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Texto bíblico: GÊNESIS 35 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/35
Gênesis 35 mostra três quadros de pessoas que enfrentaram a morte relacionadas a Débora, Raquel e Isaque.
Débora serviu fielmente como ama de Rebeca enquanto vagavam da Mesopotâmia para Canaã. Jacó e Raquel lamentaram sua morte como a perda de uma querida amiga da família que muito contribuíra para eles. Como lembrança, seu túmulo sob um carvalho em Betel foi chamado Alom Bacute (Allon bachuth), “o carvalho do choro” (v. 8).
Pouco tempo depois, Raquel deu à luz seu segundo filho. Mas este seu presente para o amado Jacó lhe custou a vida. No seu leito de morte Raquel deu ao menino o nome de Benoni, “filho da minha tristeza”, porém Jacó o batizou de Benjamim, “filho da minha força”. A morte de Raquel foi para ele uma profunda e pesada dor, lembrada ainda em seu leito de morte.
A longa vida de Isaque em Hebrom foi a de um estrangeiro, assim como havia sido a vida de Abraão. Mas seus 180 anos foram marcados tanto pela obediência, quanto pelo sofrimento e trabalho. Ele viveu, surpreendentemente, 180 anos (v. 28).
Penso nestes finais de vida relatados nas histórias das Escrituras. Toda a vida de serviço fiel de Débora, o verdadeiro amor de Raquel à sua família e a perseverança de Isaque como um crente entre os pagãos, tocam meu coração aqui na Malásia.
Mercella Chen
Estudante malaia no iEAT
Instituto de Estudos da Ásia Oriental
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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793 palavras
1 sobe a Betel. Jacó tinha um voto a cumprir (28.20-22; 34:1-31). A revelação de Deus em Betel (vs. 9-13) reitera as promessas da aliança com Abraão, que anteriormente havia adorado em Israel. Bíblia de Genebra.
Jacó temia que o traiçoeiro massacre dos siquemitas feito por Simeão e Levi levasse à represália por parte de outras tribos cananéias vizinhas. O idoso patriarca parece ter refletido sobre o horrível ato e suas esperadas consequências, sem saber o que fazer ou para onde se voltar. Em sua perplexidade, Deus apareceu uma vez mais e o instruiu quanto a como proceder para proteger sua família. Jacó deve ter se sentido feliz com a certeza de que o mesmo braço divino que o havia escudado contra a ira de Labão e a inimizade de Esaú continuaria a protegê-lo e preservá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 433.
A palavra fugias é significativa porque Jacó estava outra vez fugindo para salvar sua vida (cf 34.30). Bíblia Shedd.
2 Lançai fora. O arrependimento envolve a renúncia de qualquer coisa que impeça ou atrapalhe a adoração e o culto a Deus. A exigência primária da aliança é a lealdade exclusiva a Deus (Êx 20.3-5; Js 24.24; Jz 10.16). Bíblia de Genebra.
4 deram a Jacó. Jacó recobrou sua liderança espiritual sobre a família (30.2, nota; 34:1-31, nota [Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação da idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó]). Bíblia de Genebra.
argolas … das orelhas. Estes brincos eram amuletos associados com cultos pagãos. Bíblia de Genebra.
Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Êx 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião. Bíblia Shedd.
5 terror. Destaca a proteção especial de Deus em um ambiente de crescente hostilidade (ver Êx 15:14-17). Andrews Study Bible.
A proteção de Deus sobre a família de Jacó através de um pânico induzido (cf Êx 23.27; Js 2.9) foi necessária porque a sua reputação havia mudado de pacíficos pastores (34.21) para vorazes guerreiros (34.30). Bíblia de Genebra.
7 edificou ali um altar. Jacó finalmente cumpriu seu voto ao Senhor (28.20-22). Ao construir este altar, a família patriarcal reconheceu as promessas da aliança e consagrou a Terra Prometida. O culto regular seria crucial se eles quisessem manter a separação religiosa dos cananeus vizinhos (cap. 34; Nm 25.1-3 e notas). Ver 12.7, nota; 13.18; 22.9; 32.20. Bíblia de Genebra.
16 Efrata. O nome mais antigo de Belém (cf. v. 19, em Judá). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 alma. O significado da palavra hebraica é “vida” (9:4-5; Jó 2:4, 6). O texto simplesmente diz que Raquel morreu. Andrews Study Bible.
Benoni. “filho da minha dor”. Benjamim. “Filho de mão direita”. Bíblia Shedd.
O nome [Benjamim] também pode significar “filho do sul” – distinguindo-o dos demais filhos que nasceram no norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os hebreus geralmente descreviam direções com base em uma pessoa olhando para o oriente [leste] – a mão direita, consequentemente, pontava para o sul. Bíblia de Genebra.
22 O arrogante ato de Ruben em se deitar com a concubina de seu pai terá futuramente paralelo no ato de Absalão (2Sm 16:22). Muito provavelmente ele desejava assegurar sua posição de liderança sobre o clã e seu direito de primogênito e mostrar seu descontentamento com a falta de amor de Jacó por Lia, sua mãe. Andrews Study Bible.
Este último golpe foi ainda mais amargo e devastador que a morte de Raquel ou a violação de Diná. CBASD, vol. 1, p. 437.
O ato de Rúben foi uma reivindicação arrogante e prematura de seus direitos como primogênito – no caso, o direito de herdar a concubina do pai. Por causa disso, perderia a condição legal de primogênito (ver 49.3, 4; 1Cr 5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pelo seu pecado, Rúben foi privado de sua posição de primogênito (48.1, nota) e de sua liderança (49.3-4; Dt 22.30), que Judá, o quarto filho de Lia, viria a assumir (49.8-10)
27-29 A informação da morte de Isaque encerra as histórias de Isaque e Jacó. Com base na cronologia interna [à Bíblia], Isaque viveu aproximadamente mais doze anos após José ter sido vendido à escravidão. Isaque morreu após uma vida plena (25:7-11) e com toda a família de Jacó à sua volta. Andrews Study Bible.
Seu obituário é inserido antes do momento real de sua morte para evitar interromper a história de José. CBASD, vol. 1, p. 438.
Isaque aparece novamente na narrativa(28.5). Sua jornada terminou tendo ele um grande número de anos, mas Deus o deixou depois que tentou impedir Seus propósitos na bênção (25.19, nota [Depois que Isaque tenta obstruir a bênção de Deus sobre Jacó (cap. 27), não se ouve nada mais acerca dele até a sua morte (35.27-29)]. Bíblia de Genebra. [NC: Gen 27:4 e 33 revelam que a real intenção de Isaque era transmitir a Esaú as bênçãos da Aliança].
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“Vindo Jacó de Padã-Arã, outra vez lhe apareceu Deus e o abençoou” (v.9).
A renovação da aliança divina com Jacó possui muitas semelhanças com a renovação da aliança feita com Abraão, seu avô (Compare com Gn.17:1-7, 22). Como foi com Abraão, o Senhor o abençoou, chamou-o por outro nome, Apresentou-se como “o Deus Todo-Poderoso” (v.11), confirmou a Sua promessa e “Se retirou dele, elevando-Se” (v.13). Mas antes desta aparição do Senhor, Ele o orientou a subir a Betel e habitar ali, erguendo um altar no lugar onde pela primeira vez Deus lhe apareceu em sonho (Gn.28:13). Os preparativos para a viagem incluíram algumas reformas no meio do povo: lançar fora os deuses estranhos, se purificar e mudar as vestes.
Qualquer influência pagã precisava ser abandonada. E o fato de isso incluir retirar “as argolas que lhes pendiam das orelhas” (v.4) deixa bem claro a origem do uso de joias. Tudo o que remetia à antiga vida na Mesopotâmia foi enterrado e deixado para trás. O resultado daquele ato de purificação foi a aprovação divina através do “terror de Deus” sobre “as cidades que lhes eram circunvizinhas, e não perseguiram aos filhos de Jacó” (v.5). Deus dissipou do coração de Jacó o temor pela vingança dos cananeus devido ao ocorrido em Siquém. Apesar disso, essa viagem também lhe rendeu tristes episódios, como a morte de “Débora, a ama de Rebeca” (v.8), a morte de sua amada Raquel (v.19), e a traição de seu primogênito, Rúben, que “se deitou com Bila” (v.22), sua concubina.
O desejo do Senhor é o de nos abençoar e renovar conosco a Sua aliança. Está escrito: “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl.3:29). Por meio de Cristo, somos libertos do pecado e purificados de toda injustiça, tendo nossas vestes mudadas (Zc.3:4) e diariamente lavadas e alvejadas “no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Mas essa reforma e santificação só acontece quando abrimos o nosso coração para que o Espírito Santo nos transforme de dentro para fora. Não adianta reforma sem reavivamento. Assim como não existe reavivamento genuíno sem que haja a devida reforma.
De uns anos para cá tem havido um grande apelo por reavivamento e reforma no meio do povo de Deus. O Espírito Santo tem levantado homens e mulheres dando o sonido certo da trombeta. Mas, infelizmente, muitos também têm se levantado com um zelo exagerado que julgam santo ou com um conformismo que gera letargia. Cuidado, amados! Muito cuidado! Pois nessa guerra entre legalistas e liberais Satanás exulta em sua obra de desvirtuar o povo de Deus da verdade presente e da missão de pregar o evangelho eterno. Você deseja realmente conhecer o Senhor e Sua vontade? Deseja experimentar o verdadeiro reavivamento e reforma? O método é simples, meus irmãos: estudo das Escrituras e uma vida de oração.
Se você perseverar todos os dias nesse método infalível, o Espírito Santo vai realizar a Sua boa obra em você, por você e através de você. Não existe reforma aprovada pelo Céu sem que haja uma mudança na sede de nossos pensamentos. Jesus mesmo apontou diversas vezes para o nosso interior como o primeiro lugar que precisa ser purificado. Deixo aqui alguns exemplos para que você leia e medite: Mt.5:21-22, 27-28; Mt.15:18-19; Mt.23:26; Mc.7:6; Lc.6:45. Se permitirmos que o Espírito do Senhor tenha liberdade de nos santificar, certamente o exterior será uma revelação do que acontece no interior. Isso, amados, não acontece da noite para o dia, mas é um processo diário e constante de toda uma vida. E nessa jornada, por vezes sofremos tristes episódios. Se, porém, confiarmos no Senhor, Ele nos acompanhará no caminho por onde andarmos (v.3).
Que semelhante a Jacó, possamos seguir em frente, confiando nos planos de Deus e permitindo que o Espírito Santo nos torne cristãos temperantes, que não pendem nem para a direita nem para a esquerda. Olhemos para Cristo, amados! Ele é o nosso perfeito modelo de temperança e de genuíno reavivamento.
Pai misericordioso, nós Te agradecemos por Tua paciência para esperar por cada um de nós! Se por algum motivo nos desviamos da Tua vontade, clamamos que o Teu Espírito nos coloque novamente no caminho certo! E o caminho é Cristo! Fixa os nossos olhos nEle, Senhor, para que a nossa vida revele a vida temperante de nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis35 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 35 – A igreja de Deus no Antigo Testamento dava tantos maus testemunhos que talvez muitos de nós seríamos pagãos para não pertencer a um povo com uma história moral tão baixa. Infelizmente muitos mestres da Bíblia são maquiadores das histórias reveladas por Deus. Inúmeros professores cristãos não são íntegros em suas preleções.
Veja que, “quando Benjamim, o décimo segundo [filho], chegou, sua mãe morreu durante o parto (Gn 35:17, 18). Portanto, a inveja, o ciúme, a rivalidade e a contenda manchou o mundo em que aqueles irmãos nasceram. Um pai. Quatro mães. A melhor maneira de relacionar os irmãos e suas mães é lendo a genealogia em Gênesis 35: ‘Eram doze os filhos de Israel. Rúben, o primogênito de Jacó, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom, filhos de Lia; José e Benjamim, filhos de Raquel; Dã e Naftali, filhos de Bila, serva de Raquel; e Gade e Aser, filhos de Zilpa, serva de Lia’ (v. 22-26)” (Philip W. Dunham).
A dor e o sofrimento castigam o povo de Deus tanto por situações naturais como a morte de Débora, ama de Rebeca e a morte de Rebeca no parto de Benjamim, quanto por escolhas estúpidas, como é o caso de Diná (em Gênesis 34) e o caso de Ruben, que “deitou-se com Bila, concubina de seu pai. E Israel ficou sabendo” (Gênesis 35:22). Que família desestruturada e disfuncional!
Observe como Ellen White comenta sobre essa família: “O pecado de Jacó e o séquito de acontecimentos que determinou, não deixaram de exercer influência para o mal, influência esta que revelou seu amargo fruto no caráter e vida de seus filhos. Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor” (PP, 208-209).
Para reverter esse quadro horrível da família de Jacó, Deus pede a ele devoção e adoração (Gênesis 35:1); Jacó age entendendo a importância da consagração resultante de reavivamento e reforma (Gênesis 35:2-14).
A intimidade transforma nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.