Reavivados por Sua Palavra


APOCALIPSE 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2025, 0:50
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993 palavras

1 Sétimo selo. Apocalipse 6 relata a abertura dos seis primeiros selos, de um total de sete. O cap. 7 é um parêntese, pois interrompe a abertura dos selos para mostrar que Deus tem um povo verdadeiro, que conseguiria resistir aos terrores retratados (ver com. de Ap 6:17). Então, a visão volta para a abertura dos selos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 871.

Silêncio. Uma vez que o sétimo selo será aberto após a segunda vinda, como indicado pelo fato de o texto de Apocalipse 6:12-17 ser uma descrição desse evento, sugerimos que o silêncio no Céu ocorrerá no contexto do juízo final e da conclusão do grande conflito. “Meia hora” refere-se aqui a um período relativamente curto de tempo. Comentário Bíblico Andrews, vol. 4, p. 679.

2-6 Introdução às sete trombetas, que representam juízos sobre os ímpios em resposta às orações dos santos em 6:9, 10 (ver 9:4, 20, 21). Bíblia de Estudo Andrews.

2 Nos dias do AT, a trombeta servia para anunciar acontecimentos importantes e dar sinais em tempo de guerra. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.

3, 4 O texto se baseia no serviço diário do santuário antigo, que ocorria no átrio e no lugar santo (Êx 29:38-42; 30:1-8).

incensário.  Braseiro usado para queimar incenso. Bíblia de Estudo Andrews.

6 Sete trombetas. A perspectiva favorecida pelos adventistas do sétimo dia é de que as trombetas retomam, em grande medida, o período da história cristã abrangido pelas sete igrejas (Ap 2-3) e pelos sete selos (Ap 6; 8:1), enfatizando os acontecimentos políticos e militares mais marcantes desse período. CBASD, vol. 7, p. 872.

7 Terra. O flagelo é visto como representativo da invasão do império romano pelos visigodos, sob a liderança de Alarico. Essa foi a primeira das incursões teutônicas ao império romano, as quais desempenharam um importante papel em sua queda final. A partir de 396 d.C., os visigodos dominaram a Trácia, Macedônia e Grécia, na parte oriental do império. Posteriormente, atravessaram os Alpes e saquearam a cidade de Roma, em 410 d.C. Também saquearam boa parte do território que hoje é a França até se estabelecerem na Espanha. CBASD, vol. 7, p. 872, 873.

Terça parte. É provável que signifique uma parte substancial, mas não a maioria. CBASD, vol. 7, p. 873.

8 Mar. A catástrofe anunciada pela segunda trombeta é vista como sendo as depredações dos vândalos. Expulsos de suas moradas na Trácia, por ataque dos hunos, da Ásia central, os vândalos migraram pela Gália (a atual França) e Espanha até a parte romana do norte da África, onde estabeleceram um reino em torno de Cartago. De lá, dominaram o Mediterrâneo ocidental, com uma frota de piratas que saqueavam as costas da Espanha, Itália e até mesmo a Grécia, e atacando navios romanos. O auge de suas depredações ocorreu em 455 d.C., quando pilharam a cidade de Roma por duas semanas. CBASD, vol. 7, p. 873.

10 caiu […] uma grande estrela. Esta declaração é interpretada como uma descrição da invasão e das pilhagens dos hunos, sob a liderança do rei Átila, durante o 5º século. Entrando na Europa, pela Ásia Central, por volta de 370 d.C., os hunos se estabeleceram primeiro no baixo Danúbio [na Romênia, na foz do rio Danúbio]. Três quartos de século depois se mudaram mais uma vez e, por um breve período, devastaram várias regiões do cambaleante império romano. Eles atravessaram o Reno, em 451 d.C., mas foram detidos por uma aliança de tropas romanas e germânicas, em Chalons, no norte da Gália. Após uma curta temporada de saques na Itália, Átila morreu em 453 d.C., e os hunos desapareceram da história. A despeito da breve duração de seu domínio, os hunos foram tão vorazes em suas destruições que o nome deles entrou para a história como sinônimo de extermínio e destruição da pior natureza. CBASD, vol. 7, p. 873.

11 Absinto. Do gr. apsinthos, uma erva bastante amarga, a Artemisia absinthium. Nesta passagem, as próprias águas se transformam em absinto.CBASD, vol. 7, p. 874.

Planta de sabor amargo, uma metáfora para a idolatria (Dt 29:17, 18). Pode significar a apostasia da igreja na Idade Média. Bíblia de Estudo Andrews.

12 Sol. Os corpos celestes são interpretados como representantes dos grandes luminares do governo romano ocidental: seus imperadores, senadores e cônsules. Com a morte do último imperador, em 476, começou a extinção de Roma ocidental […]. Posteriormente, o senado e o consulado também chegaram ao fim. CBASD, vol. 7, p. 874.

12, 13 A quarta trombeta pode descrever a condição do mundo no período pós-Idade Média. A Reforma do século 16 restaurou a Bíblia como regra de fé e ensino. No entanto, a vibrante geração de reformadores foi sucedida por uma escolástica protestante sem vida, caracterizada por polêmicas e controvérsias teológicas. A revolução intelectual europeia dos séculos 17 e 18 levou ao surgimento do racionalismo, do ceticismo, do humanismo e do liberalismo, que, por fim, deram origem ao secularismo. Apesar de seu impacto positivo na ciência, na política, na liberdade religiosa, nas artes e na educação, com sua orientação materialista e negação do sobrenatural, o secularismo gradualmente erodiu a fé cristã e roubou de milhões de pessoas a esperança de salvação. A cena da quarta trombeta descreve assim as terríveis consequências do escurecimento da fonte espiritual da verdadeira luz sob a influência predominante do secularismo. Comentário Bíblico Andrews, vol. 4, p. 684.

13 Águia. Pode-se conceber a águia como um presságio de destruição (ver Mt 24:28; cf Dt 28:49; Os 8:1; Hc 1:8). CBASD, vol. 7, p. 874.

Na Bíblia, águia, ou abutre, é símbolo de juízos iminentes (Dt 28:49; Os 8:1). Isso nos lembra a fala de Jesus, de que, no contexto de Sua vinda escatológica, as águias (ou abutres) se ajuntarão sobre os vadáveres (Mt 24:28). O pior ainda está por vir sobre os habitantes da Terra. Comentário Bíblico Andrews, vol. 4, p. 684.

Meio do céu. Isto é, no zênite, para que todos possam ouvir sua mensagem. CBASD, vol. 7, p. 874.

Ai! Ai! Ai! O ai é repetido três vezes por causa dos juízos que ainda sobreviriam com o toque das três trombetas restantes. CBASD, vol. 7, p. 874.

Dos que moram. Isto é, os ímpios. CBASD, vol. 7, p. 874

[Para uma visão complementar do estudo de Apocalipse 8 à luz do serviço do santuário no AT e outras interpretações quanto às trombetas entre os historicistas adventistas, veja Comentário Bíblico Andrews, vol. 4, p. 680 – 684.]



Apocalipse 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de abril de 2025, 0:45
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O Céu ficou em silêncio diante da iminência do que estava para acontecer. A abertura do sétimo selo inaugura uma nova sequência de sete. João viu “sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas” (v.2). Veremos que as sete trombetas se assemelham às sete pragas, porém, o toque de trombeta na Bíblia representa Deus convidando o Seu povo para se reunir. No Antigo Testamento, a trombeta anunciava as assembleias solenes, as batalhas, além de preceder anúncios importantes (Nm.10:2-12; Jr.4:19-20). No Novo Testamento, tornou-se um símbolo do segundo advento de Cristo (1Co.15:52; 1Ts.4:16). As sete trombetas, portanto, não se referem às sete últimas pragas, mas às advertências de Deus para que o Seu povo reconheça que é chegado o tempo de que profetizou Joel: “Tocai a trombeta em Sião, promulgai um santo jejum, proclamai uma assembleia solene” (Jl.2:15).

Quando os anjos saíram do Santuário Celeste, “outro anjo […] ficou em pé junto ao altar, com um incensário de ouro […] com as orações de todos os santos” (v.3), representando o ministério de intercessão de Cristo e que Sua obra intercessora ainda não havia acabado. Como um prelúdio das sete últimas pragas, o sonido de cada trombeta não é um anúncio de destruição, mas um convite ao arrependimento. Através da história, o Senhor nos deixou revelados os Seus mistérios:

1ª trombeta: O juízo divino sobre Jerusalém, em 70 d.C., cumprindo-se o que o próprio Jesus profetizou ao contemplar Jerusalém: “Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada” (Mt.24:2). “Porque o Senhor dos Exércitos, que te plantou, pronunciou contra ti o mal, pela maldade que a casa de Israel e a casa de Judá para si mesmas fizeram” (Jr.11:17).

2ª trombeta: Montanha, na Bíblia, é símbolo de poder ou nação (Ez.35:2; Dn.2:35). Mar significa multidões, povos (Ap.17:15). Sangue significa guerra, morte. Portanto, trata-se de um povo numeroso sendo morto pela guerra. Isto ocorreu quando o Império Romano foi subjugado pelas dez tribos bárbaras, em 352 a 476 d.C.

3ª trombeta: Assim como vimos que as estrelas representam os sete anjos ou mensageiros das sete igrejas, João viu “uma grande estrela, ardente como tocha” (v.10). Só que, desta vez, não se trata de um mensageiro de Deus, mas de uma contrafação. Com o passar dos anos, a igreja cristã foi se afastando do propósito divino, permitindo que uma falsa estrela contaminasse as puras águas da verdade, marcando um período de incredulidade e afastamento da Bíblia. Sobre estes falsos ensinadores, Judas escreveu: “estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre” (Jd.1:13).

4ª trombeta: O toque da quarta trombeta revela o período de trevas morais e espirituais da igreja cristã. Alguns estudiosos acreditam ser a fase da Idade Média, quando a verdade havia sido lançada por terra (Dn.8:12) e uma densa escuridão tomou conta do cristianismo. Ainda na quarta trombeta, surge “uma águia, que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz: Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!” (v.13). A preeminência dos três últimos ais é anunciada com pressa e em alta voz, o que deixa bem claro que se trata de algo urgente e muito sério.

Todas estas trombetas já foram tocadas e veremos que estamos no toque da sétima e última trombeta. O Senhor nos deixou revelado em Sua Palavra diversas advertências a fim de que não sejamos pegos de surpresa. Eis “o tempo sobremodo oportuno” de tomarmos uma decisão ao lado de Cristo Jesus, “eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Que, pelo poder do Espírito Santo, nossas orações subam “à presença de Deus” (v.4) como aroma suave e agradável a Ele. E que, por Sua graça e misericórdia, Ele nos guarde para o Seu reino de paz e justiça.

Pai querido, muitos podem alegar que as profecias são difíceis e que não há interpretação precisa acerca de muitas coisas, mas nós cremos que o mesmo Espírito que inspirou os profetas a escreverem é Aquele que pode iluminar a nossa mente para a devida compreensão da Tua Palavra. O Senhor disse que “os sábios entenderão”. Então, nos momentos finais desta Terra, Te pedimos sabedoria para compreendermos não somente as profecias, mas o nosso papel como Teus servos em resposta a esse conhecimento. Almejamos ver Jesus voltar em nossa geração, Pai! Mas necessitamos de muito mais do que temos até então experimentado. Necessitamos nos livrar de todo impedimento. Necessitamos nos humilhar, orar, buscar a Tua face e nos converter dos nossos maus caminhos. Então, o refrigério do Teu Espírito virá. Ajuda-nos, Senhor! Conduze-nos ao reavivamento da verdadeira piedade! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Apocalipse8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



APOCALIPSE 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2025, 0:40
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APOCALIPSE 8 – O sétimo e último selo consta na abertura de Apocalipse 8: “Quando abriu o sétimo selo, houve silêncio nos Céus cerca de meia hora”, uma extensão do sexto selo, quando Cristo e todos os seres celestiais esvaziam o Céu, descendo para buscar os salvos na Terra (Apocalipse 6:12-16; Mateus 24:29-31).

Então, inicia outra profecia: As sete trombetas. Antes, porém, um anjo (Cristo) está diante do altar de incenso, apresentando as orações dos santos (Apocalipse 8:2-5) – exercendo Seu ministério no Santuário Celestial.

O fogo lançado à Terra simboliza a resposta divina às orações dos fiéis, resultando em juízos na Terra – respostas dos clamores dos sofredores na história do cristianismo. Deus nunca Se calou diante das súplicas dos perseguidos por causa do Seu nome. Sua resposta são eventos na história anunciando a vinda do juízo final: As sete trombetas!

Os toques das trombetas representam juízos progressivos sobre a Terra. Deus intenta despertar pecadores opressores a fim de que se arrependam e sejam salvos.

• Na primeira trombeta, fogo e granizo misturados com sangue caem sobre a Terra, afetando um terço das árvores e da vegetação (Apocalipse 8:7).
• Na segunda trombeta, algo como uma grande montanha em chamas é lançado no mar, afetando um terço das criaturas marinhas e navios (Apocalipse 8:8-9).
• Na terceira trombeta, uma grande estrela ardente (chamada “Absinto”), cai sobre rios e fontes, tornando as águas amargas (Apocalipse 8:10-11).
• Na quarta trombeta, um terço do sol, da lua e das estrelas é ferido, resultado em trevas parciais (Apocalipse 8:12).

Esses eventos são atos de julgamentos progressivos sobre o mundo, historicamente ligados à decadência do Império Romano e à crise espiritual na Idade Média.

O Grande Conflito é evidente. Mas Deus está presente com Seu povo. O capítulo encerra com um anjo proclamando “Ai, ai, ai” para os habitantes da Terra, antecipando os juízos que virão nas próximas trombetas (Apocalipse 9:1-11:19).

• As trombetas refletem a resposta divina dos santos sobre os inimigos do povo de Deus ao longo da história do cristianismo!
• O ministério sacerdotal de Cristo assegura que, mesmo que não pareça, as orações dos santos sofredores na Terra são ouvidas no Céu e… respondidas!
• A crescente destruição aponta para a necessidade de arrependimento antes dos eventos finais da história da humanidade!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 8 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2025, 0:30
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2590 palavras (inclui texto bíblico)

O sétimo selo – As quatro primeiras trombetas

8:1 Quando abriu o sétimo selo, fez-se silêncio no céu, quase por meia hora.

Rompimento do sétimo selo –  “O sétimo selo só será rompido depois que Cristo vier e os ímpios forem mortos pela glória de Seu aparecimento. Então haverá silêncio no Céu durante cerca de ‘meia hora’ (Apoc 8:1).” – LES892, p. 72.

“Quando for rompido o sétimo selo, tornar-se-á conhecido o conteúdo do livro do destino (Apoc. 5:5 e 9). O povo de Deus será reunido pelos anjos e levado para o Céu. (Ver S. Mat. 25:31; S. João 14:1-3.)” – LES892, p. 116.

“O sexto selo do Apocalipse nos ajuda a descobrir quando começaria o tempo do fim e conclui com a descrição da segunda vinda de Jesus.” – SRA/EP, p. 58.

Silêncio no Céu – “Temor reverente e silencioso do dia do juízo. A paz e a calma que se segue à tormenta.” – LES892, p. 92.

“Deus não guardará silêncio até que os ímpios recebam a punição e Seu povo esteja eternamente redimido. O silêncio em Apocalipse 8:1, que ocorrerá imediatamente após o aparecimento de Cristo (Apoc. 6:12-17), representa o descanso, a paz e o regozijo entre a hoste celestial e os salvos depois que o veredicto do tribunal celestial começar a ser posto em execução. Quando for rompido o sétimo selo [Volta de Cristo], tornar-se-á conhecido o conteúdo do livro do destino (Apoc. 5:5 e 9). O povo de Deus será reunido pelos anjos e levado para o Céu. (Ver S. mat. 25:31; S. João 14:1-3.)” – LES892, p. 116

“Quando vem para destruir Seus inimigos terrestres, Jesus ‘não guarda silêncio; perante Ele arde um fogo devorador, ao redor esbraveja grande tormenta’ (Sal. 50.3…)  … O silêncio não virá até que sejam mortos os ímpios, ressuscitados os justos falecidos, e os justos vivos sejam arrebatados juntamente com eles. O silêncio é a grande bonança depois da tempestade. É um símbolo da grande alegria do Senhor, das hostes celestiais e de Seu povo redimido, ao viajarem para o Céu. […] Alguns afirmam que esse silêncio no Céu, que vem depois dos terríveis acontecimentos que ocorrem na Terra imediatamente antes do Segundo Advento (Apoc. 6:14-16) é causado pela partida das hostes angélicas das cortes celestiais para acompanhar Cristo à Terra (ver S. Mat. 25:31). ” – LES892, p. 72.

“Esse silêncio se produzirá por ocasião da segunda vinda de Cristo, quando os anjos virão com Jesus (São Mateus 25:31). Alguns têm aplicado a essa meia hora o princípio profético de dia-ano e dizem que poderá representar uma semana literal.” – SRA/EP, p. 56.

“Outra opinião explica esse silêncio no Céu como um silêncio de reverente expectativa (comparar com as referências ao silêncio em Primeiros Escritos, págs. 15 e 16; O Desejado de Todas as Nações. Pág. 664). Até este ponto as cortes celestiais têm sido retratadas como cheias de louvores e cânticos. Agora tudo está quieto, em solene expectativa das coisas que estão prestes a ocorrer. Interpretado desta maneira, esse silêncio do sétimo selo forma uma ponte entre a abertura dos selos e o toque das trombetas, pois denota que com o sétimo selo a revelação não está completa – ainda há algo mais a ser explicado a respeito do programa de Deus no tocante aos acontecimentos no grande conflito com o mal.” SDABC, vol. 7, p. 787, citado em LES892, p. XXX.

Meia hora – 1 dia profético = 1 ano literal = 360 dias literais  è   ½ hora profética=7 dias literais.

“Todos nós entramos na nuvem, e estivemos sete dias ascendendo para o mar de vidro, aonde Jesus trouxe as coroas, e com Sua própria destra as colocou sobre nossa cabeça.” – Primeiros Escritos, p. 16, citado em LES892, p. 116.

8:2 E vi os sete anjos que estavam em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas.

8:3 Veio outro anjo, e pôs-se junto ao altar, tendo um incensário de ouro; e foi-lhe dado muito incenso, para que o oferecesse com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que está diante do trono.

8:4 E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos.

8:5 Depois do anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o lançou sobre a terra; e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto.

                “Vi anjos indo aceleradamente de um lado para outro no Céu. Um anjo com um tinteiro de escrivão ao lado voltou da terra, e referiu a Jesus que sua obra estava feita, e os santos estavam numerados e selados. Então vi Jesus, que havia estado a ministrar diante da arca, a qual contém os Dez Mandamentos, lançar o incensário. Levantou as mãos e com grande voz disse: ‘Está feito.’ E toda hoste Angélica tirou suas coroas quando Jesus fez a solene declaração: ‘Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo…” – Ellen G. White, Primeiros Escritos, p. 279 e 280.

“Embora a mediação de Cristo em favor dos pecadores tenha cessado com o fechamento da porta de graça, Seu povo selado será conservado sem pecar através da habitação do Espírito Santo.” – LES963, lição 11, p. 5.

“Não há dúvida de que nosso Planeta vai passar pela sua pior experiência após o fim do tempo da graça. Felizmente será um tempo muito curto. Note o que se sabe: ‘Vi então Jesus depor Suas vestes sacerdotais e envergar Seus mais régios trajes. Sobre Sua cabeça estavam muitas coroas, estando uma coroa dentro da outra. Cercado pela hoste Angélica, deixou o Céu. As pragas estavam caindo sobre os habitantes da Terra.’ – Ellen G. White, Primeiros Escritos, pág. 281.

“Esse pensamento sugere que o período de tempo durante o qual as pragas estarão sendo derramadas sobre os impenitentes corresponde ao tempo em que Cristo, após concluir Sua obra de mediação, voltará para Seu povo. Ora, esse tempo será muito curto. ‘Quando Jesus deixar o Santíssimo, Seu Espírito refreador será retirado dos dominadores e do povo. Serão deixados ao controle dos anjos maus. Então serão feitas, por conselho e direção de Satanás, leis que, se não fosse muito breve o tempo, nenhuma carne de salvaria.’ – Ellen G. White, Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 74.

“O fato de que o tempo da provação é descrito como ‘muito breve’ significa que Deus está muito interessado no que acontecerá no Planeta e quer colocar um fim nisso tudo muito rapidamente. Deus não tem prazer na dor e sofrimento que Satanás causa a seus próprios seguidores.” – LES963, lição 11, p. 3A.

“Ao acabar o tempo da graça, o remanescente de Deus na Terra terá sido selado (Apoc. 7:1-4); terá dado a mensagem final (Apoc. 18:1-4) e estará pronto para ser transladado (I Tess. 4:16-18). Então começa o grande tempo de angústia (Dan. 12:1). Passarão por angústia os salvos e os não-salvos.” – LES963, lição 11, p. 1.

8:6 Então os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar.

Sete trombetas: mesmo período das sete igrejas e sete selos – “Jesus nos dá, em Sua revelação do Apocalipse, uma visão profética tridimensional do que finalmente chegaria a ser a história desde os dias apostólicos até o tempo do fim: 1) as sete igrejas, 2) os sete selos, e 3) as sete trombetas. A profecia das sete igrejas nos revela a história religiosa da era cristã, salientando suas faltas e prometendo o galardão aos vencedores. Nessa profecia Deu destaca Seu interesse e amor por Seu povo. Os sete selos profetizam a história social da era cristã, expondo principalmente o triste processo da apostasia. Também se apresenta a Deus controlando a História e dando fim à dor e ao sofrimento. As sete trombetas pintam a história militar que ocorreria na era cristã em relação com a igreja.” – SRA/EP, p. 134.

O conceito tradicional adventista. As trombetas abrangem a história da Era Cristã, como fazem as sete igrejas (Apoc. 2 e 3), mas de uma perspectiva diferente. As trombetas são interpretadas como os acontecimentos na História que tiveram influência sobre a história da Igreja. (Ver Uriah Smith, As Profecias do Apocalipse, págs. 123-182; W. A. Spicer, Beacon Lights of Prophecy, págs. 215-267; Roy Allan Anderson, O Apocalipse Revelado, págs. 97-127.)

“Sete Trombetas Assinalam o Colapso do Império Romano … Este conceito das trombetas se concentra na História como palco da ira de Deus. O Império Romano é destacado como objeto da ira divina por causa do papel que Roma desempenhou na perseguição do povo de Deus e na supressão de Sua Palavra. Tal conceito é compatível com a interpretação profética da História como a esfera em que Deus revela tanto Suas ações salvíficas como Suas manifestações de ira. Quando a Era Cristã é encarada do ponto de vista do grande conflito entre Cristo e Satanás, o livro do Apocalipse assume especial relevância e significação.” – LES892, p. 125 e 126.

“Os adventistas do sétimo dia estão constantemente estudando a profecia das trombetas. Como admitimos que não possuímos toda a luz, precisamos volver-nos para o Senhor e pedir a iluminação do Espírito Santo ao procurarmos compreender essa profecia.” – LES892, p. 127.

“No Antigo Testamento, o toque de trombeta apontava para o dia do Senhor – um dia de livramento para os fiéis, mas de destruição para os infiéis. …  Leia estas passagens e indique se expressam salvação ou destruição:

Isa. 27:13 [Salvação]

Jer. 4:5 [Salvação]

Joel 2:1 [Destruição (segundo se pode ver nos versos que vêm em seguida).]

Amós 3:6 [Destruição]

“Que é anunciado pelo toque de trombeta mencionado nestas outras passagens?

“S. Mat. 24:31 [A Segunda Vinda de Cristo.]

“I Cor. 15:52 [A primeira ressurreição.]

“I Tess. 4:16 [A segunda vinda e a primeira ressurreição.]” – LES892, p. 138 e 139.

“No Antigo Testamento, o soar da trombeta com freqüência anunciava algum acontecimento bélico ou militar. Advertia os habitantes da cidade do avanço de exércitos inimigos, e convocava os homens para a batalha.

“As passagens do Novo Testamento citadas mais acima têm que ver com o conflito espiritual entre os exércitos do Céu e as hostes do mal. O som da trombeta constitui boa nova para os fiéis. Assinala a bem-sucedida arremetida final contra os poderes do mal. Os que morreram em Cristo serão libertados da prisão de Satanás e se reencontrarão com os entes queridos no eterno reino de Cristo, de justiça e paz.” – LES892, p. 138.

Ver Apêndice: “Comparação entre as sete trombetas e as sete pragas”.

8:7 O primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, que foram

lançados na terra; e foi queimada a terça parte da terra, a terça parte das árvores, e toda a erva verde.

A primeira trombeta – “Invasão gótica do Império Romano do Ocidente (‘a terça parte’) (410 A.D.).” – LES892, p. 125.

“A maioria dos comentários bíblicos explicam que esse granizo, fogo e sangue representariam o ataque selvagem dos ostrogodos contra Roma, sob o comando de Alarico. Eles apareceram como granizo e fogo derramando sangue de seus opressores. Com crueldade e violência quase arrasaram com a Grécia, na Ásia Menos, Itália, Espanha e o sul da França. No ano 410 d.C., Roma foi invadida e saqueada por seis dias. …

“As árvores, aqui, têm sido interpretadas como o povo de Deus, e a queima delas representaria a severa perseguição e massacre a que foram submetidos. A erva também seria interpretada neste contexto como os filhos de Deus. Queimar a erva seria entendido como o exílio e ruína que vêm repentinamente sobre os cristãos.” – SRA/EP, P. 139.

8:8 O segundo anjo tocou a sua trombeta, e foi lançado no mar como que um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar.

8:9 E morreu a terça parte das criaturas viventes que havia no mar, e foi destruída a terça parte dos navios.

                A segunda trombeta – “Os vândalos atacam a Roma pelo mar, destruindo a frota romana pelo fogo (455 A.D.).” – LES892, p. 125.

“A grande montanha [ou monte] tem sido entendida como nação ou reino. Esta grande montanha ardendo tem sido identificada como os vândalos comandados por Genserico. A embarcação indicaria um exército marítimo. Seus barcos controlavam o Mediterrâneo. Os piratas chegaram a destruir 1.100 barcos romanos numa só noite. Em terra saquearam e roubaram. A palavra ‘vandalismo’ se deriva da terrível conduta que tiveram os vândalos. No ano 445.d.C. saquearam a cidade de Roma por 14 dias, tomando cativos a imperatriz e seus filhos.” – SRA/EP, p. 139.

8:10 O terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela, ardendo como uma tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas.

                A terceira trombeta – “Roma é atacada pelos hunos, sob a liderança de Átila (quinto século).” – LES892, p. 125.

“A estrela meteórica tem sido interpretada como Átila, general dos hunos, que com suas tropas dominou e ocupou a Europa desde o Volga até o Danúbio. Seus exércitos destruíam, matavam e subjugavam cruelmente os sobreviventes. Átila se autodenominou o ‘açoite de Deus’ e dizia-se que onde pisava seu cavalo não crescia mais pasto. Seus guerreiros usavam máscaras para infundir mais medo.” – SRA/EP, p. 139.

8:11 O nome da estrela era Absinto; e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.

“O nome ‘absinto’ reflete a amarga crueldade manifestada pelos hunos.” – SRA/EP, p. 139.

8:12 O quarto anjo tocou a sua trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, a terça parte da lua, e a terça parte das estrelas; para que a terça parte deles se escurecesse, e a terça parte do dia não brilhante, e semelhantemente a da noite.

A quarta trombeta – “O governo romano é destruído sucessivamente: primeiro os imperadores, depois os senadores e então os cônsules (quinto e sexto séculos).” – LES892, p. 125.

“Há quem creia que o Sol, a Lua e as estrelas se referem aos imperadores romanos e a seus senadores que foram mortos ou eliminados. Também se pensa que poderia significar a luz do Evangelho que também foi destruída, deixando o mundo quase em trevas espirituais.

“A quarta trombeta simboliza o poder dos hérulos, comandados por Odoacro, que destronou Rômulo Augusto, último imperador romano. Odoacro deu o golpe de morte no império romano, no ano de 476 d.C. Os oficiais do governo romano (Sol, Lua e estrelas) foram eliminados. Como conseqüência desse golpe e a invasão das outras tribos bárbaras, Roma se dividiu em dez partes, dando origem às atuais nações européias. Essas tribos também perseguiram os cristãos.

“Dos primeiros dez reinos sucessores de Roma, três foram hostis ao surgimento do papado, dos quais, em cumprimento da profecia de Daniel 7 foram arrancados da raiz: Hérulos, vândalos e ostrogodos. Isso favoreceu o surgimento de Roma Papal em substituição de Roma dos Césares.” – SRA/EP, p. 139.

8:13 E olhei, e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia com grande voz: Ai, ai, ai dos que habitam sobre a terra! por causa dos outros toques de trombeta dos três anjos que ainda vão tocar.

“As últimas três trombetas também são chamadas ‘ais’ porque são extensas e devastadoras.” – SRA/EP, p. 139.

“Apocalipse 8:2-13 chama nossa atenção para o fim do tempo da graça e para as primeiras quatro trombetas. Cremos que as trombetas predisseram acontecimentos que ocorreriam durante a história da Era Cristã. Esses acontecimentos têm tido muitas semelhanças com a história da Igreja.” – LES892, p. 129 e 130.

“As primeiras quatro trombetas (Apocalipse 8:6-13) mostram a desintegração do império romano (tanto do oriente como do ocidente), fustigado pelas tribos bárbaras, as quais prepararam caminho para Roma papal. Tanto Daniel como o Apocalipse profetizam que este poder religioso perseguiria durante 1.260 anos os que cressem na Bíblia.

“A quinta e sexta trombetas (Apocalipse 9:1-21) descrevem a investida das tribos maometanas, sob o comando de vários líderes, constituindo-se em outro poder que lutaria contra o cristianismo.” – SRA/EP, p. 134.

“A quinta e a sexta trombetas tratam de acontecimentos que afetaram principalmente o Império Romano Oriental, mas atingiram toda a cristandade.” – LES892, p. 134.

Os três ais – “’O ai é repetido três vezes por causa dos três juízos que ainda ocorreriam ao soar das três trombetas restantes.’ – SDABC, vol. 7, págs. 789 e 790. Cada um deles seria tão devastador que recebe a designação especial de ‘ai’.” – LES892, p. 133.

 

Referências

Anderson, Roy A., O Apocalipse Revelado, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.

White, Ellen G., Primeiros Escritos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., 1987.

SDABC – Seventh Day Adventist Bible Commentary.

Strand, Kenneth A., Interpreting the Book of Revelation. Ann Arbor Publishers, Naples, Florida.

White, Ellen G., Atos dos Apóstolos, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

White, Ellen G., Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP,., .

White, Ellen G., Caminho a Cristo, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.

Publicado originalmente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-8.html



APOCALIPSE 7 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2025, 1:30
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Texto bíblico: APOCALIPSE 7 – Primeiro leia a Bíblia

APOCALIPSE 7 – BLOG MUNDIAL

APOCALIPSE 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

APOCALIPSE 7 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



APOCALIPSE 7 by Luís Uehara
1 de abril de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ap/7

Apocalipse 6 termina com a seguinte pergunta: “Pois chegou o grande dia de sua ira, e quem poderá sobreviver? (NVT)” O sexto selo descreve os fenômenos que culminam na volta de Jesus e acontecem em conexão com o aparecimento de nosso Senhor. Ao verem Sua glória, os ímpios fogem e se perguntam quem pode enfrentar esse momento em paz.

Apocalipse 7 é a resposta a essa pergunta. A descrição dos 144.000 e da grande multidão nos ajudam a entender quem será capaz de presenciar os eventos finais como vencedores. Há muita especulação quanto a se o número 144.000 é literal ou simbólico. Certo pregador costumava dizer que isso era irrelevante: o ponto é que nós precisamos estar nesse grupo se quisermos desfrutar das bênçãos eternas de Deus.

Apocalipse 7:14 apresenta o segredo para ser vitorioso nos últimos dias – os vitoriosos “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro”. Na vida cristã a vitória não é obtida por nossos próprios méritos. Uma vez que Jesus venceu e Se assentou no trono (Ap 4-5), é Sua vitória que garante a nossa. Se estivermos ligados a Ele, nos tornaremos mais que vencedores.

Clacir Virmes Jr.
Professor de Novo Testamento
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rev/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



APOCALIPSE 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2025, 0:50
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958 palavras

1-17 Este capítulo tem duas seções: os 144 mil (v. 1-8) e a grande multidão (v. 9-17). Ambas são metáforas para o povo de Deus no tempo do fim. As duas respondem à pergunta de 6:17: “Quem é que pode suster-se?” Bíblia de Estudo Andrews.

1 Quatro anjos. Estes anjos representam agentes divinos no mundo, retendo as forças do mal até que a obra de Deus no coração dos seres humanos seja concluída e o povo de Senhor receba o selo na testa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 864.

Quatro cantos. Comparar com Is 11:12; Ez 7:2. Isto quer dizer que a Terra inteira está ameaçada. CBASD, vol. 7, p. 864.

Quatro ventos. Neste caso, os quatro ventos são forças destrutivas (ver v. 3). […] Como Apocalipse 7 parece uma resposta à pergunta final do capítulo 6 […], o segurar dos quatro ventos corresponderia a uma pausa temporária dos terrores registrados em Apocalipse 6, até que aqueles que devem permanecer firmes frente à tempestade estivessem preparados  para isso. à luz do grande conflito entre Cristo e Satanás, essas forças destrutivas representam os esforços de demônios em espalhar ruína e destruição por toda a parte. João viu quatro anjos; na verdade, muitos anjos se ocupam da tarefa de conter os desígnios do inimigo. Esses anjos seguram “o mundo […]. Eles contém os exércitos de Satanás até que o selamento do povo de Deus termine” […]. Quando os quatro anjos finalmente soltarem os ventos e deixarem de conter os desígnios maus de Satanás e “os ventos impetuosos das paixões humanas, ficarão a solta todos os elementos de contenda. O mundo inteiro se envolverá em ruína mais terrível do que a que sobreveio a Jerusalém na antiguidade” (GC, 614). CBASD, vol. 7, p. 864, 865.

2 Do nascente. Literalmente, “do nascente do sol”. […] O sinal do Filho do Homem aparecerá no oriente (Mt 24:30; cf. GC, 640, 641). Portanto, a direção da qual o anjo vem pode indicar que o mensageiro celestial foi enviado por Deus. CBASD, vol. 7, p. 865.

Selo. […] esta visão aponta para um selamento do povo de Deus que os preparará para resistir aos terríveis períodos de aflição que antecederão ao segundo advento […]. Assim como nos tempos antigos, o selo sobre um objeto revela a quem ele pertence. Logo, o selo de Deus sobre Seu povo proclama que Ele os reconhece como Seus (ver 2Tm 2:19; cf. TM, 446). A marca colocada sobre os servos fiéis de Deus é “o puro sinal da verdade”, Seu “selo aprovador” (T3, 267). Comprova a “semelhança a Cristo em caráter” […] O selo de Deus, a prova ou o sinal de Sua autoridade, é encontrado no quarto mandamento” […]. CBASD, vol. 7, p. 864.

De acordo com Paulo, o significado do selo é que o Senhor conhece os que Lhe pertencem (2Tm 2:19). Deus reconhece aqueles que Lhe pertencem e os sela com o Espírito Santo (Ef 4:30). Entristecer o Espírito Santo significa perder o selamento (Ef 4:30). […] No tempo do fim, o selo teria um significado adicional, funcionando também como proteção. Comentário Bíblico Andrews, vol. 4, p. 676, 677.

3 Não danifiqueis […] até. O juízo final sobre os ímpios só ocorrerá quando o povo de Deus estiver pronto (ver Ez 9:1-7). Bíblia de Estudo Andrews.

Até selarmos na fronte. Essa marca representa a qualificação do caráter (ver com. de Ez 9:4; cf. 2Tm 2:19). CBASD, vol. 7, p. 866.

4 Cento e quarenta e quatro mil. Um símbolo do povo de Deus no tempo do fim. Bíblia de Estudo Andrews.

A repetição de doze vezes o número doze mil (Ap 7:5-8) pode sugerir que o principal objetivo desta passagem não é revelar o número preciso dos selados, mas, sim, mostrar sua distribuição entre as tribos do Israel espiritual. […] Há diferentes opiniões quanto a quem, dentre a última geração de santos, fará parte dos 144 mil. […] O conselho a seguir parece oportuno: “Não é da vontade dEle [de Deus] que entrem em conflito sobre questões que não os ajudarão espiritualmente, como quem compõe o grupo dos 144 mil. Sem sombra de dúvida, os eleitos de Deus terão essa informação dentro de pouco tempo” (Ellen G. White, Material Suplementar sobre Ap 14:1-4; cf. PR, 189). CBASD, vol. 7, p. 866.

Os 144 mil e a grande multidão parecem ser o mesmo grupo do povo de Deus no tempo do fim, retratado em dois pontos diferentes do grande conflito entre o bem e o mal. O número simbólico calculável de 144 mil está em contraste com a grande multidão literal e incalculável. Isso não significa que a grande multidão não pudesse ser contada, mas apenas que 144 mil é o número simbólico da grande multidão, cujo númeero não é dado, mas é muito maior do que 144 mil. Comentário Bíblico Andrews, vol. 4, p. 678.

Todas as tribos. As 12 tribos não são citadas por ordem de nascimento. José e Levi substituem Dã e Efraim na lista costumeira (Nm 34:13-29, Js 13-19). Bíblia de Estudo Andrews.

Talvez Dã tenha sido excluída por causa de sua reputação de ter se envolvido em idolatria (Jz 18:30, 31). CBASD, vol. 7, p. 867.

14 Lavaram suas vestiduras. É explicado o motivo para a pureza das vestiduras. Os santos não são triunfantes por si mesmos, mas por causa da vitória conquistada por Cristo na cruz (ver com. de Ap 6:11). A relação entre justiça e vitória, ambas simbolizadas por vestes brancas (ver com. de Ap 3:4; cf. Ap 1:5), é demonstrada nesta passagem. O conflito é contra o pecado; a justificação é a vitória; a justiça de Cristo conquistou a vitória; ao aceitar Sua justiça, os pecadores se tornam, ao mesmo tempo, justos e vencedores. CBASD, vol. 7, p. 869.

15 Estenderá sobre eles o Seu tabernáculo. O ancião antevê as infindáveis eras da eternidade, ao longo das quais os salvos terão Deus de fato habitando no meio deles. Nunca mais serão privados da presença, do amparo e do favor divinos. Ficar sem a presença de Deus é perda completa; tê-lo habitando conosco é salvação eterna. CBASD, vol. 7, p. 869.

17 Enxugará dos olhos toda lágrima. Esta figura de linguagem significa que, no mundo por vir, não haverá razão para lágrimas.



Apocalipse 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de abril de 2025, 0:45
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Em resposta à pergunta que encerrou o capítulo anterior, há um intervalo entre o sexto e o sétimo selo, no qual João teve a visão dos cento e quarenta e quatro mil. Este número corresponde aos que serão selados com “o selo do Deus vivo” (v.2). Até que o tempo se cumpra, Deus tem contido os quatro ventos, através dos “quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra” (v.1). Ventos em profecia simbolizam guerras (Jr.4:11-13; Dn.7:2). Isto significa que Deus tem segurado os poderes das trevas a fim de não exercerem sobre a terra toda a sua fúria até que tenha selado os Seus servos. A longanimidade de Deus se estende “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9).

Há dois importantes símbolos neste capítulo, cujo significado precisamos conhecer:

1. “O selo do Deus vivo” (v.2): O selo ou sinal, era usado para identificar o governante, o seu cargo e o seu território ou jurisdição. Na Lei de Deus encontramos um mandamento que contém estes três elementos: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo é o sábado do Senhor, teu Deus [nome do governante] […] porque, em seis dias, fez o Senhor [seu cargo como Criador] os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há [o Seu território]” (Êx.20:8-11). O sábado, portanto, é um sinal entre Deus e o homem (Ez.20:12, 20), e a fidelidade a este mandamento e aos demais (Tg.2:10-12) será uma das características do remanescente dos últimos dias (Ap.12:17; 14:12);

2. Os “cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos de Israel” (v.4): Sobre este símbolo muitos têm interpretado como sendo um número literal. Contudo, trata-se de um número simbólico que João descreveu como “uma grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (v.9). Este número foi dividido conforme o número das tribos de Israel. Sempre que o número doze aparece em Apocalipse, aponta para a Cidade Santa, para a vida eterna. Por exemplo: a Cidade possui 12 fundamentos, 12 portas e junto das portas 12 anjos, é um quadrado perfeito cujas dimensões medem 12 mil estádios, a árvore da vida produz 12 frutos. Além disso, Cristo também estabeleceu a Sua igreja apostólica a partir de doze discípulos. O número 12, portanto, representa a totalidade do povo de Deus. E o fato de multiplicar por mil, representa um destacamento de cada tribo. Deus está recrutando o Seu último exército, a Sua igreja militante a fim de torná-la uma igreja triunfante na batalha final.

O profeta Ezequiel também teve uma visão de um anjo que selava na fronte os fiéis servos de Deus (Ez.9:4). O selamento representa uma proteção em tempo de juízo. Quando chegar o “tempo de angústia, qual nunca houve”, o povo de Deus será salvo, “todo aquele que for achado inscrito no livro” (Dn.12:1). Apesar de não se tratar de um sinal visível, quando estudarmos o capítulo treze, veremos que haverá uma clara distinção entre os selados de Deus e os que receberão a marca da besta. Será um conflito cujos exércitos se distinguirão pelo caráter. Como aqueles “que não se macularam com mulheres” (Ap.14:4), ou seja, que permaneceram fiéis a Deus e ao puro evangelho, os cento e quarenta e quatro mil serão aqueles que o mundo reconhecerá como “seguidores do Cordeiro” (Ap.14:4): “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35).

Estamos na iminência dos últimos acontecimentos que antecedem o Grande Dia do Senhor. E fiel é a promessa: “E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (v.17). Precisamos tomar a decisão que definirá o nosso destino eterno. E o nosso tempo de decidir se chama hoje: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Agora é o tempo de lavarmos as nossas vestiduras e as alvejarmos “no sangue do Cordeiro” (v.14), para muito em breve estarmos “em pé diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos” (v.9) louvando o Seu Santo nome.

Só Jesus pode realizar essa obra, mas somente você e eu podemos aceitá-la. Jesus te chama! Qual será a sua decisão? À pergunta do capítulo anterior: “Porque chegou o grande Dia da ira dEles; e quem é que pode suster-se?” (Ap.6:17), encontramos a resposta nas palavras do salmista: “O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente. Este obterá do Senhor a bênção e a justiça do Deus da sua salvação” (Sl.24:4-5). Olhemos mais e mais a Jesus para que sejamos encontrados por Ele com a inscrição de Seu caráter em nossa vida.

Pai de amor, o Senhor estabeleceu um limite para o mal neste grande conflito. Um limite de ação e um limite de tempo. Nós Te louvamos e Te agradecemos por Tua graça e paciência com a humanidade, estendendo o tempo de oportunidade até que todos os Teus filhinhos sejam selados na fronte. Que a nossa mente esteja guardada em Ti, Pai! Coloca em nós o capacete da salvação e purifica o nosso coração com a constante presença do Teu Espírito. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, lavados e alvejados no sangue do Cordeiro!

Rosana Garcia Barros

#Apocalipse7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



APOCALIPSE 7 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2025, 0:40
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APOCALIPSE 7 – Depois dos horrores dos selos anteriores – das perseguições, apostasias e juízos – surge uma pergunta retumbante no final de Apocalipse 6:

“…chegou o grande dia da ira deles; e quem poderá suportar?”

Esta não é uma questão trivial. O mundo está convulsionado, os sinais nos Céus e na Terra anunciam o fim aproximando. Os ímpios tremem, os poderosos tentam esconder-se da ira do Cordeiro (Apocalipse 6:12-17). E, então, Deus responde. Diante dos eventos finais, antes que os ventos destrutivos varram a Terra (Apocalipse 7:1-2), um decreto ecoa dos Céus:

“Não danifiquem nem a Terra, nem o mar, nem as árvores até que selemos as testas dos servos do nosso Deus” (Apocalipse 7:3).

Isso significa que Deus:

• …Tem um povo.
• …Tem um propósito.
• …Tem um selo.

Antes das sete últimas pragas serem derramadas, anjos poderosos são enviados para reter os ventos tempestuosos da destruição. Deus não permitirá que o caos destruidor tome conta antes que Seus servos estejam seguros: Por isso, eles serão selados!

O selo de Deus é um sinal de proteção, posse e fidelidade. Mas, quem são os 144.000 selados? Eles são descritos como 12.000 de cada tribo israelita. Mas não são os judeus literais – são o Israel espiritual, os fiéis que, nos últimos dias, se apegam à verdade de Deus com fidelidade inabalável. É o remanescente do cristianismo verdadeiro. Eles passam pela grande tribulação, mas saem vitoriosos, firmes na fé, selados pelo Deus vivo (Apocalipse 7:1-8).

Estes são os guerreiros espirituais, aqueles que enfrentam os eventos finais cheios do Espírito Santo, sem ceder ao engano (Judas 3-25). Nada pode desviá-los!

Os salvos não são poucos. 144.000 é símbolo de algo maior: “Uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono do Cordeiro, com vestes brancas e segurando palmas”. “Estes são os que vieram da grande tribulação, que lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Apocalipse 7:9, 14).

Estes sofreram. Lutaram. Mas foram lavados no sangue do Cordeiro. Então, nunca mais:

• …Terão fome.
• …Terão sede.
• …Serão afligidos.

O próprio “Deus enxugará de seus olhos toda lágrima” (Apocalipse 7:16-17).

Então, respondendo: “Quem poderá suportar?”:

• Os selados por Deus!
• Aqueles que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



APOCALIPSE 7 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
1 de abril de 2025, 0:30
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6046 palavras

Os 144.000 selados – A visão dos glorificados

Selados antes de Jesus venha. A cena do selamento de Apocalipse 7 é apresentada como um parênteses entre os acontecimentos do sexto selo (6:12-17) e os do sétimo selo (8:1). Cronologicamente, a obra do selamento ocorre entre o verso 13 e 0 verso 14 de Apocalipse 6. O capítulo 7:1-8 responde à pergunta do capítulo 6, verso 17. A resposta é que, pela graça de Deus, os 144.000 conseguirão subsistir. Os que forem selados antes do fim da graça permanecerão em pé quando Jesus vier.

Apocalipse 7 retrata os 144.000 na Terra, antes de sua severa provação e da destruição do mundo. Apocalipse 14 os apresenta com Cristo no Céu, depois dos acontecimentos finais da história terrestre.” – LES893 – Lições da Escola Sabatina, 3o Trimestre de 1989, p. 58.

7:1 Depois disto vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma.

Depois destas coisas vi – “A obra de selamento dos crentes no fim do tempo é relatada depois da descrição da Segunda Vinda de Jesus (Apoc. 6:12-17). Mas o selo de Deus não é dado depois do Segundo Advento de Cristo. A razão para essa seqüência nesta parte do Apocalipse é simplesmente que o capítulo 6:17 faz uma pergunta importante: ‘Quem poderá subsistir?’ A resposta a essa pergunta é que aqueles que forem selados antes do Segundo Advento poderão subsistir ou ficar de pé quando Jesus vier. Apocalipse 7:1-8 responde à pergunta de Apocalipse 6:17.” – LES892 – Lições da Escola Sabatina, 2o Trimestre de 1989, p. 97.

Quatro cantos – “O mundo inteiro.” – LES892, p. 99.

“Na Bíblia, a expressão ‘quatro cantos’ denota universalidade ou inteireza.” – LES892, p. 97.

Quatro anjos – “Os ‘quatro anjos’ de Apocalipse 7:1 simbolizam todos os anjos do Céu que se empenham em ajudar a humanidade. (Ver Heb. 1:14.)” – LES892, p. 97.

Quatro ventos – “Contendas e pragas do tempo de angústia final.” – LES892, p. 99.

“Que é simbolizado pelo ‘ventos da Terra’ detidos pelos anjos? Apoc. 7:1. Leia cada uma destas passagens e mencione o que ela diz sobre o vento ou sobre os ventos: Dan. 7:2 e 3  Jer. 49:36  Jer. 23:19  Osé. 13:15.” – LES892, p. 98 e 99.

“Que significariam esses ventos? Há antecedentes proféticos na Bíblia que nos dão a chave. Representam guerras (Ex.: Jeremias 49:36, 37). O fato de que a guerra que se está retendo em Apocalipse 7 viria dos quatro pontos cardeais da Terra, dá a entender que se trata de uma guerra mundial.” – SRA/EP – Seminário Revelações do Apocalipse/Edição do Professor, p. 58.

“Apocalipse 7:1-3 indica que os anjos estão retendo os ventos dos conflitos apenas enquanto o selamento dos santos está sendo efetuado. Quando o selamento termina, os anjos soltam os ventos. ‘Satanás mergulhará então os habitantes da Terra em uma grande angústia final. Ao cessarem os anjos de Deus de conter os ventos impetuosos das paixões humanas, ficarão às soltas todos os elementos de contenda. O mundo inteiro de envolverá em ruína mais terrível do que a que sobreveio a Jerusalém na Antiguidade.” – LES963, lição 11, p. 2.

“Pouco antes de termos entrado [no tempo de angústia], todos teremos recebido o selo do Deus vivo. Então, vi os quatro anjos deixarem de segurar os quatro ventos. E vi a fome, a peste e a espada, e nação contra nação, e todo o mundo estava em confusão.” – Ellen G. White, SDA Bible Commentary, vol. 7, p. 968, citado em LES963, lição 9, p. 6.

“Anjos acham-se hoje a refrear os ventos das contendas, para que não soprem antes que o mundo haja sido avisado de sua condenação vindoura; mas está-se formando uma tempestade, prestes a irromper sobre a Terra; e, quando Deus ordenar a Seus anjos que soltem os ventos, haverá uma cena de lutas que nenhuma pena poderá descrever.” – Educação, p. 179, citado em LES892, p. 98.

“Apesar de que na Segunda Guerra Mundial morreram 98.000.000 de pessoas, a estrutura da terra não foi danificada, nem a vida marítima, nem o reino vegetal. Contudo, as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, que destruíram essas duas cidades ao final da Segunda Guerra Mundial, nos ajudam a compreender o que poderia ocorrer. …

“Evidentemente, a guerra de que se está falando aqui não está no passado. Não é a Primeira Guerra Mundial, nem a segunda, pois os danos que são profetizados se aplicam com mais propriedade a uma guerra termonuclear, capaz de danificar a Terra, a vida no mar e a vida vegetal. Portanto, refere-se a uma guerra mundial como a que poderia ocorrer se fossem usadas armas como as atuais.” – SRA/EP, p. 58.

Ver Apêndice: “Ventos a ponto de se soltarem”.

7:2 E vi outro anjo subir do lado do sol nascente, tendo o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, quem fora dado que danificassem a terra e o mar,

O selo do Deus vivo –  “O selo de Deus é concedido a quem vive em íntima união com Cristo e recebe continuamente o dom gratuito da Sua justiça. O selo é ‘o seu nome e o nome do Pai’ (Apoc. 14:1). O nome de Cristo e o nome do Pai são símbolos do Seu caráter. (Ver Parábolas de Jesus, p. 330.)” – LES963, lição 4, p. 6.

“O selo não é alguma ‘marca que pode ser vista, mas a consolidação na verdade, para que eles [o povo de Deus] não possam ser abalados’ (Comentário de Ellen G. White, SDABC, vol. 4, p. 1.161).” – LES892, p. 101.

“O selo de Deus é o nome de Cristo ‘e o nome de Seu Pai’ escritos na fronte (Apoc. 14:1). Aquele que vence o pecado pela graça de Cristo tem o nome dEle e o nome do Pai inscritos em sua pessoa (Apoc. 2:17; 3:12; 22:4).  …Muitos nomes visavam a indicar o caráter daqueles que os recebiam.” – LES892, p. 100.

“Somente as vestes que Cristo proveu, podem habilitar-nos a aparecer na presença de Deus. Essas vestes de Sua própria justiça, Cristo dará a toda alma arrependida e crente. ‘Aconselho-te’, diz Ele, ‘que de Mim compres … vestidos brancos, para que vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez.

“Esse vestido fiado nos teares do Céu não tem um fio de origem humana. Em Sua humanidade, Cristo formou caráter perfeito, e oferece-nos esse caráter.” – Parábolas de Jesus, p. 311.

“Apocalipse 7 não está falando do selo do evangelho que é aplicado pelo Espírito Santo para dar-nos a certeza de que somos filhos de Deus. Os de Apocalipse 7 já o receberam. Como sabemos? Porque o selo de Apocalipse 7:1-3 é aplicado sobre os servos de Deus, o que demonstra que já são convertidos.

“…Onde, revela Deus, está o Seu selo para os crentes? Isaías 8:16 … .

“ ‘…sela a Lei no meio dos Meus discípulos.’

“… Alguns cristãos se surpreendem ao ler este versículo. Não obstante, ele se harmoniza plenamente com o Novo Testamento, onde diz: ‘Ora, sabemos que O temos conhecido por isto, se guardamos os Seus mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço, e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade’ (I São João 2:3,4). São Paulo disse que a obediência da lei distingue o cristão espiritual do carnal, ‘por isso o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar, portanto os que estão na carne não podem agradar a Deus’ (Romanos 8:7, 8).

“Seria bom fazermos uma análise para comprovar a firme certeza do que acabamos de descobrir. Busquemos na lei de Deus (Êxodo 20:3-17) as três características básicas de um selo completo: 1. Nome; 2. Cargo; 3. Jurisdição. Encontraremos no mandamento que estabelece o dia de repouso.[1. Senhor Deus; 2. Criador; 3. Universo]” – SRA/EP, p. 59.

“No Apocalipse, o selo de Deus está associado com o caráter do remanescente, semelhante ao de Cristo. O selo colocado na testa do povo de Deus em Apocalipse 7 é definido em Apocalipse 14:1 como os nomes de Cristo e do Pai. Na Bíblia, o nome de uma pessoa corresponde à própria pessoa, ou seja, ao seu caráter. O nome de Deus indica como Ele é. Portanto, ostentar o nome de Deus significa não apenas pertencer a Ele, mas ter desenvolvido, pela Sua graça, um caráter semelhante ao dEle.

“Neste ponto, pode ser interessante lembrar que há uma identidade muito próxima entre Cristo e Sua lei. A lei é a expressão escrita do caráter de Deus. É também importante destacar que, no Apocalipse, o remanescente é caracterizado por guardar os mandamentos de Deus. Isso fica claro em Apocalipse 12:17 e 14:12. Os que ouvem e aceitam a mensagem dos três anjos são descritos como os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus (Apoc. 14:12). Esses são os selados.

“As duas características mencionadas são extremamente significativas. Poderiam ser chamadas de fé e obediência, evangelho e lei. Os selados reconhecem que sua salvação só é uma realidade através da fé em Jesus, e confiam inteiramente nEle. Mas sabem também que Jesus deseja ser o seu Senhor. Eles reconhecem a soberania de Jesus ao guardar Sua lei como expressão de amor e gratidão.

“O selo de Deus está associado com Sua lei e, de maneira muito especial, como sábado. O primeiro anjo de Apocalipse 14:7 convida os habitantes da Terra a adorarem a Deus, o criador do Céu e da Terra. Isso é exatamente o que o sábado nos convida a fazer. Quando imitamos a nosso Criador e Redentor, nos tornamos como Ele é.” – LES963, lição 9, p. 5A.

“Tendo em conta que Jesus disse que não mudou a lei e que não autoriza muda-la (São Mateus 5:17, 18), e que o remanescente que receberia o selo de Deus seria obediente a Seus mandamentos (Apocalipse 14:12), fica claro que Deus não mudou Seu sinal (o santo sábado). Ainda mais: no Apocalipse há uma séria advertência para os que alteram a Palavra de Deus (Provérbios 30:5, 6) e terríveis maldições de Deus para quem acrescente algo a Sua Palavra ou dela tire alguma coisa (Apocalipse 22:18, 19).“ – SRA/EP, p. 106 e 107.

“Visto que a observância do sábado é um sinal de santidade (Êxo. 31:13), ela constitui uma parte importante da experiência de justiça pela fé em Cristo. …’De todos os dez preceitos, só o quarto contém o selo do grande Legislador, Criador dos céus e da Terra.’ – Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 17. (Comparar com Patriarcas e Profetas, págs. 313 e 315; Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 232.). …O mandamento do sábado é o selo de Deus porque contém o nome, a autoridade e o domínio do Legislador divino (Êxo. 20:8-11; comparar com I Reis 21:8; Ester 3:12).” – LES892, p. 102.

“Nosso Senhor Jesus Cristo foi muito enfático ao declarar que Ele não veio mudar a lei (São Mateus 5:17) e que não autoriza a mudança sequer de uma letra ou sinal enquanto durarem os céus e a Terra (São Mateus 5:18). Portanto, qualquer mudança da lei de Deus não obedece à vontade divina, mas a daquele que se rebelou contra Deus e foi expulso do Céu (Apocalipse 12:7-9). Por isso é que a obediência ao mandamento do sábado se constitui num sinal ou selo de lealdade a Deus (Ezequiel 20:20).” – SRA/EP, p. 61.

Selo de Deus Vivo: O caráter de Deus gravado na alma dos que se dedicaram inteiramente a Cristo. O sinal exterior é a observância do sábado.” – LES892, p. 99.

“A observância do sábado é o sinal exterior de que nos entregamos tão completamente a Deus e estamos tão firmados na verdade, que não podemos ser abalados, mesmo quando for decretada a pena de morte para os que observam o sábado.” – LES892, p. 103.

“O sinal de Deus, ou selo, de Sua obra criativa e redentiva é o sábado. O sábado é um sinal de que Ele é o Criador. (Gen. 2:1-3; Êxo. 20:8-11).

“O sábado é também um sinal de santificação ou consagração (Êxo. 31:13; Ezeq. 20:12). O dom da santidade se tornou possível através da morte de Cristo e pela dotação do Espírito Santo (I Pedro 1:2). Então o sábado é um sinal ou selo da justificação e salvação.” – LES963, lição 9, p. 3.

“Assim como Êxodo 31:16, 17 diz que o sábado seria sinal perpétuo entre Deus e Seu povo, Isaías 56 demonstra claramente que o sinal seria para todo crente, independente de sexo, nacionalidade, raça ou qualquer outra diferença humana. Note que Jesus aplicou esta profecia aos dias do Novo Testamento. (S. Mateus 21:13; São Marcos 11:17; São Lucas 19:46). …

“Apesar da tremenda emergência que significou a morte de seu amado Filho, a bem-aventurada … Maria não fez as compras dos aromas para embalsamar a Jesus no sábado, mas esperou o domingo para ungir o Seu corpo [São Lucas 4:16, 31; 23:52-56]. Isto mostra que ela guardava o mandamento do sábado, no qual está o selo de Deus. Outras mulheres piedosas, as quais não puderam comprar na sexta-feira, guardaram o sábado e fizeram suas compras no domingo. (São Marcos 16:1-2.)  O mesmo exemplo encontraremos na vida de Paulo, …

“Muitos católicos chamam o sábado de dia da Virgem. Na realidade é o dia que a bem-aventurada … Maria guardava, e o Novo Testamento nos revela que ela repousava no sábado, ‘conforme o mandamento’ de Deus. Nós faríamos bem em imitar seu piedoso exemplo, guardando o sábado tal qual ela fazia.

“Não sei se você já pensou nisso, mas o que significa ser cristão? Ser cristão é imitar a Jesus; ser semelhantes a Ele, viver a vida que Ele viveu. Por exemplo: Não devemos odiar, porque Ele perdoava e mesmo na cruz orou: ‘Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.’ Do mesmo modo, um cristão guarda o sábado porque Jesus, nosso exemplo, também o guardou.” – SRA/EP, p. 61.

Ver também comentário sobre Apoc. 14:1.

Da banda do sol nascente (oriente, leste) – “O anjo do selamento (Apoc. 7:2) e os reis que destroem a moderna Babilônia (Apoc. 16:12) vêm do leste, ou do “lado no nascimento do sol” (Isa. 41:25). A origem disso é que Ciro, que destruiu a antiga Babilônia veio do Leste.” – LES963, lição 7, p. 2.

“O Oriente é um símbolo importante na Bíblia. O tabernáculo original e o templo da visão de Ezequiel estavam voltados para o Oriente (Êxo. 27:13-15; Ezeq. 40:16). A tribo de Judá, da qual descendia Jesus, acampava-se no lado oriental do acampamento de Israel no deserto (Núm. 2:3). …O ‘Oriente’ ou ‘Sol nascente’ desceu do Céu à Terra quando Jesus veio remir a humanidade. Malaquias refere-se ao Messias dizendo que ‘nascerá o Sol da Justiça, trazendo salvação nas Suas asas’ (Mal. 4:2).” – LES892, p. 98 e 99.

“Ciro e seu exército eram tipos de Cristo e os anjos celestiais que derrotarão a Babilônia moderna (Apoc. 17:14).” – LES892, p. 98 e 99.

O anjo do selamento (o outro anjo) – “O anjo do selamento é Cristo. O anjo do selamento em Apocalipse 7:2 pode ser considerado como a própria pessoa de Cristo. É Ele quem sela Seu povo e traz o raiar do dia espiritual para os pecadores que crêem. Assim como a vitória de Ciro tornou possível o seu decreto libertando Israel do cativeiro em Babilônia, a vitória de Cristo (Apoc. 5:5, 9 e 10) possibilita que Ele separe Seu povo da ‘Babilônia’ moderna e que os sele para a eternidade.” – LES892, p. 99.

7:3 dizendo: Não danifiques a terra, nem o mar, nem as árvores, até que selemos na sua fronte os servos do nosso Deus.

Não danifiqueis a terra, o mar, as árvores – “João contemplou em visão o quadro da terrível destruição que ocorrerá nos últimos dias. Nesse tempo de terror universal, todos os poderes do mal efetuarão um violento ataque final contra o mundo e especialmente contra o povo de Deus.” – LES892, p. 105.

“Em sua rebelião contra Deus, Satanás trata de danificar e destruir tudo o que pertence ao Criador, incluindo o mundo e suas criaturas.” – SRA/EP, p. 50.

Até – “A preposição até sugere que, quando o último sincero receber o sinal do sábado em sua vida, os ventos se soltarão em meio à violência descrita em Apocalipse 11:18, e o Senhor virá para destruir ‘os que destroem a Terra’”. – SRA/EP, p. 62.

Até que hajamos assinalado – “Cristo quer que os crentes vivos entrem numa relação com Ele que suporte o escrutínio (ou exame minucioso) do Universo…. O juízo que precede o Segundo Advento não terminará antes que os servos de Deus sejam selados definitivamente (Apoc. 7:3). Então o caráter deles estará inteiramente de acordo com a vontade de Deus (Apoc. 14:1). Eles cumprirão o que é declarado em Apocalipse 14:5: ‘Não se achou mentira em sua boca; não tem mácula’.” – LES892, p. 74 e 75.

“O selo do Deus vivo só será colocado sobre os que são semelhantes a Cristo no caráter.” – LES892, p. 100.

“A obra de Deus, de selar o Seu povo, livra-os da destruição iminente, e os preserva para Seu reino. Se vivermos até que Jesus venha, precisamos receber o selo de Deus no fim do tempo para ser salvos. Não ser selado é estar perdido. As sete últimas pragas só ocorrerão quando o povo de Deus já estiver selado.” – LES892, p. 96.

“Satanás está agora usando cada artifício neste tempo de selamento a fim de desviar a mente do povo de Deus da verdade presente e levá-los a vacilar. Vi que Deus estava estendendo uma cobertura sobre o Seu povo a fim de protegê-lo no tempo de angústia; e que cada alma que se decidia pela verdade e era pura de coração devia ser coberta com a proteção do Todo-poderoso. …Satanás estava procurando lançar mão de todas as suas artes a fim de mantê-los onde estavam, até que o selamento passasse, até que a proteção fosse tirada de sobre o povo de Deus e este ficasse desprotegido da ardente ira de Deus nas sete últimas pragas.” – Primeiros Escritos, p. 43 e 44.

Selo nas testas – “…Apocalipse 7:2,3 diz que o selo ou sinal de Deus teria que ser aplicado na fronte dos servos de Deus, o que na profecia significa na mente, ou seja, aceitação plena. Em Ezequiel 20:20 nos é dito que não o conseguiremos pelo saber, mas por praticar a observância do sábado de Deus. ‘Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor vosso Deus.’ O selo de Deus (sábado) na lei, demonstra a autoridade de quem promulgou a lei. O selo no crente (eu decido guardar o sábado como dia de repouso) demonstra a quem pertence esse servo, tem o nome de Deus em sua fronte, lhe pertence.

“É tal e qual quando você põe seus dados num livro, uma Bíblia por exemplo. Tem seu nome escrito, por isso se distingue das demais. Ela lhe pertence. O Senhor também faz assim. Coloca em nós o selo para diferenciar-nos dos que dizem ser cristãos, e quando (bem logo) chegar o momento de Seu retorno, virá buscar-nos e nos levará para casa. Mas pensemos um pouco: O diabo nos roubou, porém Jesus não é um ladrão. Ele não pega o que não é dEle. Por isso nos comprou e nos lavou com Seu sangue, e agora que pôr em nós Seu selo distintivo a fim de que os anjos nos levem e nos entreguem a Jesus, como sua propriedade legítima. Se eu rejeitar o selo, negando a Jesus Seu direito sobre mim, Ele não me levará para a Sua casa.” – SRA/EP, p. 60.

“A única esperança de qualquer homem, reside em Jesus Cristo… Todos quantos entrarem [pelas portas da cidade] trajarão o vestido da justiça de Cristo, e o nome de Deus estará em sua testa. Esse nome foi o símbolo que o apóstolo viu em visão, e significa a entrega da mente a uma obediência inteligente e leal a todos os mandamentos de Deus.” – Ellen G. White, Filhos e Filhas de Deus, P. 370, citado em LES963, lição 9, p. 6.

“O antigo sumo sacerdote israelita usava um turbante que continha na frente uma lâmina de ouro na qual estavam escritas as palavras: ‘Santidade ao Senhor’ (Êxo. 28:36-38; Lev. 8:9). Este fato e a cena descrita em Ezequiel 9 constituem os antecedentes do Antigo Testamento do simbolismo usado em Apocalipse 7 e 14. …Quando o nome de Cristo e do Pai são inscritos nos crentes, eles recebem a dádiva do caráter divino. É declarado que estão selados na fronte porque dedicaram a mente a Cristo de modo cabal e completo. O Espírito Santo veio habitar neles. São ‘participantes da natureza divina’ (II S. Ped. 1:4).” – LES892, p. 100.

Qual é a relação entre o anjo do selamento (Apoc. 7:1-3) e o terceiro anjo (Apoc. 14:9-11)?

                “Dois aspectos da mesma mensagem. Nessas duas cenas temos dois anjos simbólicos ministrando ao mesmo tempo – pouco antes do Segundo Advento. Um aplica o selo do Deus vivo, o que resulta no selamento dos 144.000. O outro adverte as pessoas de que não devem receber a marca ou o sinal da besta. Isto resulta num grupo leal que estará livre dessa marca, mas guardará os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Esse grupo se compõe dos 144.000, com o nome do Pai escrito na fronte. O fato é que, nessas duas profecias, vemos o mesmo anjo ou movimento e dois aspectos correlatos da mesma mensagem. ‘O anjo com o selo do Deus vivo, mencionado no capítulo sete, é, portanto, o mesmo que o terceiro anjo do capítulo catorze.’ – Uriah Smith, As Profecias do Apocalipse, p. 115.” – LES893, p. 59.

7:4 E ouvi o número dos que foram assinalados com o selo, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel:

144.000 – “O número simbólico de 144.000 são os resgatados de todas as nações. Suas vestiduras foram alvejadas no sangue do cordeiro.” – LES892, p. 96.

“…os 144.000 são o fiel e selado povo de Cristo que estará vivendo na Terra quando Ele vier.” – LES892, p. 103.

“…[símbolo da] última geração vivente do povo de Deus.” – LES893, p. 57.

“Este número é simbólico porque se acha contido numa profecia que é distintamente simbólica. Os ‘quatro anjos’, os ‘quatro ventos’, ‘o Oriente’’, e ‘o selo’ são símbolos proféticos (Apoc. 7:1-3). As doze tribos representam a última geração de crentes fiéis que participaram da experiência de justiça pela fé em Cristo. (Comparar com Gál. 3:27-29.) As tribos literais não existem mais, e é inconcebível que só 144.000 judeus ‘poderão subsistir’ (Apoc. 6:17) na segunda vinda de Jesus.” – LES893, p. 58.

“O número 144.000 representa inteireza e perfeição, e constitui o resultado da multiplicação de 12 por 12 e então por 1.000. Seria um erro deduzir que João estava pensando em termos literais. A menção dos 144.000 está contida numa profecia muito simbólica. Apocalipse 7 usa tais símbolos como ‘quatro anjos’, ‘quatro cantos’, ‘quatro ventos’, ‘Oriente’, ‘o selo’ na fronte dos que constituem o povo de Deus. Interpretar literalmente esses símbolos seria omitir o ponto principal da passagem. O simbolismo tem muita significação para os cristãos dos últimos dias. … As pessoas seladas que serão preservadas durante a grande tribulação nos últimos dias não pertencem literalmente às doze tribos de Israel. As tribos não existem mais. Elas são mencionadas porque em sua totalidade representam o povo de Deus, e abrangem tanto judeus como gentios. No Novo Testamento, a Igreja estabelecida por Jesus e organizada pelos doze apóstolos constitui o novo Israel. …Em sua carta aos Romanos, Paulo demonstra que verdadeiro judeu é aquele que experimentou uma transformação espiritual em Cristo Jesus (Rom. 2:28 e 29; 9:6 e 7). … Podemos dizer, portanto, que ao falar dos 144.000 sob o aspecto das doze tribos de Israel, João se referia a cristãos que estariam vivendo no fim do tempo. Os que estão em Cristo Jesus são de fato o novo Israel.” – LES892, p. 103.

As evidências indicam que os 144.000 são cristãos. Comparar com S. Mat. 21:43; I. S. Ped. 2:9; Gál. 3:29; 6:15 e 16. Em primeiro lugar, o apocalipse é um documento cristão (1:1) enviado a cristãos (1:11). Em segundo lugar, o Israel nacional rejeitou o Messias e o governo de Deus. (Ver S. João 19:15.) Agora o povo de Deus se compõe de cristãos de todas as nacionalidades. Todo crente genuíno é um membro do verdadeiro ‘Israel de Deus’ (Gál. 6:15 e 16). De acordo com o ponto de vista do Novo testamento, os 144.000 são cristãos que vivem para Deus durante a crise final da história humana.” – LES893, p. 58 e 59.

“Estes, tendo sido transladados da Terra, dentre os vivos, são tidos como ‘as primícias para Deus e para o Cordeiro’. Apocalipse 14:1-5; 15:3. ‘Estes são os que vieram de grande tribulação’ (Apocalipse 7:14); passaram pelo tempo de angústia tal como nunca houve desde que houve nação; suportaram a aflição do tempo de angústia de Jacó; permaneceram sem intercessor durante o derramamento final dos juízos de Deus. Mas foram livres, pois ‘lavaram os seus vestidos, e os branquearam no sangue do Cordeiro’.” – O Grande Conflito, p. 654.

“Eles [os 144.000] são identificados com base em seu serviço ao Senhor. Caracterizam-se por sua fidelidade, obediência e lealdade. Demonstram ao mundo que são povo de Deus por sua fé em Cristo e conduta cristã. … Não devemos meter-nos em discussões acerca de quem são os 144.000. ‘Não é Sua vontade que eles se metam em discussões acerca de questões que os não ajudam espiritualmente, tais como: Que pessoas vão constituir os cento e quarenta mil? Isto, aqueles que forem os eleitos de Deus hão de sem dúvida, saber em breve.’ – Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 174, citado em LES892, p. 104.

“Passagens bíblicas que tratam dos 144.000: Apoc. 7:2-4 e 15; 14:1-5; 15:2.” – LES892, p. 104.

“A verdadeira questão é a espécie de pessoas que eles são. ‘Não é … vontade de [Deus] que eles [a Igreja] se metam em questões que os não ajudam espiritualmente, tais como: Que pessoas vão constituir os cento e quarenta e quatro mil? Isto, aqueles que forem os eleitos de Deus hão de sem dúvida, saber em breve.’ – Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 174. (Manuscrito 26, 1901.)” – LES893, p. 58.

7:5 da tribo de Judá havia doze mil assinalados; da tribo de Rúben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil;

Característicos nas doze tribos – “No seu livro: The Cross and Its Shadow (‘A Cruz e Sua Sombra’),  S. N. Haskell adota o conceito de que cada pessoa que fizer parte dos 144.000 será incluída na tribo que corresponda melhor ao seu caráter e experiência. Ao considerarmos as sugestões que se seguem, talvez tenhamos uma idéia da tribo a que pertenceremos se fizermos parte dos 144.000.” – LES892, p. 104.

Da tribo de Judá – “Os componentes desta tribo são reconhecidos como dirigentes de confiança em ocasiões de perplexidade.” – LES892, p. 104, citando o livro The Cross and Its Shadow.

Da tribo de Rúben – “As pessoas incluídas nesta tribo têm sido ‘inconstantes como a água’, sem força de vontade para fazer algo de bom. Mas examinam sinceramente o coração para descobrir suas próprias debilidades, e pela graça de Deus, essas fraquezas são transformadas em força.“ – Idem.

Da tribo de Gade – “Estes se erguem acima da apostasia e da derrota, reconhecem suas transgressões, reivindicam as promessas de Deus, lavam suas vestiduras no sangue do Cordeiro e entram na cidade de Deus como vencedores.“ – Ibidem.

7:6 da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil;

Da tribo de Aser – “Acham-se tão repletos do Espírito Santo que permitem que Ele suavize as asperezas de sua vida. Proferem palavras de conforto e animação para os outros.” – Ibidem.

Da tribo de Naftali – “Estes proferem ‘palavras formosas’. Em ocasiões e situações difíceis, eles permanecem destemidamente no posto do dever, preferindo sacrificar a vida a comprometer a causa de Deus.” – Ibidem.

Da tribo de Manassés – “Amam a paz e se alegram por terem sido libertos do mal. Tem grande prazer nas coisas espirituais.” – Ibidem.

7:7 da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil;

Da tribo de Simeão – ”Este filho de Jacó era agressivo, chegando até a cometer homicídio. Os seus pecados foram, porém, confessados e perdoados. Os salvos desta tribo talvez se caracterizem por grandes pecados que foram perdoados.” – LES892, p. 105, citando o livro The Cross and Its Shadow.

Da tribo de Levi – “Quando Israel caiu em apostasia no Sinai, esta tribo se distinguiu por sua fidelidade. Aqueles que serão incluídos na tribo de Levi permanecerão fiéis à Causa de Deus quando outros estiverem vacilando e caindo.” – Idem

Da tribo de Issacar -”Os característicos desta tribo consistem principalmente em abnegação e boa vontade para levar fardos pesados. Visto que desempenham muito bem as suas responsabilidades, são colunas na Causa de Deus. Não são pessoas impulsivas, mas equilibradas e dignas de confiança.” – Ibidem.

7:8 da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim, doze mil assinalados.

Da tribo de Zebulom -”Quando os inimigos do Senhor são numerosos e agressivos, este grupo se expões ao opróbrio e à morte. Alguns deles, como Zebulom no passado, talvez sejam hábeis no manejo da pena e exercerão grande influência, trazendo vitória para a Causa de Deus.” – Ibidem.

Da tribo de José -”Os componentes desta tribo se distinguem pela integridade. Nunca deixam de ser leais a Deus e têm prazer em realizar Sua vontade.”- Ibidem.

Da tribo de Benjamim -”Paulo foi o benjamita típico: zeloso e dedicado. Os que pertencerem a esta tribo terão feito tudo que estava ao seu alcance para propagar o evangelho.” – Ibidem.

“NOTE que, devido aos pecados de sua vida, Dã e Efraim não são incluídos na lista das dez tribos em que serão divididos os 144.000.” – LES892, p. 105

7:9 Depois destas coisas olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos;

Depois destas coisas – “A visão dos remidos no Céu é uma cena de vitória e celebração. A visão é apresentada fora da ordem cronológica. O sexto selo (Apoc. 6:12-17) descreve a Segunda Vinda de Jesus. …o sétimo selo (Apoc. 8:1) só se refere sucintamente à trasladação dos remidos para o Céu. O capítulo 7 é um intervalo entre o sexto e o sétimo selo. … Assim, a visão dos santos no Céu é seguida por uma breve explicação da maneira pela qual eles chegaram ali” – LES892, p. 109.

A multidão inumerável – “Os remidos de todas as épocas.” – LES892,  p. 115

“Em contraste com os 144.000, a multidão é como a areia do mar. Alguns estudantes da Bíblia consideram isso uma referência à promessa de Deus à Abrão, de que os seus descendentes seriam tão numerosos como as estrelas nos céus (Gen. 15:5), e à promessa a Jacó, de que a descendência dele seria como a areia do mar (Gen. 32:12). A visão traz coragem àqueles que tendem a preocupar-se com os bancos vazios nos cultos da igreja, ao passo que os estádios de futebol e outros jogos esportivos se acham lotados. A visão torna claro que o propósito redentor da parte de Deus não será frustrado.” – LES892, p. 110

De todas as nações, tribos, povos e línguas –“Isto cumpre a grande comissão de Cristo e, nos últimos dias, o repto da proclamação mundial das mensagens dos três anjos de Apocalipse 14:6-12. … A multidão inumerável abrange os fiéis de todas as épocas.” – LES892, p. 109 e 110.

Em pé diante do trono – “Na presença de Deus no santuário celestial.” – LES892, p. 115.

Vestes brancas – “As vestiduras brancas usadas pelos remidos representam a justiça de Cristo recebida pela fé (Apoc. 19:7 e 8).”” – LES892, p. 110.

“A justiça de Cristo dada de graça ao crente é representada nos símbolos do Apocalipse por roupas e vestimentas. (Ex.: Apocalipse 7:9, 13, 14). Os que acompanham a Cristo estão vestidos de roupas brancas, os quais lavaram suas roupas e as alvejaram no sangue do Cordeiro. Há preciosas promessas de vida eterna para os que lavam suas roupas no sangue de Cristo (Apocalipse 22:14; 3:4, 5).” – SRA/EP, p. 51.

Em pé, diante do trono – “O santuário celestial também é o espaço no qual Deus se encontra com o Seu povo (Apoc. 7:9-11 e 15), o lugar no qual eles têm acesso a Ele. No lugar específico dentro da criação, no qual Deus está disponível, Ele pode ser alcançado de qualquer ponto do Universo.” – LES963, lição 3, p. 3A.

“Palmas” ou folhas de palmeira – “Símbolos de regozijo e vitória.” – LES892, p. 115.

“No décimo quinto dia do sétimo mês, e durante os sete dias que vinham em seguida, os israelitas deviam viver em cabanas ou barracas … As colheitas do outono haviam terminado, e o Dia da Expiação estava no passado. Aliviados de pecados e ansiedades, o povo de Deus podia ter uma festa de descanso e regozijo espiritual. Habitavam em cabanas feitas de ramos de palmeiras para comemorar a direção de Deus durante o período no deserto (Deut. 16:12-15) e Suas maravilhosas bênçãos desde então.” – LES892, p. 110 e 111.

“A festa dos tabernáculos antitípica começará quando os justos forem arrebatados para o encontro com Jesus. E continuará até que sejam recebidos no Céu, na grande diante do trono de Deus. – LES892, p. 116.

7:10 e clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro.

                A multidão louva a Deus por Sua salvação – “As exclamações de alegria e triunfo dos remidos atribuem a salvação a Deus. Não há nenhuma indicação de auto-elogio, nenhuma referência a realizações humanas. Eles enfrentaram o inimigo, lutaram contra ele e saíram vitoriosos unicamente pela graça de Deus.” – LES892, p. 110.

7:11 E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e dos anciãos e dos quatro seres viventes, e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Deus,

7:12 dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ações de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém.

                Louvor dos anjos – “Os milhares de milhares de anjos que rodeiam o trono de Deus participam espontaneamente do júbilo da grande multidão. Eles se prostram diante de Deus e Lhe prestam perfeito e sétuplo tributo ou preito de louvor.” – LES892, p. 111

Para sempre – “’Para sempre’ não é suficiente para louvar a Deus pela salvação que Ele proveu.” – LES892, p. 115.

7:13 E um dos anciãos me perguntou: Estes que trajam as compridas vestes brancas, quem são eles e donde vieram?

7:14 Respondi-lhe: Meu Senhor, tu sabes. Disse-me ele: Estes são os que vêm da grande tribulação, e

levaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

                Vieram de grande tribulação – “Perseguição através dos séculos, mas especialmente no tempo de angústia final.” – LES892, p. 115.

                Objetivo da visão/grande tribulação– “A visão dos remidos destina-se a trazer encorajamento e conforto à Igreja dos últimos dias. Em Seu sermão no Monte das Oliveiras (S. Mateus 24 e 25), Jesus disse aos discípulos que, antes de vir o fim, haveria tal aflição que o mundo nunca havia testemunhado. Por meio dessa mensagem a Seus discípulos, ele fala a nós hoje. Seu objetivo não era produzir terror, mas salientar a necessidade de estar espiritualmente alerta. … devemos concentrar a atenção no futuro triunfo que Cristo promete para a Igreja, e não na tribulação terrestre que está à nossa frente. Devemos visualizar-nos pela fé com os remidos no Céu e expressar uns aos outros a certeza que Cristo provê em Sua Palavra. Isto será benéfico para a nossa experiência espiritual.” – LES892, p. 109.

Purificação por meio do sangue de Cristo – “Devido ao pecado, nossa condição não é natural, e deve ser sobrenatural o poder que nos restaure, do contrário, não tem valor. Existe unicamente um poder capaz de quebrar o domínio do mal no coração dos homens, e esse é o poder de Deus em Jesus Cristo. Unicamente por meio do sangue do Crucificado existe purificação do pecado. Sua graça, tão-somente, nos habilita a resistir e subjugar as tendências de nossa natureza caída.” – A Ciência do Bom Viver, p. 428, citado em LES892, p. 113. Ver ainda Tito 3:5-7.

                “…passagens …sobre veste ou vidas manchadas…: Êxo. 19:10 e 14  Sal. 51:1-7  Isa. 1:18  Isa. 64:6  Zac. 3:1-5.” – LES892, p. 112.

7:15 Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá o seu tabernáculo sobre eles.

                Santuário (ou templo) – “No templo celestial os justos se ocuparão no julgamento dos ímpios durante o Milênio (Apoc. 20:4-6; I Cor. 6:2). Por mil anos os salvos de todas as épocas servirão a Deus ‘de dia e de noite no Seu santuário [ou templo]’ (Apoc. 7:15).

”No fim dos mil anos não haverá nenhum templo na Nova Jerusalém, aqui na Terra. João declara: ‘Nela não vi santuário; porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-poderoso e o Cordeiro.’ Apoc. 21:22. A eterna Cidade dos salvos na Terra renovada não conterá nenhum templo ou santuário porque o problema do pecado terá sido eliminado definitivamente. O santuário ou templo celestial é o lugar de mediação e julgamento, devido ao pecado. Visto que o pecado será completamente destruído no fim do Milênio (Apoc. 20:9), não haverá mais necessidade de um lugar de intercessão e julgamento. … Todas as vezes que é mencionado no livro do Apocalipse, o templo de Deus se encontra no Céu.” – LES892, p. 114

Deus habita entre eles – “Nunca mais estarão sem a Sua presença.” – LES892, p. 115.

7:16 Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem cairá sobre eles o sol, nem calor algum;

                Isaías 49:10 – Nunca terão fome nem sede; não os afligirá nem a calma nem o sol; porque o que se compadece deles os guiará, e os conduzirá mansamente aos mananciais das águas.”

7:17 porque o Cordeiro que está no meio, diante do trono, os apascentará e os conduzirá às fontes das águas da vida; e Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima.

O Cordeiro os apascentará e os guiará – “(Ver Isa. 40:11; 49:10); O Cordeiro será o Pastor.” – LES892,p. 115.

Publicado originalmente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-7.html