Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: I TESSALONICENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
1 TESSALONICENSES 2 – BLOG MUNDIAL
I TESSALONICENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1ts/2
Neste capítulo, Paulo mostra um padrão a ser seguido pelos líderes. Paulo lembra aos Tessalonicenses de seu comportamento ao testemunhar entre eles: “tratamos a cada um como um pai trata seus filhos. Aconselhamos, incentivamos e insistimos para que vivam de modo que Deus considere digno” (vv. 11-12 NVT). Paulo também os lembra de como ele não buscava o reconhecimento humano, nem fazia exigências, mas era gentil, assim como uma “mãe que alimenta os filhos e deles cuida” (v. 7 NVT).
Um bom líder sabe quando deve exercer autoridade e quando deve ser gentil. Paulo reconheceu a importância da liderança dinâmica e percebeu que não precisava ir aos Tessalonicenses “afirmando sua autoridade como apóstolo”. Em vez disso, Paulo foi gentil, sabendo que os Tessalonicenses eram “filhos” quando se tratava de coisas espirituais.
John Maxwell escreve “Liderança é influência: nada mais, nada menos.” Quer sejamos líderes por nomeação ou simplesmente por influência, devemos nos lembrar de ser dinâmicos em nossas interações. Assim como é importante “ser forte e pregar a Palavra”, também devemos saber quando as situações exigem um espírito gentil e protetor. Em resposta ao chamado para liderar hoje, ao conduzir outros a Jesus, você permitirá que Ele lhe encha com o gentil Espírito Santo?
Seth McKelvey
Pastor da Associação de Estudantes, Academia Adventista dos Grandes Lagos, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1th/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
618 palavras
4 Não para que agrademos aos homens. O apóstolo tinha tanto interesse em agradar a Deus que cumpria a missão, levando em pouca consideração a opinião dos homens acerca de si (ver 1Co 4:3, 4; Gl 1:10). … seu objetivo não era agradar os homens e conquistá-los por astúcia, mas antes ter a aprovação de Deus e aproximar as pessoas do Mestre. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 231.
5 Linguagem de bajulação. Para provar que seu objetivo não fora agradar os homens, Paulo lembra os conversos … que os apóstolos nunca incorreram em bajulação na pregação para tornar o evangelho aceitável. … Esses apóstolos de Cristo não pregavam coisas suaves, como os falsos profetas (ver Is 30:10; Ez 13:10). CBASD, vol. 7, p. 231, 232.
Enviados (gr apostoloi). Os filósofos epicureus e cínicos também buscavam adeptos, viajando e pregando com esse intuito, mas eram motivados por ganância e glória humanas, Bíblia Shedd.
9 Labutando. Paulo se refere ao trabalho no ramo de construção de tendas (ver com. de At 18:3). CBASD, vol. 7, p. 233.
Noite e dia. Paulo propôs ganhar seu sustento, determinado que o evangelho fosse pregado gratuitamente. Ninguém teria motivo para acusar o apóstolo de pregar por ganho pessoal. ele trabalhava para não ser um peso para suas congregações (ver com. de 1Co 4:12; 2Co 11:9; 1Ts 2:6). CBASD, vol. 7, p. 233.
13 Palavra de Deus. Paulo não tinha dúvidas acerca da origem da mensagem que pregava: sabia que provinha de Deus. … Ele se alegrava porque os tessalonicenses também reconheciam a autoridade divina de sua mensagem, e citou esse reconhecimento como o principal motivo de seu regozijo. CBASD, vol. 7, p. 234.
Temos aqui uma advertência contra a tendência da igreja de por a tradição humana no mesmo nível com a palavra de Deus. Bíblia Shedd.
14 Igrejas de Deus. No AT grego (XX [septuaginta]), a igreja de Deus (ekklesia) refere-se à congregação do Povo Escolhido e, praticamente, equivale ao termo “sinagoga”. A diferença entre as igrejas cristãs e aquelas era a aceitação era a aceitação de Jesus como Messias, o que as torna em “igrejas … em Cristo Jesus”. Imitadores na maneira que suportaram a perseguição. Bíblia Shedd.
Judeia. Paulo revela a grande consideração que tem pelos crentes da Judeia e os considera como modelos para as outras igrejas. CBASD, vol. 7, p. 234.
17 Orfanados. Do gr. aporphanizo, “privar de um dos pais”. … A palavra grega sugere a íntima relação familiar existente entre Paulo e seus conversos. Quando as circunstâncias os separaram, cada membro sentiu como se a família fosse dispersada. CBASD, vol. 7, p. 235.
18 Barrou. O apóstolo não revela como Satanás o havia barrado. O inimigo, no entanto, pode apenas barrar, mas não pode evitar o triunfo final do evangelho. O Senhor é o governante; Ele e Sua igreja triunfarão. CBASD, vol. 7, p. 236.
Atrás dos obstáculos no caminho da divulgação do evangelho encontra-se Satanás (Rm 16.20). É necessário avançar no poder de Cristo, que pode vencer “o valente”, tirar a sua “armadura e dividir os seus despojos” (Lc 11.21, 22; cf 1 Ts 3.11). Bíblia Shedd.
20 Vós sois … nossa glória. Isso era um grande louvor para os tessalonicenses. Os crentes não seriam apenas sua alegria e coroa de glória na vinda de Cristo, mas, já na época da escrita da epístola, eram seu orgulho e deleite. Paulo se gloria nas evidências da obra do Espírito de Deus entre eles. A fé, o amor e a esperança (1Ts 1:3), unidos ao forte espírito missionário dos tessalonicenses (v. 8), eram motivos para alegria e constante ação de graças por parte do apóstolo (v. 2). Acima de toda contradição, seu coração estava em Tessalônica. CBASD, vol. 7, p. 237.
3.1 A divisão entre os capítulos aqui é infeliz. Pelo que liga aquilo que segue [cap. 3] aos vv [2]17-20 que precedem. Sozinhos. A palavra no grego é forte: “abandonado”. Foi com sacrifício que Paulo ficou para enfrentar o intelectualismo incrédulo de Atenas. Bíblia Shedd.
Filed under: Sem categoria
“A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha” (v.5).
Definitivamente, o objetivo de Paulo não era o de agradar pessoas, mas de fazer a vontade de Deus. Orientado pelo Espírito Santo, suas viagens eram sempre motivadas pela sua “ousada confiança” em Deus (v.2). Mesmo que “em meio a muita luta” (v.2), nenhum obstáculo era grande demais para alguém que estava disposto a dar “a própria vida” para que o evangelho fosse pregado a muitos (v.8). Paulo não buscava a “glória de homens” (v.6), contudo, o seu amor para com os irmãos era como o amor de um pai por seus filhos (v.7). A proclamação do evangelho o enchia do genuíno amor de Cristo, e mesmo suas próprias necessidades eram postas de lado a fim de que, de modo algum, a obra de Deus fosse infamada ou atrasada.
Paulo destacou algo interessante neste capítulo. A forma como os tessalonicenses receberam “a palavra de Deus” (v.13). Apesar da profunda consideração que nutriam por Paulo e seus companheiros de ministério, a verdade de Deus foi exaltada acima dos instrumentos humanos. Eles aceitaram a Palavra de Deus tal qual ela é e começaram a ser praticantes da mesma. Observem o final do versículo treze: “[…] a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes” (v.13). O conhecimento da verdade os levou à prática da verdade. Percebem a sequência, amados? Eles creram, e porque creram, obedeceram. Ao fazer uma analogia com a vida de Abraão, Tiago concluiu: “Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou” (Tg.2:22).
A igreja de Tessalônica tornou-se “o modelo” a ser seguido (1Ts.1:7) simplesmente porque buscou seguir o supremo Modelo: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10). Ainda que perseguida por seus próprios concidadãos (v.14), aquela igreja decidiu sofrer por Cristo e com Cristo. Certamente, aqueles irmãos queridos eram um conforto para Paulo, um conforto maravilhoso por saber que não era vã a sua labuta. Para ele era um privilégio ser um vaso escolhido de Deus para a proclamação do evangelho (v.4).
Com certeza (e agora falo em nome de todos nós que compomos a equipe do Reavivados Por Sua Palavra), não fomos delegados por homens, mas chamados por Deus. E a nossa alegria e conforto está em saber que muitos têm sido reavivados não por nossas palavras, mas pela Palavra de Deus que está acima de toda e qualquer palavra humana. Que estamos unidos num só propósito de exortarmos, consolarmos e admoestarmos uns aos outros para que possamos viver “por modo digno de Deus, que [nos] chama para o Seu reino e glória” (v.12). Por isso que, hoje, fazemos das palavras de Paulo as nossas: “Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria!” (v.20). E, de coração, declaramos que “vos tornastes muito amados de nós” (v.8).
Que Deus continue operando em nossa vida a transformação e a santificação que somente a Sua Palavra pode operar.
Pai querido, não temos nada de bom para Te oferecer, mas somente um coração corrompido pelas ranhuras do pecado. Queremos, porém, entregá-lo a Ti, porque só Tu podes transformá-lo em um coração manso e humilde, como o de Jesus. Senhor, desejamos tanto viver de modo digno diante de Ti! A Tua Palavra diz que precisamos pedir com fé e o Senhor nos dará, então Te pedimos, ó Deus, o Espírito Santo! Dá-nos Teu Espírito, Pai de amor! Concede-nos a mente de Cristo, para sermos encontrados por Ti como as virgens prudentes, como os sábios que entenderão que estamos vivendo no último cenário profético da história deste mundo. Guarda-nos para o Teu reino como os Teus pequeninos, Senhor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “amados de nós” (v.8)!
Rosana Garcia Barros
#1Tessalonicenses2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
I TESSALONICENSES 2 – Na abordagem de Paulo sobre seu ministério em Tessalônica, aprendemos sobre o compromisso com a verdade ao invés da busca por aprovação humana (vs. 1-6); a importância de demonstrar o evangelho com ações, não apenas com palavras (vs. 7-8); o equilíbrio entre exortação, encorajamento e disciplina (vs. 9-13); o papel das Escrituras na transformação do caráter cristão (v. 13); a fidelidade em meio à oposição e perseguição (vs. 14-15); e, a igreja fiel como motivo de alegria e glória para os líderes espirituais (vs. 17-20).
Em I Tessalonicenses 2:16, o apóstolo faz referência a grupos que resistiam à pregação do evangelho, em especial a líderes religiosos e judeus indiferentes que rejeitavam a Cristo e perseguiam tanto os apóstolos quanto os novos convertidos. A “ira” mencionada reflete o juízo de Deus sobre a resistência persistente ao evangelho.
Note o tema do grande conflito entre o bem e o mal em I Tessalonicenses 2:
• No compromisso genuíno dos apóstolos em compartilhar o evangelho, mesmo sob ferrenha oposição (vs. 1-12).
• Na recepção da Palavra pelos tessalonicenses, que aceitaram como mensagem divina e não como meramente humana (v. 13).
• Na solidariedade dos tessalonicenses com outras igrejas que sofriam perseguições (vs. 14-15).
Em meio ao sofrimento causado pelas hostilidades dos adversários de Cristo neste mundo, Deus é o defensor de Seu povo e trará justiça no tempo determinado. Os inimigos do evangelho não escaparão do juízo divino – a justiça de Deus prevalecerá.
A ira de Deus não é impulsiva ou arbitrária, é o justo juízo divino contra o pecado/mal (Romanos 1:18-32); ela é progressiva e acumulativa, ou seja, Deus é paciente, mas o acúmulo contínuo de pecados leva ao limite de Sua longanimidade. A manifestação final da ira divina será no juízo escatológico, quando aqueles que rejeitaram persistentemente a graça divina receberão a consequência de sua resistência (Apocalipse 14:6-11).
Como Deus trouxe juízo sobre Israel em 70 d.C., Ele julgará o mundo no fim dos tempos (I Tessalonicenses 1:10). Deus vindicará Seu povo e realizará Sua justiça.
Por trás de cada oposição aos líderes espirituais e aos crentes fiéis está Satanás, que trabalha para atrapalhar o progresso do evangelho (I Tessalonicenses 2:17-20); porém, ele não conseguirá impedir o cumprimento pleno dos planos de Deus.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.