de Deus sobre Dagom (comparar com Êxodo 12.12). Bíblia de Estudo Andrews.
de tumores. As maldições da aliança incluíam a praga de tumores como consequência da desobediência. Bíblia de Estudo Andrews.
O sintoma característico desta praga era um inchaço doloroso. CBASD, vol. 2, p. 503.
6,7 Apesar dos filisteus terem testemunhado uma grande vitória do Deus de Israel sobre seu deus, Dagom, eles não agiram de acordo com esta percepção até que eles foram afligido por tumores (provavelmente peste bubônica). De modo similar, muitos hoje não atendem à verdade bíblica até que experimentem dor. Você está desejando ouvir a Deus por amor à verdade ou você volta-se a Ele somente quando você sofre? Life Application Study Bible.
6 tumores. Hemorróidas e ratos. No texto grego (LXX) lê-se: “…e os feriu com tumores nas suas partes secretas, de modo que sofreram disenterias; e fervilharam as aldeias e campos daquela região os ratos que apareceram, e a cidade se viu consternada por grande mortandade” (efeito da peste bubônica trazida pelos ratos). Bíblia Shedd.
8 príncipes. O governo federado dos filisteus era constituído por um quinquevirato [cinco governantes] (6.4, 17). A solução do Concílio foi que a arca fosse levada de cidade em cidade. Bíblia Shedd.
Que faremos…? Embora admitissem que Dagom levara a pior num conflito pessoal, ainda era o deus deles e se recusaram a se render à ideia de reconhecer a supremacia do Criador de todas as coisas. …a única coisa que podiam fazer era se livrar do símbolo ofensor da presença de Deus. Contudo, o Senhor, que não faz acepção de pessoas, almejava que os filisteus reconhecessem as dádivas de Sua providência para eles, o mesmo que esperava dos israelitas (ver PP, 587, 588). No entanto, convencido contra sua própria vontade, os filisteus mantiveram a mesma opinião. Tal foi o caso do faraó do êxodo, mas não precisava ser assim. Nabucodonosor não permitiu que o orgulho o controlasse e, depois de repetidas revelações do poder protetor de Deus, chegou ao ponto de deixar a idolatria e adorar o Deus do Céu (Dn 4:24-27, 34, 35). […] O orgulho [dos filisteus] impediu que escolhessem um curso de ação diferente do que se livrar daquilo que, para eles, era a verdadeira fonte de ofensa – o próprio objeto que Deus desejava usar como meio de salvação. CBASD, vol. 2, p. 503, 504.
Gate. É possível que o plano dos filisteus fosse o de remover a arca para outra cidade na esperança de que a peste não irrompesse ali, e assim comprovar que era por mera coincidência que a peste tinha sucedido em Asdode. Essa esperança foi dramaticamente esmagada (v. 9). Bíblia de Genebra.
10 O povo de Ecrom protestou, mas, compelido, cedeu até que a nova ordem do Concílio mandasse devolver a arca do Senhor a Israel. Bíblia Shedd.
11 Levem embora [de Ecrom] a arca do deus de Israel (NVI). Depois de três cidades sucessivas (Asdode, Gate e Ecrom] terem sido fustigadas por enfermidades mediante a chegada da arca, havia pouca dúvida na opinião popular de que o Deus de Israel era a causa das suas aflições. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 até ao céu. A palavra “céu” é usada, ás vezes, para designar o Deus do céu. […] A solução das pragas filisteias é narrada no cap. 6. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Tomaram os filisteus a arca de Deus e a meteram na casa de Dagom, junto a este” (v.2).
Os filisteus levaram a arca do Senhor direto para o templo de sua principal divindade. Chegando pela manhã naquele lugar, os moradores viram o primeiro aviso de Deus. A imagem de Dagom estava caída, prostrada “rosto em terra, diante da arca do Senhor” (v.3). Ignorando o que viram, voltaram a colocar a estátua no lugar. Na manhã seguinte, a estátua de Dagom estava novamente prostrada diante da arca, desta vez, porém, sem a cabeça e sem os braços, restando dela apenas o tronco. Em vez de reconhecerem ser um ato divino, tornaram aquele episódio uma superstição, de modo que “os sacerdotes de Dagom e todos os que entram no seu templo não lhe pisam o limiar em Asdode” (v.5).
Dois avisos foram dados, e os dois foram ignorados. Então, a “mão do Senhor castigou duramente os de Asdode, e os assolou, e os feriu de tumores” (v.6). Levaram a arca do Senhor a Gate “e, depois, de cidade em cidade” (v.8). Em Gate, “a mão do Senhor foi contra aquela cidade, com mui grande terror” (v.9). Em Ecrom, exclamaram: “Transportaram até nós a arca do Deus de Israel, para nos matarem” (v.10). De cidade em cidade Deus mostrava o Seu poder e Se deu a conhecer àquela gente por conta própria, visto que Israel havia falhado como Seu representante na Terra. De forma que, reunindo-se todos os príncipes dos filisteus, chegaram à conclusão de que deveriam devolver a arca do Senhor ao seu lugar de origem. Pois grande castigo lhes sobreveio “e o clamor da cidade subiu até o céu” (v.12).
As demais nações deveriam conhecer ao Senhor pelo testemunho de Israel. Mas os filhos de Israel deixaram contaminar-se com os costumes pagãos, dando as costas à vontade de Deus. “Porque deixaram a aliança do Senhor, seu Deus, e adoraram a outros deuses, e os serviram” (Jr.22:9). Dentro da arca da aliança estava a lei moral de Deus, a manifestação de Seu caráter: os dez mandamentos. No primeiro mandamento está escrito: “Não terás outros deuses diante de Mim” (Êx.20:3). Lá estava, pois, a arca de Deus, com os mandamentos do Senhor, dentro de um templo pagão, junto a um deus fajuto, que tem boca e não fala, tem olhos e não vê, tem ouvidos e não ouve, tem nariz e não cheira (Sl.115:5-6).
Percebam que Deus não começou afligindo o povo com Sua mão, e sim deixando claro que só a Ele deveriam prestar culto. Mas os filisteus não estavam dispostos a compreender o que se passou ali. Então, além de colocar a estátua na mesma posição no dia seguinte, o Senhor ainda lhe cortou a cabeça e os braços. O recado era óbvio e direto: o deus ao qual vocês servem nem tem poder (cabeça), nem tampouco nele há força alguma (braços)! Contudo, aquele povo estava tão obscurecido por suas superstições que aquilo transformou-se em mais uma delas (v.5). Um perigo do qual Israel não estava imune, e que pode nos alcançar também. Por isso que as experiências de Israel “foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co.10:11).
E vieram tumores, morte e grande aflição. Só assim entenderam que não pode haver comunhão entre o santo e o profano. Diante do que consideravam o principal de seus deuses, Deus o rebaixou ao que Dagom realmente era: um tronco sem vida. O conteúdo da arca, e não a arca, revelava o porquê do grande terror que os afligiu. Dentro da arca estava a resposta. Dentro da arca estava a revelação do Deus único e verdadeiro. Lembram da arca de Noé? Não adiantava contemplá-la por fora, a salvação estava em obedecer e entrar nela. A revelação de que só Deus é o único Senhor estava dentro da arca, no entanto, isso foi ignorado. Mas Deus tornou em vergonha aquela imagem e tornou glorioso o que eles haviam rejeitado: “Foi do agrado do Senhor, por amor da Sua própria justiça, engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (Is.42:21).
Então, retrocederam, como também confirma o profeta Isaías: “Tornarão atrás e confundir-se-ão de vergonha os que confiam em imagens de escultura e às imagens de fundição dizem: Vós sois nossos deuses” (Is.42:17). E isso nos leva à quebra do segundo mandamento: “Não farás para ti imagem de escultura” (Êx.20:4). Deus tentou advertir aquele povo de forma branda e eles escolheram a Sua indignação. “Mas o Senhor é verdadeiramente Deus; Ele é o Deus vivo e o Rei eterno; do Seu furor treme a Terra, e as nações não podem suportar a Sua indignação” (Jr.10:10). Deus revelou o conteúdo de Sua arca da única maneira que aquele povo entenderia. E, por Seu poder e força, mostrou que “os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem” (Jr.10:5).
Aqueles ídolos antigos não deixaram de existir, só tomaram o formato moderno da promiscuidade, egocentrismo e vaidade. Hoje a Bíblia tornou-se uma “arca da aliança” ao lado de deuses erguidos pela idolatria humana. É desconsiderada, ou, pior do que isso, é usada da forma errada, para propósitos errados e por pessoas que andam no erro. E, de forma proposital, as verdades do Senhor são lançadas por terra (Dn.8:12). Em Sua Palavra, Deus mostra a Sua glória. Seu conteúdo não foi deixado a nós como um amuleto para ser deixado aberto no Salmo 91, ou como objeto de decoração, nem tampouco como um “bestseller” sagrado, ou um livro comum para ser interpretado de acordo com o interesse egoísta de cada um. A Bíblia é a Palavra do Deus vivo, é a voz do Criador, é o alimento diário, é a fonte de vida, é a verdade, é “a espada do Espírito” (Ef.6:17).
Não se pode esquadrinhar o entendimento do Senhor, amados (Is.40:28). Mas tudo o que precisamos saber e viver está na Bíblia e, é por meio do que está escrito que seremos vencedores assim como Cristo foi vitorioso. Nenhum “Dagom” deste mundo tenebroso resistirá àqueles que por preceito e por exemplo revelam o caráter de Jesus (2Co.3:2). Então, todos contemplarão num só povo, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17), o reflexo do próprio Deus a exclamar: “Eu sou Deus, e não há outro, Eu sou Deus, e não há outro semelhante a Mim” (Is.46:9). Se estivermos dispostos a servir somente ao Senhor e viver “de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4), o Senhor mesmo dirá a nosso respeito: “Vós sois filhos do Deus vivo” (Os.1:10).
Nosso amado Pai Celestial, graças Te damos por Tua Palavra que é luz para a nossa jornada, e por Tua lei que é justa, santa e boa! Não podemos por nós mesmos obedecê-la. Mas Te pedimos o batismo do Espírito Santo, que nos capacita a obedecer e a amar cada palavra que procede da Tua boca! Livra-nos dos deuses deste século, para que o nosso coração seja inteiramente Tua propriedade! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, povo de propriedade exclusiva de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I SAMUEL 5 – Nas palavras de Deus, na profecia do profeta anônimo, uma frase dita ao sumo sacerdote Eli merece consideração:
“Você verá aflição na minha habitação [uma referência ao roubo da arca da aliança]. Embora Israel prospere, na sua família ninguém alcançará idade avançada. E todo descendente seu que eu não eliminar de meu altar será poupado apenas para consumir os seus olhos com lágrimas e para entristecer o seu coração, e todos os seus descendentes morrerão no vigor da vida” (I Samuel 2:32-33).
Tal cumprimento profético levou a nora de Eli a colocar o nome de Icabode a seu filho alegando que “a glória se foi de Israel, pois a arca de Deus foi tomada” (I Samuel 4:18-22). Essa foi sua conclusão. Mas, será que Deus abandonou Seu povo mesmo? Teria Deus perdido a batalha por conta da força dos filisteus?
I Samuel 5 prova o contrário, confirmando a profecia de I Samuel 3:32 – Israel prosperaria, apesar do fracasso da família de Eli. A glória de Israel não dependia do Sumo Sacerdote e seus filhos; dependia de Deus, não de homens. Ainda que os filisteus e Israel pensassem que o Deus verdadeiro fosse humilhado, a humilhação do deus Dagom provou o contrário.
Além de derrubar Dagom, suas mãos e cabeça foram arrancadas ao cair como morto ao chão. O desespero que tomou conta dos filisteus prova que a teologia deturpada pelo ser humano não é consistente. Deus é Deus sempre! A situação deprimente reinante em Israel fora profetizada por Ele através de Samuel: “Vou realizar em Israel algo que fará tinir os ouvidos de todos os que ficarem sabendo” (I Samuel 3:11).
Conquanto, “o Senhor não havia rejeitado o Seu povo inteiramente, tampouco toleraria muito tempo a exultação dos gentios. Usara os filisteus como instrumento para punir Israel e empregou a arca para castigar os filisteus. Nos tempos passados a presença divina a acompanhara, a fim de ser ela a força e a glória de Seu povo obediente. Aquela Presença invisível ainda a acompanharia para levar terror e a destruição de Sua santa lei” (Ellen White, PP, 585).
Uma epidemia de tumores revelou que Deus nitidamente estava no controle e, os filisteus estavam sem controle (I Samuel 5:6-12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I SAMUEL 4 – Primeiro leia a Bíblia
I SAMUEL 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/4
Os israelitas tinham estado tão longe de Deus que eles acreditavam que trazer a Arca da Aliança para a batalha com os filisteus iria ajudá-los a vencer. Eles esqueceram que Deus era um ser vivo e não precisava de estátuas de ouro para morar entre eles. Israel não teve fé nem confiança em Deus. Eles viram a Arca como nada mais que um amuleto para lhes dar boa sorte.
Os filisteus não conheciam a Deus pessoalmente, mas conheciam as histórias de como Deus havia derrotado os egípcios e enviado pragas mortais. Eles estavam aterrorizados e de certa forma entendiam o poder de Deus melhor do que os israelitas sem fé.
O povo de Deus havia esquecido o que Deus havia feito por eles no passado. Eles não se lembravam de que Deus havia lutado por eles as maiores batalhas e eles não precisavam ter medo.
Quando enfrentamos problemas na vida, precisamos lembrar que Deus é quem combate nossas batalhas por nós. Se tentarmos fazer as coisas em nosso próprio poder ou usar Deus simplesmente como um amuleto de boa sorte, falharemos. Será que confiaremos no Senhor hoje?
Laura Muse
Capelã de saúde
Kansas EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/4
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara
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876 palavras
1 Veio a palavra de Samuel a todo o Israel. Na LXX [Septuaginta], na Vulgata [tradução para o Latim, de Jerônimo] e na [versão] Siríaca esta frase está no fim do 31.21. Bíblia Shedd.
A maioria dos comentaristas concorda que a primeira frase do v. 1 pertence ao último versículo do cap. 3, pois não foi Samuel quem aconselhou Israel a guerrear contra os filisteus. … O profeta de Deus nunca teria aconselhado a retirada da arca de Siló … Os que rejeitaram, no entanto, a instrução do Senhor a respeito da adoração que deveria ser prestada a Ele passaram a olhar a arca com temor supersticioso e a considerá-la como um talismã cujas qualidades mágicas garantiriam todo tipo de bênçãos. … Quando os líderes erram, a vida moral do povo decai. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 498.
filisteus. Os filisteus são um dos Povos do Mar” mencionados nos textos egípcios desde os tempos de Ramessés III. Até o tempo dos juízes (Jz 3.31; 13-16), os filisteus tinham se estabelecido ao longo das praias do Sul de Canaã, numa associação de cinco cidades: Asdode, Asquelom, Ecrom, Gate e Gaza (6.17; Jz 3.3). Os filisteus tentavam frequentemente expandir os seus territórios, e nos tempos de Samuel e da monarquia inicial, estavam em conflito direto com os israelitas ao norte e ao leste. Bíblia de Genebra.
Ebenézer. Este pode ser um local arqueológico cerca de 3 km a leste de Afeca (cf. v. 6). Ebenézer (que significa “Pedra de Socorro”) é mencionada de novo em 5.1. A Ebenézer em 7.12 relembra essas primeiras referências (7.12, nota), mas é um lugar fierente, perto de Mispa. Bíblia de Genebra.
2 Israel foi derrotado. Eles saíram para guerrear não com fé e humilde confiança no Senhor, mas com orgulho na própria astúcia e em seu poder. Quando Deus estava com eles, nenhum inimigo era páreo; quando não estava, a derrota era certa. CBASD, vol. 2, p. 498.
3 Por que nos feriu o SENHOR? A pergunta doas anciãos é apropriada por refletir a crença de que “do SENHOR é a guerra” (17.47). Não esperam uma resposta, mas imediatamente põem em prática seu próprio plano. Bíblia de Genebra.
Tragamos… a arca. A convicção aparente dos anciãos de que a arca seria uma garantia mágica da presença do Senhor é semelhante àquela dos filisteus (vs. 7-9). Bíblia de Genebra.
Os israelitas reconheceram corretamente a grande santidade da arca, mas eles pensaram que a arca por si mesma – a madeira e sua tampa de metal – era a sua fonte de poder. Eles começaram a usá-la como um encanto esperando que ela os defendesse de seus inimigos. Um símbolo de Deus não garante Sua presença e poder. Sua atitude em relação à arca se aproximou perigosamente da idolatria. Life Application Study Bible Kingsway.
Hofni e Fineias. Com seus dois filhos ímpios (2.12-17, 27-36) encarregados da arca, não é de admirar que o coração de Eli estava “tremendo pela arca de Deus” (v. 13). Bíblia de Genebra.
8 feriram aos egípcios. Isto mostra que os vizinhos de Israel estavam cientes de como Deus trouxera Seu povo do Egito. Veja as palavras de Raabe aos espias (Js 2:10-11). Andrews Study Bible.
9 como eles serviram a vós outros. Uma vitória de uma nação contra a outra era vista pelos vizinhos de Israel como a vitória do(s) deus(es) daquela nação. Os filisteus venceram esta batalha, mas o fim da história mostra que o seu deus Dagom não é mais poderoso que o Deus de Israel. Andrews Study Bible.
10 cada um fugiu para sua tenda. A enfática palavra “cada” descreve a derrota total de Israel. Andrews Study Bible.
A derrota vem: 1) Quando se confia demais nas coisas criadas do que no Criador (v 3); 2) Quando tratam levianamente das coisas do Senhor. Levaram a arca para o campo de batalha, quando o seu ugar era no Santuário (v 5); 3) Quando homens ímpios colocam-se a postos no comando e Deus é esquecido (v 3, 11). O resultado foi a morte de 34.000 (v 2, 10), a perda da arca (v 11) e a destruição de Siló. O castigo foi tamanho, que os profetas posteriores o mencionaram como exemplo (Jr 7.12; 26.7, 9; Sl 78.60-65). Bíblia Shedd.
18 pesado. Informação que ajuda a explicar não somente por que a queda de Eli foi fatal, mas também liga sua morte com o juízo anunciado anteriormente: “Por que você honra seus filhos mais do que a mim, deixando-os engordar…?” Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ele liderou Israel durante quarenta anos. É provável que o período de liderança de Eli, que durou 40 anos, tenha coincidido parcialmente com os períodos de Jefté, Ibsã, Elom e Abdom (Jz 12.7-14), bem como o de Sansão (Jz 13-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 a mulher de Fineias. Apesar dos filhos de Eli serem casados, eles ainda cometiam atos imorais “com as mulheres que se reuniam à porta do tabernáculo da congregação” (2:22). Andrews Study Bible.
21 Icabô (ou: “Icabô”). O nome combina duas palavras hebraicas que dizem: “nenhuma glória”. Andrews Study Bible.
22 O capítulo termina com a descrição de uma jovem mulher que, embora casada com um sumo sacerdote ímpio e egoísta, não participava de sua natureza. Sua preocupação com a morte do esposo e do sogro era uma evidência da afeição natural que nutria por eles; mas sua preocupação maior pela perda da arca foi uma demonstração de sua piedosa consagração a Deus e às coisas santas. Nem mesmo os falecimentos ocorridos em sua família a incomodaram tanto quanto a perda da arca.
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“Mas chamou ao menino Icabô, dizendo: Foi-se a glória de Israel. Isto ela disse porque a arca de Deus foi tomada e por causa de seu sogro e de seu marido” (v.21).
A palavra que o Senhor havia proferido a Samuel foi cumprida fielmente. Os filisteus pelejaram contra Israel e prevaleceram. Os filhos de Eli foram mortos e, quando Israel cometeu o sacrilégio de tirar a arca da aliança do templo e levá-la à guerra, pensando que aquele objeto lhes concederia a vitória. De forma que “rompeu todo o Israel em grandes brados” (v.5). Jubilosos cantavam por causa da arca, como se ela fosse algum tipo de amuleto mágico acima da vontade de Deus. De início, aquilo causou espanto a seus inimigos. Os filisteus temeram, dizendo: “Os deuses vieram ao arraial […] Ai de nós!” (v.7). “São os deuses que feriram aos egípcios com toda sorte de pragas no deserto” (v.8).
Em Deuteronômio 6:4-9, Deus orienta que cada família seja um núcleo de adoração. Ao transmitir as palavras do Senhor de geração em geração, ao manter em cada lar a força motriz do infalível Testemunho, Israel avançaria como nação eleita cumprindo o objetivo pelo qual foi chamada. Ocorre que o povo caiu em grande apostasia, e seus líderes religiosos eram os primeiros a pisar aos pés as leis do Senhor. Ou por negligência, como no caso de Eli, ou por rebelião, como o foi com Hofni e Fineias, Israel estava como ovelha que não tem pastor sob a liderança de “execráveis” sacerdotes (1Sm.3:13).
Os filisteus atribuíram a “grandiosos deuses” (v.8) os feitos do Senhor no Egito em favor de Israel. O povo do Deus vivo, aparentando servir a deuses mortos! O filho de Fineias representava a terrível condição de Israel: destituída da glória de Deus. Icabô, em hebraico, significa “nenhuma glória”. E o que seria de Israel sem a glória do Senhor? Uma fraude! Assim como os povos pagãos, o povo aprendeu a confiar mais em coisas e pessoas do que em Deus. Como Sansão confiou em seus cabelos, e perdeu a glória de Deus, Israel confiou na arca, e foi declarado: “Foi-se a glória de Israel” (v.21).
Não foi a saída da arca que marcou a saída da glória de Deus. Foi justamente a ausência da glória de Deus que marcou a saída da arca. Poucos eram aqueles que permaneciam fiéis ao Senhor. Poucos os de coração quebrantado. Icabô não era, portanto, uma novidade, mas sim a confirmação da real situação de Israel: nenhuma glória. Em um mundo onde pessoas cruzam o oceano só para um momento de satisfação sexual sem compromisso, onde tatuar um crucifixo na pele é mais ovacionado do que viver o evangelho da cruz, onde registrar as melhores imagens de um acidente é mais importante do que socorrer um ferido, onde a moral e os bons costumes são ridicularizados e taxados como ultrapassados, corremos o sério risco de terminar como Eli, expectadores de más notícias, se como Samuel não conhecermos verdadeiramente o Senhor.
Precisamos conhecer o Senhor, amados, porque “a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Ainda que estejamos vivendo em meio a um Icabô contemporâneo, seja esta a nossa firme decisão todos os dias: Amarei, servirei e serei fiel ao “Senhor dos Exércitos, entronizado entre os querubins” (v.4)! Então, o Senhor declarará a nosso respeito: “Não temas, porque Eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és Meu” (Is.43:1). Que a glória do Senhor mediante o caráter de Cristo em nossa vida revele um claro contraste com o Icabô desta geração! Pois Jesus está voltando, meus irmãos! E precisamos permitir que a última obra do Espírito Santo seja realizada em nós, para não acabarmos como Eli, cegos e sem esperança. Este é, exatamente, o tempo de exultarmos e erguermos a nossa cabeça, pois a nossa redenção se aproxima!
Senhor, nosso Deus, entronizado entre os querubins, como povo do advento e Israel dos últimos dias, estamos vivendo dias bem difíceis. Como Israel colocou toda a sua confiança na arca da aliança e não consultou ao Senhor, nós podemos cair no mesmo engano por outros meios. Ó, Pai do Céu, fala conosco como falaste com Samuel! Dá-nos ouvidos sensíveis e dispostos a Te ouvir e um espírito obediente e diligente, como o de Cristo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, reflexos do caráter de Cristo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100