Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 34 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de março de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 34 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 34 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JEREMIAS 34 by Luís Uehara
2 de março de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/34

Aos dois anos, nosso filho mais velho me disse que não precisava que lhe dissessem o que fazer. Ele estava tentando consertar algo que havia quebrado com seu brinquedo. Ao vê-lo lutar, eu disse: “Aqui, deixe-me ajudá-lo”. Ele respondeu: “Não, papai, eu mesmo faço isso!” Eu acho que a maioria de nós realmente não gosta que lhe digam o que fazer. Às vezes é uma questão de limites e respeito próprio. Porém, às vezes é realmente uma questão de arrogância e orgulho.

Assim foi com Zedequias em Jeremias 34. Porque ele não estava inclinado para Deus como seu pai Josias tinha sido, ele não apreciou nem obedeceu à ordem de Deus dada a ele através de Jeremias, que era receber os babilônios e não resistir ao seu governo. Se Zedequias tivesse obedecido à palavra do Senhor, Israel teria sido poupado de muito sofrimento e a vida e a família de Zedequias teriam sido poupadas.

Orgulho, egoísmo e teimosia são naturais para todos nós. É o resultado de uma natureza pecaminosa. No entanto, se abrirmos os nossos corações a Jesus e O deixarmos entrar (Apocalipse 3:20), Ele nos dará uma mente sã e um bom coração (Ezequiel 36:26). Então poderemos receber a instrução de Deus através de Sua palavra, a Bíblia, e evitar muitas tristezas.

Pastor Kevin Wilfley

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/34
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JEREMIAS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de março de 2024, 0:50
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476 palavras

1 Quando Nabucodonosor. Este capitulo começa relatando eventos que ocorreram no inicio do cerco final a Jerusalém, enquanto o profeta ainda estava em liberdade, porque a profecia enviada a Zedequias (v. 2, 3) foi mencionada pelo rei como o motivo para o aprisionamento de Jeremias (ver com. de Jr 32:2). CBASD, vol. 4, p. 518.

Não morrerás a espada. Esta garantia foi dada, provavelmente, a Zedequias para persuadi-lo a deixar de resistir aos babilônios e entrar em acordo com Nabucodonosor. Ainda que Zedequias fosse levado cativo a Babilônia, a submissão de sua parte lhe asseguraria uma vida pacifica e um enterro honroso. CBASD, vol. 4, p. 518.

Apregoar a liberdade. Enquanto a lei mosaica permitia que os israelitas fossem postos sob escravidão por tempo limitado (ver com. de Ex 21:2), muitos senhores excederam seus direitos … aplicaram a lei do endividamento a fim de escravizar grande quantidade de seus companheiros. Então, sob o perigo premente do ataque babilônico, Zedequias prometeu liberdade a todos os que eram escravos em Jerusalém a fim de assegurar o recebimento da ansiada cooperação serviçal dos homens livres em vez do forçado auxilio dos escravos … . CBASD, vol. 4, p. 519.

10 Obedeceram. Em vista da ameaça dos perigos externos e de que uma classe de pessoas oprimidas poderia se levantar para auxiliar um invasor (ver Ex 1:10), a ordem de Zedequias para libertar os escravos se adequou as tendências por parte dos príncipes e do povo. CBASD, vol. 4, p. 519.

11 Mas depois se arrependeram. Quando os caldeus temporariamente levantaram o cerco para enfrentar o exercito egípcio que estava se aproximando (ver v. 21; Jr 37:5), muitos dos habitantes de Jerusalém creram que o perigo das suas cidades havia passado, e eles novamente os sujeitaram por servos e servas”. CBASD, vol. 4, p. 519.

15 Feito perante Mim aliança. Este acordo para libertar os escravos foi solenemente celebrado pelo rei e por “todos os príncipes, e todo o povo (v. 10) no pátio do templo, e assim foi feito, em certo sentido, com o próprio Deus (ver Ne 5:8-13). Portanto,ao quebrar esta aliança, o povo transgrediu não apenas contra seus companheiros, mas também contra Deus. CBASD, vol. 4, p. 519.

17 Eu vos apregoo a liberdade. A liberdade ordenada por Deus (Lv 25:10) foi negada pelo povo a seus companheiros e tornada pelo juízo de Deus em “liberdade” que levaria os transgressores “a espada, a peste e a fome” e também ao cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 519.

18 Bezerros que cortaram. Os que estavam entrando em aliança deviam passar entre as duas metades, simbolicamente se comprometendo a uma obediência perpétua as provisões solenemente combinadas. A vida dos animais era a garantia da vida dos que participavam da aliança.  CBASD, vol. 1, p. 311, sobre Gn 15:0.

21 De vós. Isto mostra, como indicado antes (ver com. do v. 11), que os babilônios tinham levantado o cerco a Jerusalém, dando aos príncipes de Judá a falsa ideia de que o perigo tinha passado, e a falsa esperança de que o auxilio vinha do Egito (Jr 37:5-10). CBASD, vol. 4, p. 519.



JEREMIAS 34 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de março de 2024, 0:45
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Após os seis dias da criação do mundo, a conclusão do conjunto harmônico de todas as coisas revelava uma verdade inquestionável: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gn.1:31). Tudo o que Deus havia criado era perfeito, mas veio o inimigo e semeou o mal (Mt.13:28). Cobiça, medo, acusação, homicídio, inauguraram os primeiros dias de pecado no planeta recém-criado. E o homem se tornou escravo da maldade, com uma natureza má e depravada.

A Israel foram dadas leis diversas a fim de educar o povo num caminho de retidão, ensinando-o a maneira correta de viver em santificação diante de Deus e diante das demais nações. Algumas dessas leis eram pré-existentes e são imutáveis e eternas, como a Lei moral dos dez mandamentos e as leis de saúde. Mas o Senhor também estabeleceu leis civis conforme a realidade cultural da época, onde a escravidão estava arraigada até mesmo entre o professo povo de Deus. Ao exigir dos filhos de Israel que tratassem seus servos com justiça e os deixassem livres após um período de seis anos, Deus declarou o Seu desejo pelo tempo em que não haveria mais escravos na nação que havia tirado “da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2).

Jeremias viveu no meio de uma apostasia sem limites, e, dentre os pecados dos quais eram culpados, os habitantes de Jerusalém praticavam a escravidão desconsiderando por completo as leis estabelecidas por Deus. Além de escravizar os “hebreus, seus irmãos” (v.9), sua atitude assemelhou-se a de Faraó quando deixou ir o povo, de forma que “se arrependeram, e fizeram voltar os servos e as servas que haviam despedido forros, e os sujeitaram por servos e servas” (v.11). A inclinação do coração de todos “os príncipes e todo o povo” (v.10) de Jerusalém pendia para o mal, de forma que sofreriam as consequências de suas próprias ações, sendo eles mesmos levados como escravos à Babilônia.

Satanás é o maior comerciante de escravos de todos os tempos. Usando a mesma estratégia que no princípio fez cair nossos primeiros pais, ele “tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8), aprisionando multidões no cativeiro da Babilônia espiritual. E pior: ele tem feito tudo isso apontando para Deus como o causador de toda a maldade e sofrimento. Levando o homem a esquecer de seu Criador e a rejeitar a verdade de que Deus só criou o que era muito bom, Satanás avança em sua obra maligna de conquistar o máximo possível de escravos do pecado, enquanto os faz pensar que estão vivendo a liberdade.

Só há liberdade em Cristo Jesus! Ele mesmo afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6), “e, conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Em Cristo encontramos a liberdade que nos tira “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Em Cristo compreendemos que o serviço para Deus é nobre e justo e nos guia para a vida eterna, onde seremos príncipes e princesas no reino dos céus. Este planeta cativeiro está prestes a ser o palco do livramento dos servos de Deus e da destruição de Satanás e de seus escravos. “Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo” (Rm.8:23).

Deus nos chamou para apregoarmos “a liberdade, cada um a seu irmão e cada um ao seu próximo” (v.17), rompendo de muitas vidas as cadeias da iniquidade. E esta missão está em seu estágio final. Não deveríamos nós, como os primeiros discípulos, estar unidos em oração e súplicas pela derradeira chuva do Espírito, a fim de recebermos poder para testemunhar a um mundo que caminha a passos largos para a destruição? Eia, servos do Deus Altíssimo! Despertai, nação de verdadeiros adoradores! “Veio, pois, a palavra do Senhor a Jeremias, da parte do Senhor” (v.12) não apenas para o antigo Israel, mas também como uma mensagem de advertência e reavivamento para os nossos dias.

Em breve, os filhos de Deus não lamentarão mais diante da morte de seus queridos, “dizendo: Ah, Senhor!” (v.5). Mas romperão em brados de triunfo ao verem seus amados sendo ressuscitados “para a vida eterna” (Dn.12:2). Quer você estar pronto para este dia? Escolha a verdade. Escolha a liberdade. Escolha Jesus.

Pai de amor, a Tua longanimidade tem estendido para nós o tempo da graça e da oportunidade, mas a Tua justiça e misericórdia, que não mais suporta o sofrimento dos Teus filhinhos, logo abreviará este tempo a fim de levá-los para casa. Queremos estar prontos, Senhor! Batiza-nos com Teu Espírito e nos habilita com sabedoria e amor a dar o alto clamor a um mundo prestes a perecer! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, livres em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 34 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMI by Jeferson Quimelli
2 de março de 2024, 0:40
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JEREMIAS 34 – A revelação divina não apenas apresenta a fragilidade humana; ela também nos instiga a examinar a autenticidade de nossos compromissos espirituais. Jeremias 34 confronta-nos com a realidade de que fazer promessas a Deus é fácil em tempos de adversidades, mas a verdadeira prova de nossa fé reside em nossa fidelidade quando as tribulações se dissipam.

Nesse contexto, a investida babilônica contra Judá estava dando certo. O exército de Nabucodonosor adentrava territórios judaicos; contudo, mesmo quando o rei Zedequias deparou-se com um destino indesejado, não se rendeu aos apelos do profeta Jeremias (Jeremias 34:1-7).

Quando o cerco apertou, os judeus fizeram uma aliança de seguir a recomendação divina quanto à libertação dos escravos (Jeremias 34:15; Êxodo 21:1-11; Deuteronômio 15:12-18); entretanto, assim que o cerco babilônico afrouxou, os antigos escravos foram forçados a voltarem à escravidão (Jeremias 34:8-22).

Mas, atenção! “Antes de condenarmos com muita severidade esses senhores judeus de desonestos, devemos admitir que o povo de Deus costuma fazer promessas ao Senhor em tempos difíceis só para depois voltar atrás, quando a situação melhora. Em meu ministério pastoral, ouvi mais de um cristão sofrendo num leito de hospital prometer tornar-se mais exemplar membro da igreja caso Deus lhe desse a cura de que precisava, e, quando Deus atendeu seu pedido, essa pessoa esquecia-se imediatamente do Senhor”, reflete Warren Wiersbe.

Então, considere…

• Como os judeus de outrora, facilmente trilhamos o caminho de fazer pacto com Deus apenas para quebrá-los assim que a crise é superada.
• Nossas promessas a Deus não devem ser “moedas de troca”, mas compromissos inabaláveis, mesmo nos momentos de alívio.
• A verdadeira prova de fé não está em nossas promessas durante a angústia, mas em nossa fidelidade quando a crise esvai.
• Não é sábio usar a Deus como nosso último recurso temporário; pois Ele merece nossa devoção constante, não apenas nos momentos de aflição.
• Se nossas promessas e obediências ao Senhor só são lembradas em momentos de dor, estamos falhando em nosso compromisso genuíno com nosso Salvador.
• Não basta fazer promessas a Deus sob a pressão da circunstância; é preciso honrá-las mesmo quando as coisas se acertam como gostaríamos.

Deus não é um negociante que aceita promessas vazias; Ele espera uma entrega total, não importa o contexto e a situação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.