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Texto bíblico: AGEU 1 – Primeiro leia a Bíblia
AGEU 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ag/1
Esta mensagem de Ageu, servo do Deus Altíssimo e um dos Profetas Menores do Antigo Testamento, veio durante o segundo ano do reinado de Dario, o Grande, quando o povo tinha retornado a Judá, vindos do exílio na Babilônia. Ele deu a mensagem a Zorobabel, governador de Judá (o líder político), ao sumo sacerdote Josué (o líder espiritual), e aos que restaram de Judá, que aparentemente estavam preocupados com suas necessidades pessoais em vez de com a reconstrução do Templo do Senhor.
Essa foi a época na qual as pessoas poderiam ter dado muitos motivos para justificar seus projetos pessoais. Hoje, enfatizamos que a família é nossa primeira responsabilidade e com razão, mas Ageu nos incentiva a colocar como prioritário entre os interesses da família, o cuidado dos negócios de Deus.
Se os líderes da igreja e da família temerem a Deus e O amarem e permitirem que Seu Espírito conduza, os membros da igreja certamente responderão positivamente aos chamados espirituais. Quando definimos nossas prioridades corretamente conseguimos alcançar o que planejamos.
Sejamos como Zorobabel e Josué prestando atenção a esta mensagem e trazendo alegria ao Senhor.
Emmanuel S. D. Manu
Tesoureiro, Divisão da África Centro-Ocidental
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hag/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1020 palavras
Contexto histórico do livro de Ageu. Quando Ciro, o Grande, conquistou a Babilônia (539 a.C.), … seu decreto … permitiu o retorno dos judeus e a reconstrução do templo em Jerusalém (Ed 1:1-4). Aproveitando esse decreto, um grupo relativamente pequeno de exilados, sob a liderança de Zorobabel (ou Sesbazar; ver com. de Ed 1:8), descendente de Davi, voltou para sua terra natal e, pouco depois, lançou os alicerces do segundo templo (Ed 2:64; 3:1-10). … Contudo, após um início promissor, o trabalho no segundo templo gradualmente diminuiu até ao ponto de praticamente cessar, em grande parte, devido à oposição contínua e ao impedimento dos samaritanos (ver Ed 4:1-5). Os desanimados exilados se voltaram ao cultivo de suas terras e à construção de suas casas. Aqueles que pranteavam enquanto era assentada a fundação do segundo templo (ver com. de Ed 3:12) pouco sabiam a que proporções chegaria seu exemplo em levar desânimo a todos que se esforçavam para restaurar a casa de Deus. … Quando interromperam o trabalho na casa de Deus e voltaram sua atenção para suas próprias casas e terras, o Senhor os visitou com uma seca e os confrontou com reveses em todos os seus planos. Por mais de um ano o templo foi totalmente negligenciado. Nesse período, o falso Esmerdis [o “destruidor de templos”] foi morto por Dario, que assumiu o trono e anulou os seus decretos [inclusive o de paralisação das obras do templo de Jerusalém]. … Sob a liderança inspiradora dos profetas Ageu e Zacarias, de Zorobabel, governador dos judeus, e do sumo sacerdote Josué (Ed 5:1, 2; 6:14), as pessoas prosseguiram com energia e zelo e concluíram a construção no ano sexto de Dario (Ed 6:15). Assim, do ponto de vista dos resultados aparentes e imediatos, Ageu deve ser contado entre os mais bem-sucedidos profetas.
Tema do livro de Ageu. As quatro mensagens que constituem o livro de Ageu foram idealizadas para despertar o abatido espírito do povo e inspirá-lo a realizar grandes coisas para Deus. Ageu compreendia a importância do templo como a sede visível da presença de Deus e como o forte vínculo necessário para manter a nação unida na fidelidade à aliança e em obediência à lei. Ageu incentivou o povo de Deus a empregar todos os esforços na reconstrução do templo.
Em sua totalidade, a mensagem de Ageu encontrou uma resposta pronta e fervorosa da parte dos líderes e do povo, maior do que a de qualquer outro profeta. Em contraste, a mensagem de Jeremias foi completa e abertamente repudiada. … Se a aceitação imediata da mensagem fosse considerada a medida do sucesso de um profeta, Ageu seria o mais bem-sucedido. O nobre espírito dos líderes e do povo é altamente digno de aceitação hoje.
Foi o espírito de cooperação genuína que levou, dentro de um período extremamente curto, à conclusão da casa do Senhor. O mesmo espírito, em nossos dias, levará à conclusão da casa espiritual de Deus e ao estabelecimento do Seu reino eterno (1Pe 2:5; cf. Mt 24:14). Se o espírito manifestado pelos judeus nos dias de Ageu tivesse permanecido, as gloriosas promessas feitas aos pais pelos profetas logo teria encontrado seu cumprimento e o Messias teria vindo (PR, 703, 704), morrido e iniciado Seu reino eterno (ver vol. 4, p. 14-19). A mensagem de Ageu para a igreja hoje não é apenas de advertência e admoestação, mas também de grande encorajamento.
1 Dario. O segundo ano de Dario Histapes foi 520/519 a.C, … .
Primeiro dia. O dia da festa da lua nova (ver com. de Nm 28:11, 14), um momento adequado para exortar quanto à importância da construção do templo … .
Zorobabel. Ver Ed 3:8. Ele também era conhecido como Sesbazar (ver com. de Ed. 1:8).
Governador. Do heb. pachah, “um governador subordinado”, que estava sob um sátrapa. Embora Zorobabel, como membro da casa de Davi, tivesse uma liderança política em Judá, ele a possuía apenas como o representante de um governo estrangeiro.
2 Não veio ainda o tempo, … em que a Casa do SENHOR deve ser edificada. O povo apresentou este falso argumento por seu fracasso em realizar a reconstrução do templo. Eles, aparentemente, se equivocaram na interpretação da profecia dos 70 anos de Jeremias, dizendo que o período de cativeiro não havia se completado totalmente. … Acreditavam que as dificuldades que os impedia de reconstruir o templo eram uma forma de reprovação de Deus por sua pressa prematura. Porém, o fato de Dario ter anulado a proibição de Esmerdis, o usurpador, para a construção do templo … deveria ter dado aos judeus todo o incentivo para retomarem o trabalho na casa do Senhor … .
4 É tempo de habitardes vós em casas apaineladas … ? Deus repreende os judeus por permitirem que sua vida confortável em casas bem equipadas os cegasse para a necessidade de reconstruírem o templo. Frequentemente as pessoas estão atentas às suas necessidades materiais e cegas para as espirituais, ao mesmo tempo em que não enxergam as carências da obra de Deus na Terra. Quanto mais adiam a construção da casa espiritual do Senhor (1Pe 2:5), mais sua conclusão será retardada.
Apaineladas. Do heb. safan, “cobrir”, ou “apainelar [com madeira]” (cf. Jr 22:13-15).
Considerai. O Senhor sempre apela a uma reflexão séria e à razão por parte do ser humano (ver com. de Is 1:18).
6 Semeado muito. Os trabalhadores da nação, durante a seca anterior, tiveram um retorno escasso porque Deus reteve Sua bênção (ver Ag 2:15-17; cf. Dt 28:38-47; Pv 11:24).
8 Monte. Pode referir-se à região montanhosa perto de Jerusalém, possivelmente às “matas do rei” (ver com de Ne 2:8), onde a madeira seria rapidamente conseguida.
9 Esperastes muito. Evidentemente os exilados que regressavam tinham grandes esperanças de paz e prosperidade em seu retorno a Judá, mas estavam despreparados para as dificuldades que enfrentariam.
Por quê? De forma proposital, o povo é informado de que o fracasso de suas lavouras não é devido a causas naturais apenas, mas ao Deus que controla as forças da natureza, cuja “casas” haviam negligenciado.
Corre. Uma expressão idiomática que indica a ânsia e a pressa com que os judeus estavam construindo casas espaçosas e confortáveis para si.
10 Retêm. A seca foi tão grave que até mesmo o orvalho foi retido.
11 Fiz vir. O profeta deseja deixar claro que a seca não foi provocada apenas por causas naturais, mas foi causada por Deus para mostrar ao povo o erro de seus caminhos.
12 Atenderam. O apelo de Ageu foi eficaz (v. 12-15), e o trabalho de restauração foi diligentemente retomado.
13 Eu sou convosco. O arrependimento do povo é aceito, e Deus garante a Sua proteção (ver Sl 23:4; 91:15; Is 43:2). Assim que o povo decidiu obedecer ao Senhor, as mensagens de reprovação foram substituídas por palavras de encorajamento. A certeza da presença de Deus com o povo lhes deu a promessa de todas as demais bênçãos, pois elas estão determinadas a acompanhar a presença de Deus.
14 E se puseram ao trabalho. Literalmente, “executaram o trabalho”, ou, “fizeram o trabalho”. O povo foi mobilizado à ação e deu atenção às mensagens do Senhor.
15 Vigésimo quarto dia. A mensagem anterior de Ageu fora dada no “primeiro dia do mês”(v. 1). Considerando o tempo necessário para o planejamento e a coleta de materiais, a resposta do povo de Jerusalém e de Judá foi rápida.
Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1181-1185
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“Tendes semeado muito e recolhido pouco; comeis, mas não chega para fartar-vos; bebeis, mas não dá para saciar-vos; vesti-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo num saquitel furado” (v.6).
Após os setenta anos do cativeiro babilônico, “para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (Ed.1:1), o qual emitiu um decreto que autorizava o retorno dos judeus a Jerusalém a fim de reconstruir o templo de Deus. Retornar a Jerusalém, contudo, significava abrir mão de tudo o que haviam conquistado em Babilônia. Mesmo na condição de exilados, muitos haviam adquirido muitos bens e viviam de forma confortável na terra estrangeira. Voltar para um país destruído e a incerteza quanto ao que os aguardava fez com que muitos dentre o povo permanecessem em Babilônia e apenas um pequeno grupo regressasse.
A reconstrução do templo tornou-se o objetivo de vida daquele povo, de forma que, lançados os alicerces do templo, houve um ajuntamento solene, com muitos cânticos. Os mais idosos, porém, ao lembrar da glória da “primeira casa, choraram em alta voz” (Ed.3:12), ao ver apenas um alicerce onde antes havia um belíssimo templo. As manifestações de alegria e de choro se misturaram em vozes que puderam ser ouvidas de muito longe. Mesmo em face da autorização de Ciro, os judeus remanescentes encontraram muitas limitações e sérios problemas na reconstrução do templo. Homens maus se levantaram e impediram o povo de continuar a obra. Inicialmente, houve um período de grande tristeza e desânimo, mas, com o passar do tempo, os judeus se ocuparam na construção e embelezamento de suas próprias casas, esquecendo-se do propósito pelo qual haviam retornado.
Ainda que empenhados em se estabelecer em Jerusalém e seus arredores com o mesmo padrão de vida adquirido em Babilônia, suas tentativas eram frustradas. Pareciam ter muito, mas nunca estavam satisfeitos. Plantavam muito e colhiam pouco e os assalariados nunca recebiam o bastante para suprir as necessidades de suas famílias. Todos estavam ocupados demais para buscar o Senhor. Nesse tempo de letargia e indiferença, Deus levantou os profetas Ageu e Zacarias a fim de ajuntar o povo novamente e despertá-lo para o que realmente era importante. Mesmo em face das ameaças inimigas, aquele remanescente deveria manter em mente a fiel mensagem do Senhor: “Eu sou convosco” (v.13).
Há um cativeiro, hoje, do qual já fomos libertos pelo decreto do Rei dos reis: “Está consumado” (Jo.19:30). Jesus assinou com Seu sangue a nossa carta de alforria e nos promete: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Mas também há um inimigo que, ao perceber o esforço de muitos no propósito de fazer a vontade de Deus, cria barreiras e impedimentos a fim de causar desânimo, desviando-os da fé para as coisas corruptíveis deste mundo. E, ocupados demais em seus esforços por conquistas temporais e pelo reconhecimento humano, acabam como aquele remanescente pós-exílio, tão cheios de atividades para a satisfação própria, mas sempre insatisfeitos.
A nossa missão como último remanescente de Deus não requer a reconstrução de um templo onde muitos possam estar, mas de um templo onde o Senhor possa habitar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8). “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co.6:19-20). Essa mensagem nunca foi tão atual quanto o é hoje. Em um tempo comparado aos dias de Noé, quando a seu bel prazer “comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento” (Mt.24:38), somos chamados para agradar não o nosso apetite pervertido, não as nossas paixões carnais, não a opinião alheia, mas agradar a Deus. “Temei a Deus e dai-Lhe glória” (Ap.14:7) compõe o escopo da verdade presente para os nossos dias, e a glória de Deus que se manifestará na vida de Seu remanescente.
Deus tem levantado, hoje, homens e mulheres que qual Ageu tem clamado com a voz e com a vida: “Considerai o vosso passado” (v.5, 7). Enviados do Senhor a fim de despertar o povo de Deus para tomar novamente as ferramentas necessárias a fim de que o santuário do Espírito Santo esteja pronto para receber o Rei em toda a Sua glória. Muitos têm se perguntado porque Deus não fala hoje como falava com Seus profetas no passado. Mas a pergunta deveria ser: O problema está em Deus não falar ou em não termos condições de ouvi-Lo? As pedras estão clamando através das descobertas científicas que o mau funcionamento do nosso corpo tem total influência sobre o nosso cérebro. E se a nossa mente está afetada pelos prejuízos que causamos ao nosso corpo, como poderemos discernir com clareza a suave voz do Espírito?
O objetivo principal da mensagem de saúde não se trata, portanto, amados, de uma fuga das doenças ou de um meio para sermos salvos, e sim de glorificarmos a Deus através de um corpo são e uma mente esclarecida. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Então, se exercitar, se alimentar de maneira saudável, ser temperante, beber água com frequência, renovar o ar dos pulmões, tomar banho de sol, dormir bem à noite e confiar em Deus não serão oito sacrifícios, mas oito formas de amar o meu Criador e conhecê-Lo melhor.
Em um mundo escravizado pelos costumes que têm destruído o corpo e a mente e afastado multidões da vida eterna (Jo.17:3), experimente esta verdade presente de preparar-se para ser um templo cheio do Espírito Santo.
Pai Santo, muitos de nós temos trocado as bênçãos da Tua presença e de andar segundo a Tua vontade por uma vida segundo os costumes e mau uso do tempo que tem tornado este mundo um lugar cada vez mais difícil de se estar. Tem misericórdia de nós, Senhor! Necessitamos desesperadamente do batismo do Espírito Santo! A ira do inimigo tem aumentado. Suplicamos que renove as nossas forças e o nosso ânimo, na certeza de que, ao final das provas, receberemos a recompensa de morar com o nosso Salvador para sempre. Envia Teus anjos com o tatalar de suas asas nos concedendo o refrigério do alívio. Reveste-nos da Tua armadura, que é Cristo em nós! E nós Te oramos no nome e pelos méritos dEle, que por nós verteu Seu sangue na cruz do Calvário. Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Ageu1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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AGEU 1 – As profecias de Ageu foram entregues durante o período pós-exílico, quando os judeus retornaram do cativeiro babilônico e começaram a reconstruir Jerusalém e seu templo. O profeta Ageu iniciou seu ministério em 520 a.C. incentivando o povo a retomar a construção do templo, que havia sido interrompida por cerca de 16 anos devido à oposição e desmotivação.
Ageu incentivou a importância do templo como símbolo da presença de Deus e alertou sobre as consequências da negligência espiritual. Suas mensagens foram diretas e urgentes, levando o povo a retomar e concluir a obra do Senhor. A cronologia neste texto é relevante para a compreensão da sua mensagem.
• 1º dia do sexto mês do 2º ano do reinado de Dario (Ageu 1:1):
A palavra do Senhor veio por meio do profeta Ageu a Zorobabel e Josué.
Início da profecia de Ageu.
• Entre o 1º e o 24º dia do sexto mês (Ageu 1:2-13):
O povo que retornara do exílio babilônico declarava que ainda não era o tempo de reconstruir a Casa do Senhor.
O Senhor questiona o povo sobre sua negligência e descreve as consequências: Colheitas pobres, fome, sede, frio, salários insuficientes, etc.
O Senhor ordena que o povo suba ao monte, traga madeira e construa o templo.
Zorobabel, Josué e o restante do povo obedecem e temem ao Senhor.
Ageu transmite a mensagem de encorajamento do Senhor: “Eu estou com vocês”.
• 24º dia do sexto mês do 2º ano do reinado de Dario (Ageu 1:14-15):
Deus encoraja Zorobabel, Josué e todo o povo.
O povo reage à mensagem de Ageu e ao encorajamento de Deus.
Inicia o trabalho de reconstrução do templo do Senhor.
Há várias lições sobre esse texto:
• Os planos e tempos de Deus diferem dos nossos; então, devemos estar atentos à Sua direção.
• É fácil aos seres humanos priorizar suas próprias necessidades e desejos sobre as prioridades de Deus, portanto precisamos das mensagens de Ageu.
• Os líderes atentos à vontade de Deus guiam as pessoas de acordo com os planos divinos.
• A liderança piedosa e obediente pode inspirar e influenciar positivamente os liderados.
Deus não apenas nos chama à ação, mas também nos encoraja e motiva, mostrando-nos que nossa obediência a Ele traz tanto bênçãos espirituais quanto materiais. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.