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Texto bíblico: JOEL 1 – Primeiro leia a Bíblia
JOEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jl/1
Joel 1 descreve uma calamidade tão terrível que não há como pará-la, nem há saída. Tudo o que você pode fazer é orar, esperar e chorar. É um capítulo sombrio e assustador de ler. A maioria de nós nunca terá nossas vidas destruídas por hordas de gafanhotos como em Joel 1, mas outras coisas acontecem conosco: mortes, acidentes, doenças. Muitas vezes tudo o que você pode fazer é assistir impotente.
Minha mãe morreu de câncer em novembro de 2021. Não havia nada que eu pudesse fazer para impedir e fiquei presa em outra parte do mundo e não consegui chegar até ela enquanto ela estava morrendo.
Uma coisa que ajudou a mim e a minha mãe foi lembrar que Jesus nos ama e que a Bíblia ensina que Deus não apenas observa o que estamos passando, mas passa por nosso sofrimento conosco. O Salmo 23 diz que Ele está conosco no Vale da Sombra da Morte. Em Daniel ele estava no fogo com Seus seguidores.
Não podemos vê-Lo, mas Deus nunca nos deixa sozinhos, mesmo durante os piores problemas.
Laura Muse
Coordenadora de Luto e Capelã, Indiana, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/joe/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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924 palavras
Contexto histórico. Joel não diz nada sobre o tempo de sua escrita. Ele não faz como muito de outros profetas (ver Is 1:1; Os 1:1; Am 1:1; etc.), que mencionam os reis sob os quais profetizaram. … Embora nenhuma data possa ser comprovada de forma conclusiva, este Comentário adotou o 7º século … . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1035.
Como as antigas palavras de Joel contém uma mensagem divina atemporal, essa incerteza não diminui a importância de seu estudo e aplicação para a vida dos intérpretes atuais. … A mensagem de Joel, assim como a do profeta Sofonias, é dominada por um único tema: o dia do Senhor, ocasião da retribuição divina. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Palavra do SENHOR. Joel garante ao leitor que sua mensagem não se originou de si mesmo. Suas palavras foram ditas pelo Senhor. Ele assegura ter a inspiração divina, assim como outros profetas (Os 1:1; Mq 1:1; etc.; cf. 2Tm 3:16; 2Pe 1:20, 21). CBASD, vol. 4, p. 1037.
Joel. O nome provavelmente significa “o Senhor é Deus”. … Nada se sabe sobre Petuel. CBASD, vol. 4, p. 1037.
Aconteceu isto … ? A calamidade era algo novo na memória das pessoas. … Por esse dispositivo eficaz Joel sublinha a importância incomum de sua mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1037.
2 Velhos. Ou, anciãos. Membros proeminentes da sociedade que desempenhavam uma importante função de liderança nos tempos de Joel (2:16). Eles também são mencionados em outros livros da Bíblia (2Rs 23:1; Jr 26:17). Bíblia de Estudo Andrews.
terra. O reino do sul, Judá (3:1, 20). Bíblia de Estudo Andrews.
4 São usadas quatro palavras hebraicas diferentes para se referir aos gafanhotos. No entanto, não se sabe se estas palavras denotam quatro espécies diferentes de gafanhotos, quatro etapas diferentes do desenvolvimento de um só gafanhoto (isto é, da pupa até a maturidade) ou se são sinônimos usados simplesmente para acrescentar variedade ao texto. De todo modo, a imagem é a mesma: destruição total do suprimento de comida. Bíblia de Estudo Andrews.
Cortador. Do heb. gazam, que vem de uma raiz que significa “cortar”, portanto, empregada para representar um gafanhoto cortador. CBASD, vol. 4, p. 1037.
Migrador. Do heb. ‘arbeh, usado para representar o enxame ou os gafanhotos migradores. Os gafanhotos que assolaram os egípcios são identificados como ‘arbeh (Êx 10:4-19). CBASD, vol. 4, p. 1037.
Devorador. Do heb. yelek, que se considera ser um rastejante, um estágio não alado do gafanhoto. CBASD, vol. 4, p. 1037.
5 Ébrios. De modo poético, os bebedores de vinho são chamados a lamentar seu destino. Privados de seu meio favorito de indulgência, eles são convidados a despertar de sua letargia para derramar as lágrimas de desilusão. CBASD, vol. 4, p. 1038.
6, 7 O “povo … inumerável” é uma referência ao enxame incontável de gafanhotos invasores. Por meio de uma linguagem metafórica, comparando gafanhotos a leÕes, o profeta se refere à habilidade deste inseto de devorar a vegetação e desfolhar as árvores. Bíblia de Estudo Andrews.
7 Tirou-lhe a casca. Depois que os gafanhotos devoram tudo que é verde e suculento, atacam a casca das árvores. CBASD, vol. 4, p. 1038.
8 Marido da sua mocidade. Sem dúvida, se trata daquele com quem a moça estava comprometida e a quem ela amava sinceramente, mas que morreu antes de se casarem. Em vez de um vestido de noiva, ela coloca uma roupa de luto feita com pano áspero de saco. Sob a lei mosaica, um compromisso de noivado, em seus aspectos gerais, era considerado como um casamento (ver com. [CBASD] de Dt 22:23; Mt 1:18-20). CBASD, vol. 4, p. 1038.
pano de saco. Tecido rústico e escuro usado para expressar penitência (Jn 3:5-8) ou luto (Lm 2:10, ARC). Bíblia de Estudo Andrews.
9 Oferta de manjares. Ou, “oferta de cereais”(sobre a natureza desta oferta, ver Lev 2:1). Uma parte destas ofertas era para o sustento dos sacerdotes (Lv 2:3; 6:16; 10:12-15). CBASD, vol. 4, p. 1038.
10 E a terra, de luto. Mediante uma personificação simbólica, a terra é representada como estando de luto em sua improdutividade. CBASD, vol. 4, p. 1038.
12 A vide … a figueira … a romeira … a palmeira e a macieira. A enumeração dos efeitos da seca … em várias plantas e árvores é, sem dúvida, para enfatizar a sua gravidade. Os v. 10 a 12 também descrevem adequadamente os efeitos da quarta das sete últimas pragas (Ap. 16:8, 9; cf. GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1038.
13, 14 Este “desastre natural”da praga de gafanhotos era, na verdade, uma crise espiritual. Os sacerdotes são chamados a exercer liderança espiritual, humilhando-se diante do Senhor em autonegação e arrependimento, e também convocando o povo para ir ao templo clamar ao Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.
14 Assembleia solene. Do heb. ‘atsarah, do radical ‘atsar, “deter”, “restringir”, no sentido de interromper todo o trabalho com o propósito de convocar uma assembleia. CBASD, vol. 4, p. 1039.
15 O Dia do SENHOR. Uma expressão comum entre os profetas (Is 2:12; 13:6; Ez 30:3; Am 5:18; Sf 1:14; etc.; sobre o significado da expressão, ver Is 13:6). Primeiramente, Joel está se referindo aos julgamentos iminentes sobre Judá. Em princípio, suas previsões se aplicam também ao dia do julgamento final que virá sobre o mundo (ver p. 24, 25 [CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 1039.
Como Joel e outros profetas revelam (Am 5:18-20; Sf 3:8-13), será um tempo de destruição para todos que recusarem o arrependimento e um momento de salvação para quem “invocar o nome do SENHOR”(2:32). Bíblia de Estudo Andrews.
Todo-Poderoso. Do heb. Shadai (ver vol. 1 [CBASD], p. 149). CBASD, vol. 4, p. 1039.
16 Destruído o mantimento … da casa do nosso Deus, a alegria e o regozijo? Quando os hebreus da Antiguidade traziam essas e outras ofertas ao Senhor, era uma ocasião de alegria (ver Dt 12:5-7). A praga pôs fim a essa alegria. CBASD, vol. 4, p. 1039.
18 Geme o gado. Este versículo mostra o efeito da infestação de insetos e da seca sobre o reino animal. CBASD, vol. 4, p. 1039.
19 Fogo. O fogo e as chamas provavelmente simbolizam o calor abrasador do sol. CBASD, vol. 4, p. 1039.
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“Promulgai um santo jejum, convocai uma assembleia solene, congregai os anciãos, todos os moradores desta terra, para a Casa do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor “ (v.14).
Apesar da incerteza quanto à época exata das profecias de Joel e de terem sido dirigidas mais especificamente para o povo de Judá, suas palavras têm propósitos escatológicos e globais, a serem transmitidas de geração em geração (v.3). O cancelamento dos rituais sagrados e a destruição dos produtos do campo representavam uma grande tragédia para o povo de Deus; sinais de que a bênção e a presença de Deus haviam se retirado do meio deles; uma época em que Jerusalém precisava ser sacudida a fim de despertar para a necessidade de um reavivamento espiritual.
Com mensagem semelhante a que vimos ontem, em Deuteronômio 6:4-9, Joel iniciou seu livro enfatizando a importância de darmos ouvidos às palavras do Senhor e transmiti-las a nossos filhos, e estes replicá-las a seus filhos, “e os filhos destes, à outra geração” (v.3). Um apelo que precisava avançar do círculo familiar para o mundo. Notem que existe uma ordem na convocação: primeiro os sacerdotes, depois os anciãos, e só então todos os moradores da terra (v.13-14). Se vestir “de pano de saco” (v.13) era um símbolo de arrependimento e humilhação. O Senhor esperava que os líderes espirituais da nação fossem os primeiros a dar esse passo na Sua direção, preparando o caminho para que todos passassem pela mesma experiência.
Assim aconteceu no Pentecostes. De homens ambiciosos por posições no reino de Cristo, os discípulos foram convertidos em homens cheios do Espírito Santo a fim de liderar a igreja primitiva sob o estandarte do evangelho. Com a promessa de um poder ainda mais expansivo, o remanescente dos últimos dias aguarda e anseia pelo cumprimento desta profecia. Não podemos, porém, aguardar o cumprimento da promessa enquanto não tivermos a mesma atitude dos discípulos de Jesus: “Todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Foram dias de profundo arrependimento e confissão de pecados. Seus corações foram enternecidos pela cruz do Calvário. A cena do amor sem comparação de Seu Mestre, era-lhes uma constante lembrança de que seus pecados O haviam pendurado no madeiro.
Quão maior e mais intensa deve ser a manifestação do Espírito Santo no Seu último povo! Não pela importância de quem a recebe, mas pela solenidade e proximidade do maior evento de todos os tempos: “Ah! Que dia! Porque o Dia do Senhor está perto e vem como assolação do Todo-Poderoso” (v.15). “Ébrios, despertai-vos e chorai” (v.5)! Aos que ainda estão bebendo do vinho de Babilônia (Ap.14:8), há um chamado a fim de que acordem e se arrependam de seus pecados. Amados, o mundo está caminhando para um colapso jamais visto e muitos têm despertado para isso e buscado a orientação divina para estar preparado para este tempo. E o Senhor deixou bem claro em Sua Palavra que o fator determinante da preparação é a comunhão com Ele.
Abra o seu coração ao “Maravilhoso Conselheiro” (Is.9:6). Ele está disposto, através do estudo de Sua Palavra, a nos fazer vislumbrar a cruz com a mesma profundidade daqueles que foram testemunhas oculares do precioso sacrifício. Não é tempo de aperfeiçoar rituais e ajuntar tesouros. É tempo de clamar “ao Senhor” (v.14) pela plenitude do Espírito Santo como preparação para o “ressoar da última trombeta” (1Co.15:52).
“A Ti, ó Senhor, clamo” (v.19): Dá-nos Teu Espírito! Levanta uma liderança forte e ativa, que promova um reavivamento da verdadeira piedade no meio do Teu povo. Converte o coração dos pais aos filhos, e dos filhos a seus pais. Levanta uma geração que Te conheça e ilumine o mundo com a Tua glória. Quebra, Senhor, a hipnose que Satanás tem usado a fim de que muitos permaneçam dormindo enquanto ele não para de trabalhar para destruir-lhes a vida. Oh, Senhor, até quando? Desperta o Teu povo! Desperta os Teus pastores! Porque nós cremos, que Aquele que há de vir virá, e não tardará. Volta logo, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, cheios do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Joel1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOEL 1 – O profeta Joel relaciona a crise nacional de Israel em sua época com a situação da terra, sugerindo que os desastres físicos podem ser sintomas de uma doença espiritual mais profunda. Desta forma, seu primeiro capítulo desafia-nos a ver além das aparências das calamidades naturais e a buscar um entendimento mais profundo do papel dessas experiências em nossa vida espiritual.
Através da exortação à oração, ao jejum e ao arrependimento, Joel lembra-nos que as crises podem ser oportunidades para aproximar-nos de Deus e a renovarmos nossa fé. Assim, mesmo em meio à devastação, podemos encontrar caminhos para a cura espiritual e a esperança pode ser renovada!
O profeta vê a calamidade como uma oportunidade para despertar a humanidade para uma revitalização da fé e do compromisso com Deus. Assim como a terra precisa ser restaurada após a passagem dos gafanhotos, o espírito do povo deve ser reavivado após um período de afastamento de Deus.
• Cada tragédia, desastre e catástrofe é um convite de Deus para refletir sobre nossa própria vida e buscar a reconciliação com Ele.
• A situação ao nosso redor é um espelho refletindo a nossa real necessidade de redenção; certamente Deus não está buscando nossa condenação, mas nosso arrependimento e transformação que nos levará à salvação.
• O sofrimento ao nosso redor deve despertar-nos para a fragilidade da vida e a urgência do arrependimento (Lucas 13:1-5).
Complementando, Joel mostra a importância dos líderes tomarem a dianteira no processo de reavivamento (Joel 1:13-20). Ele pede que proclamem um dia de oração e jejum, convocando o povo a voltar-se para Deus. A liderança espiritual precisa ser proativa em tempos de crise. Os verdadeiros líderes do povo de Deus precisam inspirar as pessoas a buscarem uma renovação sincera de seu relacionamento com Deus.
Passos no processo de reavivamento:
1. Reconhecimento sincero das falhas (pecados); necessidade profunda de examinar a própria vida e atitudes, reconhecendo a urgência de mudança.
2. Arrependimento sincero é essencial para que haja reavivamento.
3. Jejum e oração; o jejum simboliza a abstinência das distrações mundanas, a oração é o meio de comunicação e reconexão com Deus.
4. Renovação do compromisso com Deus; isso equivale à obediência e ao serviço a Deus, vivendo de acordo com Seus preceitos.
Então, vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.