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Texto bíblico: I JOÃO 3 – Primeiro leia a Bíblia
I JOÃO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/3
Meras palavras são insuficientes quando um corpo está doendo ou um coração está dilacerado, quando a conta bancária está sem saldo, mas as contas são altas. Os sofredores exigem ações compassivas, não apenas palavras descartáveis sem o respaldo de ações tangíveis.
Não é de admirar que João exorte o leitor: “não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.” (3:18 NVI)
Verbalizar o amor a uma pessoa com deficiência, mãe solteira ou viúva idosa é fácil. Mas muitos se recusam a demonstrar, a encarnar esse amor ajudando as pessoas financeiramente ou apoiando-as emocionalmente. Freqüentemente, “amor” nada mais é do que um sentimento vazio que causa dor em corações que lutam e precisam mais do que palavras.
Nunca diga “Eu te amo” aos sofredores, a menos que você esteja disposto a praticar essas palavras em atos de misericórdia e generosidade. Ouvir suas palavras, sabendo que você não vai levantar um dedo para ajudá-las, deixa as pessoas se sentindo mais sozinhas e angustiadas do que antes. Com certeza essas pessoas não vão acreditar que você as ama!
Você quer que as pessoas acreditem que você as ama genuinamente, que Deus realmente as ama? Prove! Deixe o amor ser percebido em suas ações, não apenas em suas palavras.
O amor verdadeiro se revela em ações afetuosas.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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874 palavras
2 Manifestou. Ver com. de 1Jo 2:28. O apóstolo mostra que considera como certa a suprema perfeição de caráter e de corpo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 716.
Quando Ele se manifestar. Ou, “quando Ele aparecer”. CBASD, vol. 7, p. 716.
Semelhantes a Ele. Refere-se ao cumprimento do plano de Deus para o homem caído, a restauração da imagem divina. … A restauração será concluída na segunda vinda (1Co 15:51-53; Fp 3:20, 21). CBASD, vol. 7, p. 716.
Porque haveremos de vê-Lo. A mesma condição espiritual [discernimento espiritual] existirá em quem olhar para cristo no último dia. CBASD, vol. 7, p. 716.
Como Ele é. Quando Cristo vier pela segunda vez, aparecerá em toda a Sua glória (Mt 25:31) e será contemplado em Seu verdadeiro esplendor. CBASD, vol. 7, p. 716.
4 Pecado. O texto grego diz, literalmente, “o pecado”. … o uso do artigo definido sugere que o autor está falando de “pecado” para se referir a todo tipo de pecados, ou seja, o pecado que causa a separação entre Deus e a pessoa. CBASD, vol. 7, p. 717.
O pecado é a transgressão da lei. Literalmente, “o pecado é a ilegalidade”. … A lei de Deus é uma transcrição de Seu caráter. Jesus veio para revelar à humanidade o caráter de Seu Pai. Ele é, portanto, a lei amplificada e demonstrada. Se as pessoas querem ordenar sua vida em harmonia com a lei de Deus, devem contemplar a Jesus e imitar Sua vida. A lei pode ser resumida nas seguintes palavras: “ser como Deus” ou “ser como Jesus”. A transformação do caráter à semelhança divina é o grande propósito do plano de salvação. CBASD, vol. 7, p. 717.
João ainda não terminou de falar a respeito dos imperfeitos “santos”, que acham que não tem pecado, mas no verso 2 ele trata de outro problema. Aqui encontramos um verso que muitos membros da igreja interpretam mal: “Amados, … ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele” (NVI). Alguns vêem nesse texto uma referência a um perfeccionismo sem pecado no tempo do fim. Essas pessoas utilizam como argumento o verso 4, que diz: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei” (NVI). … [porém] A palavra grega para Lei (nomos) não é encontrada nem uma vez em 1 João. A palavra grega traduzida por lei no verso 4 significa “ilegalidade, iniquidade”, “rebelião”. Assim, a melhor tradução de 1Jo 3:4 é: “Qualquer que pratica o pecado também pratica iniquidade, porque o pecado é iniquidade” [ou rebeldia], conforme visto na versão Almeida Revista e Corrigida. Ou seja, o pecado da disposição mental de rebeldia, opor-se deliberadamente à influência do Espírito Santo. Significa viver como se não houvesse nenhuma lei. E isso, João nos diz nos versos 6 e 9, é uma impossibilidade para os cristãos. “Qualquer que permanece nele não vive pecando; qualquer que vive pecando não o viu nem o conheceu” e “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (v. 6, 9 ARC). Derek J. Morris, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/22.
6 Não vive pecando. Ou, “não continua a pecar”, ou “não peca habitualmente”, como implica a forma do verbo grego. O apóstolo se refere ao pecado habitual, não a erros ocasionais que qualquer cristão é propenso a cometer (ver com. de 1Jo 2:1). João sabe que os cristãos são induzidos a pecar (1Jo 1:8, 10), mas também conhece o remédio para tais falhas (1Jo 1:9; 2:1). Aqui, fala do estado ideal que é alcançável por aquele que permanece constantemente na presença protetora do Salvador sem pecado. CBASD, vol. 7, p. 718.
Todo aquele que vive pecando. Ou seja, todo aquele que peca por costume. CBASD, vol. 7, p. 718.
Não O viu. Aquele que continua a pecar demonstra que não conservou sua visão original de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 718.
8 Manifestou. Do gr. phanereoo (ver com. do v. 5). Uma clara referência à encarnação, o que implica a preexistência de Cristo como o eterno Filho de Deus (ver com. de Mq 5:2; Jo 1:1-3; ver vol. 5, p. 1013). Porém, o interesse de João aqui não é estabelecer a natureza de Cristo: ele se ocupa em explicar o propósito que levou o Filho de Deus a Se “fazer carne”. CBASD, vol. 7, p. 719.
As obras do diabo. Essas “obras” incluem todo o mal que Satanás tem sempre feito no mundo e na criação de Deus. Porém, esta referência particular pode ser aos pecados que o diabo fomenta na vida dos seres humanos. Cristo veio para libertar os homens da escravidão do pecado (ver com. de Mt 1:21), desfazendo a obra do maligno. CBASD, vol. 7, p. 719.
9 Não vive na prática do pecado. isto é, não continua a pecar ou não peca habitualmente. … O apóstolo caracteriza aqueles que nasceram de Deus. … Não continuam escravos de seus antigos pecados, nem cometem habitualmente os antigos erros. CBASD, vol. 7, p. 719.
Não pode viver pecando. Ou, “não é capaz de continuar em pecado”, ou “não é capaz de pecar habitualmente”. Isso não significa que o cristão sejas incapaz de cometer uma ato errado. Se ele não fosse capaz de pecar, não haveria nenhuma virtude em ser sem pecado, e não haveria nenhum desenvolvimento de caráter. João já deu a entender que o cristão comete erros ocasionais (ver com. de 1Jo 2:1). CBASD, vol. 7, p. 719.
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“E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que Ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu” (v.24).
A paternidade de Deus para com a humanidade é algo tão grandioso e sublime, que não pode ser comparada com a paternidade terrena. O único amor que Ele mesmo usou como uma analogia, para fins de compreensão humana, foi o amor de mãe (Is.49:15). O amor de Deus, porém, é um amor incomparável e acima de nosso intelecto limitado. Só a eternidade explicará um amor que dá a própria vida para salvar pessoas que não merecem ser salvas. Ele nos chama de Seus filhos e a Sua graça e misericórdia nos estende o tempo de espera de um Pai que está pronto para correr em nossa direção e nos envolver com beijos e abraços (Lc.15:20). Este capítulo, portanto, trata-se do mais lindo recado de amor de um Pai para Seus filhos.
“Amados, agora, somos filhos de Deus” (v.2), e como Seus filhos representamos os Seus interesses e somos herdeiros da fiel promessa. E, “quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é” (v.2). Crendo nesta esperança, somos purificados, “assim como Ele é puro” (v.1). Não faz parte, porém, da vida de um filho de Deus a prática do pecado, porque “aquele que permanece nEle não vive pecando; todo aquele que vive pecando não O viu, nem O conheceu” (v.6). Aqui nós entramos em um assunto extremamente delicado, que muitos não têm compreendido (ou não querem compreender). João não afirmou que deixamos de ser pecadores, mas que não mais vivemos na prática do pecado. Percebem, amados?
Diante da dificuldade do ser humano em fazer diferença entre o bem e o mal, o Senhor nos deixou Sua preciosa Palavra e os escritos do Espírito de Profecia em nosso tempo, para que possamos compreender qual a largura, altura e profundidade da última “arca” da salvação. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém” (v.7). Temos a verdade presente em mãos para aprender e praticar a justiça que vem de Deus. E o que temos feito com este tesouro celeste? Buscado do Senhor a unção do Espírito Santo para fazer a Sua vontade, ou ignorado tudo aquilo que contraria a nossa própria vontade? Jesus não apenas Se manifestou para nos salvar, mas também “para destruir as obras do diabo” (v.8). E se o diabo veio “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10), todo aquele “que pratica o pecado procede do diabo” (v.8).
Aquele que possui “recursos deste mundo” e nega ajudar um irmão em necessidade, “como pode permanecer nele o amor de Deus?” (v.17). Aquele “que odeia a seu irmão é assassino” (v.15)! Amar “de fato e de verdade” (v.18) envolve uma boa consciência diante de Deus e diante dos homens. Ser da verdade não é deixar de errar, mas a constante busca por um coração em paz “diante de Deus” (v.21). E as nossas orações passam a ser atendidas “porque guardamos os Seus mandamentos e fazemos diante dEle o que Lhe é agradável” (v.22). Desta forma, permanecemos em Deus, e Deus, em nós, através da constante atuação do Espírito Santo em nossa vida. E a virtude inaugural de Seu maravilhoso fruto é o amor (Gl.5:22). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (v.16).
A abordagem de João com relação a Caim é muito clara. Porque Caim matou Abel? “Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (v.12). A inveja despertou-lhe o ódio homicida, e este mesmo sentimento vil tem transformado a igreja de Deus no único exército que fere e que mata os seus próprios soldados. Até quando a paciência do Senhor terá de suportar este conflito “sangrento”? Os filhos de Deus, diz a irmã White, “devem ser os mensageiros vivos para proclamar uma mensagem viva nestes últimos dias” (Igreja Remanescente, p.60). Precisamos odiar o pecado que há no mundo, não as pessoas que nele estão. Declarar a verdade é diferente de atacar usando a verdade. Percebem? Que ungidos pelo Espírito Santo, como filhos de Deus que somos, sejamos sal e luz do mundo, iluminados pelo amor de nosso Pai celestial!
Amado Pai Celestial, as palavras inspiradas dadas a João – um homem que possuía uma natureza rude e vingativa, mas que foi transformado pelo poder do amor de Cristo – estas palavras chegam até nós hoje como um atalaia a nos indicar o caminho a seguir a fim de que possamos chegar seguros no Lar. O amor a Ti, Senhor, e o amor ao nosso próximo são indicativos incontestáveis de que o Teu Espírito habita em nós. Mas a verdade é que a nossa realidade como igreja de Deus está tão longe disso. Não amamos ardentemente uns aos outros. E muitas vezes o que temos é mais valorizado do que o que somos. Pai do Céu, tem misericórdia de nós! E por favor, Senhor, sacode a Tua igreja para que não tenhamos que viver por muito tempo nesta Terra. Porque, enquanto não tivermos a plenitude do Espírito Santo, Jesus não voltará. Une a Tua igreja num só propósito, num só coração, meu Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Pai Celeste!
Rosana Garcia Barros
#1João3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I JOÃO 3 – Este capítulo ressoa como trovão celestial, trazendo uma mensagem de identidade, santidade e separação do pecado. Com precisão de um mestre e paixão de um profeta, João expõe a realidade inegociável da filiação divina e da incompatibilidade entre a prática do pecado e a vida cristã genuína.
O cristão não é meramente alguém que professa uma fé, mas alguém cuja identidade foi radicalmente redefinida (I João 3:1-3). O amor de Deus não é uma abstração, é uma força regeneradora que nos separa do mundo e conforma-nos à pureza de Cristo.
Se somos filhos de Deus, devemos refletir-Lhe o caráter… Assim, a esperança na manifestação gloriosa de Cristo não é passiva, é ativa. Pois, o verdadeiro fiel não aguarda o advento de Jesus com negligência moral, mas com zelo santificador.
O pecado não é uma questão trivial. É obra do Diabo – uma afronta contra a santidade de Deus. Cristo não veio apenas para perdoar pecados, mas para destruir o domínio do pecado sobre os que nEle creem. Portanto, aquele que é nascido de Deus não pode viver pecando – o que não implica em impecabilidade absoluta – é uma declaração da nova natureza que rejeita e combate o pecado (I João 3:4-10).
João separa dois grupos:
• Os filhos de Deus e os filhos do diabo.
• A linha divisória não é religiosa, é moral e espiritual.
• Quem pratica a justiça e ama ao irmão manifesta a filiação divina.
• Quem vive no pecado e na indiferença revela sua natureza depravada.
Não há meio-termo. O cristianismo genuíno não tolera uma vida de complacência com o pecado.
Se a santidade distingue os filhos de Deus dos filhos do diabo, o amor é sua marca visível. João remonta à história de Caim, que assassinou Abel por inveja – o ódio ao irmão evidencia morte espiritual. Portanto, o amor não é opcional para o cristão; é prova de regeneração. Contudo, não é qualquer amor, é o amor sacrifical e tangível; do contrário, será hipócrita/falso (I João 3:11-18).
O amor prático fortalece nossa confiança em Deus, a qual não se baseia em emoções voláteis, mas na fidelidade divina (I João 3:19-24).
• Então, fica a pergunta: Minha identidade é verdadeiramente a de um filho de Deus ou apenas de um religioso nominal?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.