Reavivados por Sua Palavra


COLOSSENSES 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
26 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: COLOSSENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia

COLOSSENSES 2 – BLOG MUNDIAL

COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



COLOSSENSES 2 by Luís Uehara
26 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/cl/2

Ao me ajoelhar ao lado de José, senti grande compaixão por aquele jovem oprimido por um demônio. Ele estava sofrendo por mais de uma hora, conforme o espírito maligno que o possuía praguejava e ameaçava os que estávamos orando. Agora José estava deitado no chão, imóvel, como se estivesse morto. Sua postura física refletia a sua condição espiritual.

“José”, disse eu com a minha Bíblia aberta no chão à frente, “Colossenses capítulo 2 diz que mesmo que você esteja morto em seus pecados, Jesus lhe perdoará. Jesus desarmou os principados e potestades e triunfou sobre eles na cruz. Somente Jesus pode libertá-lo. Você acredita nisso, José?” Um instante depois a voz sinistra que estivera nos amaldiçoando gritou: “Eu sei disso há dois mil anos!”

José encontrou a liberdade naquele dia. Sua liberdade foi garantida dois mil anos atrás, quando Aquele que é a cabeça de todos os principados e potestades veio a esta terra em forma corpórea cheio de toda a plenitude da divindade.

O único modo de encontrarmos a plenitude é através de um relacionamento com Jesus (v. 10). José acreditou nessas verdades poderosas e isso mudou o curso da vida dele.

Essas verdades já mudaram o curso da sua vida?

Kenneth Norton
Presidente da Missão Guam – Micronésia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/col/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
26 de janeiro de 2025, 0:50
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1008 palavras

1 Grande luta. Descreve a vida de oração do apóstolo. Bíblia Shedd.

5 Em espírito, estou convosco. O corpo de Paulo está confinado na distante Roma, mas seu coração circunda os conversos que ama. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 195.

Filosofias e vãs sutilezas. O apóstolo não condena a filosofia em si, nem denuncia os filósofos. Ele alerta contra a filosofia alardeada pelos falsos mestres em Colossos, a qual era vazia e vã, promovida pelo engano. O contexto sugere que essa filosofia tinha relação com as observâncias cerimoniais, as crenças humanas, tradições, hábitos e pontos de vista materialistas, todos distantes do evangelho de Deus. … O centro dessa filosofia é a exaltação humana, enquanto Deus é completamente excluído ou ignorado (ver T1, 297). O cristão deveria ser advertido e preparado contra aqueles que ensinam isso. Seu fim é morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 196.

Tradição. As tradições são os modelos habituais de crenças e comportamento humano, transmitidos de uma geração a outra. CBASD, vol. 7, p. 196.

Corporalmente. Referência ao corpo glorificado de Cristo (Fp 3:21) no qual Ele ascendeu ao Céu (cf. DTN, 832). A plenitude da Divindade reside nEle corporalmente. Esta afirmação rebatia as falsas filosofias que ganhavam aceitação em Colossos (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 197.

10 O cabeça. Aquilo que Cristo é para a Igreja com amor (1.18), Ele é em primazia e autoridade sobre toda criatura no universo. Bíblia Shedd.

Principado e potestade. Paulo novamente enfatiza que Cristo é a cabeça de todo poder e autoridade. Seu soberano poder é a fonte da vida. O apóstolo quer dizer que, ao Cristo habitar em nós, a mesma autoridade vitoriosa e poder criador nos prepararão para vencer. CBASD, vol. 7, p. 197.

16-19 Não se submeter a Cristo garante a introdução de erro e pecado na fraternidade. Bíblia Shedd.

16 Julgue. Isto aponta aos falsos mestres que, entre outras coisas, insistiam na vigência do sistema cerimonial judaico (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 200.

Comida e bebida. Estas palavras se referem às ofertas de alimento e bebida apresentadas pelos israelitas em conformidade com o sistema sacrificial, codificado na lei cerimonial. Alguns concluíram erroneamente que a afirmação de Paulo indica a abolição da proibição de ingerir alimentos declarado impuros (ver Lv 11). Este não é o significado pretendido pelo apóstolo, o que é evidenciado nas observações seguintes: (1) A comida e bebida são declaradas sombras de Cristo (Cl 2:17); isto é, apontam para o sacrifício e o ministério de Cristo. As ofertas de comida e bebida cerimoniais pertencem claramente a esta categoria, o que não ocorre com a proibição quanto a alimentos impuros. (2) A proibição para não comer determinados alimentos precede a lei cerimonial (ver com. de Gn 7:2). Por isso, certos animais devem ser considerados impuros por razões diferentes dos motivos cerimoniais. … O apóstolo não está permitindo que os cristãos colossenses comam e bebam o que quiserem, indiferentes às críticas. Paulo afirma que os cristãos não estão mais obrigados a praticar as exigências da lei cerimonial. As ofertas de comida e bebida têm seu cumprimento em cristo. CBASD, vol. 7, p. 200.

Dias de festa. As ordenanças cerimoniais contem mandamentos para a observância de vários dias santos: a Páscoa, a festa dos Pães Asmos, o Pentecoste, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos (ver Lv 23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Lua nova. O primeiro dia de cada mês ou dia de lua nova (ver Nm 10:10; 28:11; cf. 1Sm 20:5; Is 66:23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Sábados. O tipo de sábado em consideração é mostrado pela frase “tudo que há de vir” (Cl 2:17). O sábado semanal é memorial de um evento no início da história terrestre (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; PP, 48). Por isso, os “dias de sábado” que Paulo declara serem sombras apontando a Cristo não podem se referir ao sábado semanal designado pelo quarto mandamento, mas indicam os demais dias cerimoniais que se cumprem em Cristo e Seu reino (ver Lv 23:6-8, 15, 16, 21, 24, 25, 27, 28, 37, 38). CBASD, vol. 7, p. 201.

18 Pretextando humildade. Humildade artificial praticada ao agregar mérito, humilhação voluntária resultante em ascetismo desnecessário e indigno, estes são os resultados do orgulho. São levados a cabo para obter mérito por meio de esforço humano, pessoal. Na prática, os falsos mestres negavam a justiça de Cristo, não dando espaço para a sua operação no coração por meio da fé (ver T1, 297). CBASD, vol. 7, p. 201.

Culto dos anjos. Os falsos mestres aceitaram a guia dos anjos, aos quais consideravam emanações inferiores de Deus. Eles insistiam na fraqueza e inferioridade humana e na distância do grande e eterno Deus. Esse ponto de vista era uma extensão da humildade voluntária que defendiam. Se o corpo humano é completamente sem valor, não pode se aproximar de Deus e precisa de intermediários. Assim, os anjos eram adorados como seres superiores aos seres humanos, num sentido, extensões da divindade. Paulo adverte os colossenses contra essa filosofia, que é oposta ao ensino de Cristo. Citando Deuteronômio 6:13, Jesus declarou: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mt 4:10). Os anjos impediram a adoração a si mesmos (ver Ap 22:9). CBASD, vol. 7, p. 202.

23 Culto de si mesmo. O ser humano confia em si mesmo; reverencia os esforços pessoais que propõe para obter o favor de Deus. na vigilância à qual se impõe, nas torturas espirituais auto-infligidas, nos rituais autodesignados na forma de adoração planejada pelo ser humano, sua vontade pessoal e proeza são os fatores exaltados. Em contraste, a filosofia cristã   CBASD, vol. 7, p. 203.

Falsa humildade. Paulo se refere à falsa humildade tal como ostentada pelos fariseus e ascetas que eram culpados do orgulho do exibicionismo. CBASD, vol. 7, p. 203.

E de rigor ascético. Os extremistas religiosos de Colossos viam o corpo como pecaminoso. A severidade deles para com o corpo era extrema e desarmônica com o ensino cristão de que o corpo é o “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e contrária à instrução de apresentar o corpo como sacrifício vivo (ver com. de Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 203, 204.

Sensualidade. Uma interpretação comum é que a execução de todas estas leis e especulações humanas não tem valor contra a indulgência excessiva da carne. A única solução é uma completa submissão do coração a Cristo e a morte da vontade para os apelos do mundo. CBASD, vol. 7, p. 204.



Colossenses 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de janeiro de 2025, 0:45
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Quanto mais estudo a Bíblia, mais percebo o quanto preciso aprender e quão pequena sou diante das infinitas riquezas das Sagradas Escrituras. E, através da oração, tenho vivido experiências que realização humana alguma, por maior que seja, pode superar. Em pouco mais de onze anos dessas experiências diárias com Jesus tenho aprendido e compreendido o que quinze anos de uma religião formal não me ensinaram. Então, amados, como Paulo, vou direto ao ponto: precisamos compreender “plenamente o mistério de Deus, Cristo, em Quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos” (v.2-3). Conhecer Jesus através de Sua Palavra e manter comunicação com Ele através da oração, é tudo de que precisamos a fim de vivermos nEle e testemunharmos dEle.

O gnosticismo, as práticas pagãs e o formalismo judaico estavam ameaçando corromper, com seus “raciocínios falazes” (v.4), o corpo de Cristo representado pelos cristãos colossenses. Aquele ávido amor que os resgatou das trevas para o reino de Cristo estava sendo ameaçado pela falsa “filosofia e vãs sutilezas” (v.8). Fazendo uma analogia de uma das práticas antigas de Israel, Paulo comparou a circuncisão física com a circuncisão espiritual, denominando esta última de “circuncisão de Cristo” (v.11). Isto é, aquela prática exterior que por muitos anos foi um símbolo da aliança de Deus com Seu povo, após a cruz, tornou-se desnecessária e ineficaz. A nova circuncisão, símbolo da nova aliança em Cristo, passou a ser a transformação realizada de dentro para fora que, através do batismo (v.12), sela uma nova vida regida e edificada pelo Espírito Santo.

Observem que Paulo não disse: “andai com Cristo”, ou “andai ao lado de Cristo”, e sim: “andai nEle”, o que faz toda a diferença. Isto me faz lembrar de quando os discípulos fizeram o seguinte questionamento a Jesus: “Quem é, porventura, o maior no reino dos céus?” E a resposta do Salvador, ilustrada com uma criança que Ele mesmo colocou no meio de Seus inexperientes seguidores, foi a seguinte: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:1-3). Assim como Jesus pegou aquela criança e a colocou no meio dos discípulos, assim é aquele que nEle anda. Ele não vai para onde quer e nem diz o que acha que deve dizer, mas tão somente coloca-se à disposição de Jesus para que Este o tome pela mão e lhe diga o que fazer.

Quando passamos a entender isso de verdade, em Cristo somos “radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como [fomos] instruídos, crescendo em ações de graças” (v.7). O salmista Davi foi além ao declarar ter alcançado a paz real quando aprendeu a confiar em Deus como uma criancinha de colo: “como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo” (Sl.131:2). Você deseja desfrutar desta paz real? Cristo é o caminho (Jo.14:6), “andai nEle” (v.6). O nosso “escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças” foi cancelado quando Cristo o encravou na cruz do Calvário (v.14). Rituais, festas e dias sabáticos (ou seja, os feriados anuais, diferente do sábado do Senhor – Êx.20:8-11; Ez.20:12 e 20; Is.58:13-14), foram extintos quando a sombra deu lugar à realidade, quando o Cordeiro de Deus bradou: “Está consumado” (Jo.19:30).

A busca pela salvação através de rigor religioso é uma das mais perigosas sutilezas de Satanás. Ao invés de buscar a santidade em uma vida relacional em Cristo, muitos têm se desviado do caminho pelas vielas do “culto de si mesmo” (v.23). É um perigo sobre o qual todos nós estamos em risco. Por isso a importância da comunhão diária, a fim de que não sejamos iludidos pelos “preceitos e doutrinas dos homens” (v.22), mas firmes estejamos na nossa “fé em Cristo” (v.5), tendo “forte convicção” (v.2) no “assim diz o Senhor”. Não fomos chamados a sermos árbitros uns dos outros (v.18), amados, mas membros uns dos outros do mesmo corpo de Cristo.

Portanto, “filhinhos, agora, pois, permanecei nEle, para que, quando Ele Se manifestar, tenhamos confiança e dEle não nos afastemos envergonhados na Sua vinda” (1Jo.2:28). Então, não andaremos como trôpegos, sem saber o que fazer, nem tampouco ditaremos conceitos religiosos como indulgências disfarçadas, mas, em Cristo, buscaremos viver como Ele viveu, obedecer como Ele obedeceu e amar como Ele amou.

Nosso Pai do Céu, desejamos ser como crianças nos colocando aos pés de Cristo todos os dias para dEle aprender. Almejamos o coração de Jesus manso e humilde. Almejamos o ouro refinado no fogo, as vestes brancas e o colírio, que formam o perfeito caráter de Cristo em nós. Almejamos ser blindados pelo Teu Espírito contra os rudimentos do mundo e as tradições dos homens. Almejamos andar em Cristo e ser renovados dia a dia pela doce comunhão Contigo. Ajuda-nos, Senhor! Não Te pedimos nada fiados em nossas justiças, mas nas Tuas muitas misericórdias. E o fazemos nos méritos e no nome precioso de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, crianças em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Colossenses2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
26 de janeiro de 2025, 0:40
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COLOSSENSES 2 – Colossenses lembra-nos que a transformação completa vem de uma vida unida a Cristo, o qual capacita-nos a viver para a Sua glória e revelar o evangelho ao mundo.

Paulo escreve para alertar os crentes contra ensinos que ameaçam a simplicidade e a pureza do evangelho. Esses ensinos misturavam elementos da filosofia humana, tradições religiosas e ceticismo, criando uma visão distorcida de quem é Cristo e do que Ele realizou. O apóstolo aponta que essas ideias, apesar de parecerem “sábias” ou “elevadas”, são vazias e incapazes de transformar verdadeiramente a vida de uma pessoa.

Em Colossenses 2:9, Paulo é enfático ao declarar: “Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade”. Isso revela que Jesus não é apenas um grande mestre ou profeta poderoso. Ele é Deus em sua totalidade. Quando entendemos que Cristo é tudo o que precisamos para nos relacionarmos com Deus, somos libertos do legalismo no cristianismo (vs. 1-8).

Os falsos ensinos levam os crentes à escravidão espiritual. Pessoas que parecem piedosas criam situações para afastar outros de Cristo. Quando nos afastamos da centralidade de nosso Salvador, acabamos buscando validação em coisas externas. Essa é uma armadilha que nos desvia da liberdade em Cristo e não produz transformação genuína (Colossenses 2:16-23).

Por outro lado, quando nossa compreensão de Cristo está alinhada com a verdade bíblica revelada, nossa vida é transformada de dentro para fora. Em Cristo, somos “circuncidados”, ou seja, passamos por uma transformação espiritual profunda que nos capacita a viver de maneira santa e plena (Colossenses 2:11-12). Não precisamos de complementos humanos: Jesus já fez tudo o que era necessário na cruz e intercede por nós no Céu (Hebreus 2:14-18).

Colossenses 2 aborda uma questão central à vida cristã: a compreensão distorcida de Cristo pode impactar profundamente o comportamento do crente.

Imagine que você está construindo uma casa. A fundação é o que sustenta tudo o que virá depois. Se a base estiver torta ou mal feita, toda a construção estará comprometida. Da mesma forma, nossa vida espiritual é sustentada por aquilo que acreditamos sobre Cristo. Se essa crença for distorcida, nosso comportamento, valores e decisões também ficarão desalinhados.

Considerando estas verdades e enxergando nossa real situação espiritual, precisamos crescer no conhecimento de Cristo a fim de reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.