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Texto bíblico: ZACARIAS 3 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/3
Essa visão de Zacarias exalta as maravilhas da imensa salvação trazida por Jesus Cristo. Josué, o sumo sacerdote, e todos os que haviam retornado do exílio estavam procurando agradar a Deus, mas pensamentos de indignidade passavam pela mente deles. Como sumo sacerdote, Josué representava todas as pessoas, em pé diante do Senhor.
Mas Satanás está lá também. Ele era a fonte de toda a oposição que os judeus enfrentavam. Além disso, ele aponta para a sujeira moral, a incredulidade e os pecados do povo. Satanás alegava que não era correto Deus ajudar a Josué. Pensamentos de desesperança e de nunca conseguir levar as pessoas a amar a Deus acima de todas as coisas e assim cumprirem a missão rondavam a mente dos líderes.
A graça de Deus repreendeu a Satanás. A verdade apresentada nesta visão de que nossas vestes sujas de pecado são removidas e somos cobertos com o manto da justiça de Cristo nos enche de esperança. Para entender o significado glorioso desta visão, leia o capítulo “Josué e o Anjo”, no livro, Profetas e Reis. Você será fortalecido. Observe esta declaração: “Suas inclinações terrenas serão removidas, para que por meio deles a imagem de Cristo possa ser perfeitamente revelada”. {Profetas e Reis, 301.2}.
O Senhor nos ama e está conosco. Avancemos com fé!
David Manzano
Pastor aposentado, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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544 palavras
1 Deus me mostrou. A quarta visão (v. 1-10) foi dada para mostrar o poder de Cristo “para derrotar o acusador do Seu povo” (PR, 583). Ela foi dada quando “o firme progresso realizado pelos construtores do templo aborreceu e alarmou grandemente as forças do mal” (PR, 582; ver com. de Zc 1:8).
Josué. Primeiro sumo sacerdote após o cativeiro, também chamado de Jesus (Ed 2:2), uma transliteração de forma aramaica do nome … . Nesta visão, o sumo sacerdote representa Israel diante de Deus.
Anjo do SENHOR. Isto é, “o Anjo que é o Senhor”, significando Cristo (cf. Jd 9; ver PR, 584; ver com. de Êx 23:20, 21).
Satanás. Do heb. hassatan, literalmente, “o adversário”. A palavra vem do verbo satan, que significa “acusar”, “agir como um adversário”(Sl 38:20; 71:13; 109:4, 20, 29).
Para se lhe opor. Ao passo que Josué intercedia diante de Deus por seu povo, Satanás estava próximo para se opor e frustrar seus esforços, acusando a Josué e seu povo com o fardo do pecado (cf. 1Pe 5:8; Ap 12:10). Ele salientou as transgressões de Israel como uma razão porque o povo não deveria ser restaurado ao favor divino (ver PR, 583; cf. Zc 1:11; 2:12). Afirmava que eles não mereciam ser restaurados ao relacionamento da aliança (ver com. de Zc 1:16).
2 O SENHOR te repreenda. É verdade que o povo de Deus pecara gravemente. Mas eles passaram pelo castigo do exílio, e muitos foram levados ao arrependimento e humilhação.
Tição tirado do fogo. O ardente fogo do cativeiro teria consumido o povo escolhido, caso Deus não tivesse movido o coração dos reis pagãos para mostrar favor a Seus filhos dispersos, e se alguns deles não estivessem dispostos a responder ao chamado de Deus para fugir de Babilônia (Jr 51:6, 45; cf. Zc 2:6).
3 Vestes sujas. Significando a corrupção do pecado (cf. Is 64:6).
4 Tirai-lhe. A remoção das vestes sujas significava remissão do pecado e restauração ao favor de Deus. A nova veste representava a justiça imputada de Cristo (PR, 584).
5 Um turbante limpo. Literalmente, “um turbante puro”. … O turbante, antigamente indicado para o sumo sacerdote, levava a inscrição “Santidade ao SENHOR” (Êx 28:36-38). A colocação do turbante limpo sobre Josué significava que suas transgressões tinham sido perdoadas e que ele estava qualificado para seu santo ofício. Sacerdote e povo foram restaurados ao favor divino (v. 9; ver com. do v. 1).
6 Protestou. Melhor, “alertou”.
7 Andares. Grandes bênçãos seguiriam a obediência (ver 1Rs 3:14).
Estes que aqui se encontram. Anjos assistentes (ver PR, 585).
8 Ouve, pois. A importante natureza da promessa prestes a ser feita exigia a completa atenção do sacerdote.
Homens de presságio. Literalmente, “homens de prodígio”. … Mofeth também é frequentemente traduzido como “sinal” (1Rs 13:3, 5; 2Cr 32:24; Ex 12:6; etc.). Como Ezequiel foi um sinal (do heb. mofeth) à sua geração (Ez 12:6, 11; 24:24, 27), assim os israelitas da restauração foram uma demonstração do que Deus estava disposto a fazer por aqueles que cooperassem com os propósitos celestiais. Eles seriam “honrados como os escolhidos do Céu entre as nações da Terra” (PR, 585).
Meu servo. Um título frequentemente dado ao Messias (ver com. de Is 41:8).
Renovo. Do heb. tsemach, “broto”, “crescimento”, um símbolo do Messias (ver Jr 23:5; 33:15), que seria o glorioso Rebento que brotaria da casa de Davi.
9 Pedra. O simbolismo não é explicado claramente. …O ensino central da visão foi a remoção da culpa de Josué e de seu povo.
10 Debaixo da vide. Um símbolo de paz e segurança, alegria e prosperidade (ver Is 65:17-25; Mq 4:1-5).
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“Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do Senhor, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor” (v.1).
Representando muito bem o seu papel de acusador, Satanás se pôs em oposição ao ministério sumo sacerdotal de Josué. A expressão “Anjo do Senhor” é uma referência ao próprio Jesus: o “Príncipe do exército do Senhor” (Js.5:14), “o Senhor dos Exércitos” (v.7), “Miguel, vosso Príncipe” (Dn.10:21). A experiência de Josué se assemelha ao que está relatado no livro de Judas: “Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” (Jd.9). Da mesma forma, no capítulo de hoje, “o Senhor disse a Satanás: O Senhor te repreende, ó Satanás” (v.2).
O contexto do povo pós-exílio era o de estrangeiros na terra prometida. Os setenta anos de cativeiro os havia privado da adoração no templo e das tradições religiosas de seus pais. Era necessária uma obra de reavivamento e reforma a fim de restaurar a verdadeira adoração. Certamente, Josué nunca havia oficiado antes e tornar-se o principal líder religioso da nação era uma responsabilidade de grande peso sobre o inexperiente sumo sacerdote. A quarta visão de Zacarias, portanto, se tratava da autorização divina para a restauração do ofício sumo sacerdotal e da promessa de proteção e aprovação de Jesus frente à direta oposição de Satanás.
Como uma brasa retirada do meio do fogo, Josué é um símbolo do remanescente salvo da destruição pela fidelidade da aliança do Senhor com Seu povo. Suas “vestes sujas” (v.3) representam as iniquidades do povo e a substituição dessas vestes por “finos trajes” (v.4) e “um turbante limpo” (v.5), símbolos das vestes puras de Cristo e da salvação por Sua graça. Apesar de ser uma visão direcionada a Josué, ela também aponta para o perfeito ministério sacerdotal de Cristo, “o Renovo” (v.8), Aquele que tiraria a iniquidade não somente de alguns, mas “desta terra, num só dia” (v.9). Diante do “acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus” (Ap.12:10), a nossa condição é irremediável. Mas diante dAquele que num só dia, “ao se cumprirem os tempos, Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado” (Hb.9:26), nossa condição é perfeitamente remediável.
Mesmo que tenhamos saído de Babilônia carregando conosco as cicatrizes do passado, e tenhamos em nosso encalço um inimigo que nos acusa de dia e de noite, “possuímos tal sumo sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1); “temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1), que Se manifesta para repreender a Satanás e que deseja nos vestir “com trajes próprios” (v.5), as “vestiduras brancas” de Sua justiça (Ap.3:18). A resposta a tão preciosa graça é a obediência, como o Anjo do Senhor protestou a Josué: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos Meus caminhos e observares os Meus preceitos, também tu julgarás a Minha casa e guardarás os Meus átrios, e te darei livre acesso entre estes que aqui se encontram” (v.7). Foi assim que Jesus venceu e nos deu poder para vencer, “tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8).
A derradeira obra do Espírito já começou, em despertar as virgens prudentes para um curto e decisivo tempo de preparo para o reavivamento e reforma tão necessários, fruto da graça de Cristo recebida na vida. E como foi com Josué e na luta pelo corpo de Moisés, há um grande conflito sendo travado pela minha e pela sua vida. Se permitirmos, porém, pela fé simples e singela como de uma criança, que Jesus lute as nossas batalhas, o acusador não terá alternativa a não ser fugir de nossa presença pelo poder que há no sangue remidor e purificador de Cristo Jesus. Somos “sacerdócio real” de Deus (1Pe.2:9) e estrangeiros em uma terra de quase seis mil anos de pecado. Com certeza, ser chamados hoje de filhos de Deus, é um privilégio que geração nenhuma pôde experimentar sob o peso de milênios de corrupção.
Falta muito pouco para Jesus Cristo rasgar os céus com Sua glória, amados! Falta muito pouco para numa fração de milésimos de segundos “este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade” (1Co.15:54). Falta muito pouco para estarmos “em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos” (Ap.7:9). Falta muito pouco para o Grande Dia do Senhor, quando Ele tirará “a iniquidade desta Terra, num só dia” (v.9). Falta muito pouco para “a pedra” (v.9), “uma pedra […] cortada sem auxílio de mãos” (Dn.2:34), e a pedra é Cristo (1Co.10:4), cumprir o Seu propósito glorioso, estabelecendo “um reino que não será jamais destruído” (Dn.2:44). Portanto, vigiemos e oremos, pois não sabemos “o dia nem a hora” (Mt.25:13).
Pai da eternidade, graças Te damos pela preciosa graça de Jesus, que tira as nossas vestes sujas e nos veste com Suas vestes puras e finas, tecidas no tear do Céu! Graças Te damos porque a Tua graça também nos capacita a obedecer a Tua Palavra e andar nos Teus caminhos! Santifica os líderes da Tua igreja, assim como santificaste a Josué. Luta por nós, Senhor! Repreende o inimigo de nossa alma e enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Bom dia, sacerdócio real de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Zacarias3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 3 – A restauração física para Deus tem sentido se antes houver restauração espiritual. A libertação do cativeiro babilônico só teria valido a pena para os judeus se eles tivessem se libertado da escravidão do pecado.
Sendo profeta e da linhagem sacerdotal, Zacarias demonstrou grande interesse no Templo e no restabelecimento dos cultos de adoração. E, de Zacarias 3, grandes temas sobressaem e merecem nossa atenção:
1. A escolha de um líder religioso (Josué) destaca a importância da liderança espiritual na obra de restauração e renovação. Para Deus, os líderes espirituais sempre tiveram papeis essenciais na administração do Seu amado povo. Deus mesmo os instituiu e os estabeleceu. Deus preza por eles, porque através deles Sua palavra chega ao Seu povo.
2. Contudo, o mais elevado líder espiritual não é melhor que o próprio povo espiritualmente trôpego em seus pecados. O sumo sacerdote humano era tão carente da graça e da misericórdia de Deus quanto o próprio povo. O processo de salvação só tem efeito caso seja operado por Deus e Seu Filho Jesus Cristo.
3. Diante destes fatos, temos um promotor de justiça e um provedor de justiça. Ainda que as acusações de Satanás possam ser verdadeiras e Cristo conheça profundamente nossos fétidos e imundos pecados (vida de imundícia), Ele nos defende em vez de condenar. Ele aplica Sua justiça sobre nós. E faz mais, Ele assumir nossa injustiça. Por outro lado, Satanás explora nossa injustiça.
• Satanás usa a verdade para incriminar fiéis – muitos se orgulham de fazer o mesmo dentro das igrejas.
• Jesus usa a verdade para resgatar pecadores – muitos de nós precisamos aprender a agir como Jesus.
4. Alguns questionam advogados cristãos que defendem criminosos/párias da sociedade. O que estes não percebem é que Jesus é o ícone da defesa dos piores criminosos, dos transgressores da suprema Lei do Universo do Legislador Celestial.
Josué encontra abrigo no Anjo do Senhor – o próprio Cristo. Depois, o texto deixa a parábola, e passa a utilizar símbolos:
• Servo (Zacarias 3:8).
• Renovo (Zacarias 3:8).
• Pedra (Zacarias 3:9).
• Redentor (Zacarias 3:9).
• Aquele que traz a paz (Zacarias 3:10).
Todos estes símbolos apontam para Cristo. “Aquele que foi então a esperança de Israel, sua defesa, justiça e redenção, é a esperança da igreja hoje” (EGW). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.