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Texto bíblico: ZACARIAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/4
O profeta é despertado. De fato, Israel estava num sono profundo. Em vez de cumprir o seu chamado de apresentar ao Senhor as nações vizinhas, Israel dormiu na certeza de que foram escolhidos por Deus. Eles pensaram que estavam seguros e fortes porque o Senhor estava ao seu lado. Eles se consideravam poderosos o suficiente para reconstruir o templo como sinal de seu orgulho e glória.
Às perguntas do profeta a respeito do candelabro e das duas oliveiras, o Senhor respondeu: “Não sabeis o que são estas?” Esta é a luz que você deveria deixar brilhar ao seu redor. Uma luz para as nações. A luz que vem do Espírito Santo. Para você pode parecer uma coisa pequena que as nações retornem para Mim, comparado aos seus sonhos de glória nacional refletidos na reconstrução do templo.
Você quer poder? Há poder nas duas fontes ungidas que alimentam o candelabro. Se você permanecer conectado a eles, você brilhará. Minha glória será a sua glória. Sua honra se tornará minha honra. Você verá o fruto do seu esforço, como um sinal de que estou com você. Conecte-se à Fonte! Hoje!
Cristian Dumitrescu
Professor de Estudos Interculturais, Missiologia e Pesquisa.
Editor do Journal of Asia Adventist Seminary (JAAS).
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados (AIIAS) Filipinas
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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350 palavras
1 E me despertou. Este incidente marca a transição de uma visão para outra.
2 Candelabro. O simbolismo é evidentemente um empréstimo do candelabro no santuário.
Vaso. Este continha o óleo, que alimentava as sete lâmpadas nos sete tubos.
6 Zorobabel. Neste versículo, Zorobabel representa a liderança e a administração civil, assim como Josué (Zc 3:1) representa a liderança religiosa da nação.
Pelo Meu Espírito. O óleo fornecido pela oliveira (v. 3) tipificava o Espírito Santo (ver PJ, 408). Somente a graça divina venceria todos os obstáculos que os reconstrutores enfrentariam em Jerusalém (ver p. 1181). Zorobabel e seus companheiros estavam deprimidos por sua débil habilidade e escassos recursos para realizar a obra de restauração contra a oposição de seus inimigos. A visão mostrou que os propósitos de Deus para Israel seriam alcançados não por “força” ou “poder” humanos, mas pelo Seu próprio Espírito e poder.
7 Grande monte. Símbolo das dificuldades aparentemente insuperáveis que Zorobabel teria de enfrentar para realizar seu propósito (ver com. de Is 2:2).
Pedra de remate. A Zorobabel é assegurado que ele concluiria a obra de restauração ao colocar a pedra de remate ou pedra angular (ver T7, 170).
10 Humildes começos. Isto é, o pequeno progresso feito até então.
Alegrar-se-á. Isto é, com a realização do parecia impossível.
Aqueles sete olhos. Neste versículo, eles se convertem num símbolo de onisciência e onipresença de Deus. “O Guarda de Israel” não dormita nem dorme (Sl 121:4). De Seu grande e elevado trono, Ele dirige os negócios desta terra e cumpre os propósitos desta terra e cumpre os propósitos de Sua vontade. Nada escapa à Sua observação (ver Sl 139:1-12; ver com. de Dn 4:17).
11 Que são … ? O significado das duas oliveiras (v. 3) ainda não tinha sido dado.
14 Dois ungidos. Os ungidos, portanto, representam os instrumentos celestiais por meio dos quais o Espírito Santo é concedido aos seres humanos que são completamente consagrados ao Seu serviço.
[Nota: Os comentários da Bíblia de Andrews interpretam as duas oliveiras como sendo Josué e Zorobabel; A comentarista do blog mundial, Karen D. Lifshay, interpreta as duas oliveiras como sendo o Antigo e o Novo Testamento.]
Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1203, 1204.
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“Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (v.6).
Estamos diante de um dos princípios mais belos da Palavra de Deus, que é o da harmonia entre seus livros. Toda a Bíblia se comunica entre si como elos de uma corrente inquebrável. A linguagem do anjo que falava a Zacarias se assemelha em vários aspectos ao que o apóstolo João recebeu em visão também por intermédio de um anjo. No capítulo 11 de Apocalipse encontramos praticamente a mesma sequência de símbolos indicada nos capítulos 3 e 4 de Zacarias. Temos um homem tomando nota de medidas e temos símbolos bem semelhantes aos apresentados no capítulo de hoje. Zacarias foi despertado para ver o candelabro entre as duas oliveiras, o que indica a importância de compreender com clareza tal visão.
Além da ligação do livro de Zacarias com o livro do Apocalipse, também existem ligações entre as visões. Na visão anterior, por exemplo, Zacarias viu uma pedra com “sete olhos” (Zc.3:9). Notem que o candelabro possui “sete lâmpadas” (v.2), e, mais a frente foi dito: “Aqueles sete olhos são os olhos do Senhor, que percorrem toda a Terra” (v.10). Em Apocalipse 5:6, João viu o Cordeiro, que tinha o seguinte aspecto: “Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados por toda a Terra”. Ou seja, há uma íntima e inerente ligação entre a pedra e o Cordeiro, que é Cristo, e as sete lâmpadas e os sete olhos, que são um símbolo da plenitude do Espírito Santo. Não seria por força ou por violência que terminariam a construção do templo, mas pelo Espírito através da Palavra de Deus.
Por intermédio de Zorobabel e Josué, “os dois ungidos” (v.14), Deus cumpriria o Seu propósito de iluminar o mundo com a luz provinda de Sua Palavra. Em Apocalipse 11:3 João viu as “duas testemunhas” de Deus, sendo “estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da Terra”, uma referência ao Antigo e Novo Testamentos, como testemunhas que condenam o pecado e que não podem ser destruídas enquanto não cumprirem sua missão de anunciar a mensagem de salvação até o último pecador arrependido. Como igreja de Deus, precisamos do Espírito Santo a fim de cumprirmos a missão que nos foi confiada como testemunhas de Jesus: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas […] até aos confins da Terra” (At.1:8). Assim como os olhos do Senhor percorrem toda a Terra através de Seu Espírito, Ele nos concede o privilégio de sermos participantes em Sua obra salvífica.
Para cada pessoa resgatada das trevas para a luz, há uma aclamação que ecoa do Céu: “Haja graça e graça para ela!” (v.7). Todo o Céu se une em louvor quando um pecador se arrepende. E em meio à geração mais degradada pelo pecado e mais incapaz de dar ouvidos à voz de Deus, o Espírito Santo tem sido derramado “sobre toda a carne” (Jl.2:28) a fim de operar grandes milagres de conversão. Amados, assim como Zacarias precisou ser despertado para ter a quinta visão, estamos vivendo em um momento em que o Senhor está despertando aqueles que, ao entrarem em contato com a verdade presente, com profundo interesse estão a exclamar: “Meu senhor, que é isto?” (v.4). Pessoas que, alcançadas e redimidas pela graça de Cristo Jesus, não estão satisfeitas com o conhecimento que possuem a não ser que este cresça “à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef.4:13). Não pelo sacrifício de obras vazias, mas pela atuação do Espírito de Deus na vida.
“Nem por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (v.6). Não é o que fazemos que nos abrirá os portais do Céu, meus irmãos, mas o que permitimos que o Espírito Santo realize em nós. Deus está medindo, investigando cada canto da Terra em busca de Seus filhinhos. Há uma obra a ser terminada e você e eu fazemos parte deste projeto divino. A respeito disso, encerro com as palavras da irmã White:
“É chegado o tempo em que os que escolhem ao Senhor como sua presente e futura porção, devem confiar unicamente nEle. Todos quantos professam piedade devem possuir uma experiência individual. […] Os anjos estão observando o desenvolvimento do caráter, e pesando o valor moral. Os que professam crer na verdade devem ser, eles mesmos, justos, e exercer toda a sua influência para esclarecer e ganhar outros para a verdade. Suas palavras e obras são o meio pelo qual são transmitidos ao mundo os puros princípios da verdade e da santidade. Eles são o sal da Terra, e a sua luz” (Testemunhos Para a Igreja, CPB, v.1, p.262).
Nosso Deus eterno, Senhor dos Exércitos, mas que também é nosso Pai, quão maravilhoso é perceber o Teu amor e a Tua graça nas profecias! Quão preciosa é a Tua Palavra! É qual tesouro que nunca acaba. Pelo contrário, só aumenta. E quão imerecedores somos nós de termos em mãos tão lindo e valioso presente. A Bíblia é a Tua carta de amor à humanidade. Desperta-nos para contemplarmos a beleza da Tua Revelação! Que o Teu Espírito habite em nós, e nos conceda o interesse de aprender mais de Ti e de viver para Ti. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 4 – A melhor forma de enfrentar os desafios é confiando no poder divino; diante do desânimo por causa de uma sequência de fracassos em fazer a vontade de Deus, nada melhor que depender da atuação sobrenatural do Espírito Santo.
“Os israelitas estavam desanimados por causa dos fracassados planos de reconstruir o Templo de Jerusalém. A queda de Babilônia em 539 a.C. havia despertado esperanças em todos os judeus de que retornariam a Jerusalém e começariam a reconstrução, mas surgiu grande oposição e o projeto foi interrompido” (Bíblia do Discípulo). Da mesma forma que os israelitas enfrentaram oposição ao tentar reconstruir o Templo, nós também enfrentamos obstáculos em projetos e sonhos pessoais e como povo de Deus. Contudo, a confiança em Deus capacita-nos a transformar essas dificuldades em triunfos, nos guiando e fortalecendo em cada passo.
Os maiores desafios tornam-se oportunidades de vitória quando confiamos no poder do Espírito Santo. Diante do desânimo causado pelos fracassos, como o que os judeus sentiram ao ver seus planos interrompidos, é essencial buscar a atuação sobrenatural do Espírito. Ele nos oferece renovação e nos motiva a continuar, mesmo quando parece impossível avançar.
Note como Zacarias 4 auxilia-nos em nossa perseverança especialmente enfrentando resistências:
• Quando enfrentamos desafios e desânimos precisamos confiar no poder de Deus ao invés de depender de esforços humanos (Zacarias 4:1-6).
• Quando a missão não avança facilmente nem se vê grandes resultados, precisamos nos alegrar com os pequenos começos, pois Deus Se alegra com o progresso e com cada pequeno passo dado com fé em Sua direção (Zacarias 4:7-14).
O candelabro de ouro simboliza a luz divina e a iluminação espiritual, sustentada pelo Espírito Santo, representado pelo azeite. As duas oliveiras são identificadas como Zorobabel e Josué, os dois líderes ungidos por Deus para servir ao povo e para avançar na reconstrução do Templo. Representam as funções complementares de liderança espiritual (sacerdotal) e civil (governamental) sob a unção divina.
A visão de Zacarias 4 prefigura a necessidade de uma liderança que é simultaneamente ungida por Deus para governar e guiar o povo espiritualmente. É certo que o sucesso na obra de Deus depende de Seu Espírito e não de esforços humanos!
Perseverar na missão, confiando no poder divino, é a chave para vencer qualquer oposição! – Heber Toth Armí.