Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JEREMIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/10
Israel, e mais tarde Judá, alguma vez aprendeu com as experiências anteriores? O livro dos Juízes dá uma resposta simples: NÃO!
Por que os reinos de Israel e Judá tiveram um fim catastrófico? Podemos sorrir condescendentemente com o fracasso deles e dizer: “Somos diferentes; nós temos a verdade!” Será? Essa verdade está mudando nossas vidas, mudando a maneira como tratamos os irmãos e as irmãs da igreja que podem interpretar as coisas de maneira diferente da nossa?
Estamos vivendo em tempos difíceis. Indicadores políticos e econômicos apontam para a breve vinda de Jesus. Mudanças climáticas, catástrofes, convulsões econômicas e políticas no mundo inteiro deveriam nos deixar de joelhos, implorando pelo derramamento especial do Espírito Santo. Precisamos da sabedoria do céu para saber como direcionar a atenção das pessoas para nosso Salvador e Seu retorno iminente. Vamos nos envolver em algum tipo de divulgação e compartilhar ativamente as Boas Novas, porque essa janela de oportunidade se fechará em breve! Juntos e individualmente, oremos por sabedoria para possamos dar um bom testemunho daquilo que acreditamos!
Ulli Tutsch
Professora secundária aposentada
Yakima, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
624 palavras
1 Casa de Israel. Esta expressão é utilizada neste versículo para designar o remanescente da nação israelita, o reino de Judá, em vez do reino do norte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 429.
2 Caminho dos gentios. A referência primária é à forma de adoração e à religião deles (ver Lv 18:3; 20:23; ver com. de Jr 4:18). CBASD, vol. 4, p. 429, 430.
Sinais dos céus. Fenômenos celestes, como eclipses, cometas e conjunções particulares dos corpos celestes eram frequentemente considerados como indicações de destino nacional ou individual (ver Is 47:13). CBASD, vol. 4, p. 430.
5 Não tenhais receio deles. O profeta declara que esses deuses [a quem os pagãos adoravam] eram incapazes de ferir seus inimigos ou ajudar seus amigos. eles também não recompensavam nem puniam (ver Is 41:23). CBASD, vol. 4, p. 430.
6 Ninguém há semelhante. Deus é apresentado como incomparável (ver Êx 15:11; Sl 86:8, 10). CBASD, vol. 4, p. 430.
8 Estúpidos e loucos. Os adoradores de ídolos são descritos como embrutecidos, não receptivos, brutos e estúpidos (ver com. de Sl 115:8; Jn 2:8). CBASD, vol. 4, p. 431.
10 Deus vivo. Em contraste com a falta de vida dos ídolos, Deus tem vida em Si mesmo (Jo 5:26). A fonte de Sua existência está em Seu ser. Todos os outros seres vivos subsistem “Nele” (ver At 17:28). CBASD, vol. 4, p. 431.
15 Obra ridícula. Os ídolos merecem apenas o ridículo e o escárnio. Contudo, a crença sincera de um idólatra não deve ser ridicularizada por um cristão. CBASD, vol. 4, p. 432.
17 Tira do chão. Após a digressão [desvio momentâneo do assunto sobre o qual se fala ou escreve] nos v. 10:1 a 16, ao lidar com a tolice da idolatria, a profecia retoma o assunto do cap. 9, ou seja, a desolação iminente da terra e do exílio dos habitantes de Judá. De maneira dramática o profeta ilustra a partida dos exilados. Adverte as pessoas para reunir alguns artigos ás pressas e a se preparar para a partida imediata para Babilônia (ver Ez 12:3). CBASD, vol. 4, p. 432.
18 Arrojarei. Ilustração da violência da expulsão (ver Jr 16:13; cf 1Sm 25:29). O próprio Yahweh é o narrador. CBASD, vol. 4, p. 432.
19 Ai de mim, por causa da minha ruína! A nação, personificada neste versículo, é retratada como lamentando sua calamidade, a ruína de sua casa e a perda de seus filhos. CBASD, vol. 4, p. 432.
Tenho de suportá-lo. Reconhecer e aceitar a aflição que alguém trouxe sobre si por meio de seu mau caminho é o primeiro passo para a mudança (Lm 3:39, 40). Os judeus da época de Jeremias rejeitaram categoricamente qualquer sugestão de que repetidas mensagens de Deus, alertando para a iminência de cativeiro, poderiam se tornar realidade (ver Jr 7:3; Ez 11:3; 12:21-28). Mesmo a alma devota de Jeremias se rebelou, a princípio, com o pensamento. Ele se sentia profundamente ferido (Jr 4:19; 8:21; 15:18), chorou (9:1; 13:17; 14:17) e orou para que o cativeiro fosse evitado (7:16; 11:14; 14:11). Ele demorou a perceber que o desastre nacional não poderia ser detido (ver 11:11; 14:19). CBASD, vol. 4, p. 433.
22 Rumor. A comoção representa a marcha de um grande exército indo para a batalha (ver jr 6:23; 8:16). CBASD, vol. 4, p. 433.
23 Eu sei. O profeta é o interlocutor, mas ele fala como representante de Israel. Os v. 23 e 24 constituem uma oração de intercessão, com uma confissão de pecados apropriada e o pedido para um castigo moderado (ver Jr 18:20). CBASD, vol. 4, p. 433.
Dirigir os seus passos. O ser humano precisa da orientação divina em cada passo. Deus dirige os passos de uma boa pessoa (Sl 37:23). CBASD, vol. 4, p. 433.
24 Castiga-me, ó SENHOR. Neste pedido está implícita uma confissão de erro e a admissão da necessidade de correção. É um sinal positivo do pecador admitir francamente o erro de seus caminhos e, por iniciativa própria, se submeter à correção. CBASD, vol. 4, p. 433.
Devoraram a Jacó. Deus permitiu que os pagãos castigassem Seu povo escolhido. Satanás buscava tirar vantagem da ocasião para destruir Israel completamente (ver Is 10:6, 7). As nações excederam a permissão de Deus (Is 47:6). CBASD, vol. 4, p. 433.
Filed under: Sem categoria
“Ninguém há semelhante a Ti, ó Senhor; Tu és grande, e grande é o poder do Teu nome” (v.6).
O contraste apresentado pelo profeta entre Deus e as imagens de escultura poderia ser facilmente aplicado aos povos pagãos, mas foi uma dura repreensão à “casa de Israel” (v.1). Israel se envolveu com a cultura e os costumes religiosos das nações vizinhas, de modo que “todos se tornaram estúpidos e loucos” (v.8). Trocaram “o Deus vivo e o Rei eterno” (v.10) pelos ídolos que “são como um espantalho no pepinal e não podem falar” (v.5). Trocaram “o Criador de todas as coisas” (v.16) pela “obra ridícula” que, “no tempo do seu castigo”, virá “a perecer” (v.15).
Somada à idolatria nacional havia o descaso daqueles que deveriam promover o reavivamento e a reforma tão necessários. “Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscaram ao Senhor; por isso, não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos” (v.21). A liderança religiosa frouxa e insensata conduzia a nação para uma condição cada vez mais baixa, fortalecendo assim a sua perda de identidade. “Todo homem se tornou estúpido” (v.14), aprendendo “o caminho dos gentios” (v.2) e praticando “os costumes dos povos” (v.3). Jeremias parecia ser o único a reconhecer a limitação humana (v.23), sua necessidade de correção e completa dependência de Deus.
Esquecendo-se do Senhor e de Sua Palavra, os filhos de Israel viviam uma religião apenas nominal. Dirigindo-Se “aos judeus que haviam crido nEle”, Jesus disse: “Se vós permanecerdes na Minha Palavra, sois verdadeiramente Meus discípulos” (Jo.8:31). Enquanto Jeremias teve de lidar com uma geração idólatra, Jesus experimentou lidar com uma geração hipócrita. Uma, de moral rebaixada, outra, advogada da moral. Ambas, porém, incorreram em dois extremos: intemperança e legalismo. Mas o princípio que teria transformado essas duas gerações de Israel em filhos da luz era o mesmo: “Ouvi a Palavra que o Senhor vos fala a vós outros, ó casa de Israel” (v.1).
Uma sociedade sem leis é passível de desordem e toda sorte de hediondos resultados. É do intuito de Satanás promover tamanha ruína sobre o mundo, lançando sobre a Terra as sementes do engano e do desprezo pela verdade com o mesmo afinco com que maculou terça parte dos anjos no princípio do grande conflito. Ao seus agentes humanos apontarem para a Palavra de Deus como uma obra retrógrada e passível de mudanças, a autoridade e a Lei de Deus são negadas e rebaixadas à condição de um mero livro de aleatória consulta. Deus não nos chamou a viver uma religião de conveniência ou de aparência. Ele nos oferece uma fé viva que é alimentada pelas Escrituras e fortalecida no crisol de nossas lutas diárias, a fim de que possamos conhecê-Lo.
Se “não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos” (v.23), muito menos tem o homem autoridade sobre a Palavra do “Senhor dos Exércitos” (v.16). Se a lei de um rei não poupou Ester e seus conterrâneos de um dia de lutas e aflição (Ester 8:11); se o decreto de Dario não pôde ser revogado em favor do fiel Daniel (Dn.6:14-15); se a palavra de Herodes não pôde ser mudada diante do escabroso pedido da execução de João Batista (Mt.14:9); o que nos faz pensar que a imutável Palavra do Senhor pode ser “atualizada” conforme os padrões deste mundo, e que o mandamento que é santo, justo e bom é passível de mudanças jamais autorizadas (Rm.7:12; Ap.22:18-19)?
Neste tempo em que “Satanás está exercendo o seu poder”, com suas malignas visitações “mais e mais frequentes e desastrosas” (O Grande Conflito, CPB, p.594), o maior perigo para a nossa vida e para a nossa família está em afastar-nos das verdades que por sua eficácia, e fidelidade e graça de Seu Autor, são a nossa única salvaguarda. Aproxima-se o momento em que pela lealdade e obediência dos filhos de Deus, estes receberão sobre si a acusação de serem a causa das calamidades finais. Quando for assinado o decreto que nos obriga a honrar um sábado ilegítimo, que nossa vida assinale o testemunho da “perseverança dos santos” (Ap.14:12).
Pai nosso que está nos céus, santificado seja o Teu nome! Reconhecemos que só o Senhor é Deus e não há outro. Nesse tempo em que a história se repete, em meio a uma guerra religiosa entre liberais e legalistas, queremos fazer parte do remanescente fiel que Te conhece e que ama a Tua vinda. Livra-nos de nós mesmos, de nossas tendências carnais e egoístas e capacita-nos, pelo poder do Espírito do Senhor, a cuidar de nossos semelhantes e indicar-lhes o caminho da salvação. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Jeremias10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JEREMIAS 10 – O pecado mais sobressaliente e repugnante de Judá nesse contexto era a perversão religiosa: a idolatria.
Paul House faz o seguinte comentário: O pecado de Judá é a idolatria, de modo que o profeta expressa em 10:1-16 o que talvez seja sua mais clara declaração monoteísta. Ele convida-nos a observar o contraste entre Yahweh e os ídolos:
1. Não existe ninguém como Yahweh (Jeremias 10:6-7).
2. Yahweh é Rei sobre as nações (Jeremias 10:7).
3. Yahweh é o Deus verdadeiro (Jeremias 10:10).
4. Yahweh é o Deus vivo (Jeremias 10:10).
5. Yahweh é o Deus eterno (Jeremias 10:10).
6. Yahweh é o Criador (Jeremias 10:11-13, 16).
Em contraste,
1. Os ídolos são feitos pelos seres humanos (Jeremias 10:3-4, 8-9, 14-15). Não criam nada (Jeremias 10:11).
2. Os ídolos têm de ser transportados. Cansam seus adeptos (Jeremias 10:5).
3. Os ídolos são incapazes de instruir mediante revelação (Jeremias 10:8).
4. Os ídolos não têm vida (Jeremias 10:14).
Finalmente, a sexta mensagem de Jeremias inclui as nações no dia do Senhor (Jeremias 10:17-25). Esse castigo virá por causa da idolatria, mas também por tratar duramente com Judá (Jeremias 10:25). Neste caso, a Babilônia.
Após essa visão panorâmica fornecida por House, consideremos algumas importantes conexões para nossa vida no tempo do fim.
• A revelação escatológica menciona a ascensão de uma figura conhecida como a “Besta” e a criação de uma “imagem” em sua homenagem. A adoração nesse contexto é destacada como um desvio espiritual e um ato de rebelião contra Deus (Apocalipse 13:1-18). Será uma ação idólatra generalizada mundialmente.
• Aqueles que descambam para tal adoração corrompida, adorando a Besta e/ou a sua imagem, enfrentarão o juízo divino assim como os judeus da época de Jeremias (Apocalipse 14:9-11). Nesse contexto, os que se recusarem a adorar a Besta e sua imagem serão alvos de intolerância religiosa (Apocalipse 12:17; 13:7, 15). Contudo, Jesus virá para dar fim aos que oprimem ao remanescente fiel, como Deus fez com Babilônia no passado (Apocalipse 18:1-24; 19:11-21).
• Deus condena a idolatria de Seu povo, mas Sua ira Se ascende contra idólatras que massacram e oprimem ao Seu povo. Deus agirá contra a perversão religiosa e contra a opressão religiosa (Apocalipse 17:1-18; 19:1-9; 20:11-15).
Nada melhor que ser fiel ao Senhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí