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Texto bíblico: JEREMIAS 46 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 46 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/46
Quando eu tinha 20 anos, morei no Japão com uma família japonesa no terreno de um templo budista. Eu não falava japonês nem entendia a cultura japonesa. Eu era uma estranha em uma terra estrangeira. No entanto, foi aí que Deus escolheu aparecer e me resgatar e Se revelar como Senhor de tudo. Mas primeiro eu precisava saber que estava perdida e alienada de Deus. Um dia eu literalmente me perdi andando de trem e não conseguia encontrar o caminho de casa. Por meio de uma série de providências, Deus enviou alguém para me resgatar e eu voltei em segurança para minha família anfitriã. Perceber que estava perdida espiritualmente demorou um pouco mais.
O espaço não me permite contar toda a minha história de conversão, mas sempre achei irônico ter que sair de casa para encontrar o meu lugar perto de Deus. Acho que é isso que Deus está tentando dizer a Israel em Jeremias 46:27: “Eu o salvarei de um lugar distante, e os seus descendentes, da terra do seu exílio.”
Se você está com problemas ou perdido, lembre-se que Deus sabe onde você está. Ele pode lhe salvar de qualquer lugar e lhe trazer de volta para casa.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da igreja de Hermiston
Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/46
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1 Palavra do SENHOR. Declaração da autoridade de Yahweh com respeito a Seu proceder em relação às nações. CBASD, vol. 4, p. 550.
2 Carquemis. Cidade localizada na margem oriental [leste] do Eufrates, a qual comandava um dos vaus mais importantes do rio. Era o ponto de travessia mais natural de acesso à Mesopotâmia usado pelos exércitos invasores do Ocidente. Por isso, era um local de grande importância estratégica e comercial. CBASD, vol. 4, p. 550.
Nabucodonosor. Ver com de Dn 1:1. Conservando a metade oriental do Crescente Fértil, naturalmente ele desejava governar o lado ocidental também, Assim, ele se tornou o principal oponente de Neco, que tentava restabelecer o seu controle da Palestina e da Síria. CBASD, vol. 4, p. 550.
3 Escudo. Do heb. tsinnah, um longo escudo para a proteção do corpo todo, usado por tropas fortemente armadas. CBASD, vol. 4, p. 551.
Pavês. Do heb. magen, um pequeno escudo, possivelmente circular, usado por tropas levemente armadas. CBASD, vol. 4, p. 551.
5 Por que razão …. ? O profeta expressa surpresa da derrota dos egípcios. Ele, possivelmente, testemunho a fuga egípcia de Carquemis, com os babilônios logo atrás.
7 O Nilo. O profeta, neste versículo, usou uma ilustração impressionante dos exércitos egípcios passando por cima das Palestina e da Síria.(ver Jr 46:8). CBASD, vol. 4, p. 551.
11 Multiplicas. “Em vão você usou muitos remédios!” Os egípcios se destacavam na medicina entre os povo do antigo Oriente Médio. … O pensamento do profeta para ser que, embora o Egito produzisse os melhores médicos do mundo, não haveria cura para suas próprias feridas da invasão de Nabucodonosor ao Egito. CBASD, vol. 4, p. 552.
15 Por que foi derribado o teu Touro? “O touro fugiu”. …A LXX traduz: “Por que Ápis fugiu?” (BJ). Ápis, no egípcio Hep, desde os primeiros tempos históricos foi o deus touro de Mênfis. Acreditava-se que Ápis se encarnava numa sucessão de touros sagrados, os quais eram guardados para adoração e adivinhação. Quando esse touros morriam, eram mumificados e enterrados com cuidado. [Descobriu-se, em 1850, um antigo cemitério de Mênfis, com galerias de aprox 366 m de extensão e mais de 60 touros mumificados] … Como nos dias de Moisés, os deuses dos egípcios foram revelados [nesta batalha] em sua verdadeira luz (ver com. de Êx 8:2; 20:21). Dramatizando, assim a derrota dos egípcios, Jeremias parece indicar a impotência do grande deus touro. CBASD, vol. 4, p. 553.
16 Voltemos. Estas eram, possivelmente, as palavras de tropas missionárias, dos gregos, de várias tribos africanas, de povos da Ásia menos, normalmente empregadas no exército egípcio desse período. Na falta de uma inata lealdade ao Egito, elas estavam prontas a desertar quando percebessem que seriam derrotadas. CBASD, vol. 4, p. 553, 554.
17 Apelidarão a Faraó … de Espalhafatoso. “Chamarão ao faraó, rei do Egito, com este nome: “Barulho…” (BJ). CBASD, vol. 4, p. 554.
Deixou passa o tempo determinado. Pode haver, neste versículo, uma referência ao fim da oportunidade para a nação egípcia.A toda nação tem sido permitida ocupar seu lugar, para determinar se ela o seu propósito divino. Quando uma nação falha, sua glória a deixa (PR, 535; ver com. de Dn 4:17). CBASD, vol. 4, p. 554.
21 Mercenários. Esta é uma referência adicional aos mercenários que desempenharam papel importante no exército egípcio nesse período (ver com. dos v. 9, 16(. CBASD, vol. 4, p. 554.
22 Como o da serpente. Isto é, o som do exército egípcio em retirada não é como o passo de tropas bem ordenadas, mas se assemelha a uma tentativa furtiva de deslizar suavemente diante da aproximação babilônica, que marcharia”com um exército” (ARC). CBASD, vol. 4, p. 554.
23 Bosque. Multidão de soldados no exército egípcio ou para representar a densidade da população. CBASD, vol. 4, p. 554.
25 Amon de Nô. A cidade egípcia chamada Tebas (a moderna Luxor e Karnak) aproximadamente 468 ao sul do Cairo, no Nilo. Originalmente, Amen era o deus local de Tebas; por isso, a cidade veio a ser conhecida como Iniut ‘Imen, “a cidade de Amen”. A Palavra bíblica “Nô” é uma transliteração da primeira parte (Iniut) do nome egípcio da cidade. … Ao prometer castigo sobre Amen e sobre o faraó, o Senhor simbolizou a descida de de Sua ira sobre todos os sistemas religiosos e políticos do Egito. CBASD, vol. 4, p. 554, 555.
26 Será habitada. Este versículo revela o verdadeiro propósito dos juízos de Deus sobre o Egito. As visitações não tinham a intenção de destruir a nação completamente, mas de levá-la, por meio da humilhação, ao arrependimento. CBASD, vol. 4, p. 555.
27 Não temas. A terrível ilustração de derrota do Egito diante dos babilônios, retratada neste capítulo, termina com uma mensagem de esperança para Israel. Os juízos divinos sobre os vizinhos de Israel, bem como sobre a nação escolhida, tinham a intenção de levá-la a Deus. CBASD, vol. 4, p. 555
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“Preparai o escudo e o pavês e chegai-vos para a peleja” (v.3).
Este mundo já foi palco de muitas guerras, mas o primeiro conflito do Universo aconteceu no Céu: “Houve peleja no céu. Miguel e os Seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles” (Ap.12:7-8). Desde então, este conflito foi transferido para a Terra com a entrada do pecado. Satanás e os demais anjos caídos têm atuado neste mundo como agentes do mal e semeadores de contendas. Através de seus agentes humanos, o inimigo das almas instiga nação contra nação, reino contra reino e faz com que o homem seja o pior inimigo do homem.
Toda guerra possui motivos egoístas por parte de quem a promove. Adolf Hitler, por exemplo, liderou a Alemanha numa batalha sangrenta contra todos os que se colocassem em seu caminho na busca por uma raça pura e superior. Sua loucura custou a vida de milhares de pessoas, principalmente judeus, que estavam fora de seu parâmetro doentio. Vivendo nesse tempo bélico, uma família adventista do sétimo dia resolveu permanecer fiel a Deus embora as circunstâncias fossem completamente desfavoráveis e, aos olhos humanos, até impossíveis de se praticar a fé.
Em certa situação em que a tropa de elite de Hitler estava entrando nos vilarejos para matar os judeus, o chefe desta família, o irmão Hasel, advertiu aos judeus de determinado vilarejo que pegassem o que pudessem de mantimento e fugissem dali. Sobre esta situação, há o seguinte relato: “Muitos salvaram a vida porque deram atenção à sua advertência e desapareceram em direção ao campo. A maioria deles, no entanto, estava mais preocupada em proteger a propriedade. Apegando-se aos pertences, muitos perderam a vida” (CPB, Mil Cairão ao Teu Lado, p.74).
O Egito não foi deixado sem aviso. Àquele país que um dia hospedou Abraão; que um dia acolheu os filhos de Jacó; que testemunhou os prodígios de Deus, foi dada solene advertência quanto ao dia de seu juízo caso não abandonassem suas práticas idólatras e pagãs. Porém, os homens mais valentes se tornariam em medrosos ao avistar os exércitos do Norte com toda a sua força. Comparado ao “Dia do Senhor” (v.10), a invasão dos babilônios ao Egito foi um dia de acerto de contas contra Faraó e todos os que deixaram “passar o tempo adequado” (v.17). O Senhor, porém, ainda tinha planos para aquela nação, de forma que prometeu: “mas depois será habitada, como nos dias antigos, diz o Senhor” (v.26). O Egito ainda acolheria o Salvador do mundo, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio do profeta Oseias: “do Egito chamei o Meu Filho” (Os.11:1).
Nós também não fomos deixados sem aviso. Como Deus advertiu as nações através de Seus profetas, como Ele advertiu aquele pequeno vilarejo de judeus na Alemanha através de Seu servo Hasel, Ele tem nos advertido hoje através do cumprimento das profecias deixadas para que saibamos o tempo em que estamos vivendo, como bem nos advertiu por intermédio do apóstolo Paulo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Está chegando o tempo que Jesus anunciou: “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24:22).
Estamos prontos para a última grande batalha? “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo”, amados (Ef.6:11)! Eis que o Senhor nos diz, hoje: “Não temas, pois, tu, servo Meu […] nem te espantes […]; porque Eu te livrarei” desta terra de pecado “e a tua descendência” desta geração escravizada; você “voltará ficará tranquilo e confiante; não haverá quem o atemorize” (v.27). Estamos no tempo de tomar uma firme decisão ao lado do Senhor dos Exércitos. Pois como prometeu, “assim [Ele] virá” (v.18) e dará cabo dos que “receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem” (Ap.19:20).
Mas, aos que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro […] o Cordeiro que Se encontra no meio do trono os apascentará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” provocada pelas lutas deste mundo escuro (Ap.7:14 e 17). Faça de Jesus o seu capitão e você fará parte deste santo e eterno destino.
Pai Celestial, estamos às portas do retorno do nosso Salvador. Clamamos pelo revestimento especial, pela Tua armadura, o refrigério do Espírito Santo em nossa vida! Que o estudo diligente e humilde da Tua Palavra e sincera disposição em conhecer e fazer a Tua vontade nos conceda discernimento na oração e sabedoria em nossas palavras e ações. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fieis soldados de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias46 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 46 – Aqui encontramos uma profecia que denota a inevitável queda do Egito. Neste contexto, Deus é retratado como o verdadeiro antagonista do Egito, enquanto a derrota do país é descrita como uma celebração na qual Deus mesmo oferece o Egito em sacrifício. O orgulhoso faraó é exposto como um fanfarrão, enquanto a devastação trazida pelos babilônios é comparada a enxame de gafanhotos incontáveis.
No cumprimento da profecia de Jeremias 46, histórias posteriores relatam a invasão babilônica e a subsequente queda do Egito. Os babilônios, como agentes divinos de juízo, efetivamente executaram a sentença pronunciada pelo profeta. O esplendor egípcio sucumbiu diante da força dos conquistadores, mostrando a soberania de Deus sobre as nações e a realização de Suas palavras através dos eventos históricos.
Ao olharmos ao mundo contemporâneo, encontramos paralelo entre o texto de Jeremias 46 e as dinâmicas geopolíticas atuais. Assim como o Egito confiava em deuses sem poder e sucumbiu diante da invasão babilônica, muitas nações modernas colocam sua confiança em poderes terrenos e sistemas políticos que eventualmente revelam-se frágeis e falíveis. A história egípcia nos lembra que a confiança em qualquer coisa além de Deus é fútil e pode levar à catastrófica ruína.
Diante desse cenário, extraímos lições práticas para a nossa vida atual:
• É vital reconhecer a soberania de Deus sobre as nações e confiar nEle como a verdadeira fonte de segurança e proteção (Jeremias 46:10, 18, 25).
• Devemos aprender com a arrogância do faraó e evitar cair na armadilha do orgulho e da autoconfiança (Jeremias 46:17, 19).
• Ao contrário da arrogância, do orgulho, da vaidade e da autoconfiança, devemos humildemente submeter e buscar orientação divina em todas as nossas decisões e ações na vida (Jeremias 46:20-21, 27).
• A limitação do julgamento revela que a graça de Deus triunfa sobre a desgraça do pecado; há intenção de Deus de que haja arrependimento e conversão entre os pagãos (Jeremias 46:26).
• É crucial lembrar que, assim como Deus não destruiu totalmente Seu povo, Ele também oferece esperança e restauração para aqueles que O buscam de coração sincero – mesmo em meio às adversidades e juízos (Jeremias 46:27-28).
Sendo que a confiança em poderes terrenos e em nós mesmos é fútil e leva-nos à ruína, devemos reavivar nossa confiança na Palavra divina! Aceitas? – Heber Toth Armí.