Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 2 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 2 by Luís Uehara
14 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/2

Na visão de Zacarias 2, o Senhor garantiu que Seu plano de Jerusalém tornar-se o grande centro de Sua obra redentora para o mundo ainda era possível. As 70 semanas de anos proféticos (490 anos literais) dados para que os judeus e Jerusalém cumprissem o propósito de Deus (ver Dn 9:24) haviam recém começado. Zacarias proclamou o chamado de Deus para que Seu povo, o qual havia sido espalhado, saísse de Babilônia e voltasse para Jerusalém.

Alguns acreditam que esta visão e outras que Zacarias relatou devem ser cumpridas pelos judeus na Palestina. Eles ignoram as palavras que Cristo falou enquanto chorava por Jerusalém, “Como eu gostaria que hoje você compreendesse o caminho para a paz!”, disse ele. “Agora, porém, isso está oculto a seus olhos”. E as declarações de julgamento de Cristo quando Ele disse: “E, agora, sua casa foi abandonada e está deserta”. “Eu lhes digo que o reino de Deus lhes será tirado e entregue a um povo que produzirá os devidos frutos”. (Cf. Lucas 19:42; Mateus 23:37,38; 21:43 NVT).

Zacarias 2:10 “Cante e alegre-se, ó bela Sião, pois venho habitar em seu meio” cumpriu-se quando Jesus viveu na terra. “Muitas nações se juntarão ao Senhor” cumpriu-se quando os discípulos levaram o evangelho aos gentios. Essas gloriosas profecias terão cumprimento completo, porém, na Nova Jerusalém de Deus. Nestes dias finais da história, Deus está nos capacitando a cumprir nossa missão para Ele. Amém.

David Manzano
Pastor aposentado, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ZACARIAS 2 – COMENTARIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de julho de 2024, 0:50
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451 palavras

Vi, e eis um homem. A terceira visão mostra o triunfo do plano de Deus. A gloriosa perspectiva apresentada neste versículo teria sido realizada por Israel se o povo tivesse cooperado com o plano celestial. O homem com o cordel de medir não é identificado, e isto não é necessário para que se compreenda a visão.

Medir Jerusalém. O ato simbólico garantiu que Jerusalém seria reconstruída.

Fugi. Ver Jr 51:6, 45. Este foi um novo chamado àqueles judeus que não haviam retornado a Jerusalém no decreto de Ciro (Ed 1:1-4) para ir a Sião a fim de “fugir” dos tempos angustiosos que aconteceriam no domínio persa. Ainda havia muitos judeus exilados em Babilônia, e não poucos viviam com tranquilidade e riqueza. A prosperidade os levou a recuar diante do futuro incerto que o retorno a Jerusalém parecia oferecer.

Terra do Norte. Babilônia geralmente é mencionada desta forma no AT porque os invasores daquele país entravam na Palestina pelo norte (ver com. de Jr 1:14, 15; 4:6).

Menina do Seu olho. Cada golpe que fere os santos, fere o Senhor deles (ver Is 63:9; At 9:1-5; cf. Mt 10:40; 25:34-46).

Agitarei. O agitar da mão significa o exercício de poder (ver Is 11:15; 19:16). O Senhor prometeu alterar as coisas, de modo que aqueles a quem Israel servia fossem um despojo para Seu povo.

Quem me enviou. As credenciais do verdadeiro profeta são o cumprimento de suas predições (ver Dt 18:21, 22).

10 Exulta. Em vista da gloriosa perspectiva, Sião é convidada a se regozijar. Se o povo tivesse ouvido as mensagens de seus profetas, a cidade teria “permanecido de pé no orgulho de sua prosperidade, rainha dos reinos” (DTN, 577). Deus teria habitado no meio dela e Jerusalém teria se tornado na diadema de glória do mundo. Com a queda de Israel e a realização do propósito de Deus na descendência espiritual, ou seja, a igreja cristã (ver p. 22-24), o motivo de regozijo é agora a Nova Jerusalém que descerá “do Céu, da parte de Deus” (Ap 21:2).

11 Muitas nações se ajuntarão. Ver Is 14:1; Mq 4:2. Deus pretendia que as pessoas de todas as nações, ao observar a prosperidade de Israel e as vantagens de servir ao verdadeiro Deus, fossem levadas a se unir ao Senhor (ver p. 15, 16). Contudo, assim como antes do exílio, Israel recusou ouvir a luz enviada pelo Céu. Assim sendo, Deus comissionou a igreja cristã para pregar o evangelho em todo o mundo, para que “muitos” de todas as terras possam crer e ser salvos (ver Mt 24:14; 28:19, 20; Mc 16:15, 16; At 1:8; Ap 14:6-12).

13 Cale-se. Em antecipação a esses eventos poderosos e gloriosos, o mundo é exortado a aguardar com o devido temor e reverência (ver Sl 76:8, 9). É assegurado que Deus Se levantará de Seu estado de aparente inatividade para castigar o ímpio e salvar Seu povo (ver Sl 44:23-26).

Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1199, 1200.



ZACARIAS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de julho de 2024, 0:45
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Dando continuidade às visões, a terceira visão de Zacarias revela os resultados da segunda. Derrotados “os chifres” (Zc.1:19), isto é, os inimigos de Israel, a vitória seria tão grande que a cidade não precisaria mais de muros, pois o Senhor mesmo lhe seria por “muro de fogo em redor e […] no meio dela, a Sua glória” (v.5). Mas o toque de rebate deveria ser respeitado. Os filhos do Seu povo precisavam obedecer a ordem de sair de Babilônia: “Fugi, agora, da terra do Norte, diz o Senhor” (v.6). O chamado era sério e urgente.

Mediante tamanha urgência, deveria todo o povo sair imediatamente daquela terra de exílio e dirigir-se à terra da liberdade. E ai de quem tocasse “na menina do Seu olho” (v.8)! A promessa de proteção era para Israel um bálsamo diante de todo o sofrimento que havia passado devido à opressão de povos inimigos. Mas Deus prometeu algo além das expectativas de um povo que esperava a glória de um reino terrestre. Um vislumbre do celeste lhes foi concedido e, muito acima de uma cidade com fortalezas, Deus prometeu um lugar de paz, onde Ele estabelecerá a “Sua santa morada” (v.13).

“Eis que venho” (v.10) é a promessa dAquele que também prometeu urgência: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). E o que ainda estamos fazendo perdendo tempo e colocando a nossa salvação em risco, comungando com os pecados da atual Babilônia? Muitos há que pensam que apenas provar das “finas iguarias” do príncipe deste mundo (Dn.1:8) não lhes tirará o direito de comer “da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus” (Ap.2:7), e se iludem com uma religião de aparências enquanto nutrem a alma com pecados que estão a ponto de tornarem-se em pecado contra o Espírito Santo (Mt.12:32).

“Eh! Salva-te” (v.7) é um clamor que chega até nós como um eco persistente de um Deus que não desiste de ninguém. Quando o justo Juiz levantar-Se “da Sua santa morada” (v.13), até o céu ficará em silêncio (Ap.8:1). A Sua justiça virá para destruir “os que destroem a terra” (Ap.11:18) e para salvar aqueles que “venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap.12:11).

O tempo de angústia que diante de nós está é descrito pelo profeta Daniel como um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). O cumprimento das profecias nos mostra que este tempo já está revelando seus primeiros efeitos. E qual tem sido a nossa atitude, amados? Estamos de fato e de verdade preparados para enfrentar a grande e última fúria do Maligno? Como Daniel e seus amigos, a nossa fé tem sido fortalecida no sentido de negar com firmeza tudo aquilo que não faz parte da “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2)?

Quer você morar na santa morada do Altíssimo? “Fugi, agora” (v.6), das práticas abomináveis deste mundo! “Canta e exulta” (v.10) ao Deus da tua salvação! Porque eis que Ele vem sem demora para buscar um povo peculiar, que não se curvou diante do deus deste século; que não se conformou com os “tempos difíceis” e que fugiu da companhia dos escarnecedores (2Tm.3:1-5). Um povo cujos princípios de vida não podem ser confundidos com a impiedade deste mundo. Um povo que “é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6) e que, pela maravilhosa graça de Cristo, se mantém fiel “ainda que caiam os céus” (Ellen G. White).

Siga as orientações de Jesus em Mateus 6:6. Hoje, entra no teu quarto e, fechada a porta, rasgue o teu coração diante do Senhor (Jl.2:13). Faça disso uma prática constante e diária. Daniel venceu orando “três vezes por dia” (Dn.6:10). E quão pouco é diante de todo o tempo de graça que nos tem sido ofertado! Hoje, decida “firmemente” (Dn.1:8) buscar ao Senhor enquanto pode achá-Lo e invocar-Lhe o nome “enquanto está perto” (Is.55:6). “Salva-te” (v.7), enquanto há tempo!

Pai nosso que está nos Céus, santificado seja o Teu nome. Nós queremos fazer parte do Teu povo, cercados por Ti e participantes da Tua glória. Ó, Senhor, cuida de nós como a menina do Teu olho! Nosso coração desfalece de saudades de Ti! Conforta-nos com Tua constante presença. Enche-nos do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos pela graça maravilhosa de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Zacarias2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 2 – Este texto descreve uma visão em que um homem com uma corda de medir mede Jerusalém, simbolizando a restauração e a futura prosperidade da nação; essa medição é um ato de preparação e proteção, demonstrando a intenção de Deus de estabelecer uma morada segura e gloriosa para Seu povo.

Zacarias 2:8 diz “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘Ele me enviou para buscar a Sua glória entre as nações que saquearam vocês [judeus], porque todo o que tocar em vocês, toca na menina dos olhos dEle’”.

• O uso da expressão “menina dos olhos” indica a proteção e o cuidado amoroso de Deus por Seu povo.

O homem com a corda de medir está medindo Jerusalém para garantir sua futura segurança e prosperidade. Esta visão mostra a intenção de Deus de proteger e abençoar Seu povo. O contexto é de restauração física e espiritual após o exílio babilônico, antes da primeira vinda de Cristo.

Em Apocalipse 11:1-2, João é instruído a medir o templo de Deus, o altar e os adoradores, mas a área externa do templo é deixada fora, pois será entregue aos gentios. Esta medição simboliza proteção e separação. O contexto aqui é escatológico, apontando para o tempo após o período de opressão papal (Babilônia apocalíptica), antes da segunda vinda de Cristo.

A conexão hermenêutica entre Zacarias 2 e Apocalipse 11 reside na imagem do homem com a corda de medir e o simbolismo associado à proteção e cuidado de Deus por Seu povo. Ambas as passagens enfatizam a especial atenção que Deus dá aos judeus do passado e aos adoradores fiéis do tempo do fim, indicando que Ele vê qualquer ataque contra eles como um ataque contra Si mesmo.

Essa interpretação destaca a contínua fidelidade de Deus e Seu comprometimento em proteger e restaurar Seu povo, seja na era pós-exílica de Zacarias ou nos eventos finais, descritos nas profecias escatológicas de Apocalipse.

• Assim como Deus considerou qualquer ataque contra Israel como ataque a Si mesmo, Ele também vê qualquer ameaça aos Seus adoradores nos últimos dias com a mesma seriedade.
• A proteção e o compromisso de Deus em restaurar Seu povo mostram que Ele nunca abandona Seus seguidores, mesmo nos momentos difíceis.

Precisamos acreditar nestas verdades para, então, reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí