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Texto bíblico: LEVÍTICO 7 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/7
Os versos 1 a 7 apresentam o procedimento para a oferta de expiação da culpa. A instrução de que a carne pertencia ao sacerdote é seguida de uma lista de porções sacerdotais de outros sacrifícios. O sacrifício todo era oferecido ao Senhor, que atribuía parte dele ao sacerdote, Seu servo, que oficiava o ritual. Assim, ministros de tempo integral ganhavam renda de seu trabalho, o que os ajudava a sustentá-los e às suas famílias (compare com 1 Coríntios 9:1-14).
A oferta de paz também era dedicada ao Senhor, mas era dividida entre Deus, o sacerdote, e o ofertante. Uma oferta de paz poderia ser motivada pelo desejo de demonstrar agradecimento ao Senhor, ou para cumprir uma promessa a Ele ou, simplesmente, para expressar a devoção a Ele. Esta era sempre uma feliz ocasião de louvor.
Mas o sangue deste animal sacrificado representava a sua vida e, portanto, não poderia ser comido. Esta instrução é seguida até mesmo por cristãos não judeus (como ainda é hoje – comparar com Gênesis 9:4; Atos 15:20, 29). Este sangue resgatava a vida do ofertante (Lev. 17:10–14).
Isso mostra que mesmo o nosso louvor a Deus só é aceitável através do sacrifício de Cristo! Ao invés de sacrificar animais (compare Sal. 141:2), hoje oramos e podemos ser abençoados através de outros tipos de ofertas, expressão concreta das nossas orações.
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1325 palavras
6 Todo varão entre os sacerdotes a comerá: no lugar santo a comerá. Cada sacerdote, mesmo que tivesse algum defeito físico que lhe impedisse o desempenho dos deveres sacerdotais, podia comer “o pão do seu Deus, tanto no santíssimo como do santo” (Lv 21:22, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 801.
11-21 ofertas pacíficas (ARA; NVI: oferta de comunhão). Havia três tipos de ofertas pacíficas: 1) Ofertas de ações de graça, que eram feitas para relembrar com gratidão as misericórdias alcançadas; 2) As ofertas votivas [votos], promessas feitas no sentido de trazer uma oferta, se certa aspiração fosse atendida; 3) Ofertas voluntárias, que se distinguiam das votivas por não haver uma promessa anterior, e das de ações de graça, por não se referirem a alguma bênção específica alcançada. Bíblia Shedd.
Cristo oferece aos crentes, espiritualmente, a Sua própria carne para ser comida (Jo 6.54-58). Na carne e no sangue de Cristo, os crentes encontram vida eterna e têm comunhão com o Pai. Por meio dessa comunhão, os crentes são transformados cada vez mais na imagem de Cristo (2Co 3.18). Bíblia de Genebra.
12-15 Ofertas por gratidão eram apresentadas como agradecimento pelo livramento de enfermidades (Sl 116.17), da aflição (Sl 107.22) ou da morte (Sl 56.12), ou por uma bênção recebida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 obreias (ARA; NVI: “pães finos”). Heb raqiq, um bolo de forma, feito de uma camada fina, 2.4; 8.26; Êx 29.2, 23; Nm 6.15, 19. bolos. Heb hallah, pães que se perfuravam em cima, na hora de assar. A palavra vem da palavra halal, “furar”. O seu peso era de 3,5 kg (duas dízimas de um efa, 24.5). Bíblia Shedd.
13 pão levedado (ARA; NVI: com fermento). Esse regulamento não contradizia a proibição em 2.11 ou em Êx 23.18, visto que a oferta aqui referida não era queimada no altar. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A levedura (um resto de massa apodrecida), se usava comumente nas festas sociais, e era permitida nas ofertas de ações de graça, sendo que estas eram a expressão espontânea da dedicação de vidas que nunca eram totalmente isentas de pecados e males. Bíblia Shedd.
14 de toda a oferta, trará um bolo. Um de cada tipo de obreia, bolo e pão era a porção dos sacerdotes. Bíblia Shedd.
Ou seja, um bolo dentre os dez que em geral eram trazidos. O bolo era dado ao sacerdote, que devia movê-lo diante do Senhor. Isso era feito levantando-se e abaixando-se diante do altar de ofertas queimadas ou movimentando-o para frente e para trás; desse modo, primeiro o bolo era apresentado ao Senhor e, então, dado ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 801.
15 a carne do sacrifício … se comerá no dia de seu oferecimento. Essa ordem não teria sido dada sem uma boa razão. Promovia a higiene, encorajava o relacionamento social e a liberalidade para com o pobre. Das três razões, as medidas higiênicas eram as mais importantes. Em um país de clima quente era difícil conservar os alimentos perecíveis íntegros por qualquer período de tempo. … Se o ofertante tentava manter o alimento por mais de dois dias, a putrefação provavelmente ocorria. … [Se fosse] impossível ao ao próprio ofertante consumir a carne do animal em um ou dois dias, naturalmente ele convidava outros para partilhá-la consigo. Esta era a intenção de Deus (Dt 12:11, 12, 17, 18; 16:11). Assim, a ocasião, além de solene, era uma feliz reunião familiar (Sl 42:4; Is 30:29). A presença dos convidados levitas atribuía à reunião um toque de dignidade e provia oportunidade de instrução. As riquezas do mundo são distribuídas de forma desigual. Alguns têm menos do que precisam e outros têm mais. Deus ordena que os que têm partilhem com os que não têm. CBASD, vol. 1, p. 801.
A proibição aplicava-se também à Páscoa(Êx 12.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
… assim a generosidade, a caridade e o cuidado dos aflitos, fariam parte da festa, para completar uma verdadeira ceia sacrificial, de bom grado para Deus e para os homens. Bíblia Shedd.
16 voto. Pessoas em situação difícil poderiam fazer votos prometendo algo a Deus caso Ele atendesse às suas orações (Gn 28.20-22; 1Sm 1.11; 2.21). Normalmente, esses votos eram acompanhados por uma oferta pacífica no momento de serem feitos e, depois, novamente, ao serem atendidos. Bíblia de Genebra.
20 se alguma pessoa, tendo sobre si imundícia [ARA; NVI: estando impuro], comer a carne do sacrifício pacífico… Israelitas com impurezas rituais físicas (ver notas nos caps. 11-15) não podiam entrar em contato com coisas santas, porque esta impureza estava associada com morte, que resulta do pecado (Rm 6:23). O Deus santo é o Criador da vida e queria que o povo entendesse claramente que a morte é estranha a Ele e a tudo conectado a Ele. Muitas religiões aceitam a morte como natural.A Bíblia, contudo, ensina que a morte não é natural, malévola, e foi introduzida por um inimigo (Gn 3; Ap 12:9). Andrews Study Bible.
… será eliminado do seu povo. Esta punição, aplicada pelo próprio Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem familiar [seria excluída da linhagem de sua família]. Isto podia significar que a linha de descendentes daquele indivíduo iria cessar [ser interrompida] de forma que a pessoa nem mesmo seria lembrada porque não haveria ninguém para levar o seu nome. O fato de que a punição iria além da morte explica como alguém poderia ser tanto apedrejado até a morte como “cortado” (Lv 20.2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” de ser cortado (Dn 9:26), mas porque Ele é inocente e levou o pecado por outros, Ele retornou dos mortos de onde não há retorno e viu Seus descendentes (ver Is 53:10). Andrews Study Bible.
23 Não comereis gordura. Esta ordem repetida com frequência baseia-se na explicação de que “toda gordura é do Senhor” (Lv 3:16). A gordura de animais mortos naturalmente ou caçados por predadores poderia ser usada para outros propósitos, mas não como alimento (Lv 7:24). CBASD, vol. 1, p. 801.
26 Não comereis sangue. Esta expressão se refere ao ato de comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão dessa proibição é dada em 17.11 e Gn 9.4. Bíblia de Genebra.
Desde que o derramamento de sangue representava perda de vida (Gn 9.4), e que o sangue assim derramado era usado somente para a expiação, nunca se podia comer ou beber. Esta proibição se referia somente ao uso do sangue como alimento, e não deve ser considerada uma lei contra a transfusão de sangue, o que é uma operação médica para salvar vidas. Se queremos atribuir-lhe algum sentido espiritual, seria apenas o de ilustrar a santidade do sangue de Cristo, derramado em nosso favor para que tenhamos a plenitude da vida mediante Seu sacrifício supremo. Bíblia Shedd.
29 sacrifício pacífico. As ofertas pacíficas foram discutidas amplamente no capítulo 3. Aqui alguns detalhes são dados. CBASD, vol. 1, p. 801.
30-36 oferta movida. A parte da oferta que os sacerdotes moviam era deles. O movimento de ida e volta para o altar simbolizava a oferta do sacrifício a Deus e seu retorno aos sacerdotes. Estas ofertas ajudavam a manter o sacerdotes que cuidavam da casa de Deus. O Novo Testamento ensina que os ministros deveriam ser mantidos pelas pessoas a quem eles servem (1Co 9:10). Nós devemos dar generosamente àqueles que ministram por nós. Life Application Study Bible.
35 Esta é a porção de Arão … e de seus filhos. A ênfase no capítulo 7 é sobre a parte que pertencia aos sacerdotes. Deus ordenou uma provisão liberal para o Seu ministério e pretendia que cada israelita compreendesse a responsabilidade de mantê-lo. Isso mantinha o sacerdócio em elevada estima entre o povo. Muito do que era doado revertia aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 802.
37, 38. Resumo dos caps. de 1 a 7. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 A oferta da consagração se referia à oferta apresentada na cerimônia em que os sacerdotes foram introduzidos no cargo (8:22). Life Application Study Bible.
38 Deus deu a Seu povo muitos rituais e instruções a seguir. Todos os rituais em Levítico deveriam ensinar valiosas lições ao povo. Entretanto, com o passar do tempo o povo se tornou indiferente a estes rituais e começou a perder contato com Deus. Quando os rituais de sua igreja começarem a parecer secos, tente redescobrir o significado e propósito originais atrás deles. Seu louvor será revitalizado. Life Application Study Bible.
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“Toda pessoa que comer algum sangue será eliminada do seu povo” (v.27).
A maioria dos cristãos considera que as leis dietéticas proclamadas no Sinai foram apenas para o povo de Israel e que não há mais necessidade de observá-las. É certo que a morte de Jesus encerrou a obra do santuário terrestre (Cl.2:14). Mas será que a proibição quanto ao consumo de animais imundos, da gordura e do sangue foi feita somente no Sinai, ou era algo que precisava ser relembrado ao povo? A dieta original de Deus para o homem era a seguinte: “E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a Terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento” (Gn.1:29).
Se o homem não tivesse pecado, esta seria a nossa alimentação até hoje. Após o pecado, o Senhor precisou incluir em nossa dieta outros alimentos reguladores, que antes eram somente para os animais (Gn.1:30): “tu comerás a erva do campo” (Gn.3:18). Percebam que de forma alguma o Senhor disse que a carne seria incluída como alimento. No tempo de Noé, Deus o orientou a fazer entrar na arca tanto animais limpos como animais imundos, deixando claro que já havia essa diferença (Gn.7:2; 8:20). Não havendo vegetação ao sair da arca, Deus permitiu o consumo de carnes limpas e deixou bem clara a proibição quanto ao consumo de sangue: “Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis” (Gn.9:4). Não foi somente uma orientação para a manutenção da vida humana, mas também para a sua degradação. Um ato de misericórdia divina para que a vida humana fosse encurtada até o limite de “cento e vinte anos” (Gn.6:3).
Imaginem se ainda vivêssemos a quantidade de anos que viveu Adão e sua descendência. Certamente, não suportaríamos viver quase um milênio em meio à corrupção que há em nossos dias! Contudo, a peregrinação de Israel no deserto a caminho da terra prometida representa a nossa caminhada para a Canaã celestial. Ao enviar ao povo o maná e prover-lhe água pura, o Senhor comunicou o Seu plano original. Como povo do advento, que aguarda o bendito retorno de Cristo, temos o privilégio de sermos portadores da verdade presente, que inclui uma rica e equilibrada mensagem de saúde. Temos em mãos a cura divina para todos os povos. Como as leis de saúde foram estabelecidas desde a criação, Deus deseja nos recriar e fazer da nossa vida um canal de bênçãos para um mundo que padece de tantas enfermidades.
O único “sangue” que podemos beber é o sangue do nosso Salvador (1Co.11:25). O puro suco da uva (não fermentado) que tomamos na ceia do Senhor é um símbolo de Seu sacrifício na cruz e uma forma de renovarmos a nossa aliança com Ele. E pelos méritos do divino sangue, podemos ter o nosso coração lavado e regenerado pelo Espírito Santo diariamente. Não adianta, amados, comer o que é saudável enquanto conservamos um coração imundo. A disciplina na obediência a todas as exigências do Senhor com relação ao santuário só teria razão de ser se os oficiantes e adoradores estivessem em comunhão com Deus. Assim também, a mensagem de saúde só cumpre o seu objetivo quando o conhecimento de Deus e de Cristo é a sua mola propulsora.
A questão não é simplesmente o que comer e o que não comer, mas o princípio ali contido. Um princípio que Jesus viveu em sua essência: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). E que o apóstolo Paulo tão bem enfatizou: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Cuidar da saúde é de ordem pessoal e voluntária. Seja uma testemunha de Jesus nesse sentido, e não um juiz do prato alheio. Diante da proximidade de voltarmos ao Lar edênico e desfrutarmos para sempre da dieta original, que o Céu comece aqui em nossa vida, pela graça e misericórdia de Deus.
Santo Deus, nosso Criador, em Tua sabedoria nos proveste o melhor da Terra para o nosso sustento e saúde. Mas, infelizmente, o pecado tem prejudicado o que o Senhor criou para ser uma bênção. Te pedimos, ó Deus, que nesses instantes finais do mundo, o Senhor nos ajude a perseverar na comunhão Contigo e nos dê a sabedoria para saber como melhor cuidar do nosso corpo e da nossa mente, e também a sermos bênção na vida de nossos irmãos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico07 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 7 – Os sete capítulos iniciais de Levítico focam os diferentes tipos de sacrifícios e ofertas pelo pecado e gratidão pelo perdão dos pecados. Em Sua indescritível soberania e graça, Deus escolheu usar didaticamente esse método para, pedagogicamente, ensinar ao leitor a gravidade e malignidade do pecado. Um animal dócil e inocente morreria para pagar pela transgressão do pecador culpado, réu de morte; o inocente animal morto apontava para a morte do próprio Filho de Deus (João 1:29).
Seis principais sacrifícios são descritos:
• Holocaustos ou ofertas queimadas (Levítico 1:3-17; 6:8-13);
• Ofertas de cereais (Levítico 2:1-16; 6:14-18; 7:8-10);
• Ofertas de paz (Levítico 3:1-17; 7:11-21, 28-34);
• Oferta pelo pecado (Levítico 4:1-5:13);
• Oferta pela culpa (Levítico 5:14-6:7);
• Oferta pela congregação (Levítico 6:19-23).
Através dos sacrifícios, Deus usava estratégias temporárias concernentes ao Seu gracioso plano de lidar com o pecado e com pecadores.
O gesto dos pecadores ao sacrificar animais inocentes após transferir-lhes simbolicamente seus pecados, resultava numa profecia messiânica indicando o que aconteceria com Jesus, que daria Sua inocente vida para resgatar o culpado e condenado pecador.
“Os regulamentos levíticos sistematizam e esclarecem as maneiras pelas quais o povo de Deus devia adorá-Lo desde o começo. Também estão repletos de símbolos e figuras da salvação. Revelam verdades espirituais que Deus desejava ensinar ao Seu povo. Os símbolos apontam profeticamente para o ministério de Cristo. O livro de Levítico contém uma mensagem para nós. Visto que as pessoas modernas continuam sendo carnais, o evangelho eterno que levou a graça de Deus para salvação aos pecadores na antiguidade, ainda é necessário hoje em dia”, alegam Lislie Hardinge e Frank Holbrook.
Mais do que relíquia antiga, Levítico é uma pérola celestial extremamente útil para a compreensão do evangelho eterno. Levítico não é uma nova revelação para o surgimento de uma nova religião quando Deus instituía Israel como nação; é a ampliação do sacrifício oferecido por Abel (Gênesis 4:4; Hebreus 11:4); é o desdobramento do plano da redenção!
Cada sacrifício apontava para o Cristo feito “pecado por nós”; sim, “aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). “Cristo sofreu pelos pecadores uma vez por todas, o Justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (1 Pedro 3:18).
Confessemos nossos pecados, consagremo-nos a Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.