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Texto bíblico: JEREMIAS 24 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/24
Jeremias 24 contém lições valiosas para o povo de Deus hoje. Primeiro, ilustra que o melhor lugar para estar é onde Deus quer que você esteja, mesmo que seja difícil. Através da visão dos figos, aqueles que obedeceram à ordem de Deus de ir para a Babilónia são considerados os “figos bons”, experimentando a proteção de Deus e a promessa de restauração, apesar dos desafios do exílio. Em contraste, aqueles que desobedeceram e procuraram refúgio no Egito enfrentaram julgamento e calamidade. Esta passagem destaca a importância da obediência e da confiança na orientação de Deus, mesmo quando envolve dificuldades.
Além disso, Jeremias 24 serve como um lembrete vívido de quão longânimo Deus é. Embora o povo de Judá não merecesse outra chance, Deus estendeu Sua misericórdia. Que Deus incrível que servimos! Apesar da infidelidade do povo, Deus permanece fiel às promessas da Sua aliança, disposto a perdoar e restaurar aqueles que O buscam com sinceridade.
Finalmente, Deus exige devoção de todo o coração, desejando que as pessoas se arrependam dos seus pecados e retornem a uma posição de total obediência e devoção ao Senhor. Amá-Lo e dedicar-nos a Ele com tudo o que temos – coração, alma, mente e força – é o que Deus deseja. Que Deus nos capacite a retornar a Ele com devoção de todo o coração!
Mwaba Chibwe
Estudante de Teologia (originalmente da Zâmbia), Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/24
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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624 palavras
1 Fez-me ver. Isto é, em visão (ver Jr. 1:11-13;Zc 1:8). CBASD, vol. 4, p. 480.
Jeconias. O contexto sugere que a visão ocorreu pouco tempo depois de Jeoaquim ter sido levado cativo (597 a.C.), provavelmente antes do final do ano. CBASD, vol. 4, p. 480.
Os artífices, e os ferreiros. Ver 2Rs 24:14. A remoção desses trabalhadores restringia a possibilidade de fabricação de armas ou de defesa (ver com. de 1Sm 13:10). CBASD, vol. 4, p. 480.
2 Temporão. O fruto “que amadurece antes do verão” (Is 28:4), era considerado iguaria seleta. CBASD, vol. 4, p. 480.
5 Favorecerei. Os que fossem levado cativos estavam destinados a se sair melhor dos que os que permanecessem na terra … Eles pareciam estar dispostos a aceitar a liderança do Deus, mesmo que isso significasse um cativeiro pessoal. CBASD, vol. 4, p. 480.
6 Favoravelmente. A condição material e econômica dos judeus na Babilônia na época do retorno do cativeiro estava muito acima da situação de escravos ou prisioneiros (ver Jr 29:4-7, 28; cf. Ed 2:1, 64-70). Os livros de Esdras e Neemias indicam o favor que os cativos e Judá desfrutavam sob os imperadores persas. A experiência de Daniel e seus companheiros prova quão alto os judeus subiram nos círculos governamentais. Na verdade, foi por causa dessa situação satisfatória que muitos judeus do cativeiro não retornaram à terra natal quando tiveram oportunidade. No entanto, o benefício real que Deus tinha em mente era o restabelecimento deles na Palestina e a completa restauração aos privilégios da aliança. CBASD, vol. 4, p. 480, 481.
8 Aos que ficaram nesta terra. A história subsequente revelou que os que foram deixados saíram-se muito pior do que aqueles levados cativos. CBASD, vol. 4, p. 481.
10 Consumam de sobre a terra. Muitos dos judeus que permaneceram na Judeia após a terceira deportação para Babilônia, em 586 a.C., voluntariamente fugiram para o Egito após o assassinato de Gedalias poucos meses mais tarde. Agiram assim a despeito da advertência de Jeremias de que tal plano de ação anularia o objetivo que os conduziu para lá: medo de mais sofrimento nas mãos de Nabucodonosor (ver Jr 42). Não admira que Deus represente essas pessoas obstinadas como “figos ruins”. CBASD, vol. 4, p. 481.
Comentário adicional: A mensagem de Jeremias deve ter sido decepcionante para as pessoas boas. Enquanto aqueles retratados pelos figos ruins ficariam na terra, as pessoas retratadas pelos bons figos teriam que ir para o cativeiro babilônico! E Deus disse que isso era para o próprio bem deles! Como aceitar isto? … Tudo se resume em como vemos as coisas. Nossa perspectiva cobre apenas os poucos dias que temos nesta terra. A perspectiva de Deus é muito mais ampla. … Essa perspectiva é encontrada em dois lugares. Primeiro, nos versos 8 a 10. Deus limpará a terra. O rei e o restante que ficar na terra e aqueles que fugiram em busca da segurança no Egito experimentarão espada, fome e peste. Em segundo lugar, em 2 Crônicas 36, a Escritura registra que os líderes e o povo transgrediram mais e mais. Deus insistiu com eles através de seus profetas até que não houvesse mais nenhum remédio. Então, o juízo veio em ondas. Aqueles que sobreviveram à destruição (os figos bons) foram levados para a Babilônia como servos. Observe um ponto muito importante aqui. O povo de Deus deveria permanecer na terra do seu cativeiro até que a terra agrícola gozasse seus sábados, para cumprir os 70 anos em que a terra pôde descansar. Deus havia orientado Seu povo a deixar a terra descansar a cada sete anos, mas o povo decidiu que não era economicamente viável fazer isso! Agora, Ele vai deixar a terra descansar para compensar todos esses anos em que sua Palavra tinha sido ignorada. Mas este capítulo também tem uma boa notícia! Todos nós precisamos de uma boa notícia para o dia de hoje! Deus promete a restauração de Seu povo e um novo coração! (v. 5-7). Dan Houghton em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/25/
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“Dar-lhes-ei coração para que Me conheçam que Eu sou o Senhor; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus; porque se voltarão para Mim de todo o seu coração” (v.7).
A visão dos dois cestos de figo representava a situação dos filhos de Judá no período do início do exílio babilônico. O fato de os figos terem sido recolhidos em cestos, indica que o Senhor mesmo separaria os frutos bons dos frutos ruins. A rendição daqueles que foram levados como exilados os favoreceu em terra estranha, de forma que Deus os conservou e os conduziu à verdadeira adoração. Já os que insistiram em permanecer em Jerusalém ou em fugir para as terras do Egito, sofreram as consequências da desobediência, sendo privados da bênção do Senhor.
Diferente da atitude do grande patriarca de Israel, a maioria escolheu não dar ouvidos ao Senhor e permanecer na terra natal ou voltar à terra onde outrora havia sido liberta da escravidão. Quando Deus disse a Abraão: “Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei” (Gn.12:1), o resultado foi obediência. Abraão não questionou a ordem de Deus, mas prontamente obedeceu. Simplesmente porque ele fez uma coisa: ele confiou nas palavras de Deus.
A descrença dos filhos de Judá os levou à triste realidade de frutos “ruins, que, de ruins que eram, não se podiam comer” (v.2). Ou seja, que não prestavam para mais nada, senão para serem lançados fora. E essa mesma realidade incrédula pode ser percebida em nossos dias. Notem bem que as advertências que temos estudado não foram dadas a povos pagãos, mas ao povo escolhido de Deus. Judá tornou-se uma nação arrogante e, cheios de si, seus líderes transmitiam “ao restante de Jerusalém” (v.8) uma religião repleta de rituais, mas vazia de Deus.
Nossa geração de cristãos, chamada por Deus de Laodiceia, nos coloca diante da mesma visão dada a Jeremias centenas de anos atrás. Estamos no cesto dos frutos bons ou no cesto dos frutos ruins? Os laodiceanos são aqueles que não rejeitam a Deus totalmente, mas que também não O servem por completo. Ou seja, se intitulam cristãos, vivem como cristãos, se orgulham de ser chamados cristãos, mas não se gloriam em conhecer a Deus e sim em seus próprios méritos: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma”, porém, não sabem que são figos “muito ruins” (v.3), infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus (Ap.3:17).
O fato de fazermos parte desta geração não nos condiciona a vivermos a realidade de Laodiceia. Podemos, pela graça maravilhosa de Jesus Cristo, fazer parte da cesta dos “figos temporãos” (v.2), se tão-somente buscarmos nEle tudo o que precisamos para a nossa subsistência espiritual: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18). Ou seja, Jesus nos oferece o Seu caráter.
A declaração de Cristo “Venho sem demora” (Ap.3:11) nunca esteve tão perto de seu cumprimento. O mundo geme e grita as dores de parto de um planeta que não suportará mais tanto tempo as consequências advindas das ações dos “que destroem a Terra” (Ap.11:18). O Senhor está separando os frutos bons dos frutos ruins e tem clamado com a linguagem da súplica e das lágrimas de amor para que todos tenham a oportunidade de ouvir o Seu último convite.
Volte-se para o Senhor “de todo o seu coração” (v.7)! Permita que Deus lhe conceda um coração que O conheça e que seja completamente conduzido por Ele. Então, recolhido no cesto divino dos bons frutos, terás o olhar do Pai a seu favor e Ele lhe conduzirá ao “Reino do Filho do Seu amor” (Cl.1:13), onde Jesus verá “o fruto do penoso trabalho de Sua alma e ficará satisfeito” (Is.53:11).
Oh, Deus amado, queremos ser Teus frutos bons, que Te amam, Te conhecem e Te seguem! Para isso, necessitamos do lavar renovador e regenerador do Teu Espírito. Enche-nos de Ti até que possamos dizer de todo o nosso coração: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive e mim”. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, figos muito bons!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Jeremias24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 24 – Aqui encontramos um chamado à reflexão sobre nossa relação com Deus e nosso compromisso com Sua vontade. Permita que Deus fale profundamente ao teu coração; para isso, dedique-se à oração por compreensão.
“O contexto sugere que a visão ocorreu pouco depois de Jeoaquim ter sido levado cativo (597 a.C.)”, indica o Comentário Bíblico Adventista. O texto profético informa que Jeremias viu dois cestos de figos postos diante do Templo. Assim, Deus usou o símbolo dos figos bons e maus numa profecia visando comunicar uma mensagem visualmente poderosa e acessível ao povo. Os figos representavam os judeus da época de Jeremias:
• Os figos bons simbolizavam aqueles que foram exilados para a Babilônia, enquanto os figos ruins representaram aqueles que permaneceram na terra de Judá. Desta forma, os símbolos serviram para ilustrar a distinção entre os fiéis que Deus preservariam e os ímpios que sofreriam o julgamento divino.
• O cativeiro babilônico foi representado pelos figos bons, pois mesmo no exílio, o povo poderia ser restaurado e renovado espiritualmente. Por outro lado, os figos ruins representam aqueles que permaneceram na terra e enfrentaram a devastação e a destruição.
“Os que fossem levados cativos estavam destinados a se sair melhor do que os que permanecessem na terra. Eles pareciam dispostos a aceitar a liderança de Deus, mesmo que isso significasse um cativeiro pessoal” (CBASD).
O símbolo profético desta visão de Jeremias ensina-nos atualmente sobre a justiça de Deus e Sua fidelidade em distinguir os justos e os ímpios. Desta forma, somos incentivados a considerar nossas escolhas e ações, reconhecendo que elas têm resultados tanto a curto quanto a longo prazo (Apocalipse 22:11-15).
Aprofundando, é possível perceber que Deus não tolera o pecado, por isso o exílio; mas, também demonstra Sua misericórdia ao disciplinar Seu povo objetivando levar pessoas ao arrependimento e à redenção. Para isso, carecemos de discernimento espiritual para conhecer as intenções divinas e os propósitos sublimes em nossa vida!
Num mundo marcado por buscas incessantes de conforto e prazer, a ideia de submeter-se à disciplina pode parecer contraintuitiva e inclusive objetável. Contudo, quando rendemo-nos à vontade de Deus, arrependidos de nossos pecados, encontramos reavivamento espiritual, renovação e crescimento, e a promessa da preservação divina mesmo em meio às dificuldades (Jeremias 24:4-7; Apocalipse 3:19-21).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.