Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 13 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
4 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 13 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 13 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



HEBREUS 13 by Luís Uehara
4 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/13

Hebreus 13 encerra a carta com uma exortação prática. O autor não continua ascendendo em sua poderosa exposição teológica a respeito do que Deus realizou através de Jesus. Ele pousa seus pensamentos em conselhos práticos para uma congregação que precisa muito deles. Ele os conhece bem.

No início de sua história, os destinatários da carta experimentaram a bondade da palavra de Deus, provaram o dom celestial e tiveram uma experiência com o Espírito Santo. Mais tarde, no entanto, eles perderam seus bens e foram expostos publicamente a vergonha e aflição por causa de sua fé (10:32). Alguns deles tinham sido postos na cadeia e não tinha sido liberados (13:2). Então vieram os falsos mestres (13:9-10) e as tentações do sexo e do dinheiro (13:4-6). Outros não conseguiram crescer em conhecimento (5:11-14) e os seus corações haviam endurecido pelo engano do pecado (3:12-13).

Os líderes podem nos ajudar a discernir o perigo de falsos ensinos e a nos concentrarmos na esperança que temos e em fazer o bem.

O autor de Hebreus encerra pedindo orações intercessoras a seu favor. Ele conclui apelando aos irmãos para que ouçam a sua “palavra de exortação”. Que, ao lermos essas palavras, entendamos que fazemos parte desses “irmãos”, e que também precisamos ouvir essa “palavra de exortação” hoje.

Felix H. Cortez
Seminário Teológico da Universidade Andrews
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de março de 2025, 0:50
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659 palavras

1 O amor fraternal. Ver Rm 12:10. O capítulo final do livro de Hebreus é composto de uma série de advertências gerais sobre diversos assuntos e uma saudação pessoal. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 533.

2 Acolheram anjos. Este foi o privilégio de Abraão (Gn 18:1-8), Ló (Gn 19:1-3), Gideão (Jz 6:11-20) e Manoá (Jz 13:2-4, 9-21). A fidelidade em atender às necessidades dos estrangeiros será levada em consideração no juízo final (Mt 25:35). CBASD, vol. 7, p. 534.

4 Leito sem mácula. Esta parte do versículo pode ser traduzida como: “que o leito seja sem mácula”. É possível o leito ser contaminado, daí que o apóstolo aconselha seus leitores a mantê-lo puro e honrado para não ser degradado como instrumento para a gratificação de luxúrias vis. Por outro lado, a ideia de que as intimidades da vida matrimonial são desonrosas ou que prejudicam a nobreza do caráter é um artifício do diabo, que desonra uma das providências ordenadas pelo Criador, também declarada como virtuosa (1Co 7:3-5). CBASD, vol. 7, p. 534.

5 As coisas que tendes. Se as pessoas aprendessem a se contentar com o que têm e não cobiçassem o que pertence aos outros, a maioria dos problemas seria automaticamente resolvida. A atitude do cristão para com as coisas materiais evidencia sua condição espiritual (Mt 6:19-34). CBASD, vol. 7, p. 534.

9 Não vos deixeis envolver. Alguns são facilmente influenciados por qualquer ensinamento novo ou estranho. Por falta de discernimento espiritual, eles são incapazes de diferenciar entre a verdade e o erro e de comparar o novo ensino com as Escrituras (Ef 4:14; Cl 2:4, 8). CBASD, vol. 7, p. 535.

doutrinas várias e estranhas […] não com alimentos. Não fica claro quais são estas doutrinas sobre “alimentos”. O contexto sugere que os “alimentos” se tornaram um substituto ou complemento para a graça ofertada em Cristo e provavelmente estavam ligadas ao altar em Jerusalém (v. 10). É possível que alguns estivessem defendendo a participação nas refeições cerimoniais dos judeus, que estavam relacionadas aos sacrifícios do templo, como uma espécie de graça mediadora. No entanto, o autor deixa claro que Jesus, de “uma vez por todas”, se ofereceu em sacrifício, tornando vão os sacrifícios do santuário (10:1-18). Portanto, essas comidas e bebidas, bem como as outras ordenanças ligadas aos sacrifícios, não tinham valor para as salvação, pois só tinham sido instituídas até a vinda de Cristo (9:9, 10). Bíblia de Estudo Andrews.

10 Possuímos um altar. Este “altar” é o lugar em que os cristãos se reúnem para oferecer sacrifícios a Deus. Esses sacrifícios consistem de louvores ao Senhor, ações de graças, boas obras e “mútua cooperação” (v. 15, 16; ver 10:22). Outros livros do NT também se referem à vida cristã como um serviço sacerdotal a Deus (Rm 12:1, 2;1Pe 2:5, 9; Ap 5:10). Bíblia de Estudo Andrews.

11 Aqueles animais. Quando o sangue da oferta pelo pecado era levado para o santuário, como no caso do sacerdote ungido ou de toda a congregação, o sacerdote não devia comer da carne, mas queimá-la fora do arraial (Lv 6:30). Da mesma forma, Jesus “sofreu fora da porta” (Jo 19:17), depois disso, Ele ascendeu para ministrar Seu próprio sangue no santuário celestial (Hb 9:12). Ainda estando sob o antigo sistema sacrificial, os sacerdotes não teriam direito a comer sua porção usual desse sacrifício (Hb 13:10), mas Cristo disse: “Tomai, comei: isto é o Meu corpo que é dado por vós” (1Co 11:24). CBASD, vol. 7, p. 536.

13 Saiamos […] fora do arraial.  Os cristãos devem ir para “fora do arraial” sempre que são censurados por causa de Jesus. Podem perder seu lar (social), mas ganham uma cidade “da qual Deus é o arquiteto e edificador” (11:10, 16). Bíblia de Estudo Andrews.

17 Não aproveita. Os membros da igreja não obtêm nenhuma vantagem por dificultar aos líderes designados a boa prestação de contas de sua administração. Ambos irão compartilhar a “alegria” ou a “tristeza” no dia da prestação de contas. CBASD, vol. 7, p. 537.

18 Orai por nós. Embora fosse de grande experiência e estatura espiritual, Paulo apreciava e buscava a oração de seus irmãos em Cristo. Todo verdadeiro líder aprecia o interesse e as orações daqueles pelos quais trabalhaCBASD, vol. 7, p. 537.

19 Eu vos seja restituído. O v. 23 sugere que, na época Timóteo estava na prisão e que o autor de Hebreus estava em liberdade. Outras circunstâncias, como doença ou pressão dos deveres missionários podem ter impedido o retorno de Paulo a esses crentes. CBASD, vol. 7, p. 537.

22 Resumidamente. Ele gostaria de ter dito muito mais sobre o assunto, mas o espaço não permitia. CBASD, vol. 7, p. 538.



Hebreus 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de março de 2025, 0:45
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O encerramento da epístola aos hebreus revela traços característicos da escrita de Paulo. Parece que o apóstolo dos gentios precisou usar do artifício do anonimato para não causar alvoroço entre os judeus. Houvesse ele se identificado no início da carta, e correria o risco de serem rejeitadas as suas palavras. A missão de Paulo era pregar o evangelho, mesmo que para isso tivesse que ocultar-se. O seu pedido de oração, rogos e referência a Timóteo, seu fiel companheiro de ministério, revelam, por fim, a sua identidade. Mas assim como o objetivo desta carta não era de revelar quem a escreveu, mas imprimir no coração e na mente dos judeus conversos o evangelho da salvação, também somos chamados a permitir que o Espírito Santo realize esta mesma obra em nossa vida.

Paulo encerrou a epístola elencando deveres sociais e espirituais que devem reger a vida do cristão. Vejamos:

1. Constância no amor fraternal (v.1);
2. A prática da hospitalidade (v.2);
3. A compaixão para com os presos e maltratados (v.3);
4. A pureza no casamento (v.4);
5. O contentamento e a gratidão (v.5);
6. A confiança em Deus (v.6);
7. Seguir exemplos de fé (v.7);
8. Não se deixar enganar por doutrinas que contradizem os ensinos bíblicos (v.8);
9. A “prática do bem e a mútua cooperação” (v.16);
10. Obediência e submissão aos líderes espirituais (v.17).

Esta lista de deveres sagrados não era nada, comparada às milhares de regras criadas pela tradição judaica. Os líderes religiosos oprimiam o povo a seguir com rigor regras que nem eles mesmos conseguiam cumprir. O amor a Deus era recitado no “Shemá” pela manhã e à noite, todos os dias, mas, de fato, não compreendiam a essência do que declamavam (Dt.6:4-5). O amor a Deus se expande no amor ao próximo e ambos precisam ser experimentais. Acolher, cuidar, respeitar, compartilhar, compõem a conjugação do verbo amar. E foi para isso que fomos chamados. Porque a santificação é um processo que envolve a purificação individual que contagia o todo. Aquele que ama a Deus e é por Ele santificado, como Paulo, fará de tudo para alcançar todas as classes de pessoas. Este é o amor, fruto do Espírito Santo: o amor que transforma a própria vida e a vida de outros.

Amados, “não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (v.14). Portanto, seja a nossa vida um constante labutar revestidos da armadura de Deus (Ef.6:10). Mas não nos desviemos, jamais, do Centro de toda a Bíblia: Jesus Cristo. Sua vida de pureza, amor e obediência deve ser o nosso supremo Exemplo. Ele veio não somente para pagar o preço de nosso resgate, mas para nos ensinar a amar como Ele nos amou (Jo.13:34). Certamente, se deres a Ele o seu coração, Deus lhe aperfeiçoará “em todo o bem, para cumprirdes a Sua vontade” (v.21). O que Jesus nos diz, como Sua última igreja, é muito simples de se entender: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). “Rogo-vos, com muito empenho, que assim façais” (v.19), e Jesus os guardará para a vida eterna.

A graça seja com todos vós” (v.25).

Querido Pai que habita nos Céus, encerramos mais este livro da Tua Palavra na certeza de que o Senhor falou conosco. Não somente por comentários como este, mas através do Espírito Santo em nosso estudo e comunhão pessoal e diária Contigo. Senhor, nosso lar não é aqui, por isso buscamos perseverar no caminho para a Tua Casa. Como Davi, queremos morar na Casa do Senhor para sempre. Purifica-nos de todo pecado e salva-nos para o Teu reino, Pai! Enche-nos do Espírito Santo! Traze para Teu aprisco as Tuas ovelhinhas que ainda estão dispersas! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, imitadores do amor de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO HEBREUS 13 – Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
4 de março de 2025, 0:40
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HEBREUS 13 – Não existe verdadeiro avivamento espiritual sem reforma de vida; seguir a Cristo exige transformar nosso viver diário à luz da Palavra, onde é revelado o sacrifício e ministério de Cristo.

Por conseguinte, a santificação não é um detalhe da salvação, mas a evidência de que pertencemos ao inabalável Reino divino. Não podemos clamar por reavivamento enquanto abraçamos o pecado e os padrões de uma sociedade corrompida – somente uma entrega total a Cristo nos tornará verdadeiros agentes de luz neste mundo.

Em Hebreus 13, encontramos um chamado para uma vida santa, refletindo a obediência e a consagração a Cristo, cuja obra redentora é a base inabalável de nossa fé. Este capítulo conclui a carta aos Hebreus com exortações práticas à vida cristã, destacando que a fé genuína deve manifestar-se em ações concretas.

Neste último capítulo, somos incentivados ao amor fraternal (Hebreus 13:1), à hospitalidade (Hebreus 13:2), à compaixão pelos que sofrem (Hebreus 13:3) e à pureza no matrimônio (Hebreus 13:4) – Tais características são marcas de uma vida transformada, que se submete inteiramente ao senhorio de Cristo.

• Como súditos do Reino do Altíssimo, somos chamados a viver separados do pecado e em conformidade com padrões divinos, rejeitando valores corrompidos do mundo.

Hebreus 13:12, informa que “Cristo sofreu fora das portas da cidade” para nos chamar a uma vida separada, santa e consagrada a Deus. Se queremos um reavivamento autêntico, devemos estar dispostos a sairmos “até Ele… suportando a desonra que Ele suportou” (Hebreus 13:13) – Isso significa abandonar as práticas do mundo e viver de maneira distinta, refletindo a glória de nosso Salvador.

• Um reavivamento sem reforma de vida é mero sentimentalismo.
• Deus deseja um povo que busca pureza, que rejeita a corrupção moral e que esteja disposto a carregar a cruz diariamente!

A base de nossa transformação está no caráter imutável de Cristo (Hebreus 13:8). Assim, o verdadeiro avivamento surge quando confiamos plenamente no Senhor, permitindo que Ele governe nossa vida. Isso envolve, considerar os ministros de Cristo (Hebreus 13:7, 17) rejeitar doutrinas estranhas (Hebreus 13:9-10), confiar na provisão divina (Hebreus 13:5-6), e viver uma fé ativa, expressa em l
louvor e boas obras (Hebreus 13:15-21).

Hebreus 13 nos desafia a viver uma fé prática, sustentada pela graça e evidenciada por um caráter transformado… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.