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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/17
Os israelitas construíram cidades fortificadas e formaram alianças com outras nações para se protegerem dos seus inimigos, mas por vezes abandonaram a sua relação com Deus, ficando assim desprotegidos e vulneráveis a ataques.
Trancamos nossas portas, nossos carros e nossos negócios para proteger nossas famílias e nossos bens. Mas como estamos nos protegendo dos ataques do inimigo? Como está nossa vida de oração, nossa vida devocional? Estamos protegendo as avenidas da alma? Israel “não se lembrou da Rocha da sua fortaleza” (17:10), o que os levou a serem conquistados pelos seus inimigos. Estejamos atentos a Quem é a nossa Rocha.
“A não ser que o Eterno edifique a Casa, trabalham em vão os que desejam construí-la. Se o SENHOR não proteger a cidade, inútil será a sentinela montar guarda.” Salmos 127:1 KJV
Walter Cárdenas
Assistente do Presidente, Mountain View Conference, Parkersburg, West Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/17
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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771 palavras
1-14 Profecias contra Damasco [Síria] e Efraim [Reino do Norte]. Foram proferidas contra a coalizão siro-efraimita, conforme atestaram 7:1-9 e 8:14. Os assírios derrotaram a Síria em 732 a.C. e Israel em 722 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
1 [Damasco deixará] De ser cidade. … Por um tempo, a cidade pareceu ter ficado em ruínas, mas foi finalmente reconstruída, pois Jeremias transmitiu outras mensagens contra ela (Jr 49:23-27). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
3 Efraim. Efraim, o reino do norte, ou Israel… Visto que se uniram para atacar Judá (2Rs 16:5; Is 7:1, 2), as duas nações sofreriam o mesmo juízo decretado pelo Senhor … Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
O Reino do Norte … é mencionado aqui por causa de seu pacto com Damasco contar a Assíria [e Judá]. Damasco [deixará de ser uma ] realeza. Em 732 a.C., Tiglate-Pileser III conquistou Damasco e fez dela uma província assíria. Muitas das cidades de Israel também foram conquistadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A glória. A glória de Israel foi efêmera. Assim também seria com os restantes da Síria.Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
4 Jacó. Clara referência a Efraim, o reino do norte. As dez tribos seriam extintas. Portanto, esta mensagem deve ter sido transmitida antes de 723/722 a.C., data quando o reino do norte chegou ao fim… Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
5 Segador. A metáfora desta vez é a de um segador que colhe “trigo” (ver com [CBASD] de Lv 2:14). Da mesma forma, as cidades de Israel seriam cortadas pelo cruel invasor assírio. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
6 Sacudir. Neste método de colher as azeitonas, sempre fica alguma que não vale a pena subir para arrancar. Semelhantemente, Judá seria reduzida a um estado tão desprezível, que os exércitos dos estrangeiros não se dariam mais ao trabalho de ver se ainda sobrou algo. Bíblia Shedd.
Rabiscos. A ideia é mais uma vez a de um restante que escapará da destruição geral, dessa vez em Israel. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
7,8 Este trecho mostra que o julgamento de Deus, em desencadear a invasão da Síria e Israel, teria o efeito desejado: alguns ainda reconheceriam que Deus é justo nos seus julgamentos e se arrependeriam. Bíblia Shedd.
7 Olhará o homem para seu Criador. Pode ser necessário sofrer amarga desilusão e desastre para que as pessoas desviem os olhos das coisas terrenas, mas os juízos do Senhor finalmente fariam com que desviassem o olhar dos ídolos e o voltassem ao criador. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
8 O que fizeram seus dedos. Isto é, os ídolos (ver Dt 4:28; Is 2:8; 31:7; 37:19; Os 14:3; Mq 5:13). Os pagãos buscavam ajuda dos deuses que eles mesmo tinham feito. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Altares de incenso (ARA e NVI). Heb hammãnm, pilares erguidos em adoração ao Sol, ou imagens, por intermédio das quais se prestava culto ao Sol, 21.9; 30:22; 41.29; 42.8, 17. Bíblia Shedd.
NIV: “Postes de Asherah“. Os postes de Asherah era imagens de Asherah, a deusa cananita que era a mulher de Baal. A rainha Jezabel pode ter trazido a adoração a Asherah ao Reino do Norte. O culto encorajava práticas sexuais imorais e atraía muitas pessoas. … Manassés foi condenado por colocar um poste de Asherah no templo (2Rs 21:7). Life Application Study Bible Kingsway.
10 Salvação. Esta palavra, como substantivo, heb yêsha’, só ocorre esta única vez no livro, mas a ideia é encontrada 23 vezes; além disto, faz parte do nome de Isaías, que significa “Deus é salvação”. Bíblia Shedd.
Plantações formosas. Plantações como trigo, cevada ou diferentes tipos de vegetais ou flores, plantados em cestas e potes e que germinavam rapidamente. Eram considerados como símbolos do poder mágico dos deuses da fertilidade. embora fossem consideradas poderosas, essas divindades não possuíam força alguma e nada podiam fazer por seus adoradores. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Mudas de fora. Literalmente, “brotos”ou “rebentos” de “[deuses] estranhos ou “[deuses] ilícitos” (ver Sl 44:20; 81:9), talvez brotos usados de uma forma similar às “plantações formosas”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
11 A colheita [voará]. A ideia parece ser de que o povo, tendo abandonado a Deus, sua força real, buscaria em vão a força dos deuses da fertilidade. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
13 Montes. As eiras para debulhar se achavam em pontos altos, de onde a palha e o debulho eram levados para longe pelo vento, quando o cereal era atirado para o ar com a pá. Bíblia Shedd.
14 Anoitecer … amanheça. O cumprimento desta profecia descreve-se em 37.36 e em 2Rs 19.35-36. Bíblia Shedd.
Daqueles que nos despojam. De acordo com os registros de Senaqueribe, ele levou um grande despojo de Judá na sua primeira invasão (ver vol. 2 [CBASD], p. k46). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
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“Naquele dia, olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel” (v.7).
Há duas vertentes no texto de hoje: uma que aponta para o juízo e outra para a redenção. A expressão “Naquele dia”, indicava a punição sobre Israel por ter se unido aos assírios contra o reino de Judá. Mas, a seguir, também se refere a “alguns rabiscos” (v.6), ou seja, um restante, que daria as costas à idolatria e tornaria a volver os olhos ao Criador. A profecia contra Damasco e Efraim não se trata apenas de um relato antigo, mas de uma mensagem tão atual quanto o noticiário de amanhã. O Santo de Israel (v.7) nos convida, hoje, a olhar para Ele e viver. A não nos esquecermos do Deus da nossa salvação e Rocha que nos fortalece (v.10).
“Ao anoitecer, eis que há pavor” (v.14). Logo vem a noite trazendo trevas e destruição e só escaparão para desfrutar da gloriosa manhã da redenção, os restantes que permanecerem fiéis: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). O chamado da primeira voz angélica é para que “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6) tornem a olhar para o Criador, o único digno de toda a adoração: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).
As advertências da santa Palavra de Deus têm sido negligenciadas e ignoradas em nome de um falso amor. Milhares se contentam com belos sermões enlatados que pregam uma falsa piedade. Há uma contrafação acerca do amor de Deus. Satanás deleita-se ao perceber que o mundo o transformou numa lenda e caricatura cômica, com um rabo e um par de chifres. E enquanto enche os olhos das multidões com um amplo leque de entretenimentos e de maldades, deleita-se em observar como eles mesmos procuram a própria destruição. A humanidade é movida pelo que vê, pelo que é “agradável aos olhos” (Gn.3:6) e acaba caindo na mesma ruína que levou Eva a cair. Ao contrário da vitória de Cristo no deserto, muitos têm sido derrotados ao contemplar a oferta demoníaca: “Tudo isto te darei” (Mt.4:9), desviando o olhar do Único que tem uma eternidade de riquezas para nos dar: o nosso Criador.
Para onde você está olhando? Saiba que por mais tempo que tenha perdido olhando na direção errada, o Senhor lhe convida, hoje, a olhar na direção certa: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Não perca mais tempo, pois não temos mais tempo a perder! Que, como Pedro, você tenha a oportunidade de cair em si e olhar para Aquele que tem os olhos fixos em você (Lc.22:61).
Logo, o nosso Redentor virá e dará fim a este mundo de pecado! Clamemos pelo Espírito Santo, a fim de sermos capacitados a perseverar até o fim.
Oh, Santo de Israel, nosso Criador! Fortalece a nossa fé e aplaina os nossos caminhos para que “naquele Dia” possamos Te contemplar, face a face! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, remanescente de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Isaías17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 17 – Por mais impressionantes que sejam as construções e fortalezas humanas, diante de Deus não passam de futilidades. A confiança nas próprias obras, por mais imponentes, não oferecem qualquer segurança no dia do juízo.
Considere os seguintes pontos do capítulo em pauta:
• Nos primeiros versículos, há uma introdução de uma advertência para Damasco, apontando uma destruição iminente que resultaria em lamento e desespero.
• Na sequência, a profecia faz analogia agrícola para ilustrar a desolação e a figura de um indivíduo enfraquecido visando alertar do perigo da rebelião contra Deus (Isaías 17:4-6).
• O juízo divino desperta um movimento de arrependimento e busca pelo Criador; isso implica abandono da idolatria e práticas religiosas espúrias (Isaías 17:7-8).
• A advertência divina contra as alianças humanas e a confiança em qualquer coisa em vez de submeter-se a Deus pretende promover esperança em meio às adversidades (Isaías 17:9-11).
• Por fim, o alerta profético serve para as nações que agem como águas tumultuosas rebelando-se contra Deus; a profecia prevê o fim da rebeldia na erradicação dos impenitentes e na preservação dos remanescentes que voltam-se para Deus.
Há uma conexão desta profecia com Daniel 7, ao considerarmos a representação simbólica do grande mar. As potências terrestres que emergem do mar simbolizam as forças turbulentas e incontroláveis das nações. A metáfora do mar, portanto, não é apenas descritiva, mas também profética, apontando para um padrão recorrente de juízo divino sobre as potências mundiais.
Ao associar as nações a um mar tempestuoso, a revelação destaca que, quando as nações se afastam dos caminhos de Deus entram para uma condição caótica, perdendo a estabilidade e a segurança que só podem ser encontradas na orientação do Criador.
Esta mensagem é atual:
• Assim como as nações antigas foram advertidas sobre a necessidade de confiar em Deus em vez de confiar em fortalezas humanas, somos desafiados a avaliar nossas próprias fontes de segurança, confiança e esperança.
• A tecnologia, o poder militar e as realizações humanas podem representar as “fortalezas” modernas; contudo Isaías nos lembra de sua futilidade quando confrontadas com o juízo divino.
A profecia de Isaías 17 revela a interligação entre juízo divino sobre nações ímpias, a futilidade da confiança nas obras humanas e a promessa de restauração aos que voltam-se a Deus em arrependimento. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.