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Texto bíblico: GÊNESIS 22 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/22
Deus havia prometido a Abraão um herdeiro e descendentes tão numerosos quanto as estrelas do céu (Gn 15:4, 5). Mas em Gênesis 22, quando o herdeiro de Abraão, Isaque, é quase um homem, Deus ordena que Abraão o sacrifique em holocausto.
Como alguém deve responder quando a ordem de Deus parece contradizer Sua promessa? No passado, Abraão tentou salvar sua família passando sua esposa como sua irmã, e ele tentou cumprir a promessa de Deus de um filho coabitando com a serva de sua esposa. Mas agora Abraão está finalmente pronto para viver de acordo com o que Deus lhe havia pedido antes do nascimento de Isaque: “Existe alguma coisa impossível para o Senhor (Gênesis 18:14). Quando Isaque lhe pergunta: “Onde está o cordeiro?” Abraão responde: “Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho.” (Gn 22:8). E no local onde os sacrifícios do templo seriam oferecidos e perto de onde Jesus morreria para nos salvar da morte, Deus providenciou um carneiro substituto no lugar de Isaque.
Quando os mandamentos de Deus parecem impossíveis de obedecer, você está disposto a acreditar na promessa de Deus? As Boas Novas de que Jesus morreu para que você possa ter a vida eterna lhe dá fé para obedecer a todos os mandamentos de Deus?
Douglas Jacobs
Professor aposentado, Southern Adventist University
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/22
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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1556 palavras
1 prova. Trata-se, aqui, de uma prova para o fortalecimento da fé que Abraão possuía e não de uma tentação para o mal (cf Tg 1.12-15). Tal prova consistia na requisição daquilo que lhe era mais caro, aquilo que lhe era absolutamente indispensável e de maior valor (2). Esta prova, em vez de destruí-lo, traz Abraão ao cume de sua vida, seguindo a Jesus (Bíblia Shedd).
Eis-me aqui! O mesmo exemplo de Moisés (Êx. 3.4), Samuel (1Sm 3.4) e Isaías (Is 6.8). Ver também as próprias palavras de Cristo no mesmo sentido (Hb 10.7; cf Sl 40.7-8) (Bíblia de Genebra).
2 toma… oferece. O comando divino é atenuado por uma partícula de súplica (“please”) que não é refletida na tradução da Nova Bíblia King James [e na João F Almeida] (Andrews Study Bible).
teu único filho… a quem amas. Isaque é o filho amado, o único filho da promessa (25.1-18). Ismael foi deserdado e mandado embora (21.10,14), deixando Isaque como único filho de Abraão. Estes termos são aplicados a Cristo no Novo Testamento (Mt 3.17, 17.5; Jo 3.16; Ef 1.6; 2Pe 1.17) (Bíblia de Genebra).
terra de Moriá. Mais tarde, este lugar veio a ser o local do templo em Jerusalém (2 Cr. 3:1). (Bíblia de Genebra).
A região montanhosa que circunda Jerusalém é a “terra de Moriá” (lit. “O mostrado por Jeová”). Abraão construiu o altar na montanha (cf v 9) onde, mais tarde, apareceu o Anjo do Senhor a Davi (2 Sm 24.16, 17; cf 2 Cr 3.1) e, subsequentemente, situara-se o templo. (Bíblia Shedd).
A distância de Berseba a Jerusalém é de aprox. 50 milhas (80 km), que corresponde a três dias de viagem (Gên. 22:4) (Andrews Study Bible).
oferece-o. Texto extremamente difícil. Sacrifícios humanos são claramente proibidos na lei do VT (Lev. 18:21; Deut. 12:31; 18:10). A referência à “prova” de Deus (Gênesis 22:1) prepara o leitor para aguardar um julgamento (Andrews Study Bible).
Em princípio, esta ordem nos deixa perplexos. Sem conhecer o que Deus realmente queria (cf. Êx 13.11-13; 22.29; 34.19-20), a ordem parece contradizer o sexto mandamento (Êx 20.13). À medida em que a narrativa se desdobra, entretanto, fica evidente que o teste era para verificar se Abraão levaria adiante a preparação para o sacrifício enquanto procurava se ater firmemente à promessa de 21.12: “porque por Isaque será chamada a tua descendência.” Abraão sabia que Deus se comprometera a manter a promessa e que Isaque, uma vez morto, não daria continuidade à linhagem da promessa. Hb 11.19 revela o segredo de Abraão: este concluiu que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo (Isaque) dentre os mortos” (Bíblia de Genebra).
holocausto. Sacrifício totalmente queimado (Bíblia NVI).
3 A obediência de Abraão foi imediata. Ele se levantou cedo, de madrugada. Foi exata. Foi executada em espírito de culto. Foi contagiosa, porque Isaque usou, falando ao pai, a mesma expressão que este usara para com Deus: “Eis-me aqui” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
4 terceiro dia. Frequentemente um momento decisivo em histórias bíblicas (31:22; 34:25; Êx. 19:11; Jz. 20:30; Est. 5:1; Mat. 16:21; Mc. 9:31; Lc. 9:22, etc.) (Andrews Study Bible).
5 Eu e o rapaz. Cada um dos três verbos da sequência a seguir está na primeira pessoa do plural. A tradução não reflete a fé profética implícita no hebraico. Literalmente, Abraão disse aos dois servos: “Eu e o rapaz – nós iremos até lá, nós adoraremos e nós voltaremos.” Embora não compreendesse o propósito de Deus, ele acreditava que Deus ressuscitaria Isaque dos mortos (Hb 11:19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 356.
voltaremos. Um expressão de fé, semelhante à resposta de Abraão em Gên. 22:8 (Andrews Study Bible).
Era a firme convicção de Abraão que ele e Isaque, de fato, voltariam. Sua fé, destacada em Hb 11.17-19, se fundamentava sobre a promessa de Deus claramente proferida, “… por Isaque será chamada a tua descendência” (21.12) (Bíblia Shedd).
7 Isaque perguntou: “Onde está o cordeiro?” João Batista dá a resposta em João 1.29 (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
8 Deus proverá… o cordeiro. Este versículo é profético, tanto na experiência de Abraão, como concernente à primeira vinda de Cristo e sua morte sacrifical por nós (cf Jo 1.29 e Rm 5.8). O v 5 deixa patente que Abraão admite que Isaque haveria de voltar com ele, que por efeito de uma intervenção especial antes de oferecê-lo, quer pela ressurreição da vítima (Hb 11.19) (Bíblia Shedd).
9 Edificou Abraão um altar. Ao chegar ao local onde séculos mais tarde estaria o templo, pai e filho ergueram um altar. Salém, a cidade de Melquisedeque, ficava a curta distância ao sul. Mas um pouco mais adiante, a noroeste, ficava a colina mais tarDe conhecida como Gólgota. CBASD, vol. 1, p. 358.
amarrou. Após a construção do altar, Isaque é “amarrado” e colocado sobre o altar. Devido ao foco sobre a fé de Abraão, o autor bíblico proveu muito pouca informação sobre a reação de Isaque. Desde que ele era forte o suficiente para carregar a lenha, ele certamente teria sido capaz de resistir ao idoso pai. A amarração da vítima sacrifical não aparece em mais nenhum outro lugar no VT e dá o nome (aqedah) à história na literatura judaica (Andrews Study Bible).
10 e, estendendo a mão, tomou o cutelo. Descrição em câmera lenta do momento mais comovente de Abraão (Andrews Study Bible).
11 Abraão! Abraão! O duplo chamado a Abraão expressa urgência. Abraão tinha passado no teste, mas seu compromisso, obediência e sofrimento são somente uma sombra do imenso sacrifício de Cristo que é o verdadeiro Cordeiro que salva o mundo (Mc. 10:45; Jo. 1:29, 36; 2 Cor. 5:17-21; 1 Ped. 1:18-19). Abraão vê o cordeiro no arbusto (compare com Gên. 21:19) e o oferece “em lugar de seu filho”, uma clara referência ao concerto de substituição (Andrews Study Bible).
Foi somente no último instante que o cordeiro foi mostrado e houve a substituição. Só quando chegamos ao monte do sacrifício é que vemos o livramento de Deus. Só quando Faraó já tinha quase alcançado Israel foi que se abriu um caminho no mar Vermelho. Foi pela madrugada que Jesus veio andando sobre a água. O anjo libertou Pedro pouco antes da execução. Deus nunca chega um instante mais cedo ou mais tarde (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
12 não me negaste… o teu único filho. Há um paralelismo admirável entre o acontecimento aqui descrito e o oferecimento de Cristo por nós: 1) Ambos, tanto Isaque como Cristo, foram obedientes até à morte (observe-se o fato de que Isaque era, então, um jovem e, como tal, bem mais forte do que o era Abraão, v 6); 2) Ambos, tanto Abraão como Deus, o Pai celestial, “não poupou a Seu próprio Filho, antes por todos nós O entregou” (Jo 3.16 e Rm 8.32); 3) O cordeiro que viera a substituir Isaque é paralelo a Cristo, que se ofereceu em substituição por todos nós que nEle cremos (Hb 10.5-10); 4) Ambos, tanto Isaque como Cristo, foram restaurados (cf Hb.11-17-19). (Bíblia Shedd).
13 em lugar de seu filho. O propósito substitutivo do sacrifício é evidente e prenuncia o sacrifício de Cristo, que morreu em nosso lugar (Mc 10.45; Rm 8.32; 2Co 5.21; Tt 2.14) (Bíblia de Genebra).
14 O SENHOR Proverá. Lit “Jeová-Jireh“. É a mesma expressão que Abraão usou no v. 8 (Bíblia Shedd).
A palavra hebraica aqui traduzida por “proverá” significa “ver” ou “prover” (usada nos vs. 4.8, 13-14). O nome que Abraão dá ao lugar demonstra que ele percebe a revelação do propósito salvífico de Deus (Bíblia de Genebra).
16 Jurei, por mim mesmo. Deus reforça a certeza da Sua promessa infalível deste juramento (15.8-21; 22.17; Hb 6.13-18). Enquanto os seres humanos pecadores e falíveis juram por uma autoridade maior do que eles mesmos, Deus, o Ser e Autoridade Supremos, jura por si mesmo (Hb 6.13) (Bíblia de Genebra).
não me negaste o teu único filho. A ação de Abraão aponta para a provisão de Deus de “seu único filho” como o sacrifício final pelo pecado (Jo 3.16; Rm 8.32) (Bíblia de Genebra).
17 descendência como as estrelas… a areia. Tão somente neste (sic) século XX é que a correlação exata existente entre o número de estrelas e grãos de areia se tem tornado conhecida. Enquanto se sabe que, somente cerca de trezentas estrelas são visíveis a olho nu, a invenção de telescópios capazes de atingir a mais de um bilhão de anos-luz através do espaço, tem permitido a certo cientista de renome, afirmar que o número total de estrelas equivale ao número de grãos de areia existentes em todas as praias do globo. Entretanto, não é pelo número dos descendentes de Abraão que o mundo haveria de ser bendito (8), mas sim, mediante o descendente único, isto é, Cristo (cf Gl 3.16) (Bíblia Shedd).
Possuirá a cidade de seus inimigos. Isso é provavelmente uma predição de que seus descendentes seriam vitoriosos sobre os inimigos na futura conquista de Canaã. Pode incluir também o triunfo da verdade sobre os sistemas religiosos pagãos, isto é, a conversão dos pagãos através do esforço dos pagãos missionários dos filhos espirituais de Abraão. CBASD, vol. 1, p. 359.
20-24 Uma breve nota genealógica prepara o caminho para o cap. 24 e à importante questão de encontrar uma esposa adequada ao filho prometido (e redimido) (Andrews Study Bible).
Esta seção final do relato de Tera fornece a transição da liderança patriarcal de Abraão para Isaque (2.4). Ela narra a morte de Sara (cap. 23), o casamento de Isaque com Rebeca (cap. 24), a exclusão de outros filhos de Abraão, deixando Isaque como único herdeiro, (25.1-6) e a morte de Abraão (25.7-11) (Bíblia de Genebra).
23 Betuel gerou a Rebeca. Nada se sabe dos outros filhos de Naor; somente sobre Betuel, o filho mais novo. Betuel é importante por ser o pai de Labão e Rebeca (ver Gn 24:15, 24, 47, 50; 25:20; 28:2, 5). O nome Betuel, literalmente “habitação de Deus”, pode indicar que ele era um homem piedoso. A omissão do nome de Labão nesta lista sugere que ele ainda não era nascido. CBASD, vol. 1, p. 360.
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“E pôs Abraão por nome àquele lugar — O Senhor Proverá. Daí dizer-se até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá” (v.14).
Eu não sei qual a relação entre Deus e os montes e montanhas, mas certamente esses lugares foram os mais significativos em termos de encontro entre Deus e o homem. Não seria diferente frente ao pedido divino mais difícil já feito a um mortal: “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que Eu te mostrarei” (v.2). Abraão conhecia a voz de Deus. Ele soube imediatamente que não se tratava de um engano, mas de uma ordem que precisava ser cumprida, ainda que não a compreendesse.
Abraão se levantou de madrugada e preparou tudo o que era necessário para seguir na viagem mais difícil de sua vida. Ele teve a sua fé provada ao extremo. Como Deus lhe pedia a vida daquele por meio de quem havia prometido lhe dar uma descendência maior do que as estrelas do céu? Era um mistério que, na verdade, enchia a mente de Abraão de expectativa, “porque considerou que Deus era poderoso até para [ressuscitar Isaque] dentre os mortos” (Hb.11:19). Tamanha era a sua fé em Deus e o relacionamento de firme confiança que havia estabelecido com Ele.
As experiências diárias são as oportunidades divinas para nos conectar a Deus e para nEle permanecermos. Quando abrimos o nosso coração à obra diária do Espírito Santo, nossa vida se torna um reflexo do caráter divino. Essa, porém, é a obra de toda uma vida. Não se trata primariamente do que fazemos, mas do que permitimos que o Espírito realize em nós. Então, aprendemos a reconhecer a Sua voz; e fazer a vontade de Deus, não se torna simplesmente uma obrigação, mas o resultado inevitável de quem não consegue agir de forma diferente. A verdadeira obediência é gerada pelo verdadeiro amor, amor de quem confia em Deus e em Seus propósitos.
O relato de hoje nos confirma tudo isso. Porque Abraão, pela fé, “estava mesmo para sacrificar o seu unigênito” (Hb.11:17). A Bíblia diz que Abraão e Isaque “caminhavam ambos juntos” (v.6) e “seguiam ambos juntos” (v.8). E isso dentro do contexto de que a lenha do holocausto foi posta sobre Isaque, enquanto Abraão “levava nas mãos o fogo e o cutelo” (v.6). Sabemos que este é um tipo que aponta para o antítipo. Pois um dia o Pai Celestial acompanhou Seu Unigênito ao monte do Calvário. Cristo carregava o madeiro de Seu sacrifício e o Pai tinha o poder de consumá-lo ou não. Mas ao contrário do que aconteceu em Moriá, o Filho de Deus foi morto. Deus sofreu a dor da qual poupou Abraão de sofrer. E Cristo pagou o preço do qual poupou a todos nós de pagar.
Amados, Deus nos chama a subir com Ele no monte da comunhão diária até que estejamos prontos para testemunhar ao mundo uma fé inabalável. Pois “os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Sl.125:1). Cada vez que estudamos a Palavra de Deus, em oração, relendo histórias que para nós podem já ser tão familiares, mas com a confiança de que o Senhor sempre tem algo novo a nos ensinar, o Espírito Santo ilumina o nosso entendimento e nos eleva para um encontro pessoal com o Senhor.
Meus comentários não podem jamais substituir o seu estudo particular da Bíblia. Busque por você mesmo o conhecimento das Escrituras e, só então, se necessário, vá a outras fontes. Que o Espírito do Senhor te ilumine em sua jornada e te faça subir ao monte da comunhão a cada dia, para de lá descer a fim de ser uma bênção para o mundo.
Nosso Pai celestial, todos os dias Jesus subia ao monte da comunhão e descia preparado ao vale da missão. Desejamos ser como Cristo, Pai! Ajuda-nos a perseverarmos na comunhão diária, tendo a nossa mente iluminada pelo Teu Espírito e nossa fé alicerçada sobre o sólido fundamento da Tua Palavra. E que possamos reconhecer a Tua voz e obedecê-la sempre! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 22 – Abraão acreditou em Deus quando não sabia para onde iria (Hebreus 11:8), quando não sabia como sucederia a promessa que Deus lhe havia feito (Hebreus 11:11) e quando não sabia o que seria da promessa ao fazer a jornada para sacrificar o filho prometido (Hebreus 11:17-19). Mas essa jornada de fé de Abraão teve altos e baixos, como a nossa jornada de fé também tem, precisando ser reavivada constantemente!
Nesse processo de crescimento espiritual, Deus pode pedir provas de fé com objetivo de levar-nos à maturidade. Satanás nos tenta para trazer à tona o que há de mal em nosso coração; e, Deus, por outro lado, nos prova para que subjuguemos o mal e permitamos que a semente da fé brote, cresça e se reproduza em nossa vida (veja 1 Pedro 1:6-9; Tiago 1:2-8).
A maturidade de fé que Deus desenvolvia em Abraão, queria desenvolver nos escravos israelitas humilhados no forno do Egito. Deus queria erguê-los da degradação espiritual e física em que se encontravam, assim como deseja fazer conosco hoje também, ao refletirmos sobre esse relato do capítulo em análise.
Perceba que Deus pediu que Abraão sacrificasse seu filho, fruto da promessa, assim como Ele daria Seu amado Filho para sacrificar-Se por todos nós, pecadores (João 3:16).
Abraão esperou o filho que seria bênção às nações (Gênesis 22:15-18); tal espera representa a esperança promovida em Gênesis 3:15, quando a humanidade enferma com o pecado, aguarda “O Desejado de todas as nações” (Ageu 2:7).
Abraão não poupou seu “único” filho da promessa, como Deus também “nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós”, conforme afirma Paulo em Romanos 8:32.
No relato de Gênesis 22, didaticamente, Abraão representava a Deus Pai (Gênesis 22:2-3, 16), Isaque prefigurava a entrega voluntária do Deus Filho, Jesus (Gênesis 22:6-10).
Um detalhe nos chama a atenção: por uma intervenção de Deus, Isaque não foi sacrificado, um cordeiro foi morto em lugar dele (Gênesis 22:8, 13-14), provando que nenhuma atitude humana de obediência é capaz de conquistar salvação. Por isso, nossa única esperança é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29).
Nossa esperança não está em nossa capacidade limitada, mas na capacidade ilimitada de Cristo! Deus provê salvação!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.