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Texto bíblico: NAUM 1 – Primeiro leia a Bíblia
NAUM 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/na/1
Cem anos antes do livro de Naum ser escrito, Jonas pregou arrependimento em Nínive, capital da Assíria, e eles se arrependeram. Desta vez foi diferente. Desta vez, Naum tem a função de prever a destruição de um império anterior aos babilônios. Conhecemos bem as histórias de Daniel e do exílio; aqui está Deus aparecendo antes do cronograma profético de Daniel. Quando Naum foi escrito, os assírios já haviam conquistado o reino do norte de Israel e os estavam oprimindo. Diferentemente da resposta à advertência de Jonas, agora não há arrependimento.
Este primeiro capítulo enfoca o poder, a majestade e o controle de Deus sobre a situação. Vemos retrocessos àquela famosa descrição do caráter de Deus em Êxodo 34:6. Um lembrete de que mesmo que Deus ainda não tenha feito algo, podemos louvá-Lo pela obra que Ele estará fazendo e está fazendo. Isso nos lembra que se sentirmos que Deus está em silêncio em nossas vidas, Ele ainda está trabalhando por nós. Do Êxodo até Naum e de Naum até agora, Deus é o mesmo, e podemos nos alegrar porque Ele está sempre empenhado em nos salvar.
Justin Boyd
Pastor de Jovens e Capelão, Conferência da Grande Sydney, Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nam/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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189 palavras
1 Os v. 1 a 10 foram escritos em forma de acróstico (ver sobre esse recurso, no vol. 3 [CBASD] p. 705). As primeiras 15 letras do alfabeto [hebraico] parecem ter sido empregadas, mas com algumas irregularidades. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1143.
10 Espinhos. Ver Nm. 33:55; Js 23:13. Embora o exército assírio formasse uma frente tão impenetrável como uma sebe de espinhos, Deus poderia facilmente vencê-lo (ver Is 27:4). CBASD, vol. 4, p. 1143.
Bêbados. A experiência da Assíria seria paralela à de Babilônia, em alguns aspectos (ver Dn 5:1). Em qualquer caso, não pode haver dúvida de que os assírios gostavam de festejar e de beber (ver Diodoro, ii.26). CBASD, vol. 4, p. 1145.
11 Saiu um. Referindo-se a Nínive, isso deve-se aplicar ao seu rei (ver Is 36:4-10, 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1144.
15 Boas novas. Uma exclamação de alegria pela derrota do inimigo do povo de Deus (ver com. de Is 52:7). Naum 1:15 é o primeiro versículo do cap. 2 tanto em hebraico como em siríaco. CBASD, vol. 4, p. 1144.
Celebra as tuas festas. Com o restabelecimento da paz, seria mais uma vez possível para o povo de Judá celebrar as grandes festas religiosas (ver com. [CBASD] de Êx 23:14-17; Lv 23:2; Dt 16:16). CBASD, vol. 4, p. 1144.
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“O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nEle se refugiam” (v.7).
Em 2021, arqueólogos encontraram no Oriente Médio alguns fragmentos do livro de Naum e também do livro de Zacarias. O texto encontrado do livro do profeta Naum foi o verso seis do capítulo de hoje: “Quem pode suportar a Sua indignação? E quem subsistirá diante do furor da Sua ira? A Sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por Ele demolidas”. Há uma verdade solene e urgente nesse achado arqueológico: Logo todos estaremos diante do justo Juiz e, como escreveu o profeta Naum: “Quem subsistirá diante do furor da Sua ira?” A resposta está no fragmento encontrado do livro de Zacarias: “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o Senhor” (Zc.8:16-17).
O profeta Naum tinha uma mensagem de iminente juízo para o povo de Nínive. Muitos têm confundido a ira de Deus com a ira humana. Pois a ira humana é contra pessoas, mas a ira de Deus é contra o pecado e seus efeitos. Naum, que em hebraico significa “compassivo”, foi enviado a Nínive com uma mensagem de juízo, assim como Jonas o foi muitos anos antes. A diferença é que os ninivitas não se arrependeram como seus antepassados e, mediante a sua conduta violenta e má, todo o povo seria “inteiramente exterminado” (v.15). A expressão “O Senhor é tardio em irar-Se” (v.3), revela que Ele tolerou por muito tempo as atrocidades de Nínive, principalmente contra o Seu povo. Inimigo declarado de Israel, a Assíria também foi instrumento de Deus para corrigir o Seu povo, mas ultrapassou os limites com sua violência sem escrúpulos. Foi tida por culpada perante o Senhor, e Ele “jamais inocenta o culpado” (v.3).
Esses relatos geralmente causam medo em muitos que, equivocados em sua concepção acerca do juízo divino, decidem não servir a um Deus que julgam “tirano”, ou decidem servi-Lo, porém, movidos pelo motivo errado. A Bíblia diz que “Deus é amor” (1Jo.4:8). E o discípulo amado prossegue dizendo: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” (1Jo.4:18).
Amados, quando Deus pronunciava uma sentença punitiva contra alguma nação era porque, certamente, de todas as formas, Ele tentou salvá-la. E o próprio anúncio do juízo era uma última tentativa de salvação, como foi na experiência de Jonas. Mas a partir do momento em que a maldade ultrapassa os limites para prejudicar um filho de Deus que seja, podemos ter a certeza de que o Senhor, no tempo certo, agirá. Quando não há arrependimento genuíno, a aparência não consegue enganar Aquele que lê as intenções do nosso coração. Ele “conhece os que nEle se refugiam”, os que O amam e provaram que o “Senhor é bom” (v.7).
Muito em breve veremos com nossos próprios olhos o Senhor andando sobre as nuvens (v.3), vindo declarar o Seu juízo final. Para os que não se arrependeram, o medo será terrível, mas para os que fizeram de Deus a sua “fortaleza no dia da angústia” (v.7), será dia de indescritível alegria. Jesus derrotará o nosso último inimigo chamado “morte”. Mães reencontrarão seus filhinhos. Filhos abraçarão novamente seus pais. Para os ímpios, aquele Grande Dia será a maior cena de destruição que este mundo já presenciou; para os salvos, a maior celebração de amor que já houve.
Medo ou amor? O que te move a adorar a Deus? Escolha calçar “os pés com a preparação do evangelho da paz” (Ef.6:15). Que seus pés anunciem as “boas-novas” (v.15): “Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is.52:7). Então, muito em breve, estes mesmos pés pisarão sobre o estrado dos pés de Jesus e você reinará com Ele por toda a eternidade.
Pai de amor, calça os nossos pés com o calçado da preparação do evangelho da paz. Necessitamos da unção e do poder do Espírito Santo a fim de irmos ao mundo proclamar a verdade que liberta e santifica. Senhor, queremos ir para casa! Ouve as nossas orações em favor da nossa família e daqueles por quem intercedemos, e volta logo. Este é o desejo e o clamor de todos os que em Ti se refugiam. Salva-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, portadores de boas-novas!
Rosana Garcia Barros
#Naum1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NAUM 1 – O livro de Jonas foi encerrado sem conclusão. Nada foi dito sobre o destino de Jonas ou dos ninivitas após episódio da aboboreira. Contudo, através da perspectiva canônica, encontramos Naum escrevendo uma “advertência contra Nínive”.
• A mensagem principal de Jonas é o arrependimento humano e a misericórdia divina. Deus envia Jonas a Nínive para proclamar que a cidade seria destruída em quarenta dias, mas os ninivitas se arrependeram, e Deus demonstrou Sua misericórdia, poupando a cidade ímpia (Jonas 3:4-10).
• O livro de Naum, por outro lado, descreve em detalhes a violência que será infligida a Nínive como retribuição por sua maldade (Naum 1:1-3:19). Não há mensagem de arrependimento e misericórdia, só proclamação definitiva de juízo e destruição total.
A Bíblia do Discípulo explica que “Nínive foi a grande capital do Império Assírio. Apesar da conversão de seus habitantes após a pregação de Jonas 200 anos antes, Nínive havia voltado a ser cruel e pecaminosa. O imenso Império Assírio foi estabelecido sobre derramamento de sangue e extermínio, brutalidade e tortura, destruição, saques e banimento como raramente se viu na história. Mas agora, o tempo de graça para esta nação chagara ao fim. O grande Juiz do mundo havia avaliado a atitude dos assírios. O livro de Naum relata a queda de Nínive e sua total destruição”.
Colocando o livro de Jonas e o de Naum lado a lado, nota-se que:
• A longanimidade de Deus é incomparável; Ele estende Sua mão misericordiosa até àqueles que parecem irremediáveis. Como fez através de Jonas, Deus oferece a chance de salvação a todo pecador. O caminho é o arrependimento.
• Contudo, o arrependimento fugaz não detém a justiça divina; o juízo é inevitável àqueles que volta à iniquidade. Como Jonas advertiu e Naum confirmou, a retidão divina prevalecerá e o julgamento cairá sobre os impenitentes (Naum 1:1-15).
• Jonas e Naum juntos mostram que a misericórdia de Deus é oferecida, mas Sua justiça prevalece quando o arrependimento não é mantido.
Jonas personifica a missão global de proclamar a mensagem de salvação, ecoando o chamado divino aos confins da Terra. Naum, por sua vez, anuncia o fim inevitável para um mundo que rejeita a graça, cumprindo a declaração de Jesus em Mateus 24:14 – “e então virá o fim”.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.