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Texto bíblico: ZACARIAS 9 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/9
Israel não gostou das nações. Israel queria exclusividade quando se tratava do Deus Criador. Eles queriam ser os únicos que Deus abençoaria. No entanto, o profeta lembrou-lhes que “os olhos de todos os povos E de todas as tribos de Israel estão no Senhor”. Outra tradução diz “os olhos do Senhor estão sobre toda a humanidade e sobre todas as tribos de Israel”.
O relacionamento de Deus com TODAS as pessoas, independentemente de etnia ou raça, é evidente. Ele envia profecias contra as nações E contra Israel, mas também chama Israel, Egito e Assíria de “meus filhos”. Nas palavras do profeta, “aquele que restar pertencerá ao nosso Deus e se tornará chefe em Judá”. Pois o Messias trará a salvação, “humilde e montado num jumento” para “proclamar a paz às nações. Seu governo se estenderá de mar a mar… até os confins da terra.”
E a aliança de sangue com Israel? É um serviço à aliança das nações, um convite para abençoar os outros como alguém é abençoado. “Quando eu curvar Judá como se curva um arco e usar Efraim como flecha. … Ah! Como serão belos! Como serão formosos!”
Quem você abençoou hoje?
Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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511 palavras
1 Sentença. Do heb. massa, “uma fala “profética”, “um oráculo” (ver com. de Is 13:1).
7 O sangue. Uma referência à prática pagã de beber o sangue dos sacrifícios ou de comer os sacrifícios com o sangue. Os israelitas eram estritamente proibidos de comer sangue (Lv 17:10, 12).
Jebuseu. Os jebuseus foram os antigos moradores da fortaleza de Sião. Eles não foram destruídos por completo e passaram a servir como escravos (1Rs 9:20, 21). … Talvez ele [o profeta] estivesse predizendo a absorção dos filisteus ao estado de Israel.
8 Acampar-Me-ei. Deus defenderia Israel de seus inimigos.
Para que ninguém passe. Uma referência às invasões de um inimigo ou aos ataques das forças inimigas em vários lugares.
Porque, agora, vejo. Deus observa com atenção a condição de Israel e Se propõe a ajudá-lo (ver Êx 3:7, 9).
9 Alegra-te muito. Sião é convidada a alegrar-se porque a salvação prometida será realizada por meio da vinda de seu rei, o Messias.
Justo. Justiça moral é o principal atributo do Messias. Em Sua humanidade, Cristo desenvolveu um caráter perfeito, e isto Ele oferece a todos que O aceitam pela fé. São “todas as nossas justiças, como trapos de imundícia” (Is 64:6). Mas Jesus foi feito por nós “sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” (1Co 1:30).
Salvador. Do heb. yasha, “salvar”. Yasha’ é o radical do nome “Jesus” (ver com. de Mt 1:1, 21).
Humilde. Sobre este atributo do Messias, ver Mt 11:29; Fp 2:5-8.
Num jumentinho. Sobre o cumprimento desta profecia, ver com. de Mt 21:1-11.
10 Destruirei. Uma profecia da abolição definitiva da guerra. Efraim e Jerusalém representam, respectivamente, as 1o tribos do reino do norte de Israel e as duas tribos do reino do sul de Judá, ambas abrangendo toda a nação judaica.
Paz às nações. Toda oposição inimiga ao povo de Israel seria derrubada (Jl 3:1-17; Zc 14:1-9; ver p. 17).
11 Quanto a Ti. Deus se dirige ao povo da aliança.
Aliança. Numa visão ampla, uma referência à aliança feita com o ser humano no Éden (Gn 3:15) e renovada com Abraão (Gn 22:18). Esta aliança se tornou conhecida como a nova aliança (Hb 8:8-12; PP, 370, 371).
Tirei. Ou, “tirarei”. Uma referência aos israelitas que ainda estavam cativos em terras estrangeiras.
12 Voltai. O apelo divino aos prisioneiros dispersos para aceitarem o livramento. A fortaleza é Sião, defendida por Deus e símbolo da salvação (ver Mq 4:8).
Presos de esperança. Os exilados que retornaram se viam como prisioneiros das circunstâncias, mas Deus lhes assegura que há esperança de livramento, caso eles diligentemente obedeçam à Sua voz (Zc 6:15; ver com. de Mt 7:24-27).
13 Curvei Judá. Deus, como um guerreiro pronto para a batalha, utiliza Judá como Seu arco e Efraim (Israel) como Sua flecha.
15 Protegerá. A imagem é intensamente dramática. A morte dos inimigos é comparada ao sacrifício, e os executores são descritos como embriagados com o sangue de suas vítimas.
fundibulários (ARA). NVI: “pedras de atiradeira [funda]”.
16 Salvará. Os papéis foram invertidos. Os que foram humilhados e oprimidos brilhariam como as pedras preciosas de uma coroa.
17 Cereal. Grãos e vinho novo representam abundância de produção. As necessidades da vida seriam supridas fartamente quando Deus restaurasse Seu povo à sua herança.
Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1216, 1217.
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“Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (v.9).
A ira divina que antes havia servido de disciplina para o povo de Israel, foi então revertida para os povos pagãos que, aproveitando-se da fragilidade do povo de Deus, o oprimiu, zombou de sua desgraça e saqueou os seus tesouros. Os olhos do Onipresente estavam “sobre os homens” para puni-los conforme as suas más obras, e “sobre todas as tribos de Israel” (v.1) para lhes devolver a honra e a glória do lugar que se chamava pelo Seu nome. Contudo, se os impenitentes se arrependessem, ficariam “como um restante para o nosso Deus” (v.7). Eles passariam a fazer parte de Seu povo e seriam “como chefes em Judá” (v.7).
A oportunidade de restauração e de salvação da humanidade foi encarnada nAquele que, mesmo sendo o Rei da Glória, despiu-Se das vestes reais para pisar no solo enegrecido pelo pecado. E “o povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz” (Is.9:2). Jesus veio exatamente no tempo em que a escuridão prevalecia até no coração dos mestres da lei. Seu estilo de vida era considerado uma ofensa às tradições judaicas e era como uma afronta àqueles que aparentavam santidade, mas que não dispensavam a oportunidade de agir como “fundibulários” de seus irmãos (v.15; “aqueles que atiram pedras com fundas”; leia Jo.8:5).
A profecia messiânica aponta para um Cristo “humilde” (v.9) e que viria anunciar “paz às nações” (v.10), e não somente à nação judaica. Os exilados que ainda se encontravam em território babilônico deveriam voltar “à fortaleza” (v.12), à Jerusalém, e aquela cidade seria um raio de luz entre os povos. Deus seria “visto sobre os filhos de Sião” (v.14) e faria soar a Sua trombeta. Ninguém ficaria sem ouvir falar na paz que ali repousava. Se Israel houvesse reconhecido a Jesus Cristo como o Filho de Deus, e dEle tivesse aprendido a mansidão e a humildade, não teria sofrido a ruína e o opróbrio de uma nação que dizia esperar pelo Rei, mas que não soube reconhecê-Lo quando Ele veio.
Hoje, somos desafiados a abraçar esta missão que Israel recusou. Assim como o Senhor do Universo Se importa comigo e com você de forma individual; se Ele Se interessa por nós a ponto de ouvir as nossas orações particulares, muito mais devemos considerar cada vida como preciosas “pedras de uma coroa” (v.16). A vida de Jesus foi o cumprimento não só das profecias, mas da intensidade do amor de Deus por toda a raça caída: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).
O Senhor nos convida a fazer parte do restante que aclamará o seu Rei não mais com “ramos de palmeiras” (Jo.12:13), mas com a oferta de um coração governado pelo Espírito Santo. Como a Sua primeira vinda, o Seu segundo advento é uma certeza absoluta: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá […] Certamente. Amém!” (Ap.1:7). E diante do tempo onde a bondade de Deus tem sido tão questionada, devemos, semelhante às multidões em festa (Jo.12:12), exultar e erguer a nossa cabeça, porque a nossa “redenção se aproxima” (Lc.21:28).
Seja a nossa vida, pela graça e poder de Deus, um reflexo da vida do humilde Salvador. Veja o mundo em nós a mensagem de um Deus que ama a todos e que a todos deseja perdoar. Ellen White escreveu o seguinte: “Quem quer que, sob a reprovação de Deus, humilhe a alma com confissão e arrependimento, como fez Davi, pode estar certo de que há esperança para ele. Quem quer que com fé aceite as promessas de Deus, encontrará perdão. O Senhor nunca lançará fora uma alma verdadeiramente arrependida. Ele fez esta promessa: ‘Apodere-se da Minha força, e faça paz Comigo; sim, que faça paz Comigo’ (Is.27:5). ‘Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que Se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar’ (Is.55:7)” (Patriarcas e Profetas, CPB, p. 537).
Nosso Deus e Pai, quando Jesus veio primeira vez, os Seus não O receberam nem reconheceram o Rei da Glória. Ó, Pai, que coisa mais triste! E nós, hoje, não estamos livres de cair no mesmo engano. Satanás continua usando a falsa piedade como um meio de cegar o Teu povo. Não permite, Senhor, que o nosso coração seja tomado pela incredulidade e pela hipocrisia! Enche-nos do Espírito Santo até que não reste mais nada de nós! Que nossos olhos estejam sempre postos no Céu, em nosso Salvador pessoal. Cria em nós, ó Deus, um coração puro, e renova dentro de nós um espírito inabalável! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, mensageiros da esperança!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 9 – Este não é apenas um relato antigo; é uma carta de amor à humanidade, oferecendo esperança e direção em tempos de incerteza. Este capítulo é um verdadeiro tesouro àqueles que buscam entender mais profundamente a soberania de Deus, Sua justiça, e a promessa de um futuro glorioso.
Imagine-se vivendo num tempo de grande expectativa e esperança. O povo de Israel, após anos de exílio e sofrimento, começa a vislumbrar a possibilidade de restauração e renovação. O profeta Zacarias emerge com uma mensagem de esperança e libertação, dirigida a um povo ansioso por redenção. A narrativa do capítulo se desdobra como um drama divino, onde Deus não apenas promete a libertação de Seu povo, mas também revela o advento de um rei justo e humilde, trazendo paz não apenas para Israel, mas para todas as nações.
A profecia de Zacarias 9 é fascinante devido à sua rica simbologia e seu impacto tanto histórico quanto escatológico. As palavras do profeta conduzem-nos a uma jornada de eventos que culminam na vida do Messias, Aquele que viria montado num jumento, um símbolo de paz e humildade. Este retrato messiânico não é apenas um eco do passado, mas uma promessa vida para o futuro.
• Em Zacarias 9:1-8, Zacarias pronuncia julgamentos contra várias nações vizinhas de Israel, como Tiro, Sidom, e os filisteus. Esta seção destaca a justiça de Deus em lidar com os inimigos do Seu povo e estabelece o cenário para a chegada de um novo reino de paz e justiça.
• Zacarias 9:9 é talvez o texto mais famoso do capítulo em análise; pois profetiza a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Tal profecia realizou-se em Mateus 21:1-11. A imagem de Jesus como Rei humilde contrasta fortemente com os governantes terrenos e aponta para o caráter pacífico e servil de Cristo.
• Zacarias 9:10-12 trata da paz universal e da libertação dos exilados. O sacrifício de Cristo liberta os exilados do pecado e aponta para um reino de paz entre as nações. Esta visão de paz universal reflete a missão global do evangelho e a esperança adventista, quando Cristo estabelecerá Seu reino de paz duradoura.
• No grande conflito entre o bem e o mal, Jesus salva Seu povo, oferecendo proteção e prosperidade (Zacarias 9:13-17).
Portanto, podemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.