Reavivados por Sua Palavra


O LIVRO DE MATEUS by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2024, 12:00
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Autor

Mateus, cujo nome significa “dádiva do Senhor”, era um cobrador de impostos que deixou o seu serviço para seguir Jesus (9.9-13). Em Marcos e em Lucas, é chamado por seu outro nome, Levi. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Contexto histórico

No tempo de Cristo, a Palestina estava sob jurisdição de Roma, cujas legiões, lideradas por Pompeu, subjugaram a região e a anexaram à província romana da Síria, em 64-63 a.C. Depois de terem desfrutado independência política por cerca de 80 anos antes da chegada dos romanos, os judeus sofreram muito com a presença e a autoridade de representantes estrangeiros civis e militares. A indicação de Herodes, o Grande, pelo senado romano como monarca sobre grande parte da palestina tornou a sorte dos judeus ainda mais amarga. … A dominação dos judeus por Roma era resultado direto da desobediência às ordens divinas (ver CBASD, vol. 4, p. 17-20). Por meio de Moisés e dos profetas, Deus advertiu Seu povo dos sofrimentos que resultariam da desobediência. … Os judeus criam que as profecias messiânicas do AT prometiam um messias político que libertaria Israel da opressão estrangeira e subjugaria todas as nações. Desse modo, as aspirações políticas distorciam a esperança messiânica e, visto que Jesus de Nazaré não cumpriu essas falsas expectativas, o orgulho nacional com eficácia impediu que O reconhecessem como Aquele de quem os profetas haviam testemunhado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 272.

Destinatários

Como o evangelho de Mateus foi escrito em grego, seus leitores eram, sem dúvida, falantes dessa língua. Segundo parece, também eram judeus. Muitos elementos deixam prever leitores de origem judaica: Mateus preocupa-se com o cumprimento do AT (faz mais citações do AT e alusões a ele que qualquer outro autor do NT); remonta a ascendência de Jesus a Abraão (1.1-17); não se detém em explicações acerca de costumes judaicos (ao contrário sobretudo de Marcos); emprega terminologia judaica (e.g., “Reino dos céus” e “Pai celestial”, em que “céus” e “celestial” revelam a relutância reverencial dos judeus em citar o nome de Deus); realça o papel de Jesus como “Filho de Davi” … . Não significa, porém, que Mateus restrinja seu evangelho aos judeus. Registra a visita dos magos (não-judeus) para adorar o menino Jesus (2.1-22) bem como a declaração de Jesus: “O campo é o mundo” (13.38). Apresenta também na íntegra a Grande Comissão (28.18-20). Esses textos revelam que, embora o evangelho de Mateus seja judaico, sua visão é universal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Propósito

Cada evangelista, sob a influência do Espírito Santo, cuidadosamente selecionou material para compartilhar um quadro de Jesus que tinha sentido e importância para uma audiência específica. Andrews Study Bible.

O propósito principal de Mateus é comprovar aos seus leitores judeus que Jesus é o Messias por eles esperado. Seu método consiste primordialmente em demonstrar que Jesus, por sua vida e ministério, cumpriu o AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.

… testificar que Jesus era o Messias da promessa do Antigo Testamento e que a Sua missão messiânica consistia em trazer o Reino de Deus até os homens. Bíblia Shedd.

O Evangelho de Mateus é especialmente valioso para aqueles que aguardam o Retorno de Cristo. Os sermões de Jesus, em especial o Sermão da Montanha, são instruções éticas aos cristãos que aguardam a Segunda Vinda. Muitas de suas parábolas, especialmente as do cap. 13, enfatizam o caráter misto da igreja, composto de verdadeiros e falsos crentes. Ali Jesus destaca que a separação entre estes grupos se dará ao fim dos tempos pelo Juiz divino de todas as coisas e pessoas. Enquanto isso, os cristãos deviam ser como crianças e ter espírito perdoador (cap. 18). O Evangelho de Mateus se interessa especialmente em escatologia, a doutrina das últimas coisas. … Jesus, contudo, deixou claro que ninguém sabe quando a Segunda Vinda ocorrerá (25:13). Em lugar de focar o estabelecimento de datas, Jesus conclamou Seus discípulos a vigiar e a estar prontos (24:42; 25:13). Andrews Study Bible.

Estrutura

O modo de dispor a matéria revela um toque artístico. O evangelho inteiro é narrado em torno de cinco grandes discursos: 1) caps. 5-7; 2) cap. 10; 3) cap 13; 4) cap. 18; 5) caps. 24, 25. Fica claro que essa disposição é premeditada, porque cada discurso termina com o refrão “Quando Jesus acabou de dizer essas coisas” ou palavras semelhantes (7.28; 11.1; 13.53; 19.1; 26.1). … Essa divisão em cinco partes pode deixar prever, também, que Mateus usou o Pentateuco (os cinco primeiros livros do AT) como modelo da estrutura de seu livro. É possível que esteja apresentando o evangelho como uma nova Torá, e Jesus como um novo Moisés, maior.

Os leitores de Mateus podem ver claramente que ele traça frequentes paralelos entre Moisés e Jesus. Andrews Study Bible.

Outro fato importante a se lembrar sobre o estudo do livro de Mateus é que esse evangelho apresenta a vida de Cristo numa ordem essencialmente lógica, em vez de cronológica. … seu objetivo era desenvolver um conceito da vida e da missão de Jesus que contribuiria com seu propósito primário ao escrever. Ele não é o cronista que registra os fatos à medida que ocorrem, mas o historiador que reflete sobre o significado desses eventos tendo como pano de fundo a história da nação escolhida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 276.



MALAQUIAS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MALAQUIAS 4 – Primeiro leia a Bíblia

MALAQUIAS 4 – BLOG MUNDIAL

MALAQUIAS 4- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MALAQUIAS 4 by Luís Uehara
30 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ml/4

O dia do Senhor certamente está chegando, com justiça e consumação. Deus não se deixa zombar por aqueles que O acusam de inação. No entanto, Sua paciência e misericórdia duradouras vêm em primeiro lugar. “Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e terrível dia do Senhor.” O que pode ser mais impressionante do que ver Elias, aquele poderoso profeta de Deus? No entanto, ele não foi enviado para julgar e punir, mas para trazer a misericórdia, a justiça e a cura de Deus, antes daquele dia terrível.

Quem será um parceiro mais adequado para Elias do que Moisés, através de quem Deus emitiu Suas leis e decretos? Contudo, o principal objetivo da lei é proteger os vulneráveis, restaurar os marginalizados e garantir que a justiça seja preservada. Que bela imagem ver Elias e Moisés mais tarde no Monte da Transfiguração, encorajando Jesus!

O desejo de Deus é por avivamento e restauração. Mas “ELE transformará os corações”. Não haverá mais esforços da nossa parte para reparar relacionamentos rompidos. Ele fará isso. Não haverá mais arrogância, nem más ações. Pois você honrará Seu nome. O Antigo Testamento termina com esta imagem majestosa do nosso relacionamento com Deus e uns com os outros sendo restaurado. Santa bondade, poderosa graça!

Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MALAQUIAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2024, 0:50
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384 palavras

1 Abrasará. As Escrituras nada falam sobre a crença popular de um inferno ardente. Os ímpios não arderão eternamente; o fogo do último dia, literalmente, “os abrasará” (ver com. de Jr 17:27; Mt 3:12; 25:41; 2Pe 3:7-13; Jd 7).

Nem raiz nem ramo. Uma figura impressionante indicando a aniquilação completa do pecado e dos pecadores impenitentes (ver com de Na 1:9). Satanás é representado como a “raiz” ou originador do mal, e seus seguidores são os ramos. Todos serão completamente destruídos (ver Sl 37:38).

2 Saltareis. Do heb. push, “saltar sobre” […] . Os remidos são ilustrados como pulando de alegria como resultado final da justiça e do amor de Deus (ver GC, 673).

4 Lembrai-vos. Malaquias termina sua profecia com uma advertência para que seu povo seja obediente a Deus. A obediência humana precede a bênção divina. É significativo que o profeta que termina o cânon do AT realce a necessidade e a importância de observar as instruções de Deus a Seu povo, a lei dada no monte “Horebe” (ver Lv 26; Dt 28). É significativo também que “a lei de Moisés” tenha desempenhado uma parte importante em auxiliar as pessoas a se prepararem para o dia do Senhor.

5 O profeta Elias. Esta profecia levou muitos dos judeus dos últimos tempos a esperar um retorno do próprio Elias à Terra (ver Jo 1:21). No entanto, esta é uma profecia de alguém que viria “no espírito e poder de Elias” (Lc 1:17), isto é, que pregaria uma mensagem semelhante à de Elias. Antes do primeiro advento de Cristo, esta obra foi cumprida por João, o Batista (Mt 17:12, 13; Lc 1:16, 17; ver com. de Ml 3:1), e antes da segunda vinda de Cristo uma obra semelhante será feita por aqueles que pregam as três mensagens angélicas ao mundo (ver com. de 1Rs 18:19-44; Mt 3:3, 4; 11:14).

Dia do SENHOR. Ver com. de Is 13:6.

6 Filhos. Literalmente, “filhos”, uma referência aos filhos literais de Israel, muitos dos quais retornariam à antiga fé de seus pais, os patriarcas (ver com. de Lc 1:16, 17).

Maldição. Do heb. cherem, “uma coisa separada para a destruição” (ver com. de Js 7:12; 1Sm 15:21). O AT termina com esta advertência solene. Os que não se arrependem verdadeiramente serão contados com os ímpios e sofrerão seu destino (Ml 4:1). Mesmo assim, Malaquias apresenta uma mensagem de esperança, porque o mesmo Deus que destrói o culpado traz “salvação” eterna (v. 2) ao arrependido.

Referência:

Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1246-1247.



MALAQUIAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2024, 0:45
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As últimas palavras do profeta antes do silêncio de 400 anos, devem ter causado muita inquietação e expectativa entre o povo de Deus. As profecias de Malaquias, contudo, não tinham apenas um teor messiânico, mas escatológico; sua aplicação estava além do alcance de Israel como nação eleita, mas se dirige também ao Israel espiritual dos últimos dias. Como vimos ontem, o povo esperava o Messias como um líder militar que destruiria o império romano e estabeleceria em Jerusalém o Seu reino eterno. Não um Messias amoroso que converteria os corações. Mas através do profeta Elias (v.5), o Senhor apontou para a plenitude de dois tempos: a primeira e a segunda vinda de Cristo.

Muitos afirmam que o ministério terrestre de Jesus teve apenas três anos e meio. Na verdade, este foi o tempo de Seu ministério público. Mas o fato de não termos maiores revelações acerca de Sua infância e juventude, além de poucos versos, indica que, desde menino, Ele aprendeu a ser submisso à vontade do Pai, aguardando pacientemente a hora de Sua revelação. Até então, Jesus estava no meio do povo como alguém comum, mas nunca como alguém que pudesse passar despercebido. Seu conhecimento aplicado das Escrituras e Seu porte nobre e cortês criavam uma atmosfera sagrada por onde passava, e isso foi profundamente percebido pelos doutores da Lei que O interrogaram no templo quando Ele tinha apenas 12 anos de idade (Lc.2:47).

O fato é que Seu ministério público seria precedido por um segundo Elias, que prepararia os corações para a Sua chegada. Falando acerca de João Batista, o próprio Jesus confirmou a profecia de Malaquias: “E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava para vir” (Mt.11:14). O evangelista Lucas também compreendeu o cumprimento das profecias de Malaquias em seus dias, quando escreveu acerca do pregador do deserto: “E irá adiante do Senhor no espírito e poder de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). Mas acerca do dia em que “todos os que cometem perversidade serão como o restolho […], de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo” (v.1) não apontava para a destruição do jugo romano como Israel almejava, mas apontava para o final do segundo tempo, quando “nascerá o Sol da justiça trazendo salvação nas Suas asas” (v.2).

Mais de dois mil anos depois de Cristo, nossa geração, de fato, está vivendo no final do “tempo sobremodo oportuno” (2Co.6:2). Pode ser que muitos não concordem, e muitos também até ignorem esta verdade, mas assim como a obra de João Batista, o segundo Elias, preparou os corações para receberem “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), há um terceiro Elias, hoje, não uma pessoa apenas, mas um povo, um remanescente, que “no espírito e poder de Elias”, foi chamado para preparar os corações para receberem “o Rei da Glória” (Sl.24:10). A nossa missão como último Israel de Deus é revelada nos seguintes termos proféticos: “Os que devem preparar o caminho para a segunda vinda de Cristo são representados pelo fiel Elias, assim como João Batista veio no espírito de Elias para preparar o caminho para o primeiro advento de Cristo” (EGW, Conselhos sobre Saúde, CPB, p.72).

Percebam que se trata de um ministério às famílias: “ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (v.6). Desde a instituição do primeiro casamento no Éden, e da primeira bênção dirigida ao recém-criado casal: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra” (Gn.1:28), Deus manifestou o Seu amor pela família, estendendo este princípio até o tempo do fim. Não foram dados a Elias e a João Batista privilégios espirituais que o Senhor não quisesse ofertar a todos quantos os aceitassem. De igual forma, a longanimidade do Senhor tem sido estendida por Seu profundo desejo de “que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9).

Não compete a nós, porém, classificar as pessoas como salvos ou perdidos. Também necessitamos nos examinar a nós mesmos a fim de não classificar a nossa vida como a única que seja digna da aprovação divina. Há um único que é verdadeiramente digno, Jesus Cristo, e Ele nos chamou para pescar homens, e não para definir quem seja bom ou ruim. Para combater o veneno do orgulho, é necessário que nos apoderemos do antídoto de Cristo: “aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração” (Mt.11:29).

O exemplo de Jesus, Sua vida de abnegado serviço e disposição altruísta, deve ser o objeto de nosso principal estudo; o que veremos a partir de amanhã. Olhar para Jesus nos dá uma clara visão de nosso chamado, de nossa indignidade e de nossa completa dependência dEle. Se continuarmos olhando para Ele atentamente, as Suas palavras se cumprirão em nossa vida: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16).

Senhor, nosso Deus, como agradecer por tamanha bênção de ouvir a Tua voz através dos 39 livros do Antigo Testamento? Percebemos o Teu amor, a Tua graça, a Tua justiça, a Tua bondade e o quanto és paciente. Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o Teu chamado atravessou as fronteiras de Israel e nos alcançou pela ponte da cruz do Calvário. Como através de Josué ordenaste a Teu povo que estava para entrar em Canaã, que fosse fiel aos Teus mandamentos e juízos, às vésperas de entrarmos na Canaã celeste, queremos fazer parte do Teu último povo, os que guardam os Teus mandamentos e a fé de Jesus. Guarda-nos como a menina dos Teus olhos e dá-nos o Espírito Santo para nos conduzir no estudo do Novo Testamento. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, último Elias!

Rosana Garcia Barros

#Malaquias4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MALAQUIAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2024, 0:40
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MALAQUIAS 4 – Há uma mensagem poderosa em Malaquias sobre a necessidade de arrependimento e a iminência do juízo divino.

Relacionando Malaquias 3:1-5 com Malaquias 4:1-3 temos um vislumbre da seriedade com que Deus encara o pecado e a inevitabilidade de Sua justiça sobre aqueles que não se arrependem. Em Malaquias 3:1-5, Deus anuncia a vinda de um mensageiro que prepararia o caminho diante de Si, o qual é tradicionalmente entendido como João Batista que precedeu a primeira vinda de Cristo. A mensagem central desse texto é a purificação. O Senhor viria como um refinador e purificador tanto dos Seus líderes como do Seu povo.

A purificação, no entanto, não é um processo fácil ou confortável. Implica julgamento e refinamento, removendo impurezas e purificando o povo para oferecer ofertas aceitáveis a Deus. Aqueles que persistirem no pecado, listados em detalhes (feiticeiros, adúlteros, falsos juradores, opressores dos trabalhadores, viúvas, órfãos e estrangeiros), enfrentarão a justiça divina.

Malaquias 4:1-3 continua o tema do juízo, agora focado no dia do Senhor, um dia de destruição para os ímpios e de salvação para os justos. A imagem do dia ardente como fornalha é uma metáfora poderosa para a ira divina. Os ímpios, comparados a palha, serão consumidos completamente, sem deixar vestígios. Em contraste, os que temem o nome do Senhor experimentarão cura e libertação.

• A justiça divina se manifesta de forma clara e definitiva.
• Os justos não apenas serão salvos, mas também triunfarão sobre os ímpios.

O processo de purificação e refinamento de Malaquias 3:1-5 é um prelúdio ao juízo final descrito em Malaquias 4:1-3. Tudo isso revela que, embora Deus fará justiça, Seu propósito é salvar os pecadores – os quais devem arrepender-se de seus pecados.

Os últimos versículos de Malaquias nos dão um roteiro claro para livrarmo-nos da maldição contra o pecado:

1. Lembrar de Lei de Moisés: Manter-se firme na Palavra de Deus (Torá).
2. Ouvir os verdadeiros profetas: Atentar às mensagens de arrependimento e reconciliação.
3. Promover a religião na família: Construir relacionamentos pautados no evangelho.
4. Obedecer e arrepender-se: Viver em conformidade com os princípios divinos.
5. Confiar nas promessas de Deus: Preparar-se para o dia do Senhor com segurança.

“Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3:22). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.