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Texto bíblico: ZACARIAS 14 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/14
Zacarias traz grande encorajamento para nós que estamos vivendo no tempo do fim.
Os primeiros dois versículos parecem descrever a situação pouco antes de a porta da graça se fechar. A questão final será econômica. Aqueles fiéis aos mandamentos de Deus terão seus bens tomados e divididos, não importa onde morem no mundo. Por causa de uma crise econômica, a compra e venda ficará restrita àqueles que receberem a marca da besta (Ap 13:16-18).
No final do milênio, os pés de Cristo pisarão sobre o Monte das Oliveiras. Então, a cidade Nova Jerusalém descerá do céu. A montanha se dividirá para o norte e para o sul, formando uma grande planície para a cidade repousar (v. 4). Que pensamento glorioso!
A última parte de Zc 14 nos concede uma visão graciosa. Os remanescentes de todas as nações adorarão ao Senhor dos Exércitos. Apesar de não sermos judeus por sangue, se permanecermos fiéis pela Sua graça, seremos contados entre os remanescentes, tendo o privilégio de adorar ao nosso Deus eternamente! Venham todos aqueles que têm sede!
Ajuda-nos, Senhor, a fazer parte dessa cena gloriosa! Bendito seja o nome do Senhor para sempre! Amém!
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook, Sangju, Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/14
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1. Eis que. Este cap. 14 é uma descrição dos eventos ligados à segunda vinda do Messias em termos de como esse evento espetacular teria ocorrido se os israelitas que retornaram do cativeiro tivessem cumprido seu destino (ver p. 17). Visto que se afastaram várias vezes de seus altos privilégios e, finalmente, rejeitaram o Messias (At 3:13-15), Deus Se afastou deles e está agora realizando Seus propósitos por meio do novo Israel (ver p. 21-23). Deve-se ter cuidado ao aplicar as profecias de Zacarias 14 ao tempo atual. Os princípios destacados nas p. 12 a 25 devem ser observados na interpretação deste capítulo, do contrário pode-se chegar a conclusões indevidas (ver também com. de Ez 38:1).
2 Ajuntarei todas as nações. Ver p. 17. A ilustração, neste versículo, é similar àquela apresentada pr Joel (ver com. de Jl 3:1, 2). A prosperidade de Israel teria provocado a inimizade das nações que são representadas aqui como reunidas por Deus contra Jerusalém (ver Ez 38:16). No entanto, Zacarias chama a atenção para uma característica desta batalha que não é mencionada por outros profetas: a invasão de Judá e Jerusalém teria êxito parcial.
Não será expulso. O restante não será expulso, sem dúvida, são os justos, os que passaram “pelo fogo” e foram refinados “como prata” (Zc 13:9). O propósito de permitir que o ataque tivesse sucesso parcial parece ser o de eliminar os pecadores de Sião (cf. Zc 13:7-9).
3. Então. Isto é, depois do êxito parcial do inimigo e da remoção dos pecadores. Há uma ilustração paralela em Joel 3:16 e Ezequiel 38:18 a 23.
4. Monte das Oliveiras. Ver com. de Mt 2:11.
Será fendido. Os v. 4 e 5 descrevem as violentas transformações físicas na superfície terrestre que acompanham a intervenção divina para destruir as nações inimigas. A ilustração sugere como esses eventos teriam ocorrido caso Jerusalém tivesse permanecido para sempre (ver PR, 46, 564; DTN, 577. ver com. do v. 1). Determinadas características serão cumpridas quando a nova Jerusalém descer no final do milênio. No entanto, nem todos os detalhes devem ser aplicados dessa maneira (ver GC, 663).
5. Virá. A vida de Cristo é predita neste versículo em termos das circunstâncias mencionadas nos com. do v. 1. Alguns aplicam esta profecia à descida da nova Jerusalém após o milênio (ver Ap 21:2; cf. GC, 663).
8. Mar oriental, […] mar ocidental. Isto é, o Mar Vermelho e o Mediterrâneo, respectivamente (ver com. de Nm 3:23).
10. Rimon. Certamente En-Rimon, 14,4 km ao norte pelo leste de Berseba, a atual Khirbet Umm er-Ramamin. Neste versículo, o local é usado para designar a extremidade sul de Judá. Geba e Berseba são usados para designar as fronteiras ao norte e ao sul (ver 2Rs 23:8).
11. Já não haverá maldição. Se a nação tivesse cumprido seu destino divino, a cidade teria permanecido para sempre (ver p. 17; GC, 19; cf. DTN, 577.
12. A praga. O profeta volta ao tema do destino das nações que atacaram a Jerusalém. Os invasores sofreriam o flagelo de uma praga, muito rápida em sua destruição. A praga criaria um estado de frenesi e pânico, resultando em extermínio mútuo (v. 13).
16. Subirão. O objetivo da bênção divina sobre Israel era demonstrar o que Deus estava disposto a fazer por todas as nações. Intimidados pelos acontecimentos então recentes e certos da disposição de Deus em aceitar a adoração de todos, os sobreviventes das nações invasoras buscariam ao Deus de Israel e subiriam para adorar em Jerusalém anualmente (ver p. 17).
18. Egípcios. Eles estavam entre as nações que atacaram Jerusalém (v. 2) e, entre seus sobreviventes, havia adoradores de Yahweh (v. 16). A terra do Egito dependia no Nilo para a irrigação. A escassez de chuva nas nascentes do rio significava completo desastre econômico para a nação.
20. Campainhas dos cavalos. Estes cavalos, possivelmente, sejam dos viajantes que iam a Jerusalém, saindo de todas as regiões. Naquele tempo, cavalos de outras nações aproximando-se de Jerusalém eram, com frequência, sinal de guerra. Agora o som produzido pelo tilintar dos ornamentos dos cavalos era uma música agradável, porque anunciava os grupos de adoradores a caminho de Jerusalém. A inscrição “Santidade ao SENHOR”, antes usada na mitra do sumo sacerdote (Êx 28:36, 37), seria então o lema dos adoradores.
As panelas. A menção das panelas e vasilhas, nos v. 20 e 21, parece se referir à necessidade de consagrar uma grande quantidade de utensílios devido aos muitos adoradores que iriam a Jerusalém.
21. Mercador. Numa situação em que pessoas de todas as nações eram bem-vindas, ninguém poderia ser excluído por causa da nacionalidade. No entanto, mercadores do estilo que Jesus expulsou do templo (Mt 21:12) não seriam tolerados.
Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1227-1230,
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“O Senhor será Rei sobre toda a Terra; naquele dia, um só será o Senhor, e um só será o Seu nome” (v.9).
Apesar de compor a lista dos livros dos profetas menores, o livro de Zacarias contém grandes e sublimes verdades que nos guiam passo a passo para o conhecimento que salva. Não aquele que apenas eleva o intelecto, mas que enobrece o caráter. Infelizmente, os líderes judeus se apegaram às formas almejando um reino de glória e esquecendo-se do principal: “adorar o Rei” (v.17). Pela teimosia de seus corações, saíam de um jugo apenas para entrar em outro, quando, na verdade, o mais severo jugo era imposto por eles mesmos. A maior ameaça não era Roma ou qualquer outra nação, mas a triste realidade de não reconhecerem o Libertador no tempo de Sua primeira visitação.
Quando Jesus falava; quando curava sem esperar aplausos; quando tocava em pessoas consideradas cerimonialmente impuras; quando Sua presença fazia os demônios se agitarem e fugirem; quando Seus olhos perscrutavam o mais íntimo dos corações; quando Ele brincava com as crianças e as colocava no colo, não foi fácil para o povo, acostumado ao sério e frio legalismo, conciliar o conhecimento teórico com a vida prática de Jesus. O modelo que tinham de homens de Deus era aquele dos mestres da lei que impunham regras humanas que nem eles mesmos conseguiam cumprir. Em Jesus, Seus seguidores descobriram a verdadeira obediência, aquela que é fruto de uma vida transformada e salva pela graça; que pode exigir de nós decisões difíceis de serem tomadas, mas que certamente nos conduzem para mais perto de Cristo e de Sua vontade.
“Eis que vem o Dia do Senhor” (v.1) é uma mensagem antiga, não é mesmo? Uma promessa compreendida e vivida já nos primórdios por Enoque, que por tão bem compreendê-la, obteve o conhecimento que fez o Senhor tomá-lo para Si (Gn.5:24). Esta antiga mensagem e fiel promessa, portanto, se bem compreendida e, pela fé, crida, produz, hoje, o mesmo resultado da vida de Enoque: salvação. Examinem os evangelhos. Percebam a diversidade de pessoas alcançadas por Jesus, a começar pelos discípulos. Cada qual possuía um temperamento diferente, cada qual reagia de forma diferente. O Mestre reuniu em Sua sala de aulas um grupo bem variado dos mais improváveis da sociedade. Ele não foi ao templo chamar os 12. Ele foi às ruas!
Temos, contudo, que ser coerentes quando lidamos com princípios. Princípios não podem ser negociados, amados. Como o caráter do Senhor é imutável e Sua Palavra é eterna, não podemos confundir fé com presunção. Foi por atribuir à nação judaica a salvação como benefício exclusivo e tornar públicas as obras que julgavam piedosas, que seus líderes encaminharam a nação ao opróbrio. Aquele que era-lhes como espada afiada de dois gumes, o Verbo de Deus (Jo.1:1), veio para pelejar “no dia da batalha” (v.3), não com espadas e lanças, mas com a armadura que, por Sua vida e morte, nos deixou como uma herança para o tempo de guerra (Leia Ef.6:10-18).
Ainda que em tempos angustiosos e de expiação profética, Jesus nos autorizou a olhar para cima e sorrir: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Porque depois do dia da expiação, amados, vem “a Festa dos Tabernáculos” (v.18), quando todos devemos nos alegrar e celebrar a salvação que Jesus nos concedeu. “Naquele dia” (v.13), “um dia singular conhecido do Senhor” (v.7), os justos subirão “a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos” (v.17), “e reinarão com Ele os mil anos” (Ap.20:6), mas os ímpios agarrarão “a mão do seu próximo, cada um levantará a mão contra o seu próximo” (v.13) e “serão como esterco sobre a face da Terra” (Jr.25:33).
Após o milênio, a cidade santa, a nova Jerusalém, descerá à Terra e será estabelecida “sobre o monte das Oliveiras”, pois “o monte das Oliveiras será fendido pelo meio” (v.4). Então, “virá o Senhor, meu Deus, e todos os santos, com Ele” (v.5), e acontecerá a ressurreição dos ímpios. “Marcharam, então [Satanás e os ímpios], pela superfície da Terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu” (Ap.20:9). Toda a Terra será purificada pelo fogo e Deus fará “novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram” (Ap.21:1). “Naquele dia, também sucederá que correrão de Jerusalém águas vivas” (v.8), “o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro” (Ap.22:1). “Nunca mais haverá qualquer maldição” (Ap.22:3), “e Jerusalém habitará segura” (v.11). Aleluia! Glórias ao nosso Deus!
Eis o reino que o Senhor nos prometeu, meus irmãos! Não um reino terreno limitado a uma nação apenas. Mas um reino eterno de “todos os que restarem de todas as nações […] das famílias da Terra” (v.16, 17). Lá estará Jesus, o bom Mestre que Se misturou com pecadores a fim de torná-los santos ao Senhor (v.20). Meu coração desfalece de saudades do meu Deus, que tocava nos leprosos, que corrigia com brandura e que todos os dias me salva de mim mesma! Quando o último remanescente de Jesus estiver ligado, coração a coração, através do conhecimento que salva (Leia Jo.17:3), então, como João, o clamor de nossa alma atingirá os quatro cantos da Terra e os céus como um só homem: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:2). “Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Ó Deus de bondade e misericórdia, que não nos trata segundo os nossos pecados nem nos castiga na medida que merecemos! Não somos dignos de falar Contigo! Não somos dignos de chamá-Lo de Pai! Não somos dignos de entrar em Tua presença! Mas pela fé no precioso sacrifício do nosso amado Jesus Cristo, pelo sangue derramado na cruz do Calvário, nos achegamos a Ti, nos humilhamos perante a tua face e confessamos que somos pó, e necessitamos de Tua mão modeladora e transformadora a fim de que nosso caráter seja preparado para em breve estarmos em Tua santa habitação. Pai, este mundo não tem mais sentido, pois, pela fé, nossos olhos têm visto um lugar melhor. Através da Tua Palavra, o Espírito Santo tem nos revelado o que olhos não viram, ouvidos não ouviram e o que o homem natural não consegue cogitar. Estamos com saudades do Senhor, nosso Pai! Estamos com saudades de casa! Almejamos estar de uma vez por todas livres do pecado que nos assedia! Almejamos a coroa da vida com a maravilhosa inscrição: “Santidade ao Senhor”! Queremos ser Teus santos, lavados e alvejados pelo sangue do Cordeiro! Ó, Deus eterno, completa a Tua obra e volta logo! Até lá, que andemos Contigo como andou Enoque. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, santos ao Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 14 – O povo de Deus sempre foi alvo de perseguição, ataques e guerras. Antes de segunda vinda de Cristo, as forças do mal se erguerão contra os remanescentes fiéis. Haverá um tempo de angústia permeada de perseguição e tribulação jamais vista (Daniel 12:1), mas Deus Se levantará para defender ao Seu povo fiel (Zacarias 14:1-3; Apocalipse 7:1-17; 19:1-21). No final do milênio, quando Deus ressuscitar aos perversos, Satanás continuará suas investidas interrompidas na segunda vinda de Cristo.
Será após o milênio em que os salvos estiverem protegidos no Céu, que a Cidade Santa descerá à Terra (Apocalipse 20:1-21:8). Zacarias 14:4-5 descreve “as violentas transformações físicas na superfície terrestre que acompanham a intervenção divina para destruir as nações inimigas. A ilustração sugere como esses eventos teriam ocorrido caso Jerusalém tivesse permanecido fiel para sempre. Determinadas características serão cumpridas quando a novo Jerusalém descer no final do milênio” (CBASD).
Zacarias 14:6-9 descreve uma transformação cósmica e a restauração de Jerusalém. As águas vivas que fluem da Cidade Santa simbolizam a vida e a purificação que emanam de Deus (Ezequiel 47:1-12) quando for estabelecido Seu reino na Terra, de onde Ele reinará Supremo no Universo (Apocalipse 21:9-22:6). Então, o povo de Deus viverá em segurança e santidade, em condição em que os redimidos não mais enfrentarão as consequências do pecado nem as influências do diabo (Zacarias 14:10-21).
“A profecia sobre a maneira com que os pés do Messias estariam ‘sobre o Monte das Oliveiras’ (Zc 14:4-5) vai além do alcance da primeira vinda de Jesus Cristo. Ainda que Jesus Cristo tivesse andado sobre o Monte das Oliveiras durante Sua primeira vinda, essa predição proclama que o Monte das Oliveiras será dividido em dois. O cumprimento dessa profecia ultrapassa até mesmo a segunda vinda de Jesus porque, no momento da segunda vinda Ele não tocará o chão, mas permanecerá a certa altura (1Ts 4:16-17). Todo o cenário se encaixa melhor com Sua terceira vinda depois do milênio, quando a Nova Jerusalém descerá ‘e todos os santos, com Ele’ (Zc 14:5). Zacarias 14:6-9 descreve as condições da Nova Terra (Ap 21; 22)” (Zdravko Stefanovic).
A divisão do monte das Oliveiras e a criação de um grande vale simbolizam a total destruição das forças e formas de mal.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.