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GÊNESIS 16 – A jornada de fé tem altos e baixos. Quem caminha com Deus, às vezes pode escorregar e cair em pecado. Erros crassos podem manchar o currículo do crente, resultando em capítulos vergonhosos que indicam a terrível fragilidade humana.
Abrão, conhecido como pai da fé, assim que atendeu ao pedido de Deus, deixou de consultá-Lo ao encontrar fome na “terra prometida”. Rapidamente tomou as rédeas da história nas mãos e desceu ao Egito. Lá, mentiu sobre sua esposa e quase colocou plano de Deus a perder. Saiu humilhado ao ser expulso do Egito. Contudo, ainda tinha muito que aprender sobre fé e dependência divina.
Embora fossem nobres e dignos de nota os seus gestos de salvar Ló e abençoar Sodoma, testemunhar de seu Deus e entregar o dízimo de tudo ao rei-sacerdote Melquisedeque, neste capítulo Abrão tropeça e cai, como pode acontecer a qualquer crente. É o que nos ensina Abrão após ter sido declarado justo em Gênesis 15:6.
Corroborando com essa ideia, Ellen White é clara:
• “A santificação não é obra de um momento, uma hora, ou um dia. É um contínuo crescimento na graça” (1T, 340).
• “Quando estivermos revestidos da justiça de Cristo, não teremos o menor prazer no pecado; por Ele está trabalhando conosco. Poderemos cometer erros, mas odiaremos o pecado que causou os sofrimentos do Filho de Deus” (MJ, 338).
Em Gênesis 16 Sarai induz Abrão ao erro, como fez Eva no Éden. Seu marido aceitou ter relações com Hagar assim como Adão comeu conscientemente o fruto proibido das mãos de sua esposa. A desgraça foi imensurável tanto para o casal do Éden quanto para o casal da fé.
Assim que Hagar concebeu, nasceu forte tensão entre as duas mulheres que chegou a tal ponto de tornar impossível a estada de escrava egípcia na casa de Abrão. Ao sair rumo ao deserto, Hagar teve um encontro com Deus, O qual revelou Seu cuidado à mãe solteira, humilhada e desprezada.
Embora Ismael seja fruto de erros, não é assim que Deus o trata; pelo contrário, além de inclui-lo numa profecia, foi o primeiro bebê a ter o nome escolhido por Deus.
Deus é maravilhoso: Portanto, não fuja dos problemas, corra para Ele que, em nossas fragilidades, ouve nossos gemidos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 15 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/15
Abrão era muito parecido conosco. Quando lemos as promessas da Bíblia, também nos perguntamos como podemos saber que se cumprirão. Ao examinar a resposta de Deus às perguntas de Abrão, vemos a paciência de Deus. Deus se humilhou e comunicou-se com Abrão no nível dele, de um modo que este pudesse compreender.
Quando Deus pediu os animais específicos, Abrão entendeu o que Deus estava fazendo. Deus estava seguindo as tradições culturais de um contrato entre duas pessoas, típico dos dias de Abrão. Ele estava fazendo um pacto de sangue. A chama de Deus passando entre os animais era a promessa de que Deus haveria de se empenhar ativamente a favor de Abrão. Quando Abrão estava dormindo, Deus revelou a ele o futuro de seus descendentes. Deus lhe disse que levaria séculos até que a promessa fosse realizada. Deus escolheu trazer Abrão para o Seu círculo de amigos íntimos.
O mesmo Deus de Abrão é o nosso Deus hoje. Temos nosso próprio pacto de sangue com Deus através da morte de Jesus na cruz. A ressurreição de Jesus é a nossa garantia de que Deus nos redimiu e está vivo, ativamente empenhado em nos abençoar. Através das escrituras, Deus revelou o futuro da raça humana. E prometeu que voltará para nos levar para o Céu. Que Deus maravilhoso nós temos!
Kathlyn Mayer
IASD Joy of Troy
Troy, Nova Iorque, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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730 palavras
1 veio a palavra do SENHOR. Esta frase tipicamente introduz uma revelação a um profeta (12.7, 20.7; Jr 18.1; Ez 6.1; Os 1.1) (Bíblia de Genebra).
A promessa divina é introduzida pela primeira declaração “não temas” encontrada na Escritura (26:24, 46:3; Num. 21:34; Deut. 1:21) (Andrews Study Bible).
2 mas Abrão disse. Embora o endereçamento seja respeitoso, o diálogo de Abrão com Deus sugere um relacionamento íntimo. Ele ainda está pronto a questionar Deus (Andrews Study Bible).
sem filhos. Esta expressão, no hebraico, pode significar “viver sem filhos” ou “morrer sem filhos”. Abraão estava perplexo, talvez em parte porque não ter filhos era visto como um sinal de castigo divino (Lv 20.20-21; 1Sm 1.11; Jr 22.30) (Bíblia de Genebra).
3 um servo… será o meu herdeiro. Esta prática de um casal sem filhos adotar um escravo como herdeiro é confirmada nos textos de Nuzi (cerca de 1.500 a.C.), uma coleção de mais de 4.000 tábuas de argila encontrados pertos de Kirkuk, no Iraque (Bíblia de Genebra).
6 creu… imputado para justiça. Definição clássica de fé. Mesmo apesar de Abrão não poder ver o cumprimento da promessa, ele “acreditou”. A fé é demonstrada em momentos de crise (Is. 7:9; Jon. 3:5; Sal. 78:22, 32). imputado para justiça. A terminologia sugere uma interação que vai além de um sentido relacional. Deus declarou Abrão justo não por causa de suas grandes ofertas ou sacrifícios, mas com base em sua fé (Andrews Study Bible).
Neste significativo versículo aparecem, pela primeira vez, as palavras: “creu”, “imputado” e “justiça”, que fazem parte do contexto da “fé salvadora”. Em todos os tempos, a salvação fora oferecida aos homens sob a base da fé. Os santos do AT olhavam para Cristo e eram salvos mediante Sua morte expiatória, exatamente como nós olhamos para aquela morte vicária em nosso lugar e recebemos os benefícios dela mediante a fé (cf. Rm 4.18-24) (Bíblia Shedd).
Este verso nos dá o mais antigo núcleo da doutrina da justificação pela fé e não pelas obras (Gl 3.6-14). Abraão creu na promessa do nascimento de um herdeiro dentre os mortos (Rm 4.17-21; Hb 11.11-12), e Deus imputou isto como justiça a Abraão, satisfazendo o mandato da sua aliança. A justificação de Abraão pela fé é um modelo para a nossa fé na ressurreição de Jesus Cristo, o sacrifício de Deus pelo pecado e o ato de Deus em nos imputar justiça pela fé (Rm 4.22-25) creu. Abraão é o pai de todos aqueles que creem (Rm 4.11) e todos os que creem são filhos de Abraão (Gl 3.7) (Bíblia de Genebra).
7 Eu sou o SENHOR que te tirei. Uma forma de autoidentificação de Deus depois do êxodo (Ex 20.2) (Bíblia de Genebra).
8 O nome “Senhor Deus” (em heb Adonai Jahweh) significa “dono”, indicando a submissão de Abraão como escravo de Deus. O mesmo nome (“Senhor”) é empregado pela mulher em relação ao marido, indicando a intimidade do amor e a dependência em submissão ao marido (cf 1 Pe 3.6) (Bíblia Shedd).
11 aves de rapina. Um simbolismo das nações impuras tentando destruir os descendentes de Abraão. enxotava. Abraão simbolicamente defende a sua herança prometida contra os agressores estrangeiros (Bíblia de Genebra).
12-14 Israel deverá herdar Canaã através do ato sobrenatural de Deus, redimindo-os da escravidão (Bíblia de Genebra).
13-16 quatrocentos anos…quarta geração. Descrição profética do tempo de escravidão no Egito. Aparentemente, uma geração significa 100 anos. Estes números devem ser entendidos como número arredondados (Ex. 12:40 refere-se a 430 anos). Os amorreus representavam todos os povos de Canaã (Andrews Study Bible).
15 ditosa velhice. Ver 25.8 (Bíblia de Genebra).
17 fogareiro fumegante e tocha de fogo. O ritual tem seu clímax em fumaça e fogo, que são frequentemente símbolos da presença de Deus (Ex. 12:21; 19:18; 20:18). Jer. 34:18 provê um texto paralelo ao ritual da aliança. Todo animal sacrifical possível está incluído neste significante ritual de aliança (Andrews Study Bible).
Símbolos da presença de Deus com Israel no seu caminho para a Terra Prometida (Ex 13.21, 19.18; 20.18). (Bíblia de Genebra).
passou entre os pedaços. Assim como indicado em outros textos do Oriente Próximo e em Jr 34.18, passar entre os pedaços de animais significava a punição daqueles que quebram a aliança… Deus jura por si mesmo que manteria os termos da aliança. Ver 22.16-17; Hb 6.13 (Bíblia de Genebra).
18 desde o rio o Egito ao grande rio Eufrates. Provavelmente a extensão da terra prometida a Abraão e a sua semente; compreendia desde a corrente que dividia a Filístia do Egito até o rio Eufrates. Estas foram, efetivamente, as fronteiras de Israel no tempo do rei Salomão (Bíblia Shedd).
19-21 Além das fronteiras geográficas, a terra é identificada por seus ocupantes. Ver 10.15-18 (Bíblia de Genebra).
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“Depois destes acontecimentos, veio a palavra do Senhor a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande” (v.1).
Os acontecimentos que antecederam esta fala do Senhor foram impactantes para Abrão. O peregrino cansado poderia, a partir de então, ser alvo da ira e da vingança daqueles quatro reis. É bem provável que Abrão tenha temido por sua vida e pela vida de sua casa. Mas outra aflição que sempre lhe sobrevinha era o fato de não ter um herdeiro, um descendente. O Senhor, que tudo vê, olhou para o íntimo do coração de Seu fiel servo e prometeu duas coisas: proteção e uma incontável posteridade. A Bíblia diz que Abrão creu, confiou na promessa divina e por isso foi justificado. O que prova que a justiça que vem da fé, amados, sempre existiu e, na cruz, foi consumada.
Semelhante à introdução dos mandamentos em Êxodo vinte, o Senhor falou a Abrão: “Eu sou o Senhor que te tirei de Ur dos caldeus, para te dar por herança esta terra” (v.7). Primeiro, o Senhor liberta os Seus filhos e, então, os chama a uma vida de obediência. O questionamento de Abrão no verso oito revela a liberdade que temos de pôr à prova as promessas divinas. O sacrifício orientado por Deus incluía todos os animais limpos que podiam ser sacrificados, como uma representação do sacrifício completo de Cristo. E a obediência de Abrão em fazer tudo como o Senhor lhe havia ordenado representa o resultado de uma vida de inteira submissão a Deus.
Exausto de enxotar as aves de rapina que “desciam sobre os cadáveres” (v.11), Abrão caiu em sono profundo, e a Bíblia diz que ele foi acometido por “grande pavor”, sentindo-se envolto em densas trevas. A ele foi revelado o futuro cativeiro de sua posteridade, seu livramento e seu retorno à terra prometida. Em seguida, o Senhor fez passar fogo entre as fileiras para consumir os sacrifícios e fez “aliança com Abrão” (v.18), prometendo toda a terra de Canaã à sua descendência. Sabem, amados, é certo que Abrão teve o privilégio de ter visões e sonhos e de ouvir muitas vezes a voz de Deus. Mas seu relacionamento com o Senhor não se resumia a essas experiências sobrenaturais; Abrão andava com o Senhor nas experiências ordinárias do dia a dia. Não é sem razão que, a respeito dele, o próprio Deus falou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8).
Quando somos acometidos por situações que nos causam medo e que nos roubam a paz, as palavras ditas a Abrão ecoam da Palavra de Deus até nós: “Não temas […] Eu sou o teu escudo” (v.1). A justiça de Cristo sobre nós está à distância de um “Sim, Senhor, eu creio”. E é justamente essa decisão, confirmada a cada dia, que nos capacita a manter um relacionamento íntimo com Cristo e a oferecer não mais sacrifícios de animais, mas o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:2). Então, o Espírito do Senhor vem sobre nós como fogo purificador, habilitando-nos para entrar nas moradas celestiais. Permita que essa obra seja realizada em sua vida.
Pai de amor e de bondade, temos enfrentado muitas dificuldades nestes últimos dias, e muitas vezes nosso coração fica ansioso e cheio de temores. Ó, Deus Santo, que a Tua Palavra continue sendo a nossa fonte de esperança e de fé a cada dia, e que o Teu Espírito nos purifique e capacite para logo estarmos com o Senhor para sempre. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela fé!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 15 – Nesse ponto da história, por três vezes Abrão recebera de Deus a promessa que até agora ainda não se cumprira. Por três vezes Deus havia instigado a esperança do velho Abrão, de um filho com sua esposa estéril (Gênesis 12:2, 7; 13:6); contudo, ainda era apenas promessa.
Muitas vezes quando parece que Deus brinca com sentimentos, na verdade Ele está trabalhando o desenvolvimento espiritual do pecador. Nesse diálogo íntimo entre Deus e Abrão, há indagações, propostas; e, Deus corrige as boas intenções do ansioso: “Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: ‘Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las’. E prosseguiu: ‘Assim será a sua descendência’. Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça” (Gênesis 15:5-6). Na sequência, ambos entraram em aliança através de rituais culturais da época (Gênesis 15:7-11).
Quando olhamos a imensa criação, entendendo que Deus é maior que o infinito Universo, depositaremos nossa confiança nEle e tranquilizaremos nosso coração. Existe uma ligação dessa confiança, com a justificação pela fé. Quanto mais o pecador conhece a grandeza de Deus, menos confia em si mesmo, passando a confiar mais nEle. “Deus declarou que Abrão era justo não por causa de atos de justiça ou grandes sacrifícios, mas com base em sua fé”, comenta a Bíblia Andrews.
O Deus que faz promessas conhece o futuro e interage na história. Ele revelou o que aconteceria à descendência de Abrão no Egito e indicou as terras dos povos que daria a sua posteridade (Gênesis 15:12-21).
A grande questão é, por que Deus tiraria nações das suas terras para entregá-las a Israel?
• Deus é Soberano do Universo, e está no controle da cada situação julgando o mal, a fim de fazer com que o bem prevaleça neste mundo tomado pelo maligno. O Egito seria o primeiro a ser julgado; antes, porém, teria portentosas provas para render-se a Deus.
• As nações teriam um tempo de graça, e só deveriam ser destruídas quando estivessem totalmente saturadas de pecado – assim como um saco de batatas podres.
Nossa sociedade já está saturada da imundície do pecado. Está podre! Se o retorno de Cristo é o próximo “basta!” divino frente à multiplicação da iniquidade, deve estar quase no tempo dEle voltar!
Compartilhe essa revelação! – Heber Toth Armí.