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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 14 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 14 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/14
Porque os israelitas foram separados para o Senhor, Moisés os lembra de novo, como fizera em Levítico 11, quais animais cuja carne se poderia comer e quais eram impuros. A condição de separação e consagração dos israelitas deveria ser completamente incorporada ao seu estilo de vida e suas escolhas. Embora a “bebida forte” referida neste capítulo (v. 26) seja a fermentada, isto não era o ideal de Deus para Seu povo, assim como a escravidão e a poligamia. A instrução de Paulo para glorificar a Deus em tudo, até mesmo no que nós bebemos (1Co 10:31; 1Co 6:19-20), nos aconselha a abandonar tudo o que é prejudicial para o organismo.
O conceito de um “segundo dízimo” – distinto do primeiro dízimo, de uso exclusivo para o sustento dos sacerdotes e levitas – mostra-nos a importância de repartir de nossa abundância com aqueles que têm menos. Isto incluía os “sem terra” (hoje também incluímos os “sem teto”), o migrante, os marginalizados, os pobres e os refugiados. Ellen White nos lembra de nossa obrigação para com o pobre desamparado, com estas palavras: “Quando se tem feito o que é possível para ajudar o pobre a se ajudar a si mesmo, restam ainda a viúva e o órfão, o velho, o inválido e o enfermo, os quais requerem simpatia e cuidado.” A Ciência do Bom Viver, p 137/202.”
Cindy Tutsch
Diretora Associada aposentada do Patrimônio Ellen G. White
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1143 palavras
Israel devia ser um povo distinto. Devia evitar as lamentações dos pagãos (1, 2) e os alimentos imundos (3-21). Sua consagração também precisava ser demonstrada com os dízimos que viessem a dar (22-29). Bíblia Shedd.
1, 2 Rapar a cabeça como sacrifício a uma deidade era costume dos pagãos da terra, e os israelitas foram proibidos de seguir essa prática (Lv 21.5; Dt 14.1). O costume praticado pelas nações vizinhas que consistia em rapar toda a cabeça , à exceção de um pequeno caminho no centro, também era proibido (Lv 19.27; 21.5). Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
1 Filhos sois do SENHOR. Esta é uma relação íntima que traz consigo pesadas responsabilidades (ver Is 1:2; 63:8, 16; 64:8; Jr 3:14, 19, 22; Os 11:1-4; Ml 2:10). CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 1, p. 1098.
Não façam cortes no corpo (NVI). Comparar com o costume dos adoradores de Baal (1Rs 18:29). Este costume aparece também nos textos cananitas de Ras Shamra, a antiga Ugarit, onde mesmo o maior deus, ‘El, se cortava em sinal de pesar. … Em algumas partes do mundo hoje as pessoas se cortam em pesar em várias ocasiões. CBASD, vol. 1, p. 1098, 1099.
3-21 Esta seção e Nm 5.1-4 são as principais referências à legislação entre o limpo e o imundo, fora de Lv 11-15. Bíblia de Genebra.
3 Coisa alguma abominável. A declaração se refere a coisas “abomináveis” por razões sanitárias, higiêniocas ou por outra ordem. Comparar com as declarações do apóstolo Paulo (1Tm 4:4; Rm 14:14). CBASD, vol. 1, p. 1099.
4 Os animais. Os primeiros animais mencionados são os comumente oferecidos em sacrifício. CBASD, vol. 1, p. 1099.
5 O veado … o gamo. Os animais citados neste verso não eram oferecidos em sacrifício. CBASD, vol. 1, p. 1099.
7 A lebre e o arganaz. Só aparentemente é que podem ser considerados ruminantes, pois na realidade não o são. Bíblia Shedd.
11 Toda ave limpa comereis. Como a pomba, a perdiz e a codorniz e supostamente outras (cf. Lv 11:13-19). CBASD, vol. 1, p. 1099.
Nenhuma fórmula simples é dada aqui para identificar as aves limpas. As aves de rapina, geralmente, eram consideradas imundas, provavelmente por causa de seu contato frequente com carniça. A carne de tais aves podia, igualmente, apresentar um risco à saúde. Algumas das aves citadas nos vs. 12-18 não podem mais ser identificadas precisamente. Bíblia de Genebra.
13. O açor. O abutre calvo é comum no Oriente. CBASD, vol. 1, p. 1099.
19 Todo inseto que voa. Ver Lv 11:20. Literalmente, “tudo o que se move em enxames”, em referência a diferentes insetos que voam e não a pássaros. CBASD, vol. 1, p. 1099.
20 Ave. Literalmente, “as coisas que voam”. Não é uma referência do v. 11, que trata de pássaros, mas uma referência a insetos limpos, como algumas espécies de gafanhotos, considerados iguaria em algumas regiões orientais mesmo atualmente (Lv 11:21, 22). CBASD, vol. 1, p. 1099.
21 Que morreu por si. Literalmente, “qualquer carcaça”, isto é, de animal que morreu de doença ou de outra forma. CBASD, vol. 1, p. 1099.
Estrangeiro. Um estrangeiro incircunciso que não praticou idolatria e que foi permitido viver entre os hebreus. “Estrangeiros” não eram obrigados a seguir todos os regulamentos levíticos e cerimoniais. CBASD, vol. 1, p. 1099.
Estranho. Isto é, o estranho que está de passagem por razões comerciais ou por outro propósito, que não havia de estabelecido permanentemente entre os hebreus. CBASD, vol. 1, p. 1099.
Povo santo. Literalmente, “um povo de santidade”. O fato de serem separados e o nível de consagração que tinham que alcançar deviam estar sempre diante de Israel como norma de vida. A palavra “santo” é também usada para descrever o caráter de Yahweh e o tabernáculo, seus instrumentos e sacrifícios (ver Lv 11:44-45). CBASD, vol. 1, p. 1100.
Não cozerás o cabrito no leite da sua própria mãe. Era um costume cerimonial dos cananeus, e por isso foi proibido. Além disso era uma violência à compaixão, para se satisfazer à gulodice. Bíblia Shedd.
Para explicação desta prática idólatra, ver com. de Êxodo 23:19 (ver também Êx 34:26). CBASD, vol. 1, p. 1100.
22 Dízimos. Em geral, se considera que o dízimo mencionado neste versículo é o segundo dízimo, que devia ser despendido como um banquete sagrado perante o Senhor, no tabernáculo. Em Deuteronômio 14:28 e 26:12-15, esse segundo dízimo também é mencionado. Esse dízimo era diferente do primeiro, que era dedicado exclusivamente à manutenção dos sacerdotes e levitas (Nm 18:21, 26). CBASD, vol. 1, p. 1100.
23 Perante o SENHOR … comerás. Onde de ser uma exigência pesada, a entrega dos dízimos seria uma ocasião de alegre celebração adorações (12.7, nota; cf 2Co 9.7). Bíblia de Genebra.
No lugar. O povo iria ao lugar escolhido por Deus para os serviços e festas religiosas. Comeriam juntos, como família, em comunhão diante do Senhor. Essas ocasiões eram designadas para promover a vida religiosa. Várias lições eram ensinadas, como a necessidade de ofertar conscientemente para propósitos religiosos e práticos, a caridade ao necessitado (ver com. de Lv 7:15), a comunhão sagrada diante do Senhor e o fortalecimento dos laços familiares. CBASD, vol. 1, p. 1100.
Comparar com Deuteronômio 12:5-7. O segundo dízimo devia ser comido perante o Senhor. Isto devia ser feito por dois anos; então, no terceiro (e, portanto, também no sexto) ano se aplicavam as instruções do verso 28. O sétimo ano era sabático, no qual a terra não era cultivada. Não se exigia nenhum dízimo, pois não havia colheita. CBASD, vol. 1, p. 1100.
Os dízimos do teu cereal. Não pode ser referir ao primeiro dízimo entregue aos levitas, visto que o povo comum não podia participar dele, apenas os sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 1100.
Aprendas a temer. O cumprimento consciente desses requisitos divinos impressionaria o adorador com o temos do Senhor e encorajaria constante comunhão com Ele. CBASD, vol. 1, p. 1100.
25 prata. Pedaços de prata, com vários pesos, eram meios de troca comuns, mas não na forma de moedas (v. nota em Gn 20.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Na tua mão. Literalmente, “cercar” (ver Is 29:3; Jr 21:4; 37:5). O dinheiro devia ser envolto de alguma forma e atado ao punho ou braço. CBASD, vol. 1, p. 1100.
26 O que deseja. A necessidade de suprir os adoradores que vinham de longe com artigos necessários para a festa fez com que se instalasse um mercado na área do templo em Jerusalém. Os sacerdotes de mentalidade mundana logo tiraram vantagem dessa situação e a converteram numa fonte de lucro pessoal (ver Jr 6:13; 23:11). CBASD, vol. 1, p. 1100, 1101.
Bebida forte. O “vinho” e a “bebida forte” mencionados nestes versículos eram fermentados. No passado, Deus muitas vezes relevou a ignorância que motivava práticas que Ele não aprova. … Nenhum [vinho e a bebida forte] era estritamente proibido , exceto para quem desempenhava tarefas religiosas e também para os que se ocupavam na administração da justiça (Lv 10:9; Pv 31:4, 5). O mal do “vinho” e da “bebida forte” foi claramente assinalado, e o povo foi aconselhado a se abster dessas bebidas (Pv 20:1; 23:29-33). ,,, As bebidas embriagantes “destroem o santuário de Deus” e seu uso não pode ser considerado um meio de glorificar a Deus (1Co 6:19, 20; 10:31). … Não há desculpa para o argumento de que não há nada de errado em usar bebida alcoólica, alegando-se que Deus uma vez permitiu isso. Como observado, Ele também permitiu práticas como a escravidão e a poligamia. A Bíblia adverte que os “bêbados” não herdarão o reino de Deus” (1Co 6:10). CBASD, vol. 1, p. 1100, 1101.
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“Porque sois povo santo ao Senhor, vosso Deus, e o Senhor vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da Terra, para Lhe serdes Seu povo próprio” (v.2).
A expressão “Filhos sois do Senhor” (v.1) revela o grau de relacionamento que Deus deseja manter com Seu povo. Como um Pai amoroso e justo, Deus ama e zela por Seus filhos ensinando-lhes os princípios inegociáveis de Sua Palavra e como mantê-los no coração como regra de fé e prática. Algumas leis dadas a Israel exigiam-lhes abnegação e separação quanto aos costumes pagãos. A mutilação, ou autoflagelo, era comumente praticada pelos moradores de Canaã, principalmente em rituais fúnebres. Como povo santo ao Senhor, a nação eleita deveria se abster de tais costumes.
Outro ponto que era totalmente ignorado pelos cananeus era o da alimentação. O consumo de carnes imundas era comum. Portanto, Israel deveria abster-se de ter uma dieta igual às demais nações, e seguir as orientações deixadas por Deus quanto ao consumo de animais. O Senhor foi muito claro: “Não comereis coisa alguma abominável” (v.3). Como Criador, Ele bem sabe as implicações decorrentes à saúde humana pelo consumo da carne de certos animais e o quanto a dieta está intimamente relacionada à saúde mental e espiritual. Eis um assunto que requer uma reflexão mais séria de nossa parte, tendo em consideração de que somos “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9), e que nosso corpo “é santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19).
Já o dízimo foi incluído pelo Senhor como fazendo parte da adoração. Quando o adorador levava ao tabernáculo a décima parte de suas rendas, reconhecendo a Deus como seu Senhor e Mantenedor, também estava a aprender a valiosa lição do temor do Senhor e do altruísmo. Temer a Deus, prestar-Lhe reverência e profundo respeito deve ser o jornadear de todo cristão. Quando devolvemos o que é de Deus, através de nossos dízimos e ofertas, visando adorá-Lo e também a fim de ajudar nosso próximo, declaramos a Quem pertencemos. Não se trata de uma barganha, amados, mas de uma resposta de amor Àquele que deu a própria vida para nos salvar.
Este capítulo é uma explícita declaração de que o povo de Deus é um povo com costumes diferentes, com uma alimentação diferente e com uma visão de dinheiro diferente da visão mundial capitalista e consumista. Não podemos e não devemos nos conformar “com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Nossa vida é um dom de Deus e é preciosíssima aos Seus olhos. Portanto, o que fazemos, o que comemos e como adoramos é sim do interesse divino e declara para onde estamos indo.
Apesar da permissão e da tolerância divina com relação ao “vinho” e à “bebida forte”, isso não nos autoriza, hoje, a fazer uso de bebidas fermentadas. Em Sua longanimidade, o Senhor tolerou muitas práticas no meio do Seu povo, ainda que não as aprovasse. Isso, no entanto, não os impediu de sofrer as consequências de seus atos. Percebam o que diz o comentário a seguir: “Deus tolerou que os israelitas tivessem escravos, mas os protegia contra injustiças (Êx.21:16, 20). [¼] Do mesmo modo, Deus nunca aprovou o divórcio e a poligamia. [¼] Deus, porém, tolerou isso por certo tempo e deu instruções designadas a salvaguardar os direitos das mulheres. [¼] O mesmo pode ser dito sobre o vinho e a bebida forte. [¼] Não há desculpa para o argumento de que não há nada de errado em usar bebida alcoólica, alegando-se que Deus uma vez permitiu isso. Como observado, Ele também permitiu práticas como a escravidão e a poligamia. A Bíblia adverte que os ‘bêbados’ não ‘herdarão o reino de Deus’ (1Co.6:10)” (CBASD, v.1, CPB, p.1101).
“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Como testemunhas de Jesus, filhos do Pai Celestial, que cheios do poder do Espírito Santo possamos escolher, “todos os dias” (v.23), viver aqui “em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:11 e 12). Para tanto, vigiemos e oremos!
Nosso amado Deus, como nosso Pai e Criador, Tu bem sabes o que é melhor para nós. O Senhor nos deixou escrito tudo que precisamos saber para obter o Teu conhecimento, que liberta, que cura e que salva. Ó, Senhor, mas como pecadores nós somos teimosos e quantas vezes damos as costas às Tuas orientações, apenas para colhermos os resultados danosos de nossas más escolhas. Paizinho, estende sobre nós as Tuas mãos de graça, ainda que sejam para nos corrigir, mas não nos deixes à sorte de nosso coração enganoso. Por favor, Pai, opera em nós o milagre da genuína conversão! Em nome de Jesus, Amém!
Bom dia, filhos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 14 – O mínimo na mentalidade judaica é representado pelo valor 10. Abraão parou na possibilidade de 10 justos quando intercedeu por Sodoma e Gomorra. Deus forneceu 10 mandamentos – o mínimo que Ele requer de nós. Seu mínimo já nos é muito. Ele não revelou tudo, pois sabe que não o suportaríamos (Deuteronômio 29:29; João 16:12).
Temos dificuldade com o mínimo! Deus pede o dízimo; porém, muitos que professam segui-lO não o entregam. Ele almeja que ultrapassemos o mínimo. O dízimo é o mínimo, é a décima parte; contudo, isso não é tudo. Analise:
Combinando Números 18 e Levítico 27:30 com Deuteronômio 14, percebe-se claramente outros dízimos:
• O dízimo sistemático consistente destinado aos levitas.
• O dízimo anual.
• O dízimo trienal.
Ellen White explica: “A fim de promover a reunião do povo para o serviço religioso, bem como para se fazerem provisões aos pobres, exigia-se um segundo dízimo de todo o lucro. Com relação ao primeiro dízimo, declarou o Senhor: ‘Aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel’. Números 18:21. Mas em relação ao segundo Ele ordenou: ‘Perante o Senhor teu Deus, comerás os dízimos do teu grão, do teu mosto, e do teu azeite, e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus todos os dias’. Deuteronômio 14:23 e 29; 16:11-14. Este dízimo, ou o seu equivalente em dinheiro, deviam por dois anos trazer ao lugar em que estava estabelecido o santuário. Depois de apresentarem uma oferta de agradecimento a Deus, e uma especificada porção ao sacerdote, os ofertantes deviam fazer uso do que restava para uma festa religiosa, da qual deviam participar os levitas, os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Em cada terceiro ano, entretanto, este segundo dízimo deveria ser usado em casa, hospedando os levitas e os pobres… este dízimo proveria um fundo para fins de caridade e hospitalidade” (BS, 273-274).
O mínimo em relação à alimentação é não consumir carnes imundas; todavia, o ideal é voltar à alimentação original, o mais natural possível (Deuteronômio 14:1-21; Levítico 11:1-47; Números 11:1-35; Gênesis 1:29). “O comer carne não é natural. Devemos voltar ao desígnio original de Deus ao criar o homem”, afirma Ellen White (CSRA, 380).
Enfim, precisamos reavivarmo-nos, reformarmo-nos, consagrarmo-nos… crescermos espiritualmente! – Heber Toth Armí.