Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MALAQUIAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

MALAQUIAS 3 – BLOG MUNDIAL

MALAQUIAS 3- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MALAQUIAS 3 by Luís Uehara
29 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ml/3

Nossas conversas desgastam o Senhor. Continuamos reclamando da injustiça feita CONOSCO. O Senhor promete enviar o “mensageiro da aliança” para garantir que a justiça seja restaurada. No entanto, a lista de atos injustos revela que é o próprio povo da aliança quem perpetra a injustiça contra os desprezados, os marginalizados, as viúvas, os órfãos e contra as nações. Restaurar as ofertas “em justiça” significa que tais ofertas não servirão mais a propósitos egoístas nem serão feitas com fins lucrativos. Eles se tornarão aceitáveis ao Senhor quando abençoarem o Senhor e abençoarem outros.

“Teste-me trazendo todo o dízimo, e você será abençoado pelo Senhor e pelas nações que retornarão a ele.” Através da aliança, Israel foi convidado a ser Seu servo para as nações, honrando a Deus pelas suas ações. O Senhor tem prazer em registrar nossas conversas que mostram compaixão e restauração da justiça PARA OUTROS. Essas conversas sobre serviço a Deus e aos outros não O cansam mais.

De quem você está falando, honrando, servindo e mostrando compaixão hoje?

Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MALAQUIAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2024, 0:50
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1 Meu mensageiro. Deus responde à última indagação do capítulo anterior com a afirmação categórica de que Ele está vindo em juízo e justiça. Ao povo dos dias de Malaquias, esta mensagem foi um alerta de que Deus lidaria com os pecados deles. No entanto, além da mensagem de advertência aos judeus dos dias de Malaquias, esta profecia também tinha uma importância messiânica (ver com. de Mc 1:2; ver DTN, 161). João, o Batista, foi o “mensageiro” que preparou “o caminho diante” do Senhor por meio da pregação do arrependimento (ver Is 40:3-5; Mt 3:1-3; 11:10, 11; Lc 3:2-14).

Virá ao Seu templo. Isto é, ao santíssimo para a obra de juízo investigativo (GC, 426).

Anjo da Aliança. Ver com. de Ag 1:13. O “Senhor” ou “Anjo da Aliança” não é outro senão o próprio Cristo, a segunda pessoa da Trindade (ver com. de Êx 3:2), e deve ser diferenciado do “mensageiro” mencionado no início do versículo. Esta profecia a respeito do “Anjo do concerto” (ARC) se aplica não somente à vinda de Cristo ao templo, durante Seu primeiro advento (ver DTN, 161), mas também aos eventos ligados ao fim da história terrestre e do segundo advento (ver GC, 424; PP, 339).

2 Quem poderá suportar […]? Ver Jl 2:11. Os judeus acreditavam que o Messias viria para punir os pagãos com o juízo. Mas, em vez disso, Malaquias adverte os judeus de que eles serão os primeiros a sofrer o juízo (ver Am 5:18).

Fogo do ourives. Como o fogo separa o metal das impurezas, assim Deus, por meio do juízo, separa os justos dos ímpios (ver com. do v. 1).

Potassa dos lavandeiros. Não é o “sabão” (ARC) verdadeiro, que possivelmente fosse desconhecido nos tempos antigos, mas um vegetal alcalino obtido da queima de determinadas plantas e usado para propósitos de limpeza.

3 Os filhos de Levi. Os sacerdotes são mencionados, especialmente, como os principais responsáveis em liderar o povo na justiça por meio de seu ensino e exemplo (ver Ml 2:1-9; ver com. de 2Cr 15:3).

Refinará. A purificação dos “filhos de Levi” é designada não apenas para limpar a alma deles e livrá-los do mal, mas também para promover um avanço em santidade e ajustá-los a oferecer um avanço em santidade e ajustá-los a oferecer ao “justas ofertas” (ver Rm 12:1; 2Pe 3:18; DTN, 161).

5 Para juízo. Em outras palavras, “aqui está o juízo!”, uma resposta divina à pergunta “onde está o Deus do juízo?” (Ml 2:17).

Feiticeiros. O desprazer divino é dirigido especialmente contra os que praticavam as artes mágicas pagãs (ver Êx 22:18; Dt 18:10), como as que prevaleciam em Babilônia (ver com. de Dn 2:2).

Adúlteros. Outro grupo sob acusação de Deus eram as pessoas culpadas de imoralidade, inclusive as que obtiveram divórcios ilegais (ver com. de Ml 2:14-16). Quão extensa é esta mesma acusação ao ser aplicada às pessoas no mundo de hoje!

Os que juram falsamente. A LXX traduz como “aqueles que juram falsamente pelo Meu nome” (ver Lv 19:12).

Defraudam o jornaleiro. Deus chama Seus professos seguidores a serem justos e, mesmo, liberais para com os que dependem de salários para o sustento diário (ver Dt 24:14, 15; Tg 5:4).

A viúva e o órfão, e […] estrangeiro. O Senhor fez provisões para guardar os direitos dos que, de alguma forma, eram indefesos, desamparados ou necessitados de proteção (Êx 22:21, 22; Dt 24:17; 27:19). Os judeus eram proibidos de tirar vantagem de “estranhos” ou estrangeiros entre eles.

6 Eu […] não mudo. O Senhor refuta a acusação de que Ele passa o mal por alto (Ml 2:17). A santidade de Deus é constante e inalterável (ver Nm 23:19; Tg 1:17). É precisamente porque Deus não muda que Seus eterno propósito para com Seu povo permanecerá. Ele pode castigá-lo, discipliná-lo e corrigi-lo, mas tudo isso é para levá-lo ao arrependimento e à salvação.

7 Tornai-vos para Mim. O peso da mensagem do profeta (ver com de Ml 1:1) não é o pronunciamento de juízo sobre os pecadores, mas um chamado ao arrependimento e à fidelidade a Deus acompanhado de uma recordação solene da história passada de Israel. “Tornar-se” a Deus é arrepender-se do pecado e fazer completa reforma na vida. Este é o tema do livro de Joel (ver Jl 2:12, 13).

Em que […]? Novamente (ver com. de Ml 1:2) o profeta acusa a autojustificação e a hipocrisia deles em questionar a Deus (ver p. 1233, 1234).

8-10 O dízimo, um décimo da produção agrícola e dos animais (Lv 27:30, 32), havia sido instituído para os levitas, por causa de seu serviço no tabernáculo (Nm 18:31). A prática de dar o dízimo remonta a Abraão (Gn 14:20) e Jacó (Gn 28:22), mas não estava sendo realizada com fidelidade pelos que voltaram do exílio, conforme se percebe nesta passagem e em Neemias (Ne 13:10-13). Bíblia de Estudo Andrews.

10 Janelas do céu. Ver Gn 7:11; 8:2. Não haveria apenas abundância de chuva para remover todo temor de seca, mas através destas janelas a bênção divina seria derramada em abundância (ver Lv 26:3-5).

11 O devorador. Possivelmente uma referência a gafanhotos destruidores de colheitas (ver com. de Jl 1:4).

12 As nações vos chamarão felizes. Deus desejava que Seu povo fosse uma lição objetiva ao mundo dos resultados da obediência (ver p. 13-16).

13 Duras para Mim. A LXX traduz como: “Tu tens dito graves palavras contra Mim”. Neste versículo, o profeta contrasta o ímpio murmúrio do povo (Ml 3:13-15) com a recompensa que os fiéis receberão (v. 16-18; ver p. 1233, 1234).

14 Inútil. Isto é, nada a se ganhar. Evidentemente o profeta está condenando os judeus porque o pouco que fizeram para Deus foi por motivos egoístas.

15 Reputamos por felizes os soberbos. Os murmuradores não consideram que os humildes e mansos são “felizes” ou abençoados pelo Senhor, mas que os “soberbos” e arrogantes desfrutam boa sorte e bem-estar no mundo (ver Is 13:11).

Eles tentam ao SENHOR. Isto é, os que põem Deus à prova e O provocam por causa de sua impiedade.

16 Um memorial descritivo. O profeta encoraja os que se esforçam para fazer o que é correto com o pensamento de que Deus lembra do serviço dedicado de Seu povo (ver com. de Dn 7:10).

17 Eles serão para Mim. Quando os pecadores de Israel comparecerem perante o tribunal divino, Deus promete reconhecer Seu “particular tesouro” e poupá-lo do destino dos ímpios.

Tesouro. Do heb segullah, “propriedade [privada]” ou “possessão especial” (ver com. de Êx 19:5; Dt 7:6; Sl 135:4; cf. 1Pe 2:9).

18 Diferença entre. O profeta aponta adiante, para o tempo quando tudo será esclarecido, quando as indagações do povo de deus dias (ver Ml 2:17; 3:14) serão final e satisfatoriamente respondidas.

 

Referência (quando não especificado):

Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1242-1245.



MALAQUIAS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de julho de 2024, 0:45
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De todas as promessas feitas pelo Senhor ao Seu povo Israel, certamente, a chegada do Messias era a mais aguardada. Na verdade, desde o Gênesis, os filhos de Deus aguardavam o Descendente da mulher que esmagaria a cabeça da serpente (Gn.3:15) e viria para estabelecer o Seu reino de justiça (Jd.14). Contudo, o conceito de Deus como o Senhor dos Exércitos, “poderoso nas batalhas” (Sl.24:8) foi confundido com a figura de um grande guerreiro que destruiria as nações da Terra conservando somente Israel como povo salvo. Esta ideia tornou-se bastante difundida e consistente, de forma que “o Anjo da Aliança” (v.1) que diziam tanto buscar e desejar foi desprezado e considerado por muitos como um blasfemo e herege.

Porque era tão importante que a última mensagem profética fosse dirigida, em parte, de uma forma particular, aos líderes espirituais da nação? Porque eles eram os formadores de opinião e mestres da Lei do Senhor. Tudo o que o povo, inclusive as crianças aprendiam, era resultado da interpretação dada pelos rabinos da época. Se eles ensinavam que o Messias viria como um líder militar liderando Israel contra o império romano, os meninos já cresciam com essa expectativa. Com o passar dos anos, o sentimento de vingança contra aqueles que os oprimiam tornou-se mais intenso do que o desejo de ver o Messias. De forma que não puderam reconhecer no amoroso Carpinteiro de Nazaré o seu Libertador, Aquele que veio libertar o mundo do jugo do pecado.

No tempo de Sua primeira visitação, o Senhor tornou “o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais” (Is.41:18), através de João Batista, o mensageiro que preparou o caminho diante de Cristo e que soube reconhecê-Lo imediatamente quando O viu: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29). Notem que o livro de Malaquias é repleto de questionamentos por parte de Israel, como quem tenta se justificar diante de Deus: “Em que desprezamos nós o Teu nome? (1:6); Em que Te havemos profanado? (1:7); Em que O enfadamos?” (2:17). E o capítulo de hoje apresenta o questionamento, creio eu, mais conhecido deste livro: “Em que Te roubamos?” (v.8). Não é interessante o último livro do Antigo Testamento, do último profeta antes do Messias, falar sobre dízimos e ofertas?

Na verdade, o livro de Malaquias fala sobre a fidelidade cristã como uma característica essencial na vida daqueles que servem a Deus, diferenciando-os dos perversos: “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (v.18). E de todas as maneiras em que essa diferença pode ser vista, certamente o uso de nossos recursos e se eles são devolvidos ao Senhor como as primícias de nossa renda, revelam onde está o nosso coração. A devolução dos dízimos e das ofertas é também um símbolo do plano da redenção. Podemos comparar o dízimo ao esforço humano aliado ao poder divino. A oferta voluntária representa a maior das ofertas já realizadas: a morte de Jesus na cruz. E assim como dízimos e ofertas devem andar juntos, jamais seríamos salvos se Jesus não tivesse Se dado como oferta por nós.

Portanto, a nossa fidelidade financeira não se trata apenas de uma “ajuda” para a pregação do evangelho. Até porque Deus é o dono do ouro e da prata, lembram (Ag.2:8)? Mas é o meio divino mais eficaz de nos livrar da “raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (1Tm.6:10). A nossa fidelidade matrimonial, financeira ou em qualquer aspecto da vida, no entanto, não deve jamais ser a causa, mas a consequência da salvação. Deve ser uma oferta “agradável ao Senhor” (v.4); as “justas ofertas” (v.3) de um coração purificado como a prata e refinado como o ouro (v.3).

Assim como João Batista veio em cumprimento do que a seu respeito estava escrito (Mt.11:10), nós fomos chamados para semelhante missão: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Amados, uma vida fiel nunca pode ser o resultado do esforço humano, por mais bem intencionado que seja. Se este não estiver aliado ao poder divino e à maravilhosa graça de Cristo, podemos até dar “o dízimo da hortelã, do endro e do cominho”, mas negligenciaremos “os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas sem omitir aquelas!” (Mt.23:23).

Se perseverarmos em olhar para Jesus a cada dia, o Espírito Santo imprimirá o Seu fiel caráter em nós e seremos para Ele o Seu “particular tesouro” (v.17).

Pai amado, nós Te louvamos e agradecemos pelo precioso dom do Céu através do sacrifício de Jesus e pelo dom do Espírito Santo! Purifica-nos, Senhor; refina o nosso caráter à semelhança de Cristo para que a nossa vida seja uma oferta agradável a Ti. Lava-nos de nossos pecados e imprime em nós a fidelidade que nada neste mundo possa abalar. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, particular tesouro do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Malaquias3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MALAQUIAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2024, 0:40
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MALAQUIAS 3 – O chamado ao arrependimento é extremamente relevante para todos os tempos. Devemos examinar nossa vida à luz da Palavra de Deus e arrependermo-nos de nossos miseráveis pecados, especialmente o da negligência espiritual (mornidão).

• Malaquias 3 anuncia a vinda do Senhor ao Seu templo para purificá-lo e julgar Seu povo. O profeta exorta Israel ao arrependimento, prometendo bênçãos aos obedientes e juízo aos rebeldes.
• Ligado a Apocalipse 3:14-22, Jesus como o Amém, a Testemunha Fiel e Verdadeira, avalia a Igreja de Laodiceia. Ele a encontra morna, acomodada e autossuficiente, precisando profundamente do arrependimento sincero.
• Em ambos os textos, há uma expectativa da vinda do Senhor. Em Malaquias 3:1-6, é a vinda para o julgamento e purificação do templo; em Apocalipse 3, é a vinda para avaliar e recompensar os fiéis vencedores.
• Tanto em Israel em Malaquias quanto a igreja de Laodiceia em Apocalipse são apresentados como espiritualmente inaceitáveis perante Deus e necessitados de arrependimento.
• Ambos os textos fazem um chamado urgente ao arrependimento. Em Malaquias 3:7, o chamado é para que o povo se volte para Deus; em Apocalipse 3:19, o chamado é para que a Igreja se arrependa de sua triste situação de mornidão espiritual.
• Nos dois contextos, a mensagem profética promete recompensa aos que são fiéis. Em Malaquias 3:10-18, a promessa é de bênçãos materiais e espirituais; em Apocalipse 3:21, a promessa é de reinar com Cristo. A promessa de recompensa motiva-nos a perseverar na fé, mesmo nas dificuldades.

Em um mundo cada vez mais secularizado, cada membro da igreja deve manter-se puro e fiel aos princípios divinos. Malaquias revela que nossa fidelidade se demonstra na devolução dos dízimos e ofertas. Contudo, não é Malaquias 3:8-10 os versículos principais do livro, mas Malaquias 3:7, onde consta o apelo amoroso de Deus: “Voltem para mim e Eu voltarei para vocês”; o qual assemelha-se ao apelo de Cristo em Apocalipse 3:20 – “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo”.

O moderno cristão morno pode até manter formalidades e rituais religiosos, mas perde o entusiasmo e torna-se indiferente em relação à comunhão exclusiva e profunda com Deus.

Não deixemos para depois… precisamos reavivar nossa intimidade com Deus! – Heber Toth Armí.