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Texto bíblico: JUÍZES 2 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/2
Há um ciclo aparentemente sem fim em Juízes: abandono de Deus, saque inimigo, clamor a Deus por ajuda, livramento fornecido por Deus e retorno ao caminho rebelde.
Quantas vezes este ciclo de retornar aos velhos caminhos egoístas se repetiu na minha vida quando eu não tenho tempo para relembrar a fidelidade de Deus para comigo!
Israel não parou para relembrar a fidelidade de Deus em tirá-los do Egito, Seu maná todos os dias através do deserto, o Seu poder em derrubar Jericó. Para a nova geração, aquelas eram simplesmente histórias de uma época distante. Moisés e Josué estavam mortos. E como as coisas eram naquela época, assim são hoje.
Esta nova geração desfrutava a vida em uma terra de grandes oportunidades e relativa facilidade, uma terra que “manava leite e mel”. Por que eles deveriam continuar a lutar?
Da mesma forma, quando mantemos em nossas vidas algo que Deus mandou que destruíssemos totalmente, erradicássemos completamente, aquilo agirá como um aguilhão em nossas costas, exatamente como o Senhor havia prometido que aconteceria (2:3).
Permitir que nossos maiores inimigos, egoísmo e egocentrismo, se fortaleçam acabará por destruir-nos.
Quais são os “baalins” da sua vida que você tem sido tentado a adorar?
Brennon Kirstein
Capelão Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/2
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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715 palavras
1 o anjo do SENHOR. Uma teofania, ou seja, uma revelação visível de Deus. Bíblia de Genebra.
Do Egito vos fiz subir. Os Dez Mandamentos começam com a mesma declaração (Êx 20.2; Dt 5.6), o que nos relembra que a história do que Deus tem feito está ligada com Seus mandamentos. Bíblia de Genebra.
1-5 A constância de Deus e a inconstância dos homens: 1) Enquanto Deus vê o passado, o presente e o futuro com absoluta precisão, o homem esquece o passado, racionaliza o presente e desconhece o futuro; 2) Enquanto Deus firma Sua aliança garantida pela sua pessoa imutável (Hb 6.18), o homem promete sem saber se poderá cumprir (cf Js 24.31 com Jz 2.2); 3) Sendo Deus perfeito em santidade, não terá motivos para mudar Seu plano; o homem é movido pelas emoções, pelos enganos e pelo interesse próprio (cf Gl 3.1; Lc 22.25, 26; Ef 4.14; 1 Tm 4.1-4). Bíblia Shedd.
2 não obedecestes. Israel celebrou casamentos mistos com os cananeus, bem como todos os demais relacionamentos com eles tinham sido proibidos com eles tinham sido proibidos porque semelhantes contatos levariam à idolatria. […] Por ter desobedecido às condições da aliança, Israel sofreria o que Canaã sofrera: a remoção da terra. Bíblia de Genebra.
3 não os expulsarei de diante de vocês. A desobediência requer a disciplina e a provação. A geração extinta durante a travessia do deserto por falta de confiança no Senhor é seguida por outra que deixara de cumprir a Sua palavra. Bíblia Shedd.
2.6-3.6 Esta seção forma uma introdução religiosa à história dos juízes. Explica essa história em termos de ciclos, decorrentes de apostasias, opressão, arrependimento e súplica, seguidos pela libertação oferecida por Deus (16-20). A grande lição que devemos sempre perceber é que Israel prosperava e permanecia livre somente enquanto se mostrava fiel a Deus. Bíblia Shedd.
6 Havendo Josué despedido o povo. O cap. 2 começa enfocando um período anterior ao cap.1, mostrando o pano de fundo para os acontecimentos. Bíblia de Estudo Andrews.
8 cento e dez anos. Quanto à significância desse número, v. nota em Gn 50.26. [“Os registros do antigo Egito mostram que 110 anos eram contados como duração ideal de vida; para os egípcios, isso teria sido uma bênção divina sobre José”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 geração… que não conhecia o SENHOR. Uma geração devia declarar as maravilhas de Deus à geração seguinte (Dt 4.9; 6.1-6). … Mas os líderes – os chefes das famílias, os sacerdotes e os juízes – não guardaram a aliança nem contaram à geração seguinte a respeito dos atos poderosos de Deus. Bíblia de Genebra.
11-19 Esses versículos oferecem o padrão a ser seguido nos caps. 3-16. Bíblia de Genebra.
11 serviram aos baalins. “Baalins” está no plural [Baalim é o plural de Baal], porque Baal era adorado de forma diferente em cada localidade cananéia. Bíblia de Genebra.
13 Baal e Astarote. Deus e deusa dos cananeus. Baal era o deus do trovão e da chuva, controlador da vegetação. … Astarote é o plural de Astorete (cf 1 Rs 11.5), deusa da fertilidade e esposa de Baal (“senhor”, “marido”). Na Fenícia foi chamada Astarte (cf Dt 16.21) e Istar na Babilônia. O culto oferecido a esses deuses da fertilidade era acompanhado de toda a espécie de imoralidade e atos de depravação. Bíblia Shedd.
Astarote estava associada à estrela vespertina, e era a deusa bela da guerra e da fertilidade. … Para os gregos era Astarte ou Afrodite, e para os romanos, Vênus. A adoração a Astarote implicava práticas extremamente lascivas (1Rs 14.24; 2Rs 23.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 e os entregou. Ver Dt 28.48; 1Sm 12.9. Os inimigos e opressores de Israel não tinham poder sobre o povo de Deus, a não ser que ele assim permitisse. A conquista de Israel agora é revertida, à medida em que povos de fora de Canaã (arameus, moabitas, midianitas, amalequitas e filisteus) oprimem os israelitas, os novos habitantes da terra (3.8-12; 6.1; 10.7; 13.1). Bíblia de Genebra.
15 a mão do SENHOR era contra eles. A mão do Senhor estava associada com o poder salvífico de Deus (~Ex 3.20; 6.1; 13.3; Dt 4.34). Bíblia de Genebra.
16 juízes. Houve seis juízes principais (Otoniel [ou Otniel], Eúde, Débora, Gideão, Jefté e Sansão) e seis de menos importância (Sangar, Tola, Jair, Ibsã, Elom e Abdom). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 prostituíram. A aliança entre Deus e Israel é descrita figuradamente como um casamento. … Seguir a outro deus (Baal – marido) seria adultério espiritual. Veja a mensagem central dos livros de Oséias e Jeremias (3.1ss). Bíblia Shedd.
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“Vós, porém, não fareis aliança com os moradores desta terra; antes, derribareis os seus altares; contudo, não obedecestes à Minha voz. Que é isso que fizestes?” (v.2).
Ó, amados, como nós somos tardios para ouvir e fazer a vontade de Deus e rápidos para dar as costas ao Senhor! Eu começo hoje com esse desabafo porque a realidade do antigo Israel tem se repetido no meio do povo de Deus. O Senhor havia sido bem claro com Seu povo acerca de não se misturarem com as nações de Canaã e havia prometido nunca invalidar a Sua aliança com Israel. Mas Israel pecou contra o Senhor ao permitir que os moradores da terra habitassem no meio deles e estabelecessem lugares de adoração pagã, contaminando a terra com suas práticas demoníacas. E a pergunta retórica do Senhor aos filhos de Israel ecoa em nossos dias com a mesma força persuasiva: “Que é isso que fizestes?” (v.2).
Bastou Josué e os demais líderes fiéis morrerem para a geração seguinte cair em terrível apostasia. Aquela geração “não conhecia o Senhor, nem tampouco as obras que fizera a Israel” (v.10). Ou seja, era como uma nação qualquer de Canaã. Perderam a sua identidade como nação eleita de Deus. Mas percebam, meus irmãos, que as Escrituras revelam a bondade e a misericórdia de Deus para com aquele povo ingrato, pois “Suscitou o Senhor juízes” (v.16) para os livrar das mãos de seus inimigos. Tão logo, porém, “falecendo o juiz, reincidiam e se tornavam piores do que seus pais” (v.19). “Pelo que a ira do Senhor se acendeu contra Israel” (v.20) e não mais expulsaria do meio do povo as nações pagãs que restaram, mas elas lhes serviriam como prova, se guardariam ou não “o caminho do Senhor” (v.22).
Não tem sido diferente com as últimas gerações do povo de Deus. Foi profetizado que viveríamos “tempos difíceis” (2Tm.3:1), porque a maldade humana atingiria o auge de sua existência, mas não somente isso, ela estaria intimamente ligada à religião: “tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm.3:5). O apóstolo Paulo teve um vislumbre dos nossos dias e reforçou que essa terrível impiedade viria na “forma de piedade”. Essa advertência precisa nos fazer temer e tremer, amados! Porque Israel não chegou ao ponto em que chegou de grande apostasia de um dia para o outro, mas de uma geração para a outra. E se queremos ver Cristo voltar em nossa geração, algo precisa acontecer em nós de dentro para fora. E esse “algo” se chama reavivamento e reforma.
Muitos têm negligenciado e até rejeitado esse tema como se fosse um discurso duro demais. Outros têm erguido a bandeira do extremismo, dando à mensagem um tom que o Senhor jamais aprovou. E nessa guerra entre extremos, perdemos o sagrado privilégio do devido conhecimento do Senhor através do prometido avivamento. “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que Lhe pertencem. E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (2Tm.2:19). Deus nos diz, hoje, que o Seu povo possui uma identidade profética e que essa identidade não tem parte alguma com a injustiça. Uma identidade que será conservada na vida de todo aquele que se empenhar em buscar ao Senhor de todo o coração.
Reavivamento, meus amados irmãos, nada mais é do que uma renovação interior, uma mudança de coração, como está escrito: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (Ez.36:26). Reforma é a parte visível do reavivamento, é a reação exterior à obra do Espírito no coração, como o Senhor mesmo concluiu por intermédio do Seu profeta: “Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:27). Percebem, amados? Tudo é obra de Deus. A nossa parte é permitir que o Espírito Santo habite em nós e nos habilite a viver para a glória do Senhor.
Ó, meus irmãos, não podemos mais ser tardios em entender tudo isso! Precisamos clamar pelo Espírito Santo! Precisamos ser a geração que não dará as costas ao Senhor, mas a geração que conhece a Deus e a Jesus Cristo a quem Ele enviou (Jo.17:3), habilitando “para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). Ei, geração do advento, Cristo está às portas! E todas as manifestações terríveis da natureza pelo mundo, por mais que sejam as visitações de um inimigo que sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), também são permitidas por Deus para que a humanidade desperte para o tempo sobremodo solene em que estamos vivendo. O Senhor não é, jamais foi e nunca será insensível ao sofrimento humano. Ele chora com os que choram. Mas se o sofrimento é o único meio para que muitos se voltem para Ele, assim Ele o permitirá. Sabem por quê, amados? Porque após o reavivamento e a reforma há uma fiel e eterna promessa: “Habitareis na terra que Eu dei a vossos pais; vós sereis o Meu povo, e Eu serei o vosso Deus” (Ez.36:28).
Jesus voltará em breve para buscar a Sua “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef.5:27). Não por méritos ou justiças pessoais, mas pela justiça de Cristo, que nos purifica “por meio da lavagem de água pela Palavra” (Ef.5:26). O Espírito do Senhor deseja nos lavar e nos purificar de dentro para fora, e nos manter em pé mesmo em meio às ameaças da impiedade e da falsa piedade. Portanto, meus amados irmãos: “Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal. O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts.5:19-23).
Nosso amado Pai de misericórdias, nós Te damos graças por não desistires de nós! Envia-nos o Teu Santo e Bom Espírito para promover em nós o verdadeiro reavivamento e reforma a fim de que nossa vida glorifique tão somente a Ti, Pai. Faz-nos a geração que conserva a identidade inconfundível dos futuros cidadãos da pátria celestial. Por Tua graça nós Te pedimos, e o fazemos certos nos méritos e no precioso nome de nosso Salvador Jesus Cristo, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, reavivados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 2 – A transigência resulta em fracasso. Isso é fato. “Cada página do livro [de Juízes] contribui para enfatizar essa verdade… As duas tribos e meia – Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés lamentavelmente já haviam transigido, ao preferirem se estabelecer em Gileade, a leste do Jordão. O primeiro capítulo de Juízes oferece-nos uma lista de oito conquistas incompletas de Judá, Benjamim, Manassés, Efraim, Zebulom, Aser, Naftali e Dã. As outras tribos, Issacar e Simeão, não foram mencionadas, mas supõe-se que seu comportamento tenha sido igual ao dos outros”, diz J. Sindlow Baxter.
Assim, na questão de salvação, todo cuidado é pouco! Em relação a más influências, a ordem de Deus é radical, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (2 Coríntios 6:14-15). Os exemplos negativos antigos servem de advertência para nós hoje, a fim de que tomemos devido cuidado, atendendo aos apelos divinos.
Os apóstolos conheciam o perigo de envolver-se com doutrinas espúrias, com evangelho adulterado. Por isso, suas ênfases são radicais, por exemplo:
• “Ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:8).
• “Todo aquele que não permanece no ensino de Cristo, mas vai além dele, não tem Deus… Se alguém chegar a vocês e não trouxer esse ensino, não o receba em casa nem o saúdem. Pois quem o saúda torna-se participante das suas obras malignas” (2 João 9-11).
Embora a nação tenha chorado quando Deus delatou seus pecados (Juízes 2:1-5), o texto inspirado registra que não se seguiu arrependimento genuíno. Logo após a morte de Josué, o povo despencou rumo à idolatria. Ao invés de influenciar, o povo de Deus era fortemente influenciado, promovendo um sincretismo religioso, o que acarretou fracasso para Israel (Josué 2:6-23).
A lição é nítida: “se dominarmos o mal de maneira incompleta no início, teremos constantes problemas com ele mais tarde e, em geral, acabaremos derrotados por ele no fim. Isso aconteceu com Israel. E vem acontecendo com outros. Devemos precaver-nos! Não é bom cutucar a onça com vara curta! É insensato abafar o pecado com panos quentes! A ordem divina para Israel foi severa, mas necessária. A nação acolheu o inimigo e viveu para arrepender-se disso”, analisa Baxter.
Tenhamos cuidado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.