Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 12 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 12 by Luís Uehara
24 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/12

Três pontos importantes neste capítulo:

Primeiro, Deus prometeu Sua proteção e libertação sobre os inimigos de Judá e de Jerusalém. Isto provavelmente foi reconfortante para o povo de Judá e de Jerusalém, especialmente para Zorobabel. As ameaças e desafios para continuar a construir o templo e a cidade eram muito desanimadores. “…deixarei todos os cavalos em pânico…” Zacarias 12:4.

Segundo, o Senhor prometeu tornar o Seu povo forte como Davi e dar-lhe proteção (versículo 8). Esta maravilhosa promessa também se aplica às nossas batalhas e vidas individuais. Quando lutamos contra a tentação e tentamos vencer batalhas para o Senhor, podemos confiar na Sua força.

Terceiro, Zacarias refere-se mais uma vez a uma experiência futura do Messias. O versículo 10 diz: “…Olharão para mim, aquele a quem traspassaram, e chorarão por ele como quem chora a perda de um filho único…”. Este maravilhoso símbolo do Messias neste capítulo pode nos ajudar a compreender mais uma vez o maravilhoso dom de Deus para o Seu povo na pessoa de Jesus, bem como a longanimidade e paciência do Pai para com o Seu povo rebelde.

Moisés Pena-Rivas
Ministério de Literatura – Novo México, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/12
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ZACARIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2024, 0:50
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861 palavras

1 Sentença. Os cap. 12 a 14 constituem o segundo oráculo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1223.

2, 3 As duas metáforas usadas para Jerusalém (“um cálice de tontear” e “uma pedra pesada”) sugerem o desamparo e a injúria que sofreriam todas as nações que atacassem a cidade para destruí-la. Lutariam contra o povo de Deus para o próprio mal. Bíblia de Estudo Andrews.

2 Cálice de tontear. Isto é, um cálice cujo conteúdo produz temor (ver imagens similares em Is 51:17; Jr 25:15-18; 51:57; Hc 2:16). CBASD, vol. 4, p. 1223.

3 Todos … se ferirão. A proteção especial de Deus estaria sobre Seu povo, e os que tentassem feri-lo seriam feridos. CBASD, vol. 4, p. 1223.

4 Naquele dia. Esta expressão ocorre diversas nos cap. 12-14 e se refere ao dia do Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.

6 Chefes. Encorajados pelas evidências do poder protetor de Deus, os clãs de Judá alargaram suas fronteiras e ocuparam todo o território que Deus lhes designara (ver p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1224.

As metáforas usadas para os líderes de Judá (“um braseiro ardente debaixo da lenha” e “uma tocha entre a palha”) deixam claro que seriam livrados, ao passo que os inimigos seriam destruídos no incêndio. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Não sejam exaltadas. Em consequência da exaltação das áreas rurais, a glória dos territórios da província de Judá equivaleria à da capital, a própria Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 1224.

8 Como Davi. Estas promessas de poder para vencer seriam cumpridas no remanescente de Judá. Esperava-se que, após o retorno do cativeiro, eles cooperassem com os propósitos celestiais. Uma nação firme com Deus é invencível. O indivíduo também pode reivindicar essas promessas em sua batalha contra a tentação e em suas conquistas para o Senhor (ver DTN, 250, 251; acerca da aplicação desta profecia à igreja cristã, ver p. 21-23; AA, 48). CBASD, vol. 4, p. 1224.

9 Procurarei destruir. Uma garantia adicional de vitória sobre toda oposição inimiga. CBASD, vol. 4, p. 1224.

10 Graça. Do heb. chen, palavra com duas diferenças básicas de sentido: (1) qualidade que torna alguém agradável (Pv 11:16; 22:1); e (2) “favor”, encontrado frequentemente na expressão “achar favor” ou “achar mercê” (Gn 18:3; 19:19; 32:5; etc.). Chen vem do radical chanan, que significa “ser gracioso”.

Súplicas. … o profeta está visualizando um profundo reavivamento espiritual, provocado por um novo vislumbre da malignidade do pecado, e caracterizado por uma intensa busca da justiça de Cristo. Olhando para o Messias “traspassado”, vendo nEle o cumprimento de todos os tipos do AT e percebendo como nunca antes o maravilhoso amor de Deus no dom de Seu Filho, as pessoas lamentariam profundamente seus defeitos de caráter.

O lamento “como se chora amargamente pelo primogênito” também pode ser o pesar da morte do Messias, uma dor experimentada por uma nação preparada para receber o Messias. Zacarias, neste versículo, está apresentando o futuro de Israel como poderia ter sido. Era desígnio de Deus que toda a terra estivesse preparada para o primeiro advento de Cristo (ver PR, 704). Teria sido bem diferente a história da nação judaica e de Jerusalém se o povo tivesse aceitado o dom do amado Filho de Deus (ver DTN, 576, 577). Se Ele tivesse vindo a uma nação assim preparada para recebê-Lo, e fosse “traspassado” repentinamente, seria extremamente profunda a dor das pessoas. essa dor seria ainda intensificada pela compreensão de que os próprios pecados causaram a morte dEle.

No entanto, estas palavras encontrarão ainda outro cumprimento. Parece haver uma alusão a Zacarias 12:10 em Mateus 24:30: “todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”; e em Apocalipse 1:7: “Eia que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram. e todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele. A palavra traduzida como “lamentarão”(AP 1:7) é a mesma em Mateus 24:30 e representa a interpretação da LXX em Zacarias 12:10. A lamentação descrita neste versículo ilustra a experiência daqueles que rejeitaram a Cristo em Seu primeiro advento. Quando eles O virem em toda Sua glória na segunda vinda, compreenderão plenamente a importância de suas obras (ver DTN, 580). Sem dúvida, os mais obstinados inimigos da verdade e de Seu povo” (GC, 637), em outras gerações, também estão incluídos na profecia feita aqui (ver também PE, 179). CBASD, vol. 4, p. 1224, 1225.

Traspassaram. Do heb daqar. A palavra é usada para a ideia de perfurar com uma arma (Nm 25:8; Jz 9:54; 1Sm 31:4; 1Cr 10:4). João observa que esta escritura foi cumprida quando um dos soldados romanos traspassou o lado de Jesus (Jo 19:37). CBASD, vol. 4, p. 1225.

11 A expressão “como o pranto de Hadade-Rimon, no vale de Megido” pode ser uma referência ao grande lamento que ocorreu quando Josias, o último rei piedoso de Judá, foi morto no vale de Megido, acontecimento pranteado por muitos anos (2Cr 35:20-25). Bíblia de Estudo Andrews.

12-14 O luto pela matança seria generalizado, intenso e sincero, não só uma demonstração exterior de tristeza. Bíblia de Estudo Andrews.

A enumeração de várias famílias nos v. 12 e 13, terminando a expressão “todas as mais famílias” (v. 14), transmite a ideia de um lamento universal. A “casa de Davi” representa a família real. “Natã”foi filho de Davi (1Cr 3:5). Ele pode ter sido mencionado neste versículo porque Zorobabel era descendente de Davi por intermédio de Natã (Lc 3:27, 31). Os levitas representam os líderes espirituais. A respeito da família dos “simeítas”, ver Números 3:17, 18 e 21. CBASD, vol. 4, p. 1225.



ZACARIAS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de julho de 2024, 0:45
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De forma contundente e com a autoridade de quem criou todas as coisas (v.1), o Senhor deixou bem claro que, muito acima dos propósitos do coração humano estão os desígnios do Seu coração. Como está escrito: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec.3:1). E concluindo esse pensamento, Salomão terminou dizendo que há “tempo de guerra e tempo de paz” (Ec.3:8). Certamente, assim como Deus precisou exercer um tempo de disciplina para o Seu povo, o objetivo final era que este culminasse em um tempo de paz. “Esta mensagem profética pode ser intitulada como ‘O triunfo do programa de Deus’” (CBASD, v.4, p.1223).

Mencionada sete vezes, a expressão “naquele dia” revela a plenitude do Criador, exaltando a excelência de Seus propósitos, assim como em sete dias “estendeu o céu, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele” (v.1) e no sétimo dia descansou “de toda a Sua obra que tinha feito” (Gn.2:2). No final, haveria um descanso para o povo de Deus. Entretanto, os planos divinos não ultrapassam a linha limítrofe das escolhas humanas. As profecias relativas à libertação e salvação de cada um são condicionais, pois o seu cumprimento depende de nossas decisões. O Senhor estende a Sua mão através do abismo para cada pecador, mas não força ninguém a segurá-la.

Deus desejava tornar Jerusalém o centro de toda a Terra. Um lugar onde todos os povos seriam bem-vindos para adorar o seu Criador. Onde haveria um povo peculiar, diferente de todos os demais, mas não exclusivista. Um povo cuja identidade fosse revelada na mais pura expressão do amor e no mais fiel compromisso com a verdade. Jerusalém seria um escudo intransponível para os inimigos, e, ao mesmo tempo, uma cidade-refúgio para os verdadeiros adoradores. Seria um lugar de paz e a capital da esperança para todo o planeta.

No entanto, a resposta do povo não foi compatível com os propósitos de Deus e, lamentavelmente, desviaram os olhos do plano original para satisfazer as próprias inclinações. A cena do Calvário deveria ter-lhes provocado profundo arrependimento e contrição. Porém, foi um chocante espetáculo onde o público ovacionava os líderes judeus pelo “sucesso” de seu feito. Quando a Terra deveria prantear (v.12) pelo inocente Cordeiro de Deus, apenas murmurava a Sua morte como um triste fim ou escarnecia dAquele “a quem traspassaram” (v.10).

Após a morte de Cristo, Lucas relata a seguinte reação das multidões e daqueles que O seguiam : “E todas as multidões reunidas para este espetáculo, vendo o que havia acontecido, retiraram-se a lamentar, batendo nos peitos. Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que O tinham seguido desde a Galileia permaneceram a contemplar de longe estas coisas” (Lc.23:48-49). Aparentemente, a reação das multidões foi a mais solidária ao sofrimento do Salvador. Porém, não foi a elas que Ele apareceu após Sua ressurreição. O arrependimento genuíno é aquele evidenciado pelo Céu e não pelos homens. Deus está levantando, como naquele tempo, um povo que “têm a força do Senhor dos Exércitos, seu Deus” (v.5). E essa força não é dada por méritos visíveis, mas pelo que só o Senhor pode ver: “porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm.16:7).

Como o Senhor escolheu a Davi, o mais jovem dentre seus irmãos. Como da fraqueza de Paulo suscitou a mais excelente força. Assim também Sua última igreja na Terra enfrentará um tempo de grande fragilidade, mas assim como os discípulos foram sustentados no Calvário, ela suportará a última grande prova sob a força dAquele que a salvou. Oh, quão perto está Jerusalém, amados! Logo o nosso Senhor e Salvador voltará! Que não estejamos entre as multidões que lamentarão, mas entre aqueles que desfrutarão do eterno tempo de paz e com alegria indescritível dirão: “Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9).

Querido Deus e Pai, não queremos Te oferecer uma oferta vazia ou defeituosa, mas o nosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Ti, que é o nosso culto racional. Queremos Te oferecer a nossa vida por completo e ser guiados pelo Teu Espírito. Está perto o Dia de nossa redenção. Mas independentemente de quando seja, enquanto o nosso Salvador não vem, queremos permanecer esperando, seguir com fé, levantar nossos olhos para o alto e declarar com o coração que Ele está vindo. Que esta esperança transborde de nossa vida e alcance muitos ao nosso redor. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Senhor dos Exércitos!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Zacarias12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 12 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 12 – Embora tenha sido escrito para um contexto desafiador dos judeus que retornaram do exílio para fortalecer a crença e a fé na vinda do Messias, o texto sagrado do profeta Zacarias transcende seu tempo; ou seja, é importante suas profecias para entender tanto o passado quanto os eventos futuros.

“Zacarias é um dos livros do Antigo Testamento mais citados no Novo Testamento (mais de 70 citações ou alusões). A maioria delas aparece nos evangelhos e no livro do Apocalipse. O livro de Zacarias fica atrás apenas de Ezequiel, seguido por Daniel, em sua influência sobre o Apocalipse”, analisa Zdravko Stefanovic, o qual também destaca as sete profecias messiânica proferidas por Zacarias:

1. Zacarias 3:8-9.
2. Zacarias 6:12-13.
3. Zacarias 9:9-10.
4. Zacarias 10:4.
5. Zacarias 11:4-14.
6. Zacarias 12:10-14.
7. Zacarias 13:6-9.

A sexta profecia messiânica consta no capítulo em análise. “Zacarias apresentou uma profecia sobre a reação da casa de Davi e dos habitantes de Jerusalém quando Jesus fosse crucificado: ‘Olharão para mim, Aquele a quem transpassaram, e chorarão por Ele como quem chora a perda de um único filho’ (v. 10). O quadro é sombrio: As pessoas olham para o Messias e choram amargamente por Ele, porque O transpassaram. Essa imagem da morte do Messias é usada em João 19:37 (compare com Sl 22:16; Is 53:5). Nossa necessidade de olhar para Jesus com fé é ressaltada em João 3:14-15 (compare com Nm 21:9; Is 45:22; Hb 12:2)” (Stefanovic).

• Zacarias 12 inicia com a ideia de que Jerusalém seria um centro de conflito, mas também seria protegia e sustentada por Deus. No ano 70 d.C., Tito Vespasiano a cercou e a destruiu, diferentemente do que Deus havia predito.
• Zacarias 12 encerra com um lamento oriundo do arrependimento, quando o povo reconheceria seus pecados e o Messias a Quem transpassaram. Na verdade, é Jesus quem chora e lamenta sobre Jerusalém porque seus habitantes O ignoraram, desprezaram ao Único que poderia salvá-los (Lucas 19:41-44).

Assim, Zacarias 12 é um chamado aos fiéis do tempo do fim para uma autoavaliação contínua e um arrependimento genuíno para não cair no mesmo erro de Israel.

Para fortalecer nossa fé nos dias finais da história humana precisamos focar nas profecias e suas conexões com o Apocalipse. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.