Reavivados por Sua Palavra


NAUM 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: NAUM 3 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 3 – BLOG MUNDIAL

NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NAUM 3 by Luís Uehara
4 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/na/3

O capítulo 3 começa com “ai da cidade sanguinária”. Este é um decreto de Deus de que o julgamento foi transmitido por causa da forma como Nínive e a Assíria faziam negócios. Eles eram uma nação opressora que usava a violência e a guerra para se tornar poderosa. Mas todo o seu poder e capacidade militar foram rapidamente destruídos, e então eles não tiveram ninguém a quem pedir ajuda. Cuxe, Egito, Fute e Líbia são todos mencionados como aliados, mas ninguém apareceu para ajudá-los. A imagem final do capítulo é a do rei sofrendo um ferimento fatal e, em vez de receber ajuda, as pessoas comemoram sua queda.

Todo o livro de Naum descreve profeticamente e poeticamente como Deus intervém na situação para superar a injustiça. Lidar com a injustiça é uma das principais características de Deus. A justiça de Deus é um dos Seus valores-chave que vemos no encontro com Moisés na montanha, a mesma passagem que Naum também cita no capítulo 1.

Podemos regozijar-nos por Deus cuidar dos oprimidos e devemos procurar formas de cuidar daqueles que sofrem injustiças nas comunidades em que vivemos.

Justin Boyd
Pastor de Jovens e Capelão, Conferência da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nam/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



NAUM 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

816 palavras

1 Cidade sanguinária. Os monumentos assírios mostram como cativos eram esfolados, decapitados, empalados vivos ou pendurados pelas mãos ou pés para morrer em lenta agonia. Essas e outras práticas desumanas revelam a crueldade dessa nação. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1148

Roubo. Do heb. pereq, “um ato de violência”, denotando a violência dos assírios ao lidar com os povos conquistados. A frase final do v. 1 indica que os líderes de Nínive jamais deixaram de pilhar suas vítimas (ver Is 33:1). CBASD, vol. 4, p. 1148.

2 Estrondo. O profeta descreve aqui os sons do avanço dos exércitos sitiantes, depois de já te descrito a aparência deles (Na 2:3, 4). É como se ele ouvisse, por assim dizer, o estalar do chicote dos cocheiros o barulho das rodas dos carros, os cavalos a galope e o avanço veloz das carruagens. CBASD, vol. 4, p. 1148.

3 Multidão de transpassados. O número de mortos era tão grande que os guerreiros vivos tropeçavam nos corpos, dificultando o avanço no campo de batalha. CBASD, vol. 4, p. 1148.

4 Prostituição. Expressão usada figurativamente para idolatria (ver Ez 23:27; Os 1:2, 4:12, 13; 5:4). A idolatria foi outro motivo para a queda da Assíria. Como a idolatria Assíria se tornava abertamente imoral, designá-la como “prostituição” era duplamente apropriado (ver com. [CBASD] de 2Rs 9:22). CBASD, vol. 4, p. 1148.

5 Levantarei as abas de tua saia. Por causa das “libertinagens” de Nínive (ver Na 3:4), Deus a puniria do modo mais vergonhoso, como uma prostituta. CBASD, vol. 4, p. 1149.

6 Imundícias. Do heb. shiqquts, “coisa abominável”, geralmente usada em conexão a culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 1149.

7 Fugirão de ti. Uma figura que indica a punição extrema a vir sobre Nínive. À vista da terrível destruição, o espectador fugiria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

8 És tu melhor do que Nô-Amom. Do heb. No’ ‘Amon, a cidade do deus egípcio Amen, ou seja, a cidade de Tebas, no alto Egito (cf. Jr 46:25; Ez 30:14-16). … Naum adverte a Nínive de que, diante do Céu, ela não era melhor do que Tebas e podia facilmente encontrar o mesmo destino. Tebas havia sido destruída em 663 a.C. por Assurbanípal, rei da Assíria. CBASD, vol. 4, p. 1149.

O mar. Aqui usado para se referir ao rio Nilo. No AT, os grandes rios são chamados de “mares”. A frase final significa simplesmente que o Nilo, com seus canais, constituía o “muro”, ou as defesas de Tebas. CBASD, vol. 4, p. 1149.

9 Etiópia. Ou, Cushe, principalmente a clássica Núbia, ou o Sudão moderno (ver com. de Gn 10:6). O rei que governou o Egito no tempo da destruição de Tebas foi Tanutamon, o sucessor e sobrinho de Taharca, o Tiraca bíblico. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Egito. O povo egipcio se juntou aos núbios e formaram uma força “inumerável” (2 Cr 12:3). CBASD, vol. 4, p. 1149.

13 Como mulheres. …  no sentido de não poder resistir e derrotar os exércitos sitiantes (ver com. de Os 10:5). CBASD, vol. 4, p. 1149.

14 Fortifica as tuas fortalezas. Ou seja, fortalecer lugares que podiam estar fracos nas fortificações. O profeta, em toque de ironia, manda Nínive faça todo o possível a fim de se preparar para um cerco longo e difícil. CBASD, vol. 4, p. 1149.

15 Ali. Apesar de todos os cuidados tomados para fortalecer os lugares frágeis nas fortificações, o “fogo” iria devorar a cidade. A arqueologia tem mostrado claramente que esta profecia foi literalmente cumprida. CBASD, vol. 4, p. 1149.

Ainda que te multiplicas. Embora os assírios reunissem exércitos tão numerosos como as hordas de gafanhotos ou locustas, isso de nada lhes valeria. CBASD, vol. 4, p. 1149, 1150.

A locusta. Do heb. yeleq, o estágio inicial do gafanhoto (ver Sl 105:34; Jr 51:14, 27; Jl 1:4; 2:25). Evidentemente o profeta usou essa figura aqui e no versículo seguinte para mostrar que a destruição de Nínive seria repentina e completa como os gafanhotos fazem nas plantações. CBASD, vol. 4, p. 1150.

16 Teus negociantes. Nínive estava vantajosamente situada para desenvolver extenso comércio com outros países. Mas essas relações comerciais seriam de nenhum proveito para ela. A destruição causada pelos inimigos seria rápida e completa. CBASD, vol. 4, p. 1150.

17 Teus chefes. Do heb. tafsarim, … Este termo se refere a oficiais militares de alta patente, os quais são retratados, com frequência, nos monumentos. Assim como as locustas se tornam inativas e inertes no frio, também os líderes de oficiais se tornariam impotentes ante a derrocada da cidade. A única coisa que restaria ao exército assírio seria “fugir” ou perecer e desaparecer. CBASD, vol. 4, p. 1150.

18 Os teus pastores dormem. Os líderes da nação são representados como dormindo diante de suas responsabilidades, CBASD, vol. 4, p. 1150.

O teu povo se derrama. Sem os líderes, o povo de Nínive não poderia oferecer resistência aos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 1150.

19 Os que ouvirem a tua fama. Do heb shema’, “um relato” (ver Gn 29:13; Êx 23:1; Dt 2:25). Diante do relato da queda de Nínive, as nações vizinhas são retratadas como aplaudindo alegremente porque isso significaria o fim da crueldade e da opressão implacável para com outros povos. O profeta termina a sua mensagem com uma nota de certeza. O tempo de graça para a Assíria havia acabado, portanto, não haveria mais misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 1150.



NAUM 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de julho de 2024, 0:45
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De todos os livros dos profetas menores, Naum é o único a terminar com uma mensagem de total destruição. A maldade de Nínive atingiu o ápice do cálice da ira de Deus. Tudo o que poderia ter sido feito para salvar aquele povo, Ele fez. Mas, sob terrível maldição, Nínive rejeitou aos apelos divinos e se apossou de um sentimento de invencibilidade que levou a nação à completa ruína. A palavra profética decretou: “Nínive está destruída” (v.7).

O pecado se mostra belo e encantador. A face do mal não é a pintura de um diabo com um par de chifres e um tridente na mão, e sim, sedutoras tentações e sutis enganos que têm levado multidões a acreditar de que não importa o que façamos ou deixemos de fazer, Deus só quer o nosso coração. Sim, amados, Deus quer o nosso coração, mas para fazer nele uma conversão, uma “cirurgia” espiritual: “[…] tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (Ez.36:26), para colocar dentro de nós o Espírito Santo e fazer com que andemos nos Seus estatutos e obedeçamos à Sua Palavra (Ez.36:27).

Percebem que este é o resultado e não a causa? A mudança que o Senhor deseja realizar na vida de cada filho Seu é gradual e constante, e é de dentro para fora. Assim também, o mal surge com pequenas concessões até tomar conta de todo o coração. A mensagem do Senhor através do profeta Jonas havia levado salvação a Nínive. E a mensagem do profeta Naum tinha mesmo objetivo. Os ninivitas poderiam ter se arrependido, contudo, escolheram endurecer o coração e sofrer o mal que eles mesmos buscaram, pois “[…] o cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17).

O perdão de Deus está além do alcance de nosso entendimento limitado. Ele é completamente perfeito e extraordinariamente misericordioso. Creio que o episódio do rei Manassés seja a maior prova disso. Como um dos reis mais cruéis da história de Judá, Manassés queimou seus filhos em holocausto aos ídolos e fez errar todo o povo, fazendo-o pior do que os povos que Deus havia destruído (2Cr.33:9). Mas bastou uma oração, uma simples oração de genuíno arrependimento, para Deus tornar-Se “favorável para com ele” (2Cr.33:13).

No Novo Testamento também encontramos outro episódio que nos dá um vislumbre da graça de Deus. Reconhecendo que ao seu lado estava sendo crucificado o Salvador da humanidade, aquele ladrão fez apenas um pedido: “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no Teu reino” (Lc.23:42). E a mesma voz que criou todas as coisas, que acalmou uma tempestade e fez mortos ressuscitarem, pronunciou a sua liberdade: “Em verdade te digo hoje, estarás Comigo no paraíso” (Lc.23:43).

Só não há remédio para a ferida daquele que insiste em rejeitar a cura. Esta é a chaga incurável, um coração irremediavelmente obstinado. O livre arbítrio é uma das maiores provas de amor de um Pai que respeita as nossas escolhas. Ele só espera uma simples oração de nossa parte: “Eu aceito!”. Então, as chagas de Cristo se tornam a nossa cura. Não deixe que mais um dia passe sem que você tome essa decisão. Jesus não quer mais estar do lado de fora batendo (Ap.3:20). Ele deseja habitar em seu coração e lhe oferecer um banquete diário de fé, esperança e amor, mas, principalmente, de amor (1Co.13:13).

Meus irmãos, o inimigo de nossas almas é astuto e sua estratégia é fazer com que não tenhamos tempo de olhar para Cristo. Assim, as coisas que há no mundo ocupam o lugar do Senhor e multidões são seduzidas e enganadas pelo mercador do pecado. Aceite, agora, “o dom gratuito de Deus” (Rm.6:23) e viva na certeza de que porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo.14:19).

Querido Pai que habita nos Céus, que a Tua repreensão e a Tua disciplina sejam para nós instrumentos de correção para a vida. Não queremos ter um coração obstinado e insensível. Cria em nós, Senhor, um coração puro e reto, que Te ame e que tenha prazer na Tua Palavra. Livra-nos dos enganos destes últimos dias e prepara-nos para habitar Contigo para sempre. Queremos ir para casa, Pai! Guarda a nossa vida no esconderijo do Teu abraço! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, curados pelas chagas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Naum3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NAUM 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2024, 0:40
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NAUM 3 – Além de mostrar que o arrependimento superficial não engana a justiça divina, o profeta Naum “menciona a libertação de todos os que viviam sob o poder da assíria”; assim, Naum também “relembra aos crentes que não existe uma eterna superpotência neste mundo. O Senhor está acima de todos os poderes políticos e marcou uma data para cumprir a Sua vontade” (Bíblia do Discípulo).

Considere o esboço de Naum realizado por Rodrigo Silva:

• O decreto de Deus contra Nínive (1:1-15).
• A vingança de Deus contra Nínive (2:1-13).
• O triunfo de Deus sobre Nínive (3:1-19).

A profecia que anuncia a queda de Nínive prevê a libertação de Judá do jugo opressor, anunciando um tempo de paz e celebração para o povo de Deus. Como salienta Daniel, “até que o Ancião de Dias veio e pronunciou a sentença a favor dos santos do Altíssimo” (Daniel 7:22). Naum garante que “o Senhor é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nEle confiam”, mas, para pecadores impenitentes Ele será “uma enchente devastadora”, que os “expulsará… para a escuridão”; assim, “a tribulação não precisará vir uma segunda vez” (Naum 1:7-9).

Por conta disso, o profeta declarou: “Vejam sobre os montes os pés do que anuncia boas notícias e proclama a paz! Celebre as suas festas, ó Judá, e cumpra os seus votos. Nunca mais o perverso a invadirá; ele será completamente destruído” (Naum 1:15). Tais verdade concretizam-se no final dos mil anos, conforme Apocalipse 20:1-22:6. O mesmo se aplica à restauração proferida a favor de Judá e Israel em Naum 2:2, após o terror e julgamento dos arrogantes e prepotentes pecadores (Naum 2:8-13; ver Apocalipse 6:12-17); diante da assolação vindoura contra a prostituição moral e espiritual, os fiéis serão preservados por Deus (Naum 3:1-19; ver Apocalipse 7:1-17; 16:1-19:21).

Diante do juízo proclamado por Naum, Deus eliminará o mal do planeta Terra, e nunca mais se levantará. Por conseguinte, podemos abrigar a esperança de II Pedro 3:10-13:

“O dia do Senhor… virá… Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a Terra, e tudo o que nela há, será desnudada… Todavia, de acordo com a Sua promessa, esperamos novos Céus e nova Terra, onde habita a justiça”.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.