Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 6 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 6 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 6 by Luís Uehara
21 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/6

As instruções em Levítico 6:8 a 7:38 fornecem informações complementares sobre os sacrifícios dos capítulos anteriores. O fogo sagrado que consumia os sacrifícios, aceso pelo próprio Deus (Lv 9:24), deveria continuamente queimar no centro da adoração israelita. Centelhas de origem humana não poderiam adequadamente representar o sacrifício do Salvador. Para salvar-nos do fogo divino da “segunda morte” (Ap. 20), Cristo foi consumido em nosso lugar pelo sofrimento da separação do Seu Pai (Mt 27:46), era isso o que aquele fogo representava.

A oferta pelo pecado era santa, mas se algo do sangue dessa oferta respingasse na roupa de um sacerdote ou do ofertante durante o abate da vítima, o sangue deveria ser lavado da roupa, indicando que ele carregava uma espécie de impureza do pecador (compare com Lev. 11:25, 28, 35; Números 31:23-24). De fato, o tabernáculo/templo era contaminado quando aspergido pelo sangue da oferta pelo pecado. Consequentemente o tabernáculo tinha de ser purificado no Dia da Expiação (Lv 16).

Em outro lugar, Levítico proíbe trazer impureza em contato com a santidade de Deus (Lv 7:20-21). Mas, na remoção dos pecados do povo, ao libertar o ofertante “do seu pecado”, Deus assume a responsabilidade dessas faltas por meio do sacrifício santo, simbolizando Cristo. O bom sangue de Cristo retira e afasta de nós os nossos pecados, assim como o sangue em nossos corpos remove os resíduos. Somos lavados pelo sangue do Cordeiro!

Neste relato, vemos as consequências de tal procedimento. Deus deseja ter um povo fiel a Ele, somente a Ele, mesmo que caiam os céus (Educação, 57).

Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de julho de 2025, 0:50
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1159 palavras

1-7 Aqui descobrimos que roubar envolve mais do que somente retirar algo de alguém. Encontrar algo e não devolvê-lo ou recusar devolver algo emprestado são outras formas de roubo. Estes são pecados contra Deus e não apenas contra seu vizinho, um estranho ou um grande negócio. Se você obteve algo irregularmente, então confesse seu pecado a Deus, peça desculpas ao proprietário e devolva os itens roubados – com juros. Life Application Study Bible.

A transgressão contra o próximo requer a restauração do valor perdido mais o acréscimo da “quinta parte” (v. 5) e a oferta de um sacrifício a Deus (cf. Mt 5.24). Bíblia de Genebra.

cometer ofensa contra o Senhor. De ma’al, “agir dolosamente”, “agir de má fé”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 796.

negar ao seu próximo. A negação de uma verdade ou a mentira aqui descrita é, primeiramente, uma transgressão contra Deus e depois um pecado contra o próximo. … No caso de mentir conscientemente e ainda reter o que pertencia a outro era uma dupla transgressão – roubar e mentir. O ofensor seria culpado de pecado deliberado. CBASD, vol. 1, p. 796.

o que este lhe deu em depósito. Ou “em parceria” (KJV), como sociedade ou contrato. Em sociedade, o cristão deve exercer uma constante vigilância para que cada sócio receba o que lhe é devido; e, em contrato, deve haver fiel desempenho de ambas as partes no acordo. Não deve haver intenção de enganar, nem levar vantagem em falhas, mas sim um cuidado zeloso pelos interesses do outro sócio. Se assim não for feito, o homem que transgride é culpado. CBASD, vol. 1, p. 796.

tendo achado o perdido, o negar com falso juramento. De algum modo, isto é mais sério do que os casos precedentes, pois a pessoa não apenas mente, mas firma sua mentira por meio de juramento legal ou não. Em ambos os casos, ela é culpada de jurar falsamente. CBASD, vol. 1, p. 796.

Ver Dt 22.1-3. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 restituirá aquilo que roubou. A restituição é parte vital do que Deus requer da pessoa que deseja se livrar da culpa do pecado. Nesses casos, convicção do pecado, tristeza e confissão sozinhas não são suficientes. Todos esses são passos desejáveis em direção ao reino, mas não bastam. Eles devem ser acompanhados de arrependimento tão profundo e completo que a alma culpada não descanse até fazer todos os esforços a fim de retificar o erro praticado. Isso, em muitos casos, inclui restauração e devolução com juros do que foi tomado, bem como todo esforço necessário para corrigir o erro. Os frutos dignos de arrependimento mencionados por João incluíam restituição (Mt 3:8). CBASD, vol. 1, p. 797.

jurou falsamente. A mentira é um dos pecados mais comuns hoje e, aos poucos, está se tornando respeitável. … A Bíblia é clara quanto ao assunto da verdade e não aceita menos que isso. Deus é “o Deus da verdade” (Is 65:16; Sl 31:5; Dt 32:4). … A paixão pela verdade deve motivar o cristão. Ele é o representante do Deus da verdade e não deve levantar falso testemunho de modo algum. Deve amar a verdade acima de tudo, pois é a verdade que o liberta (Jo 8:32).  … Uma pessoa cheia do amor da verdade será verdadeira em todos os relacionamentos. Ela odiará e desprezará toda pretensão e hipocrisia; seus motivos jamais serão questionáveis. … Terá a reputação de alguém cuja palavra é digna de confiança. CBASD, vol. 1, p. 797, 798.

6.8 – 7.36. Tendo falado aos leigos a respeito das leis dos sacrifícios, Moisés agora se dirige aos sacerdotes, especialmente sobre o direito deles sobre uma partilha nos sacrifícios. Bíblia de Genebra.

holocausto. Cristo, o sumo sacerdote da nova aliança, ofereceu o derradeiro holocausto em Seu corpo; ele estava inteiramente consagrado a Deus, sofrendo a morte pelo pecado e provocando a morte do crente para o pecado (Rm 6.2-7). Bíblia de Genebra.

11 O sacerdote tinha a obrigação de limpar as cinzas do altar, depois de ter oferecido um holocausto, usava, para isso, vestes especiais, calças e túnica de linho, laváveis, que se usavam tão-somente para o contato direto com o altar. Quando removia as cinzas pela manhã, deixava-as ao lado altar, trocava suas vestes, colocando suas roupas normais de sacerdote, e depois removia as cinzas para algum lugar “limpo” (e não para um depósito de lixo, que seria considerado impuro), fora do arraial. Bíblia Shedd.

12 O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Life Application Study Bible.

As ofertas contínuas, que se ofereciam duas vezes por dia, sem falta, eram uma expressão da dedicação de Israel ao seu Deus. Bíblia Shedd.

12, 13 Mantenha-se aceso o fogo no altar, não deve ser apagado(NVI). O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício depois da consagração formal de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus, 9.24. Essa origem sobrenatural do fogo no altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado pelos homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú, 10.1-2.O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Bíblia Shedd.

O fogo santo no altar deveria se manter queimando porque foi Deus quem o acendeu. Isso representava a eterna presença de Deus no sistema sacrifical. Mostrava ao povo que somente pelo favor gracioso de Deus seus sacrifícios poderiam ser aceitáveis. O fogo de Deus está presente na vida de cada crente, hoje. Ele acende o fogo quando o Espírito Santo vem viver em nós e cuida disso de modo que cresçamos na graça ao andarmos com Ele. Quando nos tornamos cientes de que Deus habita em nós, temos confiança em nos achegarmos a Ele por perdão e restauração. Life Application Study Bible.

13 o fogo arderá continuamente. O próprio Deus alimentava esse fogo (Lv 9:24). Os judeus afirmam que o fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico. … Manter o fogo aceso requeria grande suprimento de madeira. Os sacerdotes ajuntavam a lenha uma vez por ano e convidavam o povo a ajudá-los. CBASD, vol. 1, p. 798.

14 oferta de manjares (ARA; NVI: oferta de cereal). Assim como a oferta de manjares representava os frutos da obediência, ela também prenunciava a vida de Cristo em perfeita obediência e gratidão a Deus. Bíblia de Genebra.

18 Todo varão.Esta expressão se restringe aqui aos homens que serviam no culto do tabernáculo. Antes de atingirem a idade de 30 anos, os homens não podiam entrar no lugar santo, Nm 4.3, 23, 30, 39. Bíblia Shedd.

28 vaso de barro … vaso de bronze. Um vaso de louça não vitrificada absorveria alguns sucos, não podendo ser lavado ao ponto de ficar bem limpo, como o bronze. Bíblia Shedd.



Levítico 06 – Rosana Barros by Ivan Barros
21 de julho de 2025, 0:45
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“E o sacerdote fará expiação por ela diante do Senhor, e será perdoada de qualquer de todas as coisas que fez, tornando-se, por isso, culpada” (v.7).

Diferente dos pecados ocultos ou dos pecados por ignorância, o Senhor também estabeleceu um tipo de sacrifício para os pecados voluntários. Até mesmo para pecados praticados com dolo, por vontade e escolha do pecador, há provisão para o perdão. Diante disso, éinteressante quando pessoas julgam que o Deus do Antigo Testamento é diferente do Deus do Novo Testamento. Alegam que o primeiro é rigoroso e impiedoso, um Deus tirano e irado; enquanto o último é manso e pacífico, um Deus piedoso e misericordioso. Não acredito que nenhum de nós avalie Deus Pai desta forma, mas considero válido analisarmos este ponto de vista à luz das Escrituras.

Bem, até aqui estudamos sobre a forma como Deus lidou com o pecado de Adão e Eva, como os procurou, lhes falou com paciência, prometeu libertação e como os vestiu e perdoou. Vimos Noé pregando por mais de uma centena de anos para que o mundo se arrependesse. Vimos Abraão, chamado como patriarca da nação eleita de Deus, mentindo e agindo por conta própria, mas sendo perdoado e amado pelo Senhor. Vimos Isaque sendo poupado da morte. Vimos Jacó sendo redimido e abençoado. Vimos José na corte egípcia e como Deus usou sua vida como uma bênção até mesmo para aquela nação pagã. Vimos a misericórdia divina atuando dez vezes no Egito a fim de chamar a atenção daquele povo. Estamos estudando sobre a paciência do Senhor com Seu povo murmurador. Então, vemos que Ele proveu um lugar de adoração onde Ele pudesse habitar no meio do Seu povo.

A respeito do Senhor, Moisés exclamou: “Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx.34:6). O salmista Davi declarou: “Pois a Tua misericórdia se eleva até aos céus, e a Tua fidelidade, até às nuvens” (Sl.57:10). Mesmo diante da apostasia de Israel, o profeta Miqueias encerrou o seu livro exaltando a misericórdia de Deus: “Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade e Te esqueces da transgressão do restante da Tua herança? O Senhor não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia” (Mq.7:18). O apóstolo João escreveu o poderoso resumo do amor de Deus: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). E Jesus mesmo afirmou: “Não crês que Eu estou no Pai e que o Pai está em Mim? As palavras que Eu vos digo não as digo por Mim mesmo; mas o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:10).

O mesmo Deus que lidou com Israel com tanta paciência e lhe ofertou tantas oportunidades de arrependimento, é o mesmo que “Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo.1:14). Em um só versículo, percebemos a compreensão do apóstolo, inspirado pelo Espírito Santo, sobre a ligação entre a vinda de Jesus e o santuário. “O Verbo Se fez carne” (pátio onde acontecia o sacrifício), “cheio de graça e de verdade” (lugar Santo), “e vimos a Sua glória” (lugar Santíssimo). Percebem, amados? Em cada sacrifício, no fogo que não se apagava, nas ofertas de manjares, nas coisas santas, estava escrito o amor incondicional de Deus pela humanidade.

O Senhor nos diz hoje: “Não temas; Eu sou o Primeiro e o Último” (Ap.1:17). Ele é o Deus do Antigo e o Deus do Novo. O Deus das Escrituras. O mesmo Deus, que não muda (Ml.3:6) e “em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tg.1:17). Se você pecou conscientemente e acha que não há perdão para você, lembre de quantas vezes a misericórdia do Senhor alcançou a nação rebelde de Israel. Lembre-se de Zaqueu que roubava seu próprio povo de forma premeditada, mas que agarrou a oportunidade dada por Jesus e não a deixou passar. Você é amado(a) pelo Deus vivo! Jesus morreu por você! Abra a porta e deixe Ele entrar! “Porque o Filho do Homem [ou seja, Aquele que Se identifica com você e que conhece as suas lutas] veio buscar e salvar o perdido” (Lc.19:10).

Nosso amado Deus e misericordioso Pai, nossa gratidão a Ti por Tua bondade que nos conduz ao arrependimento, por Teu perdão, por Teu amor longânimo para conosco! Louvado seja o Teu santo nome! Quantas vezes, Senhor, temos pecado de forma consciente e pensamos não haver chance para nós. Há um inimigo que constantemente nos acusa e que tenta nos convencer de que não há mais saída. Mas, como Zaqueu, nós queremos subir no sicômoro da esperança e descer para cear Contigo e Tu conosco. Que o Teu perdão promova em nós a salvação em Cristo Jesus e o desejo e o poder do Espírito de não mais ferir o Teu coração! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, perdoados e salvos em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Levítico06 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 6 – Embora inúmeros cristãos atualmente não valorizem tanto o livro de Levítico, “os apóstolos consideravam Levítico um livro divinamente inspirado, relacionado (profeticamente) à doutrina cristã. Por exemplo, os sacerdotes e sacrifícios associados ao tabernáculo prenunciaram o trabalho de Cristo em relação ao Céu (Heb. 3:1; 4:14-16; caps. 9 e 10). A afinidade entre Levítico e o Novo Testamento se torna óbvia no livro de Hebreus, considerado por alguns um comentário sobre Levítico no Novo Testamento. De modo geral, os rituais e as ideias do livro influenciaram profundamente o cristianismo, e mesmo uma leitura casual do Novo Testamento evidencia tal influência”, comenta Russell Champlin.

Ou seja, os princípios de Levítico não perderam sua validade. Deveriam fazer parte de nossa sociedade hodierna. Não perderam seu valor; somos nós que desconsideramos o real valor das mensagens de Levítico.

Considere: Quando meu pecado prejudica ou destrói a propriedade do próximo, o culpado deve oferecer um cordeiro perfeito e fazer restituição de 120% (Levítico 6:1-7). “Esperava-se reparação; pois, embora o perdão venha pela graça, o pecado sempre produz consequências danosas, especialmente em forma de perda para outros seres humanos”, esclarece Eugene Merrill.

O capítulo reitera as instruções anteriores nos capítulos 2 e 4, agora da perspectiva da liderança espiritual (Levítico 6:14-30); mostrando que a lei do holocausto requeria um fogo constante, o qual apontava à necessidade contínua de sacrifícios a fim de expiar os pecados dos transgressores.

Um ponto importante são as instruções quanto aos sacrifícios da nação, de manhã e à tarde. Ellen White nos auxilia na compreensão desses sacrifícios: “As horas designadas para o sacrifício da manhã e à tardinha eram consideradas sagradas, e, por toda a nação judaica, vieram a ser observadas como um tempo reservado para a adoração […]. Neste costume têm os cristãos um exemplo para a oração da manhã e da noite. Conquanto Deus condene o mero ciclo de cerimônias, sem espírito de adoração, olha com grande prazer àqueles que O amam, prostrando-se de manhã e à noite, a fim de buscar perdão dos pecados cometidos e apresentar seus pedidos de bênçãos necessitadas” (PP, p. 353-354).

Assim como o fogo deveria arder continuamente, devemos orar incessantemente (Efésios 6:18; 1 Tessalonicenses 5:17). Nossa dependência do sacrifício de Cristo não deve sofrer interrupção! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.